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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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Mostrando postagens com marcador Equador. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 15 de outubro de 2008

A ATIVIDADE DA IGREJA NÃO PODE SER CONFUNDIDA COM UMA AÇÃO POLITICA

PAPA RECEBE BISPOS DOS EQUADOR E REAFIRMA QUE A ATIVIDADE DA IGREJA NÃO PODE SER CONFUNDIDA COM UMA AÇÃO POLITICA
Cidade do Vaticano, 16 out (RV)
- No discurso que fez aos bispos do Equador nesta manhã no Vaticano, na conclusão de sua visita “ad Limina”, o Papa iniciou manifestando aos presentes o profundo pesar pela morte, segunda-feira, do Cardeal Antonio José González Zumárraga, Arcebispo emérito de Quito, que com tanta abnegação e fidelidade serviu a Igreja até o final de seus dias.
Depois de agradecer às palavras pronunciadas em nome de todos os bispos presentes por Dom Antonio Arregui Yarza, arcebispo de Guayaquil e Presidente da Conferência Episcopal, o Papa disse que pôde constatar com satisfação que uma das iniciativas pastorais consideradas mais urgentes para a Igreja no Equador é a realização da “grande missão” convocada pelo Episcopado Latino-americano em Aparecida, e que foi confirmada no Terceiro Congresso Americano Missionário, celebrado em Quito no último mês de agosto.
O chamado que Jesus fez a seus discípulos – disse o Papa – enviando-os a pregar sua mensagem de salvação e tornar discípulos seus todos os povos, deve ser para toda a comunidade eclesial um motivo constante de meditação e a razão de ser de toda ação pastoral.
« Também hoje, como em todas as épocas e lugares, - disse o Papa - os homens têm necessidade de um encontro pessoal com Cristo, no qual podem experimentar a beleza de sua vida e a verdade de sua mensagem ».
Para enfrentar os numerosos desafios da sua missão e no meio de um ambiente cultural e social que parece esquecer as raízes espirituais mais profundas de sua identidade, o Santo padre convidou os prelados equatorianos a se abrirem com docilidade à ação do Espírito Santo, para que, impulsionados por sua força divina, renovem o ardor missionário dos inícios da pregação evangélica, assim como o primeiro anúncio do Evangelho nas suas terras.
Para isso é necessário realizar um generoso esforço de difusão da Palavra de Deus – disse o Papa – de tal maneira que ninguém fique sem o imprescendível alimento espiritual, fonte de vida e de luz.
O papa continuou dizendo que os bispos do Equador estão conscientes de que o esforço missionário se apoia de maneira especial nos sacerdotes, aos quais eles devem acompanhar com oração, afeto e proximidade.
Ao mesmo tempo, e diante da escacez de clero em muitas áreas do país, os bispos equatorianos estão emepenhados em inserir todos os grupos, movimentos e pessoas de suas dioceses numa ampla e generosa pastoral vocacional, semeando entre os jovens a paixão pela figura de Jesus e os grandes ideais do Evangelho.
« Nesta importante etapa da história, a Igreja no Equador necessita de um laicato maduro e comprometido que, com uma sólida formação doutrinal e uma profunda vida interior, viva sua vocação específica : iluminar com a luz de Cristo toda a realidade humana, social, cultural e política », afirmou Bento XVI.
O Papa agradeceu então o esforço dos bispos em chamar a atenção da sociedade sobre aqueles valores que tornam a vida humana mais justa e solidária.
A atividade da Igreja não pode ser confundida com uma ação política, - acrescentou Bento XVI -, mas ela deve oferecer ao conjunto da comunidade humana sua contribuição através da reflexão e de pareceres morais, inclusive sobre questões políticas que afetam de modo especial a dignidade da pessoa.
« Entre elas cabe destacar, também por sua importância para o futuro do seu país, a promoção e estabilidade da família, fundada sobre o vínculo de amor entre um homem e uma mulher, a defesa da vida humana desde o seu primeiro momento de sua concepção até a morte natural, assim como a responsabilidade dos pais na educação moral de seus filhos, na qual se transmite às novas gerações os grandes valores humanos e cristãos que forjaram a identidade do povo equatoriano ».
O Papa terminou o seu discurso exortando os bispos do Equador a prestarem atenção especial à ação caritativa da Igreja na qual se faça presente o amor misericordioso de Cristo, sobretudo às pessoas que passam necessidade, os anciãos, as crianças, os imigrantes, assim como às mulheres abandonadas ou maltratadas.
O Papa recordou ainda a recente canonização de Santa Narcisa de Jesús Martillo Morán fazendo votos de que o seu exemplo e intercessão concedam uma renovada vitalidade e maior zêlo apostólico a todas as Igrejas particulares do Equador. (SP)

Fonte: RV

terça-feira, 9 de setembro de 2008

EQUADOR: COVERNO ESTÁ EM DESACORDO COM A IGREJA CATÓLICA

BISPOS EQUATORIANOS REBATEM ACUSAÇÕES DO PRESIDENTE RAFAEL CORRÊA

Presidente Rafael Corrêa, ladeado por Chave e Morales
Quito,
- O porta-voz da Conferência Episcopal do Equador disse que os ensinamentos da Igreja permanecem inalterados e não foram inventados para contestar o presidente Rafael Corrêa. Conforme o padre Nicolas Dousdebés, a oposição à iniciativas favoráveis ao aborto, casamento entre homossexuais e concentração de poder é uma posição histórica da Igreja. Na semana passada, a conferência equatoriana rejeitou o projeto da nova Constituição que irá à referendo neste mês. A decisão foi tomada porque alguns tópicos da proposta não estão de acordo com o pensamento cristão. Os bispos alegam que o projeto foi rejeitado, também, porque sua redação não estava clara, deixando espaço para ambigüidades. O padre Dousdebés ressaltou que a Igreja manterá sua posição ainda que o referendo seja aprovado no dia 28. No mês passado, o presidente Rafael Correa denunciou como traição a atitude da Igreja, insinuando que os bispos estão em sintonia com a direita equatoriana de oposição. Apesar de ser um estado laico, 90 por cento dos 13 milhões de habitantes do Equador são católicos. (MO)
Fonte: RV

quarta-feira, 30 de julho de 2008

PRINCÍPIOS INEGOCIÁVEIS NO PROJETO DE CONSTITUIÇÂO DO EQUADOR

Projeto de Constituição do Equador deixa vulneráveis «princípios não-negociáveis»
Comunicado dos bispos do país
Equador: Família Ayme de Tingo que tem $31.55 dolars por semana para se alimentar

QUITO,
- Segundo os bispos do Equador, o projeto de Constituição que será submetido a referendo em setembro «vulnera princípios não-negociáveis».
Os bispos emitiram um comunicado ontem, a partir da aprovação, por parte da Assembléia Constituinte do Equador, do projeto da que poderia ser a futura carta magna do país.
Desde o início, eles esclarecem que «não nos corresponde, enquanto bispos, assumir uma atitude política. O que nos corresponde, no entanto, é iluminar as consciências dos católicos com a doutrina do Evangelho, para que tomem uma decisão responsável e consciente, diante de Deus e da sociedade».
A Assembléia Constituinte aprovou de forma definitiva o projeto analisado pelos prelados, que deverá ser submetido a referendo no próximo dia 28 de setembro.
Os bispos, ainda que percebam na nova Constituição alguns enunciados generosos sobre «a centralidade da pessoa entre os fins da sociedade, na economia, na educação e na saúde, com ênfase na promoção dos pobres», sentem falta da «menção dos processos para a luta contra a pobreza e a corrupção».
Mas o maior problema é exposto em alguns enunciados fundamentais, como os que se referem ao aborto, à família, à educação e à liberdade religiosa.
E esses princípios, dizem citando Bento XVI, são «não-negociáveis».
Seu desacordo se baseia em 4 pontos fundamentais, «sabendo que essa rejeição é compartilhada por mais de 800 mil assinaturas entregues à Assembléia Constituinte e também pelos irmãos cristãos evangélicos e outros equatorianos de boa vontade».
Seu primeiro ponto de desacordo é que a pessoa humana existe antes do Estado, isto é, «é o Estado que está ao serviço da pessoa e da sociedade, e não as pessoas e a sociedade ao serviço do Estado», algo que não fica claro na nova Constituição.
O segundo ponto de desacordo, para os bispos, é que no texto constitucional «não se reconhece claramente o direito à vida desde a concepção», já que, «sem mencionar o termo ‘aborto’, o projeto constitucional deixa a porta aberta à supressão da nova criatura no seio da mãe».
Em terceiro lugar, dizem, «atenta-se conta a família como célula fundamental da sociedade e do bem comum», dado que na nova Constituição «se deforma a família, quando rejeita a existência da ‘família modelo’, para substituí-la por diferentes ‘tipos de família’. Daqui se passa a equiparar a família com a união de pessoas do mesmo sexo».
Em quarto lugar, os bispos expressam seu desacordo em matéria de educação, pois «o direito dos progenitores e o reconhecimento da liberdade de ensino são contraditos quanto o Estado se atribui o direito de determinar o que se tem de ensinar e o que se tem de ignorar».
«Sob a afirmação de que a educação é um serviço público, considera-se a educação particular como uma mera concessão do Estado e não como uma expressão do direito dos pais de família», diz o documento.
Segundo os bispos, essa análise não esgota os pontos que são de importância para a consciência cristã; por isso, «é preciso que cada cidadão com direito a voto aprofunde nessas e em outras razões, implorando a sabedoria divina».
O comunicado conclui recordando a todos os cidadãos que no referendo eles serão «tão responsáveis como os próprios legisladores com relação às estruturas jurídicas e sociais que regerão o Equador do futuro».
Fonte: ZENIT.org