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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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terça-feira, 12 de janeiro de 2010

SANTA SÉ: RELAÇÕES E ACORDOS EM 2009

SANTA SÉ: RELAÇÕES E ACORDOS EM 2009
Cidade do Vaticano,

- Atualmente, a Santa Sé mantém relações diplomáticas com 178 nações. Em 1978 eram 84, e em 2005, no início do pontificado de Bento XVI, 174. Os últimos estados a estabelecer relações com o Vaticano foram Montenegro, Emirados Árabes Unidos, Botsuana e a Federação Russa. Em 9 de dezembro de 2009, foram estabelecidas relações diplomáticas com a Federação Russa, com uma Nunciatura Apostólica por parte da Santa Sé em Moscou e uma embaixada da Federação em Roma. Além destes países, a Santa Sé mantém também relações diplomáticas com a União Europeia e com a Soberana Ordem Militar de Malta; e é representada na ONU (Nações Unidas), na FAO (Organização para a Agricultura e a Alimentação), na UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), na OSCE (Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa), na OMC (Organização Mundial do Comércio), na Liga Árabe, na OEA (Organização dos Estados Americanos) e na UA (União Africana) por ‘Observadores Permanentes’. Há ainda uma missão com caráter ‘especial’: o Escritório da Organização pela Libertação da Palestina (OLP). Taiwan é um dos países com os quais a Santa Sé tem relações diplomáticas, não obstante desde 1979 não mantenha na ilha um Núncio residente. Alguns países com os quais a Santa Sé atualmente não mantém relações diplomáticas são: China Popular, Afeganistão, Arábia Saudita, Butão, Coréia do Norte, Maldivas, Omã, Tuvalu, Vietnã, República de Comores, Mauritânia, Somália, Brunei, Laos, Malásia e Mianmar.Hoje, cerca de 80 países mantêm sedes diplomáticas junto à Santa Sé com embaixadores em Roma; os outros são representados por diplomatas residentes na Europa. Em todo o mundo, a Santa Sé se faz representar por 101 Núncios Apostólicos. Acordos assinados em 2009:Em 12 de janeiro de 2009, a Santa Sé assinou um Acordo com o Land Schleswig-Holstein (Alemanha) para regulamentar a situação jurídica da Igreja Católica naquela região; a troca dos instrumentos de ratificação deste Acordo ocorreu em 27 de maio.Em 5 de março, foi assinado o VI Acordo Adicional da Convenção entre a Santa Sé e a Áustria, sobre as relações patrimoniais. A ratificação se deu em 14 de outubro. Em 10 de dezembro, foi ratificado o Acordo com o Brasil, que havia sido assinado em 13 de novembro de 2008. Enfim, em 17 de dezembro de 2009, foi formalizada a Convenção monetária entre o Estado da Cidade do Vaticano e a União Européia, que entrou imediatamente em vigor. (CM)

Fonte: RV

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

2009 - ANO TRÁGICO PARA A IGREJA CATÓLICA

ANO TRÁGICO PARA A IGREJA CATÓLICA


Cidade do Vaticano, 30 dez (RV)

- A Fides, agência do Vaticano para o mundo missionário, revelou que 37 agentes pastorais foram assassinados enquanto desempenhavam a sua missão nos cinco continentes, no ano de 2009. O número é praticamente o dobro em relação a 2008 (20) e o mais alto na última década. O elenco dessas mortes refere-se não só aos missionários “ad gentes”, mas a todo o pessoal eclesiástico que morreu de forma violenta ou que sacrificou a sua vida consciente do risco que corria. As 37 mortes ocorridas em 2009 referem-se a 30 sacerdotes, duas religiosas, dois seminaristas e três voluntários, leigos.Nesta quarta-feira, 30 de dezembro, a Fides publica um elenco com notas biográficas, informações sobre a circunstância das mortes e uma panorâmica por continentes. Os números da Agência mostram ainda que desde 1980 morreram 949 missionários, com destaque para as vítimas provocadas pelo genocídio do Ruanda, em 1994. Desde 2001 foram registradas pela agência do Vaticano 220 mortes. (SP)


Fonte: RV

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

TEXTO INTEGRAL DA MENSAGEM PARA A QUARESMA 2009

TEXTO INTEGRAL DA MENSAGEM PARA A QUARESMA 2009
Cidade do Vaticano,
- Foi divulgada esta manhã a Mensagem do papa para a Quaresma 2009. Participaram da apresentação, na Sala de Imprensa da Santa Sé, o Card. Paul Josef Cordes, Presidente do Pontifício Conselho “Cor Unum”, Mons. Karel Kasteel, Secretário, e Mons. Giampietro Dal Toso, Vice-Secretário; e a Sra. Josette Sheeran, Diretora Executiva do Programa Mundial de Alimentos da ONU. Publicamos a seguir o texto integral da Mensagem, na versão oficial traduzida pela Secretaria de Estado do Vaticano. O tema da Mensagem deste ano é "Jejuou durante quarenta dias e quarenta noites e, por fim, teve fome". "Queridos irmãos e irmãs!No início da Quaresma, que constitui um caminho de treino espiritual mais intenso, a Liturgia propõe-nos três práticas penitenciais muito queridas à tradição bíblica e cristã – a oração, a esmola, o jejum – a fim de nos predispormos para celebrar melhor a Páscoa e deste modo fazer experiência do poder de Deus que, como ouviremos na Vigília pascal, «derrota o mal, lava as culpas, restitui a inocência aos pecadores, a alegria aos aflitos. Dissipa o ódio, domina a insensibilidade dos poderosos, promove a concórdia e a paz» (Hino pascal). Na habitual Mensagem quaresmal, gostaria de reflectir este ano em particular sobre o valor e o sentido do jejum. De facto a Quaresma traz à mente os quarenta dias de jejum vividos pelo Senhor no deserto antes de empreender a sua missão pública. Lemos no Evangelho: «O Espírito conduziu Jesus ao deserto a fim de ser tentado pelo demónio. Jejuou durante quarenta dias e quarenta noites e, por fim, teve fome» (Mt 4, 1-2). Como Moisés antes de receber as Tábuas da Lei (cf. Êx 34, 28), como Elias antes de encontrar o Senhor no monte Horeb (cf. 1 Rs 19, 8), assim Jesus rezando e jejuando se preparou para a sua missão, cujo início foi um duro confronto com o tentador.Podemos perguntar que valor e que sentido tem para nós, cristãos, privar-nos de algo que seria em si bom e útil para o nosso sustento. As Sagradas Escrituras e toda a tradição cristã ensinam que o jejum é de grande ajuda para evitar o pecado e tudo o que a ele induz. Por isto, na história da salvação é frequente o convite a jejuar. Já nas primeiras páginas da Sagrada Escritura o Senhor comanda que o homem se abstenha de comer o fruto proibido: «Podes comer o fruto de todas as árvores do jardim; mas não comas o da árvore da ciência do bem e do mal, porque, no dia em que o comeres, certamente morrerás» (Gn 2, 16-17). Comentando a ordem divina, São Basílio observa que «o jejum foi ordenado no Paraíso», e «o primeiro mandamento neste sentido foi dado a Adão». Portanto, ele conclui: «O “não comas” e, portanto, a lei do jejum e da abstinência» (cf. Sermo de jejunio: PG 31, 163, 98). Dado que todos estamos entorpecidos pelo pecado e pelas suas consequências, o jejum é-nos oferecido como um meio para restabelecer a amizade com o Senhor. Assim fez Esdras antes da viagem de regresso do exílio à Terra Prometida, convidando o povo reunido a jejuar «para nos humilhar – diz – diante do nosso Deus» (8, 21). O Onipotente ouviu a sua prece e garantiu os seus favores e a sua protecção. O mesmo fizeram os habitantes de Ninive que, sensíveis ao apelo de Jonas ao arrependimento, proclamaram, como testemunho da sua sinceridade, um jejum dizendo: «Quem sabe se Deus não Se arrependerá, e acalmará o ardor da Sua ira, de modo que não pereçamos?» (3, 9). Também então Deus viu as suas obras e os poupou.No Novo Testamento, Jesus ressalta a razão profunda do jejum, condenando a atitude dos fariseus, os quais observaram escrupulosamente as prescrições impostas pela lei, mas o seu coração estava distante de Deus. O verdadeiro jejum, repete também noutras partes o Mestre divino, é antes cumprir a vontade do Pai celeste, o qual «vê no oculto, recompensar-te-á» (Mt 6, 18). Ele próprio dá o exemplo respondendo a satanás, no final dos 40 dias transcorridos no deserto, que «nem só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus» (Mt 4, 4). O verdadeiro jejum finaliza-se portanto a comer o «verdadeiro alimento», que é fazer a vontade do Pai (cf. Jo 4, 34). Portanto, se Adão desobedeceu ao mandamento do Senhor «de não comer o fruto da árvore da ciência do bem e do mal», com o jejum o crente deseja submeter-se humildemente a Deus, confiando na sua bondade e misericórdia.Encontramos a prática do jejum muito presente na primeira comunidade cristã (cf. Act 13, 3; 14, 22; 27, 21; 2 Cor 6, 5). Também os Padres da Igreja falam da força do jejum, capaz de impedir o pecado, de reprimir os desejos do «velho Adão», e de abrir no coração do crente o caminho para Deus. O jejum é também uma prática frequente e recomendada pelos santos de todas as épocas. Escreve São Pedro Crisólogo: «O jejum é a alma da oração e a misericórdia é a vida do jejum, portanto quem reza jejue. Quem jejua tenha misericórdia. Quem, ao pedir, deseja ser atendido, atenda quem a ele se dirige. Quem quer encontrar aberto em seu benefício o coração de Deus não feche o seu a quem o suplica» (Sermo 43; PL 52, 320.332).Nos nossos dias, a prática do jejum parece ter perdido um pouco do seu valor espiritual e ter adquirido antes, numa cultura marcada pela busca da satisfação material, o valor de uma medida terapêutica para a cura do próprio corpo. Jejuar sem dúvida é bom para o bem-estar, mas para os crentes é em primeiro lugar uma «terapia» para curar tudo o que os impede de se conformarem com a vontade de Deus. Na Constituição apostólica Paenitemini de 1966, o servo de Deus Paulo VI reconhecia a necessidade de colocar o jejum no contexto da chamada de cada cristão a «não viver mais para si mesmo, mas para aquele que o amou e se entregou a si por ele, e... também a viver pelos irmãos» (Cf. Cap. I). A Quaresma poderia ser uma ocasião oportuna para retomar as normas contidas na citada Constituição apostólica, valorizando o significado autêntico e perene desta antiga prática penitencial, que pode ajudar-nos a mortificar o nosso egoísmo e a abrir o coração ao amor de Deus e do próximo, primeiro e máximo mandamento da nova Lei e compêndio de todo o Evangelho (cf. Mt 22, 34-40).A prática fiel do jejum contribui ainda para conferir unidade à pessoa, corpo e alma, ajudando-a a evitar o pecado e a crescer na intimidade com o Senhor. Santo Agostinho, que conhecia bem as próprias inclinações negativas e as definia «nó complicado e emaranhado» (Confissões, II, 10.18), no seu tratado A utilidade do jejum, escrevia: «Certamente é um suplício que me inflijo, mas para que Ele me perdoe; castigo-me por mim mesmo para que Ele me ajude, para aprazer aos seus olhos, para alcançar o agrado da sua doçura» (Sermo 400, 3, 3: PL 40, 708). Privar-se do sustento material que alimenta o corpo facilita uma ulterior disposição para ouvir Cristo e para se alimentar da sua palavra de salvação. Com o jejum e com a oração permitimos que Ele venha saciar a fome mais profunda que vivemos no nosso íntimo: a fome e a sede de Deus.Ao mesmo tempo, o jejum ajuda-nos a tomar consciência da situação na qual vivem tantos irmãos nossos. Na sua Primeira Carta São João admoesta: «Aquele que tiver bens deste mundo e vir o seu irmão sofrer necessidade, mas lhe fechar o seu coração, como estará nele o amor de Deus?» (3, 17). Jejuar voluntariamente ajuda-nos a cultivar o estilo do Bom Samaritano, que se inclina e socorre o irmão que sofre (cf. Enc. Deus caritas est, 15). Escolhendo livremente privar-nos de algo para ajudar os outros, mostramos concretamente que o próximo em dificuldade não nos é indiferente. Precisamente para manter viva esta atitude de acolhimento e de atenção para com os irmãos, encorajo as paróquias e todas as outras comunidades a intensificar na Quaresma a prática do jejum pessoal e comunitário, cultivando de igual modo a escuta da Palavra de Deus, a oração e a esmola. Foi este, desde o início o estilo da comunidade cristã, na qual eram feitas colectas especiais (cf. 2 Cor 8-9; Rm 15, 25-27), e os irmãos eram convidados a dar aos pobres quanto, graças ao jejum, tinham poupado (cf. Didascalia Ap., V, 20, 18). Também hoje esta prática deve ser redescoberta e encorajada, sobretudo durante o tempo litúrgico quaresmal.De quanto disse sobressai com grande clareza que o jejum representa uma prática ascética importante, uma arma espiritual para lutar contra qualquer eventual apego desordenado a nós mesmos. Privar-se voluntariamente do prazer dos alimentos e de outros bens materiais, ajuda o discípulo de Cristo a controlar os apetites da natureza fragilizada pela culpa da origem, cujos efeitos negativos atingem toda a personalidade humana. Exorta oportunamente um antigo hino litúrgico quaresmal: «Utamur ergo parcius, / verbis, cibis et potibus, / somno, iocis et arcitius / perstemus in custodia – Usemos de modo mais sóbrio palavras, alimentos, bebidas, sono e jogos, e permaneçamos mais atentamente vigilantes».Queridos irmãos e irmãos, considerando bem, o jejum tem como sua finalidade última ajudar cada um de nós, como escrevia o Servo de Deus Papa João Paulo II, a fazer dom total de si a Deus (cf. Enc. Veritatis splendor, 21). A Quaresma seja portanto valorizada em cada família e em cada comunidade cristã para afastar tudo o que distrai o espírito e para intensificar o que alimenta a alma abrindo-a ao amor de Deus e do próximo. Penso em particular num maior compromisso na oração, na lectio divina, no recurso ao Sacramento da Reconciliação e na participação activa na Eucaristia, sobretudo na Santa Missa dominical. Com esta disposição interior entremos no clima penitencial da Quaresma. Acompanhe-nos a Bem-Aventurada Virgem Maria, Causa nostrae laetitiae, e ampare-nos no sforço de libertar o nosso coração da escravidão do pecado para o tornar cada vez mais «tabernáculo vivo de Deus». Com estes votos, ao garantir a minha oração para que cada crente e comunidade eclesial percorra um proveitoso itinerário quaresmal, concedo de coração a todos a Bênção Apostólica".

Vaticano, 11 de Dezembro de 2008.
Benedictus PP. XVI

Fonte: RV

sábado, 17 de janeiro de 2009

1- CNBB ESCOLHE 2009 COMO O ANO CATEQUÉTICO NO BRASIL

1- parte:

O que é o Ano Catequético

Há cinqüenta anos acontecia o primeiro Ano Catequético, hoje, dando continuidade ao dinamismo do movimento catequético, queremos fazer com que todas as nossas Dioceses, Paróquias e comunidades, sejam de fato comunidades catequizadoras, cuja eixo norteador é a formação para o discipulado e missão. Neste sentido, a 44ª Assembléia Geral dos Bispos (2006) aprovou por unanimidade a realização de um Ano Catequético, celebrando 50 anos do primeiro Ano Catequético, ocorrido em 1959. A iniciativa é resultado da importância e valorização que a Igreja vem dando a CATEQUESE, como ficou expresso no processo de elaboração do Diretório Nacional de Catequese (DNC – 2002 a 2005); e também na V Conferência de Aparecida, sem o impulso da catequese não há como formar discípulos missionários.
O Ano Catequético tem como tema: "Catequese , caminho para o discipulado" e lema: "Nosso coração arde quando Ele fala, explica as Escrituras e parte o pão" (Lc 24,13-35). Terá sua culminância com a 3ª Semana Brasileira de Catequese que se realizará de 7 a 11 de outubro de 2009 em Itaici (Indaiatuba - SP).

Cartaz do Ano Catequético 2009
COMO A IGREJA ESTÁ SE PREPARANDO PARA O ANO CATEQUÉTICO
O objetivo do ano catequético se expressa da seguinte forma: Dar novo impulso à catequese como serviço eclesial e como caminho para o discipulado. A busca de um novo impulso à catequese, levando à consciência de que a catequese é uma dimensão de toda ação evangelizadora. Uma ação eclesial só é evangelizadora se também catequiza. Catequese não é portanto, uma ação restrita aos ministros da catequese, mas é de todo cristão. Com isso há necessidade de recuperar a concepção de catequese como processo permanente de educação da fé e não somente em vista à preparação aos sacramentos. Catequese como caminho para o discipulado, traz presente a necessidade do encontro pessoal com Jesus Cristo e conseqüentemente o seguimento e missão, todo discípulo é missionário, são as duas faces de uma mesma realidade, conforme afirma o Documento de Aparecida . A CNBB, através da Comissão Episcopal Pastoral para Animação Bíblico-Catequética, convoca a Igreja do Brasil para o Ano Catequético
Nacional de 2009 e apresenta como instrumento de trabalho o TEXTO-BASE. Este subsídio para o grande mutirão catequético está centrado na iniciação à vida cristã, no discipulado missionário, à luz do itinerário dos discípulos de Emaús (Lc 24,13-35). Está organizado em três partes, seguindo o método ver-julgar-agir, resgatado e valorizado no Documento de Aparecida (DA 19) e presente também no Diretório Nacional de Catequese (DNC 157).

ANO CATEQUÉTICO É PARA TODA IGREJA
Não quer ser um evento isolado, se insere no processo de recepção do Documento de Aparecida, nas novas Diretrizes aprovadas na 46ª Assembléia Geral da CNBB, nos demais eventos eclesiais, enfim, quer impulsionar e dinamizar toda a caminhada pastoral da Igreja, Dioceses, Prelazias, Paróquias, comunidades, Pastorais e Movimentos. Diante disso, os Bispos, os Párocos, primeiros responsáveis pela catequese, juntamente com os agentes de pastoral leigos/as, de modo especial os/as catequistas são conclamados a dinamizar as atividades propostas para este evento que tem a seguinte programação:

ABERTURA OFICIAL
2º Domingo de Páscoa nas Dioceses, Prelazias, Paróquias, Comunidades, com criatividade e de forma celebrativa.
Um destaque na 47ª Assembléia Geral dos Bispos (2009): Celebração Eucarística ou outro evento.
Encerramento: Domingo de Cristo-Rei.