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Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
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Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

MADRE TERESA DECALCUTÁ: SANTA

Madre Teresa: miraculado brasileiro tem vida normal e virá ao Vaticano



Beata Madre Teresa em foto de arquivo

Cidade do Vaticano (RV) –

O Padre Caetano Rizzi, promotor de Justiça no processo diocesano que avaliou o caso do miraculado por intercessão de Madre Teresa, afirmou que o homem, hoje com 40 anos e vivendo no Rio de Janeiro, está bem de saúde, leva uma vida normal, tem dois filhos e até passou em 1º lugar num concurso público.
“O milagre continua”, disse Padre Rizzi à Rádio Vaticano por telefone, antes de embarcar para Sâo Paulo, no aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre.



Padre Rizzi: O miraculado estava nesta época do ano, em 2008, passando lua de mel em Gramado (RS), que é a minha cidade natal. Lá em Gramado, ele se sentiu mal e foi levado às pressas a Santos, a sua cidade, onde foi internado praticamente em coma, com morfina porque sentia muitas dores. O médico levou-o imediatamente ao centro cirúrgico porque a tomografia acusava oito abcessos no cérebro. Enquanto ele estava na mesa cirúrgica, o médico constatou a falta de um dreno para retirar o líquido que estava se acumulando. Enquanto o médico buscava o dreno, o paciente voltou a si e perguntou: "o que estou fazendo aqui?".
Porque antes de ser internado, a sua esposa, que é catequista da paróquia e que é muito católica, chamou o pároco para administrar o sacramento da Unção. O Padre Almiran foi até o hospital, administrou o Sacramento e deu a eles uma medalhinha de Madre Teresa e disse: rezem a Madre Teresa que ela vai alcançar a graça para vocês.  Eles imediatamente rezaram e colocaram a medalhinha embaixo do travesseiro do paciente, do miraculado. No dia seguinte, ele foi embora: quem deveria sair de lá morto... Porque o médico disse à esposa: vá para a sua casa, traga os documentos e as roupas porque infelizmente não temos mais o que fazer. E o médico, constatado tudo, no Tribunal, disse: eu não sei explicar.
A ciência não tem uma palavra para explicar o que aconteceu.
De 17 pacientes que eu tratei nesta área, 16 morreram. Somente este sobreviveu. E o médico não é cristão.

RV: Padre Rizzi, como é a vida do miraculado hoje?

Padre Rizzi: Tem vida normal, tem 40 anos de idade e mora no Rio de Janeiro. Ele passou num concurso público federal e tirou o primeiro lugar no Brasil. O milagre continua: o médico disse: vocês se casaram há pouco, mas eliminem a possibilidade de ter filhos porque os medicamentos que ele tomou interfeririam nisso. Mas eles pediram a Madre Teresa e eles tem dois filhos perfeitos. Estou emocionado...

RV: Realmente uma história que emociona, principalmente para quem acompanhou desde o início...

Padre Rizzi: Foi, foi de perto. Domingo, o miraculado esteve na minha paróquia. Olhávamos juntos o quadro de Madre Teresa, e lá tem uma relíquia de Madre Teresa, um cabelo dela, então rezamos junto ao quadro e não sabíamos que nesta semana tudo iria acontecer para a Glória de Deus.

RV: Com um milagre brasileiro Madre Teresa vai ser canonizada...
Exatamente. Santos é privilegiada. A santa Bakita também escolheu Santos para fazer o milagre dela em 1994, e eu também trabalhei no milagre de Bakita.

RV: A santa africana. Agora temos que esperar pela data da canonização. Saberemos quem é o miraculado, que vai participar da celebração...

Padre Rizzi: Ele já preparou os passaportes para ele, para a esposa e para os filhos. Agora estamos só esperando a data para irmos ao Vaticano.

Fonte: R Vaticana

domingo, 2 de agosto de 2009

SANTOS SÃO MODELOS PARA OS SACERDOTES

ANGELUS:

SANTOS SÃO MODELOS PARA OS SACERDOTES DE HOJE

Castel Gandolfo, 02 ago (RV)

- A “grande pessoa” de Papa Montini, Paulo VI, foi recordada hoje ao meio-dia por Bento XVI que dedicou o seu primeiro Angelus neste período de verão europeu em Castel Gandolfo ao Ano Sacerdotal, “preciosa ocasião – disse - para aprofundar o valor da missão dos presbíteros na Igreja e no mundo”, indicando nos santos recordados no mês de agosto uma série de modelos para os padres de hoje.O elenco, iniciado com Santo Afonso Maria de Liguori, celebrado ontem pela Igreja, e São Francisco, recordado hoje por ocasião da Festa do “Perdão de Assis”, concluiu-se precisamente com Paulo VI, do qual no próximo dia 6 de agosto celebraremos o 31º aniversário de morte, ocorrida precisamente em Castel Gandolfo. “A sua vida, tão profundamente sacerdotal e rica de tanta humanidade, permanece na Igreja um dom pelo qual devemos agradecer a Deus.” Com Paulo VI, os santos de agosto representam, explicou o papa, “verdadeiros modelos de espiritualidade e de dedicação sacerdotal”.“Ontem era a memória litúrgica de Santo Afonso Maria de Liguori, Bispo e Doutor da Igreja, grande mestre de teologia moral e modelo de virtudes cristãs e pastorais, sempre atento às necessidades religiosas do povo.”“Hoje - continuou o Santo Padre - contemplamos em São Francisco de Assis o ardente amor pela salvação das almas, que todo sacerdote deve constantemente nutrir”: de fato, recorda-se o chamado “Perdão de Assis”, uma indulgência solicitada a Honório III no ano 1216 como um “amplo e generoso perdão” para todos aqueles que “arrependidos e confessados” visitassem a Porciúncula e que o pobrezinho anunciou depois como a celebre frase: “Meus irmãos, quero mandá-los todos ao paraíso”.Bento XVI em seguida citou São João Maria Vianney, que recordaremos no próximo dia 4 de agosto. Sobre São João Maria Vianney, “modelo de vida sacerdotal não somente para os párocos, mas também para todos os sacerdotes, o papa prometeu falar mais amplamente na próxima quarta-feira, durante a audiência geral. O Santo Padre citou depois São Caetano de Tiene, o qual amava repetir que “não com o amor sentimental, mas com o amor dos fatos se purificam as almas”.“No dia 8 de agosto – foram ainda palavras do papa – a Igreja nos apresentará como modelo São Domingos, sobre o qual foi escrito: “abria a boca ou para falar com Deus na oração ou para falar de Deus”. E o Santo Padre concluiu com uma súplica a Nossa Senhora:“A Virgem Maria, Mãe da Igreja, ajude todos os sacerdotes a serem totalmente apaixonados por Cristo, seguindo o exemplo desses modelos de santidade sacerdotal”.Momentos antes no início da sua alocução Bento XVI quis agradecer os habitantes de Castel Gandolfo e todos os fiéis “pela proximidade espiritual, que me demonstraram – disse o papa – quando em Les Combes tive um pequeno infortúnio no pulso da mão direita”.“Retornei poucos dias atrás de Vale d'Aosta, - disse o Santo Padre - e agora com grande alegria encontro-me entre vocês, queridos amigos de Castel Gandolfo. Em seguida o papa renovou ao bispo, ao pároco e à comunidade paroquial, como também às Autoridades civis e aos habitantes de Castel Gandolfo junto com os peregrinos e turistas o seu afeto e sua saudação, com um sentido agradecimento pela acolhida sempre muito cordial. Em seguida concedeu a todos a sua benção Apostólica.Na conclusão do encontro com os fiéis, peregrinos e turistas no pátio da Residência de verão de Castel Gandolfo o papa saudou os presentes em várias línguas. Falando em polonês Bento XVI quis unir-se às celebrações de hoje do aniversário da insurreição de Varsóvia, a revolta contra a ocupação nazista por parte dos judeus e dos poloneses que moravam na cidade, que teve início no dia 1 de agosto de 1944 e durou até o fim do mês de outubro. “Do heroísmo dos insurgentes e da força da nação – disse o Pontífice – nasceu a Polônia livre. O sacrifício da suas vidas produza frutos de paz e de prosperidade para a sua Pátria.” (SP)

Fonte: RV

sábado, 11 de outubro de 2008

CANONIZAÇÃO DE QUATRO NOVOS SANTOS

PAPA PRESIDIRÁ À CANONIZAÇÃO DE QUATRO NOVOS SANTOS

Cidade do Vaticano,
– Bento XVI vai presidir, no próximo domingo, na Praça São Pedro, diante da Basílica vaticana, a solene Canonização de quatro novos santos da Igreja.
Trata-se de Afonsa da Imaculada Conceição (Ana Muttathupadathu), primeira santa indiana; Maria Bernarda Bütler, suíça, evangelizadora na Colômbia e Equador; Narcisa de Jesús Martillo Morán, equatoriana; e o sacerdote italiano, Padre Caetano Errico.
Num momento em que os cristãos na Índia sofrem dura perseguição, a Igreja propõe uma nova santa para a imitação dos fiés: Afonsa da Imaculada Conceição, religiosa da Congregação das Clarissas da Terceira Ordem de São Francisco.

Afonsa da Imaculada Conceição nasceu em Kudamaloor, arquidiocese de Changanacherry, estado de Kérala, em 19 de agosto de 1910. Perdeu sua mãe quando ainda pequenina. Sua tia a educou e queria encaminhá-la ao matrimônio. Mas Ana se orientava, com firmeza, a dedicar sua vida a Cristo, seguindo o exemplo de Santa Teresa de Lisieux. Com efeito, entrou para o Convento das Franciscanas Clarissas, em Bharananganam, a 2 de agosto de 1928, onde recebeu o nome religioso de Afonsa. No entanto, sua saúde frágil era um obstáculo para sua vida religiosa, motivo pelo qual suas superioras queriam que ela voltasse para casa. Afonsa, porém, persistiu em sua vocação e, após muitas dificuldades, emitiu os votos perpétuos em 1936. Toda a sua vida como foi um verdadeiro holocausto a Deus: ela oferecia ao Sagrado Coração de Jesus todos os seus sofrimentos. Afonsa concluiu a sua vida terrena entre grandes dores e padecimentos. Encomendando serenamente a sua alma a Deus e pronunciando os nomes de Jesus, Maria e José, faleceu em 28 de julho de 1946, com a idade de apenas 35 anos. Sua sepultura, em Bharananganam, próximo de Kottayam, é visitada por milhares de fiéis durante todo o ano.

Maria Bernarda Bütler, fundadora das Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria Auxiliadora, nasceu em Auw, Suíça, em 28 de maio de 1848, numa família simples e de pais camponeses. Em 1867, ingressou para o mosteiro franciscano de Maria Auxiliadora. Dois anos mais tarde, fez sua profissão religiosa, recebendo o nome de Maria Bernarda do Sagrado Coração de Maria.
Em 1888, junto com seis companheiras, Maria Bernarda partiu para o Equador, onde fundou a Congregação das Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria Auxiliadora, cujo carisma é a extensão do Reino de Deus através das obras de misericórdia.
Sete anos mais tarde, durante a perseguição contra religiosos, liderada pelo então Presidente equatoriano, Eloy Alfaro, Madre Maria Bernarda e suas Irmãs abandonaram o país e receberam hospitalidade em Cartagena, na Colômbia, pelo então bispo daquela diocese, Dom Eugênio Biffi. Ali, a Madre permaneceu 29 anos, até quando expirou, em 1924, aos 76 anos de idade.

Narcisa de Jesus Martillo Morán nasceu em um povoado chamado São José de Nobol, na diocese de Guayaquil, Equador, em 1832. Seus pais eram agricultores e ela era a sexta de nove filhos.A busca de direção espiritual a levou a transferir-se a Guayaquil, quando tinha cerca de 20 anos, onde levava uma vida pobre e se alojava em lugares simples. Quis seguir o exemplo de vida de santa Marianita de Jesus (1618 - 1645), também equatoriana. Os biógrafos as consideram almas gêmeas.Tendo-se santificado na zona rural e na cidade, em sua pátria e fora dela, muitos migrantes têm especial devoção por ela. Em Guayaquil conheceu o sacerdote franciscano, Frei Pedro Gual, que residia em Lima. Assim, Narcisa encontrava seu diretor espiritual, que a ajudou espiritual e materialmente. Ele lhe pediu para se mudar para Lima, onde se estabeleceu numa casa de religiosas.Narcisa praticava a caridade, especialmente com os pobre e enfermos, a quem preparava infusões de ervas. Faleceu no dia da inauguração do Concílio Vaticano I, oferecendo seus últimos sofrimentos por este importante evento eclesial.

O quarto santo será Caetano Errico, nascido em Secondigliano, perto de Nápoles, em 19 de outubro de 1791. Como sacerdote, aprendeu a conhecer o coração do ser humano, caminhando com pessoas que passaram da miséria material para a miséria moral. Visitava os enfermos terminais no hospital napolitano dos «incuráveis», e os presidiários.
Caetano foi confessor em todas as horas do dia, até em seu leito de morte. Com a confissão, tentava mostrar a misericórdia do amor de Deus, em tempos em que o jansenismo apresentava uma visão rigorista da fé cristã.
Foi conselheiro espiritual de cardeais e arcebispos de Nápoles, como também do rei daquele reino, Fernando; mas, ao mesmo tempo, ele se aproximava dos mais pobres, em busca de orientação.
A todos, repetia: “Passem mais tempo aos pés de Jesus sacramentado que aos pés do confessor”.Caetano quis fazer de sua vida uma profecia da misericórdia de Deus, motivo pelo qual fundou a Congregação de Missionários dos Sagrados Corações de Jesus e Maria. Ele faleceu em Secondigliano em 29 de outubro de 1860. (MT)

Fonte: RV

sábado, 13 de setembro de 2008

HOJE - SÃO JOÃO CRISÓSTOMO


São João Crisóstomo


João Crisóstomo foi um grande orador do seu tempo. Todos os escritos dizem que multidões se juntavam ao redor do púlpito onde estivesse discursando. Tinha o dom da oratória e muita cultura, uma soma muito valiosa para a pregação do cristianismo. João nasceu no ano 309, em Antioquia, na Síria, Ásia Menor, procedente de família muito rica considerada pela sociedade e pelo Estado. Seu pai era comandante de tropas imperiais no Oriente, um cargo que cedo causou sua morte. Mas a sua mãe, Antusa, piedosa e caridosa, agora santa, providenciou para o filho ser educado pelos maiores mestres do seu tempo, tanto científicos quanto religiosos, não prejudicando sua formação. O menino, desde pequeno, já demonstrava a vocação religiosa, grande inteligência e dons especias. Só não se tornou eremita no deserto por insistência da mãe. Mas, depois que ela morreu, já conhecido pela sabedoria, prudência e pela oratória eloqüente, foi viver na companhia de um monge no deserto durante quatro anos. Passou mais dois retirado numa gruta sozinho, estudando as Sagradas Escrituras e, então, considerou-se pronto. Voltou para Antioquia e ordenou-se sacerdote. Sua cidade vivia a efervescência de uma revolta contra o imperador Teodósio I. O povo quebrava estátuas do imperador e de membros de sua família. Teodósio, em troca, agia ferozmente contra tudo e contra todos. Membros do senado estavam presos, famílias inteiras tinham fugido e o povo só encontrava consolo nos discursos e pregações de João, chamado por eles de Crisóstomo, isto é,: "boca de ouro". Tanto que foi o incumbido de dar à população a notícia do perdão imperial. Alguns anos se passaram, a fama do santo só crescia e, quando morreu o bispo de Constantinopla, João foi eleito para sucedê-lo. Constantinopla era a grande capital do Império Romano, que havia transferido o centro da economia e cultura do mundo de então para a Ásia Menor. Entretanto para João era apenas um local onde o clero estava mais preocupado com os poderes e luxos terrenos do que os espirituais. Lá reinavam a ambição, a avareza, a política e a corrupção moral. Como bispo, abandonou, então, os discursos e dispôs-se a enfrentar a luta e, como conseqüência, a perseguição. Arrumou inimigos tanto entre o clero quanto na Corte. Todos, liderados pela imperatriz Eudóxia, conseguiram tirar João Crisóstomo do cargo, que foi condenado ao exílio. Mas essa expulsão da cidade provocou revolta tão intensa na população que o bispo foi trazido de volta para reassumir seu cargo. Entretanto, dois meses depois, foi exilado pela segunda vez. Agora, já com a saúde muito debilitada, ele não resistiu e morreu. Era 14 de setembro de 407. Sua honra só foi limpa quando morreu a família imperial e voltou a paz entre o clero na Igreja. O papa ordenou o restabelecimento de sua memória. O corpo de João Crisóstomo foi trazido de volta a Constantinopla em 438, num longo cortejo em procissão solene. Mais tarde, suas relíquias foram trasladadas para Roma, onde repousam no Vaticano. Dos seus numerosos escritos destacasse o pequeno livro "Sobre o sacerdócio", um clássico da espiritualidade monástica. São João Crisóstomo é venerado um dia antes da data de sua morte, em 13 de setembro, com o título de doutor da Igreja, sendo considerado um modelo para os oradores clérigos.
Fonte: Paulinas Online

segunda-feira, 30 de junho de 2008

TEM INÍCIO O PROCESSO DE DE BEATIFICAÇÃO DO FREI ALBERTO BERETTA - VIVEU 31 ANOS NO BRASIL

INÍCIO DO PROCESSO DIOCESANO DE BEATIFICAÇÃO DO FREI ALBERTO BERETTA, QUE VIVEU MAIS DE 30 ANOS NO BRASIL.
Bergamo, 30 jun (RV) - O bispo de Bergamo, no norte da Itália, Dom Roberto Amadei, deu início à solene abertura do processo diocesano de beatificação do Frei Alberto Beretta, italiano, sacerdote capuchinho, médico-missionário e irmão de Santa Gianna Beretta Molla, que viveu 31 anos na cidade de Grajaú, no interior do Maranhão.
Frei Alberto, "que morreu com fama de santidade", disse Dom Amadei, foi “uma grande testemunha da caridade no dia-a-dia, capaz de fazer com que a vida se torne ensinamento do evangelho. Uma testemunha grande e silenciosa".
No ato de abertura do processo diocesano, foram destacados a vida e o amor de Frei Alberto pelos irmãos mais sofridos, as suas atividades no Brasil, e seu retorno à Itália, depois de um derrame.
“Na casa do seu irmão sacerdote em Borgo Canale, em Bergamo, após 20 anos de doença, Frei Alberto continuou a dar testemunho de Cristo, por meio da oração e da sua vida serena”, disse o bispo local.
“Seu testemunho foi importante para a sociedade de hoje, que considera pessoas inúteis aqueles que não produzem", concluiu.
Foram ressaltados vários testemunhos sobre as atividades de Frei Aberto Beretta e examinados seus escritos.
Toda a documentação foi enviada à Santa Sé para se obter a devida autorização para dar início ao seu processo de beatificação.
Estavam presentes na cerimônia de abertura do processo de beatificação, em Bergamo, além do Postulador-geral e do vice-postulador, numerosos confrades capuchinhos.
Da família de Frei Alberto marcaram presença seus irmãos, Mons. Giuseppe, a Irmã Virgínia e alguns sobrinhos e parentes.
A diocese de Grajaú estava representada pelo bispo emérito, Dom Serafim Spreafico.
Por sua vez, o capuchinho italiano, Frei Luís Spelgatti, pároco na diocese de Grajaú, declarou que “31 anos de presença de Frei Alberto Beretta, em Grajaú, marcou e continua a marcar profundamente o povo, por ter tido em seu meio alguém que viveu intensamente os ensinamentos do Evangelho; ele foi um autêntico homem de Deus e que viveu a santidade no amor e no serviço aos irmãos”.
Fonte: RV

sábado, 28 de junho de 2008

SANTOS MAIS VENERADOS NO BRASIL

SANTOS MAIS VENERADOS NO BRASIL: ABERTURA DO ANO PAULINO

ABERTURA DO ANO PAULINO

Brasil, 28 jun (RV) - Neste mês de junho, período de festas juninas, foram celebrados, no Brasil, os três santos mais populares: dia 13, Santo Antônio de Pádua; dia 24, festa de São João; e, amanhã, dia 29, São Pedro e São Paulo.

Santo Antônio é o homem da palavra e do pão: ele encantava as multidões com a Palavra de Deus e dava pão aos pobres e necessitados. Foi contemporâneo de Francisco de Assis, outro santo muito venerado no Brasil.

São João é a "voz daquele que clama no deserto". Ponte de ligação entre o Antigo e Novo Testamento, entre a antiga e a nova Aliança. Profeta que preparou os caminhos para a vinda do Senhor.

São Pedro, figura rude e espontânea, impetuosa e sincera, foi um dos mais íntimos companheiros de Jesus e o primeiro a ser chamado e escolhido por Ele; homem do amor e da negação, do reencontro e da reconciliação.; um dos pilares da Igreja, como São Paulo.

Paulo ou Saulo, um dos maiores convertidos de todos os tempos, foi um fiel intrépido e incansável evangelizador. São Pedro e São Paulo são irmanados pelo martírio.

Por ocasião do bimilenário deste “Apóstolo dos Gentios”, inicia-se, oficialmente, hoje, o Ano Paulino. Por isso, as principais catedrais e igrejas do Brasil farão celebrações especiais pelo Ano Paulino.

A Família Paulina, composta por cinco Congregações religiosas - Paulinos, Paulinas, Discípulas, Irmãs de Jesus Bom Pastor e Apostolinas - divulgou, ontem, algumas iniciativas que marcarão o Jubileu do Apóstolo dos Gentios.

Na Catedral da Sé, em São Paulo, o cardeal Odilo Pedro Scherer presidirá à missa de domingo, dia 29, momento em que se reunirão as diversas regiões episcopais e pastorais da arquidiocese.

No Rio de Janeiro, a Família Paulina celebrará a abertura do Ano Paulino na tarde do dia 3 de julho. A Santa Missa será celebrada, na igreja do Bom Parto, Dom Edson de Castro Homem, bispo auxiliar do Rio de Janeiro.

Em Belo Horizonte, a celebração Eucarística será dia 29, na paróquia Santa Mônica, transmitida pela TV Horizonte.

Em Brasília, a abertura do Ano Paulino será domingo, com a celebração da Missa, na Catedral Metropolitana, presidida por Dom João Braz Aviz.

Na arquidiocese de Fortaleza, a abertura também será domingo, com Celebração Eucarística presidida por Dom José Aparecido Tosi Marques, transmitida pela TV Ceará.

Em Belém do Pará, haverá um grande encontro, na tarde de hoje, na Igreja Matriz de São Francisco de Assis (Capuchinhos), de onde partirá a procissão para a Igreja Matriz da Paróquia de São Pedro e São Paulo.

Uma imagem de São Paulo percorrerá durante o ano todas as paróquias da arquidiocese.

Os Padres e Irmãos Paulinos e Família Paulina vão se reunir no Santuário de Aparecida, em 12 de julho, para celebrar a abertura do Ano Paulino, com solene Eucaristia presidida pelo cardeal-arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Scherer. Esta celebração será transmitida: Rede Vida, Aparecida, Nazaré e Horizonte.

Na Igreja da América Latina, o Ano Paulo será celebrado, com particular devoção, na busca de aprofundar sua missão, nas pegadas da Conferência de Aparecida. (MT)
Fonte: RV

sábado, 21 de junho de 2008

HOJE - São Luís Gonzaga


História do protetor da juventude - São Luís Gonzaga

1568 Nascimento
São Luís Gonzaga nasceu en Castiglione, Itália, a 9 de março de 1586, filho primogênito de D. Fernando Gonzaga, príncipe do Império, e de Da. Marta Tana Santena.

1573 Aos 5 anos, orgulho da Tropa
D. Fernando Gonzaga leva Luís, com 5 anos, numa expedição guerreira à Tunísia. Tornou-se o orgulho da tropa. Queimara o rosto ao disparar um mosquetão sozinho, reprimindo varonilmente a dor. Nova proeza. Era hora da sesta. De repente, um tiro de canhão. Dom Fernando manda uma patrulha em direção ao tiro. Descobrem a peça ainda fumegante e, por trás das rodas do canhão, Luís que trabalhava por sacudir o pó. O pai manda-o de volta para Castiglione. Começa a fase dos estudos.

1575 A "Conversão"
Ouvira dos soldados certas expressões que, embora não lhes atingisse o significado, não deixavam de ser grosseiros palavrões. Para fazer-se importante diante dos soldados, as repetia para divertimento da velha guarda. Uma vez de volta para casa, ouviu-o falar palavrões o seu aio, Del Turco, censurando com seriedade. Bastaram-lhe para a vida inteira. Nunca mais falou algo com que devesse se envergonhar. Foi o início do que Luís chamaria, mais tarde, da sua Conversão. O conhecimento do pecado e sua oposição a Deus, foi a grande novidade que veio sobressaltar a alma dele criança. Poucos anos bastaram para que o amor de Deus enchesse inteiramente o coração puro de Luís. Este primeiro desenvolvimento culminou mais ou menos aos 7 anos de idade.

Florença
Vida na corte com tudo a que tinha direito: festas, brinquedos, roupas, aulas de dança, professor de caligrafia. Mas Luís já não era mais criança. Estava conscientemente empenhado na formação do próprio caráter. Já fazia algum tempo que Luís vinha pedindo ao mestre Del Turco para que lhe procurasse um confessor. Del Turco apontou-lhe o padre Della Torre, reitor do colégio dos jesuítas. Daí para frente começou a formar sua personalidade interior, atento a tudo que pudesse desfigurá-la.
Primeiro, a IRA, a "fraqueza dos fortes". Em poucas semanas conseguiu dominá-la.
Segundo, o Noviciado da Língua: nenhuma palavra mais que pudesse ferir os outros. Falar somente o necessário.
Terceiro, tratar a criadagem segundo o Espírito do Cristianimo. Por suas atenções para com os criados, desfrutava de grande veneração entre eles. Quarto, o Sacramento da Penitência, que foi e continuou sendo para Luís a fonte onde buscava força e estímulos para uma constante e esmerada formação do seu caráter. Através deste instrumento singular da Graça, desenvolveu-se nele aquela extraordinária clareza e segurança de consciência que, anos mais tarde, haveria de assombrar o seu próprio confessor, São Roberto Bellarmino. Luís considerou sempre o Sacramento da Penitência como o ponto central de sua vida interior.

Nossa Senhora e a Castidade
Em Florença, Luís costumava visitar com frequência a igreja de Nossa Senhora "Santissima Annunziata", e deter-se demoradamente diante do quadro da Anunciação. Os olhos puros de Maria tocaram-no profundamente.. Pareciam que estavam a lhe fazer um convite: "Filho, não queres ser como eu fui e ainda sou? Não me queres dar teu coração para que eu o entregue a Jesus como propriedade sua para sempre?" Sua resposta foi simples e singela. Ante o quadro da Anunciação, numa hora de recolhimento e de graça, depositou nas mãos de Maria todo o seu ser virgem e emitiu o voto de perpétua virgindade.

1580 Volta a Castiglione: vida de oração
Junho de 1580. Abrem-se novos horizontes. Algo aconteceu com respeito à oração. Rezava ora nos cumes das montanhas, ora no interior do seu quarto. Espreitando-o por uma fresta da porta, os camareiros viam-no ajoelhado no chão, diante de um grande crucifixo de prata, único ornato em seu quarto, abismado em oração, braços estendidos ou com as mãos postas, sereno, imóvel. E de seus olhos corriam lágrimas de amor e felicidade. Costumava, aos descer as escadas, saudar em cada degrau a Medianeira de Todas as Graças com uma Ave-Maria. Luís tornou-se um grande homem de oração. A princípio rezava 1 hora de manhã e 1 hora à noite. Depois, passou a prolongar a oração durante a noite. Começou, então, a célebre luta contra as distrações na oração. Esta tornou-se o grande propulsor de toda a vida de Luís. Dizia: "A plenitude evangélica só se adquire com o estudo da oração. Não pode jamais a ser perfeito quem não for homem de oração".

1580 Primeira comunhão
De visita a Castiglione, o cardeal São Carlos Borromeu pergunta a Luís se já havia recebido a santa Comunhão. Luís respondeu que não. No dia 22 de junho de 1580, festa de Santa Maria Madalena, recebeu, na igreja Matriz, das mãos do Cardeal São Carlos Borromeu, a sua Primeira Comunhão. Tinha 12 anos de idade. Quando, durante a Missa, o celebrante erguia o Corpo do Senhor para a adoração dos fiéis, corriam pelas faces de Luís lágrimas de emoção, porque começava a desvendar-se, diante dele, os mistérios da Redenção.

1581 Espanha
Em 1581 parte com a família rumo à Espanha, convidado que fora seu pai a integrar a comitiva de Da. Maria da Áustria. Luís, e seu irmão Rodolfo, foram destacados para o serviço imediato do jovem príncipe herdeiro, D.Diogo, filho de Felipe II. Estava Luís Gonzaga com 13 anos. Intensificou sua vida de oração. Às vezes levava cinco, ou mais, horas de esforços para se livrar das distrações. Vestia-se modestamente, muitas vezes como pobre. Mas a todos causava respeito. Após 1 ano na corte, o príncipe herdeiro morre. Luís começa a preocupar-se com o futuro. Queria decidir sobre a vocação.

Vocação
Depois de muita oração, decide consagrar toda sua vida a Deus entrando numa Ordem religiosa. Mas, QUAL? Pouco a pouco a COMPANHIA DE JESUS foi predominando. Ainda viviam vários padres do tempo de Santo Inácio. Mas o que exerceu um último e decisivo influxo, foi o fato da garantia que a Ordem lhe dava de jamais ser elevado a honras ou dignidades eclesiásticas...ser um simples homem entre outros homens, todo para Deus e para a salvação das almas. Resolveu e ficou em paz. Pede luz à Mãe do Céu, Nossa Senhora do Bom Conselho. Sente a certeza. Seu confessor confirma a decisão. Luís vai imediatamente comunicar a decisão a sua mãe. Esta leva a notícia ao marquês. Da parte deste, primeiro admiração; depois, raiva e, finalmente, um NÃO decidido! Luís resolve enfrentar o pai. Ameaçado de chicotadas, responde; "Peço a Deus que me conceda a graça de, se for preciso, sofrer pacientemente pela minha vocação". Passam-se dois anos de luta entre os dois. Deixam para resolver o assunto na volta para a Itália.

1584 Volta à Itália
São Luís estava com 16 anos. Mandado a visitar os principados vizinhos, conservou-se forte e puro. Quanto à vocação, o marquês volta à carga: "Vai-te daqui para fora e não apareças mais diante dos meus olhos!" Luís deixa a casa paterna. O pai manda trazê-lo de volta. Novos vitupérios. Luís tranca-se no quarto. O pai, preocupado, vai expiar. O que vê? Luís prostrado de joelhos, diante do crucifixo, repetindo jaculatórias ao seu Jesus. Ao mesmo tempo, com mão firme, vergastava tão violentamente suas costas, que o sangue já aparecia nas estrias. O marquês, impressionado, concede-lhe, finalmente, a permissão. Escreve ao geral da Companhia de Jesus entregando-lhe o seu primogênito, o que de mais caro possuía no mundo!

1585 A abdicação
O dia 2 de novembro de 1585 foi o dia da abdicação. O notário termina a leitura da renúncia de todos os bens. Luís assina sem vacilar. Retira-se para o quarto. Dentro de instantes volta já trajando a batina preta dos jesuítas.

1585 Ingresso na Companhia de Jesus
Aos 20 de novembro de 1585, entra no noviciado de Santo André, em Roma. Começa a observância fiel das regras. Antes de terminar o primeiro ano de noviciado é mandado a Nápoles, a fim de retomar os estudos. Uma das razões era que a sua saúde já começava a dar sinais de abalo. Mas o clima de Nápoles foi pior. Em maio de 1587 é chamado de volta a Roma, onde concluiria o ano letivo. Sobressaiu nos estudos de filosofia. Escolhido para a disputa solene, três cardeais compareceram. Em 1587, fez os Santo Votos de pobreza, castidade e obediência na capela do Colégio Romano. Não havia completado ainda 20 anos. Em 1589, enquanto passava o verão na casa de campo de Frascati, o padre, depois santo, Roberto Bellarmino avisa-o que deve viajar para sua terra natal. Problemas de família. Resolve-os e vai continuar seus estudos em Milão. Durante sua estadia nesta cidade, sente que estava próxima sua viagem para a pátria definitiva. Volta a Roma, decidido a empregar, com toda energia, o tempo que lhe restasse, na preparação para o encontro com o Senhor. Entrega tudo o que tinha ao P. Reitor e inicia o seu quarto e último ano de teologia.

1591 O Apóstolo da Caridade
Em 1591, a peste bate às portas da Itália. Contavam-se, aos milhares, as vítimas em Roma. Luís sentiu que sua grande hora havia chegado. Quis tornar-se um simples Irmão enfermeiro a serviço do próximo. Somente no Colégio Romano eram tratados 300 indigentes. Insiste para cuidar dos doentes, preferindo os mais pobres e necessitados. o zelo de Luís fá-lo descuidar de certas precauções. os superiores o proíbem de trabalhar no hospital, com medo do contágio. Pede, então, para ser transferido a outro hospital menos perigoso. Para lá dirige-se no dia 3 de março de 1591. No caminho, topa na rua com um empestado. Levanta-o e carrega-o nos ombros até o Hospital da Consolação. Volta para casa minado pela febre. O germe da morte infiltrara-se em seu corpo extenuado. Recolhe-se logo ao leito, o seu leito de morte!. Em cinco dias a doença leva-o às portas da morte. Vem uma primeira crise. Resiste, ainda, por três meses. A 10 de junho, escreve uma carta de despedia a sua mãe:
"Recebi sua carta ainda em vida nesta terra dos mortos. Em breve, porém, irei louvar a Deus na eternidade, terra dos vivos...Nossa separação não durará muito. Lá em cima nos reencontraremos".
Depois disso, Luís só falava do céu: "Desejo dissolver-me e estar com Cristo" .

1591 A Morte
Caia a tarde de 20 de junho. Era uma quinta-feira, oitava da festa de Corpus Christi. Pede que lhe tragam a santa comunhão. Após a comunhão, pede para despedir-se de cada um em particular. Na hora do desenlace, três pessoas ficaram no quarto. Ao entrar a noite, somente um padre estava no quarto. Este aproxima-se do leito de Luís e pergunta-lhe se precisava de alguma coisa. "Ajudai-me...estou morrendo!".
Depois, pede que o virem para o outro lado. Os outros dois padres volta. Colocam uma vela na mão do moribundo. Luís segura-a firmemente. Com a outra mão, aperta firmemente ao peito o crucifixo dos agonizantes. mantinha o olhar fixo num outro crucifixo que haviam colocado aos pés da cama.
Onze da noite, um leve tremor, e dos lábios de Luís, um hálito de respiração e um, bem apagado, "Jesus!" . Fim!
Luís Gonzaga voara para a eternidade!
Era o dia 21 de junho de 1591.
Luís Gonzaga tinha 23 anos!

1605 Beatificação

1726 Canonização

1926 Protetor da Juventude
Proclamado pelo Papa Pio XI, em 1926, modelo e protetor da juventude.

Clique aqui e assista, em vídeo, a narração da vida de São Luiz Gonzaga.

Fonte: Site da Internet- Paroquia São luis Gonzaga e TV ARAUTOS

segunda-feira, 19 de maio de 2008

ORAÇÃO DE SANTA RITA DE CASSIA PELA FAMÍLIA

Dia 22 próximo, comemoramos o 'Dia de Santa rita de Cassia"


Publicamos a Oração de Sta. Rita de Cassia pela família

ORAÇÃO PELA FAMÍLIA

Ó gloriosíssima Santa Rita, padroeira e advogada nossa, consolação das almas aflitas, modelo de esposa e mãe cristã. Vós que tivestes nesta vida um esposo terreno que purificou a Vossa virtude e agora sois esposa amantíssima de Jesus Cristo, alcançai-me de Deus a graça de conservar meu coração puro e limpo de todo pecado e levar com santa resignação a cruz do matrimônio.Guardai, como anjo do paraíso, a religião e a piedade em minha casa e em minha família.
Compadecei-vos de meu esposo e muito especialmente dos meus tenros e amados filhos. Não me abandoneis na vida e na morte para que, imitando Vossos exemplos e virtudes, possa gozar em Vossa amável companhia, da glória eterna. Amém!