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Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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terça-feira, 26 de abril de 2011

OS NOVOS MOVIMENTOS ECLESIAIS

JOÃO PAULO II E OS NOVOS MOVIMENTOS ECLESIAIS



Cidade do Vaticano, 26 abr (RV)


– O Papa João Paulo II sempre encorajou e defendeu os movimentos e comunidades eclesiais, tanto que as definiu como "a nova primavera da Igreja". Entre elas, a Opus Dei (do latim, Obra de Deus). Fundada por São Josemaría Escrivà, na Espanha, recebeu o apoio fundamental de Wojtyla, que em 1982 tornou a Opus Dei uma prelazia pessoal, figura jurídica da Igreja, prevista no Código de Direito Canônico.


Giuseppe Corigliano, porta-voz da Opus Dei na Itália, conversou com a Rádio Vaticano sobre a importância do Papa João Paulo II para a Obra."Por um lado, é claro que não se pode esquecer a grande aliança que foi formada entre a Opus Dei e este grande Papa. Digo em relação aos jovens, à prelazia pessoal.


Existem gestos de afeto pessoal que continuam a ter efeito, porque o amor também está presente nas recordações. Olhando a diante, João Paulo é um grande modelo: não só de Papa, de bispo, de sacerdote, mas é um grande modelo de cristão comum, aquele que a Opus Dei quer formar, uma pessoa que saiba unir, em grande unidade, o esporte com a pesquisa da verdade filosófica e teológica, a poesia com o apreço às belas coisas do mundo.


Se pensares no Papa enquanto estava na montanha, verás o quanto ele apreciava a natureza. É um homem que nos ajuda, nos faz entender que o cristão é um homem de verdade", explica Corigliano.


Levar à palavra de Deus a todos os lugares, sem barreiras, seria o grande elemento de sintonia entre o Papa João Paulo II e São Josemaría Escrivã. Segundo Corigliano, "a vontade do Papa de rodar o mundo, que até mesmo fora criticada mais tarde, testemunha a vontade de Jesus de alcançar todos.


Por isso ele é um Santo sem fronteiras, aliás, um Beato, mas será Santo em breve", reitera o representante da Opus Dei na Itália.Questionado se a Beatificação pode trazer um novo impulso no sentido da universalidade do Evangelho, Corigliano acrescenta que "ela pode fazer os cristãos de hoje entenderem aquilo que foram chamados a realizar.


O novo Beato representa um modelo, o qual a Opus Dei pretende formar", conclui. Quem também conversou com a Rádio Vaticano foi o presidente da Renovação Carismática italiana, Salvatore Martinez, que destaca a força extraordinária de João Paulo II.


"O Papa tinha tanta fé a ponto de realizar coisas impossíveis, exatamente porque o Espírito Santo o permitiu realizar coisas divinas. Para mim, João Paulo II representa exatamente isso: um homem profundamente crente, apaixonado, sobretudo pelos excluídos e fundador de uma nova antropologia sempre mais orientada para Cristo", destaca Martinez. (RB)


Fonte: RV

domingo, 12 de outubro de 2008

NO VATICANO A SOLENE CANONIZAÇÃO DE QUATRO NOVOS SANTOS

SOLENE CANONIZAÇÃO DE QUATRO NOVOS SANTOS NO VATICANO


Cidade do Vaticano,
- Bento XVI presidiu, ontem pela manhã, na Praça São Pedro, diante da Basílica vaticana, a uma solene celebração Eucarística de Canonização de quatro novos Santos da Igreja: São eles: Afonsa da Imaculada Conceição, no civil Ana Muttathupadathu, primeira santa indiana; Maria Bernarda Bütler, suíça, evangelizadora na Colômbia e Equador; Narcisa de Jesús Martillo Morán, equatoriana; e o sacerdote italiano, Caetano Errico.Estavam presentes na Praça São Pedro numerosos Cardeais, bispos e arcebispos, muitos dos quais estão participando, nestes dias, na Sala Paulo VI, no Vaticano, do Sínodo dos Bispos sobre a Palavra de Deus.
Participaram da cerimônia de Canonização, milhares de fiéis, provenientes de diversos países do mundo, especialmente da Índia, Suíça, Colômbia, Equador e Itália, onde os quatro novos Santos viveram e atuaram.Na homilia que pronunciou em italiano, alemão, espanhol e inglês, Bento XVI recordou inicialmente os quatro novos Santos propostos, hoje, à veneração da Igreja católica. A liturgia no-los apresenta com a imagem evangélica dos convidados que tomam parte do banquete revestidos da veste nupcial.
A imagem do banquete, disse o Papa, é uma imagem alegre, porque o banquete acompanha uma festa de núpcias: a Aliança de amor entre Deus e o seu Povo. Os profetas do Antigo Testamento, explicou o Papa, orientaram constantemente a esperança do Povo de Israel para esta Aliança. Não obstante as provações e todo tipo de dificuldades, Deus jamais abandona o seu Povo. Eis porque o profeta Isaias convida à alegria: "Exultemos, alegremo-nos na sua salvação".Referindo-se à Liturgia da Palavra de hoje, Bento XVI destacou “a fidelidade de Deus à sua promessa e o banquete nupcial”, que nos faz refletir sobre a adesão humana ao convite do Senhor.
A mesma coisa acontece com o Mistério pascal: o poder do mal foi derrotado pela onipotência do amor de Deus. O Senhor ressuscitado convida todos ao banquete da alegria pascal, revestindo os comensais da veste nupcial, símbolo do dom gratuito da graça santificadora.
E o Papa acrescentou:A livre adesão do homem deve, porém, responder à generosidade de Deus. Eis o caminho generoso que, justamente, percorreram aqueles que hoje veneramos como Santos. No Batismo, eles receberam a veste nupcial da graça divina, conservaram-na pura, purificaram-na e tornaram-na esplêndida em toda a sua vida, mediante os Sacramentos.
Agora, eles tomam parte do banquete nupcial do Céu. O banquete Eucarístico, disse Bento XVI, é a antecipação da festa final no Céu. O Senhor nos convida à Eucaristia, todos os dias, da qual devemos participar com a veste nupcial da sua graça. Se ela se sujar ou rasgar com o pecado, a bondade de Deus não nos rejeita nem nos abandona ao nosso destino. Pelo contrário, com o sacramento da Reconciliação, ele nos oferece a possibilidade de renovar integralmente a nossa veste nupcial necessária para a festa.
E, referindo-se ao novo santo italiano, o Pontífice disse: O ministério da Reconciliação é, portanto, sempre atual. A ele o sacerdote Caetano Errico, fundador da Congregação dos Missionários dos Sagrados Corações de Jesus e de Maria, se dedicou com diligência, assiduidade e paciência, sem jamais se arrepender nem se poupar.
Ele se inscreve assim entre as figuras extraordinárias de presbíteros que, incansáveis, fizeram do confessionário o lugar para dispensar a misericórdia de Deus, ajudando os homens a reencontrar a si mesmos, a lutar contra o pecado e a progredir no caminho da vida espiritual.
A estrada e o confessionário foram os lugares privilegiados da ação pastoral desse novo santo italiano: a estrada lhe permitia encontrar as pessoas; o confessionário possibilitava o seu encontro com a misericórdia do Pai celeste.
Quantas feridas da alma ele sarou! Quantas pessoas ele levou a se reconciliar com Deus mediante o Sacramento do perdão! Assim, São Caetano Errico tornou-se especialista na "ciência" do perdão e a transmitiu a seus missionários.
A seguir, expressando-se em alemão, o Santo Padre passou a falar da nova santa suíça:Maria Bernarda Bütler, nascida em Auw, no cantão suíço de Aargau, fez muito cedo a experiência de um profundo amor pelo Senhor.
Este amor a levou a entrar para o convento das Irmãs Capuchinhas de Maria Auxiliadora, em Altstätten, onde fez os votos religiosos aos 21 anos.
Aos 40, acolheu a vocação missionária e partiu para o Equador e, depois, para a Colômbia. Graças à sua vida e ao seu compromisso em favor do próximo, João Paulo II a beatificou, em 29 de outubro de 1995.
Sobre esta santa suíça, Bento XVI prosseguiu ainda, falando em espanhol:Madre María Bernarda, uma figura muito recordada e querida, sobretudo, na Colômbia, entendeu profundamente que a festa que o Senhor preparou para todos os povos é representada, de modo particular, pela Eucaristia.
Nela, o próprio Cristo nos recebe como amigos e se entrega na mesa do pão e da palavra, entrando em íntima comunhão com cada um de nós.
Eis a fonte e o pilar da espiritualidade desta nova santa, assim como seu impulso missionário que a levou a deixar a sua pátria natal, a Suíça, para abrir-se a outros horizontes evangelizadores no Equador e Colômbia. Dirigindo-se aos fiéis indianos, presentes na Praça São Pedro, para a Canonização da sua primeira santa, Afonsa da Imaculada Conceição, o Pontífice disse em inglês: Esta mulher excepcional, que se dedicou diariamente ao povo da Índia como verdadeira santa, estava ciente de que a Cruz é o autêntico instrumento através do qual se pode participar do banquete celeste, que o Pai lhe preparou. De fato, ela escreveu: “Estou ciente de que um dia o sofrimento terminará.
Enfim, falando novamente em espanhol, o Papa exaltou a figura da jovem leiga do Equador, Narcisa de Jesús Martillo Morán, que também foi escrita hoje no álbum dos Santos. Ela respondeu, com prontidão e generosidade, ao convite do Senhor para participar do seu amor: Santa Narcisa de Jesus propõe um caminho de perfeição cristã acessível a todos os fiéis. Além de receber graças abundantes e extraordinárias, a sua existência transcorreu com grande sensibilidade, dedicando-se ao trabalho de costureira e ao apostolado como catequista.
Após ter apresentado a figura dos quatro novos Santos da Igreja, o Pontífice convidou os fiéis a seguirem seu exemplo de vida cristã e a darem graças a Deus pelo dom da santidade, que, sobretudo, hoje, resplandece com singular beleza na Igreja. (MT)

Fonte: Site A.E.

sábado, 11 de outubro de 2008

CANONIZAÇÃO DE QUATRO NOVOS SANTOS

PAPA PRESIDIRÁ À CANONIZAÇÃO DE QUATRO NOVOS SANTOS

Cidade do Vaticano,
– Bento XVI vai presidir, no próximo domingo, na Praça São Pedro, diante da Basílica vaticana, a solene Canonização de quatro novos santos da Igreja.
Trata-se de Afonsa da Imaculada Conceição (Ana Muttathupadathu), primeira santa indiana; Maria Bernarda Bütler, suíça, evangelizadora na Colômbia e Equador; Narcisa de Jesús Martillo Morán, equatoriana; e o sacerdote italiano, Padre Caetano Errico.
Num momento em que os cristãos na Índia sofrem dura perseguição, a Igreja propõe uma nova santa para a imitação dos fiés: Afonsa da Imaculada Conceição, religiosa da Congregação das Clarissas da Terceira Ordem de São Francisco.

Afonsa da Imaculada Conceição nasceu em Kudamaloor, arquidiocese de Changanacherry, estado de Kérala, em 19 de agosto de 1910. Perdeu sua mãe quando ainda pequenina. Sua tia a educou e queria encaminhá-la ao matrimônio. Mas Ana se orientava, com firmeza, a dedicar sua vida a Cristo, seguindo o exemplo de Santa Teresa de Lisieux. Com efeito, entrou para o Convento das Franciscanas Clarissas, em Bharananganam, a 2 de agosto de 1928, onde recebeu o nome religioso de Afonsa. No entanto, sua saúde frágil era um obstáculo para sua vida religiosa, motivo pelo qual suas superioras queriam que ela voltasse para casa. Afonsa, porém, persistiu em sua vocação e, após muitas dificuldades, emitiu os votos perpétuos em 1936. Toda a sua vida como foi um verdadeiro holocausto a Deus: ela oferecia ao Sagrado Coração de Jesus todos os seus sofrimentos. Afonsa concluiu a sua vida terrena entre grandes dores e padecimentos. Encomendando serenamente a sua alma a Deus e pronunciando os nomes de Jesus, Maria e José, faleceu em 28 de julho de 1946, com a idade de apenas 35 anos. Sua sepultura, em Bharananganam, próximo de Kottayam, é visitada por milhares de fiéis durante todo o ano.

Maria Bernarda Bütler, fundadora das Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria Auxiliadora, nasceu em Auw, Suíça, em 28 de maio de 1848, numa família simples e de pais camponeses. Em 1867, ingressou para o mosteiro franciscano de Maria Auxiliadora. Dois anos mais tarde, fez sua profissão religiosa, recebendo o nome de Maria Bernarda do Sagrado Coração de Maria.
Em 1888, junto com seis companheiras, Maria Bernarda partiu para o Equador, onde fundou a Congregação das Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria Auxiliadora, cujo carisma é a extensão do Reino de Deus através das obras de misericórdia.
Sete anos mais tarde, durante a perseguição contra religiosos, liderada pelo então Presidente equatoriano, Eloy Alfaro, Madre Maria Bernarda e suas Irmãs abandonaram o país e receberam hospitalidade em Cartagena, na Colômbia, pelo então bispo daquela diocese, Dom Eugênio Biffi. Ali, a Madre permaneceu 29 anos, até quando expirou, em 1924, aos 76 anos de idade.

Narcisa de Jesus Martillo Morán nasceu em um povoado chamado São José de Nobol, na diocese de Guayaquil, Equador, em 1832. Seus pais eram agricultores e ela era a sexta de nove filhos.A busca de direção espiritual a levou a transferir-se a Guayaquil, quando tinha cerca de 20 anos, onde levava uma vida pobre e se alojava em lugares simples. Quis seguir o exemplo de vida de santa Marianita de Jesus (1618 - 1645), também equatoriana. Os biógrafos as consideram almas gêmeas.Tendo-se santificado na zona rural e na cidade, em sua pátria e fora dela, muitos migrantes têm especial devoção por ela. Em Guayaquil conheceu o sacerdote franciscano, Frei Pedro Gual, que residia em Lima. Assim, Narcisa encontrava seu diretor espiritual, que a ajudou espiritual e materialmente. Ele lhe pediu para se mudar para Lima, onde se estabeleceu numa casa de religiosas.Narcisa praticava a caridade, especialmente com os pobre e enfermos, a quem preparava infusões de ervas. Faleceu no dia da inauguração do Concílio Vaticano I, oferecendo seus últimos sofrimentos por este importante evento eclesial.

O quarto santo será Caetano Errico, nascido em Secondigliano, perto de Nápoles, em 19 de outubro de 1791. Como sacerdote, aprendeu a conhecer o coração do ser humano, caminhando com pessoas que passaram da miséria material para a miséria moral. Visitava os enfermos terminais no hospital napolitano dos «incuráveis», e os presidiários.
Caetano foi confessor em todas as horas do dia, até em seu leito de morte. Com a confissão, tentava mostrar a misericórdia do amor de Deus, em tempos em que o jansenismo apresentava uma visão rigorista da fé cristã.
Foi conselheiro espiritual de cardeais e arcebispos de Nápoles, como também do rei daquele reino, Fernando; mas, ao mesmo tempo, ele se aproximava dos mais pobres, em busca de orientação.
A todos, repetia: “Passem mais tempo aos pés de Jesus sacramentado que aos pés do confessor”.Caetano quis fazer de sua vida uma profecia da misericórdia de Deus, motivo pelo qual fundou a Congregação de Missionários dos Sagrados Corações de Jesus e Maria. Ele faleceu em Secondigliano em 29 de outubro de 1860. (MT)

Fonte: RV