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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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Mostrando postagens com marcador Sacramento. Mostrar todas as postagens
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quinta-feira, 21 de abril de 2011

QUINTA-FEIRA SANTA

Quinta-feira Santa: Eucaristia Sacramento do Amor

Por: Dom Eduardo Koaik
Bispo Emérito de Piracicaba


A celebração da Semana Santa encontra seu ápice no Tríduo Pascal, que compreende a Quinta-feira Santa, a sexta-feira da paixão e morte do Senhor e a solene Vigília Pascal, no sábado à noite.

Esses três dias formam uma grande celebração da páscoa memorial da paixão, morte e ressurreição de Jesus.


A liturgia da Quinta-feira Santa nos fala do amor, com a cerimônia do Lava-pés, a proclamação do novo mandamento, a instituição do sacerdócio ministerial e a instituição da Eucaristia, em que Jesus se faz nosso alimento, dando-nos seu corpo e sangue.


É a manifestação profunda do seu amor por nós, amor que foi até onde podia ir: "Como Ele amasse os seus amou-os até o fim". A Eucaristia é o amor maior, que se exprime mediante tríplice exigência: do sacrifício, da presença e da comunhão.


O amor exige sacrifício e a Eucaristia significa e realiza o sacrifício da cruz na forma de ceia pascal.


Nos sinais do pão e do vinho, Jesus se oferece como Cordeiro imolado que tira o pecado do mundo: "Ele tomou o pão, deu graças, partiu-o e distribuiu a eles dizendo: isto é o meu Corpo que é dado por vós.Fazei isto em memória de ' mim. E depois de comer, fez o mesmo com o cálice dizendo: Este cálice é a nova aliança em meu sangue, que é derramado por vós" (Lc 22,19-20).


Pão dado, sangue derramado pela redenção do mundo. Eis aí o sacrifício como exigência do amor.O amor, além do sacrifício, exige presença.


A Eucaristia é a presença real do Senhor que faz dos sacrários de nossas Igrejas centro da vida e da oração dos fiéis.


A fé cristã vê no sacrário de nossas igrejas a morada do Senhor plantada ao lado da morada dos homens, não os deixando órfãos, fazendo-lhes companhia, partilhando com eles as alegrias e as tristezas da vida, ensinando-lhes o significado da verdadeira solidariedade: "Estarei ao lado de vocês como amigo todos os momentos da vida".


Eis a presença, outra exigência do amor.A Eucaristia, presença real do Amigo no tabernáculo de nossos templos, tem sido fonte da piedade popular como demonstra o hábito da visita ao Santíssimo e da adoração na Hora Santa.


Impossível crer nessa presença e não acolhê-la nas situações concretas do dia-a-dia. Vida eucarística é vida solidária com os pobres e necessitados. Não posso esquecer a corajosa expressão de Madre Teresa de Calcutá que, com a autoridade do seu impressionante testemunho de dedicação aos mais abandonados da sociedade, dizia: "A hora santa diante da Eucaristia deve nos conduzir até a hora santa diante dos pobres.


Nossa Eucaristia é incompleta se não levar-nos ao serviço dos pobres por amor.


"O amor não só exige sacrifício e presença, mas exige também comunhão.


Na intimidade do diálogo da última Ceia, Jesus orou com este sentimento de comunhão com o Pai e com os seus discípulos: "Que todos sejam um, como tu, Pai, estás em mim e eu em ti... que eles estejam em nós" (Jo 17,20-21).


Jesus Eucarístico é o caminho que leva a esta comunhão ideal. Comer sua carne e beber seu sangue é identificar-se com Ele no modo de pensar, nos senti mentos e na conduta da vida.


Todos que se identificam com Ele passam a ter a mesma identidade entre si: são chamados de irmãos seus e o são de verdade, não pelo sangue, mas pela fé. Eucaristia é vida partilhada com os irmãos.


Eis a comunhão como exigência do amor.Vida eucarística é amar como Jesus amou. Não é simplesmente amar na medida dos homens o que chamamos de filantropia. É amar na medida de Deus o que chamamos de caridade.


A caridade nunca enxerga o outro na posição de inferioridade. É a capacidade de sair de si e colocar-se no lugar do outro com sentimento de compaixão, ou seja, de solidariedade com o sofrimento do outro.


Caridade é ter com o outro uma relação de semelhança e reconhecer-se no lugar em que o outro se encontra...Na morte redentora na cruz, Cristo realiza a suprema medida da caridade "dando sua vida" e amando seus inimigos no gesto do perdão: "Pai, perdoai-lhes pois eles não sabem o que fazem." A Eucaristia não deixa ficar esquecido no passado esse gesto, que é a prova maior do amor de Deus por nós.


Para isso, deixa-nos o mandamento: "Façam isso em minha memória".Caridade solidária é o gesto de descer até o necessitado para tirá-lo da sua miséria e trazê-lo de volta a sua dignidade. A Eucaristia é o gesto da caridade solidária de Deus pela humanidade.


"Eu sou o Pão da vida que desceu do céu. Quem come deste Pão vencerá a morte e terá vida para sempre".


Fonte: catequisar

sábado, 4 de julho de 2009

PALAVRA E SACRAMENTO, DUAS COLUNAS DO SACERDOTE

Bento XVI: “Palavra” e “Sacramento”, duas colunas do sacerdote
Reflexão na audiência geral sobre o Ano Sacerdotal


CIDADE DO VATICANO,

- O anúncio do Evangelho e a administração dos sacramentos são “as duas colunas fundamentais do serviço sacerdotal”: assim sublinhou hoje Bento XVI, que dedicou a catequese da audiência geral a refletir sobre o Ano Sacerdotal que acaba de começar. Falando a cerca de 20 mil peregrinos reunidos na Praça de São Pedro, o Papa pediu a todos os fiéis que rezem pelos sacerdotes, e recordou que “a oração é a primeira tarefa, o verdadeiro caminho de santificação dos sacerdotes e a alma da autêntica ‘pastoral vocacional’”.
“A escassez numérica de ordenações sacerdotais em alguns países não somente não deve desanimar, mas deve levar a multiplicar os espaços de silêncio e de escuta da Palavra, a cuidar melhor da direção espiritual e do sacramento da Confissão”, disse.
“Para que a voz de Deus, que sempre continua chamando e confirmando, possa ser escutada e prontamente seguida por muitos jovens”, acrescentou.
Após o Concílio Vaticano II, prosseguiu, “produziu-se aqui a impressão de que na missão dos sacerdotes, nesta nossa época, há algo mais urgente: alguns achavam que se deveria construir em primeiro lugar uma sociedade diferente”, ao invés de anunciar a Palavra e administrar os sacramentos.
Mas na verdade, afirmou, “Quem é, de fato, o presbítero, senão um homem convertido e renovado pelo Espírito, que vive da relação pessoal com Cristo, fazendo constantemente próprios os critérios evangélicos?”.
“Quem é o presbítero, senão um homem de unidade e de verdade, consciente dos seus próprios limites e, ao mesmo tempo, da extraordinária grandeza da vocação recebida, a de ajudar a estender o Reino de Deus até os extremos confins da terra?”, acrescentou.
A respeito disso, Bento XVI recordou o exemplo do Cura de Ars, São João Maria Vianney, a quem o Ano Sacerdotal foi dedicado, no 150º aniversário de sua morte.
De fato, explicou, assim como o Cura de Ars, cada sacerdote “pode advertir melhor a necessidade dessa progressiva identificação com Cristo que lhe garante a fidelidade e a fecundidade do testemunho evangélico”.
E é “da certeza de sua própria identidade”, acrescentou, que depende “o renovado entusiasmo pela missão” do sacerdote.
Ao mesmo tempo, na vida do sacerdote, prosseguiu Bento XVI, “anúncio missionário e culto são inseparáveis”.
“O amor ao próximo, a atenção à justiça e aos pobres não são somente temas de uma moral social, e sim expressão de uma concepção sacramental da moralidade cristã, porque, através do ministério dos presbíteros, realiza-se o sacrifício espiritual de todos os fiéis, em união com o de Cristo, único Mediador.”
“Frente a tantas incertezas e cansaços, também no exercício do ministério sacerdotal é urgente recuperar um juízo claro e inequívoco sobre a primazia absoluta da graça divina, recordando o que São Tomás de Aquino escreve: ‘O menor dom da graça supera o bem natural de todo o universo’”, acrescentou.
Por último, o Papa pediu que neste ano “se multipliquem nas dioceses, nas paróquias, nas comunidades religiosas (especialmente nas monásticas), nas associações e nos movimentos, nas diversas agregações pastorais presentes no mundo inteiro, as iniciativas de oração, em particular de adoração eucarística, pela santificação do clero e pelas vocações sacerdotais”.

Fonte: ZENIT.org

sábado, 19 de julho de 2008

JMJ - JOVENS RECEBEM O SACRAMENTO DA CRISMA

SYDNEY: VINTE E QUATRO JOVENS RECEBERÃO O SACRAMENTO DA CRISMA DAS MÃOS DO PAPA


Sydney, 19 jul (RV)
- São vinte e quatro os jovens que amanhã receberão o sacramento da Confirmação durante a missa de encerramento do Dia Mundial da Juventude em Sydney presidida pelo Santo Padre.

Quatorze desses jovens são australianos, provenientes de vários estados do País, os restantes dez de diversas nações do Mundo.

Os europeus são dois. Os demais são provenientes da África do Sul, Vietnã, EUA, Uruguai, Ilhas Fiji e Oceânia.

Os vinte e quatro crismandos receberão a comunhão das mãos do Papa. (SP)
Fonte: RV

quinta-feira, 17 de julho de 2008

JMJ - HÁ LOCAIS PARA CONFIÇÃO EM TODAS AS PARTES DA JMJ

Confissões em toda parte
JMJ reaviva prática do Sacramento da Penitência, diz cardeal

SYDNEY, - O arcebispo de Sydney, cardeal George Pell, afirma que a Jornada Mundial da Juventude está a ajudando a restaurar um elemento chave para a vida da Igreja – o sacramento da reconciliação.
Sacerdotes que receberam junto com sua credencial uma agenda para atendimento de confissões estão espalhados por toda cidade de Sydney em confessionários, debaixo das árvores do Domain, próximos às águas do Darling Harbor e em cada igreja da cidade.
A Universidade Notre Dame estabeleceu seis áreas para confissão que nunca estão sem penitentes, como revela Alton Pelowski, de Michigan.
«É surpreendente ver a reverência e determinação de cada jovem peregrino católico em busca de sentido», disse a Zenit.
Provavelmente o lugar mais ativo na busca do sacramento é o Centro de Adoração e Reconciliação, no Sydney Convention and Exhibition Center, que teve imensas filas de penitentes se confessando depois de suas catequeses pela manhã.
Outros locais em que se podia buscar a confissão era a Opera House, o Domain, e eventualmente, os pavilhões do hipódromo Randwick, o qual será, no próximo sábado e domingo, o local da vigília e da Missa de encerramento, presididas por Bento XVI.
Dom que a Igreja oferece
O cardeal Pell disse a Zenit que acredita em um novo sopro do Espírito necessário para a total reconciliação com Cristo, como ele testemunhou em 2000 na JMJ de Roma.
O cardeal afirmou que quando o jovem tem a chance de receber o sacramento da reconciliação, ele normalmente vai.
"Nós temos visto na JMJ muitos jovens que acorrem ao sacramento da reconciliação. Percebemos que muitos não-católicos também gostariam de fazer isso, mas, diante da impossibilidade, eles vêm para uma conversa e para consolar sua alma", disse.
O purpurado disse que «está convencido de que um elemento significativo por trás da raiva e hostilidade em muitos jovens resulta da falta de culpa, e toda essa conversa sobre a primazia da consciência não ajuda ninguém».
«As pessoas se sentem culpadas», ele continua, «entretanto, elas podem não chamar isso de culpa, a qual tentam enterrar dentro de si, e por isso emergem em uma gama de direções não esperadas».
«Em uma era onde existe o crescente negócio da psicologia, terapia etc.», disse o cardeal, «é triste que haja uma queda na prática da confissão com um sacerdote, e a Jornada Mundial da Juventude está ajudando a renovar isso – um dos mais importantes dons que a Igreja oferece».
Fonte: ZENIT.org

quinta-feira, 22 de maio de 2008

HOJE - FESTA DE CORPUS CHRISTI

Corpus Christi
A Festa de Corpus Christi é a celebração em que solenemente a Igreja comemora a instituição do Santíssimo Sacramento da Eucaristia; sendo o único dia do ano que o Santíssimo Sacramento sai em procissão às nossas ruas.
É a data adotada na Igreja Católica, para comemorar apresença real de Jesus Cristo no sacramento da Eucaristia, pela mudança da substância do pão e do vinho na de seu corpo e de seu sangue.


A origem da Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo remonta ao século XII. A Igreja sentiu necessidade de realçar a presença real do "Cristo todo" no pão consagrado. Esta necessidade se aliava ao desejo do homem medieval de "contemplar" as coisas.
Surgiu nesta época o costume de elevar a hóstia depois da consagração. Disseminava-se uma controvertida piedade eucarística, chegando ao ponto das pessoas irem à igreja mais "verem" a hóstia do que para participarem efetivamente da eucaristia.

A Festa de Corpus Christi foi instituída pelo Papa Urbano IV com a Bula ‘Transiturus’ de 11 de agosto de 1264, para ser celebrada na quinta-feira após a Festa da Santíssima Trindade, que acontece no domingo depois de Pentecostes. O Papa Urbano IV foi o cônego Tiago Pantaleão de Troyes, arcediago do Cabido Diocesano de Liège na Bélgica, que recebeu o segredo das visões da freira agostiniana, Juliana de Mont Cornillon, que exigiam uma festa da Eucaristia no Ano Litúrgico.Juliana nasceu em Liège em 1192 e participava da paróquia Saint Martin. Com 14 anos, em 1206, entrou para o convento das agostinianas em Mont Cornillon, na periferia de Liège. Com 17 anos, em 1209, começou a ter ‘visões’,(que retratavam um disco lunar dentro do qual havia uma parte escura. Isto foi interpretado como sendo uma ausência de uma festa eucarística no calendário litúrgico para agradecer o sacramento da Eucaristia). Com 38 anos, em 1230, confidenciou esse segredo ao arcediago de Liège, que 31 anos depois, por três anos, será o Papa Urbano IV (1261-1264), e tornará mundial a Festa de Corpus Christi, pouco antes de morrer.A ‘Fête Dieu’ começou na paróquia de Saint Martin em Liège, em 1230, com autorização do arcediago para procissão eucarística só dentro da igreja, a fim de proclamar a gratidão a Deus pelo benefício da Eucaristia. Em 1247, aconteceu a 1ª procissão eucarística pelas ruas de Liège, já como festa da diocese. Depois se tornou festa nacional na Bélgica.A festa mundial de Corpus Christi foi decretada em 1264, 6 anos após a morte de irmã Juliana em 1258, com 66 anos. Santa Juliana de Mont Cornillon foi canonizada em 1599 pelo Papa Clemente VIII.O decreto de Urbano IV teve pouca repercussão, porque o Papa morreu em seguida. Mas se propagou por algumas igrejas, como na diocese de Colônia na Alemanha, onde Corpus Christi é celebrada antes de 1270.O ofício divino, seus hinos, a seqüência ‘Lauda Sion Salvatorem’ são de Santo Tomás de Aquino (1223-1274), que estudou em Colônia com Santo Alberto Magno. Corpus Christi tomou seu caráter universal definitivo, 50 anos depois de Urbano IV, a partir do século XIV, quando o Papa Clemente V, em 1313, confirmou a Bula de Urbano IV nas Constituições Clementinas do Corpus Júris, tornando a Festa da Eucaristia um dever canônico mundial. Em 1317, o Papa João XXII publicou esse Corpus Júris com o dever de levar a Eucaristia em procissão pelas vias públicas.

O Concílio de Trento (1545-1563), por causa dos protestantes, da Reforma de Lutero, dos que negavam a presença real de Cristo na Eucaristia, fortaleceu o decreto da instituição da Festa de Corpus Christi, obrigando o clero a realizar a Procissão Eucarística pelas ruas da cidade, como ação de graças pelo dom supremo da Eucaristia e como manifestação pública da fé na presença real de Cristo na Eucaristia.Em 1983, o novo Código de Direito Canônico – cânon 944 – mantém a obrigação de se manifestar ‘o testemunho público de veneração para com a Santíssima Eucaristia’ e ‘onde for possível, haja procissão pelas vias públicas’, mas os bispos escolham a melhor maneira de fazer isso, garantindo a participação do povo e a dignidade da manifestação.


A Eucaristia é um dos sete sacramentos e foi instituído na Última Ceia, quando Jesus disse :‘Este é o meu corpo...isto é o meu sangue... fazei isto em memória de mim’. Porque a Eucaristia foi celebrada pela 1ª vez na Quinta-Feira Santa, Corpus Christi se celebra sempre numa quinta-feira após o domingo depois de Pentecostes.

Fonte: Vivos

Festa de Corpus Christi de Santana de Parnaíba

Arte e religiosidade estão presentes na tradicional Festa de Corpus Christi de Santana de Parnaíba
O evento, que acontece hoje dia 22 de maio, conta em sua programação com missa, procissão e os famosos tapetes de serragem, expostos nas principais ruas do Centro Histórico, confeccionado, que são, por membros da comunidade local.

O município de Santana de Parnaíba está pronto para receber os milhares de fiéis, vindos de diversas cidades, para uma das maiores manifestações de fé e religiosidade do Estado de São Paulo. Trata-se da tradicional Festa de Corpus Christi, que acontece na próxima quinta-feira (22/05). A Secretaria Municipal de Cultura e Turismo estima que cerca de 65 mil pessoas passem pelo Centro Histórico durante o evento, cuja programação conta com missas e procissão sobre o colorido tapete de serragem. Como acontece todos os anos, o tapete artesanal de 850 metros de extensão deve tomar as principais ruas do Centro Histórico da cidade – Largo da Matriz, Rua Suzana Dias, Largo São Bento, Rua Santa Cruz, Rua Bartolomeu Bueno, Praça 14 de Novembro, Praça da Bandeira e Rua Padre Miguel Mauro. Com montagem prevista para iniciar às 6 horas da manhã, o tapete de serragem deve ser uma das grandes atrações da festa e vai reunir cerca de mil membros da comunidade local.O município mantém a tradição católica de enfeitar suas ruas usando serragem colorida para lembrar o mistério da Eucaristia – o sacramento do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo – que, segundo a Bíblia, foi instituído pelo próprio Filho de Deus no dia da Santa Ceia. Este ano, o tema escolhido é “Eucaristia fonte de vida, Jesus Cristo ontem, hoje e sempre”.Além da montagem do tapete, a programação do evento – que é organizado pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, em parceria com a Paróquia de Santana de Parnaíba – inclui três missas na Igreja Matriz de Sant’Anna.
A última delas será celebrada por membro do Ministério Coração do Rei, da Diocese de Jundiaí, e seguida por uma procissão sobre o tapete de serragem.Os moradores e turistas ainda podem aproveitar o dia para visitar e conhecer as Feiras de Artesanato e Alimentação, montadas nas Praças 14 de Novembro e da Bandeira, nas Ruas Conde de Monsanto, André Fernandes e Pedro Procópio e no Largo São Bento.

Programação, Horário e Evento:
6h Início da montagem dos tapetes de serragem.
08h30 e 11h30 Missa na Igreja Matriz e Adoração ao Santíssimo
15h30 Missa celebrada por membros do Ministério Coração do Rei, seguida de procissão pelo Centro Histórico da cidade
Fonte: Prefeitura de Santana do Parnaíba

CORPUS CHRISTI – TAPETES DA PROCISSÃO

CORPUS CHRISTI – Elaboração dos tapetes utilizados durante a Procissão


A confecção de tapetes de rua é uma magnífica manifestação de arte popular que tem como origem a comemoração do Corpus Christi.
Milhares de turistas visitam diversas cidades em todo o Brasil onde este trabalho é executado com afinco, doação e muito amor. São verdadeiras obras de arte.
Utilizando diversos tipos de materiais, como serragem colorida, borra de café, farinha, areia e alguns pequenos acessórios, como tampinhas de garrafas, flores e folhas, as pessoas montam, com grande arte, um tapete pelas ruas, com dizeres e figuras relativas a festa. Por este tapete passa a procissão, seguida pelas pessoas que participam com fervor.
É uma das mais tradicionais festas do Brasil e é comemorado no país desde a chegada dos portugueses.
A tradição de fazer o tapete com folhas e flores vem dos imigrantes açorianos. Essa tradição praticamente desapareceu em Portugal continental, onde teve origem, mas foi mantida nos Açores e nos locais onde chegaram seus imigrantes.
O barroco enriqueceu esta festa com todas as suas características de pompa. Em todo o Brasil esta festa adquiriu contornos do barroco português. Corpus Christi é celebrado desde a época colonial com uma profusão de cores, música, expressões de grandeza e indescritível beleza.
Em nosso pais, a tradição de se fazer os tapetes de ruas acontece em inúmeras cidades. São planejados, trabalhados e executados por dedicados voluntários que começam os preparativos vários dias antes da solenidade. Atravessam noites e noites trabalhando.
Milhares de turistas visitam diversas cidades em todo o Brasil, onde este trabalho é executado com afinco, doação e muito amor. São verdadeiras obras de arte.