Seguidores

NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Esteja ao lado de Nossa Senhora de Fátima como nunca pode imaginar.

Visite a Capela das Aparições, ON LINE.
Participe das orações, do terço e das missas diárias.

Clique na imagem de Nossa Senhora e estará em frente à Capelinha do Santuário de Fátima.

CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris
Clique sobre a foto para a visita guiada em 15 etapas
Mostrando postagens com marcador Eucaristia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Eucaristia. Mostrar todas as postagens

domingo, 25 de maio de 2014

Missa na Praça da Manjedoura

Missa na Praça da Manjedoura: apelo em defesa das crianças




Belém (RV) – O momento alto das atividades do Papa, na manhã deste domingo, segundo dia da sua Viagem Apostólica à Terra Santa, foia celebração Eucarísitca na Praça da Manjedoura.

De fato, depois do encontro com as Autoridades Palestinas, no Palácio Presidencial de Belém, o Santo Padre se deslocou, em papamóvel, para a Praça da Manjedoura, também conhecida como “Praça do Berço”, onde era aguardado por uma grande multidão de fiéis e pela Prefeita católica da cidade, Vera Baboun.

No caminho rumo a Belém, saindo do protocolo, o Papa desceu do papamóvel e se aproximou do muro, que divide Belém de Israel, onde encostou a cabeça e se deteve, por alguns minutos, em oração.

Ao chegar à Praça da Manjedoura, entre aplausos e gritos de “viva o Papa”, o Pontífice presidiu à celebração Eucarística, da qual participou, entre as muitas autoridades civis e religiosas, o Presidente palestino, Mahmoud Abbas.

Em sua homilia, o Santo Padre partiu da citação evangélica: “Isto vos servirá de sinal: encontrareis um menino envolto em panos e deitado numa manjedoura”. Comentando este versículo de Lucas (2,12), o Papa Francisco exclamou:

“Que grande graça celebrar a Eucaristia neste lugar, onde Jesus nasceu! Agradeço a Deus e a vocês, que me acolhem nesta minha peregrinação; agradeço ao Presidente Mahmoud Abbas e demais autoridades, ao Patriarca Fouad Twal, os outros Bispos e Ordinários da Terra Santa, os sacerdotes, as pessoas consagradas e aos que trabalham para manter vivas a fé, a esperança e a caridade nestes territórios; agradeço ainda as delegações de fiéis, vindas de Gaza e da Galileia, e os imigrantes da Ásia e da África. Obrigado a todos pela presença!

Após a sua saudação, o Bispo de Roma fez uma reflexão sobre o Menino Jesus, nascido em Belém, sinal enviado por Deus para quem esperava a salvação; ele permanece sempre o sinal da ternura de Deus e da sua presença no mundo. E o Papa continuou:

“Também hoje as crianças são um sinal: sinal de esperança, sinal de vida, mas, sobretudo, sinal de ‘diagnóstico’ para se compreender o estado de saúde de uma família, de uma sociedade, do mundo inteiro. Quando as crianças são acolhidas, amadas, protegidas, tuteladas, a família é sadia, a sociedade melhora, o mundo é mais humano”.

Também para nós, homens e mulheres do século XXI, explicou o Pontífice, isto representa um sinal para procurar o Menino. O Menino de Belém é frágil, como todos os recém-nascidos. Ele não sabe falar! No entanto, é a Palavra que se fez carne e veio mudar o coração e a vida dos homens. Aquele Menino, como qualquer criança, é frágil e, como tal, precisa ser ajudado e protegido. Sobretudo, hoje, as crianças devem ser acolhidas e defendidas, desde o ventre materno.

Infelizmente, neste nosso mundo, que desenvolveu tecnologias tão sofisticadas, recordou o Papa, há tantas crianças que vivem em condições desumanas, à margem da sociedade, nas periferias das grandes cidades ou nas zonas rurais; crianças exploradas, maltratadas, escravizadas, vítimas de violência e de tráficos ilícitos; crianças exiladas, refugiadas e, por vezes, anegadas nos mares, sobretudo no Mediterrâneo. Tudo isso deve causar-nos vergonha diante Menino-Deus.

Aqui, o Papa perguntou: “Quem somos nós diante do Menino Jesus? Quem somos nós diante das crianças de hoje? Somos como Maria e José, que acolheram Jesus e cuidaram dele, com amor maternal e paternal? Ou somos como Herodes, que o quis eliminar? Somos como os pastores, que vieram adorá-lo e trazer-lhe presentes? Ou ficamos indiferentes, limitando-nos a ser pessoas que exploram as crianças pobres para fins de lucro? Somos capazes de permanecer com elas, ouvi-las, defendê-las e rezar por elas e com elas?

Hoje, disse ainda o Santo Padre, tantas crianças choram, por fome e frio, por doença e falta de remédios e de carinho. Neste mundo, onde se proclama a tutela dos menores, as armas acabam nas mãos de crianças-soldado; os menores se tornam trabalhadores e escravos. Quantas Raquéis, hoje, também choram por seus filhos. Será que este pranto não nos interpela?

O Papa Francisco concluiu sua homilia exortando os fiéis a meditarem sobre esta frase evangélica: “Isto vos servirá de sinal”. Desta profunda reflexão, pode brotar um novo estilo de vida, onde as relações deixam de ser conflito, opressão ou consumismo, para se tornarem relações de fraternidade, de perdão, de reconciliação, de partilha e de amor. (MT)


Fonte: Rádio Vaticano

quinta-feira, 21 de abril de 2011

QUINTA-FEIRA SANTA

Quinta-feira Santa: Eucaristia Sacramento do Amor

Por: Dom Eduardo Koaik
Bispo Emérito de Piracicaba


A celebração da Semana Santa encontra seu ápice no Tríduo Pascal, que compreende a Quinta-feira Santa, a sexta-feira da paixão e morte do Senhor e a solene Vigília Pascal, no sábado à noite.

Esses três dias formam uma grande celebração da páscoa memorial da paixão, morte e ressurreição de Jesus.


A liturgia da Quinta-feira Santa nos fala do amor, com a cerimônia do Lava-pés, a proclamação do novo mandamento, a instituição do sacerdócio ministerial e a instituição da Eucaristia, em que Jesus se faz nosso alimento, dando-nos seu corpo e sangue.


É a manifestação profunda do seu amor por nós, amor que foi até onde podia ir: "Como Ele amasse os seus amou-os até o fim". A Eucaristia é o amor maior, que se exprime mediante tríplice exigência: do sacrifício, da presença e da comunhão.


O amor exige sacrifício e a Eucaristia significa e realiza o sacrifício da cruz na forma de ceia pascal.


Nos sinais do pão e do vinho, Jesus se oferece como Cordeiro imolado que tira o pecado do mundo: "Ele tomou o pão, deu graças, partiu-o e distribuiu a eles dizendo: isto é o meu Corpo que é dado por vós.Fazei isto em memória de ' mim. E depois de comer, fez o mesmo com o cálice dizendo: Este cálice é a nova aliança em meu sangue, que é derramado por vós" (Lc 22,19-20).


Pão dado, sangue derramado pela redenção do mundo. Eis aí o sacrifício como exigência do amor.O amor, além do sacrifício, exige presença.


A Eucaristia é a presença real do Senhor que faz dos sacrários de nossas Igrejas centro da vida e da oração dos fiéis.


A fé cristã vê no sacrário de nossas igrejas a morada do Senhor plantada ao lado da morada dos homens, não os deixando órfãos, fazendo-lhes companhia, partilhando com eles as alegrias e as tristezas da vida, ensinando-lhes o significado da verdadeira solidariedade: "Estarei ao lado de vocês como amigo todos os momentos da vida".


Eis a presença, outra exigência do amor.A Eucaristia, presença real do Amigo no tabernáculo de nossos templos, tem sido fonte da piedade popular como demonstra o hábito da visita ao Santíssimo e da adoração na Hora Santa.


Impossível crer nessa presença e não acolhê-la nas situações concretas do dia-a-dia. Vida eucarística é vida solidária com os pobres e necessitados. Não posso esquecer a corajosa expressão de Madre Teresa de Calcutá que, com a autoridade do seu impressionante testemunho de dedicação aos mais abandonados da sociedade, dizia: "A hora santa diante da Eucaristia deve nos conduzir até a hora santa diante dos pobres.


Nossa Eucaristia é incompleta se não levar-nos ao serviço dos pobres por amor.


"O amor não só exige sacrifício e presença, mas exige também comunhão.


Na intimidade do diálogo da última Ceia, Jesus orou com este sentimento de comunhão com o Pai e com os seus discípulos: "Que todos sejam um, como tu, Pai, estás em mim e eu em ti... que eles estejam em nós" (Jo 17,20-21).


Jesus Eucarístico é o caminho que leva a esta comunhão ideal. Comer sua carne e beber seu sangue é identificar-se com Ele no modo de pensar, nos senti mentos e na conduta da vida.


Todos que se identificam com Ele passam a ter a mesma identidade entre si: são chamados de irmãos seus e o são de verdade, não pelo sangue, mas pela fé. Eucaristia é vida partilhada com os irmãos.


Eis a comunhão como exigência do amor.Vida eucarística é amar como Jesus amou. Não é simplesmente amar na medida dos homens o que chamamos de filantropia. É amar na medida de Deus o que chamamos de caridade.


A caridade nunca enxerga o outro na posição de inferioridade. É a capacidade de sair de si e colocar-se no lugar do outro com sentimento de compaixão, ou seja, de solidariedade com o sofrimento do outro.


Caridade é ter com o outro uma relação de semelhança e reconhecer-se no lugar em que o outro se encontra...Na morte redentora na cruz, Cristo realiza a suprema medida da caridade "dando sua vida" e amando seus inimigos no gesto do perdão: "Pai, perdoai-lhes pois eles não sabem o que fazem." A Eucaristia não deixa ficar esquecido no passado esse gesto, que é a prova maior do amor de Deus por nós.


Para isso, deixa-nos o mandamento: "Façam isso em minha memória".Caridade solidária é o gesto de descer até o necessitado para tirá-lo da sua miséria e trazê-lo de volta a sua dignidade. A Eucaristia é o gesto da caridade solidária de Deus pela humanidade.


"Eu sou o Pão da vida que desceu do céu. Quem come deste Pão vencerá a morte e terá vida para sempre".


Fonte: catequisar

terça-feira, 23 de março de 2010

JESUS, O BOM PELICANO

JESUS, O BOM PELICANO


A figura do pelicano é baseada no fato de que, em tempos de fome, a mãe pelicano arranca suas penas do peito e alimenta seus filhotes com o próprio sangue. Esta figura é amplamente usada para representar o sacrifício expiatório de Cristo. Pois Cristo voluntariamente derramou seu sangue para nos dar perdão e salvação. O pelicano é o símbolo do sacrifício abnegado e da caridade universal.
Jesus derramou e derrama todos os dias no sacrifício da missa, o seu sangue quando pelas palavras da instituição da Eucarístia, na consagração, o pão e o vinho se transubstanciam-se no seu corpo e no seu sangue para nos alimentar. Alimentar aqueles que têm fome e sede.
Nosso Salvador, limpa no seu sangue todo o pecador! Dele uma só gota lava todo o mal, faz do mundo lúcido cristal. * * * " Minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue, verdadeiramente uma bebida".(Jo 6,55)
" A devoção à Eucarístia é a mais nobre de todas as devoções, porque tem o próprio Deus por seu objeto; é a mais salutar, porque dá o próprio autor da graça;e é a mais suave, pois suave é o Senhor". (São Pio X, o Papa da Eucaristia)
"A Eucarístia é o sacramento do amor, significa o amor, produz o amor." (São Tomás)
"O Senhor confiou-nos o seu Corpo e o seu Sangue em coisas tais que são reduzidas á unidade a partir de muitas outras, porque o pão é um, embora conste de muitos grãos, e o vinho é feito a partir de muitas uvas". (Santo Agostinho)
"Pela virtude do Sacramento da Eucarístia a alma faz uma refeição espiritual por deleitar-se e inebriar-se pela doçura da bondade divina, segundo o Cântico dos Cânticos. Amigos, comei, bebei, inebriai-vos ó caríssimos". (Suma Teológica III a)
A Eucaristia é Deus no meio de nós. É o Senhor Jesus presente nos sacrários de nossas Igrejas, com seu Corpo, Sangue, Alma e Divindade. É o verdadeiro "Emanuel" , isto é "Deus Conosco".(Mt.1,23)
"Achareis tudo na Eucarístia: a palavra de conforto, a ciência, os milagres. Sim, até os milagres". (S.Pedro Julião Eymard)
"Jesus, alimento das almas fortes, fortalecei-me, purificai-me, divinizai-me". (Santa Gema Galgani)
Fonte: Varios
Eucaristia

Jesus: Pão da Vida Eterna

Ao tomarmos consciência de nossa missão de cristãos, gostaria muito que voltássemos nossos olhos à Santa Eucaristia, até Jesus que, presente entre nós, tem-nos constituído como membros seus: vos estis corpus Christi et membra de membro - "Vós sois o corpo de Cristo e membros unidos a outros membros". Nosso Deus decidiu permanecer no Sacrário para alimentar-nos, para fortalecer-nos, para divinizar-nos, para dar eficácia à nossa tarefa e a nosso esforço. Jesus é simultaneamente o semeador, a semente e o fruto da terra: o Pão da Vida Eterna.
Este milagre, continuamente renovado, da Sagrada Eucaristia, tem todas as características da forma de atuar de Jesus. Perfeito Deus e perfeito homem, Senhor dos Céus e terra, oferece-se como sustento, da maneira mais natural e ordinária. Assim espera nosso amor, desde até quase dois mil anos. É muito tempo e não é muito tempo: porque, quando há amor os dias voam.
Vem a mim, memória una, encantadora poesia galega, uma dessas Cantidas de Afonso X, o Sábio. A legenda de um monge que, em sua simplicidade, suplicou à Santa Maria poder contemplar o céu, ainda que fosse por um instante apenas. A Virgem acolheu seu desejo, e o bom monge foi trasladado ao paraíso. Quando retornou, não reconhecia a nenhum dos moradores do monastério: sua oração, que a Ele lhe havia parecido brevíssima, havia durado três séculos. Três séculos não são nada, para um coração amante. Assim explico eu esses dois mil anos de espera do Senhor na Eucaristia. É a espera de Deus, que ama aos homens, que nos busca, que nos quer tal como somos – limitados, egoístas, inconstantes –, mas com a capacidade de descobrir seu infinito carinho e de entregar-nos inteiramente a Ele.
Por amor e para ensinar-nos a amar, Jesus veio à terra e fez-se um entre nós na Eucaristia. "Amando os seus que viviam no mundo, amou-os até o fim"; com essas palavras, começa São João sua narração do que sucedeu aquela véspera da Páscoa, em que Jesus – refere-nos São Paulo – "tomou o pão, e dando graças, o partiu e disse: tomai e comei; isto é o meu corpo, que será entregue por vós; fazei isto em memória de mim. E da memsa maneira o cálice, ao fim da ceia, dizendo: este cálice é o sangue da nova aliança; fazei isto quantas vezes o bebereis, em memória de mim".

Escritos de São Josemaria Escrivá.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

COLÔMBIA: ATENTADO CONTRA A EUCARISTIA

Atentado contra a Eucaristia na Colômbia
Comunicado de repulsa do bispo Frei Fabio Duque


ARMENIA, Colômbia

- Por ocasião do atentado contra a Eucaristia que aconteceu em 17 de agosto passado, na paróquia de Nossa Senhora da Anunciação de Armenia, Quindío, Colômbia, o bispo da diocese fez público um comunicado no qual indica que os autores incorreram em excomunhão.
O bispo de Armênia, Dom Fabio Duque Jaramillo O.F.M., relata os fatos em um comunicado de 20 de agosto, enviado a ZENIT.
“Em 17 de agosto passado – assinala o comunicado – aconteceu uma brutal agressão contra a Paróquia de Nossa Senhora da Anunciação em Armênia. Um desconhecido se introduziu no templo durante a noite, forçou a porta do Sacrário e o jogou no chão, com o cálice e as hóstias consagradas”.
“Não se tratou de um roubo motivado pelo valor econômico dos vasos sagrados – aponta o bispo de Armenia –, pois o assaltante não levou nenhum objeto de valor da paróquia. O assalto teve como fim unicamente ferir os sentimentos dos fiéis atacando o mistério central da fé cristã, a Eucaristia, presença de Deus entre nós e prolongação do mistério da redenção do homem”.
O fato foi posto em conhecimento das autoridades e da Polícia e “esperamos que o autor do crime possa ser capturado logo”, afirma o bispo.
Convida também as autoridades, os representantes e cargos eleitos, aos meios de comunicação, as associações cívicas e toda a sociedade do Quindío “a expressar, sem rodeios, sua repulsa por estes fatos que constituem uma violação gravíssima dos direitos dos cidadãos, uma ofensa às crenças e princípios dos fiéis católicos, crenças arraigadas profundamente na cultura de nosso povo”.
Desta forma convida as autoridades e os representantes da sociedade civil “a não desvalorizar estas agressões contra os sentimentos e a fé dos católicos, pois quando um povo pisoteia os direitos mais sagrados das pessoas, o direito a expressar livremente sua fé e suas convicções mais íntimas, toda a sociedade se encontra em perigo. Quando os direitos de Deus são pisoteados impunemente, os direitos do homem correm perigo”.
Por isso, convida também todos os cidadãos de Armenia e Quindío “a expressar sua solidariedade com a comunidade da Paróquia da Anunciação associando-se às manifestações cívicas e religiosas de repulsa que se convocarão, a denunciar estes fatos ante as autoridades e a unir-se aos atos de reparação e desagravo que serão convocados na Paróquia em 30 de agosto, às 18 horas.
O prelado recorda que, segundo a legislação eclesiástica (Código de Direito Canônico, cânon 1367), “o autor desta profanação, pelo mero fato de ter realizado esta ação está excomungado, buscando com isto não tanto castigá-lo mas seu arrependimento. É uma ocasião para que o delinquente considere a gravidade de sua falta. Esta excomunhão só poderá ser suspensa pelo Santo Padre”.

Fonte: ZENIT.org

terça-feira, 25 de agosto de 2009

RECUPEREMOS O AMOR À EUCARISTIA

Cardeal Cipriani pede “etiqueta” eucarística“Recuperemos o amor à Eucaristia”, exorta o arcebispo de Lima

LIMA,

- O arcebispo de Lima convidou os fiéis a praticarem uma “etiqueta” eucarística, que consiste na boa educação da piedade, respeito e adoração ao Corpo de Cristo. Esta exortação foi feita na missa dominical que ele celebrou na basílica catedral de Lima ontem, 21º domingo do Tempo Comum.“Recuperemos esse amor à Eucaristia, recebendo Jesus com o corpo e a alma limpos, em graça de Deus. Que se utilize essa pequena patena de comunhão, para que, caso uma partezinha da Hóstia se desprenda, não caia no chão. Por isso existe esta ‘etiqueta’, que devemos ensinar desde as crianças até os mais idosos”, exortou durante sua homilia.Da mesma forma, o pastor de Lima recordou que a Igreja universal ensina que a comunhão eucarística deve ser recebida na boca e, de forma extraordinária – com permissão do bispo –, na mão.“A comunhão eucarística se recebe na boca para evitar o uso da mão suja em contato com o Corpo de Cristo. Nesta arquidiocese, ainda existe a autorização (para receber o Corpo de Cristo na mão). Digo ainda porque, cada vez mais, peço aos sacerdotes e religiosos que este respeito visível ao Corpo de Cristo se manifeste e que não se entregue o Corpo de Cristo como quem distribui uns papéis”, mencionou.O arcebispo de Lima também recordou que a forma correta de receber Jesus na Eucaristia requer uma preparação pessoal para estar em graça. E no momento de recebê-lo, mostrar um sinal visível de respeito, que pode ser a inclinação da cabeça ou, muito mais recomendável ainda, receber a Santa Eucaristia de joelhos.O amor à Eucaristia do Cura de ArsFinalmente, o pastor de Lima recordou, neste Ano Sacerdotal, o Santo Cura de Ars, São João Maria Vianney, como um exemplo a imitar no amor a Deus, que se faz presente na Eucaristia.“É preciso ter essa boa educação ao receber o Corpo de Cristo. Abramos com confiança o coração a Cristo, deixemos que Ele nos conquiste. Como dizia o Cura de Ars, ‘nossa única felicidade nesta terra consiste em amar a Deus e saber que Ele nos ama’. Que Nossa Senhora, com sua humildade, nos ensine a ser mais respeitosos quando nos aproximamos para receber o Corpo de Cristo”, concluiu.


Fonte: ZENIT.org

sexta-feira, 19 de junho de 2009

SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS


Sagrado Coração de Jesus

A devoção ao Coração de Jesus existe desde os primeiros tempos da Igreja, desde que se meditava no lado e no Coração aberto de Jesus, de onde saiu sangue e água. Desse Coração nasceu a Igreja e por esse Coração foram abertas as portas do Céu.

História da devoção

Os Santos Padres muitas vezes falaram do Coração de Cristo como símbolo de seu amor, tomando-o da Escritura: "Beberemos da água que brotaria de seu Coração....quando saiu sangue e água" (Jo 7,37; 19,35).
Na Idade Média começaram a considera-lo como modelo de nosso amor, paciente por nossos pecados, a quem devemos reparar entregando-lhe nosso coração (santas Lutgarda, Matilde, Gertrudes a Grande,Margarita de Cortona, Angela de Foligno, São Boaventura, etc.).
No século XVII estava muito expandida esta devoção. São João Eudes, já em 1670, introduziu a primeira festa pública do Sagrado Coração.
Em 1673, Santa Margarida Maria de Alocoque começou a ter uma série de revelações que a levaram à santidade e ao impulso de formar uma equipe de apóstolos desta devoção. Com seu zelo conseguiram um enorme impacto na Igreja.
Foram divulgados inúmeros livros e imagens. As associações do Sagrado Coração subiram em um século, desde meados do XVIII, de 1000 a 100.000. umas vinte congregações religiosas e vários institutos seculares foram fundados para estender seu culto de mil formas.
O apostolado da Oração, que pretende conseguir nossa santificação pessoal e a salvação do mundo mediante esta devoção, contava já em 1917 com 20 milhões de associados. E em 1960 chegava ao dobro em todo o mundo, passando de um milhão na Espanha; suas 200 revistas tinham 15 milhões de inscrições. A maior instituição de todo o mundo.
A Oposição a este culto sempre foi grande, sobretudo no século XVIII por parte dos jansenistas, e recebeu um forte golpe com a supressão da Companhia de Jesus (1773).Na Espanha foram proibidos os livros sobre o Sagrado Coração. O imperador da Áustria deu ordem que desaparecessem suas imagens de todas as Igrejas e capelas. Nos seminários era ensinado: "a festa do Sagrado Coração provocou um grave mancha sobre a religião".
A Europa oficial rejeitou o Coração de Cristo e em seguida foi assolada pelos horrores da Revolução francesa e das guerras napoleônicas. Mas depois da purificação, ressurgiu de novo com mais força que nunca.
Em 1856 Pio IX estendeu sua festa a toda a Igreja. Em 1899 Leão XIII consagrou o mundo ao Sagrado Coração de Jesus (o Equador tinha se consagrado em 1874).
E a Espanha em 1919, em 30 de maio, também se consagrou publicamente ao Sagrado Coração no Monte dos Anjos. Onde foi gravado, sob a estátua de Cristo, aquela promessa que fez ao pai Bernardo de Hoyos, S. J., em 14 de maio de 1733, mostrando-lhe seu Coração, em Valladolid (Santuário da Grande Promessa), e dizendo-lhe: "Reinarei na Espanha com mais Veneração que em muitas outras partes" (Até então a América também era Espanha).

Ato de consagração:

Me entrego e consagro ao Sagrado Coração de Nosso Senhor Jesus Cristo, minha pessoa e vida, ações, dores e sofrimentos para que utilize meu corpo somente para honrar, amar e glorificar ao Sagrado Coração.
Este é meu propósito definitivo, único, ser todo d'Ele, e fazer tudo por amor a Ele, e ao mesmo tempo renunciar com todo meu coração qualquer coisa que não lhe compraz, além de tomar-te, Ó Sagrado Coração, para que sejas ele o único objeto de meu amor, o guardião de minha vida, meu seguro de salvação, o remédio para minhas fraquezas e inconstância, a solução aos erros de minha vida e meu refúgio seguro à hora da morte.
Seja, Ó Coração de Bondade, meu intercessor ante Deus Pai, e livra-me de sua sabia ira. Ó Coração de amor, ponho toda minha confiança em ti, temo minhas fraquezas e falhas, mas tenho esperança em tua Divindade e Bondade.
Tira de mim tudo o que está mal e tudo o que provoque que não faça tua santa vontade, permite a teu amor puro a que se imprima no mais profundo de meu coração, para que eu não me esqueça nem me separe de ti.
Que eu obtenha de tua amada bondade a graça de Ter meu nome escrito em Teu coração, para depositar em ti toda minha felicidade e glória, viver e morrer em tua bondade. Amém
Santa Margarida Maria Alacoque

Ato de consagração ao Sagrado Coração

Me entrego e consagro ao Sagrado Coração de Nosso Senhor Jesus Cristo, minha pessoa e vida, ações, dores e sofrimentos para que utilize meu corpo somente para honrar, amar e glorificar ao Sagrado Coração.
Este é meu propósito definitivo, único, ser todo d'Ele, e fazer tudo por amor a Ele, e ao mesmo tempo renunciar com todo meu coração qualquer coisa que não lhe compraz, além de tomar-te, Ó Sagrado Coração, para que sejas ele o único objeto de meu amor, o guardião de minha vida, meu seguro de salvação, o remédio para minhas fraquezas e inconstância, a solução aos erros de minha vida e meu refúgio seguro à hora da morte.
Seja, Ó Coração de Bondade, meu intercessor ante Deus Pai, e livra-me de sua sabia ira. Ó Coração de amor, ponho toda minha confiança em ti, temo minhas fraquezas e falhas, mas tenho esperança em tua Divindade e Bondade.
Tira de mim tudo o que está mal e tudo o que provoque que não faça tua santa vontade, permite a teu amor puro a que se imprima no mais profundo de meu coração, para que eu não me esqueça nem me separe de ti.
Que eu obtenha de tua amada bondade a graça de Ter meu nome escrito em Teu coração, para depositar em ti toda minha felicidade e glória, viver e morrer em tua bondade. Amém
Santa Margarida Maria Alacoque

Ato para desagravar e consagrar-se ao Sagrado Coração

Ó Coração clementíssimo de Jesus, divino propiciatório pelo qual prometeu o Eterno Pai que ouviria sempre nossas orações! Eu me uno a Vós para oferecer a Vosso Eterno Pai este meu pobre e mesquinho coração, contrito e humilhado em seu divino acatamento, e desejo reparar prontamente suas ofensas, em especial as que recebeis continuamente na Eucaristia, e as que eu por minha desgraça também tenho cometido.
Quisera, divino Coração, lavar com lágrimas e apagar com sangue de minhas veias a ingratidão com que todos pagamos vosso terno amor. Junto a minha dor, ainda que leve, com aquela angustia mortal que fizeste com que vós, no horto, suasse sangue apenas com a memória de nossos pecados.
Oferecei-o, Senhor, ao Vosso Eterno Pai unido a vosso amabilíssimo Coração. Dai-lhe infinitas graças pelos grandes benefícios que nos faz continuamente, e supra vosso amor a nossa ingratidão e esquecimento.
Concedei-me a graça de apresentar-me sempre com grande veneração ante o acatamento de vossa divina Majestade, para ressarcir de algum modo as irreverências e ultrajes que em vossa presença me atrevi a cometer, e que de hoje em diante em ocupe com todo meu contato, em atrair com palavras e exemplos muitas almas que o conheçam e gozem as delícias de vosso coração.
A partir deste momento me ofereço e dedico totalmente a dilatar a glória deste sacratíssimo e dulcíssimo Coração. Escolho-o como alvo de todos meus afetos e desejo, e a partir de agora para sempre constituo nele minha perpétua morada, reconhecendo-o, adorando-o e amando-o com todos meus anseios, como que é o Coração de meu amabilíssimo Jesus, de meu Rei e Soberano Dono, Esposo de minha alma, Pastor e Mestre, verdadeiro amigo, amoroso Pai, Guia seguro, firme Amparo e Bem-aventurança. Amém

Oferecimento ao Sagrado Coração

Meu dulcíssimo Jesus, que em vossa infinita e dulcíssima misericórdia prometestes a graça da perseverança final aos que comungarem em honra de vosso Sagrado Coração as nove primeiras sextas feiras do mês seguidos: recordai a vossa promessa, e a mim, indigno servo vosso, que acabo de receber-vos sacramentado com este fim e intenção, concede-me que morra detestando todos os meus pecados, esperando em vossa inefável misericórdia e amando a bondade de vosso amantíssimo Coração. Amém.
Coração de Jesus, casa de Deus e porta do céu, tende piedade de nós.Pai nosso...
Coração de Jesus, rico em todos os que vos invocam, tende piedade de nós.Pai nosso...
Coração de Jesus, esperança dos que morrem em Vós, tende piedade de nós.Pai nosso...

O Sagrado Coração na liturgia

A liturgia é o culto público, quer dizer, os atos sagrados que por instituição de Cristo ou da Igreja, em seu nome, são realizados seguindo os livros litúrgicos oficiais.
Evidentemente refletem de modo autêntico o sentir e a fé da Igreja. Na liturgia são verificados especialmente a potestade de magistério. Quando o magistério propõe aos fiéis como devem render culto a Deus, tem uma particular assistência do Espírito Santo para não equivocar-se e oferecer um caminho certo e seguro de santificação, já que se trata da mais importante finalidade da Igreja.
Onde principalmente se ensina aos fiéis a doutrina e a vida cristã, é na Missa. Pois, bem, o culto público ao Sagrado Coração, foi canonizado em 1765 por Clemente XIII, ao introduzir sua festa litúrgica, com Missa e ofícios próprios.
Este ensinamento, mediante a liturgia, é dada pela Igreja com frases suas ou com frases tomadas da Escritura (quer em seu sentido próprio, quer em seu sentido ajustado). Nas recentes modificações introduzidas com novas leituras e o evangelho na nova missa do Sagrado Coração , o tema bíblico dominante é o do amor a Cristo que se apresenta como Bom Pastor.
A importância que a Igreja concede atualmente ao Sagrado Coração, esta sublinhada pela categoria de sua festa, solenidade de primeira classe, das quais há somente 14 ao ano no calendário universal.
Além disso, a festa de Cristo Rei, também solenidade de primeira classe, esta estreitamente unida à espiritualidade do Sagrado Coração. Pio XI declarou ao instituí-la que precisamente a Cristo é reconhecido como Rei, por famílias, cidades e nações, mediante a consagração a seu Coração. E determinou que em tal festa fosse renovado todos os anos a consagração do mundo ao Coração de Cristo.
Toda esta atitude litúrgica da Igreja tem a finalidade de estimular nossa prática cristã pondo especial interesse em celebrar sua festa: comungando, assimilando seus ensinamentos, utilizando as orações litúrgicas, a consagração, etc. Como dizia Pio XI na encíclica Quas primas: "As celebrações anuais da liturgia têm uma eficácia maior que os solenes documentos do magistérios para formar ao povo nas coisas da fé".

Consagração da Família aos Sagrados Corações de Jesus e Maria

Santíssimos corações de Jesus e Maria,unidos no amor perfeito,como nos olhais com carinho e misericórdia,consagramos nossos corações,nossas vidas, e nossas famílias a Vós.
Conhecemos que o belo exemplode Vosso lar em Nazaré foi um modelopara cada uma de nossas famílias. Esperamos obter, com Vossa ajuda,a união e o amor forte e perdurávelque vos destes.
Que nosso lar seja cheio de alegria.Que o afeto sincero, a paciência, a tolerância,e o respeito mútuo sejam dados livremente a todos.
Que nossas oraçõesincluam as necessidades dos outros,não somente as nossas.E que sempre estejamos próximos dos sacramentos.
Abençoai a todos os presentese também aos ausentes,tantos os vivos como os defuntos;que a paz estejam conosco,e quando formos provados,concedei a resignação cristãà vontade de Deus.
Mantende nossas famílias pertode Vossos Corações;que Vossa proteçãoespecial esteja sempre conosco.
Sagrados Corações de Jesus e Maria,escutai nossa oração.
Amém.

Promessas do Sagrado Coração

Principais promessas feitas pelo Sagrado Coração de Jesus a Santa Margarita de Alacoque:
Às almas consagradas a meu Coração, lhes darei as graças necessárias para seu estado.
Darei paz às famílias.
As consolarei em todas suas aflições.
Serei seu amparo e refúgio seguro durante a vida, e principalmente na hora da morte.
Derramarei bênçãos abundantes sobre seus projetos.
Os pecadores encontrarão em meu Coração a fonte e o oceano infinito de misericórdia.
As almas tíbias se tornarão fervorosas.
As almas fervorosas serão rapidamente elevadas a grande perfeição.
Abençoarei as casas em que a imagem de meu Sagrado Coração estiver exposta e for honrada.
Darei aos sacerdotes a graça de mover os corações empedernidos.
As pessoas que propagarem esta devoção, terão escrito seu nome em meu Coração e jamais será apagado dele.
A todos os que comungarem nove primeiras Sextas-feiras do mês contínuos, o amor onipotente de meu Coração lhes concederá a graça da perseverança final.

A grande promessa: A Eucaristia

Entre as muitas e ricas promessas que Jesus Cristo fez aos que fossem devotos de seu Sagrado Coração, sempre chamou a atenção a que fez aos que comungassem em sua honra as nove primeiras sextas-feiras do mês seguidos. É tal, que todos a conhecem com o nome da Grande Promessa.
A Devoção ao Coração divino de Jesus Cristo começou a ser praticada, em sua essência, já no início da Igreja, pois os Santos tiveram muito presente, ao honrar a Jesus Cristo, que tinha manifestado seu Coração, símbolo de seu amor em momentos augustos. Contudo, esta devoção, em sua forma atual, deve-se às revelações que o próprio Cristo fez a Santa Margarida Maria (1649-1690), sobretudo quando em 16 de junho de 1657, descobrindo seu Coração, disse-lhe:
"Eis aqui este Coração que amou tanto aos homens, que não omitiu nada até esgotar-se e consumir-se para manifestar-lhes seu amor, e por todo reconhecimento, não recebe da maior parte mais que ingratidão, desprezo, irreverências e tibieza que têm para mim neste sacramento de amor".
Então foi quando Jesus deu a sua servidora o encargo de que se tributasse culta a seu Coração e a missão de enriquecer ao mundo inteiro com os tesouros desta devoção santificadora. O objeto e fim desta devoção é honrar o Coração adorável de Jesus Cristo, como símbolo do amor de um Deus para nós; e a vista deste Sagrado Coração, abrasado de amor pelo homens, e ao mesmo tempo desprezado por estes, nos deve mover a amá-lo e a reparar a ingratidão de que é objeto.
Entre as práticas que compreende esta devoção, conformes com o fim da mesma, sobressai a da Comunhão das nove primeiras sextas-feiras do mês, para conseguir além da graça da penitência final, segundo a promessa feita pelo próprio Sagrado Coração a Santa Margarida Maria, para todos os fiéis.
Eis aqui a promessa:
Uma Sexta feira, durante a Sagrada Comunhão, disse estas palavras a sua devota serva:
"Eu te prometo, na excessiva misericórdia de meu Coração, que meu amor todopoderoso concederá a todos os que comungarem nove primeiras sextas feiras do mês seguidos a graça final da penitência; não morrerão em pecado nem sem receber os sacramentos, e meu divino Coração lhe será asilo seguro naquele último momento".
O que é necessário fazer para obter esta graça:
Comungar nove primeiras sextas-feiras do mês seguidos em graça de Deus, com intenção de honrar ao Sagrado Coração de Jesus.
Como pode ser feita:
Pela manhã pode ter a Comunhão geral em boa hora, e à tarde uma função mais ou menos breve e solene ao Coração de Jesus expondo ao Santíssimo, explicando ou lendo a intenção do mês, o algo sobre ela, rezando as ladainhas ou algum ato de desagravo ou de consagração. Caso de se poder fazer isto à tarde, pode ser feito tudo pela manhã na Missa de Comunhão ou na Missa vespertina se houver.
Quando não há função ou culto público ou não se pode assistir a ele, faça-o em particular o que se faz por outros em público. Para o qual se pode rezar a oração que segue adiante, e além disso as ladainhas do Coração de Jesus ou alguma consagração ao Coração de Jesus.

Fonte: Acidigital

domingo, 28 de setembro de 2008

“A EUCARISTIA E MARIA, AUXILIO DOS CRISTÃOS”


Sonho de São João Bosco sobre as duas colunas

Nota: São João Bosco teve o sonho descrito abaixo em 1862, portanto antes da realização do Concílio Vaticano I, que se deu em 1870.

Dom Bosco, no dia 26 de maio, havia prometido aos jovens que lhes contaria alguma coisa bonita no último ou no penúltimo dia do mês. No dia 30 de maio, pois, contou, à noite, uma parábola ou semelhança, como ele quis chamá‑la.
Quero contar‑lhes um sonho. É verdade que quem sonha não raciocina, todavia, eu, que lhes contaria até mesmo os meus pecados, se não tivesse medo de fazer que vocês todos fugissem e fazer cair a casa, lhes conto isso para utilidade espiritual de vocês. O sonho, eu o tive há alguns dias.
Imaginem vocês estarem comigo numa praia do mar, ou antes, sobre um escolho isolado, e de não ver outro espaço de terra a não ser aquele que lhes está sob os pés. Em toda aquela vasta superfície das águas se via uma multidão inumerável de navios em ordem de batalha, cujas proas eram terminadas por um agudo esporão de ferro em forma de lança, que, onde era dirigido, feria e traspassava qualquer coisa. Estes navios estavam armados com canhões, carregados com fuzis e armas de todo gênero, com matérias incendiárias, e também com livros, e avançavam contra um navio muito maior e mais alto que todos eles. Por meio do esporão, tentam chocar‑se com ele, incendiá‑lo, ou ao menos causar‑lhe todo o dano possível.
Aquela nave majestosa, ricamente adornada, era escoltada por muitas navezinhas que recebiam dela os sinais de comando e executavam manobras para se defender das frotas adversárias.
O vento lhes era desfavorável e o mar agitado parecia favorecer os inimigos. No meio da imensa extensão do mar elevavam‑se acima das ondas duas robustas colunas, altíssimas, pouco distantes uma da outra. Sobre uma delas havia a imagem da Virgem Imaculada, em cujos pés pendia um longo cartaz com esta inscrição: Auxilium Christianorum (Auxílio dos Cristãos). Sobre a outra, que era muito mais alta e mais grossa, havia uma Hóstia de grandeza proporcional à coluna, e debaixo um outro cartaz com as palavras: Salus Credentium (Salvação dos que crêem).
O Pontífice Romano, Comandante supremo da grande nau, vendo o furor dos inimigos e a má situação em que se achavam as suas fiéis navezinhas, decide reunir junto de si os pilotos dos navios auxiliares, para acordarem sobre o que se deveria fazer. Todos os pilotos sobem e se reúnem em torno do Papa. Mantêm uma reunião, mas, enfurecendo‑se cada vez mais o vento e a tempestade, eles são mandados de volta para dirigir seus próprios navios.
Ocorrendo um pouco de calmaria, o Papa reúne pela segunda vez em torno de si todos os pilotos, enquanto a nau capitania segue o seu curso. Mas a borrasca volta espantosa. O Papa permanece no timão, e todos os seus esforços são dirigidos a levar a nau para o meio daquelas duas colunas, de cujo cimo pendem, em toda a volta delas, muitas âncoras e grossos ganchos presos a correntes.
Os navios inimigos manobram para assaltá‑la, e empregam todos os meios possíveis para detê‑la e fazê‑la afundar, algumas com livros e escritos; outras procurando lançar a bordo as matérias incendiárias de que estão cheias; outras com os canhões, com os fuzis, e com os esporões.
O combate se torna cada vez mais encarniçado. As proas inimigas se chocam violentamente com o navio do Pontífice, mas seus esforços e seu ímpeto se revelam inúteis. Em vão repetem o ataque e esgotam seu poder e munições. A grande nau prossegue segura e ilesa seu caminho. Ocorre por vezes que os golpes formidáveis descarregados em seus flancos abrem largas e profundas brechas, mas em seguida sopra um vento e as brechas se fecham e os furos se obstruem.
E explodem os canhões dos assaltantes, despedaçam‑se os fuzis, e todas as outras armas e os esporões; são destruídos muitos navios que se afundam no mar. Então, os inimigos, furibundos, começam a combater com armas brancas; e com as mãos, com os punhos, com blasfêmias e com maldições.
Eis que o Papa, ferido gravemente, cai. Os que estão junto a ele correm a ajudá‑lo e o levantam, mas o Papa é ferido pela segunda vez, cai de novo e morre.
Um grito de alegria e de vitória ressoa entre os inimigos; sobre os seus navios se dá um louco frenesi. Mas tão logo morto o Pontífice, um outro Papa o substitui em seu posto. Os pilotos reunidos o elegeram tão subitamente que a notícia da morte do Papa chegou com a notícia da eleição do Sucessor. Os adversários começam a perder o ânimo.
O novo Papa dispersa e supera todos os obstáculos e guia o navio até as duas colunas. Chegando junto a elas, o ata com uma corrente que pendia da proa a uma âncora da coluna sobre a qual estava a Hóstia; e com uma outra corrente que pendia da popa o ata a uma outra âncora, que pendia da coluna sobre a qual estava colocada a Virgem Imaculada.
Então, aconteceu uma grande reviravolta. Todos os navios, que até aquele momento tinham combatido a nau do Papa, fogem, se dispersam, se chocam entre si e se despedaçam. Uns naufragam e arrastam a outros. Muitas navezinhas que tinham combatido valorosamente com o Papa se aproximam das duas colunas atando‑se a elas com correntes. Muitas outras naus que por temor tinham se afastado e se encontravam a grande distância ficam prudentemente observando, até que, desaparecidos nos abismos do mar os restos de todos os navios destroçados, com grande vigor vogam em direção daquelas duas colunas, onde, chegando, se prendem aos ganchos pendentes das mesmas colunas, e aí ficam tranqüilas e seguras, junto com a nau principal, sobre a qual está o Papa. No mar se produz uma grande calma.
Dom Bosco, neste ponto, interrogou Dom Rua: Que pensa o Sr. deste relato?
Dom Rua respondeu: Parece‑me que a nau do Papa seja a Igreja, da qual ele é o Chefe: os navios, os homens, o mar são este mundo. Aqueles que defendem o grande navio são os bons afeiçoados à Santa Sé, os outros são os seus inimigos que com toda sorte de armas tentam aniquilá‑la. As duas colunas de salvação, me parece que sejam a devoção a Maria Santíssima e ao Santíssimo Sacramento da Eucaristia=.
Dom Rua não disse nada sobre o Papa caído e morto, e Dom Bosco calou‑se também sobre isso. Somente acrescentou: Disseste bem. É preciso somente corrigir uma expressão: as naus dos inimigos são as perseguições [à Igreja]. Preparam‑se gravíssimos sofrimentos para a Igreja. O que até agora aconteceu é quase nada comparado com aquilo que deve acontecer. Os seus inimigos são figurados pelos navios, que tentam afundar, se pudessem, a nau capitania. Só restam dois meios para salvar‑se entre tanta confusão: a devoção a Maria Santíssima e a freqüência à Comunhão. Todos devemos nos empenhar em os empregarmos e fazer com que sejam empregados em toda parte, e por todos. Boa noite!
Essa visão de Dom Bosco, narrada e resumida em poucas palavras, é própria para os nossos tempos. Do muito que se poderia dizer, o que nos cabe salientar aqui é que Deus está mostrando aos homens, através do sonho de Dom Bosco, que existem dois pilares, os quais nós não poderemos nunca deixar que se percam, que sejam suprimidos, que sejam eliminados, que são a EUCARISTIA e a poderosa proteção da VIRGEM MARIA.

A EUCARISTIA é a alma da Igreja de Deus, o corpo precisa da alma para viver. Somos o Corpo Místico da Igreja, portanto precisamos de Jesus‑Alimento, Jesus‑Eucaristia. Sem alimento, não vivemos mas morremos. Sem alimento espiritual, a alma perece; o corpo parece vivo mas a alma já está morta.

A VIRGEM MARIA é a presença maior dada por Deus pai e por Jesus para livrar‑nos do demônio. Ela cuida da Igreja de Jesus desde os primeiros tempos de sua formação. As incansáveis súplicas, advertências, lágrimas de sangue vertidas dos olhos de imagens, as manifestações sobrenaturais ocorridas em aparições, bem como as mensagens deixadas por ela durante aparições, muitas das quais ainda hoje continuam, vêm atestar o cuidado de uma mãe zelosa e preocupada com seus descaminhados e descuidados filhos.

Certo dia, o Cardeal Schuster disse a um salesiano: Vi reproduzida a visão das duas colunas, que apareceram a Dom Bosco. Diga a seus superiores que a façam reproduzir em imagens e postais e as difundam por todo o mundo católico, porque essa visão de Dom Bosco é de grande atualidade: a Igreja e o povo cristão só se salvarão com estas duas devoções: “A Eucaristia e Maria, Auxílio dos Cristãos”.
Fonte: Lemoyne: Memórias Autobiográficas de Dom Bosco, vol VII, pp.169 a 171.
A FAMÍLIA CAT[ÓLICA

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

PAPA BENTO XVI ESTARÁ PRESENTE NA ABERTURA DO SÍNODO DOS BISPOS

Bento XVI preside a Eucaristia na abertura do Sínodo dos Bispos

Bento XVI vai celebrar uma eucaristia, na Basília São Paulo Fora de Muros, no próximo dia 5 de Outubro, assinalando a abertura da XII Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, sob o tema «A Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja».
A celebração está marcada para as 9h30 da manhã e estarão presentes todos os participantes do Sínodo a decorrer no Vaticano, entre os dias 5 e 26 de Outubro. De Portugal estarão presentes D. António Taipa, bispo auxiliar do Porto, e D. Anacleto Oliveira, bispo auxiliar de Lisboa.
Fonte: Ag. ECCLESIA

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

BENTO XVI: PARA SER DIGNO DA EUCARISTIA, É PRECISO APRENDER A PERDOAR

BENTO XVI: PARA SER DIGNO DA EUCARISTIA, É PRECISO APRENDER A PERDOAR
Albano,
- Bento XVI sublinhou, neste domingo, a importância da capacidade de perdoar, porque sem ela, os fiéis não podem se aproximar "dignamente" da Eucaristia, uma vez que se "não nos comunicarmos entre nós", ficamos impossibilitados de nos comunicar com Deus.Na homilia da santa missa que presidiu, na Catedral de Albano _ localidade próxima a Castel Gandolfo, onde o papa se encontra _ por ocasião da dedicação do altar-mor, que passou por uma obra de restauração, o Santo Padre reiterou que o amor de Cristo "é a energia espiritual que une os que participam do sacrifício e se nutrem do único pão para a salvação do mundo", a Eucaristia. Como é possível apresentar-se diante do altar, para receber a Eucaristia, se estivermos divididos e distantes uns dos outros _ perguntou o pontífice, exortando, portanto, ao perdão recíproco, antes de se achegar ao altar, para receber o "pão da Vida".Para o papa, "é indispensável" a reconciliação fraterna "para se apresentar dignamente diante do altar". "Portanto _ exortou Bento XVI _ toda vez que vocês se aproximarem do altar para a celebração eucarística, que seu espírito se abra ao perdão e à reconciliação fraterna, e que vocês estejam prontos a aceitar o pedido de desculpas daqueles que os feriram e estejam prontos, igualmente, a perdoá-los." (AF)
Fonte: RV

quinta-feira, 19 de junho de 2008

49º CONGRESSO EUCARÍSTICO DE QUEBÉC DEVE RENOVAR A IGREJA

Papa espera que Congresso Eucarístico de Québec renove Igreja

CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 19 de junho de 2008 .
- Bento XVI desejou nesta quinta-feira que o Congresso Eucarístico Internacional que está acontecendo em Québec renove a fé dos fiéis, não só no Canadá, mas no mundo inteiro.
Ao final da audiência geral, o Papa se dirigiu aos participantes no encontro, que acontece de 15 a 22 de junho, sobre o tema: «A eucaristia, dom de Deus para a vida do mundo».
Falando desde a praça de São Pedro no Vaticano, o Papa assegurou: «Estou espiritualmente presente neste solene encontro eclesial, e espero que seja para as comunidades cristãs canadenses e para a Igreja universal um tempo forte de oração, de reflexão e de contemplação do mistério da sagrada Eucaristia».
«Que seja também uma ocasião propícia para reafirmar a fé da Igreja na presença real de Cristo no Santíssimo Sacramento do altar», desejou. Bento XVI confessou sua esperança em que o Congresso Eucarístico Internacional «reavive nos fiéis, não só do Canadá, mas de tantas outras nações do mundo, a consciência daqueles valores evangélicos e espirituais que forjaram sua identidade ao longo da história». Papa espera que Congresso Eucarístico de Québec renove Igreja
Fonte:ZENIT.org

EUCARISTIA DÁ FORÇA DE EVANGELIZAÇÃO

CONGRESSO EUCARÍSTICO INTERNACIONAL DE QUÉBEC: EUCARISTIA DÁ FORÇA DE EVANGELIZAÇÃO, DIZ CARDEAL TOMKO

Québec, 18 jun (RV) - Prossegue com grande participação de fiéis o 49º Congresso Eucarístico Internacional, que está se realizando em Québec, no Canadá. Hoje, quarta-feira, o cardeal-arcebispo de Buenos Aires, Jorge Mario Bergoglio, aborda o tema "A Eucaristia edifica a Igreja, sacramento de salvação". Por sua vez, ontem, o arcebispo de Lion, na França, Cardeal Philippe Barbarin, se deteve sobre o tema "A Eucaristia, memorial do mistério pascal". As conferências, como os principais eventos do Congresso, estão disponíveis na internet no novo portal www.ecdq.tv, lançado pela arquidiocese de Québec como instrumento de comunicação entre a Igreja local e fiéis do mundo inteiro.

Cardeal-arcebispo de Buenos Aires, Jorge Mario Bergoglio

Entrevistado pela Rádio Vaticano, o legado pontifício para esse Congresso, Cardeal Jozef Tomko, falou-nos do binômio Eucaristia-evangelização. Eis o que disse:Cardeal Jozef Tomko:- “O Congresso já é um instrumento também de evangelização para as pessoas que se encontram afastadas ou _ digamos assim _ não muito decididas em relação à fé, que têm ainda algumas dúvidas; mas a Eucaristia também para a evangelização significa muito porque dá força. A evangelização não é uma brincadeira: a evangelização requer, sobretudo, o testemunho. Esse é o primeiro instrumento. Para ter a força de testemunhar, de onde se pode buscar essa força a não ser do próprio Cristo? Portanto, em primeiro lugar, reforçar a fé, e daí a finalidade também desse Congresso, num ambiente, como o é também no Canadá, como o do Ocidente europeu e não somente. Desse modo a Eucaristia, que é a presença viva de Cristo vivo ressuscitado, é fundamental.”P. Quais são os fenômenos que dão a esperança de uma renovação espiritual do mundo e da Igreja? Cardeal Jozef Tomko:- “Sobretudo a presença da fé viva, e talvez também a presença de dificuldades, porque foram relatados casos dos nossos tempos em que a Eucaristia foi um sustento enorme. Eu mesmo trouxe exemplos da minha pátria, a Eslováquia, porque muitos daqueles que saíram das prisões me contaram o que significava para eles a Eucaristia, que muitas vezes chegava até eles de modo rocambolesco, muitas vezes escondida no biscoito, no pão... que tinha que passar pelo controle carcerário. Mas que força tinha essa Eucaristia! São coisas bonitas e fortes! Como eu trouxe também para esse Congresso o exemplo _ muito conhecido _ do cardeal vietnamita François Xavier Nguyên Van Thuân, que na cela de isolamento conseguia até mesmo celebrar a missa. Para o pão era mais fácil, mas para o vinho tinha que recebê-lo como se fosse remédio. Assim ele celebrava a Eucaristia consagrando algumas gotas de vinho colocadas na palma da mão. Ele sabia toda a liturgia da missa de memória e era assim que conseguia celebrar na cela de isolamento.” (RL)

sexta-feira, 23 de maio de 2008

"A REVOLUÇÃO CRISTÃ É A MAIS PROFUNDA DA HISTÓRIA HUMANA"

PAPA NA MISSA DE CORPUS CHRISTI: "A REVOLUÇÃO CRISTÃ É A MAIS PROFUNDA DA HISTÓRIA HUMANA"

Cidade do Vaticano, 23 mai (RV) - Depois de vários dias de chuva em Roma, finalmente ontem o céu se abriu pouco antes de o papa deixar o Vaticano para celebrar, na Basílica de São João de Latrão, a Solenidade de Corpus Christi. A celebração reúne todos os anos milhares de fiéis da Diocese de Roma, num evento que se tornou tradição. A liturgia foi animada pelo coral diocesano, dirigido por Monsenhor Marco Frisina.Em sua homilia, Bento XVI explicou que depois do tempo forte do ano litúrgico - primeiro os quarentas dias da Quaresma, depois os cinqüenta dias do Tempo Pascal - a liturgia nos faz celebrar três festas que tem um caráter significativo: A Santíssima Trindade, Corpus Christi e por fim o Sagrado Coração de Jesus.
Ilustrando o significado desta solenidade, ele afirmou que a Eucaristia é o “sacramento de Deus, que não abandona o homem no caminho, mas fica ao seu lado e lhe indica a direção”. “Não basta ir em frente, é necessário ver para onde se vai. Não basta o progresso se não existem pontos de referência. Se se corre fora da estrada, pode-se cair em um precipício ou afastar-se mais rapidamente da meta. Deus nos criou livres, mas não nos deixou sós”, afirmou. Bento XVI acrescentou que Deus acompanha sempre o homem, “para que nossa liberdade tenha critério para discernir o caminho justo e percorrê-lo”, e pediu aos católicos que olhem para além de diferenças como nacionalidade e classe social para concentrarem-se na fé comum que os une todos.O papa ressaltou os gestos fundamentais da celebração de Corpus Christi, que se realiza em três períodos: a primeira, a missa, a reunião de todos os fiéis ao redor do Altar; a segunda, a procissão do Santíssimo, ou seja, caminhar com Deus, e a terceira, ajoelhar-se perante o Santíssimo, a adoração. Sobre a primeira etapa, lembrou as palavras do apóstolo Paulo: “Não há judeus nem gregos, nem escravos nem livres, nem homens nem mulheres, já que todos são um em Cristo". O papa disse que nessas palavras "sente-se a verdade e a força da revolução cristã, a revolução mais profunda da história humana”.
Bento 16 ressaltou que a Eucaristia jamais pode ser uma coisa privada, mas é um culto público, que não tem nada de esotérico, de exclusivo. Em relação à procissão, o papa disse que significa fazer o caminho com Cristo, com a força que dá, e sobre a terceira, a adoração, afirmou que quem se ajoelha perante Jesus não pode e não deve se prostrar perante qualquer poder terreno, por mais forte que seja. A celebração se encerrou com a Procissão Eucarística, até a Basílica de Santa Maria Maior, onde um grande número de fiéis aguardava, desde as 18h, a chegada da procissão. Havia bandeiras das cores do Vaticano, da Itália e até do Brasil, expostas nas janelas dos prédios nas redondezas da Basílica. Bento XVI participou do evento levado por um veículo especial. Os fiéis percorreram a Rua Merulana fazendo orações, cantando e meditando os Salmos. Ajoelhado diante do Santíssimo, o Santo Padre seguiu silenciosamente em adoração, e do patamar da Basílica Santa Maria Maior, concedeu a bênção eucarística. (CM)

Fonte: Rádio Vaticano

quinta-feira, 22 de maio de 2008

HOJE - FESTA DE CORPUS CHRISTI

Corpus Christi
A Festa de Corpus Christi é a celebração em que solenemente a Igreja comemora a instituição do Santíssimo Sacramento da Eucaristia; sendo o único dia do ano que o Santíssimo Sacramento sai em procissão às nossas ruas.
É a data adotada na Igreja Católica, para comemorar apresença real de Jesus Cristo no sacramento da Eucaristia, pela mudança da substância do pão e do vinho na de seu corpo e de seu sangue.


A origem da Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo remonta ao século XII. A Igreja sentiu necessidade de realçar a presença real do "Cristo todo" no pão consagrado. Esta necessidade se aliava ao desejo do homem medieval de "contemplar" as coisas.
Surgiu nesta época o costume de elevar a hóstia depois da consagração. Disseminava-se uma controvertida piedade eucarística, chegando ao ponto das pessoas irem à igreja mais "verem" a hóstia do que para participarem efetivamente da eucaristia.

A Festa de Corpus Christi foi instituída pelo Papa Urbano IV com a Bula ‘Transiturus’ de 11 de agosto de 1264, para ser celebrada na quinta-feira após a Festa da Santíssima Trindade, que acontece no domingo depois de Pentecostes. O Papa Urbano IV foi o cônego Tiago Pantaleão de Troyes, arcediago do Cabido Diocesano de Liège na Bélgica, que recebeu o segredo das visões da freira agostiniana, Juliana de Mont Cornillon, que exigiam uma festa da Eucaristia no Ano Litúrgico.Juliana nasceu em Liège em 1192 e participava da paróquia Saint Martin. Com 14 anos, em 1206, entrou para o convento das agostinianas em Mont Cornillon, na periferia de Liège. Com 17 anos, em 1209, começou a ter ‘visões’,(que retratavam um disco lunar dentro do qual havia uma parte escura. Isto foi interpretado como sendo uma ausência de uma festa eucarística no calendário litúrgico para agradecer o sacramento da Eucaristia). Com 38 anos, em 1230, confidenciou esse segredo ao arcediago de Liège, que 31 anos depois, por três anos, será o Papa Urbano IV (1261-1264), e tornará mundial a Festa de Corpus Christi, pouco antes de morrer.A ‘Fête Dieu’ começou na paróquia de Saint Martin em Liège, em 1230, com autorização do arcediago para procissão eucarística só dentro da igreja, a fim de proclamar a gratidão a Deus pelo benefício da Eucaristia. Em 1247, aconteceu a 1ª procissão eucarística pelas ruas de Liège, já como festa da diocese. Depois se tornou festa nacional na Bélgica.A festa mundial de Corpus Christi foi decretada em 1264, 6 anos após a morte de irmã Juliana em 1258, com 66 anos. Santa Juliana de Mont Cornillon foi canonizada em 1599 pelo Papa Clemente VIII.O decreto de Urbano IV teve pouca repercussão, porque o Papa morreu em seguida. Mas se propagou por algumas igrejas, como na diocese de Colônia na Alemanha, onde Corpus Christi é celebrada antes de 1270.O ofício divino, seus hinos, a seqüência ‘Lauda Sion Salvatorem’ são de Santo Tomás de Aquino (1223-1274), que estudou em Colônia com Santo Alberto Magno. Corpus Christi tomou seu caráter universal definitivo, 50 anos depois de Urbano IV, a partir do século XIV, quando o Papa Clemente V, em 1313, confirmou a Bula de Urbano IV nas Constituições Clementinas do Corpus Júris, tornando a Festa da Eucaristia um dever canônico mundial. Em 1317, o Papa João XXII publicou esse Corpus Júris com o dever de levar a Eucaristia em procissão pelas vias públicas.

O Concílio de Trento (1545-1563), por causa dos protestantes, da Reforma de Lutero, dos que negavam a presença real de Cristo na Eucaristia, fortaleceu o decreto da instituição da Festa de Corpus Christi, obrigando o clero a realizar a Procissão Eucarística pelas ruas da cidade, como ação de graças pelo dom supremo da Eucaristia e como manifestação pública da fé na presença real de Cristo na Eucaristia.Em 1983, o novo Código de Direito Canônico – cânon 944 – mantém a obrigação de se manifestar ‘o testemunho público de veneração para com a Santíssima Eucaristia’ e ‘onde for possível, haja procissão pelas vias públicas’, mas os bispos escolham a melhor maneira de fazer isso, garantindo a participação do povo e a dignidade da manifestação.


A Eucaristia é um dos sete sacramentos e foi instituído na Última Ceia, quando Jesus disse :‘Este é o meu corpo...isto é o meu sangue... fazei isto em memória de mim’. Porque a Eucaristia foi celebrada pela 1ª vez na Quinta-Feira Santa, Corpus Christi se celebra sempre numa quinta-feira após o domingo depois de Pentecostes.

Fonte: Vivos

CORPUS CHRISTI – TAPETES DA PROCISSÃO

CORPUS CHRISTI – Elaboração dos tapetes utilizados durante a Procissão


A confecção de tapetes de rua é uma magnífica manifestação de arte popular que tem como origem a comemoração do Corpus Christi.
Milhares de turistas visitam diversas cidades em todo o Brasil onde este trabalho é executado com afinco, doação e muito amor. São verdadeiras obras de arte.
Utilizando diversos tipos de materiais, como serragem colorida, borra de café, farinha, areia e alguns pequenos acessórios, como tampinhas de garrafas, flores e folhas, as pessoas montam, com grande arte, um tapete pelas ruas, com dizeres e figuras relativas a festa. Por este tapete passa a procissão, seguida pelas pessoas que participam com fervor.
É uma das mais tradicionais festas do Brasil e é comemorado no país desde a chegada dos portugueses.
A tradição de fazer o tapete com folhas e flores vem dos imigrantes açorianos. Essa tradição praticamente desapareceu em Portugal continental, onde teve origem, mas foi mantida nos Açores e nos locais onde chegaram seus imigrantes.
O barroco enriqueceu esta festa com todas as suas características de pompa. Em todo o Brasil esta festa adquiriu contornos do barroco português. Corpus Christi é celebrado desde a época colonial com uma profusão de cores, música, expressões de grandeza e indescritível beleza.
Em nosso pais, a tradição de se fazer os tapetes de ruas acontece em inúmeras cidades. São planejados, trabalhados e executados por dedicados voluntários que começam os preparativos vários dias antes da solenidade. Atravessam noites e noites trabalhando.
Milhares de turistas visitam diversas cidades em todo o Brasil, onde este trabalho é executado com afinco, doação e muito amor. São verdadeiras obras de arte.