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Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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Mostrando postagens com marcador crianças. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Papa Francisco e as crianças

Papa no hospital: tratar também com a carinho-terapia


Papa Francisco visita Hospital Pediátrico Federico Gómez - REUTERS

15/02/2016 08:06



 
No final da tarde de domingo dia 14 de fevereiro o Papa Francisco visitou o Hospital Pediátrico Federico Gomez na Cidade do México. O Santo Padre encontrou-se com médicos, enfermeiros e pessoal auxiliar do hospital, mas, em particular, com as crianças internadas naquela unidade pediátrica da capital mexicana.
Este hospital trata por ano mais de 250 mil crianças doentes de cancro e de malformações congénitas. O Papa visitou as várias enfermarias e acariciou e abraçou muitas crianças e até vacinou uma delas. Entretanto, numa sala preparada para o efeito o Papa dirigiu algumas palavras às crianças conjugando os verbos agradecer e bendizer.
“Agradeço a Deus que me dá a oportunidade de vir visitar-vos, de me encontrar convosco e as vossas famílias neste Hospital; de poder partilhar um pouco da vossa vida, da vida de todas as pessoas que trabalham como médicos, enfermeiros, funcionários e voluntários que vos atendem. Obrigado!” – disse o Santo Padre.
De seguida o Papa referiu-se à passagem do Evangelho que “narra a vida de Jesus quando era criança” e “José e Maria, levaram-No ao Templo para O apresentarem a Deus.” O Papa recordou a figura do velho Simeão, um autêntico “avô” que ao ver Jesus começou a bendizer a Deus. Duas atitudes fundamentais: agradecer e bendizer.
O Santo Padre afirmou sentir-se muito identificado com estes dois ensinamentos de Simeão e afirmou que é muito importante “sentir-se cuidados e acompanhados, sentir-se amados e saber que estão procurando a melhor maneira de cuidar de nós. ” E sublinhou a ajuda da “carinho-terapia”:
“Quero pedir a Deus que vos abençoe, que acompanhe a vós e aos vossos familiares, a todas as pessoas que trabalham nesta casa e procuram que estes sorrisos continuem a crescer cada dia; a todas as pessoas que, não só com medicamentos mas sobretudo com a ‘carinho-terapia’, ajudam para que este tempo seja vivido com maior alegria. Tão importante a carinho-terapia, é tão importante. Às vezes, uma carícia ajuda tanto a recuperar.”
Francisco depois dirigiu-se às crianças perguntando-lhes se conheciam Juan Diego, o índio que viu Nossa Senhora de Guadalupe em 1531. “Quando o tio de Juanito caiu doente, este ficou muito preocupado e angustiado. Naquele momento, aparece a Virgem de Guadalupe e diz-lhe: Não se perturbe o teu coração, nem te inquiete coisa alguma. Não estou aqui Eu, que sou tua Mãe?” – afirmou o Papa.
Neste momento o Santo Padre pediu às crianças para fecharem os olhos e pediu-lhes um momento de silêncio para pedirem a Nossa Senhora aquilo que deseja o nosso coração. Rezaram todos uma Avé Maria.
Depois deste momento de encontro o Papa Francisco continuou a visitar o hospital e entrou, em particular, na ludoteca onde existe um pequeno sino que é tocado quando alguma criança vence a doença.
(RS)
Fonte RV

Papa Francisco e as crianças

Papa: "carinhoterapia" decisiva na recuperação de crianças doentes


Papa, com o conta-gotas, medica pequeno paciente do Hospital - REUTERS

15/02/2016 01:55 

Cidade do Vaticano (RV)

– O último compromisso do Papa Francisco neste domingo (14/02), terceiro dia em terras mexicanas, foi a visita ao Hospital pediátrico Federico Gomez, um centro de excelência na Cidade do México, voltado ao atendimento das crianças mais pobres do país. Anualmente são 255 mil as crianças atendidas e 6 mil as internações.



Sempre acompanhado pela Primeira Dama Angelica Rivera e pelo Diretor do Hospital, Dr, José Alberto Garcia Aranda, Francisco percorreu diversas alas do Hospital. Inicialmente, saudou 36 crianças, acompanhadas de familiares, no primeiro andar do hospital, onde pronunciou seu discurso. O Papa saudou uma a uma as crianças, dando a elas de presente um terço. Em um dos pequenos pacientes, com um pequeno conta-gotas, pingou uma medicação em sua boca. Emoção, gestos de carinho e atenção especial a cada um dos pequenos marcou o encontro.
Para o encontro foram preparadas catequeses, quer para as crianças, como para alguns funcionários e médicos do hospital. O recurso do teatro, com uma história que falava sobre o Papa Francisco, foi usada para preparar as crianças.
Após as breves palavras de acolhida da Primeira Dama, o Papa dirigiu algumas palavras às crianças e aos funcionários, onde destacou a importância da “carinhoterapia” e das palavras “bendizer e agradecer”.
Após, depositou flores aos pés de uma imagem de São Francisco, no pátio do hospital, dirigindo-se então ao Setor de Oncologia, onde encontrou crianças que fazem quimioterapia. Uma delas cantou Ave Maria em latim para o Papa, num dos momentos comoventes do encontro.
A entrada de Francisco na Sala do Sino foi outro momento forte. O badalar indica a cura de uma criança. Na verdade, foram duas badaladas já que, recentemente, duas crianças ficaram curadas. Uma delas é a pequena Helena Luz, que no sábado, 13, completou 7 anos. O som produzido pelo sino é como que uma advertência ao céu, um agradecimento, de que uma criança foi curada. O gesto é realizado na presença de crianças em tratamento para servir de encorajamento e esperança.


***

A seguir, o Papa encontrou de forma privada pacientes em tratamento. As imagens, por desejo do Pontífice, não foram transmitidas. Por fim, o Papa deixou o Hospital rumo à Nunciatura, onde pernoitará.
Eis a íntegra do discurso:

Senhor Presidente,
Senhora Primeira Dama,
Senhora Secretária da Saúde,
Senhor Diretor,
Membros do Patronato,
Famílias aqui presentes,
Amigas e amigos, queridas crianças,
boa tarde!

Agradeço a Deus que me dá a oportunidade de vir visitar-vos, de me encontrar convosco e as vossas famílias neste Hospital; de poder partilhar um pouco da vossa vida, da vida de todas as pessoas que trabalham como médicos, enfermeiros, funcionários e voluntários que vos atendem, tanta gente que está trabalhando por vocês.
Há uma passagem no Evangelho que nos narra a vida de Jesus quando era criança. Era bem pequenino, como alguns de vós. Um dia os seus pais, José e Maria, levaram-No ao Templo para O apresentarem a Deus. Então encontram um ancião que se chamava Simeão, que ao ver o Menino, com muita determinação e velhinho e com grande alegria e gratidão, toma-O nos braços e começa a bendizer a Deus. Ao ver o menino Jesus, duas coisas nasceram nele: um sentimento de gratidão e o desejo de bendizer.Ou seja, dar graças a Deus e teve vontade de bendizer.
Simeão é o «avô» que nos ensina estas duas atitudes fundamentais: agradecer e bendizer.
Aqui, eu digo para vocês. ps médicos bendizem vocês, cada vez que cuidam de vocês as enfermeiras, todo o pessoal, todos os que trabalham bendizem vocês, as crianças. Porém vocês também têm que aprender a bendizê-los e  pedir a Jesus que cuide deles, porque eles cuidam de vocês. Eu aqui sinto-me (e não só pela idade) muito identificado com estes dois ensinamentos de Simeão. Por um lado, ao atravessar aquela porta e ver os vossos olhos, os vossos sorrisos, os vossos rostos, veio-me o desejo de dar graças. Obrigado pelo carinho com que me recebeis; obrigado pelo afeto com que sois cuidados e acompanhados. Obrigado pelo esforço de muitos que estão a dar o seu melhor para poderdes recuperar rapidamente. É muito importante sentir-se cuidados e acompanhados, sentir-se amados e saber que estão procurando a melhor maneira de cuidar de nós. Por todas estas pessoas, digo obrigado.
E, ao mesmo tempo, quero abençoar-vos. Quero pedir a Deus que vos abençoe, que acompanhe a vós e aos vossos familiares, a todas as pessoas que trabalham nesta casa e procuram que estes sorrisos continuem a crescer cada dia; a todas as pessoas que, não só com medicamentos mas sobretudo com a «carinhoterapia», ajudam para que este tempo seja vivido com maior alegria. Tão importante "a carinhoterapia"! Tão importante" às vezes um carinho ajuda tanto a recuperar-se
Conheceis o índio Juan Diego? Levante a mão quem o conhece..... Quando o tio de Juanito, Juan Diego, caiu doente, este ficou muito preocupado e angustiado. Naquele momento, aparece a Virgem de Guadalupe e diz-lhe: «Não se perturbe o teu coração, nem te inquiete coisa alguma. Não estou aqui Eu, que sou tua Mãe?»
Temos a nossa Mãe. Peçamos-Lhe que nos ofereça ao seu Filho Jesus. E agora vou pedir às crianças uma coisa, fechem os olhos, fechemos os olhos e peçamos aquilo que deseja o nosso coração hoje; um pouqinho de silêncio com os olhos fechados e dentro peçamos o que queremos. E agora juntos digamos para nossa Mãe: Ave Maria…

Que o Senhor e a Virgem de Guadalupe sempre vos acompanhem. Muito obrigado! E, por favor, não vos esqueçais de rezar por mim”.

Fonte RV

sábado, 9 de janeiro de 2016


Papa batizará 26 crianças. Acompanhe com a Rádio Vaticano

Francisco batiza criança na Capela Sistina - ANSA
Cidade do Vaticano (RV) –

Neste domingo, 10 de janeiro, a liturgia celebra a festa do Batismo do Senhor. Tradicionalmente, o Papa celebra a Missa com o rito do Batismo na Capela Sistina. Nesta ocasião, Francisco batizará 26 crianças – 13 meninas e 13 meninos – normalmente filhos de funcionários do Vaticano.
O Programa Brasileiro transmite esta cerimônia ao vivo, com comentários em português, a partir das 09h20 – hora local (06h20 no horário de Brasília).

Celebração sugestiva
Trata-se de uma das celebrações mais sugestivas do ano. O choro e o balbuciar das crianças mistura-se às vozes do Coral da Capela Sistina, conferindo uma sonoplastia pouco usual ao ambiente frequentado diariamente  por milhares de turistas para contemplar os afrescos de Michelangelo, e também local onde são eleitos os pontífices.
Na cerimônia do ano passado, uma das crianças era brasileira: Martin, filho da jornalista do Programa Brasileiro Mariangela Jaguraba e de John-Baptist, do Programa Inglês-África da Rádio Vaticano.

A importância do exemplo
Em sua homilia, o Papa Francisco exortou os pais a darem exemplo com a vivência diária da fé, fazendo os filhos crescerem “imersos no Espírito Santo”, recomendando que se rezasse mais ao Espírito.
“Todos os dias, adquiram o hábito de ler um pequeno trecho do Evangelho, pequeninho e levai sempre convosco uma pequena Bíblia no bolso, na bolsa, para poder lê-la. E isto será o exemplo para os filhos, ver o pai, a mãe, os padrinhos, avós, tios, lerem a Palavra de Deus”.

Rezar pelas mães que não podem dar de comer
Francisco incentivou as mães a aleitarem, “também agora, hein? Se choram de fome, amamentem-os, tranquilamente”, convidando também a agradecer o Senhor pelo “dom do leite”. Então pediu:
“Rezemos por aquelas mães – e são tantas, infelizmente – que não estão em condição de dar de comer aos seus filhos. Rezemos e procuremos ajudar estas mães”.

Fonte: R Vaticana

domingo, 25 de maio de 2014

Missa na Praça da Manjedoura

Missa na Praça da Manjedoura: apelo em defesa das crianças




Belém (RV) – O momento alto das atividades do Papa, na manhã deste domingo, segundo dia da sua Viagem Apostólica à Terra Santa, foia celebração Eucarísitca na Praça da Manjedoura.

De fato, depois do encontro com as Autoridades Palestinas, no Palácio Presidencial de Belém, o Santo Padre se deslocou, em papamóvel, para a Praça da Manjedoura, também conhecida como “Praça do Berço”, onde era aguardado por uma grande multidão de fiéis e pela Prefeita católica da cidade, Vera Baboun.

No caminho rumo a Belém, saindo do protocolo, o Papa desceu do papamóvel e se aproximou do muro, que divide Belém de Israel, onde encostou a cabeça e se deteve, por alguns minutos, em oração.

Ao chegar à Praça da Manjedoura, entre aplausos e gritos de “viva o Papa”, o Pontífice presidiu à celebração Eucarística, da qual participou, entre as muitas autoridades civis e religiosas, o Presidente palestino, Mahmoud Abbas.

Em sua homilia, o Santo Padre partiu da citação evangélica: “Isto vos servirá de sinal: encontrareis um menino envolto em panos e deitado numa manjedoura”. Comentando este versículo de Lucas (2,12), o Papa Francisco exclamou:

“Que grande graça celebrar a Eucaristia neste lugar, onde Jesus nasceu! Agradeço a Deus e a vocês, que me acolhem nesta minha peregrinação; agradeço ao Presidente Mahmoud Abbas e demais autoridades, ao Patriarca Fouad Twal, os outros Bispos e Ordinários da Terra Santa, os sacerdotes, as pessoas consagradas e aos que trabalham para manter vivas a fé, a esperança e a caridade nestes territórios; agradeço ainda as delegações de fiéis, vindas de Gaza e da Galileia, e os imigrantes da Ásia e da África. Obrigado a todos pela presença!

Após a sua saudação, o Bispo de Roma fez uma reflexão sobre o Menino Jesus, nascido em Belém, sinal enviado por Deus para quem esperava a salvação; ele permanece sempre o sinal da ternura de Deus e da sua presença no mundo. E o Papa continuou:

“Também hoje as crianças são um sinal: sinal de esperança, sinal de vida, mas, sobretudo, sinal de ‘diagnóstico’ para se compreender o estado de saúde de uma família, de uma sociedade, do mundo inteiro. Quando as crianças são acolhidas, amadas, protegidas, tuteladas, a família é sadia, a sociedade melhora, o mundo é mais humano”.

Também para nós, homens e mulheres do século XXI, explicou o Pontífice, isto representa um sinal para procurar o Menino. O Menino de Belém é frágil, como todos os recém-nascidos. Ele não sabe falar! No entanto, é a Palavra que se fez carne e veio mudar o coração e a vida dos homens. Aquele Menino, como qualquer criança, é frágil e, como tal, precisa ser ajudado e protegido. Sobretudo, hoje, as crianças devem ser acolhidas e defendidas, desde o ventre materno.

Infelizmente, neste nosso mundo, que desenvolveu tecnologias tão sofisticadas, recordou o Papa, há tantas crianças que vivem em condições desumanas, à margem da sociedade, nas periferias das grandes cidades ou nas zonas rurais; crianças exploradas, maltratadas, escravizadas, vítimas de violência e de tráficos ilícitos; crianças exiladas, refugiadas e, por vezes, anegadas nos mares, sobretudo no Mediterrâneo. Tudo isso deve causar-nos vergonha diante Menino-Deus.

Aqui, o Papa perguntou: “Quem somos nós diante do Menino Jesus? Quem somos nós diante das crianças de hoje? Somos como Maria e José, que acolheram Jesus e cuidaram dele, com amor maternal e paternal? Ou somos como Herodes, que o quis eliminar? Somos como os pastores, que vieram adorá-lo e trazer-lhe presentes? Ou ficamos indiferentes, limitando-nos a ser pessoas que exploram as crianças pobres para fins de lucro? Somos capazes de permanecer com elas, ouvi-las, defendê-las e rezar por elas e com elas?

Hoje, disse ainda o Santo Padre, tantas crianças choram, por fome e frio, por doença e falta de remédios e de carinho. Neste mundo, onde se proclama a tutela dos menores, as armas acabam nas mãos de crianças-soldado; os menores se tornam trabalhadores e escravos. Quantas Raquéis, hoje, também choram por seus filhos. Será que este pranto não nos interpela?

O Papa Francisco concluiu sua homilia exortando os fiéis a meditarem sobre esta frase evangélica: “Isto vos servirá de sinal”. Desta profunda reflexão, pode brotar um novo estilo de vida, onde as relações deixam de ser conflito, opressão ou consumismo, para se tornarem relações de fraternidade, de perdão, de reconciliação, de partilha e de amor. (MT)


Fonte: Rádio Vaticano

quinta-feira, 14 de abril de 2011

MISSA PELAS CRIANÇAS DA ESCOLA DE REALENGO

RIO: DOM ORANI PRESIDE MISSA POR CRIANÇAS DA ESCOLA DE REALENGO Rio de Janeiro, 14 abr (RV) - Com a presença de artistas, autoridades e mais de 5 mil pessoas, o arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta, celebrou na manhã de ontem a missa de 7º dia pelas 12 crianças assassinadas por Wellginton Menezes de Oliveira, no massacre da escola municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona oeste da capital fluminense. Programada para se realizar no pátio da escola, o grande número de pessoas obrigou a Arquidiocese do Rio a mudar a celebração para a rua lateral. Alunos do colégio atuaram como coroinhas e o público exibiu cartazes em homenagens às 12 crianças mortas. Dom Orani abriu a celebração defendendo a união pela paz no Rio de Janeiro. “É hora de olharmos para frente, para o futuro. Para fazermos da cidade e do país um lugar de paz, justiça e tranqüilidade”. Para ele, a escola municipal Tasso da Silveira agora “tem que voltar a ser uma escola”. “O local deve se tornar um lugar onde as crianças possam estudar com tranquilidade. Entregamos a Deus todos os pedidos colocados nas manifestações na frente da escola. Após sete dias, como diz a tradição da Igreja Católica, que possamos retomar a vida com novos compromissos” - disse.Após a celebração católica, foi realizado um ato inter-religioso com pastores protestantes, integrantes da Maçonaria, da umbanda, judaísmo e islamismo. O sheikh Jihad Hassan Hammadeh, da União Nacional das Entidades Islâmicas, desvinculou o episódio da crença islâmica. “Não devemos olhar para a religião do criminoso, mas sim para a índole dele. Lembrando uma passagem do Alcorão, o livro sagrado ensina a importância das crianças para a nossa sociedade: As crianças são o ornamento do mundo” - disse.(CM) Fonte: RV

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

HAITI, ONU ALERTA: CRIANÇAS CORREM ALTOS RISCOS

Nova York (RV)


- Segundo o Comitê da ONU sobre os Direitos das Crianças, meninos e meninasdo Haiti seriam quase metade da população do país, por isso acesso à água limpa e cuidados de higiene são considerados vitais. O Comitê das Nações Unidas sobre os Direitos das Crianças afirmou que está profundamente preocupado com os possíveis efeitos devastadores do terremoto que atingiu o Haiti sobre os meninos e meninas do país.Em comunicado emitido ontem, segunda-feira, o Comitê fez um apelo para que todos os envolvidos na ajuda humanitária prestem atenção especial à vulnerabilidade das crianças que sobreviveram ao desastre.O órgão diz que elas vão enfrentar muitos perigos adicionais, pois são as mais afetadas por catástrofes.Segundo o Comitê, as necessidades especiais e os direitos das crianças devem ser levados em conta durante a distribuição de alimentos.O órgão, que está reunido em sessão em Genebra, ressalta ainda que está alarmado com notícias de saques no Haiti, e que as crianças precisam ser protegidas de todas as formas de violência e exploração, incluindo abuso sexual.Os dezoito membros do Comitê também alertam para os milhares de meninos e meninas que foram separados das famílias após o terremoto: “é fundamental que eles sejam identificados assim que possível”.Neste sentido, o Unicef começou a visitar hospitais e praças onde se encontra a população desabrigada de Porto Príncipe, Haiti, para tentar identificar menores que foram separados de seus familiares em seguida ao tremor. A representante do Unicef na América Latina e no Caribe, Tamara Hahn, destacou que depois dos desastres registrados no país, as crianças são a parcela mais vulnerável da população, devido ao alto risco de tráfico ilegal de menores órfãos.Segundo Tamara, embora não haja cifras exatas de todos os menores desamparados, serão criados centros de recepção seguros para as crianças que perderam os pais, onde serão oferecidos tratamentos psicológico e médico.O Fundo das Nações Unidas para a Infância enfatizou também a necessidade de doações de roupas e comidas para os menores. (ONU - CM)


Fonte: RV

quinta-feira, 9 de abril de 2009

CRIANÇAS E ADOLESCENTES BRASILIROS FAZEM INTERCÂMBIO CULTURAL NA ITÁLIA

CRIANÇAS E ADOLESCENTES DO BRASIL PARTICIPARÃO DE INTERCÂMBIO CULTURAL NA ITÁLIA
...................Abaetetuba

Abaetetuba,


- Dezoito crianças e adolescentes de Abaetetuba (Pará), integrantes do projeto "Dançando e cantando com amor, para construir um mundo melhor", viajam pela primeira vez à Itália para um intercâmbio cultural. O projeto é fruto da parceria entre a Associação “Insieme (Juntos): Cremona-Itália” e as obras Sociais de Abaetetuba, através da Pastoral do Menor. A viagem à Itália será em maio próximo. Durante um mês, as crianças vão conhecer monumentos históricos de algumas cidades do norte da Itália; participar de encontros em escolas, paróquias, comunidades, organizações não governamentais num intercâmbio cultural e social. As crianças estão se preparando também para apresentar danças e músicas expressivas da cultura do estado do Pará. O grupo deve visitar ainda os colaboradores italianos que contribuem para a realização de atividades sociais da diocese de Abaetetuba, especialmente da Pastoral do Menor. O projeto "Dançando e cantando com amor, para construir um mundo melhor" tem a finalidade de garantir o resgate da auto-estima dos adolescentes de Abaetetuba, estimulando-os aos valores éticos e morais da solidariedade e justiça para com os adolescentes. Para realizar as ações do projeto, a Pastoral do Menor conta com ajuda de voluntários e parcerias do setor empresarial, mas também precisa de maior apoio para ampliar a sua atuação. De fato, seu coordenador recorda: “Necessitamos de mais voluntários e, sobretudo, de maior atenção orçamentária por parte dos governantes e do setor empresarial”. (MT)
Fonte: RV

ABAETETUBA

Abaetetuba é um município brasileiro do estado do Pará.Foi desmembrado do território da capital do Estado em 1880, de acordo com a Lei nº 973, de 23 de março que também constituiu o município como autônomo.Um ano depois, em 1881, o presidente interino da Câmara em Belém, José Cardoso da Cunha Coimbra instalou no município a Câmara Municipal de Abaeté.Francisco de Azevedo Monteiro é historicamente considerado o fundador, pois nesse território fundou um pequeno povoado, em 1724.
A região também foi ocupada por frades Capuchos, que fundaram o Convento do Una, e ainda, pelos jesuítas, que instalaram a freguesia de São Miguel de Beja.
O nome primitivo do município era Abaeté que, na língua tupi, significa homem forte, valente, prudente e ilustre. Por meio do Decreto Lei nº 4.505, de 30 de dezembro de 1943, foi instituído o nome Abaetetuba. Atualmente, o Município é composto pelos distritos de Abaetetuba (sede) e Beja.Localiza-se a uma latitude 01º43'05" sul e a uma longitude 48º52'57" oeste, estando a uma altitude de 10 metros.Sua população estimada em 2005 era de 131.158 habitantes.
Representa uma encantadora surpresa para quem a visita pela primeira vez. Simples em seu traçado e nas construções urbanas, a cidade cresceu às margens do Rio Maratauíra (ou Meruú), um dos afluentes do Rio Tocantins. Seu povo é alegre, bastante hospitaleiro e, sobretudo, apaixonado por sua terra.Abaetetuba é uma dessas cidades que guarda tantas peculiaridades que a soma delas acaba gerando uma cultura que torna seus habitantes apaixonados pela terra, cujo "bairrismo" salta os olhos de quem a visita pela primeira vez. Mesmo quando seus moradores encontram-se espalhados por aí, estão sempre prontos para falar maravilhas do seu torrão natal. Suas dissertações sobre a "terra maratuia" são autênticas declarações de amor.O município reúne, de fato, algumas coisas dignas de serem visitadas e admiradas. Há as que, por certo, estão perdidas no passado, mas que a persistência de muitos traz de volta ao presente. É o caso dos engenhos que tornaram a cachaça de Abaetetuba imortalizada nos versos do grande Ruy Barata, ao cantar "só lembrar da mardita me lembrei de abaeté...". Outro acervo folclórico que só existe na recordação dos mais velhos é bem representados pelos "fofoi" e "fofia".
Fonte: Apontador

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

CRIANÇAS ESTÂO PERDENDO DIREITO DE NASCER

Crianças com trissomia estão perdendo direito de nascer
A Santa Sé presta homenagem a Jérôme Lejeune
Por Anita S. Bourdin

ROMA,

-Depois de 50 anos, a descoberta do professor Lejeune revolucionou a atenção das crianças com Trissomia 21, afirmou nesta terça-feira o professor Bruno Dallapiccola: «Algo importante mudou na história», houve uma «vitória». Agora, no entanto, graças a essa descoberta, as crianças com trissomia nunca chegam a nascer.
«As novas fronteiras da genética e o risco do eugenismo» é o tema do congresso organizado pela Academia Pontifícia para a Vida, que acontecerá no Vaticano nos próximos dias 20 e 21 de fevereiro, por ocasião da assembléia geral anual desta instituição.
O congresso foi apresentado no Vaticano pelo bispo Rino Fisichella, presidente da Academia, por Dom Ignacio Carrasco de Paula, chanceler, e pelo professor Bruno Dallapiccola, professor de genética médica na Universidade de Roma «La Sapienza».
Durante a coletiva de imprensa de apresentação, Zenit perguntou sobre a relação entre o progresso científico e o progresso ético, partindo do caso da descoberta da Trissomia 21 pelo professor Jérôme Lejeune, há 50 anos.
Lejeune (1926-1994) foi o médico geneticista francês que descobriu que a síndrome de Down se deve à presença de um cromossomo a mais. Recebeu numerosos reconhecimentos internacionais, mas nunca o Prêmio Nobel de Medicina, segundo alguns, por causa de suas posições éticas, em particular, sua oposição quanto ao aborto. João Paulo II o nomeou primeiro presidente da Academia Pontifícia para a vida.
A possibilidade de diagnóstico acabou permitindo tecnicamente que se abortem as crianças com síndrome de Down antes do nascimento.
Dom Carrasco, que foi amigo do professor Lejeune, como sublinhou, afirmou que este «nunca se arrependeu de sua descoberta». «A ética é possível!», acrescentou, citando o exemplo do hospital católico Gemelli de Roma, onde «se vive a ética».
«As crianças com trissomia vêm ao mundo lá. E graças à melhora de suas condições de vida, podemos resolver os problemas que devem ser enfrentados», explicou.
O professor Dallapiccola recordou também com entusiasmo que antes da descoberta do professor Lejeune, as crianças que sofriam de trissomia 21 eram consideradas, em italiano, crianças afetadas de «idiotez mongoloide», que significava a pior enfermidade da inteligência.
Agora, observou, 50 anos depois, «as crianças com trissomia conseguiram conquistar uma autonomia jamais vista antes, graças aos tratamentos de psicomotricidade, e podem integrar-se discretamente na sociedade. Obtêm diplomas. A descoberta do professor Lejeune permitiu esta vitória», explicou.
Não obstante, o professor Dallapiccola não minimizou o fato de que a «seleção pré-natal» faz que uma – de duas mil crianças – portadora de uma enfermidade rara «não tenha direito de nascer», e que o diagnóstico também conduziu à morte dos embriões diagnosticados.
Contudo, destacou que, apesar do diagnóstico, cada ano ele conhece entre 10 e 20 famílias que decidem prosseguir a gravidez e acolher uma criança portadora de Trissomia 21.
Em 1963, o professor Dallapiccola foi visitar o professor Lejeune em Paris. Desde então, corrobora, «algo importante mudou na história» e na sociedade frente a estas crianças, e disso «não deve se arrepender».

Fonte:ZENIT.org

domingo, 24 de agosto de 2008

ESCRAVIDÃO DE MENORES NA ITÁLIA


SAVE THE CHILDREN:
NA ITÁLIA, MILHARES DE MENORES EM VÁRIAS FORMAS DE ESCRAVIDÃO

Roma,
- Centenas de crianças e adolescentes, de ambos os sexos, provenientes, sobretudo, da Romênia e da Nigéria, como também de outros países da África e da Ásia, estão envolvidas na Itália, em várias formas de escravidão: entre essas encontram-se a exploração sexual, atividades ilegais, pedir esmolas, trabalho forçado, adoções internacionais ilegais e, presume-se, também o tráfico de órgãos.
É o que denuncia o relatório sobre menores na Itália, difundido nesta sexta-feira pela organização sem fins lucrativos para a promoção e defesa das crianças, Save the Children, na vigília do Dia internacional em recordação da escravidão e da sua abolição, hoje celebrado.
O dossiê, intitulado ‘Pequenos escravos’, examina o tráfico de seres humanos no mundo e na Itália: estima-se que, ao todo, as vítimas desse deplorável fenômeno sejam ao menos 2 milhões e 700 mil. 80% é constituído por mulheres e crianças.
No que diz respeito à Itália, as pessoas que receberam assistência e proteção entre 2000 e 2007 foram 54.559.
Segundo o dossiê, são provenientes do Leste Europeu, sobretudo, os menores explorados preponderantemente na prostituição, em pedir esmolas, em atividades ilegais; enquanto da África e da Ásia chegam à Itália muitos dos adolescentes utilizados no trabalho forçado.
No que concerne ao envolvimento de crianças no comércio internacional de órgãos, foram abertas algumas investigações.
Em particular, está em andamento uma investigação da Procuradoria de Roma sobre um presumível tráfico de menores da Albânia, que se suspeita tenham sido transportados ilegalmente para a Grécia e Itália, onde teriam sido submetidos à extração de órgãos. (RL)
Fonte: RV