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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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Clique sobre a foto para a visita guiada em 15 etapas
Mostrando postagens com marcador Rádio Vaticano. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

RESUMO: PAPA NO MÉXICO

Missão cumprida: a Rádio Vaticano com o Papa no México


Jovem abraça o Papa após dar seu testemunho no encontro com os jovens - OSS_ROM

18/02/2016 15:05

Cidade do Vaticano (RV)
 
 – A equipe do Programa Brasileiro da Rádio Vaticano encerra a cobertura especial da Viagem Apostólica do Papa Francisco ao México. Ao todo, foram 11 transmissões extraordinárias. Na Cidade do México, nosso enviado especial acompanhou de perto os passos do Papa Francisco que, em sua primeira visita à terra de Nossa Senhora de Guadalupe, foi como peregrino de paz e misericórdia.
Abaixo, disponibilizamos os links para o conteúdo especial produzido ao longo da cobertura, entre 12 e 18 de fevereiro.
 
Sexta-feira, 12 de fevereiro
Havana, Cuba
1ª Parte 16h45  – Encontro do Papa e do Patriarca de Moscou e todas as Rússias 
 2ª Parte 19h55
 
Sábado, 13 de fevereiro
Cidade do México (CDMX)
14h – Encontro com as Autoridades, Sociedade Civil e Corpo Diplomático
15h – Encontro com os Bispos
20h45 – Santa Missa na Basílica de Guadalupe
 
Domingo, 14 de fevereiro
Ecatepec
15h – Santa Missa
Cidade do México (CDMX)
21h30 – Visita ao Hospital Pediátrico “F. Gomez”
 
Segunda-feira, 15 de fevereiro
San Cristóbal
14h – Santa Missa com as comunidades indígenas de Chiapas
Tuxtla-Gutiérrez
20h – Encontro com as famílias
 
Terça-feira, 16 de fevereiro
13h45 – Morelia
Santa Missa com sacerdotes, religiosos, consagrados e seminaristas
20h15 – Morelia
Encontro com os jovens
 
Quarta-feira, 17 de fevereiro
Ciudad Juárez
15h15 – Visita à Penitenciária Estatal
16h45 – Encontro com o mundo do trabalho
20h45 – Santa Missa
(Áudio – Vídeo – Texto) 
Fonte RV

sábado, 9 de janeiro de 2016


Papa batizará 26 crianças. Acompanhe com a Rádio Vaticano

Francisco batiza criança na Capela Sistina - ANSA
Cidade do Vaticano (RV) –

Neste domingo, 10 de janeiro, a liturgia celebra a festa do Batismo do Senhor. Tradicionalmente, o Papa celebra a Missa com o rito do Batismo na Capela Sistina. Nesta ocasião, Francisco batizará 26 crianças – 13 meninas e 13 meninos – normalmente filhos de funcionários do Vaticano.
O Programa Brasileiro transmite esta cerimônia ao vivo, com comentários em português, a partir das 09h20 – hora local (06h20 no horário de Brasília).

Celebração sugestiva
Trata-se de uma das celebrações mais sugestivas do ano. O choro e o balbuciar das crianças mistura-se às vozes do Coral da Capela Sistina, conferindo uma sonoplastia pouco usual ao ambiente frequentado diariamente  por milhares de turistas para contemplar os afrescos de Michelangelo, e também local onde são eleitos os pontífices.
Na cerimônia do ano passado, uma das crianças era brasileira: Martin, filho da jornalista do Programa Brasileiro Mariangela Jaguraba e de John-Baptist, do Programa Inglês-África da Rádio Vaticano.

A importância do exemplo
Em sua homilia, o Papa Francisco exortou os pais a darem exemplo com a vivência diária da fé, fazendo os filhos crescerem “imersos no Espírito Santo”, recomendando que se rezasse mais ao Espírito.
“Todos os dias, adquiram o hábito de ler um pequeno trecho do Evangelho, pequeninho e levai sempre convosco uma pequena Bíblia no bolso, na bolsa, para poder lê-la. E isto será o exemplo para os filhos, ver o pai, a mãe, os padrinhos, avós, tios, lerem a Palavra de Deus”.

Rezar pelas mães que não podem dar de comer
Francisco incentivou as mães a aleitarem, “também agora, hein? Se choram de fome, amamentem-os, tranquilamente”, convidando também a agradecer o Senhor pelo “dom do leite”. Então pediu:
“Rezemos por aquelas mães – e são tantas, infelizmente – que não estão em condição de dar de comer aos seus filhos. Rezemos e procuremos ajudar estas mães”.

Fonte: R Vaticana

domingo, 29 de novembro de 2015


PAPA FRANCISCO NA AFRICA

Papa no Uganda: síntese informativa do último dia da visita



Papa Francisco com os jovens no Uganda - ANSA

 

De Kampala, no Uganda, o nosso colega de redação, Filomeno Lopes, enviado especial da Rádio Vaticano ao Uganda, fez uma síntese das atividades do Santo Padre no dia 28 de novembro.
 
A longa jornada do segundo e penultimo dia, sabado 28 de novembro de 2015,  desta visita apostolica do Papa Francisco aqui na terra do sangue ecuménico dos martires da Africa moderna e contemporanea, iniciou, tal como fora programado, com a  visita ao santuario catolico dos martires de Namugongo onde o Papa rezou  diante do altar onde estao conservadas, as reliquias do S. Carlos Lwanga antes de proceder depois a  celebraçao da santa missa. Mais de trezentas mil pessoas, entre fieis e peregrinos provenientes de todos os cantos da regiao da Africa do Leste e do Comesa, e dentre eles também o presidente da republica  Youweri Museveni, sua esposa e os descendentes da dinastia dos Reis dos povos Buganda, o Rei Ronald Mwenda Mutebi, assistiram a santa missa, animada com cantos e danças liturgicas tipicas das mais variadas tradiçoes que compoem o mosaico da cultura liturgica da Africa do Leste.
Na sua homilia o Papa Francisco recordou aos presentes que “desde a Idade apostolica até aos nossos dias, surgiu um grande numero de testemunhas que proclamam Jesus e manifestam a força do Espirito Santo. Hoje, prosseguiu Francisco, lembramos, com gratidao, o sacrificio dos martires ugandeses, cujo testemunho de amor a Cristo e à sua Igreja chegou, justamente, até aos confins do mundo. Recordamos também, prosseguiu o Santo Padre, os martires anglicanos, cuja morte por Cristo da testemunho do ecumenismo do sangue. Todas estas testemunhas, disse ainda Francisco, cultivaram o dom do Espirito Santo na sua vida e, livremente, deram testemunho da sua fé em Jesus Cristo, mesmo a preço da vida”. Ora, hoje a fé destes martires, sublinhou o Santo Padre, “tornou-se testemunho; venerados hoje como martires, o seu exemplo continua a inspirar muitas pessoas no mundo” que continuam a proclamar Jesus Cristo e a força da Cruz” na historia da salvaçao da humanidade hodierna.
 Por conseguinte, aos fieis cristaos africanos, chamados mais do que nunca hoje a serem embaixadores dos valores da fé libertadora de Jesus Cristo numa Africa e num mundo em violentos conflitos permanentes de varia ordem, “se nos, disse o Papa, como cristaos reavivarmos diariamente o dom do Espirito que habita nos nossos coraçoes, tornar-nos-emos certamente naqueles discipulos missionarios que Cristo nos chama a ser”. Sobretudo, “selo-emos para as nossas familias e os nossos amigos, mas também para aqueles que nao conhecemos, especialmente para quantos poderiam ser pouco benevolos e até mesmo hostis para connosco”. Este espirito de abertura, lembrou Francisco, “começa na familia, nos nossos lares, onde se aprende a caridade e o perdao, e onde, no amor dos nossos pais, se aprende a conhecer a misericordia e o amor de Deus”. Mas sobretudo, advertiu o Papa, “a referida abertura exprime-se também no cuidado pelos idosos e os pobres, as viuvas e os orfaos”.
Finalmente, Francisco lembrou a todos os presentes “que nao tomamos posse desta herança com uma comemoraçao passageira” nem tao pouco como algo par ser “conservado num museu como se fosse uma joia preciosa. Mas honramo-la verdadeiramente, quando levamos o seu testemunho de Cristo para os nossos lares e a para os nossos vizinhos, para os locais de trabalho e a sociedade civil, quer em nossas casas, quer tenhamos de ir  até ao canto mais remoto do mundo”.
Na parte da tarde eis, finalmente, a realizaçao do tao almejado encontro do Papa Francisco com os jovens em Kololo, onde estavam ja reunidos desde 5 horas da manha, alguns até desde às duas horas de madrugada. Mediante um discurso improvisado, Francisco quis assim, mais que pronunciar um discurso aos jovens, dialogar com eles sobre a responsabilidade que lhes cabe pelo fato de serem herdeiros do sangue ecuménico dos martires da Africa moderna e contemporanena. Enfim, tratou-se de uma ocasiao para os jovens presentes de reponder a questao “o que é que a esperança na herança do sangue ecuménico dos martires africanos significa em termos de responsabilidade social, na construçao de uma futura Africa e humanidade, se nao melhor, pelo menos,  menos pior do presente que nos é dado viver hoje.
  Foi depois a vez do abraço com os aflitos, os paraliticos do sistema mundo na casa da caridade de Nalukolongo aos quais Francisco sublinhou enfaticamente, “que Cristo esta presente no meio de vos, nesta casa, pois, Ele proprio disse que onde estao presentes os doentes, os aflitos, os pobres e os marginalizados Ele esta presente no meio deles”.
Finalmente o encontro com sacerdotes, religiosos, religiosas e seminaristas aos quais o Papa pediu também maior testemunho de vida e sobretudo, maior atençao e empenho misericordioso para com os fieis e de modo particular para com os jovens chamados  a testemunharem a  “razao da sua esperança” em Cristo numa Africa desejosa de paz, de justiça e de reconciliaçao.

Fonte: Radio Vaticano
 

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

OS BRASILEIROS E A VIAGEM DO PAPA AO LÍBANO

O interesse dos brasileiros pela viagem do Papa ao Líbano
Cidade do Vaticano

- Facebook do Programa Brasileiro da Rádio Vaticano nos dias em que Bento XVI
visitou o Líbano. Desde sexta-feira, dia 14 até o final de sábado, dia 15,
tivemos 127.343 visitas. A eloqüência desse número traduz o interesse dos
brasileiros pelo Santo Padre, por sua visita ao Líbano e a confiança na Rádio
Vaticano.Certamente influiu bastante, nesse número, a imensa Comunidade
Libanesa espalhada por todo Brasil. Podemos afirmar que em nossa pátria vivem
mais libaneses que no próprio Líbano, sem falar do incalculável número de
descendentes dos filhos do País dos Cedros.Também não podemos deixar de
destacar que no sábado tivemos o belíssimo encontro de Bento XVI com a juventude
libanesa e de todo Oriente Médio, inclusive com um grupo significativo de jovens
muçulmanos.A entrada dos fac-símiles da cruz peregrina e do ícone de
Nossa Senhora deram o toque de uma Jornada Mundial da Juventude e alguém chamou
esse encontro de pequena Jornada Mundial da Juventude Médio
Oriental.Também o Vice-Presidente do Conselho para o Apostolado dos
Leigos no Líbano, Arcebispo de Saida dos Greco-melquitas, Dom Elie Haddad, em
sua saudação ao Santo Padre, garantiu a presença de um grupo de jovens do
Oriente Médio na Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro, em 2013.
(CAS)
Fonte: RV

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

O DRAMA DOS CRISTÃOS DO IRAQUE E O PERIGO DE SEREM ESQUECIDOS

O drama dos cristãos no Iraque e o perigo de ser esquecido, denunciado pelos bispos, numa mesa redonda na Rádio Vaticano


Um sínodo especial sobre a situação dos cristãos do Médio Oriente será pedido ao Papa pelos bispos caldeus do Iraque para sensibilizar a Igreja Católica inteira para o drama das comunidades cristãs dos lugares do Antigo e do Novo Testamento que correm o perigo de extinção. Os problemas são os mesmos no Iraque, no Líbano e e na Palestina: os cristãos deixam o país explicou D. Luís Sako, arcebispo de Kirkuk, presente em Roma com os seus irmãos no episcopado para a visita quinquenal ad limina apostolorum e que na tarde desta quarta feira participou numa mesa redonda na sede da Rádio Vaticano. Na manhã desta quinta feira Bento XVI recebeu já em audiência um grupo destes bispos.Um sínodo especial como aquele sobre a Africa que se efectuará em Roma em Outubro próximo – explicou o arcebispo de Kirkuk permitiria perceber melhor o problema. Se não existe uma visão clara, os cristãos não permanecerão no Médio Oriente e deixarão esta terra, um tempo abençoada e agora maldita. No centro do sínodo, acrescentou, deveria estar a relação com as maiorias muçulmanas.Aquele dos cristãos no Iraque permanece para o arcebispo Sako o drama no drama; uma comunidade expulsa com a força e a intimidação ,quando não mesmo com a morte, da própria casa e obrigada a viver na indigência em Damasco ou em Aman, graças ás ajudas das organizações humanitárias, com a miragem de talvez um dia poderem regressar á pátria ou criar uma nova vida nos Estados Unidos, na Austrália ou no Canadá. Uma situação que representa bem a tragedia num país que vive na tragédia desde sempre: primeiro a ditadura, depois as guerras e a ocupação, o terrorismo e as lutas entre as várias facções para o controlo dos recursos e do território, num Estado que dá a impressão de precisar ainda de ser inventado.Ao lado de Mons. Sako, presente também Mons. Basuke Georges Casmoussa, arcebispo sírio-católico de Mosul, que há três anos foi vítima de um rapto: “Já antes da chegada dos americanos, havia dificuldades, mas depois estas centuplicaram. Em todo o caso, o verdadeiro problema não são os americanos, que mais cedo ou mais tarde partirão do Iraque”.No encontro participou também Mons. Shlemon Warduni, vigário patriarcal de Bagdad que exprimiu também a preocupação de que a comunidade internacional esqueça o drama iraquiano, e em especial a situação dos cristãos. Sobre a retirada das tropas americanas, considera que “a primeira coisa a fazer é restabelecer a paz e a segurança, e depois sim, podem ir embora”. E acrescentou ainda Mons. Warduni: “A democracia não se pode impor; há que a ensinar, requer uma educação nesse sentido”. Relativamente ao novo presidente norte-americano, Barak Obama, o prelado exortou ao optimismo: “Sofremos tanto por causa da anterior Administração de Washington. Agora, alguém há-de tratar das nossas feridas”.
“Levem lá o nosso petróleo, mas deixem o nosso país” – concluiu.

Fonte: RV