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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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Mostrando postagens com marcador Corpo de Cristo. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

QUARESMA

Iniciamos a Quaresma


Na Quarta-Feira de Cinzas, iniciamos a Quaresma, período de conversão e preparação para ”fazermos Páscoa”, para celebrarmos o encontro com Cristo Ressuscitado! É um tempo anual de renovação para toda a Igreja. No evangelho deste dia de jejum e abstinência, Cristo explicita quais os elementos que devem acompanhar a vida de cada cristão: a esmola, a oração e o jejum. Estas práticas surgem e nascem da essência do cristianismo. Fazem parte de nossa natureza, e não podemos ser autênticos seguidores de Cristo sem vivê-las com convicção e entusiasmo. Elas são termômetros de nossa fé. Se algum dia eu quiser saber como está a prática da minha fé, é só utilizá-las como medida.


Logo ao início do Evangelho, Cristo nos dá uma pista de como devemos vivê-las: “Ficai atentos para não praticar a vossa justiça na frente dos homens, só para serdes vistos”. A vaidade e o egoísmo são ácidos que corroem as boas intenções e obras, pois deformam nossa fé e produzem cristãos de aparência e medíocres. Nossa fé é fruto de um encontro pessoal com Cristo. Por isso, não basta uma cultura cristã, faz-se necessário criar elementos que permitam que cada pessoa faça a experiência pessoal do amor de Cristo. Isto só pode ser realizado no seio da comunidade. Aqui é onde fé individual e fé comunitária se encontram. Na verdade, ambas são os dois lados da mesma moeda. Cada geração deve dar seu sim a Deus.

O amor a Cristo é a motivação para a vivência da esmola, da oração e do jejum. Quantas vezes, na comunidade, podemos cair no erro de achar que tenho o direito de possuir um cargo ou uma função! Esta é uma visão distorcida da realidade. O serviço à comunidade nasce do serviço a Deus, do encontro com o Senhor. Quando a primeira motivação é Cristo, não existe trabalho mais ou menos digno, pois o valor de algo é transmitido pelo amor. Este amor só é possível no encontro em Cristo, na eucaristia, na Palavra, na liturgia, nas celebrações de que participamos com a nossa vida de conversão, preparada para acolher a graça de Deus com a oração, o jejum e a esmola.


Um momento importante na celebração da Quarta-Feira de Cinzas é a imposição das cinzas na cabeça dos fiéis, dizendo as palavras: "Convertei-vos e crede no evangelho!" ou "Lembra-te que és pó e ao pó voltarás". Cada um que se aproxima para recebê-las está dizendo a si mesmo e à comunidade que aceita entrar neste tempo penitencial que renova anualmente a Igreja e passará a ter práticas próprias deste tempo para renovar a sua vida batismal.


Conversão e crer no evangelho são variações da mesma nota, pois a conversão é crer no evangelho, aceitar a boa nova, a grande notícia que Cristo se encarnou para nos salvar. O significado da invocação “Lembra-te que és pó e ao pó voltarás” é explicado pelo Papa Bento XVI: “O homem é pó e ao pó retornará, mas é pó precioso aos olhos de Deus, porque Deus criou o homem destinando-o à imortalidade” (Audiência geral, 17 de fevereiro de 2012).

Colocar as cinzas em nossas cabeças é recordar nossa fragilidade e reconhecer a realidade de nossa existência necessitada. São as cinzas dos ramos bentos no Domingo de Ramos do ano precedente que caem sobre nossas cabeças. Domingo em que receberam Cristo pelas ruas de Jerusalém, e que nós atualizamos na celebração. Multidão, porém, que o abandou e o escarneceu na cruz. Esta multidão, hoje, somos nós, com nossos pecados, vaidade e egoísmo. As cinzas nos recordam a fragilidade de nosso existir e a nossa infidelidade ao batismo. Recordam que muitas vezes queremos dizer sim a Deus, mas a sedução do pecado é mais forte.


Não desanimemos! Temos um remédio: a confissão e a vivência da esmola, da oração e do jejum. Somos de Deus e a Deus voltaremos. Este é o princípio e fim de nossas vidas. Por isso mesmo, neste tempo abençoado uma prática essencial é participarmos da celebração penitencial, que, por tradição, em todas as paróquias torna-se possível, com maior número de sacerdotes que se unem para atender a comunidade. Também veremos que a conversão deverá ter atitudes concretas sugeridas pela Campanha da Fraternidade, sobre a saúde pública, e com a entrega do fruto de nossa penitência na Coleta da Solidariedade no Domingo de Ramos.


Aproveitemos para receber estas cinzas conscientes de que é o mesmo Cristo que nos convida à conversão neste tempo propício. E que suas palavras não são de repreensão, mas de amor e carinho. Cristo, hoje, olha em nossos olhos e diz: “Filho, eu tenho um premio para ti, e este prêmio é meu amor”. Que o amor e o desejo de servir a Deus, mesmo escondido e no silêncio, sejam nossa grande motivação da Quaresma, que ora iniciamos no itinerário rumo à paixão, morte e ressurreição do Redentor! Que o nosso jejum e a nossa abstinência de hoje tenham um gesto concreto no que deixarmos de comer e beber em favor da Campanha da Fraternidade que também iniciamos, e que o caro leitor poderá ofertar em suas comunidades eclesiais. Sejamos fraternos e solidários para viver bem este tempo favorável!


Dom Orani João Tempesta,

cisterciense, é arcebispo do Rio de Janeiro


quarta-feira, 25 de junho de 2008

OS VALORES SÓ SÃO TAIS QUANDO TÊM CRISTO COMO PONTO DE REFERÊNCIA



OS VALORES SÓ SÃO TAIS QUANDO TÊM CRISTO COMO PONTO DE REFERÊNCIA QUE LHES DÁ AUTENTICIDADE: A AUDIÊNCIA GERAL DO PAPA DEDICADA A SÃO MÁXIMO, O CONFESSOR


Cidade do Vaticano, 25 jun (RV) - Todos os nossos valores, inclusive aqueles que hoje defendemos com mais força, como a tolerância, a liberdade e o diálogo só se tornam verdadeiros, se tiverem um ponto de referência que os une e lhes dá a verdadeira autenticidade. Este ponto de referência é a figura de Cristo na qual aprendemos a verdade sobre nós mesmos e onde colocar todos os outros valores.

Foi este o fulcro da catequese de Bento XVI na audiência geral de hoje dedicada a São Máximo, o Confessor, um dos grandes Padres da Igreja do Oriente, nascido na Palestina, por volta do ano 580 e falecido aos 82 anos, mutilado e exilado na Cólchida, no Mar Negro, em 662, por ter confessado a fé na integridade de Cristo como Homem, dotado de vontade também humana.

A vida de São Máximo, o Confessor, deu ocasião ao papa para lembrar a necessidade da coragem de testemunhar também hoje a fé em Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro Homem, Salvador do mundo, sem nenhuma redução ou compromisso. Com efeito, São Máximo, acusado de heresia, por ter defendido que Cristo tinha uma verdadeira vontade humana, soube desafiar com “coragem indômita” o poder do imperador de então, sendo, por isto, processado e submetido a torturas e terríveis mutilações da língua e da mão direita, até a morte no exílio:

"São Máximo demonstra que o homem encontra a sua unidade, a integração de si mesmo, a sua totalidade, não em si mesmo, mas superando-se a si mesmo, saindo de si mesmo. Assim, também em Cristo, saindo de si mesmo, o homem encontra em Deus, no Filho de Deus, a si mesmo. Não se deve amputar o homem para explicar a Encarnação; é necessário apenas compreender o dinamismo do ser humano que só se realiza saindo de si mesmo; só em Deus encontramo-nos a nós mesmos. Vê-se, assim, que não o homem que se fecha em si é homem completo, mas o homem que se abre, que sai de si mesmo se torna completo e encontra-se a si mesmo precisamente no Filho de Deus, encontra a sua verdadeira humanidade.

"Bento XVI explicou, com base nos escritos de São Máximo, que a verdadeira liberdade não consiste em dizer “não” a Deus, mas em dizer “sim” a Ele, e à sua Vontade. “Devemos viver unidos a Deus, para estarmos, assim, unidos a nós mesmos e ao cosmo, dando ao próprio cosmo e à humanidade a justa forma:

"Pensemos nos valores hoje justamente defendidos, como a tolerância, a liberdade, o diálogo. Uma tolerância que não soubesse mais distinguir entre o bem e o mal se tornaria caótica e autodestrutiva. Assim também: uma liberdade que não respeitasse a liberdade dos outros e não encontrasse a medida das nossas respectivas liberdades, se tornaria anarquia e destruiria a autoridade. O diálogo que não sabe mais sobre o que dialogar se torna uma charla vazia. Todos estes valores são grandes, fundamentais, mas só podem ser verdadeiros valores se tiverem o ponto de referência que os une e que lhes dá a verdadeira autenticidade. Este ponto de referência é a figura de Cristo na qual aprendemos a verdade de nós mesmos a aprendemos, assim, onde colocar todos os outros valores.

"Como sempre, no final da audiência, o papa saudou os fiéis e peregrinos nas diversas línguas. Ouçamos as suas palavras em português:

Saúdo agora os fiéis de língua portuguesa da Missão católica de Sion (na Suíça) e da comunidade que vive à sombra do benemérito Convento franciscano do Varatojo (no Patriarcado de Lisboa), e todos os peregrinos vindos do Brasil e demais países lusófonos. Viestes a Roma, junto do túmulo dos Apóstolos, revigorar a vossa fé cristã e os vínculos de amor e de obediência à Igreja, que Jesus quis fundar sobre Pedro. Que os vossos corações, fortes na fé, possam estar sempre ao serviço do amor de Deus, e que as suas bênçãos desçam abundantes sobre vós e sobre as vossas famílias!

Antes de encontrar-se com os cerca de 14 mil turistas e peregrinos presentes na Praça São Pedro, o Santo Padre benzeu a nova estátua de São Luís Orione, canonizado em maio de 2004. A estátua está colocada num nicho externo da Basílica vaticana. E no final da audiência, dirigindo-se à família orionita, Bento XVI fez votos de que a inauguração da estátua do fundador “seja para todos os seus filhos espirituais um renovado estímulo a prosseguirem no caminho traçado por São Luís Orione, especialmente para levar ao Sucessor de Pedro – como ele mesmo dizia – os pequenos, as classes humildes, os pobres operários e os rejeitados da vida, que são os mais queridos de Cristo e os verdadeiros tesouros da Igreja de Jesus Cristo”.

Por fim, o papa lembrou a Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, domingo próximo, e a abertura do Ano Paulino, que ele mesmo fará, com a celebração das Vésperas, sábado, 28 do corrente, na Basílica de São Paulo Fora dos Muros. As celebrações contarão com a participação do Patriarca Ecumênico de Constantinopla, Bartolomeu I, e de representantes de outras Igrejas e Comunidades cristãs. (PL)
Fonte: RV

A FAMÍLIA


F.2.12 Família cristã -
CATECISMO DA iGREJA CATÓLICA

§2204 A FAMÍLIA CRISTÃ "Uma revelação e atuação específica da comunhão eclesial é constituída pela família cristã, que também, por isso, se pode e deve chamar igreja doméstica." E uma comunidade de fé, de esperança e de caridade; na Igreja ela tem uma importância singular, como se vê no Novo Testamento.
§2205 A família cristã é uma comunhão de pessoas, vestígio e imagem da comunhão do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Sua atividade procriadora e educadora é o reflexo da obra criadora do Pai. Ela é chamada a partilhar da oração e do sacrifício de Cristo. A oração cotidiana e a leitura da Palavra de Deus fortificam nela a caridade. A família cristã é evangelizadora e missionária.
§2206
As relações dentro da família acarretam uma afinidade de sentimentos, de afetos e de interesses, afinidade essa que provém sobretudo do respeito mútuo entre as pessoas. A família é uma comunidade privilegiada, chamada a realizar "uma carinhosa abertura recíproca de alma entre os cônjuges e também uma atenta cooperação dos pais na educação dos filhos".

F.2.18 Família célula originária da vida social
§1882 Certas sociedades, como a família e a cidade, correspondem mais imediatamente à natureza do homem. São-lhe necessárias. A fim de favorecer a participação do maior número na vida social, é preciso encorajar a criação de associações e instituições de livre escolha, "com fins econômicos, culturais, sociais, esportivos, recreativos, profissionais, políticos, tanto no âmbito interno das comunidades políticas como no plano mundial". Esta "socialização" exprime, igualmente, a tendência natural que impele os seres humanos a se associarem para atingir objetivos que ultrapassam as capacidades individuais. Desenvolve as qualidades da pessoa, particularmente seu espírito de iniciativa e responsabilidade. Ajuda a garantir seus direitos.
§2207 A família e a sociedade A família é a célula originária da vida social. E a sociedade natural na qual o homem e a mulher são chamados ao dom de si no amor e no dom da vida. A autoridade, a estabilidade e a vida de relações dentro dela constituem os fundamentos da liberdade, da segurança e da fraternidade no conjunto social. A família é a comunidade na qual, desde a infância se podem assimilar os valores morais, tais como honrar a Deus e usar corretamente a liberdade. A vida em família é iniciação para a vida em sociedade.

F.2.19 Família comunidade ativa
§2206 As relações dentro da família acarretam uma afinidade de sentimentos, de afetos e de interesses, afinidade essa que provém sobretudo do respeito mútuo entre as pessoas. A família é uma comunidade privilegiada, chamada a realizar "uma carinhosa abertura recíproca de alma entre os cônjuges e também uma atenta cooperação dos pais na educação dos filhos".


F.2.20 Família igreja doméstica
§1655 A Igreja doméstica Cristo 5quis nascer e crescer no seio da Sagrada Família José e Maria. A Igreja não é outra coisa senão a "família de Deus". Desde suas origens, o núcleo da Igreja era em geral constituído por aqueles que, "com toda a sua casa", se tomavam cristãos. Quando eles se convertiam, desejavam também que "toda a sua casa" fosse salva. Essas famílias que se tomavam cristãs eram redutos de vida cristã num mundo incrédulo.
§1656 Em nossos dias, num mundo que se tornou estranho e até hóstia à fé, as famílias cristãs são de importância primordial, como lares de fé viva e irradiante. Por isso, o Concílio Vaticano II chama a família, usando uma antiga expressão, de "Ecclesia domestica". E no seio da família que os pais são "para os filhos, pela palavra e pelo exemplo... os primeiros mestres da fé. E favoreçam a vocação própria a cada qual, especialmente a vocação sagrada".
§1658 Não podemos esquecer também certas pessoas que, por causa das condições concretas em que precisam viver - muitas vezes contra a sua vontade -, estão particularmente próximas do coração de Jesus e merecem uma atenciosa afeição e solicitude da Igreja e principalmente dos pastores: o grande número de pessoas celibatárias. Muitas dessas pessoas ficam sem família humana, muitas vezes por causa das condições de pobreza. Há entre elas algumas que vivem essa situação no espírito das bem-aventuranças, servindo a Deus e ao próximo de modo exemplar. A todas elas é preciso abrir as portas dos lares, "Igrejas domésticas", e da grande família que é a Igreja. "Ninguém está privado da família neste mundo: a Igreja é casa e família para todos, especialmente para quantos 'estão cansados e oprimidos'."
§1666 O lar cristão é o lugar em que os filhos recebem o primeiro anúncio da fé. Por isso, o lar é chamado, com toda razão, de "Igreja doméstica", comunidade de graça e de oração, escola das virtudes humanas e da caridade cristã.
§2204 A FAMÍLIA CRISTÃ (rp) "Uma revelação e atuação específica da comunhão eclesial é constituída pela família cristã, que também, por isso, se pode e deve chamar igreja doméstica." E uma comunidade de fé, de esperança e de caridade; na Igreja ela tem uma importância singular, como se vê no Novo Testamento.
§2205
A família cristã é uma comunhão de pessoas, vestígio e imagem da comunhão do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Sua atividade procriadora e educadora é o reflexo da obra criadora do Pai. Ela é chamada a partilhar da oração e do sacrifício de Cristo. A oração cotidiana e a leitura da Palavra de Deus fortificam nela a caridade. A família cristã é evangelizadora e missionária.
Servidores da oração
§2685 A família cristã é o primeiro lugar da educação para a oração. Fundada sobre o sacramento do matrimônio, ela é "a Igreja doméstica", onde os filhos de Deus aprendem a orar "como Igreja" e a perseverar na oração. Para as crianças, particularmente, a oração familiar cotidiana é o primeiro testemunho da memória viva da Igreja reavivada pacientemente pelo Espírito Santo.


F.2.21 Família imagem da Trindade e reflexo da obra criadora do Pai
§2205 A família cristã é uma comunhão de pessoas, vestígio e imagem da comunhão do Pai, do I.40.2 Conseqüências da injustiça
§2317 As injustiças, as desigualdades excessivas de ordem econômica ou social, a inveja, a desconfiança e o orgulho que grassam entre os homens e as nações ameaçam sem cessar paz e causam as guerras.
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C.3.2 Conseqüências da calúnia
§2479
Maledicência e calúnia destroem a reputação e a honra do próximo. Ora, a honra é o testemunho social prestado à dignidade humana. Todos gozam de um direito natural à honra do próprio nome, à sua reputação e ao seu respeito. Dessa forma, a maledicência e a calúnia ferem as virtudes da justiça e da caridade.

FontFilho e do Espírito Santo. Sua atividade procriadora e educadora é o reflexo da obra criadora do Pai. Ela é chamada a partilhar da oração e do sacrifício de Cristo. A oração cotidiana e a leitura da Palavra de Deus fortificam nela a caridade. A família cristã é evangelizadora e missionária.
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Fonte:
Catecismo da Igreja Católica

quinta-feira, 22 de maio de 2008

HOJE - FESTA DE CORPUS CHRISTI

Corpus Christi
A Festa de Corpus Christi é a celebração em que solenemente a Igreja comemora a instituição do Santíssimo Sacramento da Eucaristia; sendo o único dia do ano que o Santíssimo Sacramento sai em procissão às nossas ruas.
É a data adotada na Igreja Católica, para comemorar apresença real de Jesus Cristo no sacramento da Eucaristia, pela mudança da substância do pão e do vinho na de seu corpo e de seu sangue.


A origem da Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo remonta ao século XII. A Igreja sentiu necessidade de realçar a presença real do "Cristo todo" no pão consagrado. Esta necessidade se aliava ao desejo do homem medieval de "contemplar" as coisas.
Surgiu nesta época o costume de elevar a hóstia depois da consagração. Disseminava-se uma controvertida piedade eucarística, chegando ao ponto das pessoas irem à igreja mais "verem" a hóstia do que para participarem efetivamente da eucaristia.

A Festa de Corpus Christi foi instituída pelo Papa Urbano IV com a Bula ‘Transiturus’ de 11 de agosto de 1264, para ser celebrada na quinta-feira após a Festa da Santíssima Trindade, que acontece no domingo depois de Pentecostes. O Papa Urbano IV foi o cônego Tiago Pantaleão de Troyes, arcediago do Cabido Diocesano de Liège na Bélgica, que recebeu o segredo das visões da freira agostiniana, Juliana de Mont Cornillon, que exigiam uma festa da Eucaristia no Ano Litúrgico.Juliana nasceu em Liège em 1192 e participava da paróquia Saint Martin. Com 14 anos, em 1206, entrou para o convento das agostinianas em Mont Cornillon, na periferia de Liège. Com 17 anos, em 1209, começou a ter ‘visões’,(que retratavam um disco lunar dentro do qual havia uma parte escura. Isto foi interpretado como sendo uma ausência de uma festa eucarística no calendário litúrgico para agradecer o sacramento da Eucaristia). Com 38 anos, em 1230, confidenciou esse segredo ao arcediago de Liège, que 31 anos depois, por três anos, será o Papa Urbano IV (1261-1264), e tornará mundial a Festa de Corpus Christi, pouco antes de morrer.A ‘Fête Dieu’ começou na paróquia de Saint Martin em Liège, em 1230, com autorização do arcediago para procissão eucarística só dentro da igreja, a fim de proclamar a gratidão a Deus pelo benefício da Eucaristia. Em 1247, aconteceu a 1ª procissão eucarística pelas ruas de Liège, já como festa da diocese. Depois se tornou festa nacional na Bélgica.A festa mundial de Corpus Christi foi decretada em 1264, 6 anos após a morte de irmã Juliana em 1258, com 66 anos. Santa Juliana de Mont Cornillon foi canonizada em 1599 pelo Papa Clemente VIII.O decreto de Urbano IV teve pouca repercussão, porque o Papa morreu em seguida. Mas se propagou por algumas igrejas, como na diocese de Colônia na Alemanha, onde Corpus Christi é celebrada antes de 1270.O ofício divino, seus hinos, a seqüência ‘Lauda Sion Salvatorem’ são de Santo Tomás de Aquino (1223-1274), que estudou em Colônia com Santo Alberto Magno. Corpus Christi tomou seu caráter universal definitivo, 50 anos depois de Urbano IV, a partir do século XIV, quando o Papa Clemente V, em 1313, confirmou a Bula de Urbano IV nas Constituições Clementinas do Corpus Júris, tornando a Festa da Eucaristia um dever canônico mundial. Em 1317, o Papa João XXII publicou esse Corpus Júris com o dever de levar a Eucaristia em procissão pelas vias públicas.

O Concílio de Trento (1545-1563), por causa dos protestantes, da Reforma de Lutero, dos que negavam a presença real de Cristo na Eucaristia, fortaleceu o decreto da instituição da Festa de Corpus Christi, obrigando o clero a realizar a Procissão Eucarística pelas ruas da cidade, como ação de graças pelo dom supremo da Eucaristia e como manifestação pública da fé na presença real de Cristo na Eucaristia.Em 1983, o novo Código de Direito Canônico – cânon 944 – mantém a obrigação de se manifestar ‘o testemunho público de veneração para com a Santíssima Eucaristia’ e ‘onde for possível, haja procissão pelas vias públicas’, mas os bispos escolham a melhor maneira de fazer isso, garantindo a participação do povo e a dignidade da manifestação.


A Eucaristia é um dos sete sacramentos e foi instituído na Última Ceia, quando Jesus disse :‘Este é o meu corpo...isto é o meu sangue... fazei isto em memória de mim’. Porque a Eucaristia foi celebrada pela 1ª vez na Quinta-Feira Santa, Corpus Christi se celebra sempre numa quinta-feira após o domingo depois de Pentecostes.

Fonte: Vivos

CORPUS CHRISTI – TAPETES DA PROCISSÃO

CORPUS CHRISTI – Elaboração dos tapetes utilizados durante a Procissão


A confecção de tapetes de rua é uma magnífica manifestação de arte popular que tem como origem a comemoração do Corpus Christi.
Milhares de turistas visitam diversas cidades em todo o Brasil onde este trabalho é executado com afinco, doação e muito amor. São verdadeiras obras de arte.
Utilizando diversos tipos de materiais, como serragem colorida, borra de café, farinha, areia e alguns pequenos acessórios, como tampinhas de garrafas, flores e folhas, as pessoas montam, com grande arte, um tapete pelas ruas, com dizeres e figuras relativas a festa. Por este tapete passa a procissão, seguida pelas pessoas que participam com fervor.
É uma das mais tradicionais festas do Brasil e é comemorado no país desde a chegada dos portugueses.
A tradição de fazer o tapete com folhas e flores vem dos imigrantes açorianos. Essa tradição praticamente desapareceu em Portugal continental, onde teve origem, mas foi mantida nos Açores e nos locais onde chegaram seus imigrantes.
O barroco enriqueceu esta festa com todas as suas características de pompa. Em todo o Brasil esta festa adquiriu contornos do barroco português. Corpus Christi é celebrado desde a época colonial com uma profusão de cores, música, expressões de grandeza e indescritível beleza.
Em nosso pais, a tradição de se fazer os tapetes de ruas acontece em inúmeras cidades. São planejados, trabalhados e executados por dedicados voluntários que começam os preparativos vários dias antes da solenidade. Atravessam noites e noites trabalhando.
Milhares de turistas visitam diversas cidades em todo o Brasil, onde este trabalho é executado com afinco, doação e muito amor. São verdadeiras obras de arte.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

AMANHÃ - FESTA DE CORPUS CHRISTI

SIGNIFICADO DA PALAVRA CORPUS CHRISTI


O nome vem do latim e significa Corpo de Cristo. A festa de Corpus Christi tem por objetivo celebrar solenemente o mistério da Eucaristia - o sacramento do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo.
Acontece numa quinta-feira, em alusão à Quinta-feira Santa, quando se deu a instituição deste sacramento. Durante a última ceia de Jesus com seus apóstolos, Ele mandou que celebrassem sua lembrança comendo o pão e bebendo o vinho que se transformariam em seu Corpo e Sangue.

"O que come a minha carne e bebe o meu sangue, tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia.Porque a minha carne é verdadeiramente comida e o meu sangue é verdadeiramente bebida. O que come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. O que come deste pão viverá eternamente" (Jo 6, 55 - 59).

Através da Eucaristia, Jesus nos mostra que está presente ao nosso lado, e se faz alimento para nos dar força para continuar. Jesus nos comunica seu amor e se entrega por nós.

A celebração teve origem em 1243, em Liège, na Bélgica, no século XIII, quando a freira Juliana de Cornion teria tido visões de Cristo demonstrando-lhe desejo de que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque. Em 1264, o papa Urbano IV através da Bula Papal "Trasnsiturus de hoc mundo", estendeu a festa para toda a Igreja, pedindo a Santo Tomás de Aquino que preparasse as leituras e textos litúrgicos que, até hoje, são usados durante a celebração.

Amanhã, quinta-feira dia 22 de maio, novas postagem sobre CORPUS CHRIST, festividades, procissões, etc.