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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Esteja ao lado de Nossa Senhora de Fátima como nunca pode imaginar.

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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Mostrando postagens com marcador Cerimônia. Mostrar todas as postagens
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sábado, 6 de abril de 2013

Posse de Francisco da Cátedra do Bispo de Roma

RV transmitirá cerimônia de posse de Francisco da Cátedra do Bispo de Roma



Cidade do Vaticano

 – Domingo, 7 de abril, o Papa Francisco presidirá a celebração eucarística na Basílica de São João de Latrão para sua posse da Cátedra do Bispo de Roma.

A Rádio Vaticano transmitirá essa cerimônia ao vivo, com comentários em português, a partir das 16h50, hora local (11h50 – horário de Brasília).

Concelebrarão com o Santo Padre o Vigário de Roma, Card. Agostino Vallini, o Vigário emérito, Card. Camillo Ruini, o conselho episcopal da diocese e o conselho dos párocos prefeitos.

Estarão presentes os sacerdotes de Roma e os alunos dos Seminários romano maior e menor, do “Redemptoris Mater”, do Colégio Capranica e os oblatos de Nossa Senhora do Divino Amor. A comunhão será distribuída por 75 diáconos permanentes e os cantos ficarão a cargo do Coral da Diocese de Roma.

O Papa tomará posse da Cátedra antes do início da Missa. Depois, alguns representantes da diocese manifestarão, em nome da Igreja de Roma, a obediência e a filial devoção ao próprio bispo.

O Novo Testamento relata que São Pedro, vindo de Antioquia, a sua primeira sede, dirigiu-se para Roma, sua sede definitiva. Uma sede que se tornou definitiva através do martírio com o qual ligou para sempre a sua sucessão em Roma.

Na carta de Santo Inácio de Antioquia aos Romanos, ele refere-se à Igreja de Roma como "Àquela que preside no amor". Na Igreja antiga, a palavra amor, agape, referia-se ao mistério da Eucaristia. A Cátedra é símbolo do poder de ensinamento, que é um poder de obediência e de serviço, para que a Palavra de Deus possa resplandecer entre os fiéis. O termo 'Catedral' deriva justamente da presença da Cátedra (cadeira).

A Basílica de S. João de Latrão é a Sé Catedral da cidade de Roma, que foi construída entre os anos de 314 e 335

Fonte: RV

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

BENTO XVI DISCURSA EM BEIRUTE NA CERIMONIA DE BOAS VINDAS

Discurso do Papa na cerimônia de boas-vindas

Beirute

– Leia a íntegra do discurso pronunciado por Bento XVI na cerimônia de boas-vindas do Aeroporto Rafiq Hariri, de Beirute, esta sexta-feira.Senhor Presidente da República,Senhores Presidentes do Parlamento e do Conselho de Ministros, Amadas Beatitudes, Membros do Corpo Diplomático,Ilustres Autoridades civis e religiosas presentes,Queridos amigos!Tenho a alegria, Senhor Presidente, de responder ao amável convite que me fez para visitar o vosso país, e também ao convite recebido dos Patriarcas e Bispos católicos do Líbano. Este duplo convite bastaria, se fosse necessário, para manifestar a dupla finalidade da minha visita ao vosso país. Esta sublinha as excelentes relações que sempre existiram entre o Líbano e a Santa Sé, e pretende contribuir para as reforçar. Com esta visita, desejo também retribuir as que o Senhor Presidente me fez ao Vaticano em Novembro de 2008 e, mais recentemente, em Fevereiro de 2011, seguida nove meses mais tarde pela visita do Senhor Primeiro-Ministro.Foi durante o segundo dos nossos encontros que a majestosa estátua de São Maron foi abençoada. A sua presença silenciosa numa parede lateral da Basílica de São Pedro lembra, de forma permanente, o Líbano no próprio lugar onde foi sepultado o apóstolo Pedro. Manifesta um património espiritual secular, confirmando a veneração dos libaneses pelo primeiro dos Apóstolos e seus sucessores. Precisamente para ressaltar a sua grande devoção a Simão Pedro é que os Patriarcas Maronitas acrescentam ao seu nome o de Boutros. É bom ver como do santuário petrino, São Maron intercede continuamente pelo vosso país e por todo o Médio Oriente. Desde já lhe agradeço, Senhor Presidente, por todos os esforços realizados para o bom êxito da minha estadia entre vós.Outro motivo da minha visita é a assinatura e entrega da Exortação apostólica pós-sinodal da Assembleia Especial para o Médio Oriente do Sínodo dos Bispos, Ecclesia in Medio Oriente; trata-se dum importante evento eclesial. Agradeço a todos os Patriarcas católicos que aqui se encontram, e de modo particular ao Patriarca emérito, o amado Cardeal Nasrallah Boutros Sfeir, e ao seu sucessor, o Patriarca Bechara Boutros Raï. Saúdo fraternalmente todos os Bispos do Líbano, bem como aqueles que vieram para rezar comigo e receber das mãos do Papa este documento. Através deles, saúdo com paterno afecto todos os cristãos do Médio Oriente. Destinada ao mundo inteiro, a Exortação propõe-se ser para eles um roteiro para os anos futuros. Alegro-me também por poder encontrar, durante estes dias, numerosas representações das comunidades católicas do vosso país, por podermos celebrar e rezar juntos. A sua presença, o seu compromisso e o seu testemunho são um contributo reconhecido e muito apreciado na vida diária de todos os habitantes do vosso amado país.Desejo saudar também, com grande deferência, os Patriarcas e Bispos ortodoxos que me vieram receber, bem como os representantes das várias comunidades religiosas do Líbano. A vossa presença, queridos amigos, demonstra a estima e colaboração que, no respeito mútuo, desejais promover entre todos. Agradeço-vos pelos vossos esforços e tenho a certeza de que continuareis a procurar caminhos de unidade e concórdia. Não esqueço os acontecimentos tristes e dolorosos que, durante longos anos, atormentaram o vosso lindo país. A convivência feliz de todos os libaneses deve demonstrar a todo o Médio Oriente e ao resto do mundo que, dentro duma nação, pode haver colaboração entre as diversas Igrejas – todas elas membros da única Igreja Católica – num espírito de comunhão fraterna com os outros cristãos e, ao mesmo tempo, a convivência e o diálogo respeitoso entre os cristãos e os seus irmãos de outras religiões. Vós sabeis, tão bem como eu, que este equilíbrio, que é apresentado em toda a parte como um exemplo, é extremamente delicado. Por vezes ameaça romper-se, quando está esticado como um arco ou sujeito a pressões que são muitas vezes de parte ou interessadas, contrárias e estranhas à harmonia e suavidade libanesas. Então é preciso dar provas de real moderação e grande sabedoria; e a razão deve prevalecer sobre a paixão unilateral para favorecer o bem comum de todos. Porventura o grande rei Salomão, que conhecia o rei Hiram de Tiro, não considerava a sabedoria como sendo a virtude suprema!? Por isso a pediu com insistência a Deus, que lhe deu um coração sábio e inteligente (cf. 1 Rs 3, 9-12).Venho também para vos dizer como é importante a presença de Deus na vida de cada um e como a forma de viver juntos – esta convivência de que o vosso país quer dar testemunho – só será profunda se estiver fundada sobre uma visão acolhedora e uma atitude de benevolência para com o outro, se estiver enraizada em Deus que deseja que todos os homens sejam irmãos. O famoso equilíbrio libanês, que quer continuar a ser efectivo, pode-se prolongar graças à boa vontade e ao compromisso de todos os libaneses. Só então será um modelo para os habitantes de toda a região e para o mundo inteiro. Não se trata duma obra meramente humana, mas dum dom de Deus que é preciso pedir com insistência, preservar a todo custo e consolidar resolutamente.Os laços entre o Líbano e o Sucessor de Pedro são históricos e profundos. Senhor Presidente e queridos amigos, venho ao Líbano como peregrino de paz, como amigo de Deus e como amigo dos homens. «Salami ō-tīkum – dou-vos a minha paz», diz Jesus Cristo (Jo 14, 27). E hoje, além do vosso país, dirijo-me em espírito também a todos os países do Médio Oriente como peregrino de paz, como amigo de Deus e como amigo de todos os habitantes de todos os países da região, independentemente da sua filiação e da sua crença. Também a eles Jesus Cristo diz: «Salami ō-tīkum». As vossas alegrias e as vossas tribulações estão continuamente presentes na oração do Papa, pedindo a Deus que vos acompanhe e console. Posso assegurar-vos que rezo de maneira particular por todos os que sofrem nesta região, e são tantos! A estátua de São Maron recorda-me aquilo que vós viveis e suportais.Senhor Presidente, o seu país preparou-me uma recepção calorosa, um magnífico acolhimento – o acolhimento que se reserva a um irmão amado e respeitado. Verdadeiramente digno é o seu país do «Ahlan wa Sahlan» libanês; já o é agora e sê-lo-á ainda mais daqui para diante. Estou feliz por estar com todos vós. Que Deus vos abençoe a todos (Lè yo barèk al-Rab jami’a kôm!). Obrigado.

Fonte: RV

segunda-feira, 21 de julho de 2008

JMJ - BENTO XVI DESPEDE-SE NO AEREOPORTO INTERNACIONAL DE SYDNEY

Cerimônia de despedida no aeroporto internacional de Sydney.

Discurso do Santo Padre
Queridos amigos,

Antes de me despedir de vós, desejo dizer àqueles que me hospedaram que gostei imenso da visita e sinto-me muito reconhecido pela hospitalidade recebida. (…)

Um acontecimento deste género requer um trabalho imenso de preparação e organização, e estou certo de falar em nome de muitos milhares de jovens quando exprimo o meu apreço e a minha gratidão a todos vós.

Como é característico do estilo australiano, destes-me calorosas boas-vindas a mim e aos inumeráveis jovens peregrinos que chegaram aqui de todas as partes do mundo. Sinto-me especialmente reconhecido às famílias hospitaleiras da Austrália e da Nova Zelândia que ofereceram aos jovens um lugar nas suas casas.

Abristes as vossas portas e os vossos corações à juventude do mundo, e, em nome destes jovens, eu vos agradeço.

Nos dias passados, os actores principais no palco foram obviamente os próprios jovens. A Jornada Mundial da Juventude pertence-lhes. Foram eles que fizeram desta Jornada um acontecimento eclesial de carácter global, uma grande celebração da juventude, uma grande celebração daquilo que significa ser Igreja, Povo de Deus no meio do mundo, unido na fé e no amor e habilitado pelo Espírito a levar o testemunho de Cristo ressuscitado até aos confins da terra.

Agradeço-lhes por terem vindo, agradeço-lhes pela sua participação e peço a Deus que tenham uma viagem segura de regresso. Sei que os jovens, as suas famílias e as pessoas amigas, em muitos casos, fizeram grandes sacrifícios para lhes permitir chegar à Austrália.

Por tudo isso, a Igreja inteira está-lhes reconhecida.Repassando com o olhar estes dias impressionantes, afloram-me à mente cenas significativas. (…)

Aquelas experiências de oração, a nossa jubilosa celebração da Eucaristia foram um testemunho eloquente da obra vivificante do Espírito Santo, presente e activo no coração dos nossos jovens. A Jornada Mundial da Juventude mostrou-nos que a Igreja pode alegrar-se com os jovens de hoje e sentir-se repleta de esperança quanto ao mundo de amanhã.

Queridos amigos, neste momento da minha despedida de Sidney, peço a Deus que pouse o seu amoroso olhar sobre esta cidade, sobre este país e os seus habitantes.

Peço que muitos deles possam sentir-se inspirados pelo exemplo de compaixão e serviço da Beata Mary MacKillop. E ao despedir-me de vós, levando no coração sentimentos de profunda gratidão, digo uma vez mais: Deus abençoe o povo da Austrália!

A versão integral dos discursos pronunciados pelo Santo Padre está disponível no site da Santa Sé www.vatican.va e nas várias edições do jornal L’Osservatore Romano.
Fonte: RV

quarta-feira, 21 de maio de 2008

AMANHÃ - FESTA DE CORPUS CHRISTI

SIGNIFICADO DA PALAVRA CORPUS CHRISTI


O nome vem do latim e significa Corpo de Cristo. A festa de Corpus Christi tem por objetivo celebrar solenemente o mistério da Eucaristia - o sacramento do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo.
Acontece numa quinta-feira, em alusão à Quinta-feira Santa, quando se deu a instituição deste sacramento. Durante a última ceia de Jesus com seus apóstolos, Ele mandou que celebrassem sua lembrança comendo o pão e bebendo o vinho que se transformariam em seu Corpo e Sangue.

"O que come a minha carne e bebe o meu sangue, tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia.Porque a minha carne é verdadeiramente comida e o meu sangue é verdadeiramente bebida. O que come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. O que come deste pão viverá eternamente" (Jo 6, 55 - 59).

Através da Eucaristia, Jesus nos mostra que está presente ao nosso lado, e se faz alimento para nos dar força para continuar. Jesus nos comunica seu amor e se entrega por nós.

A celebração teve origem em 1243, em Liège, na Bélgica, no século XIII, quando a freira Juliana de Cornion teria tido visões de Cristo demonstrando-lhe desejo de que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque. Em 1264, o papa Urbano IV através da Bula Papal "Trasnsiturus de hoc mundo", estendeu a festa para toda a Igreja, pedindo a Santo Tomás de Aquino que preparasse as leituras e textos litúrgicos que, até hoje, são usados durante a celebração.

Amanhã, quinta-feira dia 22 de maio, novas postagem sobre CORPUS CHRIST, festividades, procissões, etc.