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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Abertura da Porta Santa da Basílica de Santa Maria Maior


- AP

Cidade do Vaticano – Hoje às 17 horas de Roma, deste primeiro dia do ano, Solenidade da Mãe de Deus, o Papa Francisco procedeu a abertura da Porta Santa da Basílica Santa Maria Maior. Esta é a quinta Porta Santa a ser aberta pelo Pontífice. A primeira foi na Catedral de Bangui, República Centro Africana, em 29 de novembro, seguida pela da Basílica de São Pedro, no dia 8 de dezembro, com a abertura oficial do Ano Santo da Misericórdia. Já no dia 13, Francisco abriu a Porta Santa da Basílica São João de Latrão, a Catedral do Bispo de Roma, deixando para o Arcipreste James Harvey abrir, no mesmo dia, a Porta Santa da Basílica São Paulo fora-dos-muros. No dia 18, por sua vez, Francisco abriu a Porta Santa da Caridade no Centro da Caritas, no coração de Roma.

O Papa Francisco nutre um especial afeto pela Basílica Santa Maria Maior, pouco distante da Estação Termini, no centro de Roma. Nesta basílica, onde o fundador dos jesuítas Santo Inácio de Loyola celebrou a primeira missa, Jorge Mario Bergoglio foi rezar aos pés da Nossa Senhora Salus Populi Romani na manhã seguinte após a sua eleição à Cátedra de Pedro, e onde sempre se dirige antes e depois de cada viagem internacional.

Fonte: R Vaticama

terça-feira, 23 de julho de 2013

JMJ - Abertura oficial

Aberta oficialmente a JMJ RIO 2013



Rio de Janeiro (RV) – A Jornada Mundial da Juventude, Rio 2013, foi aberta oficialmente nesta terça-feira na Praia de Copacabana, numa Missa presidida pelo Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta. Sete Bispos auxiliares e cerca de 1.500 religiosos, entre Cardeais, Bispos e Sacerdotes acompanharam o Arcebispo na celebração. Uma mensagem do Presidente do Pontifício Conselho para os Leigos, Cardeal Stanislaw Rylko, saudando os jovens, concluiu a celebração.

Um pouco antes do início da Celebração, foi anunciada oficialmente a Abertura da Jornada Mundial da Juventude Rio 2013. Um belo espetáculo de luzes e cores, mas especialmente de jovens de todos os continentes presentes no palco, recebeu os símbolos da Jornada Mundial da Juventude (a Cruz e o Ícone de Nossa Senhora), ao som do clássico hino Emanuel, da JMJ 2000, realizada em Roma.

A programação começou às 15h, com a acolhida de peregrinos de todo o mundo e apresentações artísticas, além de momentos de oração no palco montado na Praia de Copacabana. O “Coral Carioca JMJ”, formado por 100 músicos católicos das Paróquias da Arquidiocese do Rio, apresentou-se para o público. O Hino da JMJ também foi cantado em outros idiomas, por voluntários internacionais.

A Missa, que iniciou às 17hs50min, sob uma temperatura de 19°C, teve a Primeira Leitura feita em espanhol, o Salmo e o Evangelho em português e a Segunda Leitura em inglês. Dom Orani, após saudar os presentes, leu as intenções da missa, voltadas às diversas dificuldades e desafios vividos pelos jovens.

Na homilia, Dom Orani Tempesta recordou que “a Arquidiocese do Rio de Janeiro acolheu com responsabilidade a escolha feita pelo Papa Bento XVI, ao final da Missa de Madri em agosto de 2011”, a quem agradeceu a escolha e as orientações. Após acrescentou:

“No entanto, providencialmente, esta Jornada estava destinada a ser uma Jornada que, pela segunda vez, ao retornar à América Latina depois de 26 anos, pudesse ser o lugar de acolhida da primeira viagem apostólica do primeiro Papa latino-americano da história, o Papa Francisco, que veio para presidir este belo e importante momento da vida da Igreja nessas terras de São Sebastião. Nós o acolheremos solenemente aqui, nesse mesmo local, na próxima quinta-feira. O primeiro Papa latino-americano da história pisou como Sumo Pontífice o solo da América Latina neste Santuário Mundial da Juventude em que se transformou esta cidade nestes dias”.

Dom Orani salientou que nestes dias “o Rio se torna o centro da Igreja, viva e jovem” e que a felicidade do encontro de jovens de tantas partes do mundo “nos fortalece e nos convida a ir ao encontro dos demais jovens, a fazer-nos missionários em todas as nações. O melhor presente a darmos às outras pessoas é a presença de Cristo, que nos preenche e nos impulsiona a amar e a nos doar, sempre no diálogo fraterno”, disse o Arcebispo do Rio de Janeiro, acrescentando que “somos chamados a ser protagonistas de um mundo novo”.

Após meditar sobre as leituras propostas pela Liturgia, que remetem ao chamado de Mateus e onde somos chamados a ser apóstolos, Dom Orani observou que foi Jesus que “uniu a todos nesse cenário maravilhoso da praia que recebe este nome por causa da inicial devoção a Nossa Senhora de Copacabana, sob o Cristo Redentor com Seu abraço acolhedor”. E recordando o Ano da Fé, disse:

“O Mestre Jesus nos convida para um mergulho em águas profundas, as águas do nosso batismo. E este bonito encontro internacional está justamente no coração do Ano da fé, tempo propício para renovar nossos compromissos assumidos na comunidade cristã. Somos chamados a viver profundamente a fé nesse tempo plural e de tantos questionamentos, nessa mudança de época, mas com o entusiasmo e a coerência de quem se deixa conduzir pela ação do Espírito Santo”.

Dirigindo-se uma vez mais aos jovens, o Arcebispo do Rio disse que eles “são o presente esperançoso de uma sociedade que espera que sua crise de valores tenha uma solução. São chamados a formar uma nova geração que vive a fé e a transmite para a geração seguinte. Somos convidados a uma experiência de fé e dela sair revigorados” e recordou que “o primeiro peregrino, que já está entre nós, o Santo Padre, o Papa Francisco, se colocou conosco nesta caminhada e nos indicará caminhos durante estes dias”.

Após, exortou os jovens: “Temos muitas barreiras e injustiças para superar. Vamos construir pontes ao invés de muros e obstáculos. O mundo todo, através de vocês, presente nessa cidade precisa testemunhar a solidariedade, a partilha e a acolhida do amor de Cristo Redentor. É tempo de despertar confiança e esperança para que se transformem em atitudes para um amanhã de luz”.

Dom Orani confiou cada jovem a “Maria, de tantos nomes e invocações, e aqui no Brasil invocada com o título de Nossa Senhora Aparecida como padroeira principal, mas também Nossa Senhora da Penha, Nossa Senhora de Nazaré, foi e continua sendo a companheira e mãe de todos os jovens”.

Ao final da cerimônia, o Presidente do Pontifício Conselho para os Leigos, Dom Stanislaw Rilko, saudou os jovens presentes nesta 28a edição da Jornada Mundial da Juventude.

Após, a cerimônia de lançamento do selo especial por ocasião da visita do Papa Francisco ao Brasil e show de bandas católicas. (JE)

Eis a íntegra da homilia de Dom Orani João Tempesta:

Queridos jovens!
Distintas autoridades eclesiásticas, civis e militares!
Todas nomeadas pelo protocolo inicial.
Amado Povo de Deus!

Estamos iniciando a Jornada Mundial da Juventude Rio 2013! Sejam todos bem-vindos! Esta cidade maravilhosa tornou-se ainda mais bela com a presença de vocês! Uma grande alegria nos invade: vocês estão aqui! Vieram de todos os lugares da Terra! Durante estes dias, aqui será a casa de todos vocês! Vocês estão fazendo parte de nossa família neste belo e importante momento da história!
A todos que chegam cansados pela demora da viagem ou de caminhada: este tempo é de estar com o Senhor Jesus Cristo para viver como seu discípulo. Essa nossa experiência terá como consequência o entusiasmo missionário! Ir e fazer discípulos!
Esta Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro acolheu com grande responsabilidade a escolha feita pelo Papa Bento XVI, hoje emérito, anunciada ao final da Missa em Madri em Agosto de 2011. Agradecemos a ele pela escolha e pelas orientações, pelo tema da JMJ e incentivo.
No entanto, providencialmente, esta Jornada estava destinada a ser uma Jornada que, pela segunda vez, ao retornar à América Latina depois de 26 anos, pudesse ser o lugar de acolhida da primeira viagem apostólica do primeiro Papa latino-americano da história, o Papa Francisco, que veio para presidir este belo e importante momento da vida da Igreja nessas terras de São Sebastião. Nós o acolheremos solenemente aqui, nesse mesmo local, na próxima quinta-feira. O primeiro Papa latino-americano da história pisou como Sumo Pontífice o solo da América Latina neste Santuário Mundial da Juventude em que se transformou esta cidade nestes dias.
Nesta semana, o Rio se torna o centro da Igreja, viva e jovem. Todos os caminhos para cá nos conduzem. Vocês vieram de diferentes partes do mundo para juntos partilharmos a fé e a alegria do discipulado. Essa felicidade nos fortalece e nos convida a ir ao encontro dos demais jovens, a fazer-nos missionários em todas as nações. O melhor presente a darmos às outras pessoas é a presença de Cristo, que nos preenche e nos impulsiona a amar e a nos doar, sempre no diálogo fraterno.
Aqui chegamos, também, depois de quase dois anos de peregrinação dos símbolos da JMJ pelo nosso país: a cruz da juventude e o ícone de Nossa Senhora que agora estarão presentes em nossos atos centrais. Quando esses símbolos nos foram entregues em Madri, na Espanha, em Agosto de 2011, a comoção tomou conta da juventude do nosso país que, com entusiasmo, acolheu-os em suas comunidades durante esse tempo.
Temos conosco, espalhadas pela cidade, muitas relíquias dos santos patronos e intercessores da JMJ, recordando que em todas as épocas e locais do mundo temos jovens que se santificaram. Estão conosco, também, parentes dessas pessoas que são exemplo de vida cristã e que rezam conosco pela juventude hodierna.
O entusiasmo juvenil por todos os cantos demonstram o rosto do jovem cristão, que procura unir o testemunho de uma vida autenticamente cristã com as consequências sociais do Evangelho.
Somos chamados a ser protagonistas de um mundo novo. Tenho certeza de que vocês farão isso em suas cidades e seus países. O mundo necessita de jovens como vocês!
Acabamos de ouvir o Evangelho no qual Jesus chama Mateus para o discipulado. E, ao chamá-lo, anuncia que Ele veio justamente para que os pecadores experimentem a misericórdia. Veio para nós que estamos entre os povos chamados à obediência da fé, conforme nos fala Paulo na carta aos Romanos. “Recebemos a graça da vocação para o Apostolado, nós que fomos chamados a ser discípulos de Jesus Cristo, amados de Deus e santos por vocação.
A primeira leitura, juntamente com o salmo, nos indica que a nossa resposta deve ser de prontidão, – dizendo: Eis-me aqui! Aqui estou! Fala que teu servo escuta! Pois viemos para fazer, com prazer, a vontade do Senhor (Sl 39/40).
É esta expressão bíblica que gostaríamos que estivesse nos lábios e corações de vocês hoje e sempre: Eis-nos aqui, Senhor! A exemplo de Mateus, também estamos prontos para as consequências do SIM a Deus, cheias de desafios e alegrias.
Foi a chamada d’Ele que nos uniu nesse cenário maravilhoso da praia que recebe este nome por causa da inicial devoção a Nossa Senhora de Copacabana, sob o Cristo Redentor com Seu abraço acolhedor. Este mar, a areia, a praia e a multidão fazem lembrar a vocação dos outros discípulos, além de Mateus. Esse cenário nos remete aos barcos deixados na praia por aqueles que foram chamados por Jesus para segui-lo. Hoje, também nós somos chamados para seguir a Cristo Ressuscitado.
O Mestre Jesus nos convida para um mergulho em águas profundas, as águas do nosso batismo. E este bonito encontro internacional está justamente no coração do Ano da fé, tempo propício para renovar nossos compromissos assumidos na comunidade cristã. Somos chamados a viver profundamente a fé nesse tempo plural e de tantos questionamentos, nessa mudança de época, mas com o entusiasmo e a coerência de quem se deixa conduzir pela ação do Espírito Santo.
Refletindo sobre a resposta de Mateus a Jesus, ouvimos que, quando nos levantamos para responder positivamente ao Mestre, Ele vem cear em nossa casa e transforma nossa vida. Para Samuel, na primeira leitura, o chamado parecia um sonho, mas com a ajuda de um companheiro ele conseguiu discernir que a voz era de Deus, era real. O caminho missionário exige discernimento, utopia, sonho, mas também do auxílio de alguém ao nosso lado que nos ajude a reconhecer a voz de Deus. Como Paulo, somos servos de Cristo, apóstolos por vocação e escolhidos para o evangelho de Deus!
Queridos jovens, nossa Arquidiocese sentiu-se chamada por Deus para acolher vocês. Todos nós respondemos assim como Samuel, Paulo e Mateus: Eis-nos aqui! Aqui estamos! Nossas paróquias, famílias, escolas, pastorais, associações, movimentos, grupos de serviços. As nossas casas são as vossas casas! Existe uma revolução de amor neste momento: o outro é Cristo para nós! O outro é nosso irmão! Que isso ressoe pelo mundo! Somos chamados a viver construindo um mundo de irmãos! Queremos que todos e cada um se sintam acolhidos no abraço de Cristo, que chama a todos para estarem com Ele na construção do Reino de Deus. Vamos juntos?
Cristo nos convida: venham, meus amigos! Vamos com Ele nas pegadas do sucessor de Pedro, do Vigário do Redentor peregrinar por este Rio, semeando fraternidade por onde passarmos. Que possamos ser arautos da paz e da concórdia, conclamando o mundo a viver a santidade que brota do Redentor do Homem.
E, ao redor do Mestre, junto com outros jovens discípulos vindos de todos os recantos dessa Terra, diremos “Senhor, como é bom estarmos aqui” (Mt 17,4).
Andem por esta cidade, testemunhem Jesus Cristo, comprometam-se com o mundo novo, contagiem a todos com a alegria e a paz de Cristo, como sentinelas da manhá, trabalhando na renovação do mundo à luz do plano de Deus.
Vivemos este tempo forte de peregrinação porque Jesus Cristo está vivo no meio de nós, nos dá o seu Espírito Santo, e nós somos chamados a viver esta realidade e transmiti-la aos outros de modo acessível e compreensível. Jesus Cristo é sempre atual, sobretudo para os jovens que buscam a verdade, a justiça e a paz –e só podem encontrá-las em Jesus Cristo.
Vocês, queridos jovens, são o presente esperançoso de uma sociedade que espera que sua crise de valores tenha uma solução. São chamados a formar uma nova geração que vive a fé e a transmite para a geração seguinte. Somos convidados a uma experiência de fé e dela sair revigorados! A participação na comunidade com entusiasmo será a oportunidade de, convivendo com os demais irmãos e irmãs, testemunharem que um outro mundo é possível! O primeiro peregrino, que já está entre nós, o Santo Padre, o Papa Francisco, se colocou conosco nesta caminhada e nos indicará caminhos durante estes dias. Queridos jovens: não tenham medo de abrir os seus corações para Cristo!
Temos muitas barreiras e injustiças para superar. Vamos construir pontes ao invés de muros e obstáculos. O mundo todo, através de vocês, presente nessa cidade precisa testemunhar a solidariedade, a partilha e a acolhida do amor de Cristo Redentor. É tempo é de despertar confiança e esperança que se transformem em atitudes para um amanhã de luz.
Maria, de tantos nomes e invocações, e aqui no Brasil invocada com o título de Nossa Senhora Aparecida como padroeira principal, mas também Nossa Senhora da Penha, Nossa Senhora de Nazaré, foi e continua sendo a companheira e mãe de todos os jovens. A ela confiamos cada um de vocês para que, acolhendo o Cristo que ela nos apresenta, caminhem pelo mundo como discípulos missonários da nova evangelização, sendo protagonistas de um mundo novo, como sentinelas da manhã despertando a esperança de um novo amanhecer: Cristo Ressuscitou e vai à nossa frente! O Espírito Santo nos iluminará em nossa vida e nos dará as luzes para que compreendamos a nossa missão de como conduzir as pessoas ao Pai.
Hoje, ao iniciarmos a Jornada, o Cristo Redentor nos diz “Venham, meus amigos!” Durante a Jornada aprenderemos a dizer “Fala, Senhor, que teu servo escuta”! E ouviremos cada vez mais o Senhor a nos dizer: “Sejam missionários”. “Ide e fazei discípulos entre as nações”! E todos nós responderemos: “Eis-nos aqui, Senhor, envia-nos!”

† Orani João Tempesta, O. Cist.
Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ
Fonte Rádio Vaticano

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

PAPA BENTO XVI ESTARÁ PRESENTE NA ABERTURA DO SÍNODO DOS BISPOS

Bento XVI preside a Eucaristia na abertura do Sínodo dos Bispos

Bento XVI vai celebrar uma eucaristia, na Basília São Paulo Fora de Muros, no próximo dia 5 de Outubro, assinalando a abertura da XII Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, sob o tema «A Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja».
A celebração está marcada para as 9h30 da manhã e estarão presentes todos os participantes do Sínodo a decorrer no Vaticano, entre os dias 5 e 26 de Outubro. De Portugal estarão presentes D. António Taipa, bispo auxiliar do Porto, e D. Anacleto Oliveira, bispo auxiliar de Lisboa.
Fonte: Ag. ECCLESIA

terça-feira, 15 de julho de 2008

JMJ - CARDEAL-ARCEBISPO DE SYDNEY DA INÍCIO AO JMJ


CARDEAL-ARCEBISPO DE SYDNEY DÁ INÍCIO OFICIAL AO DMJ COM UMA CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA
Sydney, 15 jul (RV)
- Enquanto o Santo Padre descansa na residência do Opus Dei, a 25 km. de Sydney, pelo segundo dia consecutivo, os jovens do mundo inteiro entram em cheio em suas atividades preparatórias para o encontro com o Papa.Assim, hoje, teve início, oficialmente, o XXIII DMJ com a celebração da Missa, presidida pelo cardeal-arcebispo de Sydney, George Pell, no porto de Barangaroo, baía e coração da cidade. Neste mesmo lugar, depois de amanhã, os jovens darão as boas-vindas ao Papa Bento XVI.Participaram da Santa Missa inaugural 26 Cardeais, 400 bispos, cerca de 4 mil sacerdotes, e os milhares de jovens provenientes de 170 países dos cinco continentes.
Em sua homilia, na Missa inaugural do DMJ, o Cardeal George Pell disse aos de modo especial aos jovens presentes: “Não passem a vida sem tomar posição, pensando que é melhor não fazer escolhas, porque é cumprindo os compromissos que vocês poderão viver em plenitude.
A felicidade, disse ainda, consiste em cumprir sempre os próprios deveres e obrigações, mesmo nas pequenas coisas, de modo que podemos preparar-nos para enfrentar compromissos cada vez maiores”.
“Ser discípulos de Cristo, afirmou o Cardeal Pell, exige disciplina, sobretudo, autodisciplina e domínio de si, necessário para fazer desabrochar o amor encerrado em seus corações” e concluiu: “Espero que, com a força do Espírito Santo, vocês possam fazer parte do grande exército dos santos, que enriqueceu a história da humanidade, por gerações e gerações".
Estes dias passarão rapidamente e, depois, deveremos voltar a enfrentar a nossa realidade quotidiana. Por certo período, alguns de vocês se confrontarão com uma vida amorfa e decepcionante. Porém, não se separem de Deus amoroso e do seu Filho Jesus”.

No entanto, durante estes dias, os jovens estão se preparando espiritualmente para o momento culminante do DMJ: o encontro com o Papa na vigília de Oração, no sábado, e na celebração da Santa Missa conclusiva do evento, no domingo.
Entre as várias atividades, nestes dias, os jovens estão participando, em grupos lingüísticos, de uma série de catequeses, que foram confiadas aos bispos das Igrejas locais.
A propósito, eis o que um dos bispos brasileiros, participantes no DMJ, Dom Eduardo Pinheiro da Silva, auxiliar de Campo Grande (MS) e representante da CNBB, nos disse sobre tais catequeses: Dom Eduardo nos fala também como está sendo a expectativa dos jovens para o encontro com o Papa e, em geral, deste DMJ: Neste início oficial do XXIII DMJ, recordamos que Bento XVI é o terceiro Papa que visita a Austrália. O primeiro foi Paulo VI, em 1970; o segundo foi João Paulo II, em 1986 e 1995, ano em que beatificou a primeira australiana, a religiosa Mary Mackillop. E, agora, Bento XVI, para este grande evento eclesial do DMJ.
Recordamos ainda que os Dias Mundiais da Juventude foram instituídos por João Paulo II, em 1985, no Ano Internacional da Juventude; são celebrados a cada dois ou três anos, em cidades de continentes diferentes; contam com a presença do Papa e com a participação de jovens do mundo inteiro.
Nos anos intermediários, os DMJ são celebrados em nível diocesano, no Domingo de Ramos, nas Igrejas particulares do mundo. Para cada evento, o Papa propõe um tema. Em vista do DMJ, propriamente dito, na presença do Papa, os jovens se preparam com “Jornadas” de catequeses, orações, Missas, momentos de festa, encontros e cantos, em suas respectivas línguas.
O DMJ foi celebrado, pela primeira vez, em Roma, no Domingo de Ramos de 1986. A seguir, em 1987, os jovens foram convocados por JPII a Buenos Aires, na Argentina. Dois anos depois, em 1989, na cidade espanhola de Santiago de Compostela; em 1991, na cidade polonesa de Czestochowa; em 1993, na cidade norte-americana de Denver; em 1995, em Manila, nas Filipinas; em 1997, em Paris, na França; Em 2000, por ocasião do Grande Jubileu o DMJ realizou-se novamente em Roma; em 2002, em Toronto, no Canadá, o último evento juvenil presidido por JPII; em agosto de 2005, em Colônia, na Alemanha, Bento XVI presidiu ao XX DMJ, em memória do falecido Papa JPII.
Agora, em 2008, Bento XVI preside ao segundo DMJ de seu Pontificado, no distante país da Austrália.
Enquanto os jovens aguardam o primeiro encontro com o Papa, em terras australianas, depois de amanhã, dia 17, o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Padre Federico Lombardi, nos fala da permanência de Bento XVI na residência do Opus Dei, a 25 quilômetros da cidade de Sydney, onde está descansando e se adaptando ao grande fuso horário:
“O Papa iniciou com a celebração da Missa, da qual participaram, naturalmente, os funcionários da residência e seus dois secretários; depois do café da manhã, o Santo Padre fez um pequeno passeio a pé e, durante o resto da manhã, se dedicou à leitura, à oração e à revisão dos textos dos discursos que deverá pronunciar nestes dias”. (MT)
Fonte: RV

domingo, 29 de junho de 2008

ABERTURA DO ANO PAULINO NA BASÍLICA DE SAO PAULO FORA DOS MUROS


COM O ANO PAULINO, VAMOS APRENDER DE PAULO A FÉ E A VERDADE NAS QUAIS ESTÃO RADICADAS AS RAZÕES DA UNIDADE DOS DISCÍPULOS DE CRISTO: A BERTURA DO ANO PAULINO NA BASÍLICA DE SAO PAULO FORA DOS MUROS


Cidade do Vaticano, 28 jun (RV)
- O Santo Padre, com a participação do Patriarca Ecumênico Bartolomeu I, abriu o ano jubilar dedicado a São Paulo, nos 2000 anos do seu nascimento, iniciativa que fora anunciada há precisamente um ano por Bento XVI.

O “Ano Paulino” estende-se até 29 de junho de 2009, procurando dar a conhecer uma das figuras mais importantes no nascimento e expansão do Cristianismo. A cerimônia de abertura foi presidida pelo papa, na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, na qual foi aberta uma “Porta Paulina” (simétrica à Porta Santa), dando assim início às peregrinações a locais escolhidos (12 em Roma) e foi acesa a Chama Paulina que arderá ao longo de todo o ano.

Na sua homilia, o papa deu destaque à figura de Paulo como “Mestre dos Gentios”, palavra que se abre ao futuro, a todos os povos e a todas as gerações; Paulo, disse Bento XVI, não é para nós uma figura do passado, que lembramos com veneração, mas é também o nosso mestre, apóstolo e anunciador de Cristo também para nós”.

Paulo quer falar conosco hoje, frisou Bento XVI e por isto “eu quis convocar este Ano Paulino especial: para ouvi-lo e para aprender agora dele, como nosso mestre, a fé e a verdade nas quais estão radicadas as razões da unidade dos discípulos de Cristo.

“Nesta perspectiva – explicou o Pontífice – eu quis acender, para este bimilenário do nascimento do Apóstolo, uma especial «Chama Paulina» que permanecerá acesa durante todo o ano... Para dar solenidade a este evento inaugurei a chamada “Porta Paulina” pela qual entrei na Basílica acompanhado pelo Patriarca de Constantinopla, pelo cardeal Arcipreste e por outras autoridades religiosas”.

Falando de Paulo como homem combativo, que sabe manejar a espada da palavra, o papa frisou o que o prpóprio Apóstolo diz na carta aos Tessalonicenses: “Ousamos pregar-vos o Evangelho de Deus em meio de muita contradição, mas nunca usamos de adulação, nem fomos levados por interesse algum”. “A verdade – ponderou o papa - era para ele grande demais para estar disposto a sacrificá-la em vista de um sucesso externo”.

O Santo Padre falou também da relação entre amor e liberdade, entendendo a liberdade não como livre arbítrio, como possibilidade de fazer o que se quer, mas de agir segundo a verdade.“A Igreja, disse Bento XVI, não é uma associação que quer promover uma determinada causa. Nela não se trata de uma causa, mas da pessoa de Jesus Cristo, que mesmo depois de ressuscitado permanece sendo “carne” e está pessoalmente presente na sua Igreja como “chefe e corpo” dado por nós no mistério eucarístico.

Também o Patriarca Bartolomeu I pronunciou uma breve homilia na qual destacou que a “a conversão radical e o querigma apostólico de Saulo de Tarso sacudiram a história no sentido literal do termo e esculpiram a própria identidade cristã”: fazendo o conúbio entre língua grega e mentalidade romana do seu tempo – destacou Bartolomeu I – Paulo despojou a cristandade, de uma vez por todas, de toda limitação mental, e forjou para sempre o fundamento católico da Igreja ecumênica”. (PL)

Fonte: RV