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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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Mostrando postagens com marcador Missa do Crisma. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 27 de março de 2013

Gestos de Francisco, sinais para o mundo

Card. Hummes: gestos de Francisco são sinais para o mundo



 Cidade do Vaticano

 – A Igreja Católica celebra a partir desta Quinta-Feira Santa o Tríduo Pascal.

A Missa do Crisma será celebrada na Basílica de São Pedro, às 9h20 (horário de Roma), presidida pelo Papa Francisco. À tarde, ele celebra a Missa da Ceia do Senhor, com o rito do Lava-Pés, no Instituto Penal para Menores de Casal del Marmo, na periferia de Roma. A Rádio Vaticano não transmitirá nenhuma das duas cerimônias com comentários em português.

Cinquenta jovens do Instituto Penal participarão da celebração, entre os quais 11 meninas. Do lava-pés, participarão 12 jovens de nacionalidades e religiões diferentes.

A animação da celebração ficará a cargo de um grupo de 40 voluntários da Associação “Voluntários Casal del Marmo” e de membros da Renovação Carismática que animam a liturgia dominical no Instituto. As leituras e as preces dos fiéis serão feitas pelos jovens. Após a celebração, o Santo Padre saudará os membros do Instituto.

Celebrando em Casal del Marmo, Francisco dá assim continuidade a uma tradição que assumiu quando ainda sacerdote. Em Buenos Aires, Bergoglio costumava celebrar esta Missa em prisões ou casas para pobres e marginalizados.

Sobre a decisão de manter este gesto, Cristiane Murray contatou o Arcebispo emérito de São Paulo, Card. Cláudio Hummes:
Ele continua dando todos esses grandes sinais e gestos concretos, decisões concretas que confirmam o nome dele de Francisco. Creio que seja uma grande mensagem para o mundo todo esses gestos, essas decisões, esses atos dele, em que mostra realmente que é um Papa para os pobres, com os pobres e um Papa que quer também que seja uma Igreja coerente com o Evangelho. Olhando para S. Francisco de Assis, esse homem do Evangelho, esse homem da pobreza, da humidade, da paz, do amor à criação, eu creio que são sinais para o mundo e que o mundo entende. Também essa decisão de celebrar a Ceia do Senhor com os jovens que estão na prisão, de fato ele fazia isso em Buenos Aires, mostra se trabalho como Bispo de Roma. Ele vai continuar certamente nesta linha, isso nós vamos ver muito, como ele vai estar junto do pobre, do mais sofrido da diocese de Roma, mas sendo assim sinal para todo o mundo, para todos os homens e mulheres. E fico muito comovido e emocionado quando escuto e vejo este Papa sendo tão coerente com seu nome.(BF)

Fonte: RV

quinta-feira, 5 de abril de 2012

O SACERDOTE NUNCA PERTENCE A SI MESMO


Papa: "O sacerdote nunca pertence a si mesmo"




Cidade do Vaticano



- Bento XVI presidiu na manhã desta quinta-feira a Missa do Crisma, na Basílica de São Pedro, durante a qual consagrou os óleos dos catecúmenos, da unção dos enfermos e o do crisma. No primeiro evento do calendário da Páscoa, os cerca de 1600 cardeais, bispos, párocos romanos, sacerdotes diocesanos e religiosos renovaram suas promessas sacerdotais.


Inspirando-se na narração de João, o Papa introduziu sua homilia perguntando-se:

“Somos realmente consagrados na realidade da nossa vida? Atuamos a partir de Deus e em comunhão com Jesus Cristo?”. E prosseguiu centrando-se na “situação algumas vezes dramática da Igreja de hoje” e citando de modo especial “um país europeu em que um grupo de sacerdotes publicou um apelo à desobediência”.


Bento XVI disse saber que este grupo pede que “sejam ignoradas algumas decisões definitivas do Magistério, como, por exemplo, a Ordenação das mulheres”, questão “a propósito da qual o Beato Papa João Paulo II declarou de maneira irrevogável que a Igreja não recebeu, da parte do Senhor, qualquer autorização para fazê-lo”.

“Será a desobediência um caminho para renovar a Igreja?” – interrogou.


Bento XVI chamou a atenção também para o problema do analfabetismo religioso típico dos nossos tempos:

“Os elementos fundamentais da fé, que no passado toda e qualquer criança sabia, são cada vez menos conhecidos. Mas, para se poder viver e amar a nossa fé, para se poder amar a Deus e, consequentemente, tornar-se capaz de ouvi-lo corretamente, devemos saber aquilo que Deus nos disse; a nossa razão e o nosso coração devem ser tocados pela sua palavra”. “O Ano da Fé, a comemoração da abertura do Concílio Vaticano II há 50 anos, - prosseguiu o Papa – devem ser uma ocasião para anunciarmos a mensagem da fé com novo zelo e nova alegria”.


Outro esclarecimento feito pelo Pontífice na homilia foi o fato que “em alguns ambientes, o termo «alma» é considerado como palavra proibida, porque exprimiria um dualismo entre corpo e alma, cometendo o erro de dividir o homem”.

“Certamente – explicou – o homem é uma unidade, destinada com corpo e alma à eternidade. Mas isso não pode significar que já não temos uma alma, um princípio constitutivo que garante a unidade do homem durante a sua vida e para além da sua morte terrena”.


“Como sacerdotes, preocupamo-nos naturalmente com o homem inteiro, incluindo as suas necessidades físicas: com os famintos, os doentes e os sem-abrigo; contudo, não nos preocupamos apenas com o corpo, mas também com as necessidades da alma do homem: com as pessoas que sofrem devido à violação do direito ou por um amor desfeito; com as pessoas que, relativamente à verdade, se encontram na escuridão; que sofrem por falta de verdade e de amor. Preocupamo-nos com a salvação dos homens em corpo e alma. E, enquanto sacerdotes de Jesus Cristo, o fazemos com zelo” – frisou.


Bento XVI terminou a homilia lembrando que “as pessoas não devem ter a sensação que após cumprir nosso horário de trabalho pertencemo-nos apenas a nós mesmos. Um sacerdote nunca pertence a si mesmo”. E pediu ao Senhor que “nos encha com a alegria da sua mensagem, a fim que possamos servir, com jubiloso zelo, a sua verdade e o seu amor”.(CM)


Fonte: RV