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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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quarta-feira, 23 de março de 2011

MILHARES DE JOVENS PORTUGUESES ESTARÃO PRESENTES NA JMJ DE MADRI

Mais de 15 mil jovens de Portugal na JMJ
Por todo o país juventude se mobiliza
ROMA,
- O número de jovens portugueses na Jornada Mundial da Juventude de Madri deve superar os 15 mil.

O diretor do Departamento Nacional de Pastoral Juvenil, padre Pablo Lima, anunciou que estão registadas quase oito mil inscrições até o momento.
Em declarações à ‘Agência Ecclesia’, afirmou crer que até agosto se conseguirá superar a marca de 15 mil jovens. “Um pouco por todo o país”, os jovens “estão a mobilizar-se e a realizar atividades”.
O responsável assinalou que as dioceses continuam “a promover as catequeses e encontros de formação” previstos na preparação para o encontro na capital espanhola. Cresce, “mesmo naqueles que não podem ir a Madri”, a “vontade de participar, de organizar-se e estar em comunhão”.
Padre Pablo Lima acredita que “não é por acaso que o Papa repete um país” para celebrar a Jornada, depois de em 1989 a cidade espanhola de Santiago de Compostela ter acolhido o encontro.
“Este ambiente de secularização, e até de um certo silenciamento da Igreja e dos cristãos em geral, é uma das razões pela qual o Papa quis escolher o local”, disse.
“Pretende-se que os jovens não caiam naquele pecado que Bento XVI apontou quando esteve em Portugal [11 a 14 de Maio de 2010], dos crentes que vivem como envergonhados da sua fé”, frisou Pablo Lima.
A preparação da presença nacional na JMJ foi um dos temas da reunião realizada a 18 e 19 de março, em Fátima, com a presença dos responsáveis pela Pastoral Juvenil das 20 dioceses territoriais portuguesas.
Fonte: ZENIT.org

domingo, 16 de maio de 2010

"UMA VIAGEM MARAVILHOSA, QUE MOSTRA A GRANDE VITALIDADE DA IGREJA"


PE. LOMBARDI: "UMA VIAGEM MARAVILHOSA, QUE MOSTRA A GRANDE VITALIDADE DA IGREJA"

Cidade do Vaticano,

- O Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, de retorno de Portugal, tendo acompanhado a 15ª Viagem Apostólica Internacional de Bento XVI, fez um balanço da mesma para a Rádio Vaticano:
Pe. Federico Lombardi:
- "Podemos dizer que foi uma viagem na qual tudo transcorreu da melhor forma possível, foi uma viagem maravilhosa. Houve um grande acolhimento, caloroso, para além das expectativas dos organizadores.
O Papa ficou muito impressionado, muito contente e confortado. O Santo Padre pôde dar as grandes mensagens que de certo modo lhe haviam sido solicitadas e que eram esperadas pela Igreja portuguesa.
Os bispos portugueses me confirmaram que a presença do mundo da cultura no encontro em Lisboa foi total.
Portanto, foi um encontro de grande significado, diria, de significado histórico, e que expressa a vontade da Igreja de dialogar de modo construtivo com todos aqueles que atuam, que se empenham no mundo do pensamento, da pesquisa, da arte e da criatividade.
São coisas que certamente ficarão por muito tempo para a Igreja portuguesa. Sobretudo com o momento de Fátima, o olhar se estendeu à Europa e ao mundo, porque Fátima é um lugar que realmente assumiu um significado para toda a Igreja presente no mundo inteiro, como momento de encontro e – de certo modo – de comunicação entre o céu e a terra."
P. O Papa foi a Fátima para dizer que o amor de Jesus e por Jesus é a coisa mais importante: tudo parte daí, e a Igreja anuncia e propõe – não impõe – esse amor, em diálogo com o mundo...
Pe. Federico Lombardi:- "Certamente o Papa volta sempre aos pontos essenciais, aos fundamentos da missão da Igreja. O Santo Padre se fez peregrino com esse povo que responde a um chamado feito através de Maria e que leva naturalmente ao centro da nossa fé: ao amor do Filho de Deus, ao acolhimento da Revelação; nesta nossa história concreta."
P. Uma das frases do papa que mais impressionaram foi certamente a de que quem pensa que a profecia de Fátima tenha se concluído, se ilude. O que Bento XVI queria dizer?
Pe. Federico Lombardi:- "O Papa quis dizer uma coisa muito simples: que não devemos mais esperar de Fátima profecias no sentido de anúncio de eventos concretos concernentes aos próximos anos ou ao próximo século. Isso não está em questão. A profecia de Fátima, na perspectiva do Papa, que, aliás, deve ser a nossa perspectiva, significa ter aprendido a ler os eventos da nossa história à luz da fé, ou seja, sob o olhar de Deus, que segue a Igreja e a humanidade a caminho, opera a sua graça para acompanhar aqueles que se dirigem a Ele e nos convida a nos comprometermos nesta história a partir da conversão de nós mesmos para agirmos segundo os critérios do Evangelho. Essa é uma mensagem profética que continua sendo de grande atualidade e o será no futuro."
P. Falando ainda sobre o segredo de Fátima, o Pontífice disse que a grande perseguição contra a Igreja não vem de inimigos externos, mas do pecado dentro dela mesma...
Pe. Federico Lombardi:- "O Papa deu a entender que os sofrimentos, as dificuldades que a Igreja encontra – e se refere exatamente aos abusos sexuais – são algo que a Igreja traz em si: traz em si, infelizmente, também a realidade do pecado. E é justamente por isso que a mensagem de Fátima é extremamente atual e importante, porque nos fala de conversão, de penitência, para renovar-nos de tal modo que o nosso testemunho seja coerente."
P. Também nesta ocasião da viagem a Portugal o Papa sentiu o grande afeto das pessoas...
Pe. Federico Lombardi:- "Sim, realmente sentiu esse afeto de um modo excepcional. E não é a primeira vez. Também na viagem a Malta, bem como na viagem a Turim, mas em particular esta viagem mais ampla, mais prolongada, possibilitou grandes massas, permitiu a presença a um grande número de pessoas. Sabemos que no coração havia um número ainda maior de participação, porque muitos não puderam ir fisicamente encontrar o Papa, porém, acompanharam-no e lhe querem muito bem. De qualquer forma, a grande presença é um sinal eficaz de afeto. Certamente, o Papa gostou e diria que é um fato que demonstrou também a vitalidade da Igreja, a vitalidade da fé simples, mas viva da Igreja portuguesa, e é, portanto, um grande sinal de esperança para a Igreja que caminha." (RL)

Fonte: RV

sexta-feira, 14 de maio de 2010

PAPA:QUE MINHA VISITA RENOVE ARDOR ESPIRITUAL

CONCLUÍDA VIAGEM DE BENTO XVI A PORTUGAL: QUE MINHA VISITA RENOVE ARDOR ESPIRITUAL


Porto, 14 mai (RV)



- Bento XVI concluiu no final da tarde desta sexta-feira a sua 15ª Viagem Apostólica Internacional, viagem esta que o levou a Portugal, onde se encontrava desde terça-feira passada, dia 11.Após a celebração da santa missa, presidida esta manhã pelo Pontífice, na Avenida dos Aliados, no Porto, Bento XVI seguiu de papamóvel para o Aeroporto Sá Carneiro, onde teve lugar a cerimônia oficial de despedida, com a presença do Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, e demais autoridades políticas e civis e alguns bispos de Portugal, entre os quais o Patriarca de Lisboa, Cardeal José da Cruz Policarpo.
Ali o Papa proferiu o sétimo e último discurso da sua viagem de quatro dias a Portugal.
Antes disso tiveram lugar as honras militares e a execução dos hinos pontifício e de Portugal:
Em seu discurso, o Presidente português homenageou Bento XVI definindo-o "sábio peregrino que vai ao encontro de todos os homens de boa vontade". Portugal – disse Cavaco Silva dirigindo-se o Papa – foi reforçado pela mensagem de esperança e de confiança que nos deu.
O chefe de Estado pediu ao Santo Padre que tenha Portugal e os portugueses em seu espírito e em suas orações, desejando boa viagem ao Pontífice.
Após saudar o Presidente da República portuguesa, as autoridades, os bispos e demais presentes, o Papa disse:
"No termo da minha visita, repassa no meu espírito a densidade de tantos momentos vividos nesta peregrinação a Portugal. Levo guardada na alma a cordialidade do vosso acolhimento afetuoso, a forma tão calorosa e espontânea como se cimentaram os laços de comunhão com os grupos humanos com quem pude contatar, o empenhamento que significou a preparação e a realização do programa pastoral planeado."
O Pontífice quis no momento da despedida expressar toda sua sincera gratidão ao Presidente do país, aos bispos portugueses, ao Governo e a todos aqueles que se desdobraram em visível dedicação ao longo de toda a sua viagem, estendendo seus agradecimentos aos meios de comunicação social que acompanharam esta sua visita.
"Para todos os portugueses, fiéis católicos ou não, aos homens e mulheres que aqui vivem, mesmo sem aqui terem nascido, vai a minha saudação na hora da despedida" - disse.
Em seguida, Bento XVI quis deixar uma premente exortação a todos os portugueses:
"Não cesse entre vós de crescer a concórdia, essencial para uma sólida coesão, caminho necessário para enfrentar com responsabilidade comum os desafios com que vos debateis.
Continue esta gloriosa Nação a manifestar a grandeza de alma, profundo sentido de Deus, abertura solidária, pautada por princípios e valores bebidos no humanismo cristão. Em Fátima, rezei pelo mundo inteiro pedindo que o futuro traga maior fraternidade e solidariedade, um maior respeito recíproco e uma renovada confiança e confidência em Deus, nosso Pai que está nos céus."
O Santo Padre ainda expressou ter-lhe sido uma alegria ser testemunha da fé e devoção da comunidade eclesial portuguesa. Ter podido "verificar a energia entusiasta das crianças e dos jovens, a adesão fiel dos presbíteros, diáconos e religiosos, a dedicação pastoral dos bispos, a procura livre da verdade e da beleza patente no mundo da cultura, a criatividade dos agentes de pastoral social, a vibração da fé dos fiéis nas dioceses que visitei" - frisou.
O Santo Padre despediu-se dos portugueses manifestando um desejo particular e deixando a todos a Bênção Apostólica:
"O meu desejo é que a minha visita se torne incentivo para um renovado impulso espiritual e apostólico. Que o Evangelho seja acolhido na sua integridade e testemunhado com paixão por todos os discípulos de Cristo, a fim de que se revele como fermento de autêntica renovação de toda a sociedade!
Desça sobre Portugal e todos os seus filhos e filhas a minha Bênção Apostólica, portadora de esperança, de paz e de coragem, que imploro de Deus pela intercessão de Nossa Senhora de Fátima, a quem manifestais tanta confiança e firme amor. Continuemos a caminhar na esperança! Adeus!"
O avião Airbus A320 da TAP trazendo o Papa e comitiva decolou às 14h17 locais, chegando ao Aeroporto Internacional de Roma-Ciampino às 17h40 locais (12h40 de Brasília), de onde Bento XVI se transferiu logo em seguida, de automóvel, de volta para o Vaticano, concluindo assim a sua 15ª Viagem Apostólica Internacional. (RL)




Fonte: RV

domingo, 9 de maio de 2010

PROGRAMA DA VISITA DE S.S. PAPA BENTO XVI A PORTUGAL

PROGRAMA COMPLETO DA VISITA APOSTÓLICA DE S.S. PAPA BENTO XVI A PORTUGAL, NO 10º ANIVERSÁRIO DA BEATIFICAÇÃO DE JACINTA E FRANCISCO MARTO, PASTORINHOS DE FÁTIMA (11‑14 de Maio de 2010)

PROGRAMA COMPLETO

11 de Maio, terça-feira

ROMA

08.50 – Partida de avião do Aeroporto Internacional Leonardo da Vinci de Fumicino para Lisboa
LISBOA

11.00 – Chegada ao Aeroporto Internacional da Portela, Lisboa
Acolhimento oficial
Discurso do Santo Padre

12.45 – Cerimónia de boas‑vindas, frente ao Mosteiro dos Jerónimos
Breve visita ao Mosteiro dos Jerónimos

13.30 – Visita de cortesia ao Presidente da República, no Palácio de Belém

18.15 – Santa Missa no Terreiro do Paço. Homilia do Santo Padre
Mensagem do Santo Padre comemorativa do 50º aniversário da inauguração do Santuário de Cristo Rei de Almada

12 de Maio, quarta-feira

07.30 – Santa Missa, em privado, na Capela da Nunciatura Apostólica

10.00 – Encontro com o mundo da cultura, no Centro Cultural de Belém
Discurso do Santo Padre

12.00 – Encontro com o Primeiro Ministro, na Nunciatura Apostólica

15.45 – Despedida da Nunciatura Apostólica

16.40 – Partida de helicóptero do Aeroporto Internacional da Portela de Lisboa para Fátima

FÁTIMA

17.10 – Chegada ao heliporto no grande parque do novo Estádio Municipal de Fátima

17.30 – Visita à Capelinha das Aparições
Oração do Santo Padre

18.00
– Celebração das Vésperas com sacerdotes, diáconos, religiosos/as, seminaristas e agentes de pastoral, na Igreja da SS.ma Trindade
Discurso do Santo Padre

21.30 – Bênção das velas, na Capelinha das Aparições
Discurso do Santo Padre. Oração do Rosário

13 de Maio, quinta-feira

10.00 – Santa Missa na esplanada do Santuário de Fátima
Homilia do Santo Padre. Saudações do Santo Padre

13.00 – Almoço com os Bispos de Portugal e com o Séquito Papal no Refeitório da Casa de Nossa Senhora do Carmo

17.00 – Encontro com as Organizações da Pastoral Social, na Igreja da SS.ma Trindade. Discurso do Santo Padre

18.45 – Encontro com os Bispos de Portugal no Salão da Casa de Nossa Senhora do Carmo. Discurso do Santo Padre

14 de Maio, sexta-feira

08.00 – Despedida da Casa de Nossa Senhora do Carmo

08.40 – Partida de helicóptero do heliporto de Fátima para o Porto

GAIA

09.30 – Chegada ao heliporto do Quartel da Serra do Pilar

PORTO

10.15 – Santa Missa na Avenida dos Aliados
Homilia do Santo Padre

13.30 – Cerimónia de despedida no Aeroporto Internacional Sá Carneiro do Porto. Discurso do Santo Padre

14.00 – Partida de avião do Porto para Roma

ROMA

18.00 – Chegada ao Aeroporto de Ciampino, Roma

A FAMÍLIA CATÓLICA

domingo, 25 de abril de 2010

PREPARATIVOS PARA A VISITA DO PAPA À PORTUGAL

PORTUGAL PREPARA A VISITA DO PAPA


.....................Basílica da Estrela - Lisboa - Portugal

Lisboa,

- Cerca de 200 mil exemplares de um "santinho" contendo uma oração pela visita de Bento XVI a Portugal serão distribuídos neste fim de semana nas paróquias da Diocese de Lisboa. A oração visa preparar espiritualmente os fiéis católicos para este acontecimento que vai levar o Papa à cidade de Lisboa, Fátima e Porto.O pequeno prospecto com a imagem oficial da visita do Santo Padre e a oração serão distribuídos nas diversas missas das cerca de 300 paróquias da diocese de Lisboa.Também neste fim de semana começa a circular nas paróquias do Patriarcado um folheto com informações e conselhos úteis para a participação na missa que Bento XVI celebrará no dia 11 de maio, às 18h15, no Terreiro do Paço.Através da Rádio Vaticano, nossos ouvintes poderão acompanhar os principais momentos da visita papal a Portugal entre os dias 11 e 14 de maio. (RD)

Fonte: RV

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

S.S. PAPA BENTO XVI EM PORTUGAL

PAPA VISITARÁ PORTUGAL EM 2010

Cidade do Vaticano,

- A Sala de Imprensa da Santa Sé informou hoje que Bento XVI realizará uma viagem apostólica a Portugal, em maio de 2010, aceitando, assim, o convite da Conferência Episcopal Portuguesa.O Santo Padre presidirá as cerimônias, em Fátima, no dia 13 de maio próximo, em vista do aniversário da primeira aparição de Nossa Senhora aos três pastores. O programa completo da visita do papa ainda não foi estabelecido."Manifestamos a nossa alegria por esta visita do Santo Padre a Portugal. O amor dos católicos portugueses ao Sucessor de Pedro é um elemento chave da nossa tradição católica e da nossa fidelidade à Igreja" – afirma numa nota o arcebispo de Braga, Dom Jorge Ferreira da Costa Ortiga, presidente da Conferência Episcopal Portuguesa.O prelado ressalta que a visita apostólica do Santo Padre a Portugal será mais uma ocasião para aprofundar e expressar "o desejo de comunhão com o Pastor Universal". O arcebispo de Braga convida "todas as comunidades católicas a prepararem esta visita, vivendo profundamente a comunhão eclesial".O presidente da Conferência Episcopal Portuguesa sublinha ainda que a "Nossa Senhora, que o povo Português ama com uma ternura especial, é a Mãe bondosa que nos convida a mergulhar em Jesus Cristo e no mistério da Igreja".Dom Costa Ortiga conclui o comunicado frisando que com certeza o povo português, independentemente de sua ideologia e religião, saberá acolher o papa que tem sido um profeta das causas fundamentais e urgentes, como a paz, a liberdade, o diálogo, a justiça e a fraternidade. (MJ)

Fonte: RV

domingo, 22 de fevereiro de 2009

DEFESA DA " VERDADE DOS CONCEITOS DE CASAMENTO E FAMÍLIA"

Igreja em Portugal defende «a verdade dos conceitos de casamento e família»
Em nota pastoral da Conferência Episcopal

A Igreja da Memória, em Lisboa

LISBOA, -

A CEP (Conferência Episcopal Portuguesa) difundiu uma nota pastoral em que defende «a verdade dos conceitos de casamento e família».
O organismo episcopal se manifestou diante da intenção de que, na próxima legislatura, se proponha à Assembleia da República uma lei que equipare as uniões homossexuais ao casamento das famílias constituídas na base do amor entre um homem e uma mulher.
Segundo a CEP, «a verdade da vida humana assenta na complementaridade do homem e da mulher. É esta complementaridade dos sexos, expressa de um modo eminente no dom total e perene do amor entre um homem e uma mulher, por princípio aberto à geração de novas vidas, que está na base antropológica da família».
Ao destacar que defendem «a verdade dos conceitos de casamento e família», os bispos afirmam que «pretender redefini-los seria porta aberta para diversos modelos alternativos à sua autenticidade genuína, o que constituiria fonte de perturbação para adolescentes e jovens, com a sua identidade em estruturação, e enfraqueceria a instituição da família, célula base de todas as sociedades».
«A família, fundada no casamento entre um homem e uma mulher, tem o direito a ver reconhecida a sua identidade única, inconfundível e incomparável, sem misturas nem confusões com outras formas de convivência.»
A CEP explica que a Igreja «rejeita todas as formas de discriminação ou marginalização das pessoas homossexuais e dispõe se a acolhê-las fraternalmente e a ajudá-las a superar as dificuldades que, em não poucos casos, acarretam grande sofrimento».
«Contudo, fiel à razão, à palavra de Deus e aos ensinamentos recebidos, a Igreja não pode deixar de considerar que a sexualidade humana vivida no casamento só encontra a sua verdade e plenitude na união amorosa de um homem e de uma mulher.»
O organismo episcopal rejeita «que a união entre pessoas do mesmo sexo possa ser equiparada à família estavelmente constituída através do casamento entre um homem e uma mulher, e o mesmo se diga de uma lei que permita a adoção de crianças por homossexuais».
«Tal constituiria uma alteração grave das bases antropológicas da família e com ela de toda a sociedade, colocando em causa o seu equilíbrio», afirma a nota.
A Igreja em Portugal chama ainda «a atenção para a necessidade de iniciativas que ajudem as famílias estavelmente constituídas a superar os problemas econômicos que muitas atravessam, que as valorizem como lugar primordial de educação dos filhos e que favoreçam a sua importância na vida social».

Fonte: ZENIT.org

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

HOJE - SÃO BERNARDO DE CLARAVAL

São Bernardo de Claraval
Glória da Igreja e da Cristandade e mentor dos Cavaleiros Templários

Dante elege-o como seu guia no Paraíso da Divina Comédia.O século XII exulta de uma impressionante vitalidade espiritual e cultural, é a época das catedrais, das cruzadas, da Ordem do Templo, do Graal, etc.; o tempo prodigioso no qual Bernardo de Claraval, reformador da cristandade e místico da contemplação, tem um protagonismo central. Borgonhês como o Conde D. Henrique, correspondeu-se com Dom Afonso Henriques, rei que favoreceu largamente o incremento da Ordem de Cister em Portugal. O professor Agostinho da Silva sugere mesmo «que a fundação de Portugal é acto inteiro da potência mística e de acção de São Bernardo, o de Claraval».Figura enigmática, Bernardo, na sua faceta política, luta sem rodeios contra as heterodoxias e heresias da época, no entanto, tem um papel determinante na oficialização e incremento da Ordem dos Templários: escreve Em Louvor da Nova Milícia (De laude novae militae) e considera que «apenas os Templários estão destinados à guerra santa».Místico da contemplação, do amor divino entre a Alma-Esposa e o Deus-Esposo, considera o conhecimento de Deus e de si mesmo como a via necessária para o êxtase, para a unitas spiritus: «Meu Deus, fazei com que eu vos conheça e que eu me conheça. (…) É do céu que nos chega esse conselho: conhece-te a ti mesmo, oh homem.»Quando se tornou monge, Cister era uma ordem muito pobre vítima de calúnias de outras ordens monásticas, no final da sua vida já estavam estabelecidos 243 mosteiros cistercienses na Europa!


A última biografia crítica de S. Bernardo é do século passado¹. O fato de ninguém ter realizado uma nova biografia científica de S. Bernardo, mostra como é difícil este trabalho.
Isso nos dá uma idéia da grandeza do personagem e da amplitude da sua ação: tudo isso parece desencorajar os autores a realizarem este trabalho. Por outro lado, dispomos, hoje, de uma notável edição crítica das suas obras, graças a D. Jean Leclercq (+ 1989), personagem chave dos estudos bernardinos contemporâneos².
Fruto exemplar e típico da sociedade feudal do seu tempo, ligado a uma vasta florescência de alianças familiares, Bernardo soube fazer de tudo isso a base da sua ação, seja no momento da sua entrada em Cîteaux, como em seguida. Uma formação tradicional e puramente literária permitiu-lhe conquistar, logo cedo, uma grande pureza de estilo e, sobretudo, um excelente conhecimento dos Padres da Igreja.
Bernardo nasceu na última década do século XI, no ano 1090, em Dijon, França. Era o terceiro dos sete filhos do cavaleiro Tecelim e de sua esposa Alícia.
A sua família era cristã, rica, poderosa e nobre. Desde tenra idade, demonstrou uma inteligência aguçada. Tímido, tornou-se um jovem de boa aparência, educado, culto, piedoso e de caráter reto e piedoso. Mas chamava a atenção pela sabedoria, prudência, poder de persuasão e profunda modéstia.
Quando sua mãe morreu, seus irmãos quiseram seguir a carreira militar, enquanto ele preferiu a vida religiosa, ouvindo o chamado de Deus. Na ocasião, todos os familiares foram contra, principalmente seu pai. Porém, com uma determinação poucas vezes vista, além de convencê-los, trouxe consigo: o pai, os irmãos, primos e vários amigos.
Ao todo, trinta pessoas seguiram seus passos, sua confiança na fé em Cristo, e ingressaram no Mosteiro da Ordem de Cister, recém-fundada.
O abade Sto. Estêvão Harding acolheu com alegria este grupo e soube discernir a riqueza da personalidade de Bernardo e nele confiar, ainda que, sob muitos aspectos, descobriu-se entre eles uma notável diferença de temperamento.
Numa primeira abordagem desta diferença, podemos notar que enquanto para Estêvão a estética está mais sobre a ordem do visível, das artes plásticas (como demonstram os manuscritos com iluminuras que datam do seu abaciado), para Bernardo a estética é mais aquela do ouvido e da voz, aquela da música, da escuta, essencialmente escuta da Palavra de Deus, a escuta do Verbo de Deus que se dirige ao monge, ao qual não é permitido distrair-se.
Bernardo constrói sobre os ideais e sobre os fundamentos essenciais dados por Estêvão: fidelidade à Regra, simplicidade, pobreza e, sobretudo, a caridade.
Seguindo o seu exemplo, de modo especial no que diz respeito à pobreza, os cistercienses estabeleceram-se em “desertos”, onde realizam um duro trabalho manual que é suficiente para o seu sustento e permite também vir ao encontro dos necessitados.
Conhecem um despojamento que os aproxima daquele de Jesus Cristo e dos apóstolos. Rejeitam o sistema social da época, renunciam aos dízimos e feudos que vêm daqueles que têm autoridade feudal e, do mesmo modo, não aceitam os “benefícios” que poderiam ser propostos pelos homens da Igreja.
Com a idéia da igualdade, no mosteiro, não se faz mais caso da origem social dos monges; todos vivem do mesmo modo. No que diz respeito ao abade, inclusive ao abade de Cîteaux, encontram-se todos no Capítulo Geral no mesmo nível.
A simplicidade de vida aparece nos hábitos, nas construções realizadas com linhas geométricas “limpas”, estilo despojado, sem decorações. A espiritualidade não está dirigida a uma elite, mas a seres humanos de carne, permeados profundamente do desejo de converter-se.
Este quadro estaria incompleto se não se fizesse menção do culto à Virgem das Dores e da Ternura, pronta para socorrer as mais diversas angústias, como para suscitar o respeito da mulher, numa sociedade bastante violenta.
A contribuição de Bernardo dentro da ordem foi de tão grande magnitude que ele passou a ser considerado o seu segundo fundador. No seu ingresso, em 1113, eram apenas vinte membros e um mosteiro. Dois anos depois, foi enviado para fundar outro na cidade de Claraval, do qual foi eleito abade, ficando na direção durante trinta e oito anos. Foi um período de abundante florescimento da Ordem, que passou a contar com cento e sessenta e cinco mosteiros. Bernardo sozinho fundou sessenta e oito e, em suas mãos, mais de setecentos religiosos professaram os votos.
Bernardo viveu uma época muito conturbada na Igreja. Muitas vezes teve de deixar a reclusão contemplativa do mosteiro para envolver-se em questões que agitavam a sociedade. Foi pregador, místico, escritor, fundador de mosteiros, abade, conselheiro de papas, reis, bispos e também polemista político e tenaz pacificador. Nada conseguia abater ou afetar sua fé, imprimindo sua marca na história da espiritualidade católica romana.
Durante sua vida monástica demonstrava grande fé em Deus serviu à igreja católica apoiando as autoridades eclesiásticas acima das pretensões dos monarcas. Em função disto favoreceu a criação de ordens militares e religiosas. Uma das mais famosas foi a ordem dos cavaleiros templários.
Ao morrer o papa Honório II em 1130, Bernardo apoiou o papa Inocêncio II, que assim conseguiu se impor ao antipapa Anacleto II. Sempre influenciou os sucessivos pontífices com seu apoio. O rei Luís VII da França e o papa Eugénio III, em 1147, encomendaram a Bernardo a pregação da segunda cruzada. Porém, não aceitava as motivações políticas e econômicas subjacentes à iniciativa dos soberanos, mas mesmo assim apoiou.
Ao lado dessas atividades, nesse mesmo período teve uma atividade literária muito expressiva, escrevendo numerosos sermões e ensaios externando o seu espiritualismo contemplativo.
Sua obra mais conhecida foi Adversus Abaelardum. Nela combateu as teorias do teólogo e filósofo Pedro Abelardo, por não aceitar as interpretações racionalistas que, segundo Bernardo, desvirtuavam a fé exigida pelos mistérios de Deus.
Tornou-se o maior escritor do seu tempo, apesar de sua saúde sempre estar comprometida. Isso porque Bernardo era um religioso de vida muito austera, dormia pouco, jejuava com freqüência e impunha-se severa penitência.
Em 1153, participando de uma missão em Lorena, adoeceu. Percebendo a gravidade do seu estado, pediu para ser conduzido para o seu Mosteiro de Claraval, onde pouco tempo depois morreu, no dia 20 de agosto do mesmo ano.
Foi sepultado na igreja do mosteiro, mas teve suas relíquias dispersadas durante a Revolução Francesa. Depois, sua cabeça foi entregue para ser guardada na catedral de Troyes, França.
São Bernardo de Claraval, canonizado em 1174, recebeu, com toda honra e justiça, o título de doutor da Igreja em 1830.


São Bernardo e Portugal
Lendas há que associam São Bernardo e Portugal. Diz-se, por exemplo, que o próprio Bernardo teria vindo a Portugal, por altura da introdução da Ordem Cisterciense no país (Mosteiro de São João de Tarouca, 1142), e até que teria estado na abadia de Alcobaça, um dos maiores coutos cistercienses de toda a Europa (o que evidentemente era impossível, já que a abadia alcobacense foi sagrada no ano da morte de Bernardo).
Estudos recentes dão como certo que São Bernardo esteja associado à independência de Portugal - parece ter sido por sua mediação (ou pelo menos, por mediação da sua abadia) que o Papa enviou um legado à Península Ibérica, o qual reconheceu, senão a independência nacional, pelo menos o título de dux a Afonso Henriques e a submissão do novo país à Santa Sé, pelo pagamento de quatro onças de ouro anuais.

(1) E. VACANDARD, Vie de Saint Bernard, 2 volumes, Paris, 1895. Para uma orientação bilbiográfica sobre s. Bernardo, cf. P. ZERBI, Bernardo di Chiaravalle, in, Biblioteca Sanctorum, III, Roma, 1963, col. 31-37. Para uma apresentação geral da vida e da obra de S. Bernardo, pode-se consultar: J LECLERCQ, San Bernardo e lo Spirito cistercense, Turim, 1976; J. LECLERCQ, Opere di San Bernardo, aos cuidados de Ferruccio Gastaldelli, Milão, 1984 volume I, Introdução geral, pp. XI-LXI
(2) J. LECLERCQ et H. ROCHAIS, Sancti Bernardi Opera 9 volumi, Roma 1957-1977

Fontes: Blogvisão
Do site Abadia.org.br com acréscimos do site Ésquilo.com e CatolicaNet

quarta-feira, 11 de junho de 2008

HOJE - CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DO PASTORINHO FRANCISCO


Portugal celebra centenário de nascimento do pastorinho Francisco
Primo de Ir. Lúcia, vidente foi beatificado por João Paulo II em 2000

Portugal celebra os 100 anos de nascimento do pastorinho Francisco, primo de Lúcia e um dos videntes de Fátima.
O Santuário de Fátima iniciou as comemorações nesta segunda-feira dia 09.
O dia oficial da celebração do aniversário natalício é hoje dia 11 de junho.
O contexto da festividade é a Peregrinação das Crianças a Fátima, que decorreu entre o dia 09 e 10.
Sob o tema «Jesus, tu és a verdade», as crianças serão convidadas a ter no pastorinho Francisco um modelo a imitar.
Neste 11 de junho, inicia um ano de comemorações em memória de Francisco, segundo informa Agência Ecclesia, do episcopado de Portugal. O pastorinho foi beatificado em 13 de maio de 2000, junto com a sua irmã, Jacinta Marto, pelo Papa João Paulo II.
«Francisco tornou-se um contemplativo de Jesus escondido. Este ano, com o início das celebrações do primeiro centenário do seu nascimento, procuramos dar a conhecer a sua experiência da fé», afirma Pe. Armindo Janeiro, Coordenador da Peregrinação das Crianças.
Já o padre Augusto Pascoal, da diocese de Leiria-Fátima, considera que Francisco «não é apenas um grande contemplativo».
«O seu comportamento, especialmente as intervenções que protagoniza de vez em quando, no seio do grupo, prova também que a contemplação é a única forma de mantermos a lucidez necessária a todo o tipo de ação apostólica», afirma.

Francisco Marto nasceu no dia 11 de junho de 1908, em Aljustrel, paróquia de Fátima.
Era filho de Manuel Pedro Marto e de Olímpia de Jesus, irmão de Jacinta Marto (1910-1920) e primo de Lúcia de Jesus (1907-2005).
Lúcia, Francisco e Jacinta, pastorinhos, são os personagens das aparições de Nossa Senhora em 1917, na Cova da Iria.
Francisco adoeceu da gripe penumônica em dezembro de 1918 e faleceu poucos meses depois, em abril de 1919.

Seus restos mortais encontram-se sepultados na basílica de Fátima.
O processo de beatificação do pastorinho foi iniciado em 1952, juntamente com o da sua irmã Jacinta.

O Papa João Paulo II assinou o decreto sobre as virtudes heróicas dos dois em 1989 e os beatificou em 2000.
Fonte: ZENIT.org

sexta-feira, 6 de junho de 2008

PESQUISA CATÓLICA EM LISBOA

PORTUGUESES POSSUEM BÍBLIAS MAS NÃO AS LÊEM

Lisboa, 06 jun (RV) - O jornal português Diário de Notícias publica hoje os resultados de uma pesquisa que indica que os católicos de Lisboa têm pouca adesão aos movimentos da Igreja.
Quase todos os católicos praticantes da diocese de Lisboa possuem uma Bíblia em casa, embora a maioria não as leiam regularmente. Têm também escassa participação nas atividades paroquiais e nos movimentos da Igreja Católica. Esta pesquisa foi solicitada pela Santa Sé ao Patriarcado de Lisboa como preparação ao próximo sínodo dos bispos que, em outubro, refletirá sobre a importância da palavra de Deus na vida e na missão da Igreja. Para o patriarca há a necessidade, hoje, de ensinar os católicos a rezar com a Bíblia e criar mais espaços e oportunidades para o contato dos fiéis com a Sagrada Escritura. Apesar de reconhecer que não são de fácil compreensão, os livros da Bíblia podem ser mais ‘fáceis’ se a leitura for orientada, o que já acontece em alguns grupos. Dom José Policarpo insiste também na necessidade de preparar melhor os leitores que proclamam a palavra nas celebrações. E reconhece que as homilias, espaço que deve ser utilizado para explicação das leituras, “nem sempre ajuda e muitas vezes as pessoas esperam apenas que passe”.
Embora 88% dos católicos entrevistados afirmem possuir ou ter acesso à Bíblia em casa, apenas 30% a lê sozinho ou a lê apenas até duas vezes por ano. O patriarca de Lisboa avaliou que estes dados confirmam a sua percepção de que é preciso mudar a orientação da Igreja. “Temos de centrar toda a ação pastoral da Igreja numa perspectiva sobrenatural, porque a Igreja não é uma associação de beneficência, nem um partido político nem uma associação cultural. É um fenômeno espiritual”, afirmou.As boas notícias vêm da quantidade de pessoas que freqüenta as igrejas.
O estudo revela que mais de 20% dos indagados vão todos os dias ou mais de duas vezes por semana à missa.