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http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

À SANTIDADE NO CASAMENTO

O chamado à santidade no casamento


Encontro destaca o casal de beatos Luigi e Maria Beltrame Quattrocchi

Por Salvatore Cernuzio

ROMA,

- "Quando um homem e uma mulher se tornam um só no matrimônio, eles deixam de ser vistos como criaturas terrestres: tornam-se a própria imagem de Deus". Nunca houve uma personificação mais plástica destas palavras de São João Crisóstomo do que os cônjuges Luigi e Maria Beltrame Quattrocchi, o primeiro casal beatificado na história da Igreja.
Beatos não “apesar do casamento”, mas precisamente por causa dele. O casal não foi elevado aos altares por ter fundado alguma congregação missionária, mas simplesmente porque viveu o casamento como um caminho concreto para a santidade e para Deus.
A data de celebração do casal beato na diocese de Roma é 25 de novembro, aniversário do casamento celebrado em Santa Maria Maggiore em 1905. Em fevereiro de 1994, foi iniciada no Tribunal para a Causa dos Santos do Vicariato de Roma a causa da canonização. João Paulo II beatificou-os em 21 de outubro de 2011, no vigésimo aniversário da Familiaris Consortio.
Justo nos dias em que o Vaticano realiza a Assembleia Plenária do Pontifício Conselho para a Família, que aborda o trigésimo aniversário da fundação do dicastério, foi realizada no Capitólio romano, neste 25 de novembro, a conferência Cidadãos autênticos: nos passos de Maria e Luigi.
O encontro, dez anos após a beatificação do casal, procurou chamar a atenção para um aspecto que vai além do cristão e educativo: o ético e civil, enfatizando a contribuição que Luigi e Maria deram à cidade de Roma e a toda a Itália como "cidadãos autênticos".
“Quando falam dos meus pais, as pessoas sempre falam de casamento, família, educação dos filhos”, disse Enrichetta Beltrame Quattrocchi, quarta e última filha do casal, convidada especial da conferência. “Mas nunca falam da vida deles como cidadãos, que foi intensa".“Por isso nós optamos pela Capitólio”, continuou Enrichetta, incansável aos 97 anos de idade. “Porque é um lugar de profundo valor institucional e de vínculo significativo com os cidadãos, mas principalmente porque eu me comovi quando o papa Bento XVI, em 9 de março de 2009, na hora de saudar os romanos destacando as glórias de Roma, nomeou os santos que trabalharam por esta cidade e, entre eles, os meus pais”.
Entre os muitos e ilustres convidados do encontro, estão Dom Luciano Suriani, delegado das Representações Pontifícias; Dom Paolo Mancini, vigário para a pastoral familiar da diocese de Roma; Marco Pomarici, presidente da Assembleia Capitolina; Salvatore Martinez, presidente da Renovação Carismática italiana; Maria Voce-Emmaus, presidente do movimento dos Focolares, e muitos outros.
“Maria e Luigi foram exemplos vivos de como a vida cotidiana pode concretizar o chamado à santidade, que é a medida da vida cristã diária”, disse Dom Suriani . “Cinquenta anos atrás, o Concílio Vaticano II lançou um apelo à santidade da família e ele se realizou graças aos dois beatos. Precisamos que todas as famílias do nosso tempo, a exemplo deles, também se tornem pequenas igrejas, verdadeiras escolas de oração”.
É uma missão que os Beltrame realizaram plenamente como esposos e pais, como fica demonstrado pelo fato de que os quatro filhos, ao crescerem, sentiram o chamado de Deus à vida religiosa: Filippo (Don Tarcisio) é padre diocesano; Stefania (irmã Maria Cecilia) é freira beneditina; Cesare (padre Paolino) é monge trapista, e Enrichetta, a caçula, é leiga consagrada.
Mas também é uma missão que se concretizou no engajamento civil, no respeito pela democracia, pelas instituições, pela cidade, no próprio trabalho (Luigi era advogado e Maria era escritora e enfermeira) em benefício da sociedade, particularmente dos pobres, doentes e aflitos.
Antonio Conte, presidente da Ordem dos Advogados de Roma, falou precisamente sobre isto: "Luigi Beltrame Quattrocchi nos oferece uma imagem do advogado, talvez menos comum hoje em dia, mas essencial para a compreensão da função de quem é ad-vocatus, ‘chamado com’, ‘chamado junto de’, para aqueles que precisam de assistência. Esta belíssima profissão se transforma em serviço puro, humanidade, santidade para a Igreja, se for acompanhada de um inclinar-se diante do homem para compartilhar, para carregar os fardos juntos com os oprimidos, para alegrar-se com aqueles que estão em festa. Ser ‘humano’ desta forma é algo que torna o advogado uma pessoa que tem uma missão na sociedade civil. Eu diria que esses elementos fizeram do advogado Beltrame Quattrocchi uma pessoa que realmente viveu o carisma da sua profissão, infundindo a alma cristã na atividade que realizava".
Também foi apresentada durante o encontro a Associação A.Mar.Lui, nascida por desejo da filha Enrichetta e presidida por Attilio Danise e Giulia Paola di Nicola, voltada principalmente aos cônjuges e namorados, mas aberta a todos: solteiros, sacerdotes, religiosos e todos aqueles "que desejem alimentar um espírito de família na Igreja e na sociedade, estar perto das famílias e das suas necessidades", como explicaram os presidentes.
Para selar o dia cheio de memórias e de emoções, foi oferecido o recital Uma auréola para dois, dedicado à vida dos beatos, na Domus Mariae de Roma, reunindo na mesma noite todos os participantes do encontro, inclusive famílias de diversas regiões italianas, membros da A.mar.Lui. e dos Focolares, assim como os participantes da reunião da CEI (Conferência Episcopal Italiana) sobre os 30 anos da Familiaris Consortio

Fonte: ZENIT.org

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

O chamado à santidade no casamento







Encontro destaca o casal de beatos Luigi e Maria Beltrame Quattrocchi



Por Salvatore Cernuzio



ROMA,





- "Quando um homem e uma mulher se tornam um só no matrimônio, eles deixam de ser vistos como criaturas terrestres: tornam-se a própria imagem de Deus". Nunca houve uma personificação mais plástica destas palavras de São João Crisóstomo do que os cônjuges Luigi e Maria Beltrame Quattrocchi, o primeiro casal beatificado na história da Igreja.
Beatos não “apesar do casamento”, mas precisamente por causa dele. O casal não foi elevado aos altares por ter fundado alguma congregação missionária, mas simplesmente porque viveu o casamento como um caminho concreto para a santidade e para Deus.
A data de celebração do casal beato na diocese de Roma é 25 de novembro, aniversário do casamento celebrado em Santa Maria Maggiore em 1905. Em fevereiro de 1994, foi iniciada no Tribunal para a Causa dos Santos do Vicariato de Roma a causa da canonização. João Paulo II beatificou-os em 21 de outubro de 2011, no vigésimo aniversário da Familiaris Consortio.
Justo nos dias em que o Vaticano realiza a Assembleia Plenária do Pontifício Conselho para a Família, que aborda o trigésimo aniversário da fundação do dicastério, foi realizada no Capitólio romano, neste 25 de novembro, a conferência Cidadãos autênticos: nos passos de Maria e Luigi.
O encontro, dez anos após a beatificação do casal, procurou chamar a atenção para um aspecto que vai além do cristão e educativo: o ético e civil, enfatizando a contribuição que Luigi e Maria deram à cidade de Roma e a toda a Itália como "cidadãos autênticos".
“Quando falam dos meus pais, as pessoas sempre falam de casamento, família, educação dos filhos”, disse Enrichetta Beltrame Quattrocchi, quarta e última filha do casal, convidada especial da conferência. “Mas nunca falam da vida deles como cidadãos, que foi intensa".“Por isso nós optamos pela Capitólio”, continuou Enrichetta, incansável aos 97 anos de idade. “Porque é um lugar de profundo valor institucional e de vínculo significativo com os cidadãos, mas principalmente porque eu me comovi quando o papa Bento XVI, em 9 de março de 2009, na hora de saudar os romanos destacando as glórias de Roma, nomeou os santos que trabalharam por esta cidade e, entre eles, os meus pais”.
Entre os muitos e ilustres convidados do encontro, estão Dom Luciano Suriani, delegado das Representações Pontifícias; Dom Paolo Mancini, vigário para a pastoral familiar da diocese de Roma; Marco Pomarici, presidente da Assembleia Capitolina; Salvatore Martinez, presidente da Renovação Carismática italiana; Maria Voce-Emmaus, presidente do movimento dos Focolares, e muitos outros.
“Maria e Luigi foram exemplos vivos de como a vida cotidiana pode concretizar o chamado à santidade, que é a medida da vida cristã diária”, disse Dom Suriani . “Cinquenta anos atrás, o Concílio Vaticano II lançou um apelo à santidade da família e ele se realizou graças aos dois beatos. Precisamos que todas as famílias do nosso tempo, a exemplo deles, também se tornem pequenas igrejas, verdadeiras escolas de oração”.
É uma missão que os Beltrame realizaram plenamente como esposos e pais, como fica demonstrado pelo fato de que os quatro filhos, ao crescerem, sentiram o chamado de Deus à vida religiosa: Filippo (Don Tarcisio) é padre diocesano; Stefania (irmã Maria Cecilia) é freira beneditina; Cesare (padre Paolino) é monge trapista, e Enrichetta, a caçula, é leiga consagrada.
Mas também é uma missão que se concretizou no engajamento civil, no respeito pela democracia, pelas instituições, pela cidade, no próprio trabalho (Luigi era advogado e Maria era escritora e enfermeira) em benefício da sociedade, particularmente dos pobres, doentes e aflitos.
Antonio Conte, presidente da Ordem dos Advogados de Roma, falou precisamente sobre isto: "Luigi Beltrame Quattrocchi nos oferece uma imagem do advogado, talvez menos comum hoje em dia, mas essencial para a compreensão da função de quem é ad-vocatus, ‘chamado com’, ‘chamado junto de’, para aqueles que precisam de assistência. Esta belíssima profissão se transforma em serviço puro, humanidade, santidade para a Igreja, se for acompanhada de um inclinar-se diante do homem para compartilhar, para carregar os fardos juntos com os oprimidos, para alegrar-se com aqueles que estão em festa. Ser ‘humano’ desta forma é algo que torna o advogado uma pessoa que tem uma missão na sociedade civil. Eu diria que esses elementos fizeram do advogado Beltrame Quattrocchi uma pessoa que realmente viveu o carisma da sua profissão, infundindo a alma cristã na atividade que realizava".
Também foi apresentada durante o encontro a Associação A.Mar.Lui, nascida por desejo da filha Enrichetta e presidida por Attilio Danise e Giulia Paola di Nicola, voltada principalmente aos cônjuges e namorados, mas aberta a todos: solteiros, sacerdotes, religiosos e todos aqueles "que desejem alimentar um espírito de família na Igreja e na sociedade, estar perto das famílias e das suas necessidades", como explicaram os presidentes.
Para selar o dia cheio de memórias e de emoções, foi oferecido o recital Uma auréola para dois, dedicado à vida dos beatos, na Domus Mariae de Roma, reunindo na mesma noite todos os participantes do encontro, inclusive famílias de diversas regiões italianas, membros da A.mar.Lui. e dos Focolares, assim como os participantes da reunião da CEI (Conferência Episcopal Italiana) sobre os 30 anos da Familiaris Consortio





Fonte: ZENIT.org

domingo, 22 de fevereiro de 2009

DEFESA DA " VERDADE DOS CONCEITOS DE CASAMENTO E FAMÍLIA"

Igreja em Portugal defende «a verdade dos conceitos de casamento e família»
Em nota pastoral da Conferência Episcopal

A Igreja da Memória, em Lisboa

LISBOA, -

A CEP (Conferência Episcopal Portuguesa) difundiu uma nota pastoral em que defende «a verdade dos conceitos de casamento e família».
O organismo episcopal se manifestou diante da intenção de que, na próxima legislatura, se proponha à Assembleia da República uma lei que equipare as uniões homossexuais ao casamento das famílias constituídas na base do amor entre um homem e uma mulher.
Segundo a CEP, «a verdade da vida humana assenta na complementaridade do homem e da mulher. É esta complementaridade dos sexos, expressa de um modo eminente no dom total e perene do amor entre um homem e uma mulher, por princípio aberto à geração de novas vidas, que está na base antropológica da família».
Ao destacar que defendem «a verdade dos conceitos de casamento e família», os bispos afirmam que «pretender redefini-los seria porta aberta para diversos modelos alternativos à sua autenticidade genuína, o que constituiria fonte de perturbação para adolescentes e jovens, com a sua identidade em estruturação, e enfraqueceria a instituição da família, célula base de todas as sociedades».
«A família, fundada no casamento entre um homem e uma mulher, tem o direito a ver reconhecida a sua identidade única, inconfundível e incomparável, sem misturas nem confusões com outras formas de convivência.»
A CEP explica que a Igreja «rejeita todas as formas de discriminação ou marginalização das pessoas homossexuais e dispõe se a acolhê-las fraternalmente e a ajudá-las a superar as dificuldades que, em não poucos casos, acarretam grande sofrimento».
«Contudo, fiel à razão, à palavra de Deus e aos ensinamentos recebidos, a Igreja não pode deixar de considerar que a sexualidade humana vivida no casamento só encontra a sua verdade e plenitude na união amorosa de um homem e de uma mulher.»
O organismo episcopal rejeita «que a união entre pessoas do mesmo sexo possa ser equiparada à família estavelmente constituída através do casamento entre um homem e uma mulher, e o mesmo se diga de uma lei que permita a adoção de crianças por homossexuais».
«Tal constituiria uma alteração grave das bases antropológicas da família e com ela de toda a sociedade, colocando em causa o seu equilíbrio», afirma a nota.
A Igreja em Portugal chama ainda «a atenção para a necessidade de iniciativas que ajudem as famílias estavelmente constituídas a superar os problemas econômicos que muitas atravessam, que as valorizem como lugar primordial de educação dos filhos e que favoreçam a sua importância na vida social».

Fonte: ZENIT.org

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

VOTO SOBRE CASAMENTO NA CALIFORNIA

Voto sobre casamento na Califórnia
Alguns estados baniram o casamento gay

LOS ANGELES,
- O arcebispo de Los Angeles disse que a votação na Califórnia para banir o casamento gay foi o resultado de uma «coalizão sem precedentes» que «compreendeu a importância de manter os fundamentos da instituição do casamento».
O cardeal Roger Mahony afirmou ontem em seu discurso à comunidade Católica e outros que apoiaram a Proposição 8, que indica à Constituição do Estado da Califórnia incluir uma definição de casamento sendo o ato realizado entre um homem e uma mulher.
«A Proposição 8 foi o resultado de uma coalizão sem precedentes de muitas comunidades religiosas e outros cidadãos que compreenderam a importância de manter os fundamentos da instituição do matrimônio», escreveu o cardeal Mahony.
«Nossos esforços coletivos no apoio à Proposição 8 centraram-se somente na preservação do plano de Deus, que o casamento entre um homem e uma mulher deve ser esta realidade imutável pela qual seu amor mútuo se torna frutífero ao trazer à vida crianças que continuem a família humana.»
«A criação, a formação e educação destas crianças é destinada por Deus para acontecer em uma família tradicional de um pai e uma mãe.»
O cardeal indicou que a Proposição 8 é um voto positivo. Ao invés de se colocar contra qualquer grupo social, busca preservar o plano de Deus «para as pessoas viverem na terra através dos tempos», disse. O prelado exortou as pessoas a viverem a nova definição constitucional com um contínuo apoio ao casamento e às famílias.
A Conferência Episcopal do Arizona também emitiu um pronunciamento aos votantes «de todos os credos e estilos de vida» que se uniram para aprovar sua Proposição 102, que oferecerá uma definição do casamento na constituição do estado. «Estamos especialmente gratos por ver a tremenda resposta dos católicos que se uniram aos esforços dos bispos para que esta medida fosse aprovada», dizia o pronunciamento da Conferência.
O resultado foi monumental porque, em 2006, o Arizona se tornou o único estado a rejeitar uma emenda do casamento. Com os votos da terça-feira passada, a rejeição anterior foi substituída, elevando a 30 o número de estados que protegem o casamento em suas constituições.
A Flórida também aprovou uma emenda na qual banirá o casamento gay. Esse voto foi notável, pois eram necessários 60%, e obtemos 62%.
O resultado na Califórnia foi o mais monumental, diante dos 18 mil casamentos gays que aconteceram desde maio deste ano. Essa emenda, que ganhou 52% dos votos, se sobreporá à decisão da Suprema Corte, que legalizou o casamento gay até então.
Fundos para a campanha pró e contra esta proposição alcançaram um recorde sobre qualquer outro assunto social nos Estados Unidos, gerando 73 milhões de dólares de todos os estados e diversos países do exterior.

Fonte: ZENIT.org

terça-feira, 27 de maio de 2008

CASAMENTO - DECEPÇÃO COM A SENTENÇA DA CALIFORNIA - USA

Decepção pela sentença da Califórnia sobre casamento
«O ativismo se descontrola», afirma um especialista legal

Por Carrie Gress

WASHINGTON, segunda-feira, 26 de maio de 2008 (ZENIT.org).

- A rejeição da lei de defesa do casamento na Califórnia representa simplesmente um ativismo judicial descontrolado, afirma o especialista legal Ed Whelan.

Whelan, presidente do «Ethics and Public Policy Center» de Washington, falou com Zenit sobre a sentença do Tribunal Supremo da Califórnia, o qual declarou inconstitucional, por 4 votos contra 3, a Lei Californiana de Defesa do Casamento (CDMA).

A sentença, afirma Whelan, é o esforço do tribunal por permitir o casamento homossexual, «redefinindo, queiram ou não, a instituição social mais fundamental». Cerca de 61% dos californianos votou a favor da CDMA no ano 2000, que definia o casamento como a união entre um homem e uma mulher.

A Casa Branca também atribuiu a sentença ao ativismo judicial. «O presidente Bush sempre acreditou que o casamento é uma instituição sagrada entre um homem e uma mulher. É infeliz que juízes continuem procurando redefinir o matrimônio através de ordens judiciais – sem prestar atenção na vontade do povo», afirmava a secretária de Imprensa, Dana Perino, em uma declaração.

«A decisão de hoje do Tribunal Supremo da Califórnia», continuava a declaração, «mostra que uma emenda constitucional federal é a melhor forma para que as pessoas decidam o significado do casamento. O presidente Bush está firmemente comprometido a proteger a santidade do casamento.»

A vontade das pessoas
Bill May, diretor de «Catholic for the Common Good» de São Francisco, afirmava da sentença: «O Tribunal Supremo da Califórnia deu as costas tanto à vontade do povo como ao interesse comum de cada criança da Califórnia de ter uma mãe e um pai casados».

«Ao desvincular o casamento do interesse público e ao mudar a vontade das pessoas, o tribunal minou o próprio fundamento da sociedade», acrescentava. «A única forma dos californianos poderem mudar essa decisão ultrajante e restaurar o senso comum é aprovando a iniciativa ProtectMarriage.com na votação de novembro. Isso incluiria a definição do casamento na Constituição do estado – subtraindo-a do alcance de juízes e políticos.»

Se os tribunais fossem responsáveis, explicava Whelan, imporiam uma moratória à sentença até novembro, quando os californianos terão a oportunidade de votar a Lei de Proteção do Casamento da Califórnia, que definirá o casamento na Constituição do estado como a união entre um homem e uma mulher.

Tirando proveito da nova sentença, Ellen DeGeneres anunciava durante uma emissão de seu programa televisivo sua intenção de se casar com Portia de Rossi, informava Foxnews. Sem uma moratória dos tribunais, as duas poderão casar-se dentro de um mês.