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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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terça-feira, 10 de agosto de 2010

ELEIÇÕES - O VOTO DO CRISTÃO

Valor do Voto
Artigo de Dom Paulo Mendes Peixoto


BRASÍLIA, terça-feira, 10 de agosto de 2010

– Apresentamos artigo do bispo de São José do Rio Preto (São Paulo), Dom Paulo Mendes Peixoto, sobre o valor do voto, texto difundido pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) nessa segunda-feira.

* * *

Valor do Voto

A minha palavra é destinada a todos os diocesanos e às pessoas cidadãs, de boa vontade, querendo assim contribuir para a vida do nosso povo no momento tão especial como estamos agora vivendo, com a chegada das Eleições. Faço isto vendo a grande importância da participação política dos cristãos na vida social, para construir uma sociedade fraterna, justa e solidária.

É importante acompanhar o processo político, vendo de perto o perfil dos candidatos para criar consciência e responsabilidade, ajudando assim nos destinos do País e do Estado. Sabemos que o papel do eleitor vai além do seu voto. Começa pelo conhecimento dos candidatos, sua vida, atuação, propostas e posturas apresentadas. Continua depois, acompanhando a gestão dos que forem eleitos.

A sociedade almeja uma ética na política e uma coerência dos políticos. Não é por acaso que tivemos a iniciativa popular para criar a Lei chamada “Ficha Limpa”. Para que ela seja aplicada, efetivamente, é preciso haver uma mudança de mentalidade e de ação, tendo em vista uma política marcada por princípios e valores éticos fundamentais para o povo.

A Palavra de Deus e a Doutrina Social da Igreja, seguramente credenciadas por uma prática histórica milenar, podem dar fundamentos para isto. Aí os candidatos devem buscar os critérios de ação, dando aos eleitores as bases para o exercício da cidadania para um voto consciente e comprometido podendo, dentro do processo, agir com corresponsabilidade.

Alguns dados devem ser identificados nos candidatos, sem os quais não merecem o sufrágio dos cidadãos cristãos. Um deles é se defendem a vida, da concepção até a morte natural, já que a vida é o maior dom que todos temos. Não merece o nosso voto quem tem iniciativas contra a dignidade das pessoas e das famílias, defendendo o aborto e a eutanásia.

Quando a pessoa governa, deve ter em mente o bem comum, olhando para os mais pobres, promovendo uma sociedade mais fraterna e em condição de todos terem vida com dignidade. Para isto deve cuidar da saúde, educação, moradia, trabalho e justiça social. Os interesses do povo precisam estar acima dos particulares. É bom candidato quem é comprometido com o bem comum.

Olhar também o comportamento ético dos candidatos: sua honestidade, competência, transparência, vontade de servir o bem comum, idoneidade moral e suas propostas de ação política. As propagandas podem ocultar os interesses particulares do candidato. Olhar se seu histórico não é de corrupção e de má gestão, de “ficha suja” e de uso da máquina pública para fins eleitoreiros.

Não transformar o voto em mercadoria. Ele não pode ser vendido. Tanto quem compra, como quem vende, é corrupto. É atitude que deve ser denunciada à Comissão Contra a Corrupção Eleitoral, da Lei 9840, que deve tomar as devidas providências. Diante de tudo isto, suplico a Deus para iluminar e abençoar a todos, candidatos e eleitores, nessas próximas Eleições.

Dom Paulo Mendes Peixoto
Bispo de São José do Rio Preto, SP

Fonte : ZENIT.org

sábado, 7 de agosto de 2010

ELEIÇÔES: HORA DE PENSAR E AGIR COMO VERDADEIRO CRISTÃO

Eleições: oportunidade para analisar “tudo o que está no limite da paciência”
Arcebispo assinala graves problemas: habitação, educação, caos rodoviário

BELO HORIZONTE,

– As eleições deste ano no Brasil, em âmbito nacional e local, são uma oportunidade para “analisar nomes e tudo que está no limite da paciência”, afirma o arcebispo de Belo Horizonte, Dom Walmor Oliveira de Azevedo.

“No limite da paciência” – explica o prelado, em artigo enviado a ZENIT nesta sexta-feira –: “assim se define o sentimento das pessoas em relação à lista interminável de prioridades que estão no horizonte da sociedade brasileira – e que exigem atitudes e encaminhamentos rápidos e marcados por um aguçado sentido de utilidade.”

Em primeiro lugar, Dom Walmor assinala a “necessidade de moralidade nos exercícios de governos, responsabilidades, tarefas e missões assumidas”.

“Essa exigência toca setores da vida social, política, econômica, religiosa, familiar e profissional.

Não se pode correr o risco de abafar essa vontade de moralidade na sociedade”, afirma.

O arcebispo reconhece que “não é fácil” vencer “a crosta formada pelas práticas abomináveis de corrupção, manipulações e interesses mesquinhos no tratamento da coisa pública”.
Dom Walmor considera que neste ano eleitoral “não basta apenas escolher nomes das listas apresentadas para que sejam sufragados nas urnas”.

“É preciso que a sociedade, em nível local e nacional, faça o debate sobre a lista de suas prioridades, verificando a competência e real capacidade de ação imediata dos que governam e estão oferecendo seus nomes para o exercício de responsabilidades e tarefas que, acima de tudo, têm que tratar e encaminhar concretamente as necessidades básicas do povo.”

O arcebispo destaca que é preciso “estourar a habitual bolha de promessas eleitoreiras deste tempo de campanha”.

Entre exemplos de prioridades e urgências, o arcebispo de Belo Horizonte cita, por exemplo, o déficit habitacional, “um mal no cenário brasileiro, também em Minas Gerais”.

A urgência no campo habitacional “está de braços dados com a inadiável qualificação da educação, sob pena de assorear uma cultura rica como é a de Minas - precipitando-a em esvaziamentos e no nascimento de uma cultura sem valores e referências religiosas, familiares e relacionais. É hora de novas posturas governamentais”, afirma.

“É o momento de contar com figuras representativas, no executivo, no legislativo e no judiciário. Assim também o âmbito religioso e cultural precisa de figuras mais proativas, de visão larga e com audácias”, destaca.

O arcebispo enfatiza a “lista grande que se abriga no arco do limite da paciência”: “déficit habitacional, educação qualificada, e amplamente oferecida, trabalho para todos, defesa da vida em todas as etapas, o caos rodoviário que coloca Minas, em razão das mortes, em situação de guerra”.

Fonte: ZENIT.org

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

VOTO SOBRE CASAMENTO NA CALIFORNIA

Voto sobre casamento na Califórnia
Alguns estados baniram o casamento gay

LOS ANGELES,
- O arcebispo de Los Angeles disse que a votação na Califórnia para banir o casamento gay foi o resultado de uma «coalizão sem precedentes» que «compreendeu a importância de manter os fundamentos da instituição do casamento».
O cardeal Roger Mahony afirmou ontem em seu discurso à comunidade Católica e outros que apoiaram a Proposição 8, que indica à Constituição do Estado da Califórnia incluir uma definição de casamento sendo o ato realizado entre um homem e uma mulher.
«A Proposição 8 foi o resultado de uma coalizão sem precedentes de muitas comunidades religiosas e outros cidadãos que compreenderam a importância de manter os fundamentos da instituição do matrimônio», escreveu o cardeal Mahony.
«Nossos esforços coletivos no apoio à Proposição 8 centraram-se somente na preservação do plano de Deus, que o casamento entre um homem e uma mulher deve ser esta realidade imutável pela qual seu amor mútuo se torna frutífero ao trazer à vida crianças que continuem a família humana.»
«A criação, a formação e educação destas crianças é destinada por Deus para acontecer em uma família tradicional de um pai e uma mãe.»
O cardeal indicou que a Proposição 8 é um voto positivo. Ao invés de se colocar contra qualquer grupo social, busca preservar o plano de Deus «para as pessoas viverem na terra através dos tempos», disse. O prelado exortou as pessoas a viverem a nova definição constitucional com um contínuo apoio ao casamento e às famílias.
A Conferência Episcopal do Arizona também emitiu um pronunciamento aos votantes «de todos os credos e estilos de vida» que se uniram para aprovar sua Proposição 102, que oferecerá uma definição do casamento na constituição do estado. «Estamos especialmente gratos por ver a tremenda resposta dos católicos que se uniram aos esforços dos bispos para que esta medida fosse aprovada», dizia o pronunciamento da Conferência.
O resultado foi monumental porque, em 2006, o Arizona se tornou o único estado a rejeitar uma emenda do casamento. Com os votos da terça-feira passada, a rejeição anterior foi substituída, elevando a 30 o número de estados que protegem o casamento em suas constituições.
A Flórida também aprovou uma emenda na qual banirá o casamento gay. Esse voto foi notável, pois eram necessários 60%, e obtemos 62%.
O resultado na Califórnia foi o mais monumental, diante dos 18 mil casamentos gays que aconteceram desde maio deste ano. Essa emenda, que ganhou 52% dos votos, se sobreporá à decisão da Suprema Corte, que legalizou o casamento gay até então.
Fundos para a campanha pró e contra esta proposição alcançaram um recorde sobre qualquer outro assunto social nos Estados Unidos, gerando 73 milhões de dólares de todos os estados e diversos países do exterior.

Fonte: ZENIT.org