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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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terça-feira, 30 de novembro de 2010

NECESSIDADE DE TESTEMUNHO COMUM DOS CRISTÃOS AOS HOMENS DE HOJE

BENTO XVI A BARTOLOMEU I: NECESSIDADE DE TESTEMUNHO COMUM DOS CRISTÃOS AOS HOMENS DE HOJE

Cidade do Vaticano, 30 nov (RV)

- Progredir no caminho em direção da plena comunhão: é a exortação expressa por Bento XVI numa mensagem ao Patriarca Ortodoxo Bartolomeu I, por ocasião da festa de Santo André Apóstolo – padroeiro do Patriarcado Ecumênico - celebrado nesta terça-feira.O documento foi entregue a Bartolomeu I pelo Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, Cardeal Kurt Koch, que se encontra em Istambul, na Turquia, à frente de uma Delegação vaticana para a Festa de Santo André.A festa de Santo André representa "um forte convite a renovar a própria fidelidade ao ensinamento dos Apóstolos e a tornar-se incansáveis anunciadores da fé em Cristo, com a palavra e o testemunho da vida" – escreve o Papa.Neste nosso tempo – observa Bento XVI – "tal convite é mais do que nunca urgente e interpela todos os cristãos". De fato, num mundo marcado por "uma crescente interdependência e solidariedade" – prossegue - "somos chamados a proclamar com renovada convicção a verdade do Evangelho e a apresentar o Senhor Ressuscitado como a resposta às mais profundas interrogações e aspirações espirituais dos homens e das mulheres de hoje".Para se poder ter bom êxito nessa "grande tarefa" – lê-se na mensagem – "devemos continuar progredindo no caminho em direção da plena comunhão, mostrando já ter unido os nossos esforços por um comum testemunho do Evangelho diante dos homens do nosso tempo".Por essa razão, o Papa expressa a sua sincera gratidão ao Patriarca Ecumênico pela hospitalidade oferecida em outubro passado na ilha de Rodes – Grécia – aos delegados das Conferências Episcopais da Europa no II Fórum católico-ortodoxo sobre o tema "Relações Igreja – Estado: perspectivas teológicas e históricas".Por fim, Bento XVI assegura seguir com "com atenção" os "sábios esforços" de Bartolomeu I "em favor do bem da Ortodoxia e da promoção dos valores cristãos em muitos contextos internacionais".De fato, o Cardeal Kurt Koch encontra-se em Istambul, junto com a Delegação da Santa Sé para a Festa do Patriarcado Ecumênico. A visita se dá no quadro do intercâmbio de delegações por ocasião das respectivas festas dos santos padroeiros: 29 de junho, a Roma, na celebração dos Santos Pedro e Paulo; e, justamente, 30 de novembro, a Istambul, na celebração de Santo André.Entre os momentos fortes da manhã desta terça-feira, destacam-se a solene Divina Liturgia presidida por Bartolomeu I na Igreja do Fanar – sede do Patriarcado – e o encontro da Delegação vaticana com o Patriarca e com a Comissão sinodal encarregada das relações com a Igreja Católica. (RL)
Fonte: RV

terça-feira, 23 de junho de 2009

PATRIARCA DE CONSTANTINOPLA NA FESTA DO PAPA BENTO XVI

Delegação do patriarca de Constantinopla em Roma para festa do Papa
Um gesto que se converteu em tradição
................................Patriarca Ecumênico Bartolomeu I

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 23 de junho de 2009

- Por ocasião da comemoração dos Santos Pedro e Paulo, padroeiros da diocese de Roma, e festa do Papa, o patriarca ecumênico Bartolomeu I enviará uma delegação através da qual manifesta seus laços de proximidade e amizade. Bento XVI também havia enviado uma delegação vaticana à sede do patriarcado ecumênico, que se encontra em El Fanar (Istambul), no último dia 30 de novembro, festa de Santo André, padroeiro dessa sede patriarcal.
Segundo explica uma nota do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, este gesto já se converteu em uma tradição, que começou em 1969, com o cardeal Johannes Willebrands, que era presidente do que então se chamava Secretariado para a Unidade dos Cristãos.
A delegação do patriarca Bartolomeu I é guiada este ano pelo metropolita da França, Emmanuel, diretor do Escritório da Igreja Ortodoxa na União Europeia, e está composta pelo bispo de Sinope, Athenagoras, assistente do metropolita da Bélgica, e pelo diácono Ioakim Billis, de El Fanar.
Os visitantes participarão das Vésperas, no dia 28 de junho, presididas pelo Papa Bento XVI em São Paulo Fora dos Muros, com as que clausurará o Ano Paulino. No ano passado, na inauguração, nesta mesma basílica, esteve presente o próprio patriarca Bartolomeu I.
A delegação participará da Celebração Eucarística que o Papa presidirá na Basílica Vaticana, na qual entregará o pálio aos arcebispos metropolitanos nomeados este ano. Também terá reuniões com o Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos e será recebida por Bento XVI em audiência privada.

Fonte: ZENIT.org

quinta-feira, 31 de julho de 2008

PATRIARCAS ORTODOXOS BUSCAM MELHORAR RELAÇÕES

PATRIARCAS ORTODOXOS BARTOLOMEU I E ALEKSEJ II BUSCAM MELHORAR RELAÇÕES ENTRE CONSTANTINOPLA E MOSCOU
«Patriarcas e Arcebispos Ortodoxos»

Kiev,
- Foram dados passos avante no caminho para a unidade da Ortodoxia. Bartolomeu I e Aleksej II, em colóquio em Kiev, na Ucrânia, estabeleceram aliança para melhorar as relações entre Constantinopla e Moscou e superar as divisões entre os ortodoxos ucranianos.

“Decidimos trabalhar juntos para melhorar as relações entre as duas Igrejas ortodoxas, a da Rússia e a de Constantinopla, porque ambos somos responsáveis pela unidade da ortodoxia.” Assim se expressou o patriarca ecumênico de Constantinopla, Bartolomeu I, após o encontro com o patriarca de Moscou e de todas as Rússias, Alekesj II.

O colóquio, realizado a ‘portas fechadas’, teve lugar no domingo passado em Kiev, na residência do metropolita Vladimir, na conclusão das celebrações pelos 1020 anos de cristianismo na Ucrânia.Se, por um lado, os festejos foram precedidos de dissabores e incompreensões entre Moscou e Constantinopla, por outro, o êxito dos eventos satisfez ambas as partes.

Bartolomeu I defendeu a utilidade de “análogos encontros” “para fins de um diálogo construtivo, especialmente se existem problemas entre as Igrejas ortodoxas irmãs”.

A afirmação refere-se às divisões existentes e crescentes entre os ortodoxos ucranianos.Hoje em Kiev _ disse Aleksej II _ “foram aprofundadas as questões controversas e concordamos sobre o fato de que as delegações das nossas comunidades devem dar respostas a esse respeito”.

O clima positivo foi coroado com uma Liturgia ecumênica presidida por Bartolomeu I e concelebrada por Aleksej II juntos aos arcebispos ortodoxos de Atenas (Grécia), Hieronymos, e de Tirana (Albânia), Anastasios, ao metropolita de Kiev, Vladimir, e aos representantes das Igrejas ortodoxas locais.

Em sua homilia, o patriarca de Constantinopla chamou a atenção para a questão da unidade da Igreja e sobre o perigo de divisões que ofendem a Deus e tornam “os dons do Espírito Santo ineficazes para aqueles que são causa da divisão ou para aqueles que são indiferentes a ela”.

Em sua saudação, Aleksej II declarou que “a unidade da ortodoxia russa não pode evitar que os Estados soberanos sucessores da Rus’ de Kiev vivam plenamente a sua existência”, ressaltando que a Igreja de Moscou “respeita a sua soberania e está interessada em incrementar o bem-estar de seus povos”.

No final dos festejos o patriarca de Moscou e de todas as Rússias fez um anúncio importante: o de querer participar do Sínodo pan-ortodoxo previsto para se realizar em Istambul em outubro próximo, após uma ausência de 8 anos. (RL)
Fonte: RV

quinta-feira, 24 de julho de 2008

MIL E VINTE ANOS DE CRISTIANIZAÇÃO

UCRÂNIA COMEMORA ANIVERSÁRIO DE MIL E VINTE ANOS DE CRISTIANIZAÇÃO


Kiev, 23 jul (RV) - As Igrejas cristãs da Ucrânia estão se preparando para festejar os mil e vinte anos de cristianização do povo ucraniano, "um dos momentos mais importantes da história", afirma num comunicado a Conferência Episcopal da Ucrânia.

A cristianização do povo ucraniano começou no ano 988 através da atividade missionária da Igreja de Constantinopla. O aniversário será celebrado em todo o país no próximo domingo, dia 27, e nas igrejas católicas serão renovadas as promessas batismais.

O batismo dos ucranianos, explicam os prelados, "significa a entrada dos povos eslavos na grande família cristã do oriente e do ocidente, e ao mesmo tempo na grande família européia".

Os bispos ressaltam que o desejo de ecumenismo e de unidade continua fortemente presente ainda hoje nessas terras. "Esperamos que este aniversário nos torne mais conscientes da herança comum que temos e que resplandeça uma nova luz capaz de eliminar a escuridão de longos anos difíceis vividos no passado", sublinham os bispos.

As Igrejas Ortodoxas esperam, nesta ocasião, as visitas do Patriarca Ecumênico de Constantinopla, Bartolomeu I e do patriarca de Moscou e de todas as Rússias, Aleksej II. (MJ)
Fonte: RV

domingo, 29 de junho de 2008

ARCEBISPOS RECEBEM DO PAPA O PÁLIO


NO DIA DE SÃO PEDRO E SÃO PAULO, ARCEBISPOS RECEBEM DO PAPA O PÁLIO. NA BASÍLICA DE SÃO PEDRO, TAMBÉM O PATRIARCA ECUMÊNICO BARTOLOMEU I

Cidade do Vaticano, 29 jun (RV) - Na solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, o papa presidiu esta manhã a missa solene na Basílica de São Pedro, com a participação do Patriarca Ecumênico Bartolomeu I.
Nesta cerimônia, como é tradição, o papa também impôs o pálio aos 40 arcebispos nomeados no último ano. Entre eles estão os arcebispos de Cascavel, no Paraná, dom Mauro Aparecido dos Santos, e de Vitória da Conquista, na Bahia, dom Luís Gonzaga Pepeu.
Sabemos, mas vale recordar que o pálio é um símbolo que manifesta a particular união do arcebispo que o recebe ao bispo de Roma.
Trata-se de uma faixa branca de lã que colocada sobre os ombros, representa o Bom Pastor que leva consigo o cordeiro até dar a própria vida, como o recordam as seis cruzes negras bordadas no paramento. Como já ocorreu no ano passado, a cerimônia deste domingo contou com a presença do Patriarca Ecumênico Bartolomeu I, que rezou a profissão de fé, proferiu uma homilia, concedeu a benção com Bento XVI, e desceu com ele para orar junto o túmulo de Pedro, após a oração do Ângelus.
Com efeito, hoje o pontífice rezou a oração dominical no interior da basílica, e em sua alocução, pediu a unidade de todos os cristãos.
Bento XVI recordou que ontem, ele mesmo inaugurou o Ano Paulino, na Basílica de São Paulo fora dos Muros com o Patriarca Ortodoxo:“Ano Paulino, evangelização, comunhão na Igreja e plena unidade de todos os cristãos: rezemos agora por estas grandes intenções, confiando-as à celeste intercessão de Maria Santíssima, Mãe da Igreja e Rainha dos Apóstolos” - disse o papa.
Bento XVI se deteve especialmente no papel de Paulo em levar o Evangelho àqueles que, em relação aos judeus, eram os ‘afastados’: “Esta dimensão missionária precisa ser sempre acompanhada pela unidade, representada por São Pedro, a rocha sobre a qual Jesus Cristo edificou a sua Igreja.
Os carismas dos dois grandes apóstolos são complementares para a edificação do único povo de Deus, e os cristãos não podem dar um válido testemunho a Cristo se não estiverem unidos” - completou.
A missa se iniciou às 9.30h, com a entrada na Basílica, em procissão, de Bartolomeu I, Bento XVI e os 40 arcebispos a quem o pálio foi imposto. O Evangelho de Mateus foi proclamado em latim, e em seguida em grego, por um diácono ortodoxo. Após a liturgia da palavra, em um gesto de grande valor ecumênico, Bento XVI cedeu a palavra ao Patriarca de Constantinopla pedindo que fosse ele a proferir a homilia para a festa dos Santos Pedro e Paulo, padroeiros da Igreja de Roma e apontados como alicerces da Igreja, uma, santa, católica e apostólica.
Bartolomeu I observou então que o diálogo teológico entre as duas Igrejas prossegue graças à ajuda divina, superando as dificuldades e os problemas. E ressaltou:“Desejamos realmente, e rezamos muito por isso, que estas dificuldades sejam superadas e que os problemas, resolvidos, o mais rápido possível, para alcançarmos o nosso anseio final, a glória de Deus”.
A homilia do Patriarca se encerrou com o auspício de uma próxima comunhão completa, “união de fé e comunhão do Espírito Santo, nos laços da paz, nesta terra, e a vida eterna e a grande misericórdia no céu.
O discurso de Bartolomeu foi recebido com um grande aplauso na Basílica.A Igreja de Constantinopla é o primeiro centro eclesiástico da ortodoxia em todo o mundo, e seu arcebispo tem o título de patriarca ecumênico, líder espiritual de 300 milhões de cristãos ortodoxos.
Todos os anos, o patriarcado envia uma delegação para participar da festividade de São Pedro e São Paulo. A Igreja católica retribui com a visita de uma delegação a Istambul em 30 de novembro, dia de Santo André.
Em sua homilia, Bento XVI, por sua vez, fez o auspício que a Igreja “seja sempre de todos; que reúna a humanidade além de todas as fronteiras, que faça presente a paz de Deus, a força reconciliadora de seu amor”.
“A missão permanente de Pedro, cabeça da Igreja, é fazer com que a Igreja não se identifique jamais com uma só nação, com uma só cultura, um só Estado. O mundo globalizado, unido sobre os bens materiais que causam sempre novos contrastes, precisa sempre mais de unidade interior, que provém da paz de Deus.
A missão permanente do papa e o dever confiado à Igreja é reconduzir a humanidade a esta unidade” - disse o pontífice. Depois da homilia, Bento XVI e Bartolomeu I recitaram juntos o credo segundo o símbolo niceno-constantinopolitano, na língua original grega, segundo o uso litúrgico das igrejas bizantinas.
Seguiu-se a oração universal dos fiéis cujas intenções foram propostas em seis línguas: alemão árabe,francês, swahili, chinês e português.
Na seqüência, o papa abençoou os pálios que foram impostos, um a um aos arcebispos, com os quais o papa se deteve por alguns instantes, de modo informal.
No final da cerimônia, o patriarca retornou ao altar e concedeu a sua benção ao lado do papa a todos os presentes.
O primeiro a fazer o sinal da cruz, pronunciando a fórmula em latim foi Bento XVI, seguido por Bartolomeu, que proferiu a sua benção em grego. (CM)
Fonte: RV