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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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quinta-feira, 30 de outubro de 2008

DOIS SACERDOTES JESUITAS, SENDO UM EQUATORIANO, SÃO ASSASSINADOS EM MOSCOU

Assassinados dois sacerdotes jesuítas em Moscou
Os padres Otto Messmer e Víctor Betancourt, de origem equatoriana

MOSCOU/ROMA,
-Dois sacerdotes jesuítas, um deles de origem equatoriana, foram assassinados em Moscou, segundo confirmou a Companhia de Jesus.
«O padre Víctor Beatncourt, jesuíta do Equador que trabalhava no Instituto de Filosofia, Teologia e História "São Tomás" de Moscou, foi assassinado no domicílio da comunidade no sábado, 25 de outubro, à noite», confirma a ordem religiosa.
«Ao voltar à comunidade na segunda-feira pela tarde, dia 27, depois de uma viagem ao exterior, o padre Otto Messmer, superior da Região Russa, foi assassinado no mesmo lugar».
«Ao perceber sua ausência durante estes dias, um companheiro jesuíta se dirigiu ao domicílio da comunidade na terça-feira, 28 e encontrou os corpos sem vida e com evidentes sinais de violência. Motivo pelo qual deu parte à polícia», acrescenta.
«Nestes momentos, a polícia desenvolve sua investigação e não exclui nenhuma hipótese», explica a cúria geral dos jesuítas.
O padre Otto Messner, cidadão russo, nasceu em 14 de julho de 1961 em Karaganda (Cazaquistão), no seio de uma família profundamente católica de origem alemã.
Entrou na Companhia em setembro de 1982 em Vilnius. Foi ordenado sacerdote em 29 de maio de 1988 em Riga e emitiu seus últimos votos em Novosibirsk, em 7 de outubro de 2001.
Desde 13 de outubro de 2002, era o superior da região independente Russa da Companhia de Jesus. Dois irmãos jesuítas de Otto são Dom Nicolás, bispo de Bishkek, no Quirguistão, e Hieronymus, que pertence à Província da Alemanha.
O padre Víctor Betancourt nasceu em 7 de julho de 1966 em Guayaquil, Equador. Entrou na Companhia em 14 de setembro de 1984, em Quito, e foi ordenado sacerdote em 31 de julho de 1997, na mesma cidade. Fez seus estudos na Argentina, Equador, Alemanha e Itália. Em Roma, defendeu sua tese de doutorado em Teologia no ano 2004. Desde o ano 2001, formava parte da Região Russa. Trabalhou em pastoral vocacional e ultimamente era Professor de Teologia no Instituto Santo Tomás de Moscou.
O padre Adolfo Nicolás, superior da Companhia, segundo explica a nota recebida por Zenit, «convida a todos os jesuítas a demonstrarem sua ajuda, apoio e solidariedade aos companheiros da Região Russa, posta a prova neste momento, e expressa sua profunda proximidade às famílias dos companheiros mortos».
Desta forma, o superior jesuíta «agradece as manifestações de proximidade que recebeu da Igreja desde o primeiro momento que que foi confirmada a notícia».
O padre geral «pede a toda a Companhia orações pelo eterno descanso dos companheiros mortos e pelo fim de toda violência».

Fonte: ZENIT.org

domingo, 17 de agosto de 2008

DOM PAOLO PEZZI ARCEBISPO MOSCOVITA COMENTA PALAVRAS DE BENTO XVI

ARCEBISPO MOSCOVITA COMENTA PALAVRAS DO PAPA NA CELEBRAÇÃO DA ASSUNÇÃO DE MARIA.


Moscou,
- “Diante do triste espetáculo de tanta falsa alegria”, Maria nos ensina a sermos “sinais de esperança e consolação”. É uma das passagens mais significativas da homilia do papa na missa em Castel Gandolfo por ocasião da festa da Assunção de Nossa Senhora _ solenidade que a Igreja no Brasil celebrará, domingo. O Santo Padre ressaltou que, nos momentos de dificuldade, Maria é sinal de “segura esperança”. Recordou também que Maria é realmente a “Porta do Céu”, um céu não de idéias abstratas, “mas da verdadeira realidade, que é Deus mesmo”. A esse propósito, ouçamos a reflexão do arcebispo da Arquidiocese da Mãe de Deus em Moscou, Dom Paolo Pezzi, entrevistado pela Rádio Vaticano:

Dom Paolo Pezzi:- “Maria é realmente a Porta do Céu porque nela vemos plenamente realizada a humanidade, assim como Deus a criou. Em seu belíssimo hino à Virgem, Dante Alighieri diz, entre outras coisas, que Nossa Senhora é ‘vivaz fonte de esperança’: isso é justamente aquilo que nós talvez possamos mais ver na Virgem Maria, sobretudo em sua disponibilidade ao mistério de Deus, a sua simplicidade que a tornou disponível ao mistério de Deus e, por isso, desse modo a tornou para nós não somente um exemplo, mas aquela que nos acompanha ao longo do caminho da vida.”

P. Como Maria, Porta do Céu, pode tornar-se hoje ponte para a plena comunhão entre católicos e ortodoxos?

Dom Paolo Pezzi:- “Creio que, em primeiro lugar, devemos olhar em Nossa Senhora essa sua disponibilidade ao desígnio de Deus. Também nós somos chamados a ter essa disponibilidade. Então o desejo de uma plena comunhão e os passos necessários também para essa plena comunhão se tornarão para nós como o bom pão a ser comido. Penso que sobretudo Nossa Senhora possa ser uma ponte para nós, para o nosso caminho rumo à plena comunhão, justamente porque nos convida a um ‘sim’ dito ao mistério de Deus, a um ‘sim’ que se torna _ digamos assim _ operacional.”

P. Ontem o papa exortou os fiéis a serem sinais de esperança num mundo angustiado pela dor. Pensamos também no que está acontecendo nestes dias no Cáucaso: Maria, Rainha da Paz...

Dom Paolo Pezzi:- “Sim, certamente. Penso justamente na dor, na fadiga e na necessidade que nestas horas atingem os nossos povos. Impressiona-me como também nessas horas, sem uma particular publicidade nos jornais, houve quem soube ir ao encontro dessa necessidade, dessa dor e dessa fadiga do homem. Creio que esses sinais de testemunho, junto à oração pela paz para aqueles lugares, são sinal de uma possível reconstrução que no caminho da vida é aquilo que nos cabe: o recomeçar sempre!” (RL)

Fonte: RV

quinta-feira, 31 de julho de 2008

PATRIARCAS ORTODOXOS BUSCAM MELHORAR RELAÇÕES

PATRIARCAS ORTODOXOS BARTOLOMEU I E ALEKSEJ II BUSCAM MELHORAR RELAÇÕES ENTRE CONSTANTINOPLA E MOSCOU
«Patriarcas e Arcebispos Ortodoxos»

Kiev,
- Foram dados passos avante no caminho para a unidade da Ortodoxia. Bartolomeu I e Aleksej II, em colóquio em Kiev, na Ucrânia, estabeleceram aliança para melhorar as relações entre Constantinopla e Moscou e superar as divisões entre os ortodoxos ucranianos.

“Decidimos trabalhar juntos para melhorar as relações entre as duas Igrejas ortodoxas, a da Rússia e a de Constantinopla, porque ambos somos responsáveis pela unidade da ortodoxia.” Assim se expressou o patriarca ecumênico de Constantinopla, Bartolomeu I, após o encontro com o patriarca de Moscou e de todas as Rússias, Alekesj II.

O colóquio, realizado a ‘portas fechadas’, teve lugar no domingo passado em Kiev, na residência do metropolita Vladimir, na conclusão das celebrações pelos 1020 anos de cristianismo na Ucrânia.Se, por um lado, os festejos foram precedidos de dissabores e incompreensões entre Moscou e Constantinopla, por outro, o êxito dos eventos satisfez ambas as partes.

Bartolomeu I defendeu a utilidade de “análogos encontros” “para fins de um diálogo construtivo, especialmente se existem problemas entre as Igrejas ortodoxas irmãs”.

A afirmação refere-se às divisões existentes e crescentes entre os ortodoxos ucranianos.Hoje em Kiev _ disse Aleksej II _ “foram aprofundadas as questões controversas e concordamos sobre o fato de que as delegações das nossas comunidades devem dar respostas a esse respeito”.

O clima positivo foi coroado com uma Liturgia ecumênica presidida por Bartolomeu I e concelebrada por Aleksej II juntos aos arcebispos ortodoxos de Atenas (Grécia), Hieronymos, e de Tirana (Albânia), Anastasios, ao metropolita de Kiev, Vladimir, e aos representantes das Igrejas ortodoxas locais.

Em sua homilia, o patriarca de Constantinopla chamou a atenção para a questão da unidade da Igreja e sobre o perigo de divisões que ofendem a Deus e tornam “os dons do Espírito Santo ineficazes para aqueles que são causa da divisão ou para aqueles que são indiferentes a ela”.

Em sua saudação, Aleksej II declarou que “a unidade da ortodoxia russa não pode evitar que os Estados soberanos sucessores da Rus’ de Kiev vivam plenamente a sua existência”, ressaltando que a Igreja de Moscou “respeita a sua soberania e está interessada em incrementar o bem-estar de seus povos”.

No final dos festejos o patriarca de Moscou e de todas as Rússias fez um anúncio importante: o de querer participar do Sínodo pan-ortodoxo previsto para se realizar em Istambul em outubro próximo, após uma ausência de 8 anos. (RL)
Fonte: RV

quarta-feira, 23 de julho de 2008

PRIMEIRO ANO DA OPUS DEI NA RUSSIA

Primeiro ano do Opus Dei na Rússia promove ecumenismo
Pioneiros da prelazia no país contam sua experiência a Zenit

Por Miriam Díez i Bosch

MOSCOU,
- O Opus Dei abriu casas na Rússia há um ano e já é possível fazer um balanço sobre o impulso oferecido ao diálogo com os cristãos ortodoxos.
No primeiro aniversário dessa presença, foram celebradas missas em torno da memória litúrgica de São Josemaría Escrivá, em Moscou, São Petersburgo, Nizhni Novgorod, Samara, Pushkin, Kolpino e Uhta.
Em São Petersburgo, a cerimônia aconteceu no mesmo dia do aniversário de falecimento do fundador do Opus Dei, 26 de junho.
Em Moscou, a missa foi celebrada na segunda-feira seguinte, presidida pelo vigário do Opus Dei na Rússia, o sacerdote José Antonio Senovilla. Nas duas celebrações, estiveram presentes pessoas de diferentes confissões religiosas. Em Moscou, os fiéis veneraram depois as relíquias do santo espanhol.
Já em 1955, Josemaría Escrivá rezava pela futura expansão do Opus Dei na Europa do Leste.
Gabriela Santa Maria, uma das fiéis que mudou para a Rússia para essa nova tarefa apostólica, explica a Zenit que o arcebispo de Moscou confiou a 2 sacerdotes pertencentes à Sociedade Sacerdotal da Santa Cruz – Alejandro Burgos e José Francisco Teijeiro – as paróquias de São João Batista em Pushkin (dentro de São Petersburgo) e de Santa Teresa de Lisieux em Komi (uma República quase do tamanho da Espanha, situada ao Norte da Rússia Européia).
O Pe. Alejandro Burgos conta a Zenit: «A Rússia foi um país cristão e devoto de Maria, quem a protegeu especialmente. As marcas do comunismo foram muito profundas, mas atualmente existem elementos positivos: um grande número de russos já foi batizado e não existe o laicismo asfixiante que destrói a vida religiosa do Ocidente».
«Por outro lado – prossegue –, falar da fé na Rússia significa falar de ecumenismo. As relações pessoais não costumam ser ruins entre católicos e ortodoxos. Podemos desfrutar da pluralidade na unidade, pois sentimos uma grande unidade na fé e uma grande riqueza que cada confissão pode oferecer à outra.»
Dentre as coisas que mais impressionaram os fiéis do Opus Dei, destaca-se «a grande fé e a devoção de muitos fiéis russos que souberam sacrificar-se durante tantos anos por Cristo».
«Ainda que por enquanto seja em pouco número, estamos aqui com o desejo de poder ser um apoio para esses irmãos nossos russos e para a Igreja nesse país e aprender muito de todos. Sabemos que nossa tarefa aqui está começando, e que durante anos, muitos homens e mulheres se sacrificaram muito para viver sua fé com integridade», conta Gabriela Santa Maria.
«É essencial ao espírito cristão – e, portanto, ao espírito do Opus Dei – que todos nós busquemos o que une; que procuremos trabalhar e colaborar sinceramente com todos os homens de boa vontade nos muitos campos de interesse comum. Essa forma de trabalhar é o que um mundo pluralista precisa com urgência, e é o que espera sobretudo de nós, cristãos, que temos de ser sal e luz», acrescenta.
«Podemos constatar com alegria que contamos na Rússia com a simpatia de muitas pessoas pertencentes à Igreja Ortodoxa, inclusive pessoas não-cristãs que se sentem atraídas pela mensagem profunda e próxima de São Josemaría», coincidem os membros do Opus Dei na Rússia.
Existe uma biografia de São Josemaría em russo, escrita pelo cristão ortodoxo Evgueny Pazukhin, que afirma que «a mensagem de Josemaría Escrivá não é de forma alguma alheia ao mundo russo. A Rússia é uma terra cristã; as pessoas têm a sede de Deus impressa na alma. Por isso, toda mensagem espiritual nos importa. Estamos chamados a ser outros ‘Cristos’, o próprio Cristo. Essa idéia, sobre a qual tanto insistiu Josemaría Escrivá, é muito cara à teologia ortodoxa».
Alexander Zorin, poeta russo ortodoxo, referia-se dessa forma ao «Caminho», o livro mais conhecido do fundador do Opus Dei: «É muito mais que um texto. É uma orientação para a ação, que ajuda a encarnar na vida cotidiana a novidade do Evangelho, uma Boa Nova que foi dada ao homem de todos os tempos».
Neste ano dedicado a São Paulo, que tanto a Igreja Católica como a Ortodoxa celebram, «rezamos em especial pela unidade dos cristãos», explica Gabriela Santa Maria.
«Desde a nossa chegada a Moscou, contamos com a simpatia do Patriarcado; assim o expressava, por exemplo, o vice-presidente do Departamento de Assuntos Eclesiásticos Exteriores do Patriarcado de Moscou, Arcipreste Vsevolod Chaplin, quem deu as boas-vindas à prelazia pessoal do Opus Dei e disse que sua energia e fidelidade ‘aos ideais cristãos são merecedoras de um grande respeito’.»
«O Opus Dei tem como objetivo consolidar os valores cristãos na sociedade atual, o que desperta nossa simpatia», assegurou o arcipreste em suas declarações.
Por sua parte, o vigário do Opus Dei em Moscou, José Antonio Senovilla García, manifestou que o Opus Dei foi à Rússia para «ajudar as pessoas a se colocarem diante de Jesus Cristo, e encontrar assim Deus na vida cotidiana. Viemos para aprender do povo russo».
Fonte: ZENIT.org

quarta-feira, 9 de julho de 2008

"ORDENAÇÃO EPISCOPAL DE MULHERES É UM PASSO DOLOROSO"

ORTODOXOS: "ORDENAÇÃO EPISCOPAL DE MULHERES É UM PASSO DOLOROSO"


Moscou, 09 jul (RV) - Na mesma linha da Santa Sé, o patriarcado ortodoxo de Moscou também expressou ontem sua preocupação com a decisão do Sínodo Geral da Igreja da Inglaterra de autorizar a ordenação episcopal de mulheres."Esta decisão representa um passo muito doloroso para o diálogo ecumênico, porque distancia ainda mais a comunidade anglicana da Igreja de tradição apostólica", afirmou em declarações à agência Interfax o secretário do Departamento para relações internacionais do patriarcado de Moscou, Ígor Vyzhanov.
O sacerdote advertiu que esta medida "será um duro golpe para a unidade da própria comunidade anglicana". Para ele, a ordenação episcopal de mulheres manifesta o pensamento laico europeu de permear todos os âmbitos da vida civil, inclusive o âmbito religioso, mas recordou que "na vida eclesiástica e no âmbito da fé a lógica racional da sociedade laica não pode ser empregada". (BF)
Fonte: RV