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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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sábado, 14 de maio de 2011

CRISTÃOS NÃO TENHAM MEDO DE ANUNCIAR EVANGELHO

BENTO XVI: CRISTÃOS NÃO TENHAM MEDO DE ANUNCIAR EVANGELHO, EMBORA SEJAM OS MAIS PERSEGUIDOS POR CAUSA DA FÉ




Cidade do Vaticano, 14 mai (RV)



- Bento XVI recebeu em audiência na manhã deste sábado, na Sala Clementina, no Vaticano, os participantes da Assembléia Geral das Pontifícias Obras Missionárias, ao todo, cerca de 110 pessoas.O Santo Padre iniciou seu discurso fazendo uma cordial saudação ao novo Prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos, Dom Fernando Filoni, a quem agradeceu pelas palavras que lhe haviam sido pouco antes dirigidas, em nome de todos os presentes. Ao mesmo tempo, o Pontífice expressou gratidão ao Cardeal Ivan Dias "pelo generoso e exemplar serviço prestado ao Dicastério missionário e à Igreja universal nestes anos", na condução do mesmo.O Papa agradeceu, ainda, ao Secretário do referido organismo vaticano, Dom Savio Hon Tai-Fai; ao Presidente das Pontifícias Obras Missionárias (POM), Dom Piergiuseppe Vacchelli; bem como aos colaboradores da Congregação e aos diretores nacionais das POM, provenientes das várias Igrejas particulares para a anual Assembleia Ordinária do Conselho Superior.Após frisar a necessidade de um decidido compromisso na missão além-fronteiras, o Pontífice ressaltou que "novos problemas e novas escravidões emergem em nosso tempo, quer no chamado primeiro mundo, abundante e rico, mas incerto acerca de seu futuro; quer nos países emergentes, onde, por causa de uma globalização caracterizada comumente pelo lucro, acabam por aumentar as massas dos pobres, dos emigrantes, dos oprimidos, em que se enfraquece a luz da esperança.Bento XVI recordou que é tarefa de todo o Povo de Deus "transformar o mundo segundo o projeto de Deus com a força renovadora do Evangelho, "para que Deus seja tudo em todos (1 Cor 15,28).Portanto, "é necessário continuar com renovado entusiasmo a obra de evangelização, o anúncio alegre do Reino de Deus, vindo em Cristo na potência do Espírito Santo, para conduzir os homens à verdadeira liberdade dos filhos de Deus contra toda forma de escravidão" - acrescentou."É necessário lançar as redes do Evangelho no mar da história para levar os homens à terra de Deus" – continuou o Papa."Tudo na Igreja está a serviço da evangelização: todo setor de sua atividade e também toda pessoa, nas várias tarefas que é chamada a cumprir. Todos devem estar envolvidos na missão ad gentes" – ponderou."Somente radicados profundamente em Cristo e em sua Palavra se é capaz de não ceder à tentação de reduzir a evangelização a um projeto apenas humano, social, escondendo ou silenciando a dimensão transcendente da salvação oferecida por Deus em Cristo.O ministério da evangelização é fascinante e exigente: requer amor pelo anúncio e o testemunho, um amor tão grande que pode ser marcado inclusive pelo martírio – observou. “Os cristãos não devem ter medo, mesmo se são atualmente o grupo religioso que sofre o maior número de perseguições por causa de sua fé” – exortou Bento XVI.O Papa agradeceu a todos os presentes pelo trabalho de animação e formação missionária que, como diretores nacionais das POM, desempenham em suas Igrejas locais. O Pontífice concluiu afirmando que a obra das POM é preciosa para a edificação da Igreja, destinada a tornar-se “casa comum” de toda a humanidade. (RL)






Fonte: RV

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

INDIA: CRISTÃOS CONTINUAM A SER PERSEGUIDOS

CARDEAL INDIANO PEDE PRESSÃO INTERNACIONAL EM AJUDA AOS CRISTÃOS

Cidade do Vaticano,
- Os cristãos continuam a ser perseguidos no estado de Orissa, na Índia, e o Cardeal Telesphore Toppo, arcebispo de Ranchi e ex-presidente da Conferência Episcopal indiana, afirma: “Para enfrentar as violências anticristãs, é necessária a pressão da comunidade internacional”. Em uma entrevista publicada pela agência Sir, o cardeal Toppo invoca especificamente ‘uma solução política’: “Precisamos de um governo que queira enfrentar estes problemas” – diz, denunciando também os limites impostos à Igreja indiana na ajuda a seus fiéis. “Não é fácil ter informações de Orissa, porque a situação não está normalizada. Muitos cristãos fugiram para as florestas e os campos, onde não podem receber ajudas humanitárias, porque não é permitido”. “Assim, a Igreja, que sempre pôde se ativar quando terremotos e enchentes devastaram Orissa, não está podendo, nesta circunstância, levar ajuda às vítimas. A Índia é a maior democracia no mundo, mas em Orissa, não há sinal de democracia” – prossegue o cardeal Toppo. Após a publicação da carta dos bispos indianos, em 26 de setembro, com propostas concretas para deter as violências, o governo, “ao que parece, começou a se mexer” – diz ainda o cardeal. “Muitas outras organizações e partidos estão agindo ou respondendo, negociando com os grupos terroristas. Isto não é suficiente, porque os cristãos de Orissa precisam de segurança, proteção e assistência; devem ser indenizados, porque suas casas foram destruídas e perderam tudo”. Segundo os bispos indianos, não é suficiente punir os culpados. “As pessoas devem reconstruir suas existências, destruídas”. A respeito das conversões, o arcebispo de Ranchi recorda que não é verdade que os cristãos convertiam os hinduístas, mas, ao contrário, “nestes dias, registram-se conversões forçadas de cristãos”.“Existe uma estratégia planificada contra os cristãos da diocese de Bhubaneswar – prossegue o card. Toppo -, porque ali, a Igreja estava crescendo, no respeito dos tribais e dos dálits, que recebiam instrução e tinham a chance de se emancipar social e economicamente. Agora, perderam tudo, inclusive a fé”.Enfim, segundo o card. Toppo, a pressão internacional poderia ser maior, mas, todavia, “já ajudou um pouco, porque agora, os indianos temem que a situação possa ser vista por todos e se transformar numa vergonha nacional. “É uma questão de justiça e de direitos humanos – destaca. Vivemos em uma aldeia global. Quando os direitos humanos estão em jogo, outros países devem intervir”. (CM)

Fonte: RV