Prezados leitores,
rebemos e-mail de Natal, o qual desejamos compartilhar com todos vocês
...............................Claudio FontanaClaudio Fontana e Malú
............ - Eucaristia, Devoção a Maria e Fidelidade ao Papa – ............
...............................Claudio Fontana
COPENHAGUE,
Petição em defesa da vida e da família é apresentada ao Parlamento Europeu
Presidente Jerzy Buzek recebe representantes de 17 países da Europa
Jerzy Buzek, presidente do Parlamento EuropeuESTRASBURGO,
- O presidente do Parlamento Europeu, o polonês Jerzy Buzek, agradeceu e congratulou os representantes dos Movimentos pela Vida e pela Família, recebidos na última terça-feira no Gabinete da Presidência, em Estrasburgo.
Os representantes da Áustria, Espanha, Irlanda, Itália, Polônia, Alemanha, Portugal, Lituânia, França, República Tcheca, Hungria, Romênia, Bélgica, Croácia, Grécia, Reino Unido e Eslováquia, apresentaram uma petição contendo 500.000 assinaturas de cidadãos europeus.
O documento pede o reconhecimento da pessoa humana desde a concepção até sua morte natural, a defesa da família natural fundamentada no matrimônio entre homem e mulher, além de pedir a suspensão do financiamento estatal de programas de pesquisa que empreguem embriões humanos.
Segundo o presidente Buzek, “É um resultado extraordinário conseguir que meio milhão de cidadãos da União Européia assinem um documento destinado ao Parlamento Europeu”, acrescentando que “é a primeira vez que uma petição envolvendo tantas assinaturas e tantos países é encaminhada ao Parlamento”.
“Isso mostra que a sociedade civil não encara o Parlamento como uma instituição distante das pessoas”, agradecendo ainda pela iniciativa que, segundo ele, “é a demonstração de uma cidadania européia”.
“Asseguro” – concluiu Buzek – “que sua petição será levada muito a sério, e que seus pedidos serão objeto de discussão no Parlamento Europeu o mais rapidamente possível”.
Para Carlo Casini, presidente da Comissão Constitucional do Parlamento Europeu e também do Movimento na Itália, a apresentação da petição coincide com a entrada em vigor do Tratado de Lisboa, num momento em que “a nova legislação começa a dar novo impulso à construção daquela unidade dos povos, e que constitui um dos maiores projetos políticos de todos os tempos”.
“Na base de tal construção”, acrescentou Casini – “está o valor da dignidade de cada ser humano, como diz o próprio tratado de Lisboa. A igualdade e a dignidade humana são os fundamentos da liberdade, da democracia e da solidariedade. São os elementos caracterizam a alma da Europa”.
Casini destacou que o documento apresentado chama atenção para questões dramáticas: ”Quem é o titular dos direitos humanos? O que é o homem? Não o é também o bebê em fase pré-natal? O princípio da igualdade se estende a todas as fases da existência humana, ou somente a algumas?”
“Sabemos bem as dificuldades levantadas quando estas questões são colocadas. Todavia, a política não as pode evitar”, “se pretende ser verdadeiramente guiada pela cultura dos direitos humanos”, concluiu.Antonio Gaspari, responsável pela iniciativa da petição e presente no evento, disse ao presidente do Parlamento: “não pedimos a revogação de nenhuma lei, mas apenas o pleno reconhecimento de igualdade e uma reflexão profunda sobre a dignidade humana”, e concluiu: “São temas de unificação, não de divisão. De esperança, não de desespero”.
Bispo de Santarém, alertou para “o individualismo, a desconfiança mútua, o desânimo, a solidão, a agressividade” que marcam as nossas sociedades. Na sua mensagem por ocasião do Natal, o prelado considera que “num mundo frio e egoísta precisamos da mensagem do Natal”. “Dediquemo-nos e defendamos também a união estável da família, baseada no amor e santificada pelo sacramento do matrimônio, como berço e ambiente para o desenvolvimento harmonioso dos filhos”, destaca o prelado. O bispo de Santarém pede ainda que “saibamos partilhar o nosso afeto, a nossa atenção e os nossos bens com os que nos rodeiam, sobretudo com os mais carentes”.Já o bispo de Setúbal, Dom Gilberto Canavarro Reis, opta por um registro mais poético, em forma de prece, pedindo “um coração capaz de reparar que ao nosso redor, no bairro, na cidade, há gente que vive na solidão, gente com aposentadoria de miséria, gente em casas degradadas, gente que sofre por causa do desemprego, imigrantes mal acolhidos, gente excluída: gente de carne e osso como nós, gente que poderíamos ser nós mesmos”.Num texto publicado pelo Secretariado Nacional da Pastoral Social, sugere-se que se rejeite “uma vida egoísta, centrada em nós mesmos e, por isso, absurda, e sem graça”, apelando ao compromisso “num mundo em que não haja quem morra de fome, ou na guerra, ou de desespero”. Pede-se ainda a luta “contra as injustiças, contra toda a espécie de exploração, ou de exclusão”. (SP)
ROMA,
-Por ocasião da cúpula de Copenhague (Dinamarca) sobre a mudança climática, a Cáritas Internacional e o Conselho Mundial das Igrejas fizeram um convite a tocar os sinos do mundo inteiro no próximo dia 13 de dezembro, quando as negociações chegarem ao seu ponto crucial.
Às 15hs desse mesmo dia, após uma celebração ecumênica na catedral luterana de Copenhague, em todas as igrejas da Dinamarca os sinos serão tocados, com o fim de enviar uma mensagem única a todos os líderes do mundo, exortando-os para que adotem medidas urgentes diante da mudança climática.
Convidam-se os cristãos do mundo inteiro a participarem, tocando os seus próprios sinos, tambores, gongos, berrantes etc., 350 vezes.
Por que 350 vezes? Porque este número se refere a 350 partes por milhão (ppm): este é o limite máximo seguro de CO2 na atmosfera, segundo muitos cientistas, especialistas no clima e governos.
Durante toda a história da humanidade, até 200 anos atrás, a atmosfera continha 275ppm de CO2, mas agora a concentração se eleva a 390ppm. A menos que reduzamos de novo rapidamente os níveis de CO2, corre-se o perigo de alcançar pontos de inflexão e de provocar efeitos irreversíveis, como o derretimento da capa de gelo da Groenlândia e a existência de importantes emanações de metano, devido ao desgelo do permafrost, afirmam os organizadores.
A secretária-geral da Cáritas Internacional, Lesley-Anne Knight, fará os sinos de Copenhague ressoar, com os membros da delegação da Cáritas-CIDSE que assistem à cúpula e com destacados líderes da Igreja Católica.
Os sinos das igrejas ressoarão às 15h (horário local), em todos os fusos horários do mundo, começando pelas Fiyi, no Pacífico Sul, onde sai o sol, e continuarão ressoando ao redor do globo, até as 15h de Copenhague e de toda a Europa.
Diversas dioceses do mundo se unirão ao ato para pedir justiça climática.
Os bispos do Uruguai se uniram à iniciativa com uma mensagem na qual exortam a tocar os sinos das igrejas do país e pedem a todas as dioceses que adiram a esta manifestação universal.
“A Cáritas Internacional, por intermédio da Cáritas Uruguaia – afirmam os bispos uruguaios –, convida a que todas as paróquias do nosso país unam seus corações e vozes tocando seus sinos para ajudar a salvar o planeta da mudança climática.”
Para mais informações : http://www.oikoumene.org/es/novedades/eventos/ev/se/article/1634/toque-de-campanas-por-la.html.

Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma, para recordar os 20 anos da morte dos jesuítas na Universidade de San Salvador.Da apresentação, participaram o autor do livro, Emanuele Maspoli, o Padre Joseph Joblin, docente da Gregoriana, e o Pe. Gabriel Ignacio Rodríguez, assistente do Prepósito da Companhia de Jesus para a América Latina Setentrional, que concedeu com exclusividade uma entrevista ao Programa Brasileiro.
Cidade do Vaticano, 07 dez (RV)
- Nesta terça-feira, 8 de dezembro, solenidade da Imaculada Conceição de Maria, Bento XVI presidirá ao meio-dia, na Praça São Pedro, a oração do Angelus.Na parte da tarde, às 16h locais, irá à Praça de Espanha para o tradicional Ato de veneração à Imaculada. "Em Maria Imaculada nós contemplamos o reflexo da Beleza que salva o mundo: a beleza de Deus que resplandece na face de Cristo" – ressaltou Bento XVI.O papa recorda que Maria é uma "Mãe que partilhou as fadigas cotidianas de toda mulher e mãe de família", mas é uma mãe totalmente singular, escolhida por Deus para gerar o seu Filho unigênito: por isso foi "preservada de toda mancha de pecado":"Podemos perguntar-nos: por que, entre todas as mulheres, Deus escolheu justamente Maria de Nazaré? A resposta encontra-se velada no mistério insondável da divina vontade. Todavia, há uma razão que o Evangelho evidencia: a sua humildade. E o ressalta muito bem Dante Alighieri no último Canto do Paraíso: "Virgem Mãe, filha do teu Filho, / humilde e mais alta criatura, / termo fixo e eterno conselho"... Sim, Deus foi atraído pela humildade de Maria, que encontrou graça a seus olhos (cfr Lc 1, 30). (Angelus, 8 de dezembro de 2006)O mistério da Imaculada Conceição de Maria – explica o papa – recorda-nos duas verdades fundamentais da nossa fé: o pecado original e a vitória da graça de Cristo sobre ele. "A existência daquilo que a Igreja chama de "pecado original" é, infelizmente, de uma evidência fulgente – observa – basta olhar ao nosso redor e, sobretudo, dentro de nós. De fato, a experiência do mal é tão consiste que se impõe por si mesma, e suscita em nós a pergunta: ...se Deus, que é Bondade absoluta, criou tudo, de onde vem o mal?"Deus criou tudo para a existência, em particular criou o ser humano à sua imagem; não criou a morte, mas ela entrou no mundo por inveja do demônio (cfr Sb 1, 13-14; 2, 23-24), o qual, rebelando-se a Deus, atraiu também os homens ao engano, induzindo-os à rebelião. É o drama da liberdade, que Deus aceita totalmente por amor, prometendo, porém, que haverá um filho de mulher que esmagará a cabeça da antiga serpente (Gn 3, 15)." (Angelus, 8 de dezembro de 2008)Maria é a mulher que deu "sim" ao bem e "não" ao mal. Daí a oração do papa à Imaculada:"Dai-nos a coragem de dizer "não" aos enganos do poder, do dinheiro, do prazer; aos lucros desonestos, à corrupção e à hipocrisia, ao egoísmo e à violência. "Não" ao Maligno, príncipe enganador deste mundo. "Sim" a Cristo, que destrói a potência do mal com a onipotência do amor. Nós sabemos que somente corações convertidos ao Amor, que é Deus, podem construir um futuro melhor para todos." (Praça de Espanha, 8 de dezembro de 2006)No entanto, o pecado, a transgressão, o mal, parecem atrair mais que o bem. Aliás – observa o pontífice – uma pessoa que não peca pode parecer até mesmo monótona. Assim, após a oração à Imaculada, Bento XVI lança um premente apelo ao homem a fim de que, como fez Maria de Nazaré, também ele se abandone ao Deus amor:"Tenha a coragem de aventurar-se em Deus! Tente! Não tenha medo d'Ele! Tenha a coragem de apostar na fé! Tenha a coragem de apostar na bondade! Tenha a coragem de apostar no coração puro! Comprometa-se com Deus, então verá que justamente fazendo isso a sua vida se tornará ampla e iluminada, não monótona, mas repleta de infinitas surpresas, porque a suprema bondade de Deus jamais acaba! (Homilia, 8 de dezembro de 2005) (RL)

receber-vos colegialmente no quadro da vossa visita ad limina. Agradeço a Dom Murilo Krieger as expressões de devotada estima que me dirigiu em nome de todos vós e do povo confiado aos vossos cuidados pastorais nos Regionais Sul 3 e 4, expondo também os seus desafios e esperanças. Ouvindo estas coisas, sinto elevarem-se do meu coração ações de graças ao Senhor pelo dom da fé misericordiosamente concedido às vossas comunidades eclesiais e por elas zelosamente conservado e arduamente transmitido, em obediência ao mandato que Jesus nos deixou de levar a sua Boa Nova a toda a criatura, procurando impregnar de humanismo cristão a cultura atual.Referindo-me à cultura, o pensamento dirige-se para dois lugares clássicos onde a mesma se forma e comunica – a universidade e a escola –, fixando a atenção principalmente nas comunidades acadêmicas que nasceram à sombra do humanismo cristão e nele se inspiram, honrando-se do nome «católicas». Ora «é precisamente na referência explícita e compartilhada de todos os membros da comunidade escolar – embora em graus diversos – à visão cristã que a escola é “católica”, já que nela os princípios evangélicos tornam-se normas educativas, motivações interiores e metas finais» (Congr. para a Educação Católica, Doc. A escola católica, n. 34). Possa ela, numa convicta sinergia com as famílias e com a comunidade eclesial, promover aquela unidade entre fé, cultura e vida que constitui a finalidade fundamental da educação cristã.Entretanto também as escolas estatais, segundo diversas formas e modos, podem ser ajudadas na sua tarefa educativa pela presença de professores crentes – em primeiro lugar, mas não exclusivamente, os professores de religião católica – e de alunos formados cristãmente, assim como pela colaboração das famílias e pela própria comunidade cristã. Com efeito, uma sadia laicidade da escola não implica a negação da transcendência, nem uma mera neutralidade face àqueles requisitos e valores morais que se encontram na base de uma autêntica formação da pessoa, incluindo a educação religiosa.A escola católica não pode ser pensada nem vive separada das outras instituições educativas. Está ao serviço da sociedade: desempenha uma função pública e um serviço de pública utilidade, não reservado apenas aos católicos, mas aberto a todos os que queiram usufruir de uma proposta educativa qualificada. O problema da sua paridade jurídica e econômica com a escola estatal só poderá ser corretamente impostado se partirmos do reconhecimento do papel primário das famílias e subsidiário das outras instituições educativas. Lê-se no artigo 26 da Declaração Universal dos Direitos do Homem: «Os pais têm direito de prioridade na escolha do gênero de educação a ser ministrada aos próprios filhos». O empenho plurissecular da escola católica situa-se nesta direção, impelido por uma força ainda mais radical, ou seja, a força que faz de Cristo o centro do processo educativo.Este processo, que tem início nas escolas primária e secundária, realiza-se de modo mais alto e especializado nas universidades. A Igreja foi sempre solidária com a universidade e com a sua vocação de conduzir o homem aos mais altos níveis do conhecimento da verdade e do domínio do mundo em todos os seus aspectos. Apraz-me tributar aqui a mais viva gratidão eclesial às diversas congregações religiosas que entre vós fundaram e suportam renomadas universidades, lembrando-lhes, porém, que estas não são uma propriedade de quem as fundou ou de quem as freqüenta, mas expressão da Igreja e do seu patrimônio de fé.Neste sentido, amados Irmãos, vale a pena lembrar que em agosto passado, completou 25 anos a Instrução Libertatis nuntius da Congregação da Doutrina da Fé, sobre alguns aspectos da teologia da libertação, nela sublinhando o perigo que comportava a assunção acrítica, feita por alguns teólogos de teses e metodologias provenientes do marxismo. As suas seqüelas mais ou menos visíveis feitas de rebelião, divisão, dissenso, ofensa, anarquia fazem-se sentir ainda, criando nas vossas comunidades diocesanas grande sofrimento e grave perda de forças vivas. Suplico a quantos de algum modo se sentiram atraídos, envolvidos e atingidos no seu íntimo por certos princípios enganadores da teologia da libertação, que se confrontem novamente com a referida Instrução, acolhendo a luz benigna que a mesma oferece de mão estendida; a todos recordo que «a regra suprema da fé [da Igreja] provém efetivamente da unidade que o Espírito estabeleceu entre a Sagrada Tradição, a Sagrada Escritura e o Magistério da Igreja, numa reciprocidade tal que os três não podem subsistir de maneira independente» (João Paulo II, Enc. Fides et ratio, 55). Que, no âmbito dos entes e comunidades eclesiais, o perdão oferecido e acolhido em nome e por amor da Santíssima Trindade, que adoramos em nossos corações, ponha fim à tribulação da querida Igreja que peregrina nas Terras de Santa Cruz.Venerados Irmãos no episcopado, na união a Cristo precede-nos e guia-nos a Virgem Maria, tão amada e venerada nas vossas dioceses e por todo o Brasil. Nela encontramos, pura e não deformada, a verdadeira essência da Igreja e assim, através dela, aprendemos a conhecer e a amar o mistério da Igreja que vive na história, sentimo-nos profundamente uma parte dela, tornamo-nos por nossa vez «almas eclesiais», aprendendo a resistir àquela «secularização interna» que ameaça a Igreja e os seus ensinamentos.Enquanto peço ao Senhor que derrame a abundância da sua luz sobre todo o mundo brasileiro da escola, confio os seus protagonistas à proteção da Virgem Santíssima e concedo a vós, aos vossos sacerdotes, aos religiosos e religiosas, aos leigos empenhados, e a todos os fiéis das vossas dioceses paterna Bênção Apostólica.
As relíquias de Dom Bosco passaram pelo Colégio de Santa Inês, onde fica a sede das Filhas de Maria Auxiliadora no Estado de São Paulo
Um grupo de alunos com bexigas recepcionou a urna com as relíquias de Dom Bosco na entrada do Colégio de Santa Inês, no bairro do Bom Retiro em São Paulo. Vindas do Colégio Salesiano Santa Teresinha, as relíquias chegaram por volta das 13h40 do dia 03/12.
Por volta das 7h30 da manhã de 04/12, foi celebrada a missa de encerramento da visita e entrega das relíquias à comunidade do Liceu Coração de Jesus.