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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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sábado, 14 de maio de 2011

É NA FAMÍLIA QUE O HOMEM SE REALIZA

PAPA: "É NA FAMÍLIA QUE O HOMEM SE REALIZA"


Cidade do Vaticano, 13 mai (RV)


- Bento XVI recebeu esta manhã, na Sala Clementina, no Vaticano, os participantes de um encontro promovido pelo Instituto João Paulo II de estudos sobre o matrimônio e a família. O Instituto foi fundado pelo Papa João Paulo II exatamente trinta anos atrás, junto com o Pontifício Conselho para a Família. Hoje, está presente em todos os continentes, engajado no estudo, pesquisa e difusão das catequeses sobre o amor humano. Falando à delegação de hóspedes, Bento XVI propôs a conjugação da teologia do corpo com a do amor para encontrar a unidade do caminho do homem. Para o papa, este deve ser o horizonte de trabalho do Instituto João Paulo II. Dissertando sobre o tema, o pontífice analisou os eventos da Capela Sistina, com os corpos representados nus, o que era considerado pouco respeitoso. A Inquisição acusava os artistas de terem pintado figuras inapropriadas ao redor da Última Ceia.Mas os corpos ilustrados por Michelangelo são habitados pela luz, pela vida, pelo esplendor. Ele queria mostrar que nossos corpos escondem um mistério; é neles que o espírito se exprime e atua – disse Bento XVI. “Assim, entendemos que nossos corpos não são matéria inerte, mas falam, se soubermos ouvi-lo, a linguagem do verdadeiro amor”. Para o papa, a primeira palavra desta linguagem está na criação do homem. Ela traz consigo um significado filial e somente quando o homem reconhecer o amor originário, que lhe deu a vida, poderá aceitar a si mesmo, reconciliar-se com a natureza e com o mundo. Bento XVI citou o episódio de Adão e Eva, cujos corpos, recebendo-se, podem doar. “Abre-se assim um caminho em que o corpo nos ensina o valor do tempo, do longo amadurecimento no amor. É nesta luz – o papa explicou – que a castidade ganha um novo sentido: não é um ‘não’ aos prazeres e à alegria da vida, mas um grande ‘sim’ ao amor como comunicação profunda entre as pessoas, que requer tempo e respeito”. Bento XVI destacou também o aspecto negativo do corpo: quando nos fala da opressão ao próximo, do desejo de possuir e de explorar. “Todavia – ressalvou – sabemos que esta linguagem não pertence ao desígnio originário de Deus, mas é fruto do pecado”. “A família é o lugar no qual a teologia do corpo e a teologia do amor se encontram. É nela que se aprende a bondade do corpo, seu testemunho, a experiência de amor que recebemos de nossos pais. É na família que o homem se realiza como filho, esposo e pai”. Finalizando, o papa recomendou os participantes do Instituto à proteção de Maria, pedindo que ela continue inspirando seus estudos e ensinamentos a serviço da missão da Igreja, em prol da família e da sociedade. (CM)


Fonte: RV

quarta-feira, 11 de maio de 2011

"ORAÇÃO NÃO É FÓRMULA, MAS ATITUDE"


PAPA: "ORAÇÃO NÃO É FÓRMULA, MAS ATITUDE"

Cidade do Vaticano, 11 mai (RV) - O papa concedeu audiência geral nesta quarta-feira, como habitualmente. O encontro, na Praça São Pedro, reuniu dezenas de milhares de peregrinos e turistas. A catequese de Bento XVI deu sequência à reflexão iniciada na última semana e continuou falando hoje sobre a oração como algo intrínseco ao homem.

“O homem foi criado por Deus e para Deus” – disse ele, explicando que hoje, parece que Deus está fora do horizonte de muitas pessoas, enquanto ao mesmo tempo, verifica-se um despertar do sentimento religioso, que não desapareceu, por mais que muitos o tivessem previsto.

Apesar de ter perdido a semelhança com Deus por causa do pecado, o homem mantém o desejo Daquele que o chama à existência, e todas as religiões testemunham essa busca fundamental. A conseqüência – prosseguiu o papa – é que não existe uma grande civilização que não seja religiosa.

Bento XVI completou sua catequese afirmando que “a oração é expressão do desejo que o homem tem de Deus. Não é uma fórmula simples, mas uma atitude, um estar diante de Deus. Enraizada dentro de nós, é o lugar da gratuidade, da busca do inefável. A oração é um dom, pois é diante de Deus que se revela o momento em que a resposta do homem se transforma em íntima relação com Ele”.

Resumindo seu ensinamento desta quarta-feira em português, o papa disse:

“Queridos irmãos e irmãs,

Dando continuidade à reflexão sobre a oração, iniciada na semana passada, lembro que o homem é um ser religioso por natureza. Ele sente necessidade de sair de si mesmo ao encontro d’Aquele que é capaz de planificar a grandeza e a profundidade do seu desejo: o homem tem em si o desejo de Deus. E, o homem sabe que pode dirigir-se a Deus, sabe que Lhe pode rezar. São Tomás de Aquino define a oração como «expressão do desejo que o homem tem de Deus». Esta atração, que o próprio Deus colocou no homem, é a alma da oração que depois se reveste de muitas formas e modalidades. Na dinâmica desta relação com Deus que dá sentido à existência, a oração tem uma das típicas expressões no gesto de ajoelhar, declarando ter necessidade d’Ele. Assim, a oração, que é abertura e elevação do coração a Deus, se torna relação pessoal com Aquele que nunca se esquece do homem, tomando Deus a iniciativa de chamá-lo ao misterioso encontro da oração”.

Em seguida, o papa fez uma saudação aos grupos de brasileiros presentes na Praça e concedeu a todos a sua benção apostólica.

“Amados peregrinos de língua portuguesa, sede bem-vindos! A todos saúdo com grande afeto e alegria, particularmente aos fiéis brasileiros vindos das paróquias em Goiânia e Teresópolis, e aos grupos da Família Franciscana e de Schoenstatt. Aprendei a reconhecer no vosso íntimo a voz de Deus que, na oração, chama à profundidade da vossa existência, à fonte da vida e da salvação. Que Ele vos abençoe a vós e as vossas famílias!”.

Fonte: RV

terça-feira, 10 de maio de 2011

DOM RAYMUNDO DAMASCENO ASSIS, NOVO PRESIDENTE DA CNBB


CONHEÇA DOM RAYMUNDO DAMASCENO ASSIS


Aparecida, 10 mai (RV)


- O Cardeal Arcebispo de Aparecida, Dom Raymundo Damasceno Assis, foi eleito nesta segunda-feira (9) com 196 votos, o novo presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).


Em segundo lugar ficou o Arcebispo de São Paulo, Cardeal Dom Odilo Pedro Cardeal Scherer com 75 votos.Os bispos reunidos na 49ª Assembleia Geral da CNBB, no Santuário Nacional, já haviam se reunido durante sessão da manhã de ontem para um levantamento de nomes para as várias funções.


No primeiro escrutínio, realizado na parte da tarde, Dom Damasceno recebeu o maior número de votos, mas não o suficiente para ser eleito.


O que aconteceu no escrutínio ocorrido na sequência.


O processo eletivo da CNBB estava entre os temas centrais da Assembleia.


Nos último quatro anos (2007-2011), o cargo de presidente da CNBB foi ocupado pelo Cardeal Dom Geraldo Lyrio Rocha.


Dom Raymundo foi eleito presidente para o quadriênio (2011-2015).


Sobre a eleição, Dom Damasceno disse o seguinte: "Eu sempre digo que nunca me candidatei a nenhum cargo na CNBB.


Evidentemente, nós estamos à disposição para servir a Igreja quando os desígnios de Deus se manifestam através de mediações humanas, como é o caso de uma eleição".


O arcebispo de Aparecida nasceu em 1937 na cidade mineira de Capela Nova (MG). Teve sua ordenação presbiteral em 1968, em Conselheiro Lafaiete (MG) e ordenação episcopal em 1986, em Brasília (DF).


Dom Raymundo estudou Filosofia no Seminário Maior de Mariana (MG) e Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma (Itália).


Antes do episcopado, Dom Raymundo Damasceno foi professor no Seminário Maior e na Universidade de Brasília (UnB) de 1976 a 1986.


Foi bispo auxiliar de Brasília, vigário geral e vigário episcopal na arquidiocese de Brasília, professor do departamento de Filosofia da UnB, Secretário Geral do Conselho Episcopal Latino-americano (CELAM), secretário geral da IV Conferência Geral do Episcopado Latino-americano, em Santo Domingo, Secretário Geral da CNBB por dois mandatos, Delegado ao Sínodo Especial para a África, Sínodo sobre a vida religiosa, como convidado, Delegado à Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos para a América por eleição da Assembleia da CNBB e confirmado pelo Papa João Paulo II, membro do Pontifício Conselho para as Comunicações, membro do Departamento de Comunicação do CELAM, membro da Comissão para a Comunicação, Educação e Cultura da CNBB, Delegado do CELAM, Presidente do CELAM, membro da Pontifícia Comissão para a América Latina – CAL e sínodo para a África (2009).


Seu lema episcopal é: “In Gaudium domini” (Na Alegria do Senhor).



Fonte: RV

sexta-feira, 6 de maio de 2011

CRISTIANISMO NÃO É RELIGIÃO DE RECORDAÇÕES, MAS BUSCA DO SENHOR NO PRESENTE

CARDEAL BERTONE: CRISTIANISMO NÃO É RELIGIÃO DE RECORDAÇÕES, MAS BUSCA DO SENHOR NO PRESENTE



Cidade do Vaticano, 06 mai (RV)


- A Guarda Suíça Pontifícia recorda o sacrifício de 147 soldados do Corpo mortos em 6 de maio de 1527 em defesa do Papa Clemente VII, no assalto que passou à história como "Saque de Roma".


Além de celebrar a heróica morte dos soldados, a data é também ocasião para o juramento de novos recrutas.


-As celebrações foram abertas com a liturgia das Vésperas, no final da tarde desta quinta-feira, às 17h30 locais, na Igreja de Santa Maria no Campo Santo – no Cemitério Teutônico, no Vaticano – com a presença do Comandante da Guarda, Cel. Daniel Anrig, dos novos recrutas e familiares.


-As celebrações desta sexta-feira tiveram início com a santa missa que o Secretário de Estado, Cardeal Tarcisio Bertone, celebrou às 7h30 locais, no Altar da Cátedra da Basílica Vaticana, para a Guarda Suíça, seus familiares e amigos.


-"Estamos reunidos em torno do Altar do Senhor, para viver juntos esta primeira parte da manhã num clima de oração, de escuta da Palavra de Deus e de participação da Mesa Eucarística", afirmou o pupurado após evocar a moldura história na qual se insere a celebração desta data, qual seja – como dissemos


– o heróico sacrifício dos 147 alabardeiros que em 1527 não hesitaram dar a própria vida em defesa do Papa Clemente VII.


-"Ao unir-nos ao seu redor, caros Guardas, queremos manifestar-lhes afeto e com vocês agradecer à Providência divina que os chamou a pertencerem a esse histórico Corpo e a darem continuidade à sua obra" – enfatizou o Cardeal Bertone.


-Ao situar a liturgia do dia no âmbito do Tempo pascal, período em que o nosso coração é convidado a alegrar-se pela Ressurreição de Jesus, o Cardeal Secretário de Estado recordou que "o Cristianismo não é uma religião de recordações, é a busca do Senhor no presente". Na vida da Igreja, "tudo tem o traço da presença viva do Senhor Ressuscitado"


– acrescentou.-"Quem faz a vontade de Deus jamais erra, embora por vezes sofra oposições e incompreensões", disse o Cardeal Bertone atendo-se à mensagem da liturgia desta quinta-feira, acrescentando que "o bem vence sempre, mas muitas vezes nos pede que saibamos renunciar as vitórias efêmeras deste mundo, para vencer o bom combate da fé".


-Concluindo, o purpurado ressaltou que "ser Guardas Suíços significa aderir sem reservas a Cristo e à Igreja, com a disponibilidade a todos os dias dedicar a vida a isso".


-Que os acompanhe e os assista "a intercessão de seus santos Padroeiros São Martinho, São Sebastião e São Nicolau de Flüe. Maria Santíssima, Mãe de Cristo e Mãe da Igreja, os proteja sempre no serviço diário ao Sucessor do Apóstolo Pedro"


– finalizou.-Após a santa missa teve lugar, no Pátio de Honra do Quartel Suíço, no Vaticano, uma breve celebração dividida em dois momentos: a deposição de uma coroa diante do monumento dos guardas mortos; e a entrega de condecorações e honorificências a alguns membros do Corpo, por parte do Substituto da Secretaria de Estado, Arcebispo Fernando Filoni.


-Na parte da tarde, às 17h locais, tem lugar a cerimônia de juramento, no Pátio de São Damaso da residência apostólica. Os 34 novos recrutas prestarão solene juramento diante da bandeira do Corpo e de Dom Filoni, representante da Secretaria de Estado.


-As celebrações se concluirão com um concerto, que terá lugar no Pátio de Honra do Quartel da Guarda Suíça, neste sábado, dia 7, ao meio-dia e meia. (RL)


Fonte : RV

quinta-feira, 5 de maio de 2011

INICIATIVAS DO VATICANO NA INTERNET

NOVAS INICIATIVAS DO VATICANO NA INTERNET



Cidade do Vaticano, 05 mai (RV)



– A beatificação de João Paulo II também serviu para abrir novos horizontes à comunicação da Santa Sé, sobretudo na internet. Uma das grande novidades foi a transmissão ao vivo do Centro Televisivo Vaticano. O “streaming” na internet foi feito de modo praticamente ininterrupto, tecnologia que transformou o CTV numa autêntica televisão de alcançe mundial.Esse é um novo passo para as comunicações na Santa Sé, já que esta plataforma também servirá para transmitir os eventos ao vivo do Vaticano, começando pelas audiências gerais do Papa às quartas-feiras e do Angelus de domingo.As transmissões foram feitas por meio do serviço técnico da Rádio Vaticano e que, a partir de agora, poderão ser adicionadas por qualquer site. Basta baixar o player de web tv no site a agência multimídia www.h2onews.orgInovação também na captura das imagens no dia 1º de maio. Graças a uma parceria com a Sony, foram registradas pela primeira vez pelo CTV, em modo experimental, imagens em 3D desse evento de dimensões planetárias.Especial Beato João Paulo IIOs 26 anos de pontificado do mais novo beato estão sintetizados em uma página especial dedicada a Karol Wojtyla. No www.joaopauloii.va é possível reviver em imagens a trajetória do Papa. O novo site também ajuda a incrementar o número de acessos à pagina católica mais visitada do mundo: www.vatican.va Vaticano nas redes sociaisA beatificação também levou a Santa Sé a dar novos passos no campo das redes sociais. No facebook, a página dedicada Wojtyla www.facebook.com/vatican.johnpaul2 já agrega milhares de “sinais de positivo”.No YouTube, por ocasião da beatificação, o Vaticano criou um novo canal onde foram postados videos gravados durante o pontificado de João Paulo II. Em pouco tempo, as visualizações a partir do endereço www.youtube.com/giovannipaoloii, ultrapassaram a marca de 600 mil.Comunicar para a juventudeA Santa Sé pretende atingir em particular os jovens com a plataforma lançada pelo Pontificio Conselho para as Comunicações Sociais, pensada especialmente para as redes sociais e também como um app para Iphone. Detalhes no site www.Pope2You.net que também está presente no Twitter: twitter.com/#!/Pope2YouVaticanInovações decisivas para as comunicações da Santa Sé, na expectativa para a Jornada Mundial da Juventude, que acontecerá em agosto, na Espanha. Por enquanto, os jovens de todo o mundo podem se encontrar e trocar informações e experiências no site www.madrid11.com onde é possível acompanhar como estão os preparativos para a Jornada. (RB)

quarta-feira, 4 de maio de 2011

NÃO TENHAIS MEDO ! ABRI, ESCANCARAI AS PORTAS A CRISTO

400 MIL VISITAS AO NOSSO BLOG


“Não tenhais medo! Abri, escancarai as portas a Cristo!”

“Lançai-vos ao mar!”

Inspirados e motivados por essas exortações de nosso amado e saudoso Papa, hoje Beato João Paulo II, iniciamos há três anos e dois meses, este modesto site católico.

Nossa intenção era ajudar a divulgar e compartilhar o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, além de devoções, orações, fatos e acontecimentos diários da Igreja Católica Apostólica Romana.

Pela graça de Deus e pela proteção de Nossa Senhora, a quem nossa vida e este site foram consagrados, estamos vendo chegar o gratificante número de 400.000 visitas.

Por tão auspicioso fato, queremos louvar e agradecer a Deus, pois sem Ele, nada se faz, nada se consegue, e à Nossa Mãe Santíssima, cuja poderosa intercessão tem obtido as graças necessárias para a boa continuidade desse trabalho.

Agradecemos também, de todo o coração, a vocês, amigos seguidores e visitantes, pois sem a sua presença não teríamos chegado até aqui.

Que Deus os abençoe, hoje e sempre.

E na nossa pequenez, na nossa fraqueza, pedimos que a força de Cristo continue a nos conduzir a cada dia nessa missão tão desejada por S.S. o Papa Bento XVI, de serem utilizados todos os meios de comunicação, em especial a Internet, para a Nova Evangelização.

Com carinho e gratidão,

A Família Católica

terça-feira, 3 de maio de 2011

RESTOS MORTAIS DO BEATO JOÃO PAULO II

JPII: RESTOS MORTAIS DO BEATO DENTRO DA BASÍLICA DE SÃO PEDRO



Cidade do Vaticano, 03 mai (RV)



– Na noite desta segunda-feira, depois do fechamento da Basílica de São Pedro, foi iniciada a operação para a reposição dos restos mortais do Beato João Paulo II, colocados agora sob o altar da Capela de São Sebeatião onde é possível ver a nova inscrição em mármore branco: “Beatus Ioannes Paulus PP. II”.

Entre os fiés que na manhã de hoje visitaram o novo altar estava um grupo de brasileiros. A mineira Carmelina Moraes foi uma das primeiras brasileiras a ver o novo altar do Beato João Paulo II.

“Estou muito emocionada. Uma emoção enorme. Tudo muito lindo, aí esta a expressão suprema da religião”, disse a mineira.

Ana Jorgina, do Rio de Janeiro, também estava esta manhã na Praça de São Pedro.

“A gente achou muito bonito. Na capela de São Sebastião então, dois mártires”, destacou a carioca.

Luiz Correa, também do Rio, ficou impressionado.

“Acho que o Papa João Paulo II foi uma pessoa que mereceu e fez muito pela comunidade cristã”, refletiu.

Outra carioca, Terezinha da Silva, resume o sentimento dos brasileiros que visitaram o novo altar do Beato João Paulo II, agora dentro da Basílica de São Pedro.

Fonte: RV

segunda-feira, 2 de maio de 2011

MISSA DE AÇÃO DE GRAÇAS REÚNE MILHARES DE PESSOAS NA PRAÇA SÃO PEDRO

MISSA DE AÇÃO DE GRAÇAS REÚNE MILHARES NA PRAÇA SÃO PEDRO




Cidade do Vaticano, 02 mai (RV)

- A Praça São Pedro encheu-se novamente esta manhã com 150 mil fiéis para a missa de agradecimento pela beatificação de João Paulo II, presidida pelo Cardeal-secretário de Estado, Tarcisio Bertone.

Na procissão de entrada, foi levada a ampola com o sangue do Beato João Paulo II, no mesmo relicário utilizado ontem por ocasião da beatificação.

Na homilia, o cardeal lembrou o dia dos funerais e de modo especial, o momento em que o vento fechou docemente as páginas do Evangelho colocado sobre o caixão. Para ele, aquela sugestiva imagem recorda que o diálogo entre Cristo e o homem marcou toda a vida de Karol Wojtyła, conduzindo-o ao serviço total à Igreja e à sua entrega pessoal a Deus e aos homens.

“João Paulo II era um autêntico defensor da dignidade de todo ser humano e não um simples combatente por ideologias político-sociais. Para ele, cada homem e cada mulher era um filho e uma filha de Deus, independentemente da raça, da cor da pele, da origem geográfica e cultural e da fé religiosa”.

O Cardeal Bertone pediu que agradeçamos ao Senhor por nos ter dado um Pastor como ele, que sabia ler os sinais da presença de Deus na história e que os anunciava em todo o mundo, em todas as línguas.

Devemos agradecer seu testemunho crível, transparente, que soube nos ensinar a viver a fé e defender os valores cristãos, começando pela vida, sem complexos e sem temores.

Damos graças a Deus por ter nos dado um papa que propiciou à Igreja católica não apenas projeção universal e autoridade moral jamais vistas antes, mas especialmente, depois da celebração do Grande Jubileu do Ano 2000, uma visão mais espiritual, mais bíblica, mas centrada na Palavra de Deus.


Ele nos deixou uma Igreja renovada, pronta para a ‘nova evangelização’, uma Igreja que intensificou as relações ecumênicas e inter-religiosas e que encontrou um frutífero diálogo com os jovens.

Enfim, temos que agradecer ao Senhor porque nos deu um Santo como Ele: “Era um homem verdadeiro, ligado inseparavelmente a Aquele que é a Verdade. A sua santidade foi vivida, especialmente nos últimos meses, nas últimas semanas, em total fidelidade à missão que lhe foi atribuída, até a morte”.

Concluindo, o Cardeal Bertone disse que João Paulo II foi um homem de fé e de oração, e que isso deve iluminar nossas vidas a fim de que sigamos seu exemplo e ensinamentos.

“Voltam à nossa memória suas incessantes exortações a cooperarmos generosamente na realização de uma humanidade mais justa e solidária, a sermos agentes de paz e construtores de esperança”.
(CM)

Fonte: RV

domingo, 1 de maio de 2011

BEATO JOÃO PAULO II






JOÃO PAULO II É BEATO
Cidade do Vaticano, 1º mai (RV)


– Mais de um milhão de pessoas participaram hoje da beatificação de João Paulo II, uma das maiores da história da Igreja.


O evento histórico não tem precedentes, já que nos últimos mil anos nenhum papa proclamou seu antecessor como beato.



A celebração de hoje ganha destaque especial também por ser o Domingo da Divina Misericórdia, festa criada por João Paulo II, particularmente devoto e ligado à santa polonesa Faustina Kowalska, religiosa falecida em 1938 e canonizada pelo próprio João Paulo II em 30 de abril de 2000.



A data escolhida para a beatificação é ainda a celebração litúrgica mais próxima da morte de João Paulo II, que faleceu na véspera da festa da Divina Misericórdia em 2005, celebrada anualmente no primeiro domingo depois da Páscoa.


Ao entrar na Praça de São Pedro, iluminada por um morno sol de primavera, o papa foi acolhido pela multidão que o saudou com carinho em sua passagem com o papa-móvel.




A cerimônia começou com o pedido formal de beatificação pelo Cardeal Agostino

Vallini, vigário-geral do papa para a Diocese de Roma, que leu também a biografia de João Paulo II.




Ao seu lado, estava o postulador da causa, Mons. Sławomir Oder.



Em seguida, Bento XVI recitou fórmula de beatificação em latim, fazendo o anúncio da data da festa litúrgica em 22 de outubro, (dia da primeira missa de seu pontificado) e foi descerrado o retrato do novo beato. A partir daquele momento, a Igreja católica ganhou um novo beato: o bem-aventurado João Paulo II.



Um interminável aplauso, comoção, lágrimas nos olhos de fiéis de todas as idades, cantos e abraços inundaram a Praça, que explodiu de alegria.



Irmã Tobiana, uma das mais próximas colaboradoras de João Paulo II, e Irmã Marie Simon Pierre, a religiosa francesa que recebeu a graça por sua intercessão e foi curada do mal de Parkinson, levaram as relíquias ao altar: uma pequena ampola contendo o sangue do beato João Paulo II. O caixão com os restos mortais de João Paulo II ficará exposto hoje para veneração, até o último devoto, na Basílica de São Pedro. (CM)


Fonte: RV

VIGÍLIA CONTA COM MAIS DE 200 MIL PESSOAS

VIGÍLIA LEVA 200 MIL AO CIRCO MÁXIMO DE ROMA



Cidade do Vaticano, 1º mai (RV) -



A vigília da noite passada no Circo Máximo em Roma, presidida pelo Cardeal Agostino Vallini, vigário geral para a diocese de Roma, teve o testemunho de três pessoas estreitamente ligadas a João Paulo II: a protagonista do milagre que permitiu a beatificação, a religiosa francesa Marie Simon Pierre, curada do mal de Parkinson; o ex-diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Joaquín Navarro-Valls e o Cardeal Stanislaw Dziwisz, que foi secretário pessoal de João Paulo II por mais de 40 anos.


O evento teve a participação do Coro da diocese de Roma e da Orquestra do Conservatório de Santa Cecília, que interpretou o canto "Jesus Christ you are my life".


O coro da comunidade filipina de Roma e o coro Gaudium Polonia e interpretaram duas peças tradicionais.


Na primeira parte da vigília, houve uma celebração da memória, em lembrança das palavras e dos gestos de João Paulo II.


Foi exposta uma grande reprodução da imagem de Maria Salus Populi Romani, padroeira da cidade de Roma, e projetadas imagens do pontificado de João Paulo II.Após a série de testemunhos, inclusive de alguns jovens romanos, foi cantado o hino "Totus tuus", composto no 50º aniversário da ordenação sacerdotal de João Paulo II (1996).


Foi projetado um vídeo focado principalmente nos meses finais da vida de João Paulo II, quando o mal de Parkinson tornou o impossibilitou de falar ou caminhar.


A segunda parte do evento começou com palavras do Cardeal Vallini, que apresentou de modo sintético a personalidade espiritual e pastoral do beato.


Após a recitação dos Mistérios Luminosos do Santo Rosário, criados por João Paulo II, foi feita a conexão direta, via satélite, com cinco santuários marianos espalhados pelo mundo.


Cada Mistério foi relacionado a uma intenção de João Paulo II: no santuário Lagiewniki, em Cracóvia, a intenção foi a juventude; no santuário Kawekamo-Bugando (Tanzânia), a família; no santuário de Nossa Senhora do Líbano, em Harissa, a evangelização; na basílica de Santa Maria de Guadalupe, da Cidade do México, a esperança e a paz das nações e no Santuário da Fátima, a Igreja.


Esta noite, a capital italiana continuou rezando: a Cidade Eterna viveu a chamada “Noite Branca” de oração.


A partir das 23h, até o amanhecer, oito igrejas do centro estiveram abertas: Santa Anastasia, San Bartolomeo allIsola, Santa Agnese in Agone (na Piazza Navona com um grupo de jovens poloneses), San Marco al Campidoglio, Santissimo Nome di Gesú all’Argentina, Santa Maria in Vallicella, San Andrea della Valle e San Giovanni dei Fiorentini.(CM)



Fonte: RV

A VIDA DE KAROL WOJTYLA - BEATO JOÃO PAULO II

Especial João Paulo II: Os anos que antecederam o papado



São Paulo - Domingo, 01º de maio de 2011,



Em 18 de maio de 1920, nasce em Wadowice, sul da Polônia, Karol Wojtyla, que mais tarde viria a se tornar o Papa João Paulo II.

Filho de um militar austro-húngaro - de quem herdou o nome - e de uma dona de casa de origem lituana, Wojtyla tem sua infância marcada por dois duros golpes: a morte de sua mãe, Emília Kaczorowsky, e de seu irmão mais velho, Edmund.
No período de sua juventude, Karol Wojtyla demonstra uma forte ligação com o teatro, a música e a literatura, mas um encontro com bispo titular de Cracóvia na época, Cardeal Adam Stefan Sapieha, durante um visita pastoral, desperta pela primeira vez no jovem polonês o desejo de seguir a vida sacerdotal. Apesar do pendor pela vida religiosa, no começo de sua vida universitária Karol Wojtyla se dedica apenas ao teatro. Monta com amigos um grupo de teatro, mas o início da 2ª Guerra Mundial muda seus planos.
Começo da vida sacerdotal
Em 1942, um ano após a morte de seu pai, o futuro Papa ingressa clandestinamente - com o auxílio do bispo titular de Cracóvia - no Departamento Teológico da Universidade Jaguelloniana, e assim começa a viver seus primeiros dias como seminarista. Em 1946, com 26 anos, Karol Wojtyla é ordenado sacerdote no Seminário Maior de Cracóvia, celebrando sua primeira Missa na Cripta de São Leonardo, na Catedral de Wavel.
No mesmo ano de sua ordenação, Padre Wojtyla é enviado por Dom Sapieha até Roma, onde doutora-se em Teologia e Filosofia pela Pontifícia Universidade "Angelicum". Em 1948, volta à Polônia, e após uma rápida passagem pelo interior do país, instala-se novamente em Cracóvia, onde vai aprofundar seus estudos filosóficos, sem deixar, obviamente, seu trabalho como pastor.
Em 1949, com o intuito de obter seu "doutorado de Estado", Karol Wojtyla retorna à Universidade Jaguelloniana. Na instituição de ensino permanece por mais cinco anos até obter o título acadêmico, com uma tese que relaciona a moral cristã com os estudos fenomenológicos do filosofo alemão Max Scheler.
Já doutorado, Padre Wojtyla passa a lecionar na Universidade Católica de Lublin, como titular da cadeira de Ética. Concomitantemente, também dá aulas na Universidade Estatal de Cracóvia.
Bispo, arcebispo, cardeal e Papa
Seguindo sua carreira religiosa, em 1958 é nomeado, pelo Papa Pio XII, bispo titular de Olmi e auxiliar de Cracóvia, tornando-se assim o membro mais jovem do episcopado polonês. Doze anos depois de se tornar sacerdote e presidir sua primeira missa, Karol Wojtyla volta à Catedral de Wavel, agora para ser ordenado bispo pelas mãos do bispo titular, Dom Eugeniuzs Baziak.
No período em que atua como bispo auxiliar, Karol Wojtyla participa ativamente do Concílio Vaticano II (1962-1965). Nesta importante série de reuniões que mudou os rumos pastorais e doutrinais da Igreja Católica, o futuro papa tem importante papel na elaboração da constituição "Gaudium et Spes".
Em 1964, falece o bispo titular de Cracóvia, Dom Baziak. A ascensão de Karol Wojtyla é rápida. Somente após seis anos de sua ordenação episcopal, é nomeado responsável pela diocese polonesa. Um ano depois, o Papa Pio XII ascende Cracóvia à categoria de arquidiocese e Wojtyla torna-se arcebispo.
Na arquidiocese de Cracóvia, Wojtyla destaca-se, entre outras atividades, por seu trabalho de integração dos leigos; de promoção humana e do apostolado juvenil; de formação religiosa dos trabalhadores e por sua forte oposição ao governo comunista que comanda a Polônia na época.
Com pouco mais de 40 anos de idade, a atuação pastoral e intelectual de Karol Wojtyla já se mostra profícua e seu futuro clerical bastante promissor. Não causa espanto então quando, em 1967, o Papa Paulo VI cria-o cardeal.
Como cardeal, Karol Wojtyla participou de cinco Assembleias do Sínodo dos Bispos, que aconteceram previamente ao seu pontificado. Cardeal Wojtyla também foi responsável pela ordenação sacerdotal mais numerosa de sua época. Em 1974, o então purpurado ordenou 43 novos sacerdotes.