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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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sexta-feira, 6 de maio de 2011

CRISTIANISMO NÃO É RELIGIÃO DE RECORDAÇÕES, MAS BUSCA DO SENHOR NO PRESENTE

CARDEAL BERTONE: CRISTIANISMO NÃO É RELIGIÃO DE RECORDAÇÕES, MAS BUSCA DO SENHOR NO PRESENTE



Cidade do Vaticano, 06 mai (RV)


- A Guarda Suíça Pontifícia recorda o sacrifício de 147 soldados do Corpo mortos em 6 de maio de 1527 em defesa do Papa Clemente VII, no assalto que passou à história como "Saque de Roma".


Além de celebrar a heróica morte dos soldados, a data é também ocasião para o juramento de novos recrutas.


-As celebrações foram abertas com a liturgia das Vésperas, no final da tarde desta quinta-feira, às 17h30 locais, na Igreja de Santa Maria no Campo Santo – no Cemitério Teutônico, no Vaticano – com a presença do Comandante da Guarda, Cel. Daniel Anrig, dos novos recrutas e familiares.


-As celebrações desta sexta-feira tiveram início com a santa missa que o Secretário de Estado, Cardeal Tarcisio Bertone, celebrou às 7h30 locais, no Altar da Cátedra da Basílica Vaticana, para a Guarda Suíça, seus familiares e amigos.


-"Estamos reunidos em torno do Altar do Senhor, para viver juntos esta primeira parte da manhã num clima de oração, de escuta da Palavra de Deus e de participação da Mesa Eucarística", afirmou o pupurado após evocar a moldura história na qual se insere a celebração desta data, qual seja – como dissemos


– o heróico sacrifício dos 147 alabardeiros que em 1527 não hesitaram dar a própria vida em defesa do Papa Clemente VII.


-"Ao unir-nos ao seu redor, caros Guardas, queremos manifestar-lhes afeto e com vocês agradecer à Providência divina que os chamou a pertencerem a esse histórico Corpo e a darem continuidade à sua obra" – enfatizou o Cardeal Bertone.


-Ao situar a liturgia do dia no âmbito do Tempo pascal, período em que o nosso coração é convidado a alegrar-se pela Ressurreição de Jesus, o Cardeal Secretário de Estado recordou que "o Cristianismo não é uma religião de recordações, é a busca do Senhor no presente". Na vida da Igreja, "tudo tem o traço da presença viva do Senhor Ressuscitado"


– acrescentou.-"Quem faz a vontade de Deus jamais erra, embora por vezes sofra oposições e incompreensões", disse o Cardeal Bertone atendo-se à mensagem da liturgia desta quinta-feira, acrescentando que "o bem vence sempre, mas muitas vezes nos pede que saibamos renunciar as vitórias efêmeras deste mundo, para vencer o bom combate da fé".


-Concluindo, o purpurado ressaltou que "ser Guardas Suíços significa aderir sem reservas a Cristo e à Igreja, com a disponibilidade a todos os dias dedicar a vida a isso".


-Que os acompanhe e os assista "a intercessão de seus santos Padroeiros São Martinho, São Sebastião e São Nicolau de Flüe. Maria Santíssima, Mãe de Cristo e Mãe da Igreja, os proteja sempre no serviço diário ao Sucessor do Apóstolo Pedro"


– finalizou.-Após a santa missa teve lugar, no Pátio de Honra do Quartel Suíço, no Vaticano, uma breve celebração dividida em dois momentos: a deposição de uma coroa diante do monumento dos guardas mortos; e a entrega de condecorações e honorificências a alguns membros do Corpo, por parte do Substituto da Secretaria de Estado, Arcebispo Fernando Filoni.


-Na parte da tarde, às 17h locais, tem lugar a cerimônia de juramento, no Pátio de São Damaso da residência apostólica. Os 34 novos recrutas prestarão solene juramento diante da bandeira do Corpo e de Dom Filoni, representante da Secretaria de Estado.


-As celebrações se concluirão com um concerto, que terá lugar no Pátio de Honra do Quartel da Guarda Suíça, neste sábado, dia 7, ao meio-dia e meia. (RL)


Fonte : RV

sábado, 30 de abril de 2011

JOÃO PAULO II - GRANDES RECORDAÇÕES





JPII: A RECORDAÇÃO PESSOAL DO CARDEAL ODILO SCHERER


Cidade do Vaticano, 30 abr (RV)

- Dom Odilo P. Scherer, Arcebispo de São Paulo, está em Roma desde ontem pela manhã. O cardeal representa a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil na beatificação de João Paulo II. Cristiane Murray lhe pediu que revelasse à Rádio Vaticano algum episódio particular, uma recordação pessoal de João Paulo II. Eis a sua resposta: "Eu tenho sim uma bela recordação. Eu trabalhei aqui em Roma durante oito anos na Congregação para os bispos e, em novembro de 2001, eu fui nomeado bispo auxiliar de São Paulo pelo Papa João Paulo II e, em agosto de 2002, eu fui celebrar na capelinha privada com João Paulo II. No dia 12 de janeiro celebrei lado a lado com ele junto com o arcebispo emérito de Messina. Como eu ainda não tinha sido ordenado bispo - e por isso não trazia comigo as insígnias episcopais - o solidéu e a cruz. Após a missa, o Papa recebeu aqueles que tinham participado na sala próxima à capela para saudações e entregar lembranças. Quando chegou a minha vez, o papa pediu para o secretário que lhe trouxesse algo. O secretário chegou com uma caixinha que continha a cruz peitoral e o Papa a colocou em mim. Cruz que eu guardo até hoje como uma lembrança muito cara de João Paulo II. Eu fiquei muito tocado pelo gesto dele que naturalmente era um gesto significativo e simbólico também. Mesmo que o Papa não quisesse dizer isso, ao mesmo tempo o significado é esse: o bispo leva a cruz peitoral para dizer que ele também esta unido à cruz de cristo e deve carregar a cruz de Cristo que às vezes se faz sentir no seu cargo, na sua missão de bispo. Evidentemente o Papa João Paulo II me dava a entender isso também. Daqui pra frente como bispo, ainda mais deve carregar a cruz de Cristo. Mas eu fiquei muito feliz com aquele momento: era o gesto de pastor do Papa em relação ao jovem bispo que estava para começar passando aquela mensagem de carinho ao me dar aquela lembrança e também a lição que desde logo me deixou".