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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris
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terça-feira, 6 de julho de 2010

CRISTÃOS SÃO O GRUPO RELIGIOSO MAIS PERSEGUIDO

Vaticano denuncia que cristãos são o grupo religioso mais perseguido
Na Organização para a Segurança e Cooperação na Europa

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 6 de julho de 2010

- Os cristãos se tornaram o grupo religioso mais perseguido no mundo, segundo denunciou a Snta Sé na Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE).
Porta-voz da denúncia foi o bispo Mario Toso, secretário do Conselho Pontifício Justiça e Paz, quem esteve à frente da delegação da Santa Sé durante a conferência sobre a tolerância e a não-discriminação, organizada pela presidência cazaque da OSCE entre os dias 29 e 30 de junho. O texto foi divulgado pela edição italiana do L'Osservatore Romano de 7 de julho.
Esta conferência da OSCE - organização conformada atualmente por 56 Estados participantes, todos eles da Europa, Ásia Central e América do Norte (Canadá e Estados Unidos) - prestou particular atenção à discriminação contra os cristãos e membros de outras religiões.
"Com o crescimento da intolerância religiosa no mundo, está amplamente documentado que os cristãos são o grupo religioso mais discriminado", começou alertando o representante pontifício.
E acrescentou: "Mais de 200 milhões deles, pertencentes a confissões diferentes, encontram-se em situações de dificuldade por causa das instituições e dos contextos legais e culturais que os discriminam".
Antes de mais nada, deixou claro que os cristãos não são discriminados somente onde são minoria, mas se comprova que, às vezes, seus direitos fundamentais são reduzidos inclusive quando são maioria.
Também quanto à OSCE, afirmou Dom Toso, em alguns países se dão ainda "leis intolerantes e inclusive discriminatórias" contra crentes. "Há episódios repetidos de violência, inclusive assassinatos de cristãos."
"Persistem restrições irracionais contra a liberdade de opinião e de adesão a uma confissão e à respectiva comunidade religiosa, assim como contra a importação e distribuição de material religioso", continuou denunciando.
"Há também ilegítimas interferências em sua autonomia organizativa. Dessa forma, exercem-se indevidas pressões sobre as pessoas que trabalham na administração pública, obstaculizando sua liberdade de expressão segundo sua consciência."
"Com frequência, a educação cívica acontece sem o devido respeito pela identidade e pela fé dos crentes. Registram-se, além disso, sinais claros de oposição ao reconhecimento do papel público da religião", constatou.
Por este motivo, sublinhou o prelado, "a Santa Sé está convencida de que a comunidade internacional deveria lutar contra a intolerância e a discriminação dos cristãos com a mesma determinação com que luta ou lutaria contra o ódio a todas as comunidades religiosas".
Por outro lado, sublinhou, "os meios de comunicação tampouco ficam isentos de atitudes de intolerância e, em alguns casos, de preconceito com relação aos cristãos e crentes em geral".
"Um autêntico pluralismo nos meios de comunicação exige uma correta informação sobre as diferentes realidades religiosas, assim como a liberdade de acesso aos meios para as próprias comunidades religiosas."
No respeito à liberdade de pensamento e expressão, pediu que fossem adotados "mecanismos e instrumentos contra a manipulação dos conteúdos e símbolos religiosos, assim como contra as manifestações de intolerância e de ódio contra os cristãos e todos os crentes".
O representante vaticano felicitou a OSCE por ter-se tornado uma das instituições internacionais pioneiras na defesa da liberdade religiosa.

Fonte: Zenit.com

segunda-feira, 5 de julho de 2010

REZAR POR DESEMPREGADOS E ENCORAJAR TUTELA DA CRIAÇÃO

PAPA REZA POR DESEMPREGADOS E ENCORAJA TUTELA DA CRIAÇÃO

Sulmona,

- Na região de Abruzos, onde Bento XVI retornou ontem pela terceira vez após a visita a Maloppello em 2006, e a Acquila e Onna no ano passado, dificuldades, problemas e preocupações não faltam. O Papa sabe disso e o reafirmou na missa presidida esta manhã na praça central de Sulmona, cidade onde nasceu o Papa Celestino V, 800 anos atrás. Bento XVI se referiu às pessoas que vivem concretamente em condição de precariedade devido ao desemprego, à incerteza do futuro ou sofrimentos físicos e morais, em meio ao desalento causado pelo terremoto de 6 de abril de 2009. Na homilia, o papa exaltou o exemplo de vida de São Pedro Celestino V, que oito séculos depois, permanece na história pelas vicissitudes do seu tempo e pontificado, mas, sobretudo por sua santidade:“A santidade não perde nunca a sua força atrativa, não cai no esquecimento, não sai da moda; ao contrário, com o passar do tempo, resplandece com cada vez mais luminosidade, expressando a perene busca do homem a Deus”. Da vida de São Pedro Celestino, Bento XVI citou basicamente três ensinamentos válidos ainda em nossos tempos: antes de tudo, o silêncio deste eremita que desde a sua juventude se transformou em alguém que procurava Deus, um homem desejoso de encontrar resposta para as grandes interrogações da existência. O silêncio tornou-se para ele o elemento que caracterizava o seu viver quotidiano – sublinhou o Papa. E era precisamente no silêncio exterior, mas sobretudo no silêncio interior, que ele conseguia advertir a voz de Deus, capaz de orientar a sua vida.“Vivemos numa sociedade em que cada espaço, cada momento parece ter que ser preenchido com iniciativas, atividades, sons; muitas vezes não há tempo nem sequer para escutar e para dialogar. Consequentemente, se quisermos ouvir a voz de Deus e a das pessoas que estão ao nosso redor, não devemos ter medo de fazer silêncio fora e dentro de nós”. O segundo elemento exemplar da vida do Papa São Celestino destacado por Bento XVI é que “a descoberta do Senhor não é o resultado de um esforço pessoal, mas sim da própria graça de Deus, que o antecipa. “Mesmo que a nossa vida seja muito diferente, para nós também vale a mesma coisa: o essencial de nossa existência nos foi dado sem que pedíssemos. O fato de eu viver não depende de mim; o fato de haver pessoas que me tenham introduzido na vida, me tenham ensinado o que é amar e ser amado, que me transmitiram a fé e me abriram os olhos para Deus; tudo isso é graça”.Bento XVI lembrou que no silêncio interior, Pedro del Morrone amadureceu uma experiência viva da beleza da criação, obra das mãos de Deus: sabia acolher o sentido profundo, respeitava os sinais e ritmos, usava aquilo que era essencial para a vida. O Pontífice disse estar ciente de que a Igreja na região dos Abruzos está ativamente engajada numa campanha de sensibilização para a promoção do bem comum e da salvaguarda da criação. Enfim, o último elemento: mesmo conduzindo uma vida eremita, São Pedro Celestino não “se fechou em si mesmo”, mas foi tomado pela paixão de levar a boa nova do Evangelho aos irmãos, compromisso essencial do discípulo, assim como descrito pelo Papa:“O anúncio sereno, claro e corajoso da mensagem do Evangelho – inclusive nos momentos de perseguição – sem ceder ao fascínio da moda, da violência ou da imposição; o despojamento de coisas materiais, como o dinheiro e roupas; a atenção e o cuidado particular pelos doentes no corpo e no espírito”. Estas foram algumas características do breve e sofrido pontificado (de 6 meses) de Celestino V, e “devem ser as características da atividade missionária da Igreja em todas as épocas”. Terminando sua homilia, Bento XVI assegurou aos fiéis que foi até lá para confirmá-los na fé e exortá-los, carinhosamente, a permanecer firme fé que receberam, fé que dá sentido à vida e que doa a força de amar.Após a missa, o Papa rezou com todos os fiéis a oração do Angelus, antes da qual, os convidou a conduzirem um estilo vida sóbrio e a manter livres suas mentes e corações para compartilhar seus bens com os irmãos. Evocando mais uma vez Celestino V, Bento XVI destacou que “ele encontrou o modelo perfeito de obediência à vontade divina numa vida simples e humilde, dedicada à busca daquilo que é realmente essencial, sabendo agradecer sempre ao Senhor e reconhecer em todas as coisas um dom de sua bondade".(CM)

Fonte: RV

domingo, 4 de julho de 2010

DOMINGO - HOMILIA DO PAPA

HOMILIA DO PAPA
Cidade do Vaticano, 04 jul (RV)

- Bento XVI presidiu neste domingo a celebração eucarística na Praça Garibaldi, em Sulmona, na Itália, por ocasião dos oitocentos do nascimento do Papa Celestino V. Segue na íntegra a homilia do Santo Padre com a tradução livre de Mariangela Jaguraba.

Queridos irmãos e irmãs!
Estou muito feliz de estar aqui hoje e celebrar com e para vocês esta solene Eucaristia.
Saúdo o Pastor, Dom Ângelo Spina: obrigado pelas calorosas boas-vindas a mim dirigidas em nome de todos vocês, e pelos presentes que me foram oferecidos e que aprecio muito na qualidade de "sinais" – como são definidos – da comunhão afetiva e efetiva que une o povo desta querida Terra de Abruzzo ao Sucessor de Pedro.

Saúdo os arcebispos e os bispos aqui presentes, os sacerdotes, os religiosos e as religiosas, os representantes de associações e movimentos eclesiais. Uma saudação especial ao prefeito, Dr. Fabio Federico, ao qual agradeço pela saudação de boas-vindas, ao representante do Governo e às autoridades civis e militares. Um agradecimento especial às pessoas que generosamente ofereceram a sua colaboração para realizar esta minha visita pastoral.


Queridos irmãos e irmãs! Vim para partilhar com vocês as alegrias e esperanças, fadigas e compromissos, ideais e aspirações desta comunidade diocesana.
Sei muito bem que em Sulmona não faltam dificuldades, problemas e preocupações: penso, sobretudo, nas pessoas que vivem concretamente a sua existência em condições precárias, por causa da falta de trabalho, da incerteza pelo futuro, do sofrimento físico e moral e como recordou o Bispo – do desânimo por causa do terremoto de 6 de abril de 2009.
A todos quero garantir a minha proximidade e a minha recordação na oração, e encorajo a cada um de vocês a perseverar no testemunho dos valores humanos e cristãos tão profundamente arraigados na fé e na história deste território e de sua população.
Queridos amigos! A minha visita se realiza por ocasião do Ano Jubilar proclamado pelos bispos de Abruzzo e Molise para celebrar os oitocentos anos do nascimento de São Pedro Celestino. Sobrevoando o território, pude contemplar a beleza das paisagens, e sobretudo, admirar algumas localidades extremamente ligadas à vida desta insigne pessoa: o Monte Morrone, onde Pedro conduziu durante muito tempo uma vida eremita; o mosteiro de Santo Onofre, onde em 1294, chegou a ele a notícia de sua eleição a Sumo Pontífice, durante o Conclave de Perugia; a Abadia do Santo Espírito, onde o altar maior foi por ele consagrado depois de sua coroação, ocorrida na Basílica de Collegamaggio em L'Aquila.
Nesta Basílica eu mesmo, em abril do ano passado, depois do terremoto que devastou a região, fui venerar a urna com seus restos mortais e deixar o pálio recebido no dia do início de meu pontificado. Passaram-se oitocentos anos do nascimento de São Pedro Celestino V, mas ele permanece na história pelos conhecidos acontecimentos de seu tempo e de seu pontificado e, sobretudo pela sua santidade.
A santidade, de fato, não perde nunca a sua força atrativa, não cai no esquecimento, não sai da moda, aliás, com o passar do tempo, resplandece sempre com mais luminosidade, expressando a perene busca do homem a Deus.
Da vida de São Pedro Celestino gostaria de citar alguns ensinamentos válidos também para os nossos dias.Pedro Angelerio desde a sua juventude "buscava Deus", um homem que tinha o desejo de encontrar respostas às perguntas de sentido da existência: quem sou, de onde vim, para onde vou, porque vivo?
Ele se coloca a caminho à procura da verdade e da felicidade, começa a procurar Deus e para ouvir a sua voz, decide se separar do mundo e viver como eremita.
O silêncio se torna assim o elemento que caracteriza a sua vida cotidiana. É no silêncio exterior, mas sobretudo, no interior, que ele consegue ouvir a voz de Deus, capaz de orientar a sua vida.
Tem aqui um primeiro aspecto importante para vocês: vivemos numa sociedade em que todo espaço, todo momento parece ser "enchido" por iniciativas, atividades, sons; muitas vezes não existe tempo nem mesmo para ouvir e para dialogar.
Queridos irmãos e irmãs!
Não tenhamos medo de fazer silêncio fora e dentro de nós mesmo, se quisermos ser capazes não somente de ouvir a voz de Deus, mas também daquelas pessoas que estão ao nosso redor, os outros.
É importante sublinhar também um segundo elemento: a descoberta do Senhor feita por Pedro Angelerio não é o resultado de um seu esforço, mas se torna possível com a Graça de Deus que o acolhe.
O que ele tinha, o que ele era, não vinha de si mesmo: lhe foi doado, era graça, e era por isso também responsabilidade diante de Deus e diante dos outros.
Mesmo se a nossa vida seja muito diferente, também para nós vale a mesma coisa: todo o essencial de nossa existência nos foi dado sem a gente pedir.
O fato de eu viver não depende de mim; o fato de existir pessoas que me tenham introduzido na vida, que tenham me ensinado o que seja amar e ser amado, que me transmitiram a fé e me abriram os olhos para Deus; tudo isso é graça.
De nossa iniciativa não poderíamos ter feito nada se não nos tivesse sido dado: Deus nos antecipa sempre e em cada vida existe o belo e o bom que nós podemos reconhecer facilmente como sua graça, como raio de luz de sua bondade.
Por isso, devemos ficar atentos, manter sempre abertos os "olhos interiores", e de nosso coração. E se nós aprendemos a conhecer Deus em sua bondade infinita, então seremos capazes também de ver, com alegria, em nossa vida os Santos – os sinais daquele Deus, que está sempre próximo de nós, que é sempre bom conosco, que nos diz "Tenham fé em mim!"
No silêncio interior, na percepção da presença do Senhor, Pedro del Morrone amadureceu uma experiência viva da beleza da criação, obra das mãos de Deus: sabia acolher o sentido profundo, respeitava os sinais e ritmos, usava aquilo que era essencial para a vida.
Sei que esta Igreja local, como também as outras de Abruzzo e de Molise, estão ativamente engajadas numa campanha de sensibilização para a promoção do bem comum e da salvaguarda da criação: encorajo vocês a este esforço, exortando-os a se sentirem responsáveis de seu próprio futuro, como também do futuro dos outros, respeitando e protegendo a criação, fruto e sinal do Amor de Deus.
Na segunda leitura, extraída da Carta aos Gálatas, ouvimos uma belíssima expressão de São Paulo, que é também um perfeito retrato espiritual de São Pedro Celestino: "Quanto a mim, que eu não me glorie, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, por meio do qual o mundo foi crucificado para mim, e eu para o mundo" (Gl 6, 14). A Cruz é o centro de sua vida, lhe deu força para enfrentar as amargas penitências e os momentos mais difíceis, desde a juventude até a última hora: ele sempre foi consciente de que dela vem a salvação.
A cruz deu também a São Pedro Celestino uma clara consciência do pecado, sempre a acompanhada de uma clara consciência da infinita misericórdia de Deus para com a sua criatura. Vendo os braços abertos de seu Deus crucificado, ele se deixou levar pelo mar infinito do amor de Deus. Como sacerdote, experimentou a beleza de ser administrador desta misericórdia absolvendo os penitentes de seus pecados, e quando foi eleito à Sé do Apóstolo Pedro, quis conceder uma particular indulgência, denominada "O Perdão Celestiniano".
Desejo exortar os sacerdotes a serem testemunhas claras e críveis da boa nova da reconciliação com Deus, ajudando o homem de hoje a recuperar o sentido do pecado e do perdão de Deus, para experimentar a alegria superabundante da qual nos falou o profeta Isaías na primeira leitura (cfr. Is 66, 10-14).
Enfim, um último elemento: São Pedro Celestino, mesmo tendo uma vida eremita, não "se fechou em si mesmo", mas foi tomado pela paixão de levar a boa nova do Evangelho aos irmãos. E o segredo de sua fecundidade pastoral estava no "permanecer" com o Senhor, na oração, como nos recordou o Evangelho de hoje: o primeiro imperativo é sempre o de pedir ao Senhor da messe (cfr. Lc 10, 2).
Somente depois deste convite que Jesus define alguns compromissos essenciais do discípulo: o anúncio sereno, claro e corajoso da mensagem do Evangelho – até nos momentos de perseguição – sem ceder ao fascínio da moda, da violência ou da imposição; a distância das preocupações pelas coisas – o dinheiro e o que vestir – confiando na Providência do Pai; a atenção e o cuidado particular pelos doentes no corpo e no espírito (cfr. Lc 10, 5-9). Estas foram também as características do breve e sofrido pontificado de Celestino V e estas são as características da atividade missionária da igreja naquela época.Queridos Irmãos e Irmãs!
Estou aqui entre vocês para confirmá-los na fé. Exorto a todos, com força e afeto, a permanecerem firmes fé que receberam, fé que dá sentido à vida e que doa a força de amar.
Que nos acompanhe neste caminho o exemplo e a intercessão da Mãe de Deus e de São Pedro Celestino.

Amém
Fonte: RV
PAPA SE TRANSFERE PARA CASTELGANDOLFO: AUDIÊNCIAS SUSPENSAS
Cidade do Vaticano,

– Bento XVI se transfere para a residência apostólica de verão, de Castelgandolfo, nas proximidades de Roma, após a Audiência Geral da próxima quarta-feira, 7 de julho. É o que anuncia um comunicado da Prefeitura da Casa Pontifícia, publicado no final desta manhã.Durante o período estivo estarão suspensas todas as audiências de caráter privado ou especial, assim como estão suspensas as Audiências Gerais dos dias 14, 21 e 28 de julho.Nos domingos e solenidades durante este período, a recitação da oração mariana do Angelus realizar-se-á na residência pontifícia de Castelgandolfo.As Audiências Gerais serão retomadas a partir de quarta-feira, 4 de agosto. (AF)

Fonte: RV

sábado, 3 de julho de 2010

ELEIÇÕES TRANSPARENTES E COMPROMISSO CRISTÃO

PAPA: ELEIÇÕES TRANSPARENTES E COMPROMISSO CRISTÃO

Cidade do Vaticano,

- Neste início de mês, foram divulgadas as tradicionais intenções de oração do Papa. Em julho, Bento XVI pede que se reze para que as eleições políticas sejam transparentes e honestas e por um maior compromisso cristão com a justiça. O Bispo de Roma apresenta duas intenções, uma geral e outra missionária. Na geral, a proposta é “para que, em todas as nações do mundo, as eleições dos governantes se realizem segundo a justiça, transparência e honestidade, respeitando as livres decisões dos cidadãos”.Já a intenção missionária é: "Para que os cristãos se empenhem em oferecer em todo lugar, sobretudo nos grandes centros urbanos, uma válida contribuição à promoção da cultura, da justiça, da solidariedade e da paz". As indicações do Papa são divulgadas em carta pontifícia ao Apostolado da Oração, iniciativa seguida por cerca de 50 milhões de pessoas que unidas ao sacrifício eucarístico e a Cristo, se oferecem diariamente em prol da salvação do mundo. O Apostolado da Oração nasceu da inspiração de Pe. Francisco Xavier Gautrelet, jesuíta, em dezembro de 1844. No Brasil, o primeiro centro do Apostolado foi fundado em junho de 1867, no Recife. Seu primeiro diretor foi Pe. Bento Schembri, jesuíta; Pe. Bartolomeu Taddei foi o primeiro secretário nacional, que defendeu a espiritualidade do Coração de Jesus em todo o país.(CM)


Fonte: RV

sexta-feira, 2 de julho de 2010

ZELAR POR QUEM TEM O MAR COMO CASA

VATICANO: ZELAR POR QUEM TEM O MAR COMO CASA

Cidade do Vaticano,

- No ano declarado pela Organização Marítima Mundial como o “Ano do Marítimo”, o Vaticano anuncia a intenção de incrementar a atividade pastoral junto aos pescadores.A mensagem do Pontifício Conselho da Pastoral para os Migrantes e Itinerantes para o “Domingo do Mar” - 11 de julho - esclarece que o dia deve ser uma oportunidade para reconhecer a fadiga dos marinheiros, que “com um trabalho duro e inúmeros sacrifícios, contribuem para que a nossa vida seja mais cômoda”.O Arcebispo António Maria Vegliò, Presidente do Conselho, assina a mensagem e frisa a importância das comunidades católicas espalhadas pelo mundo ao acompanhar e ajudar àqueles que fazem do mar a sua casa.O Apostolado do Mar, que este ano celebra 90 anos de existência, deve ser a face mais visível de um trabalho que a Igreja quer ver reforçado. O serviço oferece assistência pastoral a marinheiros e pescadores através de visitas às embarcações; e quando necessário, fornece abrigo nos centros de acolhimento “Stella Maris”, projeto que se apóia quase exclusivamente no trabalho voluntário.A mensagem traz o agradecimento da Santa Sé ao esforço de capelães e leigos nos portos; pede a todos que “continuem a apoiar esta obra”, e às Igrejas que “se envolvam cada vez mais neste ministério pastoral”.Recorda-se ainda que o progresso tecnológico tem trazido muitas mudanças na indústria marítima, melhorado a segurança e a confiança das embarcações e reduzido o tempo de carga e descarga nos portos, mas no entanto, “pouco tem mudado no que diz respeito às necessidades humanas de marinheiros e pescadores”.Uma das metas do Apostolado do Mar é obter o reconhecimento e a ratificação da Convenção sobre o Trabalho Marítimo de 2006, instrumento que garante o direito de todos os marítimos a um emprego digno. (CM)

Fonte: RV

quinta-feira, 1 de julho de 2010

IGREJA CATÓLICA TERÁ CINCO NOVOS SANTOS

IGREJA CATÓLICA TERÁ CINCO NOVOS SANTOS


Cidade do Vaticano, 1° jul (RV)

- A Igreja Católica terá em breve cinco novos santos. Recebendo esta manhã o Prefeito da Congregação das Causas dos Santos, Dom Angelo Amato, o Papa autorizou a promulgação dos decretos que se referem também ao reconhecimento de novos beatos e as virtudes heróicas de novos servos de Deus.Serão canonizados: o Beato Luis Guanella, sacerdote e fundador da Congregação dos Servos da Caridade e do Instituto das Filhas de Santa Maria da Providência; Pe. Giustino Maria Russolillo, Fundador da Sociedade das Divinas Vocações; as religiosas Maria Serafina del Sacro Cuore di Gesù, Fundadora do Instituto das Irmãs dos Anjos; Alfonsa Clerici, da Congregação das Irmãs do Preciosíssimo Sangue de Monza, e Cecilia Eusepi, da Terceira Ordem Secular dos Servos de Maria. Os novos beatos da Igreja Católica são: o Servo de Deus Dom Giovanni Scheffler, bispo de Satu Mare, na Romênia, mártir durante o comunismo; os mártires da Guerra Civil na Espanha: Giuseppe Maria Ruiz Cano, Jesús Annibale Gómez Gómez, Tommaso Cordero Cordero e outros 13 companheiros, da Congregação dos Missionários Filhos do Coração Imaculado da Beata Virgem Maria, mortos por causa da fé durante a perseguição religiosa de 1936; Carmelo Maria Moyano Linares e 9 companheiros, da Ordem dos Carmelitas mortos durante a perseguição religiosa, na Espanha, em 1936; Giovanni Prassek e 2 companheiros, sacerdotes diocesanos, mortos por causa da fé, em Hamburgo, na Alemanha; a religiosa francesa Margherita Rutan, da Congregação das Irmãs Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo, morta durante o período da Revolução Francesa.O decreto reconhece as virtudes heróicas dos seguintes Servos de Deus: Pe. Basilio Martinelli, Maria Antonia de São José, Maria Casimira Kaupas, Maria Luisa Gertrude, Maria Teresa Carmen Albarracín e Maria Plautilla. (MJ)

Fonte: RV

segunda-feira, 28 de junho de 2010

BUSCAR PLENA UNIDADE ENTRE CRISTÃOS

PAPA NA BASÍLICA DE SÃO PAULO: BUSCAR PLENA UNIDADE ENTRE CRISTÃOS

Cidade do Vaticano, 28 jun (RV)

- Bento XVI presidiu esta tarde, na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, a celebração das vésperas da Solenidade dos Apóstolos Pedro e Paulo.O Santo Padre acolheu com alegria e reconhecimento a delegação do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla, enviada pelo Patriarca Bartolomeu I, e guiada pelo Metropolita Ortodoxo de Sassina, Gennadios.Em sua homilia, o Papa enfatizou a vocação missionária da Igreja, citando como exemplo o Apóstolo dos Gentios. Bento XVI recordou o compromisso missionário da Igreja com Paulo VI, no Concílio Vaticano II, sobre a evangelização do mundo contemporâneo."O empenho de anunciar o Evangelho aos homens de nosso tempo, animados pela esperança e muitas vezes atribulados pelo medo e angústia, é sem dúvidas um serviço feito não somente à comunidade cristã, mas também a toda a humanidade" – frisou o pontífice.Bento XVI recordou também o Papa João Paulo II que representou em pessoa a natureza missionária da Igreja, com suas viagens apostólicas e com a insistência em seu Magistério sobre a urgência de uma "nova evangelização". "Hoje, repito diante do sepulcro de São Paulo: a Igreja é no mundo uma imensa força renovadora, não certamente por suas forças, mas pela força do Evangelho, no qual sopra o Espírito Santo de Deus, o Deus criador e redentor do mundo. Os desafios da época atual são certamente superiores às capacidades humanas: o são os desafios históricos e sociais, e com maior razão os espirituais" – frisou o Santo Padre.Nesta perspectiva, Bento XVI anunciou a criação de um novo organismo, na forma de Pontifício Conselho, com a tarefa de promover uma renovada evangelização nos países onde já ressoou o primeiro anúncio da fé e buscar meios adequados para propor novamente a perene verdade do Evangelho de Cristo.O Papa concluiu a homilia, recordando que o desafio da nova evangelização interpela a Igreja universal, e nos pede para que "sigamos com empenho a busca da plena unidade entre cristãos". (MJ/RD)
Fonte: RV

domingo, 27 de junho de 2010

SAUDADES - VICÊNCIA NILCE GALLUCCI LOPES - NILCE


Nilce por ocasião de visita à Casa Mãe dos Arautos do Evangelho

A FAMÍLIA CATÓLICA perde na manhã de hoje um de seus entes mais queridos, nossa prima Nilce.

Esteio da família, coração de bondade, exemplo de ações de amor, carinho e dedicação para com os que viviam intensamente ao seu redor.

A FAMÍLIA CATÓLICA presta aqui suas homenagens àquela que foi para nós, até o fim da vida, uma grande Amiga e conselheira. Uma verdadeira mãe.

Nossa orações para que Deus a receba no céu e de lá ela interceda por todos nós .

.......................ORAÇÃO

Ó Mãe boníssima,
Não me esqueçais, se eu de Vós me esquecer.
Não me abandoneis, se eu Vos abandonar.

Segui-me com vosso celeste olhar e chamai-me, se eu me afastar de Vós.
Procurai-me, se eu me esconder.
Ide ao meu encalço, se eu fugir.
Atai-me, se eu Vos resistir.
Domai-me, caso eu me ponha em pé contra Vós.
Levantai-me, se eu cair.
Reconduzi-me pelo vosso caminho, se eu me transviar.
Assim seja .
Plinio Correia de Oliveira
A FAMÍLIA CATÓLICA

NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO


Na ilha de Creta havia um quadro da Virgem Maria muito venerado pelos milagres atribuída a Virgem Maria.
Um negociante roubou o quadro, pensando no bom preço que receberia por ele, em Roma. Durante a viagem o navio foi atingido por uma tempestade, que ameaçava afundá-lo. Os tripulantes recorreram a Virgem Maria e logo a tormenta parou, permitindo que o navio ancorasse em um porto italiano.

Nesse quadro a Virgem Maria foi representada a meio corpo, segurando o Menino Jesus nos braços. O Menino segura forte a mão da Mãe e observa assustado, dois anjos que lhe mostram os elementos de sua Paixão.
São os Arcanjos Gabriel e Miguel que flutuam acima dos ombros de Maria. A belíssima obra é atribuída ao grande artista grego Andréas Ritzos daquele século e pode ter sido uma das cópias do quadro da Virgem pintado por São Lucas, segundo os peritos.

O ladrão faleceu e a Virgem Maria apareceu a uma menina, filha da mulher que guardava a pintura, avisando que a imagem de Santa Maria do Perpétuo Socorro deveria ir para uma igreja.
O quadro foi então solenemente entronizado na capela de São Mateus, em Roma no ano de 1499 e ai permaneceu durante décadas.

Em 1739, eram os agostinianos irlandeses exilados do seu país, os responsáveis dessa igreja e do convento anexo, no qual funcionava o centro de formação da sua Província, em Roma.
Ali, todos encontravam paz sob a devoção de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.
Mas foram designados para a igreja de Santa Maria em Posterula, também em Roma, e para lá também seguiu o quadro da "Virgem de São Mateus".
Mas ali já se venerava Nossa Senhora da Graça. O ícone foi colocado na capela interna e acabou quase esquecido. Isto só não ocorreu, por causa da devoção de um agostiniano remanescente do antigo convento.

Mais tarde, já idoso ele quis cuidar para a devoção de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, não ser esquecida e contou a história do ícone milagroso à um jovem coroinha. Dois anos depois de sua morte, em 1855 os padres redentoristas compraram uma propriedade em Roma, para estabelecer a Casa Generalícia da Congregação fundada por Santo Afonso de Ligório.
Mas não sabiam que aquele terreno era da antiga igreja de São Mateus, escolhida pela própria Virgem para seu santuário. No final desse ano ingressou com a primeira turma do noviciado aquele jovem coroinha.
Em 1863, já padre, ajudou os redentoristas a localizarem o ícone de Nossa Senhora do Perpetuo Socorro, depois da descoberta oficial dessa devoção nos livros antigos da igreja de São Mateus. O quadro entregue pelo próprio Papa Pio I, com a especial recomendação: "Fazei que todo o mundo A conheça", foi entronizado no altar-mor do seu atual santuário, em 1866.
Outras cópias seguiram com esses missionários para a divulgação da devoção a partir das novas províncias instaladas por todo o mundo.


Nossa Senhora do Perpétuo Socorro foi declarada Padroeira dos Redentoristas, sendo celebrada no dia 27 de junho.

sábado, 26 de junho de 2010

BELGICA - ESPANTO" PELA VIOLAÇÃO DE TÚMULOS

VATICANO MANIFESTA "ESPANTO" PELA VIOLAÇÃO DE TÚMULOS EM BUSCA EFETUADA PELA JUSTIÇA BELGA


Bruxelas - Belgica - Palácio da Justiça, onde nem tudo são flores

Cidade do Vaticano,


- O Vaticano manifestou seu "espanto" diante da abertura de túmulos, no contexto das buscas efetuadas nesta quinta-feira, pela Justiça belga, no território do Arcebispado de Malines-Bruxelas, mas reiterou sua "firme condenação contra todo e qualquer ato pecaminoso e criminoso de abuso de menores por parte de membros da Igreja".

Num comunicado oficial da Secretaria de Estado, a Santa Sé indica "a necessidade de reparar e confrontar tais atos, em conformidade com as exigências da Justiça e os ensinamentos do Evangelho".

De acordo com a imprensa da Bélgica, as buscas feitas na sede do Arcebispado, em seguida a novas denúncias contra membros do clero do país, estenderam-se à cripta da Catedral Saint Rombout, em Malines.

Os policiais estariam à procura de um dossier sobre pedofilia, que – supostamente – estaria escondido num túmulo.
A Secretaria de Estado exprimiu "vivo espanto pela modalidade com que foram feitas algumas buscas conduzidas ontem pelas autoridades judiciais belgas, e seu ressentimento pelo fato de terem sido violadas as sepulturas dos cardeais Jozef-Ernest Van Roey e Léon-Joseph Suenens, falecidos arcebispos de Malines-Bruxelas".

A nota do Vaticano comentou a ação, expressando "pesar" contra "algumas infrações à confidencialidade" "à qual têm direito as vítimas que motivaram a realização dessas buscas".
De acordo com o comunicado, as opiniões foram discutidas pessoalmente pelo secretário vaticano das Relações com os Estados, Dom Dominique Mamberti, e pelo embaixador da Bélgica junto à Santa Sé, Charles Ghislain.

A Igreja belga é uma das atingidas pelos episódios de pedofilia denunciados, recentemente, em várias partes do mundo, e que teriam sido cometidos por membros do clero.
Em abril, o bispo emérito de Bruges, Dom Roger Joseph Vangheluwe, teve sua renúncia aceita pelo papa, após ter enviado uma carta à Santa Sé, na qual admitia ter abusado sexualmente de uma criança, durante anos.

O Santo Padre acaba de nomear o novo bispo de Bruges. Trata-se de Dom Jozef De Kesel.A busca de documentos na sede do Arcebispado belga foi condenada pela Conferência Episcopal do país.

De acordo com o porta-voz da entidade, Eric de Beukelaer, a medida "vai contra o direito à reserva, que deve ser garantido às vítimas" de pedofilia.

"Não foi uma experiência agradável, mas tudo se desenvolveu de modo correto" – disse ele.
Por sua vez, o arcebispo de Malines-Bruxelas, Dom André Joseph Leonard, primaz da Bélgica, afirmou que a magistratura "tinha o direito de fazer aquilo que desejava", mas que ficou "chocado" pelo método adotado.

Dom Leonard enfatizou que durante as buscas "foram abertos túmulos na catedral e confiscados computadores e os livros de contabilidade sobre a administração do pessoal". (AF)


Fonte: RV

sexta-feira, 25 de junho de 2010

HOMENAGEM A CRISTÃOS VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA POR FIDELIDADE AO EVANGELHO

PAPA HOMENAGEIA CRISTÃOS VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA POR FIDELIDADE AO EVANGELHO

Cidade do Vaticano, 25 jun (RV)

– Entre suas atividades, nesta sexta-feira, o Papa recebeu os 75 participantes da Reunião das Obras de Ajuda às Igrejas Orientais, ROACO, presentes em Roma para sua sessão de verão.
Em seu discurso em várias línguas, Bento XVI retomou os temas de sua recente viagem a Chipre: a paz na Terra Santa, a emigração da comunidade cristã e os preparativos para o Sínodo dos Bispos sobre o Oriente Médio.
Falando em francês, o Pontífice citou em especial os cristãos que são vítimas de violência por causa do Evangelho: "Conto com os líderes das nações para que garantam de maneira real, sem distinção e em todos os lugares, a profissão pública e comunitária das convicções religiosas de cada um".
O Papa falou ainda do dom de uma paz estável, que é o desejo de todos para a Terra Santa, o Iraque e o Oriente Médio. Paz, todavia, que só pode nascer do respeito pelos direitos humanos, famílias, comunidades e povos, superando a discriminação religiosa, cultural ou social.
Em alemão, Bento XVI falou das vocações sacerdotais, recordando os inúmeros santos e pastores que o Oriente ofereceu à Igreja, fazendo votos de que os sacerdotes das Igrejas orientais de hoje possam resgatar essa herança espiritual.
A seguir, em inglês, o Papa falou dos preparativos para a Assembléia Especial do Sínodo dos Bispos para o Oriente Médio, que se realizará no Vaticano em outubro próximo.
Esta iniciativa, afirmou, já está produzindo os benéficos frutos de "comunhão e testemunho" para o qual o Sínodo foi convocado.
Por fim, em italiano, Bento XVI pediu que os membros da ROACO continuem contribuindo com suas obras para manter viva a "esperança que não desilude" entre os cristãos do Oriente, recordando mais uma vez a morte de Dom Luigi Padovese, Vigário Apostólico de Anatólia assassinado em 3 de junho na Turquia. (BF)

Fonte: RV