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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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Mostrando postagens com marcador Cruz. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 29 de março de 2013

Papa Francisco preside Via-Sacra no Coliseu

Papa Francisco preside Via-Sacra no Coliseu:“Caminhemos juntos pela senda da Cruz"




Roma

 - O Papa Francisco presidiu na noite desta Sexta-Feira Santa à tradicional cerimônia da Via-Sacra no Coliseu de Roma. A Cruz foi carregado pelas 14 estações por pessoas de várias partes do mundo, como sinal da redenção de Cristo por todos, celebrada pela Igreja universal. O Vigário para a Diocese de Roma, Card. Agostino Vallini carregou a Cruz na primeira e última estação. Também levaram a Cruz, Famílias italianas e indianas, deficientes, representantes da China, Síria e Oriente Médio. Da América Latina, dois brasileiros carregaram a Cruz nas estações doze e treze: Carlo Ronzoni e Antonella Passatore.

As meditações da Via-Sacra deste ano foram preparadas por jovens libaneses sob a orientação do Cardeal Béchara Boutros Raï, Patriarca Maronita do Líbano, cujo texto esta está disponível, também em português, no endereço
http://www.vatican.va/news_services/liturgy/2013/documents/ns_lit_doc_20130329_via-crucis_po.html

A Exortação Apóstolica “Ecclesia in Medio Oriente” foi um dos guias para a elaboração das meditações.

Nas palavras que proferiu no encerramento da Via Sacra, Papa Francisco agradeceu a multidão de fiéis presente como também todos aqueles que se uniram através dos meios de comunicação, especialmente aos doentes e aos idosos.

O Santo Padre disse não querer acrescentar muitas palavras. “Nesta noite, - acrescentou - deve permanecer uma única palavra, que é a própria Cruz. A Cruz de Jesus é a Palavra com que Deus respondeu ao mal do mundo.

“Às vezes – continuou Papa Francisco - parece-nos que Deus não responda ao mal, que permaneça calado. Na realidade, Deus falou, respondeu, e a sua resposta é a Cruz de Cristo: uma Palavra que é amor, misericórdia, perdão. É também julgamento: Deus julga amando-nos. Se acolho o seu amor, estou salvo; se o recuso, estou condenado, não por Ele, mas por mim mesmo, porque Deus não condena, Ele unicamente ama e salva”.

O Pontífice recordou ainda que a palavra da Cruz é também a resposta dos cristãos ao mal que continua a agir em nós e ao nosso redor. Os cristãos devem responder ao mal com o bem, tomando sobre si a cruz, como Jesus.

“Nesta noite, - continuou - ouvimos o testemunho dos nossos irmãos do Líbano: foram eles que prepararam estas belas meditações e preces. De coração lhes agradecemos por este serviço e sobretudo pelo testemunho que nos dão”.

Lembrando quando o Papa Bento XVI foi ao Líbano, recordou que se pôde ver a beleza e a força da comunhão dos cristãos naquela Nação e da amizade de tantos irmãos muçulmanos e muitos outros . “Foi um sinal para todo o Médio Oriente e para o mundo inteiro: um sinal de esperança”.

Na conclusão de suas palavras Papa Francisco fez o convite para que continuemos esta Via-Sacra na vida de todos os dias. “Caminhemos juntos pela senda da Cruz, caminhemos levando no coração esta Palavra de amor e de perdão. Caminhemos esperando a Ressurreição de Jesus”, finalizou. (SP-BF)

Fonte: RV

quarta-feira, 27 de março de 2013

"Na Semana Santa, abrir as portas do nosso coração"

Primeira Audiência Geral: "Na Semana Santa, abrir as portas do nosso coração"



Cidade do Vaticano

– Esta quarta-feira realizou-se a primeira Audiência Geral do Papa Francisco.

A Praça S. Pedro estava cheia para ouvir as palavras do Pontífice, que dedicou sua catequese à Semana Santa. Depois da Páscoa, anunciou ele, retomará as catequeses sobre o Ano da Fé, como vinha fazendo seu predecessor.

“Mas que significa viver a Semana Santa para nós?” – questionou. É acompanhar Jesus no seu caminho rumo à Cruz e à Ressurreição. Em sua missão terrena, ele falou a todos, sem distinção, aos grandes e aos humildes, trouxe o perdão de Deus e sua misericórdia, ofereceu esperança; consolou e curou. Foi presença de amor.

Na Semana Santa, vivemos o vértice desse caminhada de Jesus, que se entregou voluntariamente à morte para corresponder ao amor de Deus Pai, em perfeita união com sua vontade, para demonstrar o seu amor por nós.

O Papa então perguntou: “Que tudo isso tem a ver conosco? Significa que esta é também a minha, a tua, a nossa caminhada. Viver a Semana Santa seguindo Jesus quer dizer aprender a sair de nós mesmos, ir ao encontro dos outros, ir às periferias da existência, encontrar sobretudo os mais distantes, os que mais necessitam de compreensão, de consolação, de ajuda”.

Viver a Semana Santa é entrar sempre mais na lógica de Deus, do Evangelho. Mas acompanhar Cristo exige sair de nós mesmos, deixar de lado um modo habitudinário de viver a fé . Deus saiu de Si mesmo para vir ao nosso encontro e também nós devemos fazer o mesmo. A falta de tempo não é desculpa, disse o Papa. Não podemos nos contentar com uma oração, uma Missa dominical distraída e não constante, de algum gesto de caridade, e não ter a coragem de “sair” para levar Cristo.

“A Semana Santa é um tempo de graça que o Senhor nos doa para abrir as portas do nosso coração, da nossa vida, das nossas paróquias, dos movimentos, das associações, e ‘sair’ ao encontro dos outros para levar a luz e a alegria da nossa fé, um raio de amor do Senhor. Sair sempre! E isso com o amor e a ternura de Deus, no respeito e na paciência.”

Após a catequese, como de costume, o Pontífice saudou os grupos presentes. Francisco não falou nas várias línguas, mas sim em italiano. A síntese da catequese e da saudação foi lida por um tradutor. Em português, foi feita pelo Pe. Bruno Lins:


Queridos irmãos e irmãs, na Semana Santa, centro de todo o Ano Litúrgico, somos chamados a seguir Jesus pelo caminho do Calvário em direção à Cruz e Ressurreição. Este é também o nosso caminho. Ele entregou-se voluntariamente ao amor de Deus Pai, unido perfeitamente à sua vontade, para demonstrar o seu amor por nós: assim o vemos na Última Ceia, dando-nos o seu Corpo e o seu Sangue, para permanecer sempre conosco. Portanto, a lógica da Semana Santa é a lógica do amor e do dom de si mesmo, que exige deixar de lado as comodidades de uma fé cansada e rotineira para levar Cristo aos demais, abrindo as portas do nosso coração, da nossa vida, das nossas paróquias, movimentos, associações, levando a luz e a alegria da nossa fé. Viver a Semana Santa seguindo Jesus significa aprender a sair de nós mesmos para ir ao encontro dos demais, até as periferias da existência. Há uma necessidade imensa de levar a presença viva de Jesus misericordioso e rico de amor. Queridos peregrinos de língua portuguesa, particularmente os grupos de jovens vindos de Portugal e do Brasil: sede bem-vindos! Desejo-vos uma Semana Santa abençoada, seguindo o Senhor com coragem e levando a quantos encontrardes o testemunho luminoso do seu amor. A todos dou a Bênção Apostólica!

Fonte: RV

sexta-feira, 6 de abril de 2012

A CRUZ NOS DÁ CORAGEM PARA ENFRENTAR AS DIFICULDADES

Papa Preside Via Sacra: a Cruz nos dá coragem para enfrentar as dificuldades




Roma



– Nesta Sexta-Feira Santa, a grande celebração do dia foi a Via Sacra, presidida por Bento XVI, no Coliseu de Roma.


A tradicional Via Sacra, que lembra o calvário de Cristo até sua crucificação, teve início às 21h05. Como no ano passado, o Papa, que fará 85 anos no dia 16 de abril, acompanhou da colina do Palatino boa parte da Via Sacra, sem percorrer a pé as 14 estações.


As reflexões da Via Sacra, no Coliseu, foram escritas pelo casal Danilo e Anna Maria Zanzucchi. O casal têm 60 anos de matrimônio, cinco filhos e é membro do Movimento dos Focolares, um dos primeiros colaboradores de João Paulo II na formação do Pontifício Conselho para a Família.


Na conclusão da Via Sacra, o Papa dirigiu aos presentes algumas palavras: “Acabamos de recordar, através das meditações, da oração e dos cânticos, os passos de Jesus no caminho da Cruz: um caminho que parecia sem saída e, no entanto, mudou a vida e a história do homem, abrindo a passagem para «os novos céus e a terra nova» (cf. Ap 21, 1).


De modo especial neste dia de Sexta-Feira Santa, a Igreja celebra, com profunda adesão espiritual, a memória da crucifixão do Filho de Deus e, na sua Cruz, vê a árvore da vida – árvore fecunda duma nova esperança”.


O Pontífice recordou que “a experiência do sofrimento marca a humanidade e, naturalmente, a família”, com “incompreensões, divisões, preocupação com o futuro dos filhos, doenças, problemas de vários tipos”. E o Papa ressaltou a falata de empregos e a crise econômica como alguns desses problemas.


Fazendo um paralelo com o caminho da Via-Sacra, o Santo Padre mostrou que este “é um convite feito a todos nós, e de modo especial às famílias, para contemplarmos Cristo crucificado a fim de termos a força de ultrapassar as dificuldades”.


“A Cruz de Jesus é o sinal supremo do amor de Deus por cada homem – disse ele -,, a resposta superabundante à necessidade que toda a pessoa sente de ser amada”.


Bento XVI convidou-nos a encontrar na Cruz de Cristo a coragem para prosseguirmos nossos caminhos. E reforçou: “Nas tribulações e dificuldades, não estamos sozinhos, não está sozinha a família: Jesus está presente com o seu amor, sustenta-a com a sua graça e dá-lhe a força para prosseguir, enfrentando os sacrifícios e superando qualquer obstáculo”. (SP/ED


Eis na íntegra o que Bento XVI disse:


Queridos irmãos e irmãs!Acabamos de recordar, através das meditações, da oração e dos cânticos, os passos de Jesus no caminho da Cruz: um caminho que parecia sem saída e, no entanto, mudou a vida e a história do homem, abrindo a passagem para «os novos céus e a terra nova» (cf. Ap 21, 1).


De modo especial neste dia de Sexta-Feira Santa, a Igreja celebra, com profunda adesão espiritual, a memória da crucifixão do Filho de Deus e, na sua Cruz, vê a árvore da vida – árvore fecunda duma nova esperança.A experiência do sofrimento marca a humanidade e, naturalmente, a família.


Quantas vezes o caminho se torna cansativo e difícil! Incompreensões, divisões, preocupação com o futuro dos filhos, doenças, incômodos de vários tipos. Para além disso, a situação de muitas famílias vê-se agravada, hoje em dia, pela precariedade do emprego e outras consequências negativas provocadas pela crise econômica.


O caminho da Via-Sacra, que acabamos de percorrer espiritualmente nesta noite, é um convite feito a todos nós, e de modo especial às famílias, para contemplarmos Cristo crucificado a fim de termos a força de ultrapassar as dificuldades.


A Cruz de Jesus é o sinal supremo do amor de Deus por cada homem, a resposta superabundante à necessidade que toda a pessoa sente de ser amada. Quando passamos pela prova, quando as nossas famílias enfrentam o sofrimento, a tribulação, olhemos para a Cruz de Cristo!


Nela encontraremos a coragem para prosseguir o caminho, podendo repetir, com firme esperança, estas palavras de São Paulo: «Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, a angústia, a perseguição, a fome, a nudez, o perigo, a espada? (…) Mas, em tudo isso, somos mais que vencedores graças Àquele que nos amou!» (Rm 8, 35.37).


Nas tribulações e dificuldades, não estamos sozinhos; não está sozinha a família: Jesus está presente com o seu amor, sustenta-a com a sua graça e dá-lhe a força para prosseguir, enfrentando os sacrifícios e superando qualquer obstáculo. E, quando os desvarios humanos e outras dificuldades põem em risco e ferem a unidade da nossa vida e da nossa família, é para o amor de Cristo que devemos voltar-nos.


O mistério da paixão, morte e ressurreição de Cristo encoraja-nos a continuar com esperança. Se forem vividos com Cristo, com fé n’Ele, os dias de tribulação e de prova trazem já dentro de si a luz da ressurreição, a vida nova do mundo ressuscitado, a páscoa de todo o homem que crê na sua Palavra.


Naquele Homem crucificado que é o Filho de Deus, mesmo a própria morte ganha novo significado e orientação, é resgatada e vencida, torna-se passagem para a nova vida: «Se o grão de trigo que cai na terra não morrer, continua só um grão de trigo; mas, se morrer, então produz muito fruto» (Jo 12, 24).


Confiemo-nos à Mãe de Cristo. Ela que acompanhou o seu Filho ao longo da via dolorosa, Ela que esteve aos pés da Cruz na hora da sua morte, Ela que encorajou a Igreja desde o seu nascimento a viver na presença do Senhor, conduza os nossos corações, os corações de todas as famílias, através do vasto mysterium passsionis rumo ao mysterium paschale, rumo à luz que irrompe da Ressurreição de Cristo e manifesta a vitória definitiva do amor, da alegria e da vida, sobre o mal, o sofrimento e a morte. Amém. (SP)


Fonte: RV

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

JMJ 2013 - CRUZ E ICONE DE NOSSA SENHORA CHEGAM EM SÃO PULO





Chegada da cruz emociona católicos na Zona Norte de SP



Milhares de fiéis se concentraram no Campo de Marte. (Foto: Reprodução / TV Globo)


Após shows de músicos católicos, missa solene era celebrada.

Cruz Peregrina chega ao Campo de Marte, na ZonaNorte de São Paulo


A chegada da cruz peregrina e do ícone de Nossa Senhora, que marcam o início da preparação para a Jornada Mundial da Juventude, à festa católica organizada neste domingo (18), no Campo de Marte, na Zona Norte de São Paulo, emocionou os fiéis que estavam reunidos desde o início da manhã.Uma missa solene era celebrada com participação de vários bispos e religiosos de todo o estado.



O encontro de jovens de diferentes nacionalidades acontecerá em julho de 2013, no Rio de Janeiro. O papa Bento 16 deve vir ao país para acompanhar o evento.



Não há por parte da PM e da organização do evento uma estimativa de público no local. A expectativa, no entanto, é que até 100 mil fieis comparecessem.



Desde as 9h, cantores católicos, como os padres Fábio de Melo e Juarez de Castro, se revezam no palco para animar a multidão. Segundo a PM, não houve registro de tumulto ou incidentes.


Não há por parte da PM e da organização do evento uma estimativa de público (Foto: Letícia Macedo/ G1)



Lucas e Rafaela participam de comunidade naZona Norte (Foto: Letícia Macedo/ G1)


O técnico em eletrônica Lucas de Melo Barroso Gomes, de 21 anos, que participa de uma comunidade no Jaçanã, na Zona Norte da capital, se diz feliz com a vinda da jornada para o Brasil.



“Sempre tive vontade de participar, mas não surgiu a oportunidade. Lá na comunidade a gente não decidiu ainda se vai, mas com certeza eu gostaria de ir ao Rio”, afirma.



A estudante da 8ª série Rafaela da Silva Rodrigues, de 14 anos, que participa do mesmo grupo de Rafael, acha que a jornada vai incentivar os jovens a participar mais.



"Tenho certeza de que meus amigos vão ficar curiosos e vão querer participar”, diz.



Bruna pediu guarda-chuva emprestado para seproteger de sol intenso (Foto: Letícia Macedo/ G1)


Nem o sol intenso afugentou os fiéis. Copos de água são distribuídos pela organização do evento.



A nutricionista Bruna Pinheiro Alves, de 25 anos, teve de recorrer a uma sombrinha para se proteger. “Viemos para receber a cruz.



A escolha do nosso país valoriza a nossa fé. O calor está muito forte, mas já peguei um guarda-chuva emprestado para amenizar.



”A advogada Márcia Gadben, de 27 anos, que mora em Santana, na Zona Norte, diz ter participado da jornada em Madri, na Espanha. Márcia é uma das delegadas da jornada no Brasil.



Ela acredita que o jovem brasileiro pode dar uma grande contribuição à iniciativa.



“A nossa acolhida será o nosso diferencial. O europeu é morno, enquanto o brasileiro é vivo, é alegre. A gente transmite a nossa fé pela alegria de sermos cristãos.”


Padre Fábio de Melo cantou para os fiéis nestedomingo (Foto: Letícia Macedo/ G1)


A bancária Eliana da Costa, de 36 anos, irá participar da liturgia da missa desta tarde.



“Não tenho nem palavras. É um presente de Deus para mim”, afirma.



Ela, que trabalha com jovens em sua comunidade, acredita que a jornada será um momento especial para os fiéis de todas as idades.



“Sempre é tempo de descobrir a juventude que cada um leva dentro de si. Em Cristo, a gente é eternamente jovem."


A Jornada Mundial da Juventude foi instituída pelo papa João Paulo 2º. O lema do evento no Brasil será: "Ide, pois, fazer discípulos meus todos os povos".



Ainda neste domingo, os dois símbolos seguem para a Catedral da Sé. Na segunda-feira (19), acontecerão missas e uma procissão pelas ruas do Centro.



Eles passarão ainda pelo Santuário São Judas Tadeu, na Zona Sul, e por paróquias no Ipiranga, de Santana e do Brás.


Cantores católicos se revezam em palco no Campo de Marte (Foto: Letícia Macedo/ G1)



Fonte: G1/Globo

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

SÃO PAULO RECEBE A CRUZ DA JMJ

SÃO PAULO PRONTA PARA RECEBER CRUZ DA JMJ



São Paulo, 16 out (RV)


- Escolhido para sediar a próxima Jornada Mundial da Juventude (JMJ), em 2013, na cidade do Rio de Janeiro, o Brasil se prepara para receber a Cruz e o Ícone de Nossa Senhora, símbolos da Jornada, que chegarão a São Paulo, às 16h no Campo de Marte.


A Arquidiocese de São Paulo preparou uma grande festa para acolher os símbolos, que deverão percorrer todas as Dioceses do país nestes dois anos que antecedem a JMJ.


Segundo o Padre Antônio Ramos Dobrado, um dos coordenadores do evento em São Paulo, mais de 1.200 voluntários foram mobilizados para a festa no domingo.

O evento, denominado ‘Bote Fé’, começa às 9h e se estende até às 21h.


Estão programados shows, reflexões sobre a jornada e testemunhos de peregrinos que participaram da JMJ em Madri, no mês de agosto.


Às 16h, os símbolos serão acolhidos festivamente e, em seguida, haverá missa.O Arcebispo de São Paulo, Cardeal Odilo Pedro Scherer, destacou que a Cruz é um indicativo de Jesus Cristo para convocar os jovens a se encontrarem com Cristo, e o Ícone de Nossa Senhora é a presença materna da Mãe de Jesus junto aos seguidores de Cristo.


“Ao serem acolhidos nas Dioceses de todo o país, os dois símbolos ajudarão o povo dessas localidades a tomar consciência da Jornada que está sendo preparada”, destacou.“

Quem pensa que a JMJ se inicia em 2013 está enganado.


A Jornada começa domingo, com a chegada dos símbolos a São Paulo e com sua longa peregrinação pelo país, culminando com as celebrações e as festividades no Rio de Janeiro, em 2013”, disse o presidente da Comissão Episcopal Pastoral pela Juventude, Dom Eduardo Pinheiro.


“A escolha do Brasil para sediar a JMJ é uma clara demonstração do amor e do carinho do Santo Padre para com o nosso país e os jovens brasileiros”, acrescentou.


A peregrinação


Até o dia 30 de outubro, os símbolos da JMJ percorrerão as 47 Dioceses do Regional Sul 1 da CNBB (Estado de São Paulo).


Daí os símbolos seguem para o Regional Leste 2 (Espírito Santo e Minas Gerais), onde ficarão durante todo o mês de novembro. No mês seguinte, será a vez do Regional Nordeste 3 (Bahia e de Sergipe).


Também está prevista a peregrinação dos símbolos pelas capitais dos países do Cone Sul: Buenos Aires (Argentina), Assunção (Paraguai), Santiago (Chile) e Montevidéu (Uruguai).


Ao todo serão 19 meses de peregrinação.


A Cruz


Uma cruz de madeira de 3,8 metros foi construída e colocada como símbolo da fé católica, perto do altar principal na Basílica de São Pedro, durante a Semana Santa de 1983 até a Semana Santa de 1984.


O Beato Papa João Paulo II deu essa cruz à juventude, sendo recebida pelos jovens do Centro Juvenil Internacional São Lourenço, em Roma.

"Meus queridos jovens, na conclusão do Ano Santo, eu confio a vocês o sinal deste Ano Jubilar: a Cruz de Cristo!Carreguem-na pelo mundo como um símbolo do amor de Cristo pela humanidade, e anunciem a todos que somente na morte e ressurreição de Cristo podemos encontrar a salvação e a redenção", disse o Papa João Paulo II.Desde 1984, a Cruz da JMJ peregrinou pelo mundo estando presente nas celebrações da Jornada Mundial da Juventude.


O Ícone de Nossa SenhoraEm 2003, na 18ª Jornada Mundial da Juventude, o Beato Papa João Paulo II presenteou os jovens com um segundo símbolo de fé para ser levado pelo mundo, acompanhando a Cruz: o Ícone de Nossa Senhora, uma cópia contemporânea de um antigo e sagrado ícone encontrado na primeira e maior basílica para Maria a Mãe de Deus, no Ocidente, Santa Maria Maior.


"Hoje eu confio a vocês o Ícone de Maria".


De agora em diante, ele vai acompanhar as Jornadas Mundiais da Juventude, junto com a Cruz. Contemplem a sua Mãe!


Ele será um sinal da presença materna de Maria próxima aos jovens que são chamados, como o Apóstolo João, a acolhê-la em suas vidas", disse o Papa.(CNBB-CM)


Fonte: RV

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ

"Exaltação da Santa Cruz"

“Do mesmo modo como Moisés levantou a serpente no deserto, assim é necessário que o Filho do Homem seja levantado, para que todos os que nEle crerem tenham a vida eterna”(Jo 3,14-15)

Se não houvesse a cruz, Cristo não seria crucificado nem teria atraído todos a si.

A festa da Exaltação da Santa Cruz é a festa da Exaltação do Cristo vencedor da morte e do pecado por seu corpo dado e sangue derramado no alto da cruz. Para o cristianismo a cruz é o símbolo maior de fé, com cujos traços todos nós nos persignamos desde o momento do levantar até o deitar a cada dia. Na cerimônia batismal o primeiro sinal de acolhida à criança recém-nascida é o sinal-da-cruz traçado em sua fronte pelo Padre, Pais e Padrinhos, sinalando-a para sempre com a marca de Cristo.


A cruz recorda o Cristo crucificado, o sacrifício de sua Paixão, o seu martírio que nos deu a salvação. Por isso é que, desde tempos antiqüíssimos, a Igreja passou a celebrar, exaltar e venerar a Cruz, inclusive, como símbolo da árvore da vida que se contrapõe à árvore do pecado no paraíso, e símbolo mais perfeito da serpente de bronze que Moisés levantou no deserto para curar os israelitas picados pelas cobras porque O Filho do Homem nela levantado cura o homem todo e todos os homens, o corpo e a alma dos que nEle crêem e lhes dá a vida eterna.


A serpente do paraíso trouxe a infelicidade a este mundo com o engodo da igualdade divina com que incitou os pais da humanidade a comerem o fruto da árvore proibida (Gn 3,17-19), e as do deserto provocaram a morte dos filhos de Israel que reclamavam contra Deus e contra Moisés (Nm 21, 4-6). Arrependendo-se do seu pecado, o povo pediu a Moisés que rogasse ao Senhor para livrá-los das serpentes. O Senhor, que é bom e misericordioso, sempre pronto a perdoar, ordenou a Moisés que erguesse no centro do acampamento um poste de madeira com uma serpente de bronze pendurada no alto, dizendo que todo aquele que dirigisse seu olhar para a serpente de bronze se curaria (Nm 21,8-9).


Jesus retoma esses símbolos do passado bem conhecidos pelo povo (serpente, árvore, pecado, morte) para dizer no Evangelho da Liturgia da festa (Jo 3,13-17) que no lugar da serpente de bronze pendurada no alto de um poste de madeira Ele mesmo é quem seria levantado no lenho da cruz. Se o pecado e a morte advieram da insídia e veneno do demônio, nos símbolos da árvore proibida e da serpente do paraíso e do deserto, a bênção, a salvação e a vida eterna advêm do Cristo levantado no alto da cruz de onde Ele atrai a si os olhares de toda a humanidade. Eis porque a Igreja canta na Liturgia Eucarística da festa: “Santa Cruz adorável, de onde a vida brotou, nós, por ti redimidos, te cantamos louvor!” e na Liturgia das Horas: “Mais altaneira do que os cedros, ergue-se a Cruz triunfal: não traz um fruto de morte, traz a vida a todo mortal”.

Longe de mim gloriar-me a não ser na Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo (Gl 6, 14)
Até o Calvário, a cruz fora tida como sinal de vergonha, maldição, execração. Com a crucifixão de Cristo, desde então, ela se tornou símbolo de triunfo e vitória. Se da cruz vinha a maldição e a morte, agora, da cruz vem todo o bem e toda a graça. O Apóstolo Paulo aprofunda o mistério dizendo que a cruz lembra a humilhação extrema de Jesus que se despojou de sua dignidade de ser igual a Deus, “fazendo-se obediente até a morte, e morte de cruz” (Fl 2,8). E ele mesmo afirma que “Por isso, Deus o exaltou acima de tudo e lhe deu o nome que está acima de todo nome. Assim, ao nome de Jesus, todo joelho se dobre no céu, na terra e abaixo da terra, e toda língua proclame: Jesus Cristo é o Senhor!” (Fl 2, 8-11). Tendo tal compreensão da Paixão de Jesus e elaborado tal teologia a respeito do mistério da Cruz, torna-se perfeitamente compreensível a declaração de Paulo aos Gálatas de que para ele sem a cruz de Cristo não há glória possível. Oxalá possamos nós também proclamar e viver sempre essa mesma fé.

Nós vos adoramos, Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos , porque pela vossa santa cruz redimistes o mundo!

A cruz não é uma divindade, um ídolo, feito de madeira, barro, bronze, mas ela é para nós santa e sagrada, porque dela pendeu o Salvador do mundo. Ela é o símbolo universal do cristão. Com orgulho e devoção ela é a nossa marca, o sinal de nossa identidade, vocação e missão. Traçando o sinal da cruz em nossa fronte, a todo o momento, nós louvamos e bendizemos a Santíssima Trindade, Pai e Filho e Espírito Santo, agradecendo o tão grande bem e amor que pela Cruz o Senhor continua a derramar sobre nós. Celebrando a festa da Exaltação da Santa Cruz, celebramos a vitória de Cristo que nos possibilita desde agora celebrar a nossa futura glória no céu. Pois, “se morremos com Cristo, cremos também que viveremos com Ele” (Rm 6,9).

Fonte: DioceseFranc

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

PARA O CRISTÃO CRUZ É UMA OPÇÃO

Bento XVI: Para o cristão cruz não é uma opção
Intervenção por ocasião do Ângelus
CIDADE DO VATICANO, domingo, 31 de agosto de 2008 (ZENIT.org).- Publicamos a intervenção pronunciada por Bento XVI este domingo, ao meio-dia, quando presidiu à oração mariana do Ângelus no pátio do palácio apostólico de Castel Gandolfo.

****
[Após rezar o Ângelus, o Papa pronunciou esta mensagem em italiano:]

Nestas últimas semanas, registrou-se um aumento nos casos de imigração irregular da África. Em ocasiões, a travessia do Mediterrâneo ao continente europeu, visto como uma meta de esperança para fugir de situações adversas e freqüentemente insuportáveis, se transforma em tragédia; a que aconteceu há alguns dias parece ter superado as precedentes pelo elevado número de vítimas. A migração é um fenômeno presente desde o alvorecer da história da humanidade, que desde sempre caracterizou as relações entre os povos e nações. Pois bem, o fato de que em nossos dias se tenha convertido em uma emergência nos interpela e, exigindo nossa solidariedade, impõe ao mesmo tempo respostas políticas eficazes.
Sei que muitas instituições regionais, nacionais e internacionais estão se ocupando da questão da imigração irregular: aplaudo-as e alento-as para que continuem realizando seu meritório labor com senso de responsabilidade e espírito humanitário. Senso de responsabilidade também devem mostrar os países de origem, não só porque se trata de seus cidadãos, mas também para eliminar as causa da emigração irregular, assim como para eliminar, em sua raiz, todas as formas de criminalidade ligadas.
Por sua vez, os países europeus e os que são meta de imigração são chamados, entre outras coisas, a desenvolver em comum acordo iniciativas e estruturas cada vez mais adequadas às necessidades dos imigrantes irregulares.
Estes últimos, além disso, devem ser sensibilizados no valor da própria vida, que representa um bem único, sempre precioso, que se deve tutelar ante os graves riscos aos quais se expõem ao buscar melhorar suas condições de vida, e no dever de legalidade que é uma obrigação para todos.
Como pai comum, sinto o profundo dever de chamar a atenção de todos sobre este problema e de pedir a generosa colaboração de pessoas e instituições para enfrentá-lo e encontrar caminhos de solução. Que o Senhor nos acompanhe e faça fecundos nossos esforços!

Fonte: ZENIT.org

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

MEU SOFRIMENTO: "QUE TOME SUA CRUZ E ME SIGA"


«Que tome sua cruz e me siga»

Ao longo de sua vida, Cristo não te pede para levar com ele toda a sua pesada cruz, mas somente uma pequena parte, aceitando seus sofrimentos.

Não há nada que temer. Muito pelo contrario, tente ficar feliz por ter sido julgado digno fazer parte nos sofrimentos do Homem-Deus.

Por parte do Senhor, não se trata de um abandono, nem mesmo de um castigo, muito pelo contrario, é um testemunho de Seu amor, de um enorme amor para contigo.

Deve dar graças ao Senhor e resignar-te a beber o Cálice do Getsemani.

Às vezes o Senhor faz você sentir o peso da Cruz, este peso te parece insuportável e, sem duvidas, o levas porque o Senhor, rico em amor e misericórdia, te estende às mãos e te fornece a força necessária.

O Senhor, ante a falta de compaixão dos homens, necessita de pessoas que sofram com ele.

É por esta razão, que o leva pelos caminhos dolorosos dos que me falas em tua carta.

Assim posto, que o Senhor seja sempre bendito, porque seu amor traz suavidade em meio da amargura, ele troca o seu sofrimento passageiro desta vida pelos seus méritos para a eternidade.
São [Padre] Pío de Pietrelcina (1887-1968), capuchino FSP, 119; Ep 3, 441; CE, 21; Ep 3, 413

De: A FAMÍLIA CATÓLICA, para os que sofrem

sábado, 19 de julho de 2008

JMJ - A CRUZ CRIA VIDA NOVA E ALEGRIA

A Cruz cria vida nova e perene alegria.
Esse o “caminho de consagração a que estão chamados os bispos, os padres, os religiosos”.
Bento XVI na homilia da Missa celebrada neste sábado de manhã, na catedral de Sidney.
A amargura do Papa pela dor e sofrimento suportados pelas vitimas de abusos sexuais do clero na Austrália
É a Cruz a única “medida” real a que se pode comparar toda e qualquer realidade humana. A Cruz cria vida nova e perene alegria. Esse o “caminho de consagração a que estão chamados os bispos, os padres, os religiosos… Quanto aos abusos sexuais sobre menores, da parte de alguns padres e religiosos australianos – há que os condenar sem hesitação, prestando toda a ajuda possível às vítimas…Na homilia da Missa celebrada neste sábado de manhã, na catedral de Sidney, referindo o novo Altar que se preparava para consagrar, Bento XVI recordou que “cada altar é símbolo de Jesus Cristo, presente no meio da sua Igreja como sacerdote, altar e vítima”. Mais ainda, acrescentou: “também nós fomos consagrados, postos à parte para o serviço de Deus e a edificação do seu Reino”. Perante o risco de “reduzir a vida da fé a uma questão de mero sentimento, enfraquecendo assim o seu poder de inspirar uma visão coerente do mundo”, o Santo Padre sublinhou que “nunca se pode silenciar a questão de Deus”. “Em última análise, a indiferença à dimensão religiosa corresponde a uma diminuição e a uma traição do próprio homem”, o que destrói a vida do mundo. “A fé ensina-nos que somos criaturas de Deus, feitas à sua imagem e semelhança, dotadas de uma dignidade inviolável e chamadas à vida eterna.” “Quando se diminui o homem, é o mundo que o rodeia que se vê diminuído; perde o seu próprio significado último e falha os seus objectivos. O que emerge então é uma cultura de morte, não de vida. Como se pode considerar isso um progresso? Pelo contrário, é um retrocesso, uma forma de regressão, que em última análise desertifica as próprias nascentes da vida”.Referindo a Cruz como “única medida real” de toda e qualquer realidade humana, Bento XVI sublinhou a “mensagem de amor” da Cruz, que “cria vida nova e perene alegria”. “A Cruz revela que só nos encontramos a nós próprios quando doamos a nossa vida, acolhendo o amor de Deus como dom imerecido e contribuindo para conduzir cada homem e mulher em direcção à beleza daquele amor e à luz daquela verdade, que salvam o mundo”. Daqui a insistência do Papa no “caminho de consagração” que religiosos, padres e bispos receberam através dos votos religiosos e da ordenação presbiteral e episcopal. “É um caminho que exige uma conversão contínua, um morrer sacrifical para nós próprios, que é a condição para pertencermos plenamente a Deus (disse), com uma transformação da mente e do coração, que leva a uma autêntica liberdade e a uma visão de amplo horizonte”. Bento XVI fez votos de que “esta celebração, na presença do Sucessor de Pedro, possa ser um momento de uma renovada “dedicação” de toda a Igreja na Austrália”. Foi neste contexto de um profundo processo espiritual e comunitário, que o Papa – com grande frontalidade e vigor - convidou (citamos) a “uma pausa, para reconhecer a vergonha de que todos viemos a conhecimento sobre os casos de abusos sexuais sobre menores da parte de alguns padres ou religiosos desta Nação”.“Sinto-me profundamente amargurado pela dor e sofrimento suportados pelas vitimas e asseguro-lhes que como seu pastor partilho do seu sofrimentoHá que condenar de modo inequívoco estes delitos, que traem gravemente a confiança. Tais factos causaram grande sofrimento e danificaram o testemunho da Igreja. Peço a todos vós que colaboreis com os vossos bispos para combater este mal. As vítimas hão-de receber compaixão e assistência. Os responsáveis destes males devem ser processados em justiça. É uma prioridade urgente promover um ambiente mais seguro e mais são, especialmente para os jovens”.
A versão integral dos discursos pronunciados pelo Santo Padre está disponível no site da Santa Sé www.vatican.va e nas várias edições do jornal L’Osservatore Romano.
Fonte: RV