Seguidores

NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Esteja ao lado de Nossa Senhora de Fátima como nunca pode imaginar.

Visite a Capela das Aparições, ON LINE.
Participe das orações, do terço e das missas diárias.

Clique na imagem de Nossa Senhora e estará em frente à Capelinha do Santuário de Fátima.

CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris
Clique sobre a foto para a visita guiada em 15 etapas
Mostrando postagens com marcador Padre Pio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Padre Pio. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

ESPECIAL, PADRE PIO e LEOPOLDO

Mais de meio milhão de fieis em Roma por Padres Pio e Lepopoldo


Clima de profunda espiritualidade imbuiu o espírito de milhares de fieis devotos dos dos Santos Confessores - OSS_ROM

11/02/2016 18:54
 
Cidade do Vaticano (RV)

 – O traslado dos restos mortais de São Pio de Pietrelcina e de São Leopoldo Mandić e o envio dos Missionários da Misericórdia constituíram o primeiro grande evento no calendário do Jubileu da Misericórdia. O público presente em Roma na semana de exposição dos corpos, estimado em mais de meio milhão de pessoas, superou todas as expectativas, segundo a avaliação do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização.

Papel da mídia
O comunicado ressalta a grande presença de fieis vindos a Roma de todas as partes do mundo para prestar homenagem aos dois Santos Confessores e agradece “a presença constante da mídia, que permitiu aos doentes, aos detentos e idosos a acompanhar pela televisão e rádio as celebrações”.

Espiritualidade contagiante
O fluxo contínuo dos fieis nos dias 3 e 4 de fevereiro concentrou-se na Basílica de São Lorenço fora-dos-muros. Milhares de pessoas na noite de 4 de fevereiro esperaram por horas a chegada dos restos mortais dos dois santos na Basílica de San Salvatore in Lauro, que permaneceu aberta initerruptamente até a procissão do dia seguinte até a Basílica de São Pedro. “A oração foi contínua – observa a nota – durante 24 horas. Uma espiritualidade participativa e espontânea que tocou toda a cidade”, e rendeu testemunhos de fé e de devoção dos fieis.

Audiência com o Papa
Outro momento relevante foi a audiência que o Santo Padre concedeu na manhã de 6 de fevereiro aos Grupos de Oração de Padre Pio, vindos de todos os continentes. Também foi ressaltada a comoção de tantos fieis que na tarde de sábado puderam presenciar a visita inesperada do Papa Francisco à Basílica, detendo-se em oração junto à São Leopoldo e São Pio.

Missionários da Misericórdia
Todos estes momentos tiveram o seu ápice com o envio dos Missionários da Misericórdia. De fato, eram 750 os Missionários presentes na Basílica de São Pedro durante a Quarta-feira de Cinza, mas mais de 300 estavam unidos em oração em diversas partes do mundo. No dia precedente, o Papa Francisco havia dirigido a eles algumas palavras, instruindo-os em como cumprir a sua missão com ternura, levando a todos o abraço misericordioso do Pai.

Despedida
Na manhã de hoje, por fim, a Santa Missa presidida por Dom Rino Fisichella, onde mais uma vez foi possível constatar a oração e o afeto de milhares de fieis pelos dois Santos Confessores. Ao final da liturgia, uma solene procissão  dos restos mortais permitiu aos fieis prestarem a última homenagem.
O comunicado conclui agradecendo aos Freis Capuchinhos, à Gendarmaria Vaticana, à Guarda Suiça, à Fábrica de São Pedro e às Forças de ordem italianas pela colaboração. (JE)

Fonte RV

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

SÃO PIO DE PIETRELCINA

São Pio de Pietrelcina - Padre Pio


Herdeiro espiritual de São Francisco de Assis, o Padre Pio de Pietrelcina foi o primeiro sacerdote a ter impresso sobre o seu corpo os estigmas da crucifixão. Ele é conhecido em todo mundo como o "Frei"estigmatizado.

O Padre Pio, a quem Deus deu dons particulares e carismas, se empenhou com todas as suas forças pela salvação das almas. Os muito testemunhos sobre a grande santidade do Frei, chegam até os nossos dias, acompanhados de sentimentos de gratidão. Suas intercessões providencias junto a Deus foram para muitos homens causa de cura do corpo e motivo de renovação do espírito.

O Padre Pio de Pietrelcina que se chamava Francesco Forgione, nasceu na Pietrelcina, num pequeno povo da Província de Benevento, em 25 de maio de 1887. Pertencia a uma família humilde tendo como pai Grazio Forgione e a mãe Maria Giuseppa Di Nunzio tinham outros filhos.
Desde muito menino Francesco experimentou em si o desejo de consagrar-se totalmente a Deus e este desejo o distinguia de seus coetâneos. Tal "diferença" foi observada por seus parentes e amigos.
Narra a mamãe Peppa: "Não cometeu nunca nenhuma falta, não tinha caprichos, sempre obedeceu a mim e a seu pai, a cada manhã e a cada tarde ia à igreja visitar a Jesus e a Virgem. Durante o dia não saia nunca com os seus companheiros. Às vezes eu dizia: - "Francì vá um pouco a brincar". Ele se negava dizendo: - "Não quero ir porque eles blasfemam".
Do diário do Padre Agostinho de San Marco em Lamis, o qual foi um dos diretores espirituais do Padre Pio, soube que o Padre Pio, desde 1892 quando tinha apenas cinco anos, viveu já suas primeiras experiências místicas espirituais. Os Extasies e as aparições foram freqüentes, mas para o menino pareciam serem absolutamente normais.

Com o passar do tempo, realizou-se para Francesco o que foi o seu maior sonho: consagrar totalmente a sua vida a Deus.
Em 6 de janeiro de 1903, aos dezesseis anos, entrou como clérigo na ordem dos Capuchinhos. Foi ordenado sacerdote na Catedral de Benevento, a 10 de agosto de 1910.
Teve assim início sua vida sacerdotal que por causa de suas condições precárias de saúde, se passou primeiro em muitos conventos da província de Benevento. Esteve em vários conventos por motivo de saúde, assim, a partir de 4 setembro de 1916 chegou ao convento de San Giovanni Rotondo, sobre o Gargano, onde ficou até 23 de setembro de 1968, dia de seu pranteado falecimento.

Nesse longo tempo o Padre Pio iniciava seus dias despertando-se a noite, muito antes da aurora, se dedicava a oração e com grande fervor aproveitando a solidão e silêncio da noite.
Visitava diariamente por longas horas a Jesus Sacramentado, preparando-se à Santa Missa, e daí sempre tirou as forças necessárias, para seu grande trabalho com as almas, levando-as até Deus no Sacramento da Confissão. Atendia confissão por longas horas, até 14 horas diárias, e assim salvou muitas almas.

Um dos acontecimentos que marcou intensamente a vida do Padre Pio foi que se verificou na manhã do 20 de setembro de 1918, quando, rezando diante do Crucifixo do coro da velha e pequena igreja, o Padre Pio recebeu o maravilhoso presente dos estigmas.
Os estigmas ou as feridas foram visíveis e ficaram abertas, frescas e sangrentas, por meio século. Este fenômeno extraordinário tornou a chamar, sobre o Padre Pio a atenção dos médicos, dos estudiosos, dos jornalistas, enfim sobre toda a gente comum que, no período de muitas décadas foram a San Giovanni Rotondo para encontrar o santo frade.

Numa carta ao Padre Benedetto, datada de 22 de outubro de 1918, o Padre Pio narra a sua "crucifixão": O que posso dizer aos que me perguntam como é que aconteceu a minha crucifixão? Meu Deus! Que confusão e que humilhação eu tenho o dever de manifestar o que Tu tendes feito nessa mesquinha criatura!"

Foi na manhã do 20 do mês passado ( setembro ) no coro, depois da celebração da Santa Missa, quando fui surpreendido pelo descanso do espírito, pareceu um doce sonho. Toso os sentidos interiores e exteriores, além das mesmas faculdades da alma, se encontraram numa quietude indescritível. Em tudo isso houve um silêncio em torno de mim e dentro de mim; senti em seguida uma grande paz e um abandono na completa privação de tudo e uma disposição na mesma rotina.

Tudo aconteceu num instante. E em quanto isso se passava, eu vi na minha frente um misterioso personagem parecido com aquele que tinha visto na tarde de 5 de agosto. Este era diferente do primeiro, porque tinha as mãos, os pés e o peito emanando sangue.
A visão me aterrorizava, o que senti naquele instante em mim não sabia dizê-lo.
Senti-me desfalecer e morreria, se Deus não tivesse intervindo sustentar o meu coração, o qual sentia saltar-me do peito. A visão do personagem desapareceu e dei-me conta de que minhas mãos, pés e peito foram feridos e jorravam sangue.
Imaginais o suplício que experimentei então e que estou experimentando continuamente todos os dias. A ferida do coração, continuamente, sangra. Começa na quinta feira pela tarde até sábado.
Meu pai, eu morro de dor pelo suplício e confusão que experimento no mais íntimo da alma. Temo morre en sangue, se Deus não ouvir os gemidos do meu pobre coração, e ter piedade de retirar de mim está situação..."

Durante anos, de todas as partes do mundo, os fiéis foram a este sacerdote estigmatizado, para conseguir a sua potente intercessão junto a Deus. Cinqüenta anos passados na oração, na humildade, no sofrimento e no sacrifício, de onde para atuar seu amor, o Padre Pio realizou duas iniciativas em duas direções: uma vertical até Deus com a fundação dos "Grupos de ruego", hoje chamados "grupos de oração"e outra horizontal até os irmãos, com a construção de um moderno hospital: "Casa Alívio do Sofrimento".

Em setembro os 1.968 milhares de devotos e filhos espirituais do Padre Pio se reuniram em um congresso em San Giovanni Rotondo para comemorar o 50 aniversário dos estigmas e celebrar o quarto congresso internacional dos Grupos de Oração. Ninguém imaginou que às 2h30 da madrugada do dia 23 de setembro de 1968, seria o doloroso final da vida do Padre Pio de Pietrelcina. Deste maravilhoso frei, escolhido pro Deus para derramar a sua Divina Misericórdia de uma maneira especial.
Fonte: PadrePio

domingo, 31 de maio de 2009

PAPA BENTO XVI PREPARA-SE PARA VISITAR O TÚMULO DO PADRE PIO

Papa prepara sua peregrinação ao túmulo do Padre Pio
Visitará San Giovanni Rotondo em 21 de junho

ROMA,

- O programa da visita que Bento XVI realizará a San Giovanni Rotondo em 21 de junho para percorrer os lugares nos quais viveu o Pe. Pio de Pietrelcina já está definido. O anúncio foi realizado após a visita de uma delegação da prefeitura da Casa Pontifícia e de uma delegação da Guarda Vaticana.
A primeira delegação estava composta pelo prefeito e pelo regente, Dom James M. Harvey e Dom Paolo De Nicolo respectivamente, e pelo Pe. Leonardo Sapienza; e a segunda estava guiada pelo Dr. Domenico Giani.
Segundo informaram os Frades Menores Capuchinhos da província religiosa “Santo Ângelo e Padre Pio”, o Santo Padre sairá de helicóptero do Vaticano às 8h e aterrissará às 9h15 no campo esportivo “Antonio Massa” de San Giovanni Rotondo.
Depois chegará de papamóvel ao Santuário Santa Maria da Graça, às 9h35, percorrendo as principais ruas de San Giovanni Rotondo, acompanhado por Dom Domenico Umberto De Ambrosio, arcebispo Metropolitano de Lecce.
Na praça do Santuário, receberá a saudação do prefeito de San Giovanni Rotondo, Gennaro Giuliani.
No interior, será acolhido por Fr. Mauro Johri, ministro geral da ordem dos Frades Menores Capuchinhos, pelos Fr. Aldo Broccato, Carlo Laborde e Francesco Dileo e pela fraternidade dos Frades Menores Capuchinhos de San Giovanni Rotondo.
Após deter-se em adoração diante do Santíssimo Sacramento, o Santo Padre visitará a cela número 1 do convento, onde o Pe. Pio faleceu.
Depois descerá à cripta para rezar diante do corpo do santo. Na cripta, só a fraternidade dos Frades Menores Capuchinhos compartilhará esse momento com o Papa.
Bento XVI acenderá duas lâmpadas diante da urna, como símbolo das visitas apostólicas dos dois últimos pontífices.
Já na sacristia, o Papa se revestirá com os ornamentos litúrgicos e se dirigirá de papamóvel à praça da igreja de São Pio de Pietrelcina, atravessando a praça de Santa Maria da Graça.
Às 10h15, presidirá a solene concelebração eucarística, ao início da qual será saudado por Dom Ambrósio.
Ao finalizar a Missa, o Santo Padre rezará a oração mariana do Ângelus no mesmo lugar.
À tarde, às 16h45, o pontífice terá um encontro com os dirigentes, funcionários e pacientes do hospital “Casa Alívio do Sofrimento”.
Antes de seu discurso, receberá a saudação de Dom Ambrosio, presidente da Casa Alivio do Sofrimento, do diretor geral e de um enfermo.
Pouco depois, também de papa-móvel, ele se dirigirá à igreja de São Pio de Pietrelcina, onde, às 17h30, terá um encontro com sacerdotes, religiosos, religiosas e jovens.
Após o encontro, o Santo Padre voltará de papamóvel, seguindo o mesmo percurso da ida, ao estádio municipal “Antonio Massa”, de onde partirá de helicóptero às 18h15 para aterrissar no Vaticano às 19h30.
Para garantir um acesso ordenado ao lugar da celebração eucarística e dos encontros do Santo Padre, organizou-se um sistema de reservas com a emissão de convites gratuitos.
Para isso, ativou-se uma central telefônica com o número 0882 417300, onde se atenderão ligações das 9h às 12h e das 16h às 19h.
Também podem ser solicitados convites por fax, no número 0882 417377 e por correio eletrônico, no endereço visitapapa@santuariopadrepio.it
Aos que anunciarem sua presença, será dado um passe (que deverão mostrar no pára-brisa de seu carro) que lhes permitirá ter acesso de carro a uma área reservada da localidade Pozzo cavo.
Deste estacionamento sairá um serviço de transporte que levará os peregrinos ao Anfiteatro, de onde se pode chegar caminhando ao Santuário.
As pessoas que quiserem chegar à área da celebração e dos encontros poderão seguir um caminho bem assinalado.
Quem quiser participar da celebração eucarística poderá ter acesso ao recinto da igreja de 6h30 a 8h30.
A igreja Santa Maria da Graça, inclusive a cripta, e a igreja São Pio de Pietrelcina permanecerão fechadas desde a tarde de 20 de junho.
O Santuário e a cripta se reabrirão à visita dos fiéis imediatamente após a saída do Papa (por volta das 18h30).
Para ter acesso à cripta, serão habilitadas duas entradas: a porta norte, junto à via Padre Pio, e a entrada que há junto à porta da igreja antiga. Para esse dia não será necessária a reserva.
Os organizadores destacaram que ninguém está autorizado a pedir dinheiro (exceto pelos gastos eventuais de envio a cargo do destinatário), nem pelos convites nem pelo acesso de carro ou ônibus, que será gratuito.
Fonte: ZENIT.org
CONHEÇA A ORAÇÂO E A NOVENA DE PARE PIO

Clique em: Novena de Padre Pio


....................Oração de Padre Pio


A FAMÍLIA CATÓLICA

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

PADRE PIO: RELATO INÉDITO DA ESTIGMATIZAÇÃO

Relato inédito da estigmatização do Padre Pio
«Eu te associo à minha Paixão»: um dom de graça para a «saúde» dos irmãos
Por Mirko Testa

ROMA,
O Padre Pio de Pietrelcina recebeu em 1918 os estigmas de Jesus Crucificado, que em uma aparição o convidou a unir-se à sua Paixão para participar da salvação dos irmãos, em especial dos consagrados.
Este elemento particular foi conhecido graças à recente abertura dos arquivos do antigo Santo Ofício de 1939 (atual Congregação para a Doutrina da Fé), que custodiam as revelações secretas do frade sobre fatos e fenômenos nunca contados a ninguém.
Agora saíram à luz no livro «Padre Pio sotto inchiesta. L’autobiografia segreta» (Pe. Pio indagado. A auto-biografia secreta, N. do T.), com prólogo de Vittorio Messori, e preparado pelo sacerdote italiano Francesco Castelli, historiador para a causa de beatificação de Karol Wojtyla e professor de História da Igreja moderna e contemporânea no ISSR «R. Guardini», de Tarento (Itália).
Até hoje parecia, de fato, que o Padre Pio, por pudor ou talvez por considerar-se indigno dos extraordinários carismas recebidos, não teria revelado a ninguém o que aconteceu no dia de sua estigmatização.
Só existe um dado a respeito disso, que se encontra em uma carta enviada a seu diretor espiritual, o Pe. Benedetto de São Marco in Lamis, quando fala da aparição de um «misterioso personagem», mas sem deixar transluzir outros detalhes.
O livro, que oferece pela primeira vez o informe na íntegra, redigido por Dom Raffaello Carlo Rossi, bispo de Volterra e Visitador Apostólico enviado pelo Santo Ofício para «inquirir» em secreto o Padre Pio, declara finalmente que o santo de Gargano teve um colóquio com Jesus crucificado.
Dom Rossi foi o único representante de uma congregação vaticana encarregado de estudar os estigmas do Padre Pio. Ele se pronunciou favoravelmente, considerando que sua origem era divina, desmentindo ponto por ponto as hipóteses apresentadas pelo Pe. Agostino Gemelli, que definiu os estigmas como «fruto da sugestão».
Uma segunda fonte autobiográfica do Padre Pio, prestada sob juramento, foi acrescentada ao seu epistolário, oferecendo as chaves de leitura adequadas para conhecer a personalidade e a missão de «sacerdote associado à Paixão de Cristo» do frade com os estigmas.
Chamado a responder jurando sobre o Evangelho, pouco depois dos fenômenos místicos, o Padre Pio revelou pela primeira vez a identidade daquele que o estigmatizou.
Em 15 de junho de 1921, por volta das 17 horas, interrogado pelo bispo, o Padre Pio respondeu assim: «Em 20 de setembro de 1918, depois da celebração da Missa, ao entreter-me para fazer a ação de graças no Coro, em um momento fui assaltado por um grande tremor, depois voltei para a calma e vi NS (Nosso Senhor) com a postura de quem está na cruz».
«Não teria me impressionado se tivesse a Cruz, lamentando-se da falta de correspondência dos homens, especialmente dos consagrados a Ele e, por isso, mais favorecidos.»
«Assim – continua seu relato – se manifestava que ele sofria e que desejava associar as almas à sua Paixão. Convidava-me a compenetrar-me com suas dores e a meditá-las: ao mesmo tempo, a ocupar-me da saúde dos irmãos. Imediatamente me senti cheio de compaixão pelas dores do Senhor e lhe perguntava o que podia fazer.»
«Ouvi esta voz: ‘Eu te associo á minha Paixão’. E logo depois, desaparecida a visão, voltei a mim, recobrei a razão e vi estes sinais aqui, dos quais pingava sangue. Antes não tinha nada.»
O Padre Pio revela, portanto, que a estigmatização não foi resultado de um pedido seu, mas um convite do Senhor, que, lamentando-se da ingratidão dos homens, particularmente dos consagrados, tornava-o destinatário de uma missão, como cume de um caminho de preparação interior e mística.
Por outro lado, explica o autor do livro, «o tema da falta de correspondência dos homens, particularmente daqueles que haviam sido mais favorecidos por Deus, não é novo nas revelações privadas do capuchinho».
De fato, o Padre Pio relatou que em uma aparição, no dia 7 de abril de 1913, Jesus, com «uma grande expressão de desgosto no rosto», olhando para uma multidão de sacerdotes, disse-lhe: «Eu estarei em agonia até o fim do mundo, por causa das almas mais beneficiadas por mim».
Entrevistado pela ZENIT, Francesco Castelli afirma que «há um aspecto decisivo no fato de que não haveria um pedido dos estigmas por parte do Padre Pio. Isso nos dá a entender a liberdade e a humildade do capuchinho, que não mostrava absolutamente nenhum interesse em mostrar as feridas».
«A humildade do Padre Pio se transluz também em sua reação, ao recobrar os sentidos: os sinais da Paixão marcados em sua carne – sublinha o historiador –. Uma vez concluída a cena mística, ele não fala dela. Não faz nenhum comentário.»
Das conversas, de sua correspondência, das testemunhas interrogadas por Dom Rossi e inclusive de seu informe se desprende o fato de que o Padre Pio sentia desgosto pelos sinais da Paixão, que tentava escondê-los e que sofria por ter de mostrá-los pelos contínuos pedidos do visitador apostólico.
A ferida do lado e a sexta chaga do patibulum crucis
O livro refere também as conclusões de Dom Rossi aos reconhecimentos realizados sobre os estigmas do Padre Pio, efetuados pessoalmente por ele, dos quais se tinha notícia só em parte, e que oferecem grandes novidades, especialmente no que diz respeito à morfologia da ferida do lado e a suposta sexta chaga das costas.
Em seu informe, o visitador revela que as feridas do Padre Pio não se fechavam, não cicatrizavam. Permaneciam inexplicavelmente abertas e sangrando, apesar de o frade ter deixado de untá-las com tintura de iodo para tentar conter o sangue.
«A descrição de Dom Rossi sobre o estigma do lado – afirma Castelli à Zenit – é decididamente diferente das daqueles que o precederam e dos que o seguiram. Não lhe é apresentado como uma cruz inclinada ou inclusive obliqua, mas como uma ‘mancha triangular’ e, portanto, de contornos definidos.»
Na ata do exame, o bispo de Volterra, contrariamente ao que revelam outros médicos, sustenta que «não há aberturas, cortes ou feridas» e que em tal caso «se pode supor legitimamente que o sangue saia por exsudação», ou seja – explica Castelli – que se tratava de «material sanguíneo que saiu por uma forma de hiper-permeabilidade das paredes dos vasos».
«Isso testifica a favor de sua autenticidade – explica o historiador –, porque o ácido fênico, que segundo alguns teria sido utilizado pelo Padre Pio para produzir as chagas, uma vez aplicado, acaba por consumir os tecidos, inflamando as áreas circundantes.»
«É difícil pensar que o Padre Pio tivesse estado em grau de produzir-se estas feridas durante 60 anos e de forma constante», comenta Castelli.
«Aas chagas se desprendia também um perfume intenso de violeta ao lugar do odor fétido causado pelos processos degenerativos, pelas necroses dos tecidos, ou pela presença de infecções.»
Outro elemento digno de menção é o fato de que o Pe. Pio ter confessado abertamente não ter outros sinais visíveis da Paixão fora dos das mãos, dos pés e do lado, excluindo a existência de uma chaga à altura do ombro onde Jesus levava a cruz, da qual fala uma oração atribuída a São Bernardo.
Antes de então, no entanto, haviam surgido hipóteses sobre sua existência, especialmente sobre a base das revelações a respeito disso do cardeal Andrzej Maria Deskur, que em uma entrevista havia falado sobre um encontro, em São Giovanni Rotondo, em abril de 1948, entre o então sacerdote Karol Wojtyla e o frade estigmatizado.
Segundo Castelli, «esta revela fixa agora em 1921 o limite antes do qual não se pode subir ao atribuir ao Padre Pio a existência de qualquer outro sinal da Paixão».
Fonte: ZENIT.org

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

SAN GIOVANNI ROTONDO: FRADES CAPUCHINOS FELIZES PELA VISITA DE BENTO XVI EM 2009

CAPUCHINHOS GRATOS PELA VISITA DO PAPA EM 2009
San Giovanni Rotondo,

- Os frades menores da ordem dos Capuchinhos expressaram sua gratidão após a notícia de que o papa Bento XVI participará, em 23 de setembro do próximo ano, das celebrações em homenagem a Padre Pio. Segundo o porta-voz provincial dos frades menores de Sant’Angelo e Padre Pio, frade Antonio Belpiede, a visita do Pontífice a San Giovanni Rotondo será um “evento histórico”. A viagem apostólica do Santo Padre foi confirmada pelo secretário de Estado do Vaticano, o cardeal Tarcísio Bertone, nessa terça-feira. “Depois de João Paulo II”, explicou o frade Belpiede, “também Bento XVI virá para sentirmos a presença de Pedro no lugar em que o humilde capuchinho foi agraciado, durante meio século, por um dom visível em seu próprio corpo”, afirmou o porta-voz dos frades menores, referindo-se aos estigmas de Padre Pio.Para o frade Belpiede, a preparação da cidade para receber o Pontífice será maior do que aquela feita todos os anos, em setembro, para a chegada de milhares de peregrinos. Mas o trabalho, segundo ele, será compensador. “Francisco de Assis e Padre Pio receberão com alegria o Santo Padre, , disse o porta-voz dos frades menores. (MO)
Fonte: RV

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

PADRE PIO EXPLICA A MISSA


A Missa explicada por Padre Pio



“Padre Pio era o modelo de cada padre… Não se podia assistir “à sua Missa”, sem que nos tornássemos, quase sem perceber, “participantes” desse drama que se vivia a cada manhã sobre o altar. Crucificado com o Crucificado, o Padre revivia a paixão de Jesus com grande dor, da qual fui testemunha privilegiada, pois lhe ajudava, na missa. Ele nos ensinava que nossa Salvação só se poderia obter se, em primeiro lugar, a cruz fosse plantada na nossa vida. Dizia: “Creio que a Santíssima Eucaristia é o grande meio para aspirar à Santa Perfeição, mas é preciso recebê-La com o desejo e o engajamento de arrancar, do próprio coração, tudo o que desagrada Àquele que queremos ter em nós”.(27 de julho 1917). Pouco depois da minha ordenação sacerdotal, explicou-me ele que, durante a celebração da Eucaristia, era preciso colocar em paralelo a cronologia da Missa e a da Paixão. Trata-se, antes de tudo, de compreender e de realizar que o Padre no altar É Jesus Cristo. Desde então, Jesus, em seu Padre, revive indefinidamente a mesma Paixão. Do sinal da cruz inicial até o Ofertório, é preciso ir encontrar Jesus no Getsemani, é preciso seguir Jesus na Sua agonia, sofrendo diante deste “mar de lama” do pecado. È preciso unir-se a Jesus em sua dor de ver que a Palavra do Pai, que Ele veio nos trazer, não é recebida pelos homens, nem bem, nem mal. E, a partir desta visão, é preciso escutar as leituras da Missa como sendo dirigidas a nós, pessoalmente. O Ofertório: É a prisão, chegou a hora… O Prefácio: É o canto de louvor e de agradecimento que Jesus dirige ao Pai, e que Lhe permitiu, enfim, chegar a esta “Hora”. Desde o início da oração Eucarística até a Consagração : Nós nos unimos (rapidamente!…) a Jesus em Seu aprisionamento, em Sua atroz flagelação, na Sua coroação de espinhos e Seu caminhar com a cruz nas costas, pelas ruelas de Jerusalém e, no “Memento”, olhando todos os presentes e aqueles pelos quais rezamos especialmente. A Consagração nos dá o Corpo entregue agora, o Sangue derramado agora. Misticamente, é a própria crucifixão do Senhor. E é por isso que Padre Pio sofria atrozmente neste momento da Missa. Nós nos uníamos em seguida a Jesus na cruz, oferecendo ao Pai, desde esse instante, o Sacrifício Redentor. Este é o sentido da oração litúrgica que segue imediatamente à consagração. “Por Cristo com Cristo e em Cristo” corresponde ao grito de Jesus: “Pai, nas Tuas Mãos entrego o Meu Espírito!” Desde então, o sacrifício é consumado pelo Cristo e aceito pelo Pai. Daqui por diante, os homens não mais estão separados de Deus e se encontram de novo unidos. É a razão pela qual, nesse instante, recita-se a oração de todos os filhos: “Pai Nosso…”. A fração da hóstia indica a Morte de Jesus… A Intinção, instante em que o Padre, tendo partido a hóstia (símbolo da morte…), deixa cair uma parcela do Corpo de Cristo no cálice do Precioso Sangue, marca o momento da Ressurreição, pois o Corpo e o Sangue estão de novo reunidos e é ao Cristo Vivo que vamos comungar. A Benção do Padre marca os fiéis com a cruz, ao mesmo tempo como um extraordinário distintivo e como um escudo protetor contra os assaltos do Maligno… Depois de ter escutado uma tal explicação dos lábios do próprio Padre e sabendo bem que ele vivia dolorosamente tudo aquilo, compreende-se que me tenha pedido segui-lo neste caminho… o que eu fazia cada dia… E com que alegria! Pe Jean Derobert.
Palavras do padre Pio

Jesus me consolou.
Em 18 de abril de 1912, depois de uma luta terrível contra o inferno, a consolação do Senhor me veio depois da Missa: “Ao final da missa, conversei com Jesus para a ação de graças. Oh quanto foi suave o colóquio mantido com o paraíso nessa manhã!… O coração de Jesus e o meu se fundiram. Não eram mais dois que batiam, mas um só. Meu coração tinha desaparecido como uma gota de água se dissolve no mar… - Padre Pio chorava de alegria.- Quando o paraíso invade um coração, esse coração aflito, exilado, fraco e mortal não pode suporta-lo sem chorar…”. Ao Pe Agostinho, 18/04/1912, em “Padre Pio, Transparent de Dieu”, J.Derobert.
Confidências a seus filhos espirituais “Minha missa é uma mistura sagrada com a Paixão de Jesus. Minha responsabilidade é única no mundo”, disse ele chorando. “Na Paixão de Jesus, encontrarão também a minha”. “Não desejo o sofrimento por ele mesmo, não; mas pelos frutos que me dá. Ele dá glória a Deus e salva meus irmãos, que mais posso desejar?”. “A que momento do Divino Sacrifício mais sofreis?”. - Da consagração à comunhão.” “Durante o ofertório?. - É neste momento que a alma é separada das coisas profanas.” “A consagração?”. - É verdadeiramente aí que advém uma nova admirável destruição e criação.” “A Comunhão? Na comunhão, sofreis a morte? - Misticamente, sim. - Por veemência de amor ou de dor? - Por uma e outra: mas mais por amor.” “Sofreis toda e sempre a Paixão de Jesus?”. - Sim, por Sua bondade e Sua condescendência, tanto quanto é possível a uma criatura humana. - E como podeis trabalhar com tanta dor? - Encontro o meu repouso sobre a cruz.” “Como nós devemos ouvir a Santa Missa?”. - Como a assistiam a Santa Virgem Maria e as Santas mulheres. Como São João assistiu ao Sacrifício Eucarístico e ao Sacrificio sangrento da cruz “”. Pe. Tarcísio, Congresso de Udine, 1972.

Fonte: Site COT - Igreja Online

terça-feira, 23 de setembro de 2008

BENTO XVI ESTARÁ PRESENTE EM SAN GIOVANNI ROTONDO NO PRÓXIMO ANO

PAPA PARTICIPARÁ DAS HOMENAGENS A PADRE PIO EM 2009


San Giovanni Rotondo, 23 set (RV)
- O secretário de Estado do Vaticano, cardeal Tarcísio Bertone, anunciou que o papa Bento XVI participará das comemorações em homenagem a Padre Pio, no próximo ano, na cidade italiana de San Giovanni Rotondo. A confirmação foi feita nessa manhã por Dom Tarcísio, antes de presidir a missa solene em homenagem ao santo.Mais de 10 mil fiéis participam hoje das celebrações em torno dos 40 anos da morte e dos 90 do aparecimento dos estigmas em São Padre Pio. As comemorações começaram na noite de ontem, com uma vigília na igreja que leva o nome do santo. Durante a oração, o ministro geral da ordem dos frades menores capuchinhos, frei Mauro Johri, desceu à cripta do santuário e incensou o sepulcro. (MO)
Fonte: RV

domingo, 21 de setembro de 2008

AS CHAGAS DE SÃO FRANCISCO - 5ª PARTE

• PADRE PIO, O CASO MAIS RECENTE DE UM ESTIGMATIZADO



Francesco Forgione (1887-1968), o Padre Pio de Pietrelcina, era religioso capuchinho que, por receber os sinais da crucificação de Jesus (as feridas nas mãos, nos pés e no tórax), ficou conhecido como "O Estigmatizado de Gargano" (região onde vivia na Itália).Os estigmas de Pe. Pio começaram no dia 20 de setembro de 1918 e duraram até 23 de setembro de 1968. Segundo o novo santo da Igreja, canonizado este ano pelo Papa João Paulo II, estava no Coro da Igreja, depois de celebrar a Santa Missa, quando foi surpreendido com os estigmas Seu grito lancinante atravessou a nave da igreja, onde se encontravam alguns de seus confrades em oração. Neste período de calvário de Pe. Pio, vários laudos médicos foram feitos e todos não conseguiram classificar os estigmas dentro da clínica médica.Acompanhe este relatório do Dr. Romanelli, que o examinou por cinco vezes em quinze meses."Padre Pio tem um corte profundo, paralelo às costelas, no quinto espaço intercostal de seu lado esquerdo, medindo de 7 a 8 cm de comprimento. Na lesão das mãos, há grande abundância de sangue arterial. Contudo não se verifica inflamação alguma nas bordas da ferida, mas tornou-se uma zona de grande sensibilidade ao menor toque. A ferida das mãos apresenta-se recoberta por uma membrana de um vermelho escuro, mas também não se verifica inflamação, nem edema. Quando pressionei com meus próprios dedos a palma e o dorso das mãos, tive a impressão de haver um espaço vazio. Pressionando as feridas desta forma (na palma e no dorso da mão), não se pode saber se elas se comunicam, pois uma pressão mais forte causa uma dor lancinante. No entanto, repetindo várias vezes a experiência, pela manhã e à tarde, cheguei à mesma conclusão. A lesão dos pés tem as mesmas características da lesão das mãos, mas devido à pele dos pés ser mais espessa, fica difícil de repetir a experiência das mãos.Examinei Padre Pio cinco vezes, num período de quinze meses. Embora tenha notado certas modificações nos ferimentos, não me foi possível diagnosticar ou mesmo classificar suas lesões, segundo as cânones da clínica médica.
Fonte: Franciscanos
São Pio de Pietrelcina - chagas
*****
Amanhã, dia 22, publicaremos • O MONTE ALVERNE
A FAMÍLIA CATÓLICA

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

MEU SOFRIMENTO: "QUE TOME SUA CRUZ E ME SIGA"


«Que tome sua cruz e me siga»

Ao longo de sua vida, Cristo não te pede para levar com ele toda a sua pesada cruz, mas somente uma pequena parte, aceitando seus sofrimentos.

Não há nada que temer. Muito pelo contrario, tente ficar feliz por ter sido julgado digno fazer parte nos sofrimentos do Homem-Deus.

Por parte do Senhor, não se trata de um abandono, nem mesmo de um castigo, muito pelo contrario, é um testemunho de Seu amor, de um enorme amor para contigo.

Deve dar graças ao Senhor e resignar-te a beber o Cálice do Getsemani.

Às vezes o Senhor faz você sentir o peso da Cruz, este peso te parece insuportável e, sem duvidas, o levas porque o Senhor, rico em amor e misericórdia, te estende às mãos e te fornece a força necessária.

O Senhor, ante a falta de compaixão dos homens, necessita de pessoas que sofram com ele.

É por esta razão, que o leva pelos caminhos dolorosos dos que me falas em tua carta.

Assim posto, que o Senhor seja sempre bendito, porque seu amor traz suavidade em meio da amargura, ele troca o seu sofrimento passageiro desta vida pelos seus méritos para a eternidade.
São [Padre] Pío de Pietrelcina (1887-1968), capuchino FSP, 119; Ep 3, 441; CE, 21; Ep 3, 413

De: A FAMÍLIA CATÓLICA, para os que sofrem