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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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domingo, 31 de janeiro de 2010

NÃO SEPARAR CARIDADE E JUSTIÇA NOS PROCESSOS DE NULIDADE MATRIMONIAL

PAPA EXORTA ROTA ROMANA A "NÃO SEPARAR CARIDADE E JUSTIÇA NOS PROCESSOS DE NULIDADE MATRIMONIAL"

Cidade do Vaticano,

- Sentenciar a nulidade de um matrimônio sem respeitar a objetividade do Sacramento, apenas para a satisfação subjetiva dos solicitantes que se encontram numa posição de irregularidade, significa instrumentalizar a verdade e a justiça e manifestar um equivocado sentido de caridade.
Com clareza, Bento XVI dirigiu-se em audiência aos membros do Tribunal da Rota Romana, recebidos na Sala Clementina, no Vaticano, para o início do Ano judiciário.
O Santo Padre afirmou que solicitude e tempestividade jamais devem ser entendidos em detrimento da "indissolubilidade" do vínculo matrimonial.O pontífice ressaltou que o matrimônio "goza do favor do direito":"Portanto, em caso de dúvida, ele deve ser considerado válido até que se prove o contrário.
Do contrário, corre-se o risco de permanecer sem um ponto de referência objetivo para os pronunciamentos acerca da nulidade, transformando toda dificuldade conjugal num sintoma de falta de vivência de uma união cujo núcleo essencial de justiça - o vínculo indissolúvel – é, de fato, negado."Bento XVI expôs a sua reflexão sobre a relação justiça, caridade e verdade, chamando em causa algumas das afirmações mais pertinentes contidas em sua encíclica Caritas in veritate. É necessário levar em consideração - observou – a difusa e radicada tendência, embora nem sempre manifesta, que leva a contrapor a justiça à caridade, quase como se uma excluísse a outra:"Nesta linha, referindo-se mais especificadamente à vida da Igreja, alguns consideram que a caridade pastoral poderia justificar todo passo rumo à declaração da nulidade do vínculo matrimonial para ir ao encontro das pessoas que se apresentam em situação matrimonial irregular. A própria verdade, embora invocada em palavras, tenderia assim a ser vista numa ótica instrumental, que se adaptaria em cada situação às diversas exigências que se apresentam.
"O pontífice estigmatizou que esse modo errado de proceder subjaz naquela mentalidade – presente, ressaltou, também dentro da Igreja – que por vezes subestima o Direito Canônico "como se ele – observou – fosse um mero instrumento técnico a serviço de qualquer interesse subjetivo, não fundado na verdade". Vice-versa, somente se a justiça e a verdade sobre o matrimônio cristão são corretamente entendidos, é possível compreender o lugar que cabe à caridade no juízo.
Bento XVI reiterou que a ação de quem administra a justiça "não pode prescindir da caridade", a partir daquela "devida tempestividade" à qual exorta o artigo 72 da Instrução Dignitas Connubii, segundo o qual "salva a justiça", todas as causas devem se prolongar por "não mais de um ano no tribunal de primeira instância", e por "não mais de seis meses" no tribunal de segunda instância. Ademais – observou ainda o papa – não se deve deixar de lado o esforço para instaurar entre as partes um clima de disponibilidade humana e cristã, fundada na busca da verdade. (RL)

Fonte: RV

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

PRESENTE DE NATAL

PRESENTE DE NATAL
Cidade do Vaticano,

- Temos o hábito de trocar presentes por ocasião do Natal ou apenas dar ou só receber, o fato é que o dom ou presente circula em nosso ambiente.
Vamos refletir sobre isso:Jesus é o grande presente de Deus para nós, aliás ele é o “Emanuel”, Deus Conosco, Deus Presente! Vemos aí a etimologia da palavra presente, isto é, estar ao lado contemporaneamente.
Mas presente é também um dom, um regalo, simbolizando que a pessoa não pode estar contemporaneamente, mas enviou uma dádiva que o simbolizasse.
No caso de Jesus, ele é o presente de Deus para nós que revela o Pai em sua plenitude, no sentido de que é um dom e, ao mesmo tempo, traduz a misericórdia de Deus.
Quando no Natal fazemos o "presente” circular, estamos sinalizando que o Dom de Deus, o próprio Deus está presente em nosso meio, nos é contemporâneo.
Por isso não importa o valor econômico do agrado, mas importa, acima de tudo, seu significado. Por outro lado, não podemos perverter o sentido do “dom”, ao fazê-lo com intenção de suborno, de corromper quem irá recebê-lo e nem fazê-lo com algo ofensivo.
De fato isso seria a perversão do gesto.Tratando-se de um dom material, posso escolher algo de que alguém esteja precisando ou simplesmente que lhe seja útil, ou apenas algo simbólico, mas que traduza fielmente minha intenção.
Se é algo imaterial, que traduza então a bondade e a generosidade de Deus e que de fato me comprometa junto a Deus e à pessoa agraciada.
Falando em agraciada, agraciado, somos todos agraciados por Deus. Recebemos o dom da vida, da fé, de uma família, da saúde, da profissão, dos amigos, os dons da inteligência, da criatividade, enfim, o dom que é o próprio Deus.
Que graça pedirei a Ele neste Natal? Certamente a graça deque sinto mais precisar para ser feliz, que é a graça de estar em paz com Ele, o Príncipe da Paz, de estar em paz com os meus irmãos, de estar em paz com minha consciência.
A paz do dever cumprido não por obrigação, mas por amor.
A Paz de perdoar seja quem for e por qualquer que tenha sido o motivo.
A graça de sentir-me filho e irmão. Então mais uma vez será Natal, porque Deus se fez Presente em minha vida e na dos meus circunstantes.
Mas, certamente, se sou cristão, devo assemelhar-me ao Cristo e, como ele, ser um presente para meus irmãos.
Isso significa que deverei oferecer-me como dom, como presente de Deus para os outros, presente nos dois sentidos, como regalo e como presença do Senhor.
O ato de escutar as pessoas, de ir ao encontro delas, de acolhê-las como são, com seus defeitos e limitações, de gastar com elas o tempo precioso que não volta, isso é ser presença de Deus na vida delas e na de quem proporcionou a escuta, é torná-lo presente! (CAS)

Fonte: RV

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

O GRITO DOS EXCLUÍDOS

DOM STRINGHINI CONVOCA PARA GRITO DOS EXCLUÍDOS

São Paulo,


- O Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz, Dom Pedro Luiz Stringhini, enviou uma carta de apoio ao 15º Grito dos Excluídos 2009.
O Grito dos Excluídos se realiza anualmente em várias cidades brasileiras: é uma grande manifestação popular para denunciar as situações de exclusão social e assinalar as possíveis saídas e alternativas.
Na carta, o bispo auxiliar de São Paulo convoca comunidades, Igrejas, escolas, universidades e organizações sociais, para as diversas atividades nacionais do Grito dos Excluídos, que se realiza em localidades de todos os estados do país na semana que antecede o dia 7 de setembro.
Em seus 15 anos de existência, o Grito dos Excluídos vem se afirmando como a mais importante mobilização popular em vista da construção de um projeto popular para o Brasil.
A edição deste ano tem como tema “Vida em primeiro lugar,a força da transformação está na organização popular”.
A intenção é anunciar, em diferentes manifestações populares, os sinais de esperança, através da unidade, da organização e da luta popular, e ao mesmo tempo, denunciar todas as formas de injustiça que causam em nosso país a destruição e a precarização da vida do povo e do planeta. Em Aparecida/SP, simultaneamente ao grito, no dia 07 de setembro se realiza a 22ª Romaria dos Trabalhadores, que neste ano tem como lema: “A sabedoria dos pobres derrota as armas dos poderosos”.
Dom Luis Stringhini explica que o Grito visa também: lutar contra as formas de exclusão e as causas que levam o povo a viver em condições de vida precárias e, muitas vezes, sem perspectiva de futuro; denunciar a política econômica que privilegia o capital financeiro em detrimento dos direitos sociais básicos; construir alternativas que tragam esperança aos excluídos e perspectivas de vida para as comunidades locais; promover a pluralidade e igualdade de direitos, bem como o respeito nas relações de gênero, raça e etnia; multiplicar assembléias populares para discutir a organização social a partir do Município, fortalecendo o poder popular. Diante de situações de exclusão, Jesus defende os direitos dos fracos e o direito a uma vida digna para todo o ser humano. O compromisso com esta causa nos compromete no esforço de superação da exclusão em nosso país, participando da construção de uma sociedade justa e solidária.
A carta de Dom Pedro Luiz Stringhini está publicada na íntegra no site da CNBB. (CM)


Fonte: RV

domingo, 7 de setembro de 2008

MISSIONÁRIAS DE MADRE TERESA SÃO AGREDIDAS


MISSIONÁRIAS DA CARIDADE, DE MADRE TERESA, AGREDIDAS POR RADICAIS HINDUÍSTAS

Ativistas de Bajrang Dal

Nova Délhi,
– As Missionárias da Caridade, de Madre Teresa, estão de novo na mira dos fundamentalistas.
Nesta sexta-feira - aniversário da morte de sua fundadora - quatro missionárias foram agredidas por cerca de 20 ativistas do Bajrang Dal, na estação ferroviária de Durgh, em Chhattisgarh, estado central do país.
Os radicais hinduístas obrigaram as religiosas a descerem do trem, e as entregaram aos policiais, enquanto entoavam slogans anticristãos.
Os fundamentalistas acusam as missionárias de "seqüestro e conversão forçada" de quatro crianças, que as religiosas estavam conduzindo de sua casa de Raipur ao centro "Charity Shishu Bhava", de Bhopal.
Os hinduístas seguiram as religiosas até a estação de polícia, insultando-as e cantando hinos contra os cristãos.
Dura a tomada de posição da Igreja Católica indiana que, através do presidente do Episcopado, denuncia o clima de hostilidade e terror contra os cristãos. "Estou chocado - disse o Cardeal Osvald Gracias - com as contínuas e infundadas acusações de conversão lançadas contra as Missionárias da Caridade." (AF)
Fonte: RV

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

IGREJA RESPONDERÁ À VIOLÊNCIA COM A CARIDADE

ÍNDIA: CARD. TAURAN DIZ QUE IGREJA RESPONDERÁ À VIOLÊNCIA COM A CARIDADE

Cidade do Vaticano,
– A Santa Sé tem a intenção de responder às violências anticristãs na Índia, com "a arma da caridade".
É o que afirma o presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, Cardeal Jean-Louis Tauran, na edição desta quarta-feira, do "L'Osservatore Romano".
"Não se pode negar _ explica o cardeal _ que os católicos estejam na mira dos fanáticos. E isso ocorre porque construímos escolas e orfanatos.
Acusam-nos de proselitismo porque, de vez em quando, alguém se converte. Mas nós defendemos apenas a possibilidade de cumprir nosso dever de cristãos: ajudar os pobres e aqueles que passam graves necessidades."
"Os fanáticos que nos atacam _ argumenta o Cardeal Tauran _ são aqueles que querem a Índia com uma só religião: o Hinduísmo.
Obviamente, não podemos aceitar essa pretensão. Por isso responderemos à violência.
E o faremos com a arma da caridade, combatendo as discriminações e instruindo as crianças, para dar a elas um futuro."
"A Nunciatura Apostólica assim como o Episcopado do país _ reafirma o cardeal _ estão empenhados em fazer compreender que queremos apenas ajudar os mais humildes que, num sistema de castas, são os deserdados da sorte."
"Tenho muito orgulho dos católicos da Índia _ declara o Cardeal Tauran _ porque convictos de sua opção, de viver em meio aos demais cidadãos e testemunhar o amor de Cristo pelos mais pobres, ainda que à custa da própria vida." (AF)
Fonte: RV