............ - Eucaristia, Devoção a Maria e Fidelidade ao Papa – ............
Seguidores
NOSSA SENHORA DE FÁTIMA
Esteja ao lado de Nossa Senhora de Fátima como nunca pode imaginar.
Visite a Capela das Aparições, ON LINE.
Participe das orações, do terço e das missas diárias.
Clique na imagem de Nossa Senhora e estará em frente à Capelinha do Santuário de Fátima.
CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA
Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la! http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com
Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris
Clique sobre a foto para a visita guiada em 15 etapas
sábado, 13 de fevereiro de 2016
A IMPORTANCIADO ENCONTRO, FRANCISCO E KIRILL
O abraço entre Francisco e Kirill: unidade faz-se caminhando
Abraço entre o Papa Francisco e o Patriarca Kirill - AP
13/02/2016 09:50
Histórico acontecimento nesta sexta-feira, dia 12 de fevereiro: o Papa Francisco encontrou o Patriarca de Moscovo Kirill em Cuba no Aeroporto José Marti em Havana.
“Somos irmãos é muito claro que esta é a vontade de Deus” – disse o Papa Francisco num caloroso abraço ao Patriarca Kirill que afirmou: “Mesmo que as nossas dificuldades não estão resolvidas há a possibilidade de encontrarmo-nos e isto é belo”.
No encontro em privado foram trocadas lembranças significativas: o Papa ofereceu um relicário com uma relíquia de S. Cirilo e um cálice; o Patriarca fez a oferta de uma imagem da Nossa Senhora de Kazan.
Depois foi assinada uma declaração conjunta que aborda âmbitos de colaboração e de diálogo com um particular enfoque para a situação dos cristãos no Médio Oriente.
“O nosso olhar dirige-se, em primeiro lugar, para as regiões do mundo onde os cristãos são vítimas de perseguição. Em muitos países do Médio Oriente e do Norte de África, os nossos irmãos e irmãs em Cristo veem exterminadas as suas famílias, aldeias e cidades inteiras”, pode ler-se no texto da declaração conjunta.
Francisco e Kirill no texto da declaração exortam a comunidade internacional à união para porem termo “à violência e ao terrorismo”. Apelam para a paz, para a “ajuda humanitária” aos refugiados e referem o martírio dos cristãos.
Após a assinatura da declaração conjunta o Papa Francisco e o Patriarca Kirill proferiram breves declarações:
“Temos o mesmo Batismo, somos bispos. Falamos das nossas Igrejas e concordamos que a unidade se faz a caminhar” – afirmou o Papa Francisco que sublinhou ter sentido a “consolação do Espírito” no diálogo com o Patriarca Kirill.
Francisco agradeceu a “humildade fraterna” do patriarca russo e os seus “bons desejos de unidade”.
O Patriarca Kirill, por sua vez, ressaltou nas suas declarações a abertura do encontro com o Papa e as preocupações com o “futuro do Cristianismo”.
Kirill sublinhou ainda que as duas Igrejas podem “cooperar” trabalhando para o respeito da vida humana.
Recordemos que ortodoxos e católicos encontram-se divididos desde o Cisma de 1054 e procuram agora com este encontro dar um histórico passo, preparado há muito tempo, que possa abrir caminhos de unidade.
Após as saudações entre as duas comitivas o Papa Francisco partiu em direção ao México em Viagem Apostólica.
Fonte RV
PAPA FRANCISCO NO MÉXICO
Papa já está no México: confio esta viagem à Virgem Maria
Papa Francisco no México - ANSA
13/02/2016 10:04
O Papa Francisco já está no México para a sua 12ª Viagem Apostólica. Chegou pelas 19.30h locais, 02.30h em Roma.
A receber o Santo Padre estava o Presidente Enrique Peña Nieto, a primeira-dama Angélica Rivera e as autoridades civis e religiosas do país.
O Papa foi acolhido por um pequeno espetáculo de luz, som e danças tradicionais especialmente criado para o momento. Milhares de pessoas saudaram o Santo Padre em duas bancadas criadas para as boas-vindas ao Papa.
Do aeroporto Benito Juarez o Papa Francisco prosseguiu para a Nunciatura Apostólica da Cidade do México que será a residência pontifícia durantes os próximos dias. Ao longo da estrada foram milhares os mexicanos a saudarem o Santo Padre.
Esta 12ª Viagem Apostólica do pontificado de Francisco terá passagens pela Cidade do México, Ecatepec, Tuxtla Gutiérrez e San Cristóbal de Las Casas (Chiapas), Morelia e Ciudad Juárez. Os católicos no México são mais de 100 milhões. O país está dividido em 93 dioceses e arquidioceses.
Num tweet lançado neste dia 12 o Papa escreve que “no México olharei para os olhos da Virgem Maria e suplicarei para continuar a olhar-nos com Misericórdia. A Ela confio a minha viagem.”
O programa para este dia 13 de fevereiro é o seguinte:
Já daqui a pouco, neste início de tarde em Roma e manhã no México, o Santo Padre será recebido pelo Presidente Enrique Peña Nieto no Palácio Nacional. Segue-se o encontro com as autoridades, a sociedade civil mexicana e o Corpo Diplomático.
No final da manhã no México, final da tarde em Roma o encontro com os bispos do país na Catedral da Cidade do México.
Para a tarde, já bem na madrugada romana, está agendada a Santa Missa presidida pelo Papa Francisco na Basílica de Guadalupe.
Entretanto, o enviado especial da RV ao México, Silvonei José, informa-nos do ambiente que espera o Papa Francisco naquele país:
“Um povo que tem como Mãe Nossa Senhora de Guadalupe, cuja casa é chamada carinhosamente pelos seus devotos “pequeno Vaticano”, receberá o sucessor de Pedro com alegria e esperança. Os mexicanos trabalharam muito para receber Bergoglio: todos, nos disse o Arcebispo de Cidade do México, Cardeal Norberto Rivera.
Não são muitos os outdoors espalhados pela cidade a dar as boas-vindas ao Papa. Lemos uns e outros de empresas que ajudam financeiramente a visita, mas o sentimento entre os fiéis mexicanos é de uma alegria que cativa você. Falam do amor que eles tem por Nossa Senhora de Guadalupe e pela alegria do Papa vir visitar a Mãe: “visitando a Mãe, estará visitando todos nós”, afirmam.
O serviço de segurança do Papa em Cidade do México vê envolvido cerca de 20 mil policiais que cuidarão de todo o trajeto que o Papa fará pelas ruas da capital mexicana. Serão 208 quilômetros em carro aberto somente na capital mexicana durante as suas transferências. A área da Nunciatura Apostólica, que será a residência do Papa nestes dias, está completamente blindada. Medidas de segurança também elevadas ao redor da Basílica de Guadalupe e da Catedral da cidade. Os voluntários na cidade serão mais de 30 mil.
A imprensa local – jornais, rádios e televisões – está dando grande atenção à visita de Bergoglio que vem confirmar na fé os habitantes de um dos países mais católicos do mundo. Transmissões televisivas explicam a mobilidade na cidade e as alternativas às ruas que serão fechadas. Outras transmissões falam do grande valor que tem a visita de Francisco, seja para os católicos como para as pessoas de outras religiões, pois o Papa vem para encontrar a todos.
Já a presidência do país disse que a visita do Papa permitirá um diálogo aberto entre o Presidente Enrique Peña e o Santo Padre para fortalecer ainda mais a relação entre os dois Estados.
Apesar da visita do Papa Francisco ser pastoral o governo mexicano reconheceu que a mesma será oficial e Bergoglio será recebido como chefe de Estado.
Outro aspecto que os jornais destacam sobre a visita é que a presença de Bergoglio no país durante seis dias irá gerar um derrame de dinheiro na capital em torno de 870 milhões de pesos e cerca de 2 bilhões e 500 milhões em todo o território nacional. O presidente dos empresários turísticos de Cidade do México destacou que é a demonstração que o turismo religioso possa se tornar uma coluna do desenvolvimento do país. O México tem tudo o que é preciso para se tornar uma potência mundial neste âmbito com mais de 200 santuários localizados em todo o território. O Papa nos seis dias de permanência no país deverá ser visto por mais de 2 milhões de pessoas, tanto nos atos e celebrações públicas como pelas ruas por onde irá passar.
Entretanto, a chegada do Papa foi precedida por um episódio de morte que envolveu dois cartéis de drogas rivais em uma prisão em Monterrey: o saldo é de 49 mortos e 12 feridos.
O incidente foi um dos piores de uma série de rebeliões mortíferas nos últimos anos nas prisões superlotadas do México, que muitas vezes abrigam membros de gangues de narcotraficantes adversárias.
Francisco irá visitar uma prisão no norte do país no último dia de sua visita ao México, dia 17.
Para cobrir a visita do Papa foram acreditados 4.077 jornalistas, entre os quais 3.298 mexicanos. Dos Estados Unidos são 562 e do Brasil somente 5.”
Fonte RV
Papa: Deus consola pais cujos filhos foram arrebatados pela criminalidade
Papa Francisco celebra a missa no Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe - ANSA
13/02/2016 02:30
Cidade do México (RV) - O santuário de Deus é a vida dos seus filhos, especialmente dos jovens sem futuro e dos idosos sem reconhecimento: disse o Papa na missa celebrada este sábado no Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe, num dos eventos mais aguardados desta sua 12ª viagem apostólica internacional, qual peregrino da misericórdia e da paz em terras mexicanas.Uma visita à casa da Mãe expressamente desejada pelo Pontífice. De fato, o motivo principal da visita de Francisco ao México: venerar o ícone de Nossa Senhora de Guadalupe, diante do qual deteve-se longamente em oração após a santa missa. “O santuário de Deus são as nossas famílias que precisam do mínimo necessário para se poderem formar e sustentar. O santuário de Deus é o rosto de tantos que encontramos no nosso caminho” , afirmou o Pontífice. Partindo do Evangelho da liturgia própria da Santíssima Virgem de Guadalupe, Francisco havia iniciado a homilia recordando o episódio da visita de Nossa Senhora a sua prima Isabel para traçar em seguida a figura de Maria como a mulher do sim, um sim de entrega a Deus e aos irmãos.“Escutar esta passagem do Evangelho nesta casa tem um sabor especial. Maria, a mulher do sim, também quis visitar os habitantes desta terra da América na pessoa do índio São Juan Diego. Assim como se moveu pelas estradas da Judeia e da Galileia, da mesma forma alcançou Tepeyac, com as suas roupas, usando a sua língua, para servir esta grande nação. Assim como acompanhou a gravidez de Isabel, acompanhou e acompanha a gestação desta abençoada terra mexicana.”Francisco acrescentou que também hoje Maria continua a fazer-se presente junto de todos nós, especialmente daqueles que sentem que «não valem nada».Referindo-se à apresentação de Maria ao humilde Juanito, o Papa disse que “naquela madrugada de dezembro de 1531, tinha lugar o primeiro milagre que se tornará depois a memória viva de tudo o que guarda este Santuário. Naquele amanhecer, naquele encontro, Deus despertou a esperança de seu filho Juan, a esperança do seu povo”.“Naquele amanhecer, Deus aproximou-Se e aproxima-Se do coração atribulado mas resistente de tantas mães, pais, avós que viram os seus filhos partir, viram-nos perdidos ou mesmo arrebatados pela criminalidade.”Na construção do outro santuário – o santuário da vida, o das nossas comunidades, sociedade e culturas –, ninguém pode ser deixado de fora. “Todos somos necessários – observou o Papa –, sobretudo aqueles que normalmente não contam porque não estão à «altura das circunstâncias» ou não «contribuem com o capital necessário» para a sua construção.”“O santuário de Deus é a vida dos seus filhos, de todos e em todas as condições, especialmente dos jovens sem futuro, expostos a uma infinidade de situações dolorosas e arriscadas, e dos idosos sem reconhecimento, esquecidos em tantos cantos. O santuário de Deus são as nossas famílias que precisam do mínimo necessário para se poderem formar e sustentar. O santuário de Deus é o rosto de tantos que encontramos no nosso caminho...”Após citar um Hino Litúrgico dedicado a Maria, que expressa a proteção consoladora da Virgem, Francisco lembrou as palavras asseguradoras da Mãe, que nos dão a certeza de que “as lágrimas daqueles que sofrem, não são estéreis. São uma oração silenciosa que sobe até ao céu e que, em Maria, encontra sempre lugar sob o seu manto”.N’Ela e com Ela, Deus faz-Se irmão e companheiro de estrada, carrega conosco as cruzes para não deixar as nossas dores esmagar-nos.Francisco concluiu ressaltando que também hoje Maria volta a enviar-nos; hoje repete para nós:
“Sê o meu mensageiro, sê o meu enviado para construir muitos santuários novos acompanhar tantas vidas, consolar tantas lágrimas”: “Sê o meu mensageiro – diz-nos – dando de comer aos famintos, de beber aos sedentos; oferece um lugar aos necessitados, veste os nus e visita os doentes. Socorre os prisioneiros, perdoa a quem te fez mal, consola quem está triste, tem paciência com os outros e sobretudo implora e invoca o nosso Deus.” Os milhares de fiéis e peregrinos presentes, mais de 40 mil ao todo, viveram com grande emoção e participação a visita do Papa Francisco ao maior santuário mariano do mundo, todos os anos visitado por vinte milhões de peregrinos. A celebração marcou o ponto alto e último compromisso deste primeiro dia de atividades do Santo Padre em terras mexicanas. (RL)Fonte RV
PAPA FRANCISCO NO MÉXICO
Papa Francisco em terras mexicanas: chegou o missionário da paz
Papa Francisco recebido pelo Presidente mexicano Enrique Peña Nieto - AFP
13/02/2016 03:07
Cidade do México (RV) – O Papa Francisco encontra-se em território mexicano desde o início da noite desta sexta-feira, quando foi recebido no Aeroporto Internacional Benito Juárez de Cidade do México pelo presidente do país Enrique Peña Nieto e pela primeira-dama. Uma acolhida oficial mas informal sem uma cerimônia protocolar nem discursos.Antes da chegada do Papa, diante de uma multidão de pessoas em arquibancadas construídas para o evento, grupos musicais mexicanos narraram com suas músicas e vestidos típicos a história da tradição folclórica do país. Espetáculo que se repetiu depois diante do Papa. Aos gritos a multidão presente pediu a benção de Francisco que como pai amoroso concedeu. Uma recepção digna da alegria do povo mexicano.Depois a transferência para a sede da Nunciatura Apostólica, onde será a residência de Francisco nos próximos dias.Pelas ruas de Cidade do México Francisco recebeu o amor e o carinho de tantas pessoas que desde o início da tarde se posicionaram nas calçadas para, saudar e por um momento ver o “missionário da paz”, que vem confirmá-los na fé. Entusiamos que se misturaram com os gritos de viva o Papa, "bienvenido" Santo Padre. A cidade se transformou com a chegada do Papa. Apesar de ruas fechadas em uma das cidades com o pior trânsito do mundo, o povo estava feliz em ter em sua casa Papa Francisco.Os mexicanos receberam o Papa com um abraço luminoso. De fato, formaram a maior ‘corrente’ de smartphones iluminados da história, um corredor de luzes do aeroporto da cidade até a Nunciatura Apostólica. Quem não tinha celular usou pequenas lanternas. Foi o “muro de luzes e de orações” de 19 km.Os sinos da catedral de Cidade do México também tocaram nesta sexta-feira em festa durante duas horas sem interrupção por 80 voluntários que se alternaram, anunciando a chegada de Francisco; entre os sinos o mais famoso da cidade, chamado “Dona Maria”.Na manhã deste sábado a cerimônia de boas-vindas no Palácio Nacional, onde Francisco será recebido com honras de chefe de Estado. Depois a visita de cortesia ao presidente e o encontro com as autoridades, a sociedade civil e o corpo diplomático. Em seguida a transferência para a catedral da cidade dedicada à Assunção de Nossa Senhora. Um edifício construído com pedras vulcânicas. O lugar era ocupado por um templo dedicado à divindade azteca Xipe. Hernán Cortés fez constuir uma igreja no lugar com o material recuperado de antigos templos. Na Catedral o Papa Francisco manterá um encontro com os bispos do México. Momentos antes o Santo Padre será recebido diante dos portões da Catedral pelo chefe de governo do local que lhe entregará as Chaves da Cidade. A Praça diante da Catedral, conhecida também como “Zócalo”, pode acolher cerca de 80 mil pessoas.Ainda neste sábado, no final da tarde o Papa vai até a Basílica de Nossa Senhora de Guadalupe, coração da religiosidade mexicana onde celebrará a Santa Missa. Após a celebração um momento de oração em privado no “Camarín”, lugar onde é conservada a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe.Os próximos dias a agenda nacional mexicana se concentrará na visita do Papa Francisco e no impacto de sua mensagem ao povo mexicano, mesmo sendo um estado leigo. As expectativas sobre os seus discursos públicos certamente concentrarão a atenção de uma sociedade muito religiosa, mas ao mesmo tempo muito secularizada, que partilha as interrogações feitas por Francisco. Um líder religioso que se aproxima das preocupações das pessoas, que adverte para uma “guerra mundial em pedaços” e denuncia os pecados da pobreza e da corrupção.A pergunta que todos fazem hoje aqui é: o que Francisco vai dizer ao México? Como os mexicamos vão receber suas palavras.O seu itinerário por lugares emblemáticos de males nacionais é ao mesmo tempo um confronto com problemas que dizem respeito diretamente ao povo e ao seu desânimo em relação à justiça, às instituições e à própria convivência. As palavras de Francisco ajudarão como bálsamo para o desânimo? Despertará novos impulsos em uma sociedade que procurar crescer em todos os setores? A resposta dos mexicanos é sim.Os lugares que Francisco irá tocar nos próximos dias dizem respeito às grandes preocupações e esperanças dos mexicanos. O tema central da visita “Missionário da misericódia e paz” gira em torno a perguntas sobre como recuperar a paz em um país que vive – como destacou nos dias passados a imprensa local – “o seu pedaço de guerra”. O questionamento da violência, da corrupção, do tráfico de drogas, a migração.A imprensa internacional descreve a viagem como uma viagem difícil pois tocará lugares complicados. Estará em Ecatepec, onde poderá ver face a face uma das áreas mais violentas do país e com o mais elevado índice de feminicidios e mulheres desaparecidas. Ciudade Juárez onde a Corte Internacional dos Direitos Humanos e emitiu sentenças contra o país por causa das “mortes de Juárez”. Irá a Michocán que é uma das áreas mais “quentes” da guerra contra o narcotráfico. Também visitará Chiapas que desde os anos 90 emergiu como referente da marginalização e exclusão da população indígena com a insurreição “zapatista”. No norte do país, numa “missa binacional” poderá apalpar a problemática da migração, de crimes e do tráfico de pessoas.São lugares representativos dos fragmentos de “guerra”, afirma a imprensa local.Os mexicanos esperam muito desta visita de Francisco, suas palavras e gestos. Certamente o “Papa latino-americano” não irá depecioná-los. Dos estúdios da Rádio Vaticano, Cidade do México, Silvonei José.Fonte RV
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
ATO HISTÓRICO DO PAPA FRANCISCO E O PATRIARCA KIRILL
Papa e Patriarca Russo assinam histórica declaração conjunta
Papa e Kirill trocam as declarações conjuntas - AP
12/02/2016 22:50
Cidade do Vaticano (RV)
– Após a reunião a portas fechadas, o Papa e o Patriarca Kirill assinaram uma histórica declaração conjunta que marca uma nova era nas relações entre a Igreja católica e o Patriarcado Russo. Em 30 itens, Francisco e o Patriarca Kirill passaram em resenha e assinaram a concordância sobre temas-chave para a reaproximação entre católicos e ortodoxos. Entre os tópicos principais, a preocupação comum sobre a situação dos cristãos no Oriente Médio, o protagonismo de Cuba e o futuro das relações entre ortodoxos e greco-católicos. “Os resultados da conversa me permitem assegurar que ambas as Igrejas podem cooperar conjuntamente defendendo os cristãos no mundo inteiro e, com plena responsabilidade, trabalhar conjuntamente, para que não se faça guerra, para que se respeite a vida humana no mundo inteiro”, declarou Kirill. “Falamos claramente, sem meias palavras”, disse Francisco. "Senti a consolação do Espírito neste diálogo. São iniciativas viáveis que se podem realizar", concluiu o Pontífice após a assinatura da declaração.
*** Abaixo, publicamos a íntegra do documento histórico: Declaração comum do Papa Francisco e do Patriarca Kirill de Moscovo e de toda a Rússia "A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam com todos vós" (2 Cor 13, 13). 1. Por vontade de Deus Pai de quem provém todo o dom, no nome do Senhor nosso Jesus Cristo e com a ajuda do Espírito Santo Consolador, nós, Papa Francisco e Kirill, Patriarca de Moscou e de toda a Rússia, encontramo-nos, hoje, em Havana. Damos graças a Deus, glorificado na Trindade, por este encontro, o primeiro na história. Com alegria, encontramo-nos como irmãos na fé cristã que se reúnem para “falar de viva voz” (2 Jo 12), coração a coração, e analisar as relações mútuas entre as Igrejas, os problemas essenciais de nossos fiéis e as perspectivas de progresso da civilização humana
Cuba 2. O nosso encontro fraterno teve lugar em Cuba, encruzilhada entre Norte e Sul, entre Leste e Oeste. A partir desta ilha, símbolo das esperanças do “Novo Mundo” e dos acontecimentos dramáticos da história do século XX, dirigimos a nossa palavra a todos os povos da América Latina e dos outros continentes. Alegramo-nos porque aqui cresce, de forma dinâmica, a fé cristã. O forte potencial religioso da América Latina, a sua tradição cristã secular, presente na experiência pessoal de milhões de pessoas, são a garantia de um grande futuro para esta região.
3. Encontrando-nos longe das antigas disputas do “Velho Mundo”, sentimos mais fortemente a necessidade de um trabalho comum entre católicos e ortodoxos, chamados a dar ao mundo, com mansidão e respeito, razão da esperança que está em nós (cf. 1 Ped 3, 15).
Tradição comum
4. Damos graças a Deus pelos dons que recebemos da vinda ao mundo do seu único Filho. Partilhamos a Tradição espiritual comum do primeiro milênio do cristianismo. As testemunhas desta Tradição são a Virgem Maria, Santíssima Mãe de Deus, e os Santos que veneramos. Entre eles, contam-se inúmeros mártires que testemunharam a sua fidelidade a Cristo e se tornaram “semente de cristãos”.
5. Apesar desta Tradição comum dos primeiros dez séculos, há quase mil anos que católicos e ortodoxos estão privados da comunhão na Eucaristia. Estamos divididos por feridas causadas por conflitos de um passado distante ou recente, por divergências – herdadas dos nossos antepassados – na compreensão e explicitação da nossa fé em Deus, uno em três Pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo. Deploramos a perda da unidade, consequência da fraqueza humana e do pecado, ocorrida apesar da Oração Sacerdotal de Cristo Salvador: “Para que todos sejam um só, como Tu, Pai, estás em Mim e Eu em Ti; para que assim eles estejam em Nós” (Jo 17, 21).
Superar divergências
6. Conscientes da permanência de numerosos obstáculos, esperamos que o nosso encontro possa contribuir para o restabelecimento desta unidade querida por Deus, pela qual Cristo rezou. Que o nosso encontro inspire os cristãos do mundo inteiro a rezar ao Senhor, com renovado fervor, pela unidade plena de todos os seus discípulos. Em um mundo que espera de nós não apenas palavras mas gestos concretos, possa este encontro ser um sinal de esperança para todos os homens de boa vontade!
7. Determinados a realizar tudo o que seja necessário para superar as divergências históricas que herdamos, queremos unir os nossos esforços para testemunhar o Evangelho de Cristo e o patrimônio comum da Igreja do primeiro milênio, respondendo em conjunto aos desafios do mundo contemporâneo. Ortodoxos e católicos devem aprender a dar um testemunho concorde da verdade, em áreas onde isso seja possível e necessário. A civilização humana entrou em um período de mudança de época. A nossa consciência cristã e a nossa responsabilidade pastoral não nos permitem ficar inertes perante os desafios que requerem uma resposta comum.
Oriente Médio
8. O nosso olhar dirige-se, em primeiro lugar, para as regiões do mundo onde os cristãos são vítimas de perseguição. Em muitos países do Oriente Médio e do Norte da África, os nossos irmãos e irmãs em Cristo veem exterminadas as suas famílias, aldeias e cidades inteiras. As suas igrejas são barbaramente devastadas e saqueadas; os seus objetos sagrados profanados, os seus monumentos destruídos. Na Síria, no Iraque e em outros países do Oriente Médio, constatamos, com amargura, o êxodo maciço dos cristãos da terra onde começou a espalhar-se a nossa fé e onde eles viveram, desde o tempo dos apóstolos, em conjunto com outras comunidades religiosas.
9. Pedimos a ação urgente da Comunidade internacional para prevenir uma nova expulsão dos cristãos do Oriente Médio. Ao levantar a voz em defesa dos cristãos perseguidos, queremos expressar a nossa compaixão pelas tribulações sofridas pelos fiéis de outras tradições religiosas, também eles vítimas da guerra civil, do caos e da violência terrorista.
10. Na Síria e no Iraque, a violência já causou milhares de vítimas, deixando milhões de pessoas sem casa nem meios de subsistência. Exortamos a Comunidade internacional a unir-se para pôr fim à violência e ao terrorismo e, ao mesmo tempo, a contribuir por meio do diálogo para um rápido restabelecimento da paz civil. É essencial garantir uma ajuda humanitária em larga escala às populações martirizadas e a tantos refugiados nos países vizinhos. Pedimos a quantos possam influir sobre o destino das pessoas raptadas, entre as quais se encontram os Metropolitas de Aleppo, Paulo e João Ibrahim, sequestrados no mês de Abril de 2013, que façam tudo o que é necessário para a sua rápida libertação.
Acordo de Paz
11. Elevamos as nossas súplicas a Cristo, Salvador do mundo, pelo restabelecimento da paz no Oriente Médio, que é “fruto da justiça” (Is 32, 17), a fim de que se reforce a convivência fraterna entre as várias populações, as Igrejas e as religiões lá presentes, pelo regresso dos refugiados às suas casas, a cura dos feridos e o repouso da alma dos inocentes que morreram. Com um ardente apelo, dirigimo-nos a todas as partes que possam estar envolvidas nos conflitos pedindo-lhes que deem prova de boa vontade e se sentem à mesa das negociações. Ao mesmo tempo, é preciso que a Comunidade internacional faça todos os esforços possíveis para pôr fim ao terrorismo valendo-se de ações comuns, conjuntas e coordenadas. Apelamos a todos os países envolvidos na luta contra o terrorismo, para que atuem de maneira responsável e prudente. Exortamos todos os cristãos e todos os crentes em Deus a suplicarem, fervorosamente, ao Criador providente do mundo que proteja a sua criação da destruição e não permita uma nova guerra mundial. Para que a paz seja duradoura e esperançosa, são necessários esforços específicos tendentes a redescobrir os valores comuns que nos unem, fundados no Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo.
12. Curvamo-nos perante o martírio daqueles que, à custa da própria vida, testemunham a verdade do Evangelho, preferindo a morte à apostasia de Cristo. Acreditamos que estes mártires do nosso tempo, pertencentes a várias Igrejas mas unidos por uma tribulação comum, são um penhor da unidade dos cristãos. É a vós, que sofreis por Cristo, que se dirige a palavra do Apóstolo: “Caríssimos, (...) alegrai-vos, pois assim como participais dos padecimentos de Cristo, assim também rejubilareis de alegria na altura da revelação da sua glória” (1 Ped 4, 12-13).
Diálogo e Europa
13. Nesta época preocupante, é indispensável o diálogo inter-religioso. As diferenças na compreensão das verdades religiosas não devem impedir que pessoas de crenças diversas vivam em paz e harmonia. Nas circunstâncias atuais, os líderes religiosos têm a responsabilidade particular de educar os seus fiéis num espírito respeitador das convicções daqueles que pertencem a outras tradições religiosas. São absolutamente inaceitáveis as tentativas de justificar ações criminosas com slogans religiosos. Nenhum crime pode ser cometido em nome de Deus, “porque Deus não é um Deus de desordem, mas de paz” (1 Cor 14, 33).
14. Ao afirmar o alto valor da liberdade religiosa, damos graças a Deus pela renovação sem precedentes da fé cristã que acontece na Rússia e em muitos países da Europa Oriental, onde, durante algumas décadas, dominaram os regimes ateus. Hoje as cadeias do ateísmo militante estão quebradas e, em muitos lugares, os cristãos podem livremente confessar a sua fé. Em um quarto de século foram construídas dezenas de milhares de novas igrejas, e abertos centenas de mosteiros e escolas teológicas. As comunidades cristãs desenvolvem uma importante atividade sócio-caritativa, prestando variada assistência aos necessitados. Muitas vezes trabalham lado a lado ortodoxos e católicos; atestam a existência dos fundamentos espirituais comuns da convivência humana, ao testemunhar os valores do Evangelho.
15. Ao mesmo tempo, estamos preocupados com a situação em muitos países onde os cristãos se debatem cada vez mais frequentemente com uma restrição da liberdade religiosa, do direito de testemunhar as suas convicções e da possibilidade de viver de acordo com elas. Em particular, constatamos que a transformação de alguns países em sociedades secularizadas, alheias a qualquer referência a Deus e à sua verdade, constitui uma grave ameaça à liberdade religiosa. É fonte de inquietação para nós a limitação atual dos direitos dos cristãos, se não mesmo a sua discriminação, quando algumas forças políticas, guiadas pela ideologia de um secularismo frequentemente muito agressivo, procuram relegá-los para a margem da vida pública.
16. O processo de integração europeia, iniciado depois de séculos de sangrentos conflitos, foi acolhido por muitos com esperança, como uma garantia de paz e segurança. Todavia, convidamos a manter-se vigilantes contra uma integração que não fosse respeitadora das identidades religiosas. Embora permanecendo abertos à contribuição de outras religiões para a nossa civilização, estamos convencidos de que a Europa deve permanecer fiel às suas raízes cristãs. Pedimos aos cristãos da Europa Oriental e Ocidental que se unam para testemunhar em conjunto Cristo e o Evangelho, de modo que a Europa conserve a própria alma formada por dois mil anos de tradição cristã.
Família
17. O nosso olhar volta-se para as pessoas que se encontram em situações de grande dificuldade, em condições de extrema necessidade e pobreza, enquanto crescem as riquezas materiais da humanidade. Não podemos ficar indiferentes à sorte de milhões de migrantes e refugiados que batem à porta dos países ricos. O consumo desenfreado, como se vê em alguns países mais desenvolvidos, está gradualmente esgotando os recursos do nosso planeta. A crescente desigualdade na distribuição dos bens da Terra aumenta o sentimento de injustiça perante o sistema de relações internacionais que se estabeleceu.
18. As Igrejas cristãs são chamadas a defender as exigências da justiça, o respeito pelas tradições dos povos e uma autêntica solidariedade com todos os que sofrem. Nós, cristãos, não devemos esquecer que “o que há de louco no mundo é que Deus escolheu para confundir os sábios; e o que há de fraco no mundo é que Deus escolheu para confundir o que é forte. O que o mundo considera vil e desprezível é que Deus escolheu; escolheu os que nada são, para reduzir a nada aqueles que são alguma coisa. Assim, ninguém se pode vangloriar diante de Deus” (1 Cor 1, 27-29).
19. A família é o centro natural da vida humana e da sociedade. Estamos preocupados com a crise da família em muitos países. Ortodoxos e católicos partilham a mesma concepção da família e são chamados a testemunhar que ela é um caminho de santidade, que testemunha a fidelidade dos esposos nas suas relações mútuas, a sua abertura à procriação e à educação dos filhos, a solidariedade entre as gerações e o respeito pelos mais vulneráveis.
20. A família funda-se no matrimônio, ato de amor livre e fiel entre um homem e uma mulher. É o amor que sela a sua união e os ensina a acolher-se reciprocamente como um dom. O matrimônio é uma escola de amor e fidelidade. Lamentamos que outras formas de convivência já estejam postas ao mesmo nível desta união, ao passo que o conceito, santificado pela tradição bíblica, de paternidade e de maternidade como vocação particular do homem e da mulher no matrimônio, seja banido da consciência pública.
21. Pedimos a todos que respeitem o direito inalienável à vida. Milhões de crianças são privadas da própria possibilidade de nascer no mundo. A voz do sangue das crianças não nascidas clama a Deus (cf. Gn 4, 10).
O desenvolvimento da chamada eutanásia faz com que as pessoas idosas e os doentes comecem a sentir-se um peso excessivo para as suas famílias e a sociedade em geral.
Estamos preocupados também com o desenvolvimento das tecnologias reprodutivas biomédicas, porque a manipulação da vida humana é um ataque aos fundamentos da existência do homem, criado à imagem de Deus. Consideramos nosso dever lembrar a imutabilidade dos princípios morais cristãos, baseados no respeito pela dignidade do homem chamado à vida, segundo o desígnio do Criador.
Juventude
22. Hoje, desejamos dirigir-nos de modo particular aos jovens cristãos. Vós, jovens, tendes o dever de não esconder o talento na terra (cf. Mt 25, 25), mas de usar todas as capacidades que Deus vos deu para confirmar no mundo as verdades de Cristo, encarnar na vossa vida os mandamentos evangélicos do amor de Deus e do próximo. Não tenhais medo de ir contra a corrente, defendendo a verdade de Deus, à qual estão longe de se conformar sempre as normas secularizadas de hoje. 23. Deus ama-vos e espera de cada um de vós que sejais seus discípulos e apóstolos. Sede a luz do mundo, de modo que quantos vivem ao vosso redor, vendo as vossas boas obras, glorifiquem o vosso Pai que está no Céu (cf. Mt 5, 14.16). Haveis de educar os vossos filhos na fé cristã, transmitindo-lhes a pérola preciosa da fé (cf. Mt 13, 46), que recebestes dos vossos pais e antepassados. Lembrai-vos que “fostes comprados por um alto preço” (1 Cor 6, 20), a custo da morte na cruz do Homem-Deus Jesus Cristo. 24. Ortodoxos e católicos estão unidos não só pela Tradição comum da Igreja do primeiro milênio mas também pela missão de pregar o Evangelho de Cristo no mundo de hoje. Esta missão exige o respeito mútuo entre os membros das comunidades cristãs e exclui qualquer forma de proselitismo.
Não somos concorrentes, mas irmãos: por esta certeza, devem ser guiadas todas as nossas ações recíprocas e em benefício do mundo exterior. Exortamos os católicos e os ortodoxos de todos os países a aprender a viver juntos na paz e no amor e a ter “os mesmos sentimentos, uns com os outros” (Rm 15, 5). Por isso, é inaceitável o uso de meios desleais para incitar os crentes a passar de uma Igreja para outra, negando a sua liberdade religiosa ou as suas tradições. Somos chamados a pôr em prática o preceito do apóstolo Paulo: “Tive a maior preocupação em não anunciar o Evangelho onde já era invocado o nome de Cristo, para não edificar sobre fundamento alheio” (Rm 15, 20).
Greco-católicos
25. Esperamos que o nosso encontro possa contribuir também para a reconciliação, onde existirem tensões entre greco-católicos e ortodoxos. Hoje, é claro que o método do “uniatismo” do passado, entendido como a união de uma comunidade à outra separando-a da sua Igreja, não é uma forma que permita restabelecer a unidade. Contudo, as comunidades eclesiais surgidas nestas circunstâncias históricas têm o direito de existir e de empreender tudo o que é necessário para satisfazer as exigências espirituais dos seus fiéis, procurando ao mesmo tempo viver em paz com os seus vizinhos. Ortodoxos e greco-católicos precisam de reconciliar-se e encontrar formas mutuamente aceitáveis de convivência. 26. Deploramos o conflito na Ucrânia que já causou muitas vítimas, provocou inúmeras tribulações a gente pacífica e lançou a sociedade em uma grave crise econômica e humanitária. Convidamos todas as partes do conflito à prudência, à solidariedade social e à atividade de construir a paz. Convidamos as nossas Igrejas na Ucrânia a trabalhar por se chegar à harmonia social, abster-se de participar no conflito e não apoiar ulteriores desenvolvimentos do mesmo. 27. Esperamos que o cisma entre os fiéis ortodoxos na Ucrânia possa ser superado com base nas normas canônicas existentes, que todos os cristãos ortodoxos da Ucrânia vivam em paz e harmonia, e que as comunidades católicas do país contribuam para isso de modo que seja visível cada vez mais a nossa fraternidade cristã. 28. No mundo contemporâneo, multiforme e todavia unido por um destino comum, católicos e ortodoxos são chamados a colaborar fraternalmente no anúncio da Boa Nova da salvação, a testemunhar juntos a dignidade moral e a liberdade autêntica da pessoa, “para que o mundo creia” (Jo 17, 21). Este mundo, onde vão desaparecendo progressivamente os pilares espirituais da existência humana, espera de nós um vigoroso testemunho cristão em todas as áreas da vida pessoal e social. Nestes tempos difíceis, o futuro da humanidade depende em grande parte da nossa capacidade conjunta de darmos testemunho do Espírito de verdade.
Testemunhas da verdade
29. Neste corajoso testemunho da verdade de Deus e da Boa Nova salvífica, possa sustentar-nos o Homem-Deus Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador, que nos fortifica espiritualmente com a sua promessa infalível: “Não temais, pequenino rebanho, porque aprouve ao vosso Pai dar-vos o Reino” (Lc 12, 32).
Cristo é fonte de alegria e de esperança. A fé n’Ele transfigura a vida humana, enche-a de significado. Disto mesmo puderam convencer-se, por experiência própria, todos aqueles a quem é possível aplicar as palavras do apóstolo Pedro: “Vós que outrora não éreis um povo, mas sois agora povo de Deus, vós que não tínheis alcançado misericórdia e agora alcançastes misericórdia” (1 Ped 2, 10).
30. Cheios de gratidão pelo dom da compreensão recíproca manifestada durante o nosso encontro, levantamos os olhos agradecidos para a Santíssima Mãe de Deus, invocando-A com as palavras desta antiga oração: “Sob o abrigo da vossa misericórdia, nos refugiamos, Santa Mãe de Deus”. Que a bem-aventurada Virgem Maria, com a sua intercessão, encoraje à fraternidade aqueles que A veneram, para que, no tempo estabelecido por Deus, sejam reunidos em paz e harmonia num só povo de Deus para glória da Santíssima e indivisível Trindade!
Havana (Cuba), 12 de fevereiro de 2016.
Fonte: RV
Papa chega a Havana e encontra o Patriarca Kirill
Momento do encontro entre o Papa e Kirill - AP
12/02/2016 20:31
Cidade do Vaticano (RV)
– O avião papal aterrissou em Havana às 13h56 locais. Em terras cubanas o Papa mantém um encontro histórico com o líder da Igreja Ortodoxa Russa, o Patriarca Kirill.
O líder russo chegou a Cuba nesta quinta-feira (11/02), onde deu início à visita às comunidades ortodoxas latino-americanas - que prevê também uma etapa no Brasil.
Em seguida, Francisco se dirige à Cidade do México, onde deverá aterrissar por volta das 19h30 (hora local).
O presidente Raúl Castro recebeu Francisco no aeroporto “José Martí” e acompanhou o Pontífice até o local do encontro com o Patriarca Kirill.
Após 962 anos, o primeiro encontro Os dois líderes mantêm encontro por cerca de duas horas, acompanhados por seus tradutores e seus melhores entendedores para assuntos ecumênicos: o Cardeal Kurt Koch, Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos e o Metropolita Hilarion, Presidente do Departamento de Relações Eclesiais Exteriores do Patriarcado de Moscou.
O Papa e o Patriarca trocarão presentes e assinarão uma Declaração Comum, cujo foco deverá ser a odisseia dos cristãos no Oriente Médio e também em outros aspectos nos quais católicos e ortodoxos podem testemunhar juntos seus valores cristãos.
Ambos líderes concederão uma coletiva de imprensa ao final do encontro para compartilhar suas impressões e esperanças sobre o futuro das relações católico-ortodoxas. (RB)
Fonte: RV
PAPA FRANCISCO VISITARÁ A COLOMBIA EM 2017
Papa em viagem rumo a Cuba e México. Em 2017, irá à Colômbia
Papa durante o voo - AFP
12/02/2016 14:18
Cidade do Vaticano (RV) - O Papa Francisco iniciou, nesta sexta-feira (12/02), sua 12ª viagem Apostólica internacional que o leva ao México.
O Santo Padre está indo em direção a Cuba, onde se encontrará, em Havana, com o Patriarca de Moscou e de Todas as Rússias, Kirill. Depois o pontífice segue para o México onde permanecerá até o próximo dia 17. Colômbia
No avião, Francisco saudou os jornalistas do voo papal, que são cerca de 76, dentre os quais dez mexicanos, destacando o desejo de encontrar o Patriarca Kirill e o povo mexicano. Conversando com um jornalista colombiano, o Papa disse que, em 2017, irá à Colômbia para a assinatura dos acordos de paz entre o Governo e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).
O Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, abriu o encontro dando as boas-vindas ao Papa entre os jornalistas.
“Sabemos que o senhor desejou muito esta viagem tanto pelo encontro com o Patriarca quanto pelo encontro com o povo mexicano. Preparamo-nos para grandes emoções e momentos históricos. Estamos com o senhor para fazer o nosso serviço de difundir a Palavra de Deus e suas palavras”, disse o porta-voz vaticano.
A seguir, o Papa tomou a palavra e agradeceu aos jornalistas pelo trabalho que irão fazer.
O pontífice disse que no início da Audiência Geral desta quarta-feira, a jornalista mexicana Valentina Alazraki, decana dos vaticanistas, o esperava para fazer-lhe entrar no túnel do tempo com os filmes de Cantinflas, ator e humorista mexicano. “Assim, entrei no México pela porta de Cantinflas que nos faz rir”, frisou Francisco. Devoção
A seguir disse: “O meu maior desejo é deter-me diante de Nossa Senhora de Guadalupe, aquele mistério que se estuda, estuda e estuda e não existe explicações humanas. Até mesmo o estudo mais científico afirma: ‘Isso é coisa de Deus’. É isso que faz os mexicanos dizerem: ‘Eu sou ateu, mas sou guadalupano’. Alguns mexicanos, nem todos são ateus”, sublinhou. O Papa comunicou aos jornalistas que esta é a última viagem do Dr. Alberto Gasbarri como organizador das viagens pontifícias.
“Ele trabalha no Vaticano há 47 anos. Começou a trabalhar aos 3 ou 4 anos! São 37 anos que realiza as viagens. Digo isso para que nesses dias possamos expressar a nossa gratidão a ele pensando numa festa aqui, na volta, ok?”, disse Francisco. O Papa apresentou o novo encarregado das viagens que é o Mons. Mauricio Rueda. Chapéu mexicano
Depois do Papa tomou a palavra a jornalista mexicana Valentina Alazraki, correspondente em Roma de ‘Televisa’ que doou ao pontífice um 'sombrero', típico chapéu mexicano, para que Francisco se proteja do sol e se sinta mexicano.
“O primeiro eu doei a João Paulo II, 37 anos atrás. Depois ele fez uma coleção, pois foi ao México cinco vezes. O Papa Bento XVI usou o 'sombrero' em Guanajuato e disse que se sentia mexicano. Agora, é a sua vez”, disse ao pontífice.
Segundo a jornalista, o "sombrero" dado a Francisco veio de Cuba, presente de uma família mexicana que não conseguiu entregar o chapéu ao Papa durante sua viagem ao país, em setembro do ano passado.
“Eu prometi entregar ao senhor, caso teria mantido a promessa de ir ao México. O que não imaginava é que o 'sombrero' voltasse a Cuba. Esta foi uma surpresa”, disse ainda Valentina.
O encontro entre o Papa e os jornalistas durou 40 minutos. (MJ)
Fonte: RV
PAPA FRANCISCO TERÁ ENCONTRO EM CUBA COM O PATRIARCA KIRILL
Papa encontra Patriarca Kirill – comenta o Cardeal Koch
Patriarca Ortodoxo Kirill - AP
12/02/2016 09:43
Nesta sexta-feira dia 12 de fevereiro o Papa Francisco e o Patriarca de Moscovo, Kirill, encontram-se em Cuba numa escala que o Santo Padre fará naquele país antes de visitar o México nos próximos cinco dias. O Patriarca de Moscovo está naquele país em visita oficial.
Segundo o Cardeal Kurt Koch, Presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos este é um passo corajoso que trará bons frutos. O Cardeal Koch falou à reportagem da RV ao nosso colega Mário Galgano. Eis um excerto dessas declarações:
“Seguramente irá forjar as relações dentro da ortodoxia. Até agora, com muitos dos Patriarcas Ortodoxos, não temos contactos – entre o Papa e estes Patriarcas – e este encontro poderá contribuir também para aprofundar as relações intra-ortodoxas, precisamente em vista do Concílio Pan-Ortodoxo que se realizará em junho, em Creta. Neste ponto, seguramente trará bons frutos para o diálogo teológico, que nós conduzimos não somente como Igrejas particulares, mas com o conjunto da ortodoxia; e no momento em que houver relações melhores, uma melhor compreensão mútua entre Roma e Moscovo, isto seguramente poderá ter reflexos positivos no diálogo teológico.”
“Acredito que o Patriarca russo-ortodoxo esteja profundamente consciente desta atmosfera, destas reações, e esta é a mais forte confirmação da vontade de realizar este encontro. Neste sentido, gostaria de dizer que este gesto do Patriarca é seguramente um passo corajoso” – disse o Cardeal Kurt Koch.
De registar que nesta entrevista o Presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos afirmou que o Papa Francisco no voo de regresso da visita à Turquia disse claramente ter o desejo de encontrar o Patriarca Ortodoxo Kirill: “ele pode decidir onde e como e eu vou” – declarou o Santo Padre na ocasião.
O Papa Francisco encontra o Patriarca Kirill no aeroporto internacional José Martí em Havana, cidade capital de Cuba.
Fonte: RV
PAPA FRANCISCO NO MÉXICO
Papa Francisco inicia a 12ª Viagem Apostólica de seu pontificado
Antes do México, o Papa encontrará o Patriarca Kirill em Havana - REUTERS
12/02/2016 08:18
Cidade do Vaticano (RV) -
Às 8h25min desta sexta-feira, com 40 minutos de atraso, o Papa Francisco deu início à 12ª Viagem Apostólica internacional de seu pontificado. Com destino à Cidade do México, o Papa fará uma breve escala no Aeroporto Internacional de Havana, para um histórico encontro com o Patriarca Ortodoxo Russo Kirill, que realiza uma viagem pela América Latina até 22 de fevereiro.
Sob um rígido esquema de segurança, que incluiu o sobrevoo de um helicóptero da Polícia, o Pontífice chegou ao Aeroporto Fiumicino às 7h39, a bordo do Ford Focus do Vaticano, que deixou-o a poucos metros do Airbus A330-200 da Alitália, batizado de “Giotto”.
Segurando sua pasta preta com a mão esquerda, o Pontífice foi recebido por autoridades civis e militares, num clima de muita cordialidade. Após, muito sorridente, Francisco subiu a escada do avião, apoiando-se com a mão direita no corrimão. Antes de entrar, saudou as duas Comissárias de bordo e os presentes na pista com um aceno de mão.
A Rádio Vaticano transmitirá, com comentários em português, a chegada do Papa ao Aeroporto José Marti, em Havana, às 16h45 (horário de Brasília). A primeira parte do encontro com o Patriarca Kirill é a portas fechadas, na presença do responsável pelo Departamento para as Relações Eclesiásticas Exteriores do Patriarcado, Metropolita Hilarion, do Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, Card. Kurt Koch, e de dois intérpretes.
A segunda parte do encontro, com transmissão ao vivo a partir das 19h55 (horário de Brasília), é composta pela assinatura da Declaração Conjunta. Haverá a troca dos textos da Declaração, em italiano e em russo, o discurso do Patriarca, o discurso de Francisco e a apresentação das duas delegações.
Depois da despedida, que ocorrerá privadamente, o Papa embarca em direção ao México, para mais três horas de voo, onde chegará às 19h30 locais. Após o acolimento oficial no aeroporto Benito Juárez, o Pontífice segue diretamente para a Nunciatura Apostólica em Cidade do México para o pernoitamento. (JE/BF)
Fonte RV
Especial: Rádio Vaticano completa 85 anos
Papa Pio XII na Rádio Vaticano em 1957 - ANSA
12/02/2016 08:30
Cidade do Vaticano (RV) –
A Rádio do Papa completa, nesta sexta-feira, 12 de fevereiro, 85 anos de fundação. Ao longo destas mais de 8 décadas, os microfones da Rádio Vaticano propagaram a voz de 8 Pontífices, de Pio XI a Francisco.
Concebida pelo engenheiro Guglielmo Marconi, a primeira emissão foi ao ar em 12 de fevereiro de 1931: a voz do Pontífice chegava pela primeira vez aos quatro cantos do planeta.
O Papa Pio XI foi o primeiro a falar aos microfones da Rádio Vaticano. Sua mensagem, em latim, abençoava pelas ondas do rádio os fiéis no mundo inteiro. A Rádio Vaticano cresceu gradualmente, utilizando um número sempre maior de línguas. Em 1939, o conclave, a eleição e a cerimônia de inauguração do pontificado de Pio XII foram comentados em 9 idiomas.
Pio XII visitou, em 1957, o então recém-inaugurado centro de transmissão de Santa Maria de Galeria da Rádio Vaticano. Um ano depois, em 12 de março de 1958, nascia o Programa Brasileiro.
A partir de 1962, a Rádio Vaticano levou a voz dos Padres conciliares ao mundo inteiro durante o Concílio Vaticano II. Em 1966, a visita de Paulo VI e a confirmação do Pontífice sobre a maior riqueza da Rádio: a diversidade de idiomas transmitidos, “sua efetiva utilidade”.
Dois anos após a queda do muro de Berlim, em 1991, o Papa João Paulo II visitou a Rádio Vaticano por ocasião dos 60 anos da emissora e defendeu a “voz livre dos Pontífices e da Igreja”, transmitidas pela Rádio Vaticano. Em 2006, no aniversário de 75 anos da Rádio Vaticano, o Papa emérito Bento XVI participa de uma transmissão ao vivo e afirma que a Rádio Vaticano se aperfeiçoou e se sofisticou ao longo do tempo: “uma grande família que não conhece fronteiras”. Em 13 de março de 2013, os microfones da Rádio Vaticano gravaram pela primeira vez a voz do 8º Pontífice ao longo da história da emissora do Papa: aquele inesquecível “Irmãos e irmãs, boa noite”. (RB)
Fonte: R Vaticana
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
ESPECIAL, PADRE PIO e LEOPOLDO
Mais de meio milhão de fieis em Roma por Padres Pio e Lepopoldo
Clima de profunda espiritualidade imbuiu o espírito de milhares de fieis devotos dos dos Santos Confessores - OSS_ROM
11/02/2016 18:54
Cidade do Vaticano (RV)
– O traslado dos restos mortais de São Pio de Pietrelcina e de São Leopoldo Mandić e o envio dos Missionários da Misericórdia constituíram o primeiro grande evento no calendário do Jubileu da Misericórdia. O público presente em Roma na semana de exposição dos corpos, estimado em mais de meio milhão de pessoas, superou todas as expectativas, segundo a avaliação do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização.
Papel da mídia
O comunicado ressalta a grande presença de fieis vindos a Roma de todas as partes do mundo para prestar homenagem aos dois Santos Confessores e agradece “a presença constante da mídia, que permitiu aos doentes, aos detentos e idosos a acompanhar pela televisão e rádio as celebrações”.
Espiritualidade contagiante
O fluxo contínuo dos fieis nos dias 3 e 4 de fevereiro concentrou-se na Basílica de São Lorenço fora-dos-muros. Milhares de pessoas na noite de 4 de fevereiro esperaram por horas a chegada dos restos mortais dos dois santos na Basílica de San Salvatore in Lauro, que permaneceu aberta initerruptamente até a procissão do dia seguinte até a Basílica de São Pedro. “A oração foi contínua – observa a nota – durante 24 horas. Uma espiritualidade participativa e espontânea que tocou toda a cidade”, e rendeu testemunhos de fé e de devoção dos fieis.
Audiência com o Papa
Outro momento relevante foi a audiência que o Santo Padre concedeu na manhã de 6 de fevereiro aos Grupos de Oração de Padre Pio, vindos de todos os continentes. Também foi ressaltada a comoção de tantos fieis que na tarde de sábado puderam presenciar a visita inesperada do Papa Francisco à Basílica, detendo-se em oração junto à São Leopoldo e São Pio.
Missionários da Misericórdia
Todos estes momentos tiveram o seu ápice com o envio dos Missionários da Misericórdia. De fato, eram 750 os Missionários presentes na Basílica de São Pedro durante a Quarta-feira de Cinza, mas mais de 300 estavam unidos em oração em diversas partes do mundo. No dia precedente, o Papa Francisco havia dirigido a eles algumas palavras, instruindo-os em como cumprir a sua missão com ternura, levando a todos o abraço misericordioso do Pai.
Despedida
Na manhã de hoje, por fim, a Santa Missa presidida por Dom Rino Fisichella, onde mais uma vez foi possível constatar a oração e o afeto de milhares de fieis pelos dois Santos Confessores. Ao final da liturgia, uma solene procissão dos restos mortais permitiu aos fieis prestarem a última homenagem.
O comunicado conclui agradecendo aos Freis Capuchinhos, à Gendarmaria Vaticana, à Guarda Suiça, à Fábrica de São Pedro e às Forças de ordem italianas pela colaboração. (JE)
Fonte RV
Papa Francisco em Santa Maria Maior e São João de Latrão
Papa Francisco em Santa Maria Maior - OSS_ROM
11/02/2016 13:05
O Papa Francisco fez esta manhã uma visita privada à Basílica de Santa Maria Maior para rezar - como de costume, na véspera de uma viagem apostólica – diante do ícone de Maria Salus Populi Romani. Em seguida, foi à Basílica de São João de Latrão, por ocasião do encontro dos sacerdotes romanos para o início da Quaresma e confessou alguns sacerdotes.O encontro do clero romano é de carácter "penitencial – explicou o Cardeal vigário Agostino Vallini na carta de apresentação do evento publicada no site do Vicariato - para fazer experiência da misericórdia do Pai e podermos ser por nossa vez ministros da misericórdia nas comunidades que nos foram confiadas". O encontro é presidido pelo Mons. Angelo De Donati, responsável pelo Serviço para a formação permanente do Clero. Como sinal quaresmal, as ofertas recolhidas entre os sacerdotes durante o encontro serão devolvidas à Caritas Diocesana. O Cardeal Vallini informou que o Papa entregou o seu livro 'O nome de Deus é Misericórdia' a todos os sacerdotes do clero romano. (BS)Fonte RV