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Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
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sábado, 12 de março de 2011

Explosão destrói edifício que abriga reatores nucleares
Quatro trabalhadores da Tokyo Power Electric Co. sofreram fratura
Fumaça na usina nuclear Fukushima Daiichi 1 depois de uma explosão, Japão (Reuters)
Uma explosão destruiu o edifício que abriga um dos seis reatores da usina nuclear de Fukushima neste sábado na costa nordeste do Japão. A explosão aconteceu um dia após o terremoto de 8,9 graus na escala Richter, seguido de tsunami na região.
A Tokyo Power Electric Co., empresa que opera a usina, informou que quatro trabalhadores sofreram fraturas e foram levados a um hospital. Um especialista disse que o incidente não representa perigo imediato.
Ainda assim, aumentou a preocupação de que ocorra um desastre maior no local.Imagens da rede de televisão estatal NHK mostram as paredes do edifício do reator ruindo, deixando de pé apenas um esqueleto de metal.
Colunas de fumaça saíam da usina de Fukushima, que fica a 30 quilômetros de Iwaki, um dos locais mais atingidos pelo duplo desastre. "Estamos tentando descobrir o que causou a explosão", afirmou Yukio Edano, porta-voz do governo local.
O primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, viajou neste sábado para o local, a fim de inspecionar a usina.O governo japonês declarou nesta sexta-feira estado de "emergência nuclear".
Cerca de 46 mil moradores em um raio de dez quilômetros da usina foram retirados emergencialmente de suas casas e transportados para lugares seguros. Porém, segundo a rede NHK, no momento da explosão ainda havia cerca de 800 pessoas nas redondezas, algumas delas idosas. Mais tarde, com a gravidade da situação, o governo ampliou a área de evacuação para 20 quilômetros.
Prejuízos - O Japão confronta na manhã deste sábado a devastação provocada pelo terremoto e o tsunami de sexta-feira na sua costa nordeste, onde ainda há incêndios e cidades parcialmente submersas. Pelo menos 574 pessoas morreram - autoridades afirmam que o número deve passar de 1.300 -, 784 estão desaparecidas e 1.128 se feriram.O amanhecer revelou boa parte da extensão dos danos causados pelo tremor e pelo tsunami de dez metros de altura que varreu vilarejos e cidades.
Em uma das áreas residenciais mais atingidas, era possível escutar pessoas soterradas sob os escombros, pedindo socorro e perguntando quando seriam resgatadas, segundo relato da agência de notícias Kyodo.Pelo menos 45 países - inclusive China e EUA - já ofereceram ajuda ao Japão nas tarefas de busca e resgate de vítimas.
Fonte: Veja

JAPÃO DECRETA ALERTA NUCLEAR

Japão decreta alerta nuclear; novo terremoto atinge região

Governo admitiu possibilidade de vazamento na usina nuclear de Fukushima, depois de funcionários reportarem um aumento da pressão em um dos reatores após o terremoto

Nível de radiação aumentou 1.000 vezes. Moradores num raio de 10 km foram removidos

Um novo terremoto também de 6,6 graus de magnitude atingiu a região montanhosa da prefeitura de Niigata, no noroeste do Japão, por volta das 4h locais deste sábado (16h de Brasília desta sexta-feira). A agência de notícias Kyodo informou, por sua vez, que não havia um novo alerta de tsunami depois desta réplica do devastador terremoto

O ministro do Comércio e da Indústria japonês, Banri Kaieda, admitiu nesta sexta-feira um vazamento na usina nuclear de Fukushima, depois de funcionários reportarem um aumento da pressão em um dos reatores após o terremoto.
Os níveis de radiação em torno do complexo aumentaram oito vezes nas últimas horas em um ponto de checagem do lado de fora do usina e estão mil vezes maiores do que o normal na sala de controle do reator, segundo a agência Kyodo.

De acordo com Agência Nuclear Japonesa, o risco de um acidente está maior porque a radiação pode se espalhar facilmente pelo complexo. O sistema de refrigeração do reator parou de funcionar após o terremoto de magnitude 8,9 que atingiu o Japão nesta madrugada, devido a uma queda de energia. Ao menos 3 mil pessoas foram retiradas da usina, que fica a 240 km de Tóquio.

O governo e a Tepco, empresa que administra a usina, haviam decidido liberar um pouco de gás radioativo no ambiente para reduzir a pressão no reator. Segundo o ministério da Indústria japonês, não haveria risco para a população e o meio ambiente.

O país declarou emergência nuclear. Trata-se de um procedimento de segurança internacional para minimizar os danos que o terremoto pode ter causado às instalações nucleares, garantindo que não haja vazamentos, como ocorreu em 2007, em Kashiwazaki-Kariwa, quando 1 mil litros de água contaminada atingiram o mar.

O governo japonês informou ainda que milhares de moradores foram retirados da região depois que o sistema de resfriamento falhou após o forte terremoto de 8,9 graus de magnitude, o maior da história do Japão. Inicialmente, o raio era de três quilômetros da usina. Mais tarde, passou para dez.


Tsunami - Após o tremor, a primeira preocupação do governo foi com as consequências do tsunami provocado pelo terremoto e que cobriu parte da costa nordeste do território japonês. A região mais castigada é próxima da cidade de Sendai, capital da província de Miyagi.
Um balanço da polícia já fala em pelo menos 337 mortos e 707 desaparecidos. Mas, segundo a agência de notícias Kyodo, o número de mortos pode chegar 1.000, já que há relatos de que pessoas estão desaparecidas sob escombros de prédios e casas. O governo ainda não confirma os números.

Outros dois tremores de menor intensidade (6,6 graus) se sucederam ao primeiro. Mais tarde, um novo terremoto também de 6,6 graus de magnitude atingiu a região montanhosa da prefeitura de Niigata, no noroeste do Japão, por volta das 4h locais deste sábado (16h de Brasília desta sexta-feira). A agência de notícias Kyodo informou, por sua vez, que não havia um novo alerta de tsunami depois desta réplica do devastador terremoto.

O tsunami que sucedeu o primeiro tremor provocou ondas de até dez metros, atingindo cidades costeiras. A maior parte dos Estados do Pacífico, da Oceania à América Latina, também emitiram alertas de tsunami, mas nenhuma dano significativo foi observado até o momento fora do arquipélago nipônico.

O terremoto abalou também a aviação mundial, com voos que sairiam ou chegariam ao Japão sendo cancelados. Mais de 20.000 pessoas ficaram presas só nos dois principais aeroportos de Tóquio. O caos se repetiu nos terminais de outras cidades.

Tragédias - Situado no chamado "Anel de Fogo do Pacífico", o Japão sofre frequentes terremotos. Apesar dessa rotina de tremores, é raro que um terremoto provoque vítimas - as rígidas normas de construção vigentes no país garantem que as casas e prédios tenham o maior grau de segurança possível para aguentar aos tremores. A violência do terremoto desta sexta, porém, atingiu um nível tão grande que mesmo as precauções tomadas pelos japoneses não foram capazes de impedir uma tragédia.

O primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, qualificou de "grandes" os danos causados pelo terremoto. Ele não quis revelar as estimativas sobre número de vítimas. Kan pediu calma à população para fazer frente às consequências do forte tremor.
Diversos países já manifestaram solidariedade aos japoneses - os americanos, que mantêm relação muito próxima com o governo de Tóquio, já ofereceram ajuda ao país. A Grã-Bretanha e a Itália também se prontificaram a enviar remessas de ajuda humanitária a Tóquio. O Google disponibilizou um serviço (em inglês e japonês) de localização de pessoas que desapareceram após o terremoto.
Fonte: Veja

IMAGENS DE HOJE DO TERREMOTO NO JAPÃO


Veja imagens do dia seguinte ao terremoto no Japão

Clique na foto para ver as imagens de hoje

Tremor de magnitude 8,9 deixou centenas de mortos na ilha principal do arquipélago nipônico.Onda gigante atingiu vários países do Oceano Pacífico, mas sem gravidade.

Fonte: G1 globo.com (reuters)

sexta-feira, 11 de março de 2011

JÁ EXISTE PREVISÃO DE MAIS DE MIL VIDAS PERDIDAS NESTA CATASTROFE NO JAPÃO

Mortos por terremoto no Japão devem passar de mil, diz governo

Balanço da polícia contabiliza 384 mortos, 947 feridos e 707 desaparecidos após tremor de 8,9

Ondas chegam à costa japonesa. Foto: Kyodo/Reuters

Atualizada às 18h24

TÓQUIO - O ministério da Defesa do Japão informou nesta sexta-feira, 11, que o terremoto de magnitude 8,9 que atingiu o nordeste do país nesta madrugada deve ter deixado mais de mil mortos. Segundo a agência Kyodo, a cidade de Sendai, com 1 milhão de habitantes, foi a mais afetada pelo tremor, sentido em diversos pontos do país.

Apenas na cidade de Minamisoma, no distrito de Fukushima, 1,8 mil casas foram destruídas.Balanço da polícia contabiliza 384 mortos, 947 feridos e 707 desaparecidos. Em Sendai, ao menos 200 mortos foram encontrados afogados após o tsunami.

O governo japonês declarou estado de emergência na usina nuclear de Fukushima e outras três centrais atômicas foram fechadas. Ao menos 2 mil pessoas foram retiradas de áreas próximas após as autoridades não terem conseguido resfriar o combustível nuclear. Segundo os oficiais responsáveis, no entando, não há vazamento radioativo, e a situação já está sob controle.

Fábricas e refinarias foram fechadas e milhões de pessoas estão sem energia elétrica. Há cerca de 80 incêndios provocados pelo terremoto, um deles em uma refinaria. O aeroporto de Narita, o maior do país, chegou a ser fechado, mas já foi reaberto.

O tremor também paralisou em todo o país os serviços do "shinkansen", o trem-bala japonês, segundo a companhia ferroviária JR East. Um trem com passageiros desapareceu na área afetada pelo tremor.

Apesar de ter ocorrido a quase 400 quilômetros de distância de Tóquio, o tremor também foi sentido na capital, onde 4 milhões de casas e prédios ficaram sem energia elétrica. O serviço telefônico também foi cortado em boa parte do país.

Um dique se rompeu em Fukushima e o volume e a força da água devastaram as construções da região, segundo a imprensa japonesa.

O primeiro-ministro Naoto Kan disse a políticos que eles precisam "salvar o país" após o desastre. "O terremoto causou diversos danos em vastas áreas do norte do Japão", afirmou. Cerca de 8 mil militares foram enviados pelo governo à região afetada. De acordo com o Ministro de Exteriores, Takeaki Matsumoto, afirmou que o Executivo do país pediu ajuda aos EUA para que enviem seu efetivo no país para a área do sismo.

Foi o maior terremoto no Japão desde que começaram a ser registrados, há 140 anos e o sétimo pior da história. O tremor principal aconteceu às 2h46 de Brasília, com epicentro a 130 quilômetros de Sendal, na ilha de Honshu, e com profundidade de 24,4 quilômetros, na mesma região onde há dois dias ocorreu um terremoto de 7,3 graus que não deixou vítimas.

Fonte: ESTADAO.COM.BR/Internacional

segunda-feira, 27 de abril de 2009

PAPA VISITA REGIÃO ITALIANA DE ABRUZZO

AMANHÃ PAPA VISITA REGIÃO ITALIANA DE ABRUZZO ATINGIDA PELO TERREMOTO


Cidade do Vaticano, 27 abr (RV)

- Bento XVI visitará amanhã, terça-feira, a população da região italiana de Abruzzo atingida no último dia 6 pelo terremoto de 5,8 graus na escala Richter que deixou um saldo de 294 mortos e milhares de desabrigados. O abalo sísmico destruiu grande parte da cidade de L’Aquila.Com essa visita o Santo Padre cumprirá a promessa que fizera, dias atrás, aos fiéis da província de L’Aquila. A Sala de Imprensa da Santa Sé informou que o papa chegará a Onna por volta das 9h30, hora local italiana, onde visitará o lugar em que estão abrigadas as vítimas do terremoto.Em seguida, o pontífice irá a L’Aquila onde se deterá diante da Casa do Estudante, que riu completamente matando vários jovens, e prosseguirá sua visita indo à Basílica de Collemaggio, local em que prestará homenagem à urna do Papa Celestino V.Por fim, no quartel-general da Guarda de Finança, Bento XVI se encontrará com os representantes da comunidade local e também com alguns membros das equipes de socorro. Na conclusão de sua visita, o Santo Padre sobrevoará de helicóptero as localidades mais atingidas pelo sismo e depois retornará ao Vaticano. (MJ

Fonte: RV