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Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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quinta-feira, 17 de março de 2011

AGORA JAPÃO TAMBÉM CORRE RISCO DE BLECAUTE E EPIDEMIAS

17/03/2011 - 09h09
Japão tenta conter desastre nuclear; país corre risco de blecaute

Com escassez de combustível, japoneses enfrentam fila para comprar gasolina - AFP

O Japão luta nesta quinta-feira para tentar resfriar os reatores da central nuclear de Fukushima e conter um desastre nuclear, mas a crise desencadeada após o terremoto de magnitude 9 seguido de tsunami da última sexta-feira (11) causa preocupação cada vez maior em todo o mundo e que provoca uma fuga em massa de estrangeiros de Tóquio.

Japão já enfrenta risco de epidemias de cólera e tifo

Moradores de Sendai enfrentam fila para comprar comida em supermercado - Mark Baker/AP

O pânico gerado pela questão nuclear no Japão está desviando a atenção das autoridades de uma possível crise humanitária, que pode envolver as mais de 452 mil pessoas que estão vivendo em abrigos temporários.

Os desabrigados enfrentam chuva, neve e temperaturas de -5C em cerca de 2.400 ginásios, templos e escolas públicas que não possuem sistemas de aquecimento suficientes.

Eles também têm que lidar com a escassez de alimentos no comércio. Só recentemente a comida começou a chegar aos abrigos, em transportes militares.

Em uma escola na cidade de Ofunato,os idosos têm preferência para ficar mais próximos dos aquecedores a gás, enquanto os jovens tentam lutar contra o frio jogando bola na neve.

O prefeito de Fukushima, Yuhei Sato, disse em entrevista à emissora japonesa NHK que faltam refeições quentes e itens de necessidade básica nos abrigos e criticou a ação do governo.

Outro problema da população que perdeu suas moradias é ter acesso a telefones.
A brasileira Thereza Yogi, 19, não conseguia falar com seu pai, Ilton Toshiaki Yogi, desde o terremoto. Só o localizou ontem, graças à boa vontade de desconhecidos.

"Recebi e-mails de duas pessoas, um japonês e um alemão, dizendo que ele está vivo, com outros cinco brasileiros, em um ginásio na cidade de Onagawa", disse.

EPIDEMIAS

O grande número de mortos, a falta de moradias e de reparo nas redes de esgoto e uma possível escassez de água tratada podem desencadear epidemias de cólera ou febre tifoide.

"As pessoas estão preocupadas com o que até o momento são níveis baixos de radioatividade, mas os problemas reais são lidar com o terremoto e o tsunami", disse Richard Wakeford, epidemiologista da universidade de Manchester.

Falta eletricidade em mais de 850 mil residências e água em aproximadamente 1,5 milhão delas.
O diretor de arte equatoriano José Valdivieso, 49, passa o dia todo em busca de comida, de bicicleta, em sua cidade, Akabane. "Ontem me saí bem. Quando o funcionário do mercado colocou uma nova remessa de leite, consegui pegar quatro caixas", disse.

Fonte: Folha.com

sábado, 12 de março de 2011

Explosão destrói edifício que abriga reatores nucleares
Quatro trabalhadores da Tokyo Power Electric Co. sofreram fratura
Fumaça na usina nuclear Fukushima Daiichi 1 depois de uma explosão, Japão (Reuters)
Uma explosão destruiu o edifício que abriga um dos seis reatores da usina nuclear de Fukushima neste sábado na costa nordeste do Japão. A explosão aconteceu um dia após o terremoto de 8,9 graus na escala Richter, seguido de tsunami na região.
A Tokyo Power Electric Co., empresa que opera a usina, informou que quatro trabalhadores sofreram fraturas e foram levados a um hospital. Um especialista disse que o incidente não representa perigo imediato.
Ainda assim, aumentou a preocupação de que ocorra um desastre maior no local.Imagens da rede de televisão estatal NHK mostram as paredes do edifício do reator ruindo, deixando de pé apenas um esqueleto de metal.
Colunas de fumaça saíam da usina de Fukushima, que fica a 30 quilômetros de Iwaki, um dos locais mais atingidos pelo duplo desastre. "Estamos tentando descobrir o que causou a explosão", afirmou Yukio Edano, porta-voz do governo local.
O primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, viajou neste sábado para o local, a fim de inspecionar a usina.O governo japonês declarou nesta sexta-feira estado de "emergência nuclear".
Cerca de 46 mil moradores em um raio de dez quilômetros da usina foram retirados emergencialmente de suas casas e transportados para lugares seguros. Porém, segundo a rede NHK, no momento da explosão ainda havia cerca de 800 pessoas nas redondezas, algumas delas idosas. Mais tarde, com a gravidade da situação, o governo ampliou a área de evacuação para 20 quilômetros.
Prejuízos - O Japão confronta na manhã deste sábado a devastação provocada pelo terremoto e o tsunami de sexta-feira na sua costa nordeste, onde ainda há incêndios e cidades parcialmente submersas. Pelo menos 574 pessoas morreram - autoridades afirmam que o número deve passar de 1.300 -, 784 estão desaparecidas e 1.128 se feriram.O amanhecer revelou boa parte da extensão dos danos causados pelo tremor e pelo tsunami de dez metros de altura que varreu vilarejos e cidades.
Em uma das áreas residenciais mais atingidas, era possível escutar pessoas soterradas sob os escombros, pedindo socorro e perguntando quando seriam resgatadas, segundo relato da agência de notícias Kyodo.Pelo menos 45 países - inclusive China e EUA - já ofereceram ajuda ao Japão nas tarefas de busca e resgate de vítimas.
Fonte: Veja

JAPÃO DECRETA ALERTA NUCLEAR

Japão decreta alerta nuclear; novo terremoto atinge região

Governo admitiu possibilidade de vazamento na usina nuclear de Fukushima, depois de funcionários reportarem um aumento da pressão em um dos reatores após o terremoto

Nível de radiação aumentou 1.000 vezes. Moradores num raio de 10 km foram removidos

Um novo terremoto também de 6,6 graus de magnitude atingiu a região montanhosa da prefeitura de Niigata, no noroeste do Japão, por volta das 4h locais deste sábado (16h de Brasília desta sexta-feira). A agência de notícias Kyodo informou, por sua vez, que não havia um novo alerta de tsunami depois desta réplica do devastador terremoto

O ministro do Comércio e da Indústria japonês, Banri Kaieda, admitiu nesta sexta-feira um vazamento na usina nuclear de Fukushima, depois de funcionários reportarem um aumento da pressão em um dos reatores após o terremoto.
Os níveis de radiação em torno do complexo aumentaram oito vezes nas últimas horas em um ponto de checagem do lado de fora do usina e estão mil vezes maiores do que o normal na sala de controle do reator, segundo a agência Kyodo.

De acordo com Agência Nuclear Japonesa, o risco de um acidente está maior porque a radiação pode se espalhar facilmente pelo complexo. O sistema de refrigeração do reator parou de funcionar após o terremoto de magnitude 8,9 que atingiu o Japão nesta madrugada, devido a uma queda de energia. Ao menos 3 mil pessoas foram retiradas da usina, que fica a 240 km de Tóquio.

O governo e a Tepco, empresa que administra a usina, haviam decidido liberar um pouco de gás radioativo no ambiente para reduzir a pressão no reator. Segundo o ministério da Indústria japonês, não haveria risco para a população e o meio ambiente.

O país declarou emergência nuclear. Trata-se de um procedimento de segurança internacional para minimizar os danos que o terremoto pode ter causado às instalações nucleares, garantindo que não haja vazamentos, como ocorreu em 2007, em Kashiwazaki-Kariwa, quando 1 mil litros de água contaminada atingiram o mar.

O governo japonês informou ainda que milhares de moradores foram retirados da região depois que o sistema de resfriamento falhou após o forte terremoto de 8,9 graus de magnitude, o maior da história do Japão. Inicialmente, o raio era de três quilômetros da usina. Mais tarde, passou para dez.


Tsunami - Após o tremor, a primeira preocupação do governo foi com as consequências do tsunami provocado pelo terremoto e que cobriu parte da costa nordeste do território japonês. A região mais castigada é próxima da cidade de Sendai, capital da província de Miyagi.
Um balanço da polícia já fala em pelo menos 337 mortos e 707 desaparecidos. Mas, segundo a agência de notícias Kyodo, o número de mortos pode chegar 1.000, já que há relatos de que pessoas estão desaparecidas sob escombros de prédios e casas. O governo ainda não confirma os números.

Outros dois tremores de menor intensidade (6,6 graus) se sucederam ao primeiro. Mais tarde, um novo terremoto também de 6,6 graus de magnitude atingiu a região montanhosa da prefeitura de Niigata, no noroeste do Japão, por volta das 4h locais deste sábado (16h de Brasília desta sexta-feira). A agência de notícias Kyodo informou, por sua vez, que não havia um novo alerta de tsunami depois desta réplica do devastador terremoto.

O tsunami que sucedeu o primeiro tremor provocou ondas de até dez metros, atingindo cidades costeiras. A maior parte dos Estados do Pacífico, da Oceania à América Latina, também emitiram alertas de tsunami, mas nenhuma dano significativo foi observado até o momento fora do arquipélago nipônico.

O terremoto abalou também a aviação mundial, com voos que sairiam ou chegariam ao Japão sendo cancelados. Mais de 20.000 pessoas ficaram presas só nos dois principais aeroportos de Tóquio. O caos se repetiu nos terminais de outras cidades.

Tragédias - Situado no chamado "Anel de Fogo do Pacífico", o Japão sofre frequentes terremotos. Apesar dessa rotina de tremores, é raro que um terremoto provoque vítimas - as rígidas normas de construção vigentes no país garantem que as casas e prédios tenham o maior grau de segurança possível para aguentar aos tremores. A violência do terremoto desta sexta, porém, atingiu um nível tão grande que mesmo as precauções tomadas pelos japoneses não foram capazes de impedir uma tragédia.

O primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, qualificou de "grandes" os danos causados pelo terremoto. Ele não quis revelar as estimativas sobre número de vítimas. Kan pediu calma à população para fazer frente às consequências do forte tremor.
Diversos países já manifestaram solidariedade aos japoneses - os americanos, que mantêm relação muito próxima com o governo de Tóquio, já ofereceram ajuda ao país. A Grã-Bretanha e a Itália também se prontificaram a enviar remessas de ajuda humanitária a Tóquio. O Google disponibilizou um serviço (em inglês e japonês) de localização de pessoas que desapareceram após o terremoto.
Fonte: Veja