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Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
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Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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Mostrando postagens com marcador Fukushima. Mostrar todas as postagens
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terça-feira, 12 de abril de 2011

PROBLEMA ATUAL DE FUKUSHIMA É IDENTICO AO DE CHERNOBYL

FUKUSHIMA IGUAL A CHERNOBYL: NÍVEL 7




.............FUKUSHIMA.......................................CHERNOBYL

Tóquio, 12 abr (RV)


– O Japão decidiu elevar o grau de alerta na usina nuclear de Fukushima de 5 para 7, o máximo na escala internacional, o que coloca o desastre japonês no mesmo nível do acidente nuclear de Chernobyl, na Ucrânia, em 1986.


Novas estimativas das autoridades japonesas sugerem que o total de material radioativo liberado até agora equivale a 10% do que vazou em Chernobyl, disse Hidejiko Nishiyama, diretor agência nuclear japonesa.


Nishiyama pondera, contudo, que diferentemente de Chernobyl, onde o reator explodiu liberando a radiação, em Fukushima os quatro reatores, apesar de todas as avarias sofridas por conta dos terremotos e do tsunami, permanecem intactos.


Entretanto, um oficial da companhia energética de Fukushima, disse que o vazamento de material radioativo ainda não foi contido completamente e agora a preocupação é que isso poderia fazer com que, eventualmente, ultrapassasse os níveis de Chernobyl.


Na escala internacional de desastres atômicos, um acidente de nível 7 envolve efeitos generalizados para a saúde e meio ambiente e uma liberação significativa do material armazenado no núcleo do reator.


Este anúncio veio quando o Japão se preparava para convencer mais moradores do entorno de Fukushima a deixarem a área, por causa da preocupação sobre a exposição de longo tempo à radiação.As autoridades já determinaram que as pessoas que vivem num raio de 20 km sejam evacuadas e recomendaram que as pessoas fiquem dentro de casa e evitem entrar numa área num raio de 30 km de Fukushima. (RB)


Fonte: RV

quinta-feira, 17 de março de 2011

AGORA JAPÃO TAMBÉM CORRE RISCO DE BLECAUTE E EPIDEMIAS

17/03/2011 - 09h09
Japão tenta conter desastre nuclear; país corre risco de blecaute

Com escassez de combustível, japoneses enfrentam fila para comprar gasolina - AFP

O Japão luta nesta quinta-feira para tentar resfriar os reatores da central nuclear de Fukushima e conter um desastre nuclear, mas a crise desencadeada após o terremoto de magnitude 9 seguido de tsunami da última sexta-feira (11) causa preocupação cada vez maior em todo o mundo e que provoca uma fuga em massa de estrangeiros de Tóquio.

Japão já enfrenta risco de epidemias de cólera e tifo

Moradores de Sendai enfrentam fila para comprar comida em supermercado - Mark Baker/AP

O pânico gerado pela questão nuclear no Japão está desviando a atenção das autoridades de uma possível crise humanitária, que pode envolver as mais de 452 mil pessoas que estão vivendo em abrigos temporários.

Os desabrigados enfrentam chuva, neve e temperaturas de -5C em cerca de 2.400 ginásios, templos e escolas públicas que não possuem sistemas de aquecimento suficientes.

Eles também têm que lidar com a escassez de alimentos no comércio. Só recentemente a comida começou a chegar aos abrigos, em transportes militares.

Em uma escola na cidade de Ofunato,os idosos têm preferência para ficar mais próximos dos aquecedores a gás, enquanto os jovens tentam lutar contra o frio jogando bola na neve.

O prefeito de Fukushima, Yuhei Sato, disse em entrevista à emissora japonesa NHK que faltam refeições quentes e itens de necessidade básica nos abrigos e criticou a ação do governo.

Outro problema da população que perdeu suas moradias é ter acesso a telefones.
A brasileira Thereza Yogi, 19, não conseguia falar com seu pai, Ilton Toshiaki Yogi, desde o terremoto. Só o localizou ontem, graças à boa vontade de desconhecidos.

"Recebi e-mails de duas pessoas, um japonês e um alemão, dizendo que ele está vivo, com outros cinco brasileiros, em um ginásio na cidade de Onagawa", disse.

EPIDEMIAS

O grande número de mortos, a falta de moradias e de reparo nas redes de esgoto e uma possível escassez de água tratada podem desencadear epidemias de cólera ou febre tifoide.

"As pessoas estão preocupadas com o que até o momento são níveis baixos de radioatividade, mas os problemas reais são lidar com o terremoto e o tsunami", disse Richard Wakeford, epidemiologista da universidade de Manchester.

Falta eletricidade em mais de 850 mil residências e água em aproximadamente 1,5 milhão delas.
O diretor de arte equatoriano José Valdivieso, 49, passa o dia todo em busca de comida, de bicicleta, em sua cidade, Akabane. "Ontem me saí bem. Quando o funcionário do mercado colocou uma nova remessa de leite, consegui pegar quatro caixas", disse.

Fonte: Folha.com

quarta-feira, 16 de março de 2011

ÁGUA PARA TENTAR REFRIGERAR REATORES NA USINA NUCLEAR DE FUKUSHIMA DAÏICHI

16/03/2011 21h31 - Atualizado em 16/03/2011 22h55

Helicópteros militares lançam água para tentar resfriar reator no Japão
Situação na usina de Fukushima Daiichi é 'muito séria', segundo a ONU.Tremor e tsunami causaram mortes, destruição e crise humanitária no país.

Helicópteros militares do Japão lançaram água na manhã desta quinta-feira (17), noite de quarta no Brasil, sobre a usina nuclear de Fukushima Daiichi, na tentativa de resfriar o superaquecido reatores 3 e evitar um desastre de grandes proporções com vazamento de material radioativo.
Inicialmente, as autoridades haviam dito que apenas um canhão de água seria usado na operação. O canhão ainda iria ser usado, para tentar resfriar o reator 4.
Além disso, a Tokyo Electric Power Co. (TEPCO), operadora da usina, que esperava que uma nova linha de transmissão de energia pudesse ser ligada ainda nesta quinta para religar o sistema de refrigeração da usina, o que em tese poderia normalizar a situação na usina.

A usina foi bastante danificada pelo terremoto de magnitude 9 seguido de tsunami, que atingiu a costa noroeste do país no dia 11, provocando mortes, devastando regiões da costa e causando uma crise energética, econômica e humanitária no arquipélago.

A preocupação internacional sobre a situação da usina cresceu ao longo desta quarta. Os novos acontecimentos na usina, bastante afetada pelo terremoto de magnitude 9 seguido de tsunami na costa japonesa no dia 11, são "muito sérios", disse o chefe da agência nuclear da ONU, Yukiya Amano.

O objetivo imediato das autoridades japonesas é resfriar o combustível dos reatores, para evitar um superaquecimento que provoque a emissão de material radioativo danoso à saúde humana.

Foto de satélite feita nesta quarta-feira (16) pela DigitalGlobe mostra a usina de Fukushima Daiichi. Vapor pode ser visto saíndo dos reatores 2 e 3. Também podem ser vistos danos nos reatores 1 e 4 e em outros prédios. (Foto: AP)

terça-feira, 15 de março de 2011

ÁCIDO BÓRICO PARA TENTAR CONTROLAR INCÊNDIO EM USINA NUCLEAR DE FUKUSHIMA


15/03/2011 21h26 - Atualizado em 15/03/2011 21h42


Empresa pode usar ácido bórico para controlar incêndio em usina no Japão

Material nuclear pode ter derretido parcialmente em dois outros reatores.
País enfrenta crise nuclear após devastador terremoto seguido de tsunami.
A Tokyo Electric Power CO (TEPCO), empresa que opera a usina nuclear de Fukushima Daiichi, afirmou na manhã desta quarta-feira (15), pelo horário local, que estava considerando usar um helicóptero para dispersar ácido bórico, um retardador de fogo, sobre o edifício que abriga o reator número 4, que estava em chamas.

O governo chegou a anunciar que o fogo tinha sido controlado, mas as chamas voltaram.
Na véspera, uma explosão de hidrogênio provocou um incêndio no mesmo reator, danificando o teto do prédio que o abriga. O Exército dos EUA, que colabora com as autoridades japonesas, controlou as chamas.
Além disso, as barras de combustível nuclear dos reatores 1 e 2 da usina foram parcialmente danificadas, a TEPCO.

O dano no reator 1 foi de 70%, e no 2, de 33%. O núcleo dos reatores parece ter derretido parcialmente após a perda das funções de resfriamento, ocorridas na sexta após o terremoto de magnitude 9 seguido de tsunami que atingiu a costa.
O derretimento aumentaria o risco de danos aos reatores e de um possível vazamento nuclear, dizem especialistas.

A instalação nuclear, na província japonesa de Fukushima, foi bastante afetada pelo terremoto de magnitude 9 seguido de tsunami que devastou regiões costeiras japonesas no dia 11.
O tremor e o maremoto danificaram as funções de refrigeração da usina, forçando a TEPCO a usar água do mar para baixar a temperatura dos reatores e liberar o ar radioativo para a atmosfera a fim de reduzir a pressão causada pelo calor.

O reator 4 estava em manutenção no momento do terremoto. Os reatores 1, 2 e 3 também foram afetados. No total, a usina tem seis reatores.
Os responsáveis tentam impedir um acidente mais grave, com grande vazamento radioativo.
A usina fica a 240 km da capital do Japão, Tóquio, onde há temor de contaminação radioativa e os níveis de radiação ficaram dez vezes acima do normal nesta terça.

O nível da radiação também subiu em outras cidades.
Mas a previsão da meteorologia era de que, nesta quarta, os ventos soprassem para o mar, o que pouparia a capital de uma contaminação pior.

Em meio à tensão causada pela crise nuclear, o país continua os trabalhos de resgate de sobreviventes e de corpos nas regiões costeiras devastadas.

O número de mortos oficial passa de 3.300, mas as autoridades estimam que ele possa passar de 10 mil.
O país também enfrenta cortes programados de energia, por conta do desligamento de usinas nucleares.

O objetivo, segundo o governo, é impedir blecautes maiores.
Também há problemas de desabastecimento de provisões, combustível e nos transportes públicos.


Fonte: G1 globo.com