INTERIOR DA BASÍLICA DE SÃO FRANCISCO - SIENA - ITALIA
Fala o sacerdote franciscano Paolo Spring
Quando chegam, cantam, comovem-se e choram de alegria”, disse o sacerdote, em conversa com ZENIT............. - Eucaristia, Devoção a Maria e Fidelidade ao Papa – ............
INTERIOR DA BASÍLICA DE SÃO FRANCISCO - SIENA - ITALIA
Fala o sacerdote franciscano Paolo Spring
Quando chegam, cantam, comovem-se e choram de alegria”, disse o sacerdote, em conversa com ZENIT.


Cidade do Vaticano,
- Bento XVI visitará o Reino Unido de 16 a 19 de setembro próximo. Foi o que anunciou a Rainha Elisabete II mediante um comunicado do Palácio Buckingam. A esse propósito, realizou-se em Londres uma coletiva de imprensa conjunta do Governo e das Conferências episcopais da Escócia, Inglaterra e Gales. Trata-se da primeira viagem apostólica de um Papa à Inglaterra com o status de "visita de Estado"."Uma oportunidade sem precedentes para reforçar os laços entre o Reino Unido e a Santa Sé sobre as iniciativas globais" e para valorizar "o importante papel da fé ao criar fortes comunidades". Foi o que ressaltou a coletiva de imprensa de anúncio e apresentação da viagem de Bento XVI ao Reino Unido.O Pontífice será recebido pela Rainha Elisabete no dia 16 de setembro no Palácio de Holyroodhouse, em Edimburgo, na Escócia. O Santo Padre, que foi convidado pela Rainha a visitar a Grã-Bretanha, fará um discurso em Wesminster dirigido à sociedade civil britânica. Em Coventry celebrará uma solene Missa na qual beatificará o grande teólogo John Henry Newman.A Conferência ressaltou que outros momentos candentes da visita serão, certamente, a Missa em Glasgow, uma vigília de oração em Londres, um encontro dedicado à cultura e a visita ao Arcebispo de Cantuária e Primaz da Comunhão Anglicana, Dr. Rowan Williams, em Lambeth. Além disso, o Papa rezará na Abadia de Westminster com os líderes das outras confissões cristãs.O Presidente da Conferência Episcopal da Inglaterra e Gales e Arcebispo de Westminster, Dom Vincent Nichols, se disse confiante de que a visita do Papa "encorajará cada um a aspirar a uma visão da vida" caracterizada "pela confiança recíproca, pela compaixão e pela verdade".Em seguida, numa videomensagem, presente no sito web oficial da visita (www.thepapalvisit-org.uk), ressaltou que pela primeira vez um Pontífice é convidado pela Rainha a visitar o Reino Unido."Este é um momento profundamente significativo para o país inteiro e, naturalmente, para a comunidade católica", disse Dom Nichols, acrescentando esperar que mostre a comunidade católica como realmente capaz de contribuir para o bem-estar dessa nação."Os católicos – disse ainda o prelado – podem apoiar essa missão do Papa, obviamente, se fazendo presentes e estando com ele, querendo saudá-lo e rezar com ele, mas também mostrando, no modo como fazemos todas as coisas, a alegria que vem da nossa fé."Por sua vez, o Secretário de Estado da Escócia e Ministro encarregado pelo Governo para a preparação da viagem, Jim Murphy, falou da viagem do Santo Padre ao Reino Unido como sendo uma "visita histórica" num "momento importante". Murphy ressaltou ainda a influência do Papa e da Santa Sé "em áreas como o desenvolvimento internacional" e "a relação entre as religiões".Por outro lado, o Arcebispo de Saint Andrews e Edimburgo e Presidente da Conferência Episcopal Escocesa, Cardeal Keith Michael Patrick O'Brien, se disse seguro de que o Pontífice será recebido de modo caloroso não somente pelos católicos, mas por todos os cidadãos, também de outros credos.O purpurado recordou o ensinamento de Bento XVI sobre as raízes cristãs da Europa. "Faço votos de que todos possamos abrir os nossos corações às suas palavras" – disse o presidente dos bispos escoceses.Durante a coletiva de imprensa foi ressaltado que um dos temas da visita serão as relações entre as Igrejas cristãs, bem como com as outras religiões.João Paulo II visitou a Grã-Bretanha em 1982. Não se tratava, porém, de uma visita de Estado. No mesmo ano foram restabelecidas relações diplomáticas plenas entre a Santa Sé e o Reino Unido. (RL)
Fonte: RV

Nossa Senhora.
Pouco depois das aparições, Jacinta Marto morreu em 20 de fevereiro de 1920, em Lisboa, após longa enfermidade. Foi beatificada em Fátima, por João Paulo II, em 13 de maio de 2000, juntamente com Francisco.Cidade do Vaticano,
- Neste tempo quaresmal, Bento XVI nos indica nas práticas penitenciais – oração, esmola e jejum – os instrumentos para dispor-nos a celebrar melhor a Páscoa. Em particular, convida-nos a redescobrirmos o verdadeiro jejum cristão que nos abre a Deus e ao amor ao próximo. A esse propósito, repercorramos algumas meditações do Papa sobre o jejum quaresmal:Uma "terapia" para curar tudo aquilo que nos impede de conformar-nos à vontade de Deus: Bento XVI sintetiza desse modo o significado do jejum no caminho quaresmal. "Como todos somos oprimidos pelo pecado e
suas consequências – escreve o Pontífice em sua Mensagem para a Quaresma do ano passado – o jejum nos é oferecido como um meio para restabelecermos a amizade com o Senhor."Além disso, o Papa ressalta que "jejuar voluntariamente nos ajuda a cultivar o estilo do Bom Samaritano". Escolhendo livremente "privar-nos de algo para ajudar os outros" – reitera Bento XVI – mostramos concretamente que "o próximo em dificuldade não nos é estranho":"Encorajamo-nos reciprocamente a redescobrir e viver com renovado fervor o jejum não somente como prática ascética, mas também como preparação para a Eucaristia e como arma espiritual para lutar contra todo eventual apego desordenado a nós mesmos. Este período intenso da vida litúrgica nos ajude a distanciar-nos de tudo aquilo que distrai o espírito e a intensificar aquilo que alimenta a alma, abrindo-a ao amor a Deus e ao próximo." (Discurso à Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, 13 de março de 2009)O Papa constata que em nossos dias a prática do jejum "parece ter perdido um pouco do seu valor espiritual" e ter adquirido, sobretudo, "o valor de uma medida terapêutica como cuidado pelo próprio corpo". Ao invés, é preciso voltar à antiga prática penitencial, "que pode ajudar-nos a mortificar o nosso egoísmo e a abrir o coração ao amor a Deus e ao próximo":"O jejum ao qual a Igreja nos convida neste tempo forte, não nasce certamente de motivações de ordem física, estética, mas nasce da exigência que o homem tem de uma purificação interior que o desintoxique da poluição do pecado e do mal, o eduque àquelas renúncias salutares que libertam o fiel da escravidão do próprio eu, o torne mais atento e disponível à escuta de Deus e a serviço dos irmãos." (Missa da Quarta-feira de Cinzas de 21 de fevereiro de 2007)O verdadeiro jejum é finalizado a nutrir-se do "verdadeiro alimento" que é fazer a vontade do Pai – é ainda a reflexão do Santo Padre. Eis então que "o jejum do corpo se transforma em "fome e sede" de Deus". Em nosso tempo tão marcado pelas imagens e palavras, o Pontífice nos convida a darmos espaço à Palavra de Deus. Portanto, não basta somente o jejum do corpo:"Parece-me que o tempo da Quaresma poderia também ser um tempo de jejum das palavras e das imagens, porque precisamos de um pouco de silêncio. Precisamos de um espaço sem o bombardeio permanente das imagens (...) de criar-nos espaços de silêncio e também sem imagens, para reabrir o nosso coração à imagem e Palavra verdadeiras." (Encontro com os párocos romanos, 7 de fevereiro de 2008) (RL)
..........................Santiago do Chile
Cidade do Vaticano,
extraordinário; um encorajamento na sequela de Jesus”. Neste período de Quaresma, o papa convidou todos a meditar assiduamente sobre o Evangelho, e pediu aos pastores que neste Ano Sacerdotal, “sejam realmente permeados pela Palavra de Deus, a conheçam profundamente e amem-na ao ponto que lhes dê vida e forme seu pensamento”.