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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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quinta-feira, 11 de março de 2010

CENTENÁRIO DE JACINTA MARTO

CENTENÁRIO DE JACINTA MARTO, A MAIS NOVA DOS PASTORZINHOS DE FÁTIMA

Fátima, 11 mar (RV) - Neste dia 11 de março, Portugal festeja os 100 anos de nascimento de Jacinta Marto, a mais nova das três crianças que presenciaram as aparições de Nossa Senhora.

Em 13 de maio de 1917, três crianças apascentavam um pequeno rebanho na Cova da Iria, que hoje pertence à Diocese de Leiria-Fátima. Lúcia de Jesus, de 10 anos, e Francisco e Jacinta Marto, seus primos, de 9 e 7 anos, entraram para a História como testemunhas privilegiadas de um dos grandes acontecimentos espirituais do século XX, que ainda hoje atrai milhões de peregrinos de todo o mundo.

A mais nova dos três pastorzinhos nasceu em Aljustrel, no dia 11 de março de 1910.

Pouco depois das aparições, Jacinta Marto morreu em 20 de fevereiro de 1920, em Lisboa, após longa enfermidade. Foi beatificada em Fátima, por João Paulo II, em 13 de maio de 2000, juntamente com Francisco.

Para a Vice-Postuladora da Causa de Canonização de Francisco e Jacinta Marto, Irmã Ângela de Fátima Coelho, o traço mais marcante de sua personalidade é o coração: "Toda ela é marcada por uma paixão que conduz as suas escolhas e a sua forma de viver. Certamente que falamos do coração em sentido bíblico, que 'significa o centro da existência humana, uma confluência da razão, vontade, temperamento e sensibilidade, onde a pessoa encontra a sua unidade e orientação interior'.

O coração fala-nos de uma forma profunda de ver a vida e de pensar os acontecimentos" – lê-se em um dossiê preparado pela Agência Ecclesia.

Para o Pe. Jacinto Farias, professor de Teologia na UCP, o centenário do nascimento da Jacinta "deve ser uma oportunidade para avivar entre nós o sentido da Igreja como corpo místico de Cristo e os grandes temas da escatologia, especialmente da escatologia intermédia, cujo esquecimento ou não consideração põe em causa o sentido e a compreensão do presente".

No contexto das comemorações do centenário do nascimento de Jacinta Marto, o Santuário de Fátima vai realizar, além de outras iniciativas, um congresso sobre esta criança, que decorrerá de 4 a 6 de Junho de 2010, no Centro Paulo VI, do Santuário de Fátima, e terá como título "Jacinta Marto: Do encontro à compaixão".

Também em Fátima, o Departamento de Arte e Patrimônio (DAP) do Santuário prepara uma exposição sobre esta figura. A inauguração é prevista hoje na Igreja da Santíssima Trindade. (BF)

Fonte: RV

sábado, 5 de julho de 2008

CENTENÁRIO DA MEDALHA MILAGROSA


Começa Centenário da Medalha Milagrosa
Carta do superior geral à Família Vicentina

Altar d Capela da Medalha Milagrosa - Rue du Bac - Paris

Por Nieves San Martín
ROMA, sexta-feira, 4 de julho de 2008.
- De 8 de julho de 2008 a 20 de novembro de 2009 se celebrará o Centenário da Aprovação Pontifícia da Associação da Medalha Milagrosa.
Em 8 de julho de 1909, foi formalmente reconhecida esta Associação, que nasceu das Aparições da Virgem Maria a Santa Catarina Labouré.
Com este motivo, o superior geral da Congregação da Missão de São Vicente de Paulo, Pe. Gregory Gay, escreveu uma carta titulada «Cem anos peregrinando com Maria, Unidos a Jesus nos pobres por meio da Medalha Milagrosa».
A carta convoca as celebrações desse Centenário, que reunirá a Família Vicentina (integrada pelos Padres Paulinos, as Irmãs da Caridade e outros ramos religiosos e leigos inspirados na espiritualidade de São Vicente de Paulo).
O superior geral inicia sua carta com as palavras «Minha alma glorifica o Senhor meu Deus».
«A oração já é conhecida por todos como o Magnificat – explica. Esta expressão de Maria manifesta o que sentimos como membros da Família Vicentina e, em particular, os membros da Associação da Medalha Milagrosa, neste Ano Jubilar, no qual celebramos os 100 anos de reconhecimento pontifício como Associação».
Ao longo desses 100 anos, na Associação da Medalha Milagrosa, afirma o superior geral, «constataram-se vários aspectos positivos em nosso caminhar junto com a Virgem Maria».
Desde o princípio, recorda que foi uma Associação ativa, cujo apostolado principal foi a oração para promover uma maior devoção à Virgem Maria. «Ela é um exemplo para todos nós – acrescenta – de como viver nossa vida conseqüente com os ensinamentos de seu Filho Jesus Cristo, sendo Ela mesma a primeira discípula de seu Filho.»
A Associação desenvolveu este apostolado de oração e evangelização através da simples visita domiciliar, explica o superior geral, «em que, em um ambiente familiar, as pessoas de fé e de boa vontade, vão se enamorando de Nosso Senhor Jesus Cristo através da proximidade a sua Mãe, Maria».
Há muitos anos, este apostolado de oração foi desenvolvido através de vários meios de comunicação, principalmente o correio. Graças a este meio se criou uma enorme rede, tanto no âmbito nacional como internacional, que põe sa pessoas em comunicação com uma profunda devoção à Virgem Maria.
Sobre esse longo período de 100 anos, caminhando com Maria, «também estas pessoas simples contribuíram, com suas pequenas, mas significativas doações, com as Missões e promoção dos pobres em muitas partes do mundo», afirma o superior geral.
Mais recentemente, estendeu-se um apostolado de serviço, em imitação de Maria, «que faz a visita à sua pobre prima Isabel, dando-lhe a consolação que só nosso Deus da Vida pode dar a alguém em necessidade – indica a carta. Junto com este apostolado, deu-se um crescimento na arte de amar o pobre e a Virgem Maria, representante principal do ‘anawin’ do Senhor, através da formação dos membros da Associação».
Outra grande conquista, recorda o superior geral, foi um maior vínculo com o resto da Família Vicentina. Maria da Medalha Milagrosa é a principal padroeira de toda a Família. Através de seu amor e intercessão para com suas filhas e filhos, cada vez mais jovens são atraídos à Associação, compartilhando a mensagem mariana e o apostolado em favor dos pobres, através de seu testemunho de vida.
«A Associação deu resposta às novas pobrezas – afirma. Tentou favorecer projetos de evangelização e de serviço para, com e desde a realidade de nossos amos e senhores, os pobres.»
«Sem dúvida foi Maria da Medalha Milagrosa, com sua intercessão, quem favoreceu nosso caminhar», indica; e pede «que Ela continue acompanhando-nos neste Ano Jubilar que se estenderá de 8 de julho de 2008 a 20 de novembro de 2009. Encerraremos nosso Ano Jubilar com o 3º Encontro Internacional que acontecerá em Paris, na Rue du Bac, dos dias 16 a 20 de novembro».
E conclui convidando todos os membros da Associação da Medalha Milagrosa, e outros membros da Família Vicenciana, «a realizarem atividades para promover uma maior devoção à nossa Mãe, Maria, e o amor aos pobres, fazendo tudo o que fazemos para a maior honra e glória de nosso Deus».
Fonte: ZENIT.org

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A FAMÍLIA CATÓLICA

segunda-feira, 9 de junho de 2008

A CIDADE DE SÃO PAULO COMEMORA COM FERVOR E MUITA FÉ OS 100 ANOS DE VIDA DA ARQUIOCESE DE SÃO PAULO


Pacaembu lota para comemorar o centenário da Arquidiocese de São Paulo


São Paulo, 8/6/2008
– Nesta tarde, o estádio do Pacaembu vibrou de alegria e fervor. Dezenas de milhares de fiéis, que lotavam as arquibancadas, comemoraram uma data memorável para a igreja local: o centenário da Arquidiocese de São Paulo.Desde as primeiras horas da manhã, centenas de ônibus ocuparam os estacionamentos das proximidades do estádio. Fontes da PM e da CET comentaram que todo o evento transcorreu na mais perfeita ordem. Grande número de jornalistas dos principais órgãos de imprensa e TV cobriram amplamente o acontecimento.
O ato iniciou-se com várias apresentações musicais de cantores católicos mais apreciados pelos fiéis, a partir das 13:00 h. Mas o ponto auge do evento foi uma solene celebração eucarística presidida pelo Núncio Apostólico no Brasil, Dom Lorenzo Baldisseri, sendo concelebrantes o Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano de São Paulo, o Cardeal Primaz do Brasil e Arcebispo de Salvador, Dom Geraldo Magella Agnelo, o Arcebispo de Aparecida, Dom Raymundo Damasceno, 31 arcebispos e bispos e centenas de sacerdotes de todo o Brasil. Honraram também com sua presença estas solenes festividades o Prefeito de São Paulo, Dr. Gilberto Kassab além de numerosas autoridades civis e militares assim como figuras de destaque de outras religiões e confissões cristãs.A coleta do Ofertório da Missa, conforme informou Dom Joaquim Justino Carreira, bispo auxiliar de São Paulo, foi destinada a financiar a construção do Santuário Madre Paulina, na favela de Heliópolis, uma das maiores da América Latina. Na abertura do evento, foi lida por Dom Pedro Luiz Stringhini uma mensagem do Papa Bento XVI, associando-se ao “jubiloso canto de ação de graças ao Senhor pelos frutos de vida cristã com os quais quis abençoar esta querida Igreja local.” O Papa, fez referência à sua visita a São Paulo, da qual guardava ainda viva recordação: “conservo com particular alegria a recordação dos instantes que a Providência me concedeu presenciar naquela verdadeira festa espiritual que foi o encontro com a juventude Latino Americana do ano passado”. Em seguida, o Cardeal Dom Odilo Scherer saudou os presentes e lembrou os bispos e arcebispos que o antecederam à frente da arquidiocese. “Hoje queremos agradecer a Deus – acrescentou ainda - pela história de nossa arquidiocese. Toda a comunidade arquidiocesana é convidada a testemunhar que Deus habita esta cidade e que isso é bom e faz bem a São Paulo”. Após a solene entrada da imagem de São Paulo Apóstolo, foi lido o decreto da Congregação para o Culto Divino que “confirma o Apóstolo São Paulo como Patrono junto de Deus da Arquidiocese de São Paulo, no Brasil”. Tendo o Papa o poder das chaves, que liga no céu o que é ligado na terra, o Apóstolo fica comprometido com os habitantes desta cidade, podendo estes lucrar as graças que ele recebeu para fazer apostolado e participar do seu arrojo para dilatar os limites da Igreja.Durante a homilia o Núncio Apostólico, Mons. Lorenzo Baldisseri fez referência à coragem e ao ardor evangelizador do Apóstolo São Paulo: “a partir de hoje, esta arquidiocese tem oficialmente como padroeiro São Paulo, de forma que à semelhança do apóstolo gigante, esta cidade de tanta importância no contexto latino-americano, no âmbito social, político e econômico, deve ser um exemplo de ardor e irradiação apostólicos para todo o continente.”Os Arautos do Evangelho participaram da animação da liturgia. Seus hábitos, nos quais sobressai, de alto a baixo, uma cruz vermelha e branca, deram uma singular nota de solenidade à cerimônia. E sua presença ao longo de toda a celebração conferiu ao evento uma forma de beleza, característica de seu carisma.Segundo o Pe. Antônio Guerra, E.P., um dos coordenadores das comemorações “a afluência de fiéis superou as perspectivas, calculando-se em mais de 30 mil o seu número”. Cerca de 8 mil Arautos do Evangelho ocuparam o “tobogã” do Pacaembu, ostentando uma vistosa capa cor de laranja sobre os ombros, com as insígnias da instituição: a cruz vermelha e branca e as chaves pontifícias. No final da celebração a imagem de São Paulo Apóstolo foi levada triunfalmente em procissão, em torno do estádio, seguindo em carreata para a Catedral da Sé.
Fonte: Site Arautos do Evangelho

Nota A FAMÍLIA CATÓLICA:
Outras cinco dioceses brasileiras celebraram seu centenário este final de semana: Campinas, Ribeirão Preto, São Carlos, Taubaté e Botucatu, todas desmembradas do território da diocese de São Paulo, em 1908.