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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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Clique sobre a foto para a visita guiada em 15 etapas
Mostrando postagens com marcador São Vicente de Paulo. Mostrar todas as postagens
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domingo, 7 de abril de 2013

Filhas da Caridade de São Vicente de Paula

Origem da Companhia

O tempo de Deus não é o tempo dos homens
Quem pensaria que viria a haver Filhas da Caridade, quando as primeiras vieram para algumas paróquias de Paris? Oh! Não, minhas filhas, eu não pensava nisso (…). Deus pensava nisso por vós. Foi Ele, minhas filhas, podemos dizer, o autor da vossa Companhia; Ele o é mais verdadeiramente que qualquer outra pessoa.
São Vicente de Paulo, Conferência de14 de junho de 1643
 
Começos
 
A Companhia das Filhas da Caridade nasceu imperceptivelmente, à maneira das coisas de Deus. O Espírito de Deus soprou nos corações de várias pessoas, Vicente de Paulo, Luísa de Marillac e Margarida Naseau. Acontecimentos sucessivos e significativos marcaram suas vidas e eles reconheceram, pouco a pouco, os sinais de Deus.
 

Vicente de Paulo descobriu a miséria material e espiritual na qual vivia o povo do campo. Em 1617, em Châtillon-les-Dombes, o encontro com uma família pobre o leva a reunir as senhoras da burguesia local. Vicente fundou as “Confrarias da Caridade”. Seu objetivo era organizar a ajuda material e o acompanhamento espiritual para que, todos os dias, os pobres fossem melhor atendidos e recuperassem suas forças para seguir adiante.
 
Luísa de Marillac sempre foi sensível às dificuldades de sua vizinhança e, por isso, visitava os pobres antes mesmo de encontrar Vicente de Paulo. Seu coração já estava aberto e é com muita fé e atenção às necessidades dos mais pobres, que ela vai visitar as primeiras “Confrarias da Caridade” a pedido de Vicente de Paulo.
 
Vicente e Luísa percebem que o serviço direto aos pobres não é fácil para as senhoras da nobreza ou da burguesia. É realmente difícil transpor a barreira entre as classes sociais. Essas mulheres vão distribuir roupas, levar refeições, cuidados e conforto. Visitam os barracos, vestidas de belos vestidos, e lidam com pessoas que lhes parecerem grosseiras: é um grande desafio. Existe uma tensão verdadeira entre o ideal do serviço e as diferenças sociais bem concretas. A família das senhoras não são sempre favoráveis a este serviço.
 
Margarida Naseau, uma camponesa de 34 anos, de Suresnes, aprendeu a ler sozinha, aproveitando as pessoas instruídas que cruzavam seu caminho para se formar. Ela trabalhava em sua aldeia com outras jovens ensinando a leitura às crianças. Não tinha outra intenção senão servir a Deus. Ela encontra Vicente de Paulo durante uma de suas missões de evangelização com os Padres da Missão. Em 1630, encontra Vicente e Luísa, em Paris, que lhe propõem ajudar as senhoras das confrarias.
Luísa teve a intuição de que jovens mulheres, como Margarida, poderiam realizar o serviço concreto e cotidiano aos mais pobres. Vicente fica feliz que simples camponesas possam socorrer os necessitados. Mas o fato de criar dois grupos distintos, de classes sociais diferentes, de um lado as senhoras e do outro “as humildes filhas do campo”, não lhe parece adequado. Depois de três anos de reflexão, as ideias de Vicente e Luísa convergem.
 
Três histórias, três vocações se cruzam e se unem para o serviço dos pobres. As dificuldades das Confrarias abrem caminho para uma nova criação: a Companhia das Filhas da Caridade nasce em 29 de novembro de 1633.
 
Desenvolvimento
 

As Filhas da Caridade eram diferentes de outras Congregações religiosas da época, pois deveriam ir ao encontro dos pobres, vê-los em suas casas e, para isso, tinham que manter a mobilidade e a disponibilidade necessárias e viver no meio daqueles que serviam. 
 
Como disse São Vicente, elas terão
por mosteiro, a casa dos doentes;por cela, um quarto de aluguel;por capela, a Igreja da paróquia;por claustro, as ruas da cidade;por clausura, a obediência;por grade, o temor de Deus;por véu, a santa modéstia… e uma confiança contínua na Divina Providência.
 
Bem cedo em sua história, as Filhas da Caridade expressaram o desejo de confirmar seu dom a Deus pelos votos; estes eram anuais e renováveis. Essa especificidade permanece atual; elas fazem quatro votos: serviço dos pobres, castidade, pobreza e obediência. São votos emitidos segundo suas Constituições e Estatutos e reconhecidos pela Igreja.
 
As primeiras Filhas da Caridade cuidavam dos pobres doentes em suas casas. Mais tarde, elas assumiram o cuidado dos doentes nos hospitais e a educação das meninas das escolas e das crianças abandonadas. Em seguida, assumiram o serviço aos galerianos, aos soldados feridos, aos idosos, aos doentes mentais e aos marginalizados; elas iam por toda parte e toda pessoa necessitada era alvo de seus cuidados.
 
Rapidamente, a Companhia se tornou internacional. O espírito missionário, que se desenvolvera desde o começo, leva bem cedo as Filhas da Caridade a ir mais longe. A Polônia foi a primeira etapa da expansão internacional da Companhia. Atualmente, ela está presente no mundo inteiro e tenta responder, com criatividade e coragem, os apelos da Igreja e dos pobres, respeitando as diversas culturas.
 
O envio missionário de Irmãs no mundo inteiro (Missão Ad Gentes) está no centro da vocação das Filhas da Caridade.
 

sábado, 27 de setembro de 2008

SÃO VICENTE DE PAULO VIA NOS POBRES O ROSTO DE CRISTO

IGREJA CELEBRA SÃO VICENTE DE PAULO: ELE VIA NOS POBRES O ROSTO DE CRISTO

Roma, 27 set (RV)
- A Igreja celebra São Vicente de Paulo, patrono de todas as associações de Caridade.São Vicente de Paulo nasceu em 1581, na França, de uma pobre família de camponeses. Até os 15 anos não fez outra coisa a não ser trabalhar no campo e criar porcos. Mas ele não se dava por contente e queria fazer carreira: tornou-se sacerdote esperando adquirir com isso vantagens econômicas.Em 1605, durante uma viagem por via marítima, sua embarcação foi atacada por piratas turcos: feito escravo, durante dois anos foi obrigado a trabalho forçado a bordo de navios. Uma experiência que o marcou para sempre. Uma vez libertado, dedicou-se sempre aos mais pobres, com uma atenção particular aos detentos. Fundou duas Congregações:As Filhas da Caridade e os Padres da Missão, chamados Lazaristas. O carisma de são Vicente foi o de ter organizado os gestos de caridade. Entre outras coisas procurou eliminar o pedido de esmolas possibilitando trabalho aos mendicantes.Em cada um deles via o Cristo e dizia: "Enviou-me para anunciar aos pobres uma alegre mensagem". São Vicente de Paulo fez seus os sentimentos de Jesus que quis nascer pobre, e assim cuidou e consolou os pobres a ponto de dizer que o bem ou o mal que fizermos aos pobres o faremos à pessoa divina de Cristo."Deus ama os pobres _ afirmava São Vicente _ e, conseqüentemente, ama aqueles que amam os pobres... Assim _ acrescentava _ temos razão em esperar que, por amor aos pobres, Deus amará também a nós."Para o Santo o serviço aos pobres deve ter preferência sobre tudo. "Se na hora da oração você tiver que levar um remédio ou prestar um socorro a um pobre _ dizia _ vá tranqüilamente. Ofereçam a Deus a sua ação, unindo a ela a intenção da oração.""Vocês não devem se preocupar e pensar ter cometido falta se por causa do serviço aos pobres deixou a oração. Não se deixa Deus quando o fazemos para agir em nome d'Ele, ou seja, deixar uma obra de Deus para fazer outra que pertence sempre a Ele.""Se você deixar a oração para dar assistência a um pobre, saiba que fazer isso é servir a Deus. A caridade é superior a todas as regras, e tudo deve referir-se a ela. É uma grande senhora: é preciso fazer aquilo que ela determinar que seja feito."São Vicente de Paulo faleceu em 1660, com quase 80 anos.Numa carta escreveu: "Todos aqueles que amaram os pobres em vida, não terão nenhum temor da morte. Portanto, sirvamos com renovado amor os pobres e busquemos os mais abandonados. Eles são os nossos senhores e patrões". (RL)
Fonte: RV

sábado, 5 de julho de 2008

CENTENÁRIO DA MEDALHA MILAGROSA


Começa Centenário da Medalha Milagrosa
Carta do superior geral à Família Vicentina

Altar d Capela da Medalha Milagrosa - Rue du Bac - Paris

Por Nieves San Martín
ROMA, sexta-feira, 4 de julho de 2008.
- De 8 de julho de 2008 a 20 de novembro de 2009 se celebrará o Centenário da Aprovação Pontifícia da Associação da Medalha Milagrosa.
Em 8 de julho de 1909, foi formalmente reconhecida esta Associação, que nasceu das Aparições da Virgem Maria a Santa Catarina Labouré.
Com este motivo, o superior geral da Congregação da Missão de São Vicente de Paulo, Pe. Gregory Gay, escreveu uma carta titulada «Cem anos peregrinando com Maria, Unidos a Jesus nos pobres por meio da Medalha Milagrosa».
A carta convoca as celebrações desse Centenário, que reunirá a Família Vicentina (integrada pelos Padres Paulinos, as Irmãs da Caridade e outros ramos religiosos e leigos inspirados na espiritualidade de São Vicente de Paulo).
O superior geral inicia sua carta com as palavras «Minha alma glorifica o Senhor meu Deus».
«A oração já é conhecida por todos como o Magnificat – explica. Esta expressão de Maria manifesta o que sentimos como membros da Família Vicentina e, em particular, os membros da Associação da Medalha Milagrosa, neste Ano Jubilar, no qual celebramos os 100 anos de reconhecimento pontifício como Associação».
Ao longo desses 100 anos, na Associação da Medalha Milagrosa, afirma o superior geral, «constataram-se vários aspectos positivos em nosso caminhar junto com a Virgem Maria».
Desde o princípio, recorda que foi uma Associação ativa, cujo apostolado principal foi a oração para promover uma maior devoção à Virgem Maria. «Ela é um exemplo para todos nós – acrescenta – de como viver nossa vida conseqüente com os ensinamentos de seu Filho Jesus Cristo, sendo Ela mesma a primeira discípula de seu Filho.»
A Associação desenvolveu este apostolado de oração e evangelização através da simples visita domiciliar, explica o superior geral, «em que, em um ambiente familiar, as pessoas de fé e de boa vontade, vão se enamorando de Nosso Senhor Jesus Cristo através da proximidade a sua Mãe, Maria».
Há muitos anos, este apostolado de oração foi desenvolvido através de vários meios de comunicação, principalmente o correio. Graças a este meio se criou uma enorme rede, tanto no âmbito nacional como internacional, que põe sa pessoas em comunicação com uma profunda devoção à Virgem Maria.
Sobre esse longo período de 100 anos, caminhando com Maria, «também estas pessoas simples contribuíram, com suas pequenas, mas significativas doações, com as Missões e promoção dos pobres em muitas partes do mundo», afirma o superior geral.
Mais recentemente, estendeu-se um apostolado de serviço, em imitação de Maria, «que faz a visita à sua pobre prima Isabel, dando-lhe a consolação que só nosso Deus da Vida pode dar a alguém em necessidade – indica a carta. Junto com este apostolado, deu-se um crescimento na arte de amar o pobre e a Virgem Maria, representante principal do ‘anawin’ do Senhor, através da formação dos membros da Associação».
Outra grande conquista, recorda o superior geral, foi um maior vínculo com o resto da Família Vicentina. Maria da Medalha Milagrosa é a principal padroeira de toda a Família. Através de seu amor e intercessão para com suas filhas e filhos, cada vez mais jovens são atraídos à Associação, compartilhando a mensagem mariana e o apostolado em favor dos pobres, através de seu testemunho de vida.
«A Associação deu resposta às novas pobrezas – afirma. Tentou favorecer projetos de evangelização e de serviço para, com e desde a realidade de nossos amos e senhores, os pobres.»
«Sem dúvida foi Maria da Medalha Milagrosa, com sua intercessão, quem favoreceu nosso caminhar», indica; e pede «que Ela continue acompanhando-nos neste Ano Jubilar que se estenderá de 8 de julho de 2008 a 20 de novembro de 2009. Encerraremos nosso Ano Jubilar com o 3º Encontro Internacional que acontecerá em Paris, na Rue du Bac, dos dias 16 a 20 de novembro».
E conclui convidando todos os membros da Associação da Medalha Milagrosa, e outros membros da Família Vicenciana, «a realizarem atividades para promover uma maior devoção à nossa Mãe, Maria, e o amor aos pobres, fazendo tudo o que fazemos para a maior honra e glória de nosso Deus».
Fonte: ZENIT.org

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A FAMÍLIA CATÓLICA