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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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domingo, 19 de setembro de 2010

Papa agradece acolhimento e hospitalidade do Reino Unido
Despedida no aeroporto de Birmingham com elogios de David Cameron, primeiro-ministro britânico


Bento XVI agradeceu o “caloroso acolhimento e a hospitalidade” com que foi recebido na sua visita ao Reino Unido, concluída neste dia 19 de Setembro.

Na cerimónia de despedida, que teve lugar no aeroporto inglês de Birmingham, o Papa passou em revista os principais momentos desta viagem de quatro dias, falando nos desafios levantados pela “diversidade” da sociedade britânica.

Essa realidade, disse, “representa também uma grande oportunidade para um maior diálogo intercultural e inter-religioso, para o enriquecimento de toda a comunidade”.

Perante o primeiro-ministro britânico, David Cameron, Bento XVI sublinhou as “excelentes relações entre a Santa Sé e o Reino Unido”, apontando para campos específicos de cooperação, como o “desenvolvimento internacional, o cuidado pelo ambiente natural e a construção de uma sociedade civil com um sentido renovado de valores partilhados e propósito comum”.

Em particular, o Papa falou das várias “tradições religiosas” presentes no país e do “contributo que as religiões podem oferecer para desenvolver uma sociedade pluralista saudável”.

Bento XVI concluiu com uma referência ao “legado” do Cardeal John Henry Newman (1801-1890), beatificado este Domingo, frisando que “ele ainda tem muito a ensinar sobre a vida e o testemunho cristão no meio dos desafios do mundo de hoje”.

Cameron, por seu lado, reconhecera que o Papa fez o Reino Unido “sentar e pensar” durante esta visita, mostrando que a fé “é uma parte vital do diálogo nacional”.

O primeiro-ministro britânico disse partilhar o apelo papal de “trabalhar para o bem comum” e a necessidade de reconhecer que “todos têm uma obrigação social para com cada um, as famílias e as comunidades”.

Bento XVI passou por Edimburgo e Glasgow (Escócia), Londres e Birmingham (Inglaterra), de 16 a 19 de Setembro, na sua 17ª viagem ao estrangeiro, a primeira visita de Estado de um Papa ao Reino Unido.

Fonte: Ag. Ecclçesia

sábado, 18 de setembro de 2010

PAPA NA CATEDRAL DE WESTMINSTER

Papa na Catedral de Westminster
Bento XVI vai saudar jovens católicos e fiéis do País de Gales

Bento XVI deu início à celebração da Missa deste Sábado, 18 de Setembro, na Catedral de Westminster, perante milhares de pessoas que enchem por completo o local.
Entre os presentes encontra-se um pequeno grupo de fiéis da Missão Católica Portuguesa da capital inglesa.

O Papa foi acolhido no local por D. Vincent Gerard Nichols, Arcebispo de Westminster, o coração católico de Londres.

D. Vincent Nichols manifestou a “gratidão” de todos os presentes pela visita e manifestação “lealdade” e “devoção” pela figura do Papa.

Nesta celebração, Bento XVI irá saudar um grupo de cerca de 2500 jovens, convidados para a praça fora da Catedral, com representantes de cada paróquia da Inglaterra e País de Gales, um contingente da Escócia e voluntários de organizações juvenis católicas.

O Papa dirige ainda uma mensagem aos fiéis de Gales, que não vai visitar durante esta viagem de Estado, a decorrer de 16 a 19 de Setembro.
Bento XVI condena «crimes inqualificáveis» de abusos de menores
Papa fala em vergonha e humilhação para todos os que sofreram com estas situações


Bento XVI condenou hoje, 18 de Setembro, os “crimes inqualificáveis” de abusos de crianças, especialmente os que aconteceram “dentro da Igreja" e foram cometidos "pelos seus ministros”.

“Acima de tudo, expresso a minha profunda dor às vítimas inocentes destes crimes inqualificáveis”, afirmou.

Na homilia da Missa a que preside na Catedral de Westminster, em Londres, o Papa associou-se ao “imenso sofrimento” que foi causado.

Bento XVI reconheceu "a vergonha e a humilhação que todos sofremos por causa destes pecados", deixando votos de que a situação seja superada, levando a uma “cura das vítimas”, “purificação da Igreja” e “renovação do compromisso na educação e cuidado dos mais novos”.

“Manifesto a minha gratidão pelos esforços feitos para enfrentar este problema de forma responsável e peço a todos que mostrem preocupação pelas vítimas e solidariedade com os vossos padres”, acrescentou.

O Papa rezou ainda para que as vítimas dos abusos sexuais por partes de membros do clero encontrem “cura profunda e paz nas suas vidas”.

Numa Catedral dedicada ao Preciosíssimo Sangue de Cristo, Bento XVI lembrou os sofrimentos da Igreja, em especial os “mártires de todos os tempos” e aqueles que ainda hoje “sofrem discriminação e perseguição pela sua fé cristã”.

A homilia lembrou em particular “os doentes, os idosos, os deficientes e os que sofrem mental e espiritualmente”.

O Papa voltou a lembrar o património cristão do Reino Unido e desafiou os cristãos do país a “construir uma sociedade digna do homem, digna das mais altas tradições” da nação.

“Que os católicos desta terra se tornem cada vez mais conscientes da sua dignidade enquanto povo sacerdotal, chamados a consagrar o mundo a Deus através da sua vida de fé e santidade”, desejou.

Para Bento XVI, a sociedade contemporânea precisa deste “testemunho” da “alegria e liberdade nascidas de uma relação viva com Cristo”, apelando à oração pelas vocações sacerdotais.

Neste contexto, o Papa aludiu à figura do Cardeal John Henry Newman, que vai beatificar no Domingo, pedindo que “as profundas ideias deste grande inglês continuem a inspirar todos os seguidores de Cristo nesta terra” a defender “as verdades morais imutáveis” que “estão na base de uma sociedade verdadeiramente humana, justa e livre”.

Bento XVI disse que “um dos grandes desafios do nosso tempo é como falar de forma convincente da sabedoria e do poder libertador da palavra de Deus num mundo que demasiadas vezes vê o Evangelho como uma limitação à liberdade humana”.

Bento XVI deixa mensagem aos jovens
Papa convida novas gerações a encontrar espaço para o «verdadeiro amor»e o silêncio na sua vida

Bento XVI convidou hoje, 18 de Setembro, os jovens do Reino Unido a darem exemplo de generosidade e ajuda aos outros na construção de um “mundo melhor”.

No final da Missa a que presidiu na Catedral de Westminster, o Papa dirigiu-se para a entrada do edifício e saudou um grupo de cerca de 2500 jovens, com representantes de cada paróquia da Inglaterra e País de Gales, um contingente da Escócia e voluntários de organizações juvenis católicas.

A intervenção papal partiu do mote desta viagem – “Coração fala ao coração” -, com Bento XVI a afirmar aos presentes que todos foram “feitos para o amor”, para o receber e para o dar.
“Peço que olhem para os vossos corações em cada dia, para encontrar a fonte do verdadeiro amor”, disse.

O Papa convidou ainda as novas gerações a “encontrar espaço para o silêncio, porque é no silêncio que se encontra Deus, no silência se descobre o verdeiro ser”.

Lembrando a vida e obra de Madre Teresa de Calcutá, Bento XVI disse que “dar amor, amor puro e generoso, é o fruto de uma decisão diária”.

“Todos os dias temos de escolher amar”, declarou, antes de alertar para os perigos do “egoísmo, inveja e orgulho”.

De volta à Catedral de Westminster, o Papa foi saudado pelo Bispo de Wrexham, Edwin Regan, e dirigiu uma mensagem aos fiéis de Gales, que não vai visitar durante esta viagem de Estado, a decorrer de 16 a 19 de Setembro.

“Infelizmente, não me foi possível ir a Gales, durante esta visita”, referiu, após ter abençoado um mosaico de S. David (século VI) e acendido a vela da imagem de Nossa Senhora de Cardigan, junto da qual se recolhera num momento de oração.

“Confio que esta bela estátua, que agora regressa ao santuário nacional de Nossa Senhora, em Cardigan, seja um memória permanente do profundo amor do Papa pelo povo gales e a sua constante proximidade”, acrescentou.

Após “honrar a nação e as suas antigas tradições cristãs”, Bento XVI aludiu ainda à devoção a Nossa Senhora no País de Gales.
“Benedith Duw ar bobol Cymru” (Deus abençoe o povo de Gales), concluiu

Fonte: Ag. Ecclesia

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

HOMILIA DE BENTO XVI NA SANTA MISSA NA ESCÓCIA


VIAGEM DO PAPA AO REINO UNIDO: HOMILIA DE BENTO XVI NA SANTA MISSA NA ESCÓCIA

Cidade do Vaticano, 16 set (RV)
- O Papa se encontra em visita apostólica no Reino Unido.
Esta tarde, Bento XVI presidiu à santa missa no Bellahouston Park, em Glasgow, Escócia.
O Pontífice Iniciou sua homilia, saudando os presentes com as seguintes palavras do Evangelho “Está perto de vocês o Reino de Deus” (Lc 10,9).
Em seguida, Bento XVI relembrou a visita de João Paulo II ao país, dizendo: “É com emoção que me dirijo a vocês, perto do local onde o meu amado predecessor, João Paulo II, cerca de 30 anos atrás, celebrou com vocês a santa missa, acolhido pela maior multidão jamais reunida na Escócia.
Noto, com grande satisfação – continuou – que a exortação de João Paulo II a vocês, de caminhar de mãos dadas com seus irmãos cristãos, tenha levado a uma maior confiança e amizade entre os membros da Igreja na Escócia, da Igreja Episcopal Escocesa e das outras comunidades cristãs.
”O Santo Padre falou ainda, sobre a evangelização da cultura que, segundo suas palavras, “é muito importante na nossa época, quando a "ditadura do relativismo" ameaça ofuscar a imutável verdade sobre a natureza do homem, seu destino e seu bem último”.
“A sociedade moderna necessita de vozes claras – afirmou o Papa – que exponham o nosso direito a viver não em uma selva de liberdades autodestrutivas e arbitrárias, mas em uma sociedade que trabalha pelo verdadeiro bem-estar dos seus cidadãos, oferecendo a eles guia e proteção diante das suas fraquezas e fragilidades.”
Depois, Bento XVI dirigiu uma palavra especial aos bispos da Escócia:
“Caros coirmãos – disse o Santo Padre – permitam-me encorajar-vos na responsabilidade pastoral para com os católicos da Escócia.
Uma das primeiras tarefas pastorais é para com os vossos sacerdotes e pelas suas santificações. Vivam com plenitude – exortou o Papa – a caridade emanada de Cristo no vosso fraterno ministério para com os vossos sacerdotes, colaborando com todos.
Assim como a Eucaristia faz a Igreja, o sacerdócio é central para a vida da Igreja.”O Santo Padre encerrou sua homilia, dizendo: “Caros amigos, expresso, mais uma vez, minha alegria em celebrar esta missa com vocês.
É com prazer que vos asseguro minhas orações na língua antiga de seu país.
Que a paz e a bênção de Deus estejam com todos vocês, que Deus proteja e bendiga o povo da Escócia.” (ED)

Fonte: RV

PAPA JÁ ESTÁ NO REINO UNIDO

PAPA JÁ ESTÁ NO REINO UNIDO: "O CORAÇÃO FALA AO CORAÇÃO"

Edimburgo, 16 set (RV)

- Bento XVI já se encontra no Reino Unido, onde chegou no final da manhã de hoje a Edimburgo – Escócia – primeira etapa da sua 17ª viagem apostólica internacional. A visita de quatro dias culminará no domingo, dia 19, com a beatificação do Cardeal John Henry Newman, em Birmingham – Inglaterra.

O Papa viaja a convite do Governo da Rainha Elizabeth e das Conferências Episcopais Católicas da Inglaterra-Gales e da Escócia.

Hoje o Papa já visitou a Rainha, no Palácio de Holyroodhouse de Edimburgo e presidirá uma celebração eucarística no Parque Bellahouston de Glasgow transferindo-se depois para Londres.

Bento XVI terá ainda encontros com representantes do mundo político, cultural e empresarial. Previstas uma celebração ecumênica na Abadia de Westminster , uma missa na Catedral de Westminster,uma Vigília de oração no Hyde Park de Londres, e no domingo a beatificação do Cardeal John Henry Newman, em Birmingham.

O avião do Papa decolou do aeroporto romano de Ciampino às 8h15 locais (3h15 de Brasília), e aterrisou em Edimburgo às 10h30 horário britânico (6h30 de Brasília).

O Pontífice está acompanhado do Secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Tarcisio Bertone; do Substituto da Secretaria de Estado, Dom Fernando Filoni, e de membros desse departamento.A comitiva conta ainda com o Arcebispo Kurt Koch, presidente do Pontifício Conselho para a Unidade dos Cristãos.
Além disso, junto com o Papa viajam o mestre de cerimônias pontifícias, Mons. Guido Marini; o médico pessoal de Bento XVI, Patrizio Polisca; o Diretor da Sla de Imprens da Santa Sé, Padre Federico Lombardi, o organizador das viagens papais, Dr. Alberto Gasbarri; membros da segurança do Vaticano e cerca de 50 jornalistas, fotógrafos e outros profissionais de imprensa.Este é a 17ª viagem internacional de Bento XVI, a 11ª a um país europeu.

Trata-se da segunda vez que um papa viaja ao Reino Unido. João Paulo II visitou o país em 1982. O Reino Unido tem 4,2 milhões de católicos, numa população de 61 milhões de habitantes.O tema da viagem é “o coração fala ao coração”.A cerimônia de boas-vindas nesta manhã não se realizou no Aeroporto internacional de Edimburgo, mas sim no Palácio Real de Holyroodhouse, onde Bento XVI foi recebido pela Rainha Elizabeth e pelo príncipe consorte.

Depois das honras militares e da apresentação de autoridades e dignatários realizou-se um encontro privado entre o Papa e a Rainha na Morning Room, enquanto paralelamente em outra sala do Palácio, o Secretário de Estado, Cardeal Tarcísio Bertone se encontrou com o Vice-primeiro-ministro.

Na conclusão do encontro o Papa foi acompanhado aos jardins atrás do Palácio Real, onde se encontravam cerca de 400 hóspedes ilustres, entre os quais representantes políticos, da sociedade civil, das Igrejas anglicana e católica da Inglaterra, além de alguns representantes do Parlamento escocês.Após o discurso da Rainha Elizabeth, que deu as boas-vindas ao Santo Padre, Bento XVII fez o seu primeiro discurso em terras inglesas.

Pontífice iniciou suas palavras agradecendo a Rainha pelo amável convite para visitar oficialmente o Reino Unido e pelas amáveis palavras de boas-vindas em nome do povo britânico. “Ao agradecer a Vossa Majestade, eu tenho a possibilidade de estender os meus cumprimentos a todas as pessoas do Reino Unido e estender com amizade a mão a cada um, disse o Papa.

Depois de saudar os membros da Família Real e expressar gratidão ao atual e aos precedentes governos, o Papa agradeceu todos aqueles que trabalharam para tornar possível essa ocasião.Bento XVI disse ainda que ao começar sua visita ao Reino Unido pela capital histórica da Escócia, saudava, em particular o Primeiro-ministro Salmond e os representantes do Parlamento escocês.

Em seguida o Pontífice fez referência ao nome de Holyrood, residência oficial da Rainha, na Escócia, que recorda a “Santa Cruz” e evoca as profundas raízes cristãs que ainda estão presentes em todas as áreas da vida britânica.

Os monarcas da Inglaterra e Escócia foram cristãos desde os primeiros tempos e existem extraordinários santos, como Eduardo, o Confessor e Margarida da Escócia, disse o Papa, acrescentando que muitos deles exerceram conscientemente suas funções de governo, à luz do Evangelho, modelando assim a nação no bem no nível mais profundo.

Assim, - disse Bento XVI - resultou que a mensagem cristã tornou-se parte integral da língua, do pensamento e da cultura dos povos dessas ilhas por mais de mil anos. O respeito dos seus antepassados pela verdade e a justiça, pela misericórdia e a caridade - continuou o Pontífice - chegam até vocês de uma fé que continua a ser uma força poderosa para o bem de seu reino, com benefícios para cristãos e não cristãos.

O Santo Padre destacou em seguida os muitos exemplos dessa força para o bem na longa história da Grã-Bretanha. Mesmo em tempos relativamente recentes, através de figuras como William Wilberforce, David Livingstone, a Grã-Bretanha interveio diretamente para acabar com o tráfico internacional de escravos. Inspiradas pela fé, mulheres como Florence Nightingale serviram os pobres e os enfermos e os métodos estabelecidos naquela época na área da saúde foram depois copiados pelo mundo todo.

John Henry Newman, cuja beatificação celebrarei em breve – destacou ainda Bento XVI -, foi um dos muitos cristãos britânicos de sua época, cuja bondade, eloqüência e ação foram uma honra para os seus concidadãos. Todos eles, e outros mais, foram inspirados por uma fé profunda, nascida e crescida nessas ilhas. O Papa dirigiu então seu pensamento para a nossa época.“

Também na nossa época podemos recordar como a Grã-Bretanha e seus líderes se levantaram contra a tirania nazista, que queria eliminar Deus da sociedade e negava a muitos a nossa comum humanidade, especialmente os judeus, que não eram considerados dignos de viver.

Desejo também recordar o comportamento do regime em relação aos pastores cristãos e religiosos que proclamaram a verdade no amor; resistiram aos nazistas e pagaram com a vida essa oposição.

Enquanto refletimos sobre as advertências do extremismo ateu do século XX , não podemos esquecer como a exclusão de Deus, da religião e da virtude da vida pública, conduz, em última análise, a uma visão parcial do homem e da sociedade e, portanto, uma “visão restrita da pessoa e dos seu destino”(Caritas in Veritate, 29).Sessenta e cinco anos atrás – recordou o Papa - a Grã-Bretanha teve um papel fundamental na formação do consenso internacional do pós-guerra, que favoreceu a fundação das Nações Unidas e marcou o início de um período de paz e prosperidade na Europa, até aquele momento desconhecido.

Nos últimos anos, - continuou Bento XVI - a comunidade internacional acompanhou os eventos na Irlanda do Norte, que levaram à assinatura do Acordo da Sexta-Feira Santa e ao retorno de competências à Assembleia da Irlanda do Norte.
Encorajo todos os envolvidos – disse Bento XVI - a continuar a caminhar corajosamente juntos no caminho traçado para uma paz justa e duradoura.O Papa finalizou falando sobre o Reino Unido atual:“Hoje o Reino Unido se esforça para ser uma sociedade moderna, multicultural. Nesta tarefa estimulante, possa manter sempre o respeito pelos valores tradicionais e por aquelas expressões culturais que formas mais agressivas de secularismo e não apreciam ou mesmo não toleram.

Não deixe apagar o fundamento cristão que está na base das suas liberdades; e possa aquele patrimônio, - continuou o Papa falando á Rainha - que sempre serviu bem a nação, plasmar constantemente o exemplo do Vosso Governo e do Vosso povo face aos dois bilhões de membros do Commonwealth, como também da grande família de nações de língua inglesa em todo o mundo. Que Deus abençoe Vossa Majestade e todos os habitantes do Vosso reino. Obrigado.

”O Papa almoça na residência do Arcebispo de Saint Andrews em Edimburgo e no final da tarde celebra a Santa Missa no Bellahouston Park de Glasgow. Após a Santa Missa o Papa deixa a Escócia e se dirige para Londres onde amanhã de manhã encontrará o mundo católico da educação no St Mary’s University College de Twickenham e em seguida os líderes de outras religiões. (SP)

Fonte: RV

quarta-feira, 10 de março de 2010

GRÃ BRETANHA RECEBERÁ A VISITA DE BENTO XVI

VISITA DE BENTO XVI À GRÃ BRETANHA

..........................................Londres

Londres,

– A visita de um Papa à Grã Bretanha é “uma ocasião de evangelização que se verifica uma vez em cada geração”: foi o que disse o consultor para a evangelização da Conferência Episcopal da Inglaterra e Galles, Clare Ward, em um artigo publicado na última edição do semanário católico “Tablet”.
Na expectativa da visita de Bento XVI, Ward convida as paróquias a organizarem pequenos grupos de reflexão utilizando as encíclicas do Papa.
Entre as iniciativas promovidas estão anúncios nos jornais, festas paroquiais em honra do Papa, dias dedicados a recolher lixos nos parques e distribuição de pedaços de bolo e xícaras de chá fora dos supermercados.
Nos próximos dias, as Conferências Episcopais da Inglaterra e Galles e da Escócia divulgarão no seu site uma oração em preparação para o encontro com Bento XVI.
Todavia já se pode encontrar na internet uma oração cotidiana tirada dos escritos do Cardeal John Henry Newman, preparada pelas “Missionárias da Caridade”.
Bento XVI visitará a Grã Bretanha no próximo mês de setembro.O último Papa a viajar à Grã-Bretanha foi João Paulo II, em 1982. O Reino Unido tem 4,2 milhões de católicos, em uma população de 61 milhões de habitantes. (SP)

Fonte: RV