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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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Clique sobre a foto para a visita guiada em 15 etapas
Mostrando postagens com marcador americanos. Mostrar todas as postagens
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terça-feira, 4 de agosto de 2009

CRESCE O NÚMERO DE CATÓLICOS NOS ESTADOS UNIDOS

O NÚMERO DE CATÓLICOS NOS ESTADOS UNIDOS
Nova Iorque,

- O Diretório Oficial Católico dos EUA deu a conhecer que o número de católicos no país já se situa por cima dos 68 milhões de americanos; o que representa na atualidade 22% da população.O também conhecido “Diretório Kennedy”, relação dos dados vinculados às organizações cristãs, os sacerdotes e os bispos no país, inclui “o censo de religiosas que sobe a 60 mil e 715, o de diáconos permanentes que somam 16 mil e 935, o de diocesanos com 41 mil e 489, e o de irmãos religiosos cuja cifra chega aos 4 mil e 905. Entre outros dados também se destacam as 18 mil e 674 paróquias católicas disseminadas pelos 50 estados”.Do mesmo modo, o documento oficial mostra que “2 milhões de alunos estudam em 7 mil colégios católicos e 800 mil jovens realizam seus estudos nas 234 universidades católicas das que consta o país. Por outro lado 4 mil e 973 pessoas estudam nos 189 seminários com os que consta os Estados Unidos”.De igual maneira, o diretório assinala que “este último ano foram batizados nos Estados Unidos 887.145 menores e 46.629 adultos; e 81.775” pessoas se converteram ao cristianismo”.De outro lado, acrescenta o relatório, as organizações vinculadas à Igreja destinaram 28 bilhões de dólares aos serviços educativos, sanitários e de caridade através da Associação Nacional de Educação Católica, a Associação Católica de Saúde e Cáritas.“A Igreja administra – destaca o relatório – 562 hospitais católicos onde se atendem cada ano cerca de 85 milhões de pacientes. Os três mil centros de assistência social recebem 27 milhões de pessoas”. (SP)
Fonte: RV

terça-feira, 25 de novembro de 2008

CATÓLICOS A FAVOR DOS IMIGRANTES ILEGAIS

Católicos americanos a favor de integrar imigrantes ilegais
Em uma pesquisa sobre imigração
WASHINGTON,
- A maioria dos católicos nos Estados Unidos apóiam uma via para a cidadania dos 12 milhões de imigrantes ilegais do país, informa uma recente pesquisa Zogby.
O Serviço de Migração e Refugiados da Conferência Episcopal dos Estados Unidos realizou uma pesquisa em outubro, entrevistando mil pessoas que se declaram católicas; 69% delas disseram que apóiam uma via para a cidadania para os imigrantes ilegais, proporcionando-lhes o registro administrativo.
«Estes resultados mostram que, como outros americanos, os católicos desejam uma solução para o desafio da imigração ilegal e apóiam que os imigrantes ilegais se convertam em membros plenos de nossas comunidades e de nosso país», disse Johnny Young, diretor executivo do Serviço de Migração e Refugiados.
O estudo revela também que 64% dos católicos se opõem à construção de um muro de separação ao longo da fronteira com o México, enquanto 3 de cada 4 católicos estão de acordo em que a Igreja tem uma obrigação moral de ajudá-los sanando suas necessidades básicas de imigrantes, sem considerar seu status administrativo.
Todd Scribner, coordenador do Serviço de Migração e Refugiados, afirmou que «os fortes esforços educativos dos bispos, mediante a Campanha de Justiça com os Imigrantes e seus próprios ensinamentos, ajudaram a gerar apoio na comunidade católica para uma reforma integral».

Fonte: ZENIT.org

terça-feira, 29 de julho de 2008

AMERICANOS DO NORTE REZAM EM ESPANHOL

Estados Unidos rezam cada vez mais em espanhol
Em menos de 40 anos, o número de católicos hispanos aumenta
Por Carmen Elena Villa Betancourt

WASHINGTON,
- Segundo a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos, desde 1960 o número de fiéis dessa religião no país cresceu mais de 70%. O fenômeno migratório dos hispanos é um dos fatores que mais influencia esse crescimento.
A maioria chega buscando melhores condições por falta de oportunidades de trabalho em seus países, ou também em busca de sua família, quando algum de seus membros migra para o norte.
Dos mais de 35 milhões de hispanos residentes nos Estados Unidos, cerca de 73% deles são católicos. Muitos deles chegam a um país com costumes sumamente diferentes e procuram, portanto, algo que os identifique.
Alguns, nessa nova etapa, descobrem, como diz São Paulo, que nem a angústia nem a tribulação poderá separá-los do amor de Cristo (Rm 8, 31). «A fé em Jesus fez com que os povos pudessem enriquecer tanto sua cultura como seu humanismo», comenta à Zenit o porto-riquenho Daniel Cádiz, que trabalha na diocese de Dalton (Georgia), na pastoral hispana.
Por isso, cada vez mais paróquias americanas se unem à celebração de missas e atividades pastorais em espanhol.
«Há 10 anos, começamos um pequeno grupo de voluntários ajudando os imigrantes a adaptar-se à nova cultura. Isso nos levou a vários grupos que podemos chamar de ministério da oração, que inclui os doentes e os defuntos», comenta a colombiana Estela Rendón, da paróquia Saint Joseph, na diocese de Brigdeport (Connecticut).
Uma Igreja que acolhe
Em 1972, os bispos desse país decidiram realizar o primeiro encontro hispano de pastoral para começar com a reflexão sobre como a Igreja deveria acolher o tesouro da fé que os fiéis traziam de seus países. Isso deu abundantes frutos na pastoral com os hispanos: uma maior participação dos membros dessa comunidade na vida e na missão da Igreja, já que muitos deles fazem parte de posições de liderança e tomada de decisões.
A reflexão foi amadurecendo. João Paulo II, na exortação apostólica pós-sinodal Ecclesia in America, convidou os sacerdotes e religiosos residentes nos Estados Unidos a se esforçarem por «desenvolver, com todos os meios, a própria ação pastoral entre estes imigrantes, para favorecer o seu estabelecimento no território, e para suscitar, ao mesmo tempo, uma atitude de acolhida por parte das populações locais, convencida de que da mútua abertura trará um enriquecimento para todos» (nº 65).
Os bispos das dioceses fronteiriças com o México levaram ao debate nacional o tema da imigração, sublinhando elementos importantes do ensinamento sócia da Igreja, como a unidade familiar e a situação de trabalho, «sobretudo nos últimos anos, em que há mais desconfiança, e por isso mais segurança nas fronteiras. Isso obedece ao incremento do terrorismo, mas também é uma resistência às mudanças socais», garante o Pe. Amando Trujillo-Cano, que trabalhou em várias dioceses do estado de Texas.
A fé dos hispanos se converte, assim, em um tesouro que é, ao mesmo tempo, compartilhado com muitos americanos: «Na minha paróquia, por exemplo, os anglos souberam valorizar os bons costumes que os hispanos têm. Cotamos com uma missa bilíngüe. Trabalhamos juntos em diferentes atividades da paróquia», acrescenta Daniel Cádiz.
Assim se concretizam as palavras de Bento XVI, quando, em sua viagem aos Estados Unidos, garantiu que a Igreja nesse país, «acolhendo em seu seio tantos dos seus filhos migrantes, foi crescendo graças também à vitalidade do testemunho de fé dos fiéis de língua espanhola».
«Somente se estiverdes unidos a Cristo e entre vós – acrescentava o Papa, falando em espanhol, na homilia que pronunciou no ‘Nationals Stadium’ de Washington –, vosso testemunho evangelizador será confiável e florescerá em copiosos frutos de paz e de reconciliação em meio a um mundo muitas vezes marcado por divisões e enfrentamentos. (cf. Zenit, 17 de abril de 2008)»
Fonte: ZENIT.org

domingo, 15 de junho de 2008

GEORGE W. BUSH EM AUDIÊNCIA COM S.S.BENTO XVI

Bush no Vaticano para reunião com papa Bento XVI

Cidade do Vaticano,
- Bento XVI iniciou suas atividades de hoje recebendo em audiência, no Vaticano, o presidente estadunidense, George W. Bush. Uma audiência com “protocolo particular” para “retribuir a cordialidade da acolhida” recebida pelo Papa durante a visita em abril passado aos EUA. Assim, a Sala de Imprensa da Santa Sé explica num comunicado as razões da audiência, em certos aspectos inédita, concedida pelo Santo Padre ao presidente norte-americano, que teve lugar esta manhã na Torre de São João, nos Jardins Vaticanos. Foram muitos os temas afrontados no colóquio privado entre Bento XVI e Bush: da paz no Oriente Médio à crise alimentar, às relações entre Europa e EUA.No “cordial colóquio” com o presidente Bush – informa o referido comunicado da Sala de Imprensa da Santa Sé – o Papa “renovou, em primeiro lugar, a sua gratidão pelo caloroso e especial acolhimento recebido nos EUA e na Casa Branca durante a sua viagem em abril passado, e pelo compromisso na defesa dos valores morais fundamentais”. De fato, Bento XVI e Bush falaram dos principais temas de política internacional: “as relações entre os EUA e a Europa, o Oriente Médio e o compromisso pela paz na Terra Santa, a globalização, a crise alimentar e o comércio internacional”, por fim, “a aplicação das metas do Milênio”.Efetivamente, tratou-se de uma audiência particular. O cortejo presidencial chegou ao Vaticano pouco antes das 11h locais. O Papa acolheu o presidente estadunidense diante da entrada da Torre São João. No aperto de mão Bush se disse honrado pelo acolhimento a ele reservado. Junto com o presidente encontravam-se a primeira-dama, Laura Bush, e a embaixadora dos EUA junto à Santa Sé, Mary Ann Glendon.O inédito cenário do encontro ressaltou a particular cordialidade desse evento. A Torre São João – prédio medieval reestruturado por João XXIII – serve hoje em dia de alojamento para os hóspedes de honra do Papa. O colóquio privado entre o pontífice e o presidente norte-americano durou cerca de maia hora e teve lugar no estúdio no primeiro andar do prédio.Quase às 11h30 locais, Bush e o Papa, acompanhados do prefeito da Casa Pontifícia, Dom James M. Harvey, subiram até o último andar da Torre, do qual o pontífice mostrou ao presidente uma vista espetacular de Roma e, em particular, da Cúpula de São Pedro.Em seguida, desceram ao térreo, onde se realizou a tradicional troca de presentes. Bush ofereceu ao Santo Padre uma fotografia com ele o próprio Papa e um álbum de fotos sobre os momentos salientes da visita de Bento XVI à Casa Branca.O Santo Padre o retribuiu com uma fotografia com ele, o presidente e sua esposa, feita na Casa Branca, e quatro volumes sobre a Basílica de São Pedro. Iniciou assim a segunda parte da visita do presidente estadunidense ao Vaticano.O Papa Ratzinger e Bush deixaram a Torre e passearam, por cerca de dez minutos, pelos Jardins Vaticanos, detendo-se, por alguns instantes, diante do grande “Sino do Jubileu do 2000”. O passeio concluiu-se diante da Gruta de Lourdes.Ali, diante da reprodução fiel da “Gruta de Massabielle” _ presente dos franceses a Leão XIII em 1902 _, teve lugar uma breve homenagem musical.O Papa, o presidente e as respectivas comitivas puderam escutar dois Motetos: Exultate Deo de Giovanni Pierluigi de Palestrina, e Alma Redemptoris Mater de Giuseppe Liberto, executados pelos cantores da Capela musical pontifícia, dirigidos pelo maestro, Mons. Giuseppe Liberto.Durante o colóquio entre Bush e o Papa, o cardeal secretário de Estado, Tarcisio Bertone, se deteve com a primeira-dama estadunidense e a embaixadora Glendon.O pontífice já havia recebido George W. Bush em audiência no dia 9 de junho de 2007. Os dois se haviam encontrado nos dias 15 e 16 de abril passado no início da visita pastoral aos EUA. Ao chegar à base militar de Andrews, em Washington, o pontífice foi acolhido pessoalmente pelo presidente estadunidense com um gesto sem precedentes.Também no dia seguinte foi muito cordial o encontro na Casa Branca, por ocasião do aniversário do Papa. E justamente para retribuir tal cordialidade, a audiência de Bento XVI a Bush deu-se num clima particularmente familiar. Concluída a audiência, Bush deixou Roma partindo para Paris, onde se encontra desde esta tarde, e onde ficará por dois dias. (RL)
Fonte: RV