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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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Mostrando postagens com marcador LUZ. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Papa Francisco: 'Jesus é a luz que dissipa as trevas'

Papa na missa do Galo: 'Jesus é a luz que dissipa as trevas'


Pontífice celebrou uma missa breve na Basílica de São Pedro, no Vaticano.

Cidade do Vaticano - "Jesus é a luz que dissipa as trevas", foi a mensagem lançada pelo papa Francisco na homilia durante a Missa do Galo, com a qual começa o Natal, e que celebrou nesta terça-feira na Basílica de São Pedro no Vaticano. Em sua primeira celebração do Natal, o papa argentino pronunciou uma homilia breve na qual a chegada de Jesus, celebrada hoje pelos católicos, foi o único tema.

'Se amamos a Deus e aos irmãos, caminhamos na luz', disse o papa durante a celebração - Tony Gentile/Reuters
Tony Gentile/Reuters
'Se amamos a Deus e aos irmãos, caminhamos na luz', disse o papa durante a celebração



Francisco começou afirmando que "somos um povo em caminho, e a nosso redor - e também dentro de nós - há trevas e luzes, mas na noite de hoje, quando o espírito das trevas cobre o mundo, se renova o acontecimento que sempre nos assombra e surpreende: o povo vê uma grande luz".

Depois o papa dissertou sobre as palavras "caminhar" e "ver" ao afirmar que "a identidade dos crentes católicos é ser peregrinos rumo à terra prometida".

E acrescentou "se alternam momentos de luz e de treva, de fidelidade e de infidelidade, de obediência e de rebelião, momentos de povo peregrino e de povo errante".

"Também em nossa história pessoal se alternam momentos luminosos e obscuros, luzes e sombras", disse o papa argentino, que acrescentou que "se amamos a Deus e aos irmãos, caminhamos na luz, mas se nosso coração se fecha, se prevalecem o orgulho, a mentira, a busca do próprio interesse, então as trevas nos rodeiam interiormente e por fora".

"Quem aborrece o irmão está nas trevas, caminha nas trevas, não sabe aonde vai, porque as trevas cegaram seus olhos", acrescentou o papa citando o apóstolo São João.

Depois Francisco lembrou que os pastores "foram os primeiros que receberam o anúncio do nascimento de Jesus", e justificou: "foram os primeiros porque eram dos últimos, os marginalizados".

"Deus nos ama, nos ama tanto que nos deu a seu Filho como nosso irmão, como luz para nossas trevas", lembrou o papa.

Francisco encerrou a homilia pedindo aos católicos que "não temam", pois "nosso pai tem paciência conosco, nos ama, nos dá Jesus como guia no caminho à terra prometida. Ele é a luz que dissipa as trevas. Ele é nossa paz".
Fonte: ESTADAO

sábado, 8 de setembro de 2012

MARIA, FAROL LUMINOSO DA NOSSA VIDA CRISTÃ



Bento XVI: Maria, farol luminoso da nossa vida cristã


Castel Gandolfo (RV)



– O Papa Bento XVI recebeu na manhã deste sábado cerca de 350 participantes do 23º Congresso Mariológico Mariano Internacional, em andamento em Roma.Em seu discurso, mencionou o tema deste Congresso, “A mariologia a partir do Concílio Vaticano II. Recepção, balanço e perspectivas”, ressaltando a iminência da celebração pelos 50 anos de abertura do Concílio. Essa celebração, no próximo dia 11 de outubro, será feita em concomitância com a inauguração do Ano da Fé, convocada com o Motu proprio “Porta fidei”, em que apresenta Maria como modelo de fé.Como jovem participante do Concílio, Bento XVI recordou a oportunidade que teve de conhecer os vários modos de enfrentar as temáticas acerca da figura e do papel de Nossa Senhora na história da salvação. Na segunda sessão do Concílio, explicou, um grupo de padres pediu que a questão fosse tratada dentro da Constituição sobre a Igreja, enquanto outro grupo afirmava a necessidade de um documento específico sobre a dignidade e o papel de Maria. Com a votação de 19 de outubro de 1963, optou-se pela primeira proposta, e o esquema da Constituição Dogmática sobre a Igreja foi enriquecido com o capítulo sobre a Mãe de Deus, em que a figura de Maria aparece em toda a sua beleza e inserida nos mistérios fundamentais da fé cristã.Maria, de quem se destaca antes de tudo a fé, é compreendida no mistério de amor e de comunhão da Santíssima Trindade; é um modelo e um ponto de referência para a Igreja, que Nela reconhece a si mesma, a própria vocação e a própria missão. A religiosidade popular, que sempre se dirigiu a Maria, resulta enfim nutrida por referências bíblicas e patrísticas. Certamente, o texto conciliar não esgota todas as problemáticas relativas à figura da Mãe de Deus, mas constitui o horizonte hermenêutico essencial para qualquer reflexão, seja de caráter teológico, seja de caráter mais estritamente espiritual e pastoral. O Papa então se dirige aos participantes deste Congresso, pedindo que ofereçam suas contribuições para que o Ano da Fé possa representar para todos os fiéis em Cristo um verdadeiro momento de graça, em que a fé de Maria nos preceda e nos acompanhe como farol luminoso e como modelo de plenitude e maturidade cristã para onde olhar com confiança e do qual extrair entusiasmo e alegria para viver com sempre maior empenho e coerência a nossa vocação de filhos de Deus, irmãos em Cristo, membros vivos do seu Corpo que é a Igreja.

Fonte: RV

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

SANTIDADE É DEIXAR-SE AMAR POR DEUS E ACOLHER SUA LUZ EM NOSSA VIDA

PAPA: SANTIDADE É DEIXAR-SE AMAR POR DEUS E ACOLHER SUA LUZ EM NOSSA VIDA


Cidade do Vaticano, 16 fev (RV)

- Bento XVI acolheu milhares de fiéis e peregrinos, na Sala Paulo VI, no Vaticano, na manhã desta quarta-feira, dia de Audiência Geral.Na catequese de hoje, o Papa falou sobre São João da Cruz que nasceu em Fontiveros, perto de Ávila, na Espanha, em 1542, e foi ordenado sacerdote na Ordem Carmelita depois de concluir seus estudos na Universidade de Salamanca.
São João da Cruz colaborou com Santa Teresa de Ávila na reforma do Carmelo, que lhe rendeu muito sofrimento, até ser preso. Ele é um dos maiores poetas líricos espanhóis.
Os seus livros como "A subida do Monte Carmelo", "Noite escura", "Cântico Espiritual" e "Chama viva do amor" de grande profundidade mística, nos propõe uma viagem espiritual para alcançar a santidade.
Tais obras fornecem uma maneira de purificar a alma para chegar a uma união de amor com Deus através da ação misteriosa do Espírito Santo, mas este processo exige a colaboração dos homens.
Enquanto se preparava para ir para o México, São João da Cruz ficou seriamente doente e morreu, dando um exemplo de serenidade e paciência em meio a sua dor.
São João da Cruz foi proclamado Doutor da Igreja pelo Papa Pio XI, em 1926, e cognominado na tradição, Doctor mysticus, "Doutor místico".
Bento XVI frisou em seu discurso que "a santidade é deixar-se amar por Deus e acolher a sua luz em nossa vida".
A seguir, o Papa fez um resumo de sua catequese em português, saudou os fiéis lusófonos presentes na audiência e concedeu a todos a sua bênção apostólica.
Queridos irmãos e irmãs,
Há duas semanas apresentei a figura da grande mística espanhola Teresa de Jesus; hoje gostaria de falar de São João da Cruz, reformador junto com ela da Ordem Carmelita.
Nasceu em uma família pobre, tendo ficado órfão de pai ainda jovem.
Devido às suas qualidades humanas e resultados no estudo, foi admitido no Colégio dos Jesuítas em Medina do Campo.
Terminada a sua formação, decidiu fazer-se Carmelita. Após ter sido ordenado sacerdote, conheceu Santa Teresa, a qual lhe expôs o plano reformador para a sua ordem religiosa, que daria origem aos Carmelitas Descalços.
Contudo, a sua adesão à reforma, devido a injustiças e incompreensões, causou-lhe muito sofrimento.
Por fim, depois de fazer parte do governo geral da família teresiana, morreu em 1591 [mil quinhentos e noventa e um], dizendo aos seus confrades que recitavam o Ofício Matutino: “Hoje vou cantar o Ofício no céu”. Suas principais obras, nas quais apresenta a sua profunda doutrina mística, são: Subida ao Monte Carmelo; Noite Escura; Cântico Espiritual e Chama viva de Amor.
Amados peregrinos de língua portuguesa: a todos saúdo cordialmente e recordo, com São João da Cruz, que a santidade não é privilégio de poucos, mas vocação a qual todo cristão é chamado.
Por isso, exorto-vos a entrardes de modo sempre mais decidido no caminho de purificação do coração e da vida, para irdes ao encontro de Cristo. Somente nele jaz a verdadeira felicidade. Ide em paz! (MJ)

Fonte: RV

domingo, 14 de setembro de 2008

LOURDES: MANANCIAL DE LUZ E DE ESPERANÇA PARA TODOS QUE SOFREM

"Lourdes é um dos lugares que Deus escolheu para aí fazer resplandecer um reflexo da sua beleza"
Bento XVI, sábado, no final da procissão de velas

Sábado à noite, no final da procissão de velas, Bento XVI evocou as aparições de Lourdes, manancial de luz e de esperança para todos os sofrimentos. Como tantas pessoas tiveram ocasião de testemunhar (observou), o rosto de Bernardette irradiava uma luminosidade muito própria, quer durante as aparições, quer quando delas falava. Isso porque se encontrava habitada pela luz de Massabielle. "Lourdes é um dos lugares que Deus escolheu para aí fazer resplandecer um reflexo especial da sua beleza. Daqui a importância da luz", das velas acesas, da procissão de velas. Uma luz que rompe as trevas . "Vindo em peregrinação a Lourdes, nós queremos entrar, seguindo os passos de Bernardette, nesta extraordinária proximidade entre o céu e a terra que nunca se desmentiu e que não cessa de se consolidar". Bento XVI não deixou de evocar os mil rostos de sofrimento que Lourdes tem presente na oração. "Esta procissão - disse - é um momento de grande alegria eclesial, mas é também um tempo grave: as intenções que nós trazemos connosco sublinham a nossa profunda comunhão com todos os irmãos que sofrem. Pensamos nas vítimas inocentes que sofrem a violência, a guerra, o terrorismo, a fome, injustiças, flagelos e calamidades, ódio e opressões, atentados à sua dignidade humana e aos seus direitos fundamentais, à sua liberdade de agir e de pensar. Pensamos também nos que conhecem problemas familiares, ou que sofrem em razão do desemprego, da doença, da solidão, da sua situação de imigrados. Desejo não esquecer aqueles que sofrem por causa do nome de Cristo e que morrem por ele".
Fonte: RV