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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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terça-feira, 1 de dezembro de 2015

PAPA FRANCISCO SAINDO DA AFRICA

E o preservativo? É uma questão "moralmente complicada"


Papa Francisco admite que a aprovação do uso de preservativo no combate à sida é "complicada", mas defendeu que o mundo enfrenta problemas maiores
 
Na véspera do Dia Mundial da Luta contra a Sida, o papa foi questionado, a bordo do avião que o levava de volta a Roma, após uma visita a África, onde o vírus da sida continua a ser uma das principais causas de morte, sobre a controversa oposição que a igreja católica tem mantido em relação ao uso de preservativo no combate à doença, admitindo perante os jornalistas que a questão "é moralmente complicada para a Igreja", mas recusou iniciar um debate sobre o tema.
A Igreja Católica tem persistentemente defendido que a melhor forma de combate à sida é a abstinência sexual.
A agência noticiosa France Presse relata que o papa admitiu, de forma contrariada, que o preservativo "é um dos métodos" que pode prevenir o alastramento do vírus, e, consequentemente, da doença, mas não ficou satisfeito por o tema ter sido levantado.
"Quando as pessoas estão a morrer de sede e de fome (...), a sua questão parece demasiado limitada", disse o papa ao jornalista que o questionou sobre aquele tópico.
O papa defendeu que "o problema é mais vasto do que isso", enumerando a fome, o trabalho escravo, a falta de água potável e o tráfico de armas como exemplos.
O antecessor de Francisco, o agora papa emérito Bento XVI, numa visita aos Camarões e a Angola em 2009, foi duramente criticado por ter recusado qualquer cedência da igreja na questão do uso do preservativo, mas um ano mais tarde acabaria por publicar um livro onde revelava uma ligeira abertura a uma mudança de posição, admitindo que o uso de preservativo se poderia justificar em alguns casos, ainda que não fosse "uma solução moral" para o problema.

Fonte: DN - pt

quarta-feira, 25 de março de 2009

PAPA SAÚDA PRESIDENTES DE ANGOLA E ITÁLIA

EM TELEGRAMAS, PAPA SAÚDA PRESIDENTES DE ANGOLA E ITÁLIA


Cidade do Vaticano,

- Ao deixar Angola, Bento XVI enviou um telegrama ao presidente José Eduardo dos Santos, renovando seu agradecimento pela disponibilidade, facilidades e bom acolhimento do governo, das autoridades e de todo dileto povo angolano no desenrolar da visita pastoral. O papa explica que com a sua viagem em solo angolano, quis chamar todos a uma renovada solidariedade das mentes e corações, para possibilitar o empenho comum na obra de pacificação e reconstrução da nação inteira para um futuro mais digno de seus filhos.Bento XVI enviou também um telegrama ao presidente da República italiana, Giorgio Napolitano. “Nos Camarões e em Angola – destaca o papa – tive a possibilidade de encontrar povos ancorados a sólidas tradições espirituais e desejosos de progredir no justo bem-estar”. O pontífice formula seus votos de serenidade para a querida nação italiana, assegurando suas constantes orações. Por sua vez, em sua mensagem ao papa, o presidente Napolitano acentua a paixão e determinação com a qual ele convidou a comunidade internacional à imperiosa necessidade de atuar iniciativas concretas para sustentar os esforços dos países africanos em empreender o percurso de um desenvolvimento duradouro. “Um desenvolvimento – conclui o presidente – fundado na promoção da dignidade da pessoa e na firme rejeição de toda discriminação”. (CM)

Fonte: RV

segunda-feira, 23 de março de 2009

PAPA BENTO XVI SE DESPEDE DE ANGOLA

PAPA SE DESPEDE DE ANGOLA
Luanda, 23 mar (RV)

- Último dia de viagem apostólica de Bento XVI em território africano. Esta manhã, o papa celebrou Missa em particular na Capela da Nunciatura Apostólica de Luanda, Angola.
A seguir, despediu-se dos presentes e se transferiu, de papamóvel, ao aeroporto internacional de Luanda, onde deu-se a cerimônia de despedida de Angola.
Bento XVI foi recebido pelo Presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, e por algumas autoridades políticas e civis. Pelos bispos angolanos e por um grupo de jovens.
Depois dos hinos pontifício e angolano, e da saudação do Presidente de Angola, o Santo Padre tomou a palavra, a fim de agradecer, vivamente e sensibilizado, pelo tratamento fidalgo que lhe foi reservado e as disposições tomadas para facilitar seus encontros.
A todas as autoridades civis e militares, aos Pastores e responsáveis das comunidades e instituições eclesiais, o papa fez seus mais cordiais agradecimentos pela amável acolhida durante estes dias.
O pontífice expressou seu reconhecimento também aos agentes de comunicação social, ao serviço de segurança e a todos os voluntários que, com generosidade, eficiência e discrição, contribuíram para o bom êxito da sua visita: “Estou grato a Deus por ter encontrado uma Igreja viva e, apesar das dificuldades, cheia de entusiasmo, que soube carregar a sua cruz e a dos outros, testemunhar perante todos a força salvífica da mensagem evangélica.
Ela continua a anunciar que chegou o tempo da esperança, empenhando-se na pacificação dos ânimos e convidando ao exercício duma caridade fraterna que saiba abrir-se ao acolhimento de todos, no respeito das idéias e sentimentos de cada um. É hora de me despedir para voltar a Roma, triste por vos deixar, mas feliz por ter conhecido de perto um povo corajoso e decidido a renascer.
Não obstante as resistências e os obstáculos, este povo pretende construir o seu futuro caminhando por sendas de perdão, justiça e solidariedade”.
A seguir, o papa fez um apelo final, pedindo que a justa realização das aspirações fundamentais das populações mais necessitadas constitua a preocupação principal dos que ocupam cargos públicos, visto que a sua intenção é desempenhar a missão recebida, não para si mesmos, mas em vista do bem comum.
O nosso coração, disse o pontífice, não pode estar em paz, enquanto virmos irmãos sofrerem por falta de alimento, de trabalho, de teto ou de outros bens fundamentais.
Entretanto para se oferecer uma resposta concreta a estes nossos irmãos, o primeiro desafio deve ser o da solidariedade: solidariedade entre as gerações, solidariedade entre países e entre continentes, que dê origem a uma partilha cada vez mais equitativa das riquezas da terra entre todos os homens. “E de Luanda estendo o olhar para a África inteira, despedindo-me, até o próximo mês de Outubro na Cidade do Vaticano, quando nos reunirmos para a II Assembléia Especial do Sínodo dos Bispos dedicada a este continente, onde o Verbo de Deus humanizado em pessoa encontrou refúgio”.
Depois, o papa pediu a Deus que faça sentir a sua proteção e ajuda aos inúmeros refugiados e deslocados que vagueiam à espera de um retorno a casa. É como filhos e filhas que Deus os ama; Ele vela sobre seus dias e sobre suas noites, sobre as suas fadigas e aspirações. Bento XVI concluiu seu discurso de despedida, em Angola, dizendo:“Irmãos e amigos de África, queridos angolanos, coragem! Não vos canseis de fazer progredir a paz, cumprindo gestos de perdão e trabalhando pela reconciliação nacional, para que jamais prevaleça a violência sobre o diálogo, o medo e o desânimo sobre a confiança, o rancor sobre o amor fraterno”.
Tudo isso só poderá ser possível, disse por fim o Santo Padre, se vocês se reconhecerem, uns aos outros, como filhos do mesmo e único Pai do Céu. “Deus abençoe Angola! Abençoe cada um dos seus filhos e filhas! Abençoe o presente e o futuro desta querida Nação. Ficai com Deus!”. Depois da cerimônia de despedida, no aeroporto internacional de Luanda, Bento XVI tomou o avião, um Boeing 777 da Alitalia, que o levou de volta a Roma, onde sua chegada está prevista para as 18 horas locais, após percorrer uma distância de 5.630 km.Assim, o Santo Padre concluiu mais uma viagem internacional, a 11ª de seu pontificado, a primeira em território africano. (MT)

Fonte: RV

sábado, 21 de março de 2009

"CHEGOU PARA A ÁFRICA O TEMPO DA ESPERANÇA"

PAPA EM ANGOLA: "CHEGOU PARA A ÁFRICA O TEMPO DA ESPERANÇA"
Luanda,

- Bento XVI realizou , na segunda etapa de sua viagem apostólica internacional à África, uma visita de cortesia ao presidente da República de Angola. O presidente José Eduardo dos Santos recebeu o Santo Padre na entrada do palácio presidencial, onde foi festivamente acolhido com o comitê de honra, seguido da execução dos hinos nacional de Angola e do Vaticano.Logo em seguida, teve lugar, no estúdio presidencial, o colóquio privado entre José Eduardo e Bento XVI, acompanhado do cardeal secretário de Estado, Tarcisio Bertone, e um colaborador.Concluído o colóquio, a esposa do presidente e familiares entraram no estúdio presidencial para a foto oficial. Ao término, o presidente acompanhou o pontífice até o Salão de honra – para o encontro com autoridades políticas e civis e o corpo diplomático – onde o presidente e o papa pronunciaram um discurso dirigido ao mundo político angolano e internacional."Angola vive um tempo novo e de esperança", disse o presidente José Eduardo, que em seu discurso abordou também temas internacionais, evocando a pobreza e os conflitos que ainda martirizam o continente africano."O mundo está vivendo uma grave crise econômica e financeira, mas também uma crise de valores e de princípios éticos e morais", afirmou o presidente angolano, acrescentando que os países pobres serão atingidos particularmente por essa crise internacional."Queremos colaborar com a Igreja para construir a justiça através do diálogo político, cultural e inter-religioso. Mas também para combater o integrismo e o terrorismo", ressaltou o presidente, recordando que Angola é um Estado laico, onde, todavia, 70% de seus habitantes são cristãos católicos."Queremos construir uma sociedade moderna que inclua todos sem exclusões sociais", acrescentou o presidente José Eduardo, que concluiu fazendo votos de que o seu país possa realizar o sonho da paz duradoura e de um futuro melhor.Por sua vez, o Santo Padre, o iniciou seu discurso agradecendo ao presidente angolano pela acolhida e pelas palavras a ele dirigidas de estima ao Sucessor de Pedro e de confiança na ação da Igreja Católica. Bento XVI contextualizou a sua visita e convidou os responsáveis ao esforço para o progresso do país e do continente."Após vinte e sete anos de guerra civil que devastou o país, a paz começou a se enraizar, trazendo consigo os frutos da estabilidade e da liberdade. Os esforços palpáveis do Governo para estabelecer as infra-estruturas e recriar as instituições indispensáveis ao desenvolvimento e bem-estar da sociedade fizeram voltar a esperança entre os cidadãos", frisou o pontífice, acrescentando que "chegou para a África o tempo da esperança"."Podereis transformar este continente – exortou Bento XVI – libertando o vosso povo do flagelo da avidez, da violência e da desordem e guiando-o pelo caminho indicado por princípios indispensáveis a qualquer democracia civil moderna: o respeito e a promoção dos direitos humanos, um governo transparente, uma magistratura independente, uma comunicação social livre, uma administração pública honesta, uma rede de escolas e de hospitais que funcionem de modo adequado, e a firme determinação, radicada na conversão dos corações, de acabar de uma vez por todas com a corrupção."Em seguida, o papa ressaltou que "o desenvolvimento econômico e social da África requer a coordenação das ações governamentais nacionais com as iniciativas regionais e com as decisões internacionais".-"Uma tal coordenação – acrescentou – supõe que as nações africanas não sejam apenas consideradas como destinatárias dos planos e soluções elaborados por outros. Os próprios africanos, trabalhando juntos para o bem das suas comunidades, devem ser os agentes primários do seu desenvolvimento.""Quanto à comunidade internacional no seu todo – observou o pontífice – é de urgente importância a coordenação dos esforços para enfrentar a questão das alterações climáticas, a realização plena e honesta dos compromissos em prol do desenvolvimento indicados pela rodada de Doha e, de igual forma, a realização desta promessa muitas vezes repetida pelos países desenvolvidos: destinarem 0,7% do seu PIB (produto interno bruto) para ajudas oficiais ao desenvolvimento. Esta assistência é ainda mais necessária hoje com a tempestade financeira mundial em curso; que ela não seja mais uma das suas vítimas."Bento XVI se deteve sobre o papel da família, mas também sobre a difícil situação na qual ela se encontra. «A família representa a base sobre a qual está construído o edifício da sociedade» (Ecclesia in Africa, 80). Por fim, o papa ressaltou a importância do compromisso da Igreja, que está ao lado dos mais pobres do continente africano. (RL)

Fonte: RV

quarta-feira, 18 de março de 2009

CAMARÕES E ANGOLA NA EXPECTATIVA PELA VISITA DE BENTO XVI

CAMARÕES E ANGOLA NA EXPECTATIVA PELA VISITA DE BENTO XVI

Cidade do Vaticano, 17 mar (RV)
- Africanos se preparam para a visita de Bento XVI e cada país apresenta as suas particularidades.Em Camarões, o mosteiro carmelita prepara 50 mil óstias que serão consagradas nas celebrações durante a visita e os religiosos são convocados a irem com seus hábitos.Em diversas paróquias e igrejas estão sendo feitas orações pelo êxito da visita, enquanto religiosos, padres e leigos cuidam da preparação. Em Yaoundé estão sendo feitas camisetas com o rosto de Bento XVI.Camarões é a África em miniatura, diz o bispo dom Eliseo Antonio Ariotti. Um país bilíngüe com grande diversidade religiosa e cultural, ideal para conhecer a África.Enquanto isso, os angolanos vêem na visita uma grande oportunidade de passar ao mundo sua imagem de povo único e especial.O bispo Filomeno Vieira Dias, coordenador da visita no país, convocou toda imprensa explicando os detalhes da visita em uma entrevista coletiva.500 mil fiéis são aguardados na celebração que será feita em Cimangola. A visita animará os fies e unirá a Igreja em sua missão evangelizadora no país, completa o bispo. Pelo menos 4 mil pessoas representarão as dioceses do país, com fé na reconstrução nacional, reconciliação e pacificação. Será um momento de reflexão, principalmente social. (JP)

Fonte: RV

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

"CRIANÇAS FEITICEIRAS" - LUANDA - ANGOLA

ANGOLA: DEMOLIDAS IGREJAS ONDE ESTAVAM RETIDAS "CRIANÇAS FEITICEIRAS"

di De Andrade
Luanda,
- Duas casas-igrejas nas quais estiveram retidas 40 "crianças feiticeiras", em Luanda, capital de Angola, foram demolidas nesta sexta-feira, por ordem da administração municipal de Sambizanga, bairro onde se localizavam as construções. José Tavares Ferreira, administrador municipal do bairro _ um dos mais populosos e problemáticos de Luanda _ disse à agência de notícias LUSA, que existem "indicações de que há outros locais" onde se realizam práticas idênticas, que estão sendo identificados.As 40 crianças _ de idades compreendidas entre um mês e 15 anos _ acusadas de serem "feiticeiras", foram resgatadas pela polícia angolana na quinta-feira. Elas se encontravam retidas no interior de duas casas que serviam de igrejas.As casas eram de propriedade da "Igreja da Revelação do Espírito Santo de Angola" e da "Igreja Boa Fé" _ oriundas da província angolana chamada "Zaire", região onde ocorrem os casos mais graves de maus-tratos a crianças acusadas de serem "feiticeiras".Essa parece ser uma prática habitual na África. De fato, em outubro de 2004, publicávamos a seguinte notícia: "A agência de notícias salesiana divulgou o enérgico repúdio da Inspetoria Salesiana na África Central, contra o brutal assassinato de crianças de rua que eram acolhidas num dos centros salesianos na República Democrática do Congo."O episódio aconteceu no dia 25 de setembro de 2004, quando um grupo de homens armados com paus e facões se apresentou à Casa de Acolhida e Centro de Formação "Dom Bosco" de Mbuji-Mayi buscando alguns meninos de rua. Os salesianos fizeram todo o possível para deter o grupo armado, mas dois adolescentes acabaram nas mãos dos invasores, tendo sido barbaramente lapidados e queimados.Ao que parece, a miséria, as doenças e as dificuldades enfrentadas pelas populações africanas fazem com que elas se tornem "terreno fértil" para que membros de algumas seitas as façam crer que seus próprios filhos são os responsáveis pelas dificuldades da família. Essas pobres crianças são acusadas de bruxaria e, por isso, devem ser lapidadas e queimadas, para que a família possa voltar a estar bem _ é idéia que passam os membros dessas seitas insidiosas. (AF)

Fonte: RV

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

150 MIL PREGRINOS NO SANTUÁRIO DA MUXIMA - ANGOLA

150 mil peregrinos no santuário angolano da Muxima

Muxima, Província do Bengo, Angola

Cerca de 150 mil pessoas deverão participar na oitava edição da peregrinação ao Santuário de Nossa Senhora da Muxima, localizado no município da Kissama, província do Bengo, de 15 a 17 do corrente mês.
A informação foi prestada em Luanda, pelo pároco do Santuário da Muxima, Mário Torres, para quem todas as condições "materiais e espirituais" estão criadas para a realização da peregrinação.
A mesma, a primeira desde a criação da Diocese de Viana, que responde actualmente por Kissama, decorrerá sob o lema "Com Maria nos caminhos de São Paulo, rumo à nova evangelização".
A vila da Muxima está localizada a 130 quilómetros de Luanda e existe desde os primórdios da ocupação portuguesa. Desde 1645, e quiçá muito antes, anualmente milhares de pessoas acorrem ao recinto para falarem das suas preocupações, angústias e desejos.
A imagem de Nossa Senhora da Muxima, que na língua nacional kimbundu quer dizer Coração, é a maior devoção popular em Angola e até congrega pessoas que não professam a religião Católica.

Fonte: RV

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

CONGRESSO "PRO PACE" DE VIANA - ANGOLA de


Congresso Pro Pace de Viana ( Angola) convida a encarar o futuro com esperança

Capela de Sto Antonio - Viana - Luanda - Angola

O Congresso Pro Pace da diocese angolana de Viana recomenda à consciência de todos os políticos e de todo o povo angolano a não olhar para o passado com medo, mas a olhar para o futuro com esperança, tomando consciência da realidade que o país vive.
Realizado entre os dias 29 e 31 de Julho último, o Congresso recomenda também a todos que contribuam para as próximas eleições legislativas de Setembro como caminho importante e necessário para conquistar a Paz.

Aconselha aos nacionais “a propiciarem, particularmente nesta ocasião histórica, um voto consciente que deve dar atenção especial à mulher e às áreas rurais”. A todos os Políticos e Partidos Políticos sem excepção, antes, durante e depois das eleições é solicitada “uma maneira exemplar, as melhores atitudes e comportamentos que um Estado de Direito e a dignidade da pessoa exigem, realizando todo o processo eleitoral com legitimidade, honestidade, justiça, liberdade, ética e transparência” O evento pede ainda aos angolanos que “contribuam para a resolução de conflitos e para ultrapassar a cultura do medo –tão metido no povo–, a intolerância política, a corrupção e a falta de transparência”.
O Congresso abordou a temática semelhante de todos os anteriores realizados por todo o país, tendo como base a “democracia”, “eleições”, “oposição e alternância”, “desenvolvimento”, “direitos humanos”, “género”, “unidade na pluralidade”, “liberdade de imprensa” e “cidadania”.
Em Viana participaram mais de uma centena de pessoas, entre sacerdotes, religiosas, catequistas, pastores, funcionários públicos e deputados da antiga legislatura.Os trabalhos foram presididos pelo Bispo da Diocese de Viana, D. Joaquim Ferreira Lopes.
Fonte:RV

sábado, 12 de julho de 2008

JMJ - CHEGAM OS JOVENS ANGOLANOS

Jovens angolanos chegam à JMJ

SYDNEY,
- Liderados pelo presidente da Comissão Episcopal da Juventude de Angola e S. Tomé, Dom Almeida Canda, os 43 jovens que compõem a delegação angolana na JMJ chegaram essa segunda-feira à Austrália.
Nestes dias, eles participaram de uma série de atividades na cidade de Adelaide, local onde se hospedam nesta primeira etapa da viagem.
Segundo informa o jornal O Apostolado, da Conferência Episcopal de Angola e S. Tomé, desde sua chegada, os jovens visitaram locais turísticos, participaram de concertos musicais, de atividades destinadas à exposição da cultura de Angola, entre outros eventos.
Os jovens visitaram também a reserva de "Cleland", localizada nos arredores de Adelaide, onde conheceram alguns animais típicos da Austrália.
Na próxima semana, a delegação angolana viajará 1.200 quilômetros até Sidney, palco do encontro com o Papa na Jornada Mundial da Juventude.
Fonte:ZENIT.org