
............ - Eucaristia, Devoção a Maria e Fidelidade ao Papa – ............
Seguidores
NOSSA SENHORA DE FÁTIMA
Visite a Capela das Aparições, ON LINE.
Participe das orações, do terço e das missas diárias.
Clique na imagem de Nossa Senhora e estará em frente à Capelinha do Santuário de Fátima.
CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com
Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris
domingo, 8 de fevereiro de 2009
ARGENTINA: MUDANÇAS NAS FEIÇÕES DA VIRGEM ATELLA MARÍS

sábado, 7 de fevereiro de 2009
HOJE - HOMENAGEM AO "PROFETA DA PAZ" - CENTENÁRIO DE DOM HELDER CÂMARA
“Uma das grandes personalidades do século XX, homem de Deus, que tinha uma visão singular sobre o povo pobre brasileiro”. É assim que o arcebispo de Manaus (AM) e vice-presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Luiz Soares Vieira define dom Helder Câmara, que faria cem anos no dia 7 de fevereiro, se estivesse vivo. O arcebispo faleceu em 27 de agosto de 1999.“Eu o conheci em 1984, quando me tornei bispo. Dom Helder era um profeta que falava empolgadamente, não dizia palavras de um intelectual, mas você percebia que era algo profundo, de alguém que tinha intimidade com Deus”, conta emocionado o arcebispo de Manaus. “Lembro-me de quando ele se hospedava em minha casa, por volta de 4h da manhã lá estava ele fazendo suas orações. Foi realmente um homem de oração, austero, de uma intelectualidade muito profunda”, sublinha dom Luiz.
O arcebispo de Manaus fala de dom Helder emocionado e relata que, quando vivo, o arcebispo de Olinda e Recife (PE) sempre foi um homem de coragem e de convicções fortes que “enfrentou e apontou caminhos para o Brasil”. Se perguntado sobre uma frase que resumiria dom Helder, logo o vice-presidente da CNBB responde: “Um profeta, homem que viu o mundo com os olhos de Deus”.
Para o arcebispo de Manaus, dom Helder realizou três grandes projetos na Igreja, “Ele foi totalmente comprometido com a Igreja, a serviço do povo pobre; da colegialidade episcopal, pois foi ele quem fundou a CNBB; e com o seu profetismo”. Dom Luiz, ao falar sobre o “Profeta da Paz”, como ficou conhecido dom Helder Câmara por seus trabalhos a serviço da justiça e de causas sociais, afirma que não o conheceu em seu “vigor de seu trabalho pastoral”, embora tenha conhecido um homem que tinha a essência de Deus na maturidade.
Apesar de dom Helder ter sido um bispo bastante querido no Brasil e no exterior, dom Luiz revela que havia pessoas que não aceitavam suas ideias: “Eu conheci pessoas extremamente contrárias a dom Helder e seus ideais. Elas não suportavam as ideias dele, mas, quando o conheciam pessoalmente se encantavam com seu modo de falar, seu carisma e até paravam para ouvi-lo. Creio que isso ocorria porque ele tinha uma fé profunda, que vinha do coração”. O arcebispo destaca ainda que “dom Helder é um modelo que a história da humanidade precisa conservar. Sua história e sua memória fazem ponte com a história do Brasil”.
Questionado sobre os trabalhos que dom Helder mais se preocupou em desenvolver, dom Luiz não hesita em dizer: “Seus escritos são espetaculares; sua eloquência é fabulosa, foi um homem de muita fé que vinha de uma espiritualidade que preservava um amor a Deus e ao próximo. Enfim, ele foi alguém que acreditou numa causa e lutou por ela até o fim”.
Dom Hélder Câmara nasceu em Fortaleza (CE) em 7 de fevereiro de 1909. Foi ordenado bispo, aos 43 anos de idade, no dia 20 de abril de 1952, pelas mãos de dom Jaime Cardeal de Barros Câmara, dom Rosalvo Costa Rego e dom Jorge Marcos de Oliveira, e nomeado bispo auxiliar do Rio de Janeiro no dia 3 de março de 1952. Em 12 de março de 1964 foi designado para ser arcebispo de Olinda e Recife (PE). Dom Helder ficou conhecido no mundo por suas pregações em favor de uma Igreja simples voltada para os pobres e a não-violência. Por sua atuação, recebeu diversos prêmios nacionais e internacionais. Foi o único brasileiro indicado quatro vezes para o Prêmio Nobel da Paz.
Comemorações Os Correios lançarão um selo que homenageia o centenário do arcebispo.
Ainda no sábado, 7, as igrejas de Olinda e Recife tocarão seus sinos às 6h, 12h e 18h para homenagear dom Helder, e logo após a missa, será inaugurada no pátio das fronteiras, uma escultura do bispo.
Os eventos do centenário são organizados pelo Regional Nordeste 2 (Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas, Pernambuco) da CNBB, Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), arquidiocese de Olinda e Recife, Instituto
Dom Helder Câmara (IDHEC), Governo do estado e Prefeitura do Recife, além de outras entidades.Países como Alemanha, França e Canadá também prestam suas homenagens ao centenário de dom Helder.
FAMÍLIA, RESPOSTA À CRISE
Por Gilberto Hernández García
MÉXICO,
- O arcebispo primaz de Honduras e cardeal de
Tegucigalpa, Oscar Andrés Rodríguez Maradiaga, afirma que a atual crise econômica tem importantes repercussões no desenvolvimento das famílias; mas ao mesmo tempo, para enfrentar este momento, a unidade familiar será um fator determinante.
Assim comentou o também presidente da Cáritas Internacional, em conversa com ZENIT-El Observador, depois de sua participação no VI Encontro Mundial das Famílias (EFM), celebrado no México no mês de janeiro passado.
– O senhor tem um panorama amplo sobre as questões sociais e sobre sua repercussão na família. Neste sentido, qual é a problemática que mais preocupa a Igreja hoje em dia?
– Cardeal Rodríguez Maradiaga: A própria família: ela é o ponto principal, a opção mais importante da vida do ser humano; por conseguinte, entra nas preocupações que temos: como fazer para que as pessoas cada vez mais se preparem para esta opção de vida. Todas as coisas grandes são preparadas, não se improvisam, mas muitas vezes a maior opção da vida, que é o amor e a família, é improvisada de uma maneira assustadora. Às vezes temos famílias que começam por um erro e não por uma opção em liberdade. Preparar esta opção de vida é talvez o maior objetivo de toda a evangelização e da pastoral familiar.
– O que o senhor acha do evidente processo de pobreza e de desigualdade que a América Latina sofre e que em muitos casos freia o desenvolvimento integral das famílias?
– Cardeal Rodríguez Maradiaga: No Encontro Mundial das Famílias, um especialista em economia não propunha as consequências que tem a falta de família para o desenvolvimento econômico, para a própria pobreza. Com estudos e estatísticas, foi-nos demonstrado que a saúde física e a mental é melhor em famílias constituídas que em famílias monoparentais ou desintegradas. A pobreza é muito pior em famílias desintegradas que nas integradas. Assim se enfocaram diversos aspectos, por exemplo, na educação superior, e os obstáculos quando há pais divorciados. São aspectos que a imprensa comenta muito pouco e vale a pena concentrar-se nisso.
Fala-se do papel educativo da família; alguns o reduzem à educação escolar. Aqui se enfocou o que significa a educação moral na família, a educação espiritual, os aspectos econômicos e testemunhos do pai de família, quando em meio às vicissitudes da vida é capaz de acompanhar com heroísmo a família. Estas são riquezas inexploradas e que vale a pena dar a conhecer, porque há pessoas que sofrem e ao conhecer estes testemunhos se sentem fortalecidas.
A pobreza é uma realidade que vai crescendo em nossos países ao invés de diminuir. Agora temos esta crise financeira tão grande e se prevê que ela terá muitas outras consequências.
– Alguns dizem que os países pobres o são porque não regulam a natalidade. Muitos governantes enfocam suas forças contra a pobreza em políticas de controle da natalidade...
– Cardeal Rodríguez Maradiaga: Estas políticas de controle de natalidade são na realidade de eliminação da natalidade. Contemplam só uma das perspectivas. Pensa-se que somos pobres porque temos muita população e isso é um sofisma. A população é necessária para que haja desenvolvimento econômico; há um país na América Latina que foi o primeiro, já na década de 50, a aplicar reduções de natalidade, e o que aconteceu nesse país? Não pode crescer e, por conseguinte, não tem consumidores para que haja empresas prósperas, tudo tem de ser importado de outros grandes países e ele tem apenas uma economia de subsistência, não um desenvolvimento, como deveria ser.
A Igreja fala claramente da paternidade e maternidade responsáveis; a transmissão da vida é uma grande responsabilidade dos pais, não é produto de qualquer desordem; é uma grande responsabilidade, assim como também os governos têm a grave responsabilidade de procurar o bem comum de todos os cidadãos, e se há cidadãos que deveriam ser privilegiados, deveriam ser os pobres e não os que mais têm. E este é o motivo pelo qual a Igreja, que é Mãe, insiste profundamente, em sua doutrina social, em que a família não é como um elemento que não entra na problemática social.
Na doutrina social da Igreja, um capítulo muito importante é a família, porque nela se toca muito de perto tudo o que se refere à problemática social. A Igreja fez sempre o pedido aos governos de que se preocupem também pelas famílias pobres.
– O que o senhor acha da idéia de que a Igreja só privilegia os ricos?
– Cardeal Rodríguez Maradiaga: Quem diz isso desconhece a vida da Igreja. Em primeiro lugar, a Igreja não se reduz à hierarquia; cada batizado é Igreja. Se virmos todos os desenvolvimentos pastorais no continente, percebemos que a Igreja fez a opção preferencial pelos pobres.
No México há um caso único em nosso continente: homens de empresas e pessoas de muitos recursos sustentam o Instituto Mexicano de Doutrina Social (IMDOSOC), que educa o povo precisamente pela convicção que tem de que uma das melhores maneiras de aliviar a pobreza é através da educação; o IMDOSOC deu bolsas a estudantes de países pobres, inclusive de Cuba, que vieram ao México com bolsas completas, para aprofundar no estudo da doutrina social da Igreja; portanto, não se pode generalizar esse juízo. Quem examina a vida da Igreja compreende que a opção preferencial pelos pobres não é poesia, mas realidade.
Às vezes se critica a moral católica porque se opõe ao uso de preservativos como uma solução para o problema da AIDS; pois quero dizer-lhe que 27% de todas as obras que há no mundo a favor dos pacientes com esta enfermidade é da Igreja Católica, e ela recebe apenas 2% do Fundo Global para ajuda aos pacientes de AIDS. Se observarmos programas de construção de moradia, veremos o que isso significa quando há de catástrofes; e digo isso como presidente da Cáritas Internacional, a instituição mais respeitada em opção preferencial pelos pobres.
Fonte: ZENIT.org
CURSO A RESPEITO DOS DOCUMENTOS DE APARECIDA
BRASÍLIA,
Intitulado «Documento de Aparecida: Formação Pastoral», o curso será acompanhado por tutores e terá uma carta horária de 40 horas, informa a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).
Destina-se a agentes de pastorais, diáconos permanentes, seminaristas, religiosos, assessores eclesiásticos e leigos.
O curso apresenta o seguinte conteúdo: Concepções antropológicas e a pessoa humana no Documento de Aparecida; Sociedade e Globalização; Doutrina Social da Igreja; Igreja na América Latina e no Caribe: a pedagogia das conferências episcopais; Estrutura temático-conceitual do Documento de Aparecia; Princípios, características e metodologia da Pedagogia Pastoral; e Missão Continental: objetivos, formas de organização e campos da missão no Documento de Aparecida.
Informações: www.unisantos.br/ead
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
RECIFE HOMENAGEIA DOM HELDER CAMARA
No centenário de nascimento do ex-arcebispo de Olinda e Recife
BRASÍLIA,
nascimento de Dom Helder Camara, ex-arcebispo de Olinda e Recife, falecido em 1999.De acordo com a CNBB, a missa será celebrada em frente à igreja das Fronteiras, às 16h, e terá a participação de dezenas e bispos e padres. A expectativa é que cerca de duas mil pessoas de várias partes do Nordeste e de todo Brasil participem das comemorações.
Antes do início da celebração, os Correios entregarão a autoridades e representantes de movimentos criados por Dom Helder um selo que homenageia o seu centenário.
Ainda no sábado, as igrejas de Olinda e Recife tocarão seus sinos às 6h, 12h e 18h, para homenagear Dom Helder. Logo após a missa, será inaugurada no pátio das fronteiras uma escultura do bispo.
Os eventos do centenário são organizados pelo Regional Nordeste 2 (Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas, Pernambuco) da CNBB, Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), arquidiocese de Olinda e Recife, Instituto Dom Helder Câmara (IDHEC), Governo do estado e Prefeitura do Recife, além de outras entidades.
O presidente da Cáritas Brasileira, Dom Demétrio Valentini, destaca em artigo difundido pela CNBB nessa quarta-feira que a entidade assistencial «se sente particularmente ligada à pessoa de Dom Helder», já que ele foi o seu fundador, no ano de 1956.
A Cáritas se antecipa e promove uma homenagem especial ao seu primeiro secretário geral e presidente no dia 6 à noite.
«Quando a liturgia tem uma data especial a celebrar, ela começa no dia anterior, com as “primeiras vésperas”. A Cáritas se incumbe de entoar os primeiros louvores, sinalizando que a celebração é de “primeira classe”», afirma o bispo.
Bispo auxiliar do Rio de Janeiro, depois arcebispo de Olinda e Recife, um dos fundadores da CNBB e secretário-geral do organismo por 12 anos, Dom Helder foi voz marcante no Brasil em favor dos direitos humanos, da promoção da justiça e da opção preferencial pelos pobres.
O cardeal Cordes apresenta a mensagem do Papa para esta Quaresma
Por Carmen Elena Villa
CIDADE DO VATICANO,
Quando os cristãos jejuam, «não se fecham em si mesmos», mas «se unem ao seu Senhor, que jejua por quarenta dias e quarenta noites no deserto».
Assim manifestou o cardeal Paul Josef Cordes, presidente do Conselho Pontifício «Cor Unum», durante a coletiva de imprensa que concedeu nesta quarta-feira na Santa Sé, na qual foi apresentada a mensagem de Bento XVI para a Quaresma de 2009.O sentido do jejum no budismo e no islã
Segundo declarou o purpurado alemão, que dirige o organismo vaticano encarregado de promover e coordenar a ação caritativa na Igreja, o objetivo do jejum, tanto no budismo como no islã, consiste em favorecer o cuidado do corpo, opondo-se à sua idolatria.
O cardeal assinalou como o sentido do jejum no budismo consiste no desapego dos bens terrenos, porque o corpo em si mesmo se converte em origem de sofrimentos: «deve desacostumar-se à ‘sede’ de coisas criadas, abandonar o desejo e as inquietudes que dele se derivam, matá-las dentro de si mesmo»; desta maneira se chega ao Nirvana, que consiste na extinção completa dos desejos.
Para o islã, o jejum é a quarta coluna que sustenta esta religião e uma prática obrigatória durante o mês do Ramadã.
Para os muçulmanos, existe outra razão para esquecer-se de tudo que é terreno: «Deus tem seu trono em uma distância infinita. Não se lhe pode encontrar no mundo. Só se comunica com a criação e com o homem mediante sua lei, a charia»; por isso, «seria uma heresia escandalosa afirmar que Alá tivesse como filho um membro do gênero humano».
O purpurado assinalou que o jejum em ambas as religiões tem algo em comum: «transcende a dimensão terrena e procura um objetivo muito além deste mundo: o ingresso no Nirvana ou a obediência a Alá, Senhor do céu e da terra».
Em ambas as religiões, «trata-se de libertar-nos do peso das coisas criadas», declarou.
O sentido do jejum cristão
Pelo contrário, para o cristão «o desejo místico não é nunca o descenso em si mesmo, mas sim o descenso na profundidade da fé, onde encontra Deus».
Ainda que seja importante aprender sobre as demais religiões, os cristãos devem aprofundar «na herança recebida e conhecê-la cada vez melhor. A revelação divina diz algo novo em cada época histórica; é inesgotável», constatou.
O cardeal deixou clara a diferença entre a rejeição do mundo por parte do budismo e as leis do Ramadã islâmico e da Quaresma cristã, que «oferece ao cristão um caminho espiritual e prático para exercitar sem recortes nem reservas nossa entrega a Deus».
Assinalou que, em sua mensagem quaresmal, o Papa não mostra o jejum com um aspecto negativo: «como poderemos nós desprezar nossa carne, se o Filho de Deus a assumiu, convertendo-se verdadeiramente em nosso irmão?».
Quando os homens jejumam com uma atitude interior de desejo de conversão, «em Cristo buscam a comunhão com o Tu divino. N’Ele buscam novamente o dom do amor que renova o ser cristão» e se comprometem «na luta contra a miséria, convertendo-se em mensageiros do amor de Deus».
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
OPINIÃO DO BISPO WILLIAMSON ERA DESCONHECIDA DE BENTO XVI
A Secretaria de Estado emite uma nota esclarecendo a situação dos bispos lefebvristas
Por Inma Álvarez
CIDADE DO VATICANO,
- O Papa Bento XVI «desconhecia a postura do bispo Richard Williamson sobre a Shoá no momento de levantar a excomunhão», e portanto este «deverá tomar de modo absolutamente inequívoco e público distância» delas antes de «ser admitido às funções episcopais na Igreja».Assim expressa uma Nota da Secretaria de Estado vaticana, divulgada nesta quarta-feira, na qual explica que o levantamento da excomunhão aos quatro bispos ordenados por Dom Marcel Lefebvre em 1988 não supõe sua reabilitação no ministério.
A Secretaria, órgão que colabora mais de perto com o sumo pontífice, considerou oportuno emitir esta nota «a partir das reações suscitadas» pelo levantamento da excomunhão aos quatro prelados da Fraternidade São Pio X, «e em relação às declarações negacionistas ou reducionistas da Shoá por parte do bispo Williamson».
O documento consta de três partes, nas quais se declaram os motivos da remissão desta grave pena, assim como a situação dos quatro prelados na Igreja e a questão concreta das declarações do bispo Williamson sobre o Holocausto.
Quanto à primeira questão, a nota explica que o Papa com este gesto de «benignidade» «quis tirar um impedimento que prejudicava a abertura de uma porta ao diálogo» após o cisma.
Agora, o bispo de Roma «espera que a mesma disponibilidade seja expressada pelos quatro bispos, em total adesão à doutrina e à disciplina da Igreja».
Com relação à segunda questão, a situação dos prelados, a Secretaria de Estado declara que o levantamento da excomunhão «liberou os quatro bispos de uma pena canônica gravíssima, mas não mudou a situação jurídica da Fraternidade São Pio X».
Esta, «por enquanto, não goza de reconhecimento algum na Igreja Católica», declara.
«Tampouco os quatro bispos, ainda que liberados da excomunhão, têm uma função canônica na Igreja e não exercem licitamente um ministério nela.»
Para que este reconhecimento se dê, é «condição indispensável», afirma a nota, «o reconhecimento pleno do Concílio Vaticano II e do Magistério dos Papas João XXIII, Paulo VI, João Paulo I, João Paulo II e do próprio Bento XVI».
Negação da Shoá
Com relação às declarações que geraram a polêmica, «absolutamente inaceitáveis e firmemente rejeitadas pelo Santo Padre», a nota declara que estas eram «desconhecidas pelo Papa no momento da remissão da excomunhão».
«O bispo Williamson, para ser admitido às funções episcopais na Igreja, deverá também tomar de modo absolutamente inequívoco e público distância de suas posturas sobre a Shoá», acrescenta a Nota.
Por outro lado, declara, o Papa já esclareceu sua postura sobre o Holocausto em 28 de janeiro passado, «quando, referindo-se àquele selvagem genocídio, reafirmou sua plena e indiscutível solidariedade com nossos irmãos destinatários da Primeira Aliança».
Por último, o Papa «pede o acompanhamento na oração de todos os fiéis, para que o Senhor ilumine o caminho da Igreja», e pede o apoio de pastores e fiéis para a «delicada e pesada missão do sucessor do apóstolo Pedro como guardião da unidade da Igreja».
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
QUARESMA: BENTO XVI CONVIDA A REDESCOBRIR O VERDADEIRO JEJUM CRISTÃO
Cidade do Vaticano, TEXTO INTEGRAL DA MENSAGEM PARA A QUARESMA 2009
Cidade do Vaticano,terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
ÉTICA NO MUNDO DOS NEGÓCIOS E TUTELA PARA A FAMÍLIA

SANTA SÉ DEMONSTRA INTERESSE PELA PESQUISA ASTRONÔMICA
