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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Esteja ao lado de Nossa Senhora de Fátima como nunca pode imaginar.

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Clique na imagem de Nossa Senhora e estará em frente à Capelinha do Santuário de Fátima.

CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris
Clique sobre a foto para a visita guiada em 15 etapas
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quinta-feira, 9 de abril de 2009

A QUINTA-FEIRA SANTA


Iniciamos, nesta noite, com a missa da tarde da Ceia do Senhor o Tríduo pascal: a celebração da morte e da ressurreição do Senhor. Somos convidados a acompanhar Jesus nos momentos derradeiros de sua vida terrena e “revestir-nos dos mesmos sentimentos de Cristo” ao reviver os mistérios centrais de nossa fé
O centro da celebração da Quinta-Feira Santa é a instituição da Eucaristia e do sacerdócio ministerial e o novo mandamento do amor que Jesus deu aos seus discípulos.
São João, o autor do quarto evangelho, não narra a instituição da Eucaristia, provavelmente, porque os outros três evangelhos e São Paulo já o haviam feito e, além do mais, quando João escreveu o seu evangelho no final do primeiro século, a celebração da eucaristia já era corrente nas comunidades cristãs.
Sabemos pelos evangelhos sinóticos e pela primeira carta de Paulo aos coríntios que escutamos há pouco que, na noite, antes de sua Paixão, Jesus instituiu a Eucaristia. “O Senhor Jesus tomou o pão e depois de dar graças, partiu-o e disse: Isto é o meu corpo que é dado por vós. Fazei isto em minha memória”. Depois da ceia, tomou o cálice e disse: “Este cálice é a nova aliança em meu sangue. Todas as vezes que dele beberdes, fazei isto em minha memória”.
Jesus instituiu a Eucaristia, que é o sacramento, o memorial perpétuo das maravilhas de Deus realizadas por seu Filho Jesus. Jesus dá um sentido totalmente novo a páscoa judaica que ele celebrou com os seus discípulos, na noite, antes de ser entregue. A Páscoa judaica, como escutamos na primeira leitura do livro do Êxodo, é o memorial, isto é, a atualização da libertação do povo de Israel da escravidão do Egito.
Na ceia, Jesus antecipa nos sinais do pão e do vinho o seu sacrifício e a entrega que ele fará no dia seguinte. O pão e o vinho são um sinal real e eficaz de Jesus que se entrega à morte para a salvação de todos num ato extremo de amor e de solidariedade para com a humanidade. É a nova e eterna aliança de Deus com a humanidade, selada no seu sangue.
Por duas vezes, Paulo cita as palavras de Jesus: “Fazei isto em memória de mim”. Jesus ordena, portanto, aos seus discípulos, constituindo-os sacerdotes do Novo Testamento e àqueles que na Igreja participariam ministerialmente do seu sacerdócio pela ordenação que repetissem essas suas palavras, esse seu gesto de geração em geração, até a sua volta.
Agradeçamos a Jesus a instituição da Eucaristia, memorial, atualização do sacrifício da cruz, presença salvífica de Jesus em nosso meio, alimento espiritual e garantia de vida eterna. Rezemos pelos nossos sacerdotes e pelas vocações sacerdotais para que não nos falte santos qualificados e numerosos ministros para anunciar a Palavra de Deus, administrar os sacramentos e servir o povo de Deus.
No lugar da instituição da Eucaristia, São João narra a cena do Lava-pés.
Durante a ceia com seus discípulos, “Jesus levantou-se da mesa, tirou o manto, pegou uma toalha e amarrou-a na cintura. Derramou água numa bacia e começou a lavar os pés dos discípulos, enxugando-os com a toalha com que estava cingido. Dei-vos o exemplo, para que façais a mesma coisa que eu fiz”. Participar da Eucaristia, comungar o corpo e o sangue de Cristo, é comprometer-se a fazer da própria vida uma entrega fraterna e solidária aos nossos irmãos, especialmente, aos mais necessitados, os enfermos, os pobres, as pessoas com deficiência, os anciãos, as crianças. É importante que ao procurarmos ajudar os outros, contribuamos para que aqueles que ajudamos sejam sujeitos de sua própria promoção e não só destinatários de mera assistência, de simples ajuda. Dessa forma, estaremos colaborando para a promoção das pessoas e evitando o perigo de continuar perpetuando a desigualdade social.
Dom Raymundo Damasceno Assis - Arcebispo Metropolitano de Aparecida - SP

A FAMÍLIA CATÓLICA indica pesquisa no site Canto da Paz

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

QUARESMA: BENTO XVI CONVIDA A REDESCOBRIR O VERDADEIRO JEJUM CRISTÃO

APRESENTADA MENSAGEM PARA A QUARESMA: BENTO XVI CONVIDA A REDESCOBRIR O VERDADEIRO JEJUM CRISTÃO

Cidade do Vaticano,

- O verdadeiro jejum é finalizado a não mais viver para si mesmos, mas a abrir o coração a Deus e ao próximo: é o que afirma o Santo Padre na mensagem para a Quaresma deste ano, na qual convida a redescobrir essa antiga prática penitencial. O tema da mensagem deste ano é "Jejuou durante quarenta dias e quarenta noites e, por fim, teve fome".A mensagem do papa para a Quaresma foi apresentada esta manhã, na Sala de Imprensa da Santa Sé. A conferência de apresentação, moderada pelo diretor da Sala de Imprensa vaticana, Pe. Federico Lombardi, teve a participação, entre outros, do presidente do Pontifício Conselho "Cor Unum", Cardeal Josef Cordes, e da diretora executiva do Programa Mundial de Alimentação das Nações Unidas (PAM)."A Quaresma oferece ao cristão um percurso espiritual e prático para exercer, sem reservas, a oferta de nós mesmos a Deus", disse o Cardeal Cordes, que acrescentou: em sua mensagem, Bento XVI nos recorda o nosso compromisso a abrir o coração e a mão a quem se encontra necessitado.Trata-se de uma exortação hoje ainda mais urgente, num período de crise econômica global, acrescentou:"Não podemos simplesmente deixar-nos sucumbir diante da miséria dos homens; devemos fazer o possível para sanar tal miséria."O purpurado deteve-se assim sobre o tema do jejum, tema central na mensagem do papa. O presidente do organismo – que se ocupa da caridade do papa – observou que em nossos dias se difunde um cuidado pelo corpo que corre o risco de se tornar idolatria. Algumas estatísticas no mercado do bem-estar demonstram isso – frisou:"O corpo insiste sempre mais sobre seus direitos. Mas o seu desejo de bem-estar e prazer talvez reduza a liberdade, e não mais possa ser administrada pela vontade do homem. O corpo se torna um tirano."A mensagem quaresmal "se encontra, sem dúvida, numa certa contradição" com essa tendência social – explicou.As palavras do papa sobre a renúncia, num primeiro momento não favorecem às inclinações profundas do homem. Todavia, buscam o seu bem – ressaltou o Cardeal Cordes.O purpurado recordou que também em outras religiões, como o budismo e o islamismo, o jejum tem um papel fundamental. Mas – explicou ele – "a motivação que induz as duas religiões ao jejum é a luta contra o poder da matéria sobre o homem":"Portanto, o jejum tem uma conotação negativa. Trata-se de libertar-nos do peso que as coisas criadas fazem recair sobre nós. Isso, porém, faz correr o risco de isolar o homem e, portanto, de fechá-lo e de voltar-se para si mesmo. Para o cristão, ao invés, o desejo místico jamais é o descer ao próprio ser, mas a descida à profundidade da fé, onde encontra Deus."A palavra do papa não quer simplesmente acrescentar outra iniciativa humanitária às dos nossos dias. O jejum deve ter para os fiéis um significado cristão, "deve dar espaço para a oferta de si a Deus, porque, afinal de contas, somente Ele é a felicidade a que aspiramos". Por sua vez, a diretora do PAM, Sheeran, agradeceu ao papa pelo apoio que a Igreja dá às atividades do Programa Mundial de Alimentação."Encontrei o papa Bento XVI e fiquei profundamente comovida por seu compromisso e compaixão pelos famintos do mundo" – disse a diretora do PAM. O encorajamento do papa "nos ajuda também a recordar que, em todos os lugares, a fome está em crescimento" – acrescentou. E citou um dado dramático: hoje, uma criança morre de fome a cada seis segundos.Sheeran passou em resenha uma série de projetos em diversos países, do Afeganistão ao Senegal, a Gaza, onde o PAM está combatendo contra a chaga da fome. E recordou que a agência da ONU trabalha com as Caritas locais nas dioceses de 40 países. Em seguida, convidou os governos nacionais a se comprometerem mais com o combate à fome:"Nesta fase de medidas de salvação financeira de trilhões de dólares, precisamos de uma salvação humana para combater a fome" – foi a sua exortação. Nessa Quaresma – concluiu – "escolhamos um mundo livre da fome".

Fonte: RV