
Sydney, 16 ago (RV)
............ - Eucaristia, Devoção a Maria e Fidelidade ao Papa – ............


Assim definiu pelo Papa Pio XII em 1950 através da Constituição Apostólica Munificentissimus Deus: "A Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre foi assunta em corpo e alma à glória celestial."Antes, esta celebração, tanto para a Igreja do Oriente como para o Ocidente, chamava-se "Dormição", porque foi sonho de amor.
Até que se chegou ao de "Assunção de Nossa Senhora ao Céu", isto significa que o Senhor reconheceu e recompensou com antecipada glorificação todos os méritos da Mãe, principalmente alcançados em meio às aceitações e oferecimentos das dores.Maria contava com 50 anos quando Jesus subiu ao Céu.
Tinha sofrido muito: as dúvidas do seu esposo, o abandono e pobreza de Belém, o desterro do Egito, a perda prematura do Filho, a separação no princípio do ministério público de Jesus, o ódio e perseguição das autoridades, a Paixão, o Calvário, a morte do Filho e, embora tanto sofrimento, São Bernardo e São Francisco de Sales é quem nos aponta o amor pelo Filho que havia partido como motivo de sua morte.
É probabilíssima, e hoje bastante comum, a crença de a Santíssima Virgem ter morrido antes que se realizasse a dispersão dos Apóstolos e a perseguição de Herodes Agripa, no ano 42 ou 44. Teria então uns 60 anos de idade.
A tradição antiga, tanto escrita como arqueológica, localiza a sua morte no Monte Sião, na mesma casa em que seu Filho celebrara os mistérios da Eucaristia e, em seguida, tinha descido o Espírito Santo sobre os Apóstolos.
Esta a fé universal na Igreja desde tempos remotíssimos. A Virgem Maria ressuscitou, como Jesus, pois sua alma imortal uniu-se ao corpo antes da corrupção tocar naquela carne virginal, que nunca tinha experimentado o pecado.
Ressuscitou, mas não ficou na terra e sim imediatamente foi levantada ou tomada pelos anjos e colocada no palácio real da glória.
Não subiu ao Céu, como fez Jesus, com a sua própria virtude e poder, mas foi erguida por graça e privilégio, que Deus lhe concedeu como a Virgem antes do parto, no parto e depois do parto, como a Mãe de Deus.
Nossa Senhora da Assunção, rogai por nós!


Por João CruzuéNo dia 03 de outubro de 2010, serão realizadas eleições para todos cargos políticos desta nação, exceto para prefeitos e vereadores. As principais matérias de cunho anti-cristão, tais como aborto, casamento gay, projeto de lei da homofobia, projeto de direitos autorais da internet e outras, estão estrategicamente escondidas nas gavetas do Congresso esperando que o término dessas eleições para voltarem com toda força. No momento, os crentes que sempre foram considerados o atraso da sociedade brasileira pela grande maioria dos políticos, estão sendo paparicados e adulados.
Creio que isto não é novidade para nenhum dos leitores.
Como também não é novidade a certeza que muitos políticos descrentes têm, que é muito fácil comprar o voto dos evangélicos a partir de propostas indecentes para seus pastores. Eles sabem que a fé e a moral desses pastores são bem relativas - com as raras e abençoadas exceções de sempre.
Pois bem, assim que os próximos deputados federais e senadores tomarem posse, em 2011, todos os assuntos anti-bíblicos engavetados e camuflados, voltarão à pauta. E os crentes voltarão a ter o cheiro ruim de fundamentalismo e atraso que eles sempre disseram, depois de eleitos.
Se estes projetos contrários à Bíblia se converterem em Lei - como já aconteceu na Argentina, no Chile e na Suécia - berço dos missionários que fundaram e organizaram a Igreja Evangélica Assembleia de Deus no Brasil - eu tenho algo muito grave a dizer. Se estas leis vieram a prejudicar a sociedade brasileira, é por culpa principalmente dos Pastores da Igreja Evangélica Assembleia de Deus.
Por que?
Porque seus templos recebem a visita de todos os candidatos com pretensão ao Congresso Nacional. Os homens que decidirão o destino das leis. Esses pastores sabem exatamente o que deve e o que não deve ser feito com os votos dos membros das suas Igrejas. E digo mais, que é muito difícil um aspirante ao Congresso Nacional, hoje, conquistar seu cargo - sem votos de evangélicos.
Se na próxima legislatura, as crianças e adolescentes de nossas Igrejas voltarem para casa com um cartilha de homoafetividade na mão, impressa com autorização do MEC. como está acontecendo no Chile. Se no dia de amanhã, pastores forem obrigados a mudar a liturgia ministerial em suas Igrejas para se adequar à lei de homofobia - como aconteceu na Suécia. Se no dia de amanhã quebraram as portas de templos evangélicos para celebrar casamentos e outros eventos para gays e lésbicas, eu vou culpar e responsabilizar principalmente os pastores da "minha" Igreja - a Igreja Evangélica Assembleia de Deus.
Vou culpar por não conscientizarem seus membros, porque eu não me atreveria a pensar que os culparia por negociar os votos potenciais de suas Igrejas em favor de ímpios por dinheiro ou vantagens inescrupulosas. Ou por empregos para parentes, terrenos para templos ou cinco milheiros de blocos.
Senhores pastores, o voto evangélico representa, no mínimo, 25% dos eleitores desta nação. Não costumamos votar com base em vida religiosa dos candidatos, mas por sua potencial competência. Mas de agora em diante, os candidatos comprometidos com causas inimigas da Igreja, ainda que vierem vestidos de branco e trazendo auréola de santos - não merecem o nosso voto. Não devem recerber um voto que seja de um cristão, que tenha temor de Deus.E por falar em temor de Deus, antes de votar em outubro pergunte para seu travesseiro: o deputado federal e os dois senadores que estiver pensando em votar, vai respeitar os interesses cristãos diante de um projeto que venha a prejudicar a Igreja? Se tiver dúvidas - não vote neles.
E se seu pastor estiver fazendo campanha ostensiva ou disfarçada na Igreja em favor de candidatos, que só aparecem na Igreja no período eleitoral, reuna alguns irmãos e peçam explicações a ele. Não seja omisso, pois no dia que seu filho ou neto voltar para casa com uma cartilha gay ou sua Igreja for obrigada a realizar casamentos gay, ou ser proibido ler a Bíblia inteiro no púlpito, a culpa vai ser do seu pastor e também sua porque não fez nada - a não ser criticar.
Isto é muito duro, mas é melhor dizer agora - antes das eleições.
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João B. Cruzue é editor do blog Olhar Cristão, e um dos pioneiros entre os blogueiros evangélicos
Fonte: : Púlpito Cristao


– A cidade de Taubaté (125 km de São Paulo) recebe no dia 10 de agosto o Patriarca Greco-Melquita de Antioquia e de todo o Oriente, Alexandria e Jerusalém, líder da Igreja Greco-Católica Melquita. O Patriarca é Gregório III Laham. Irá consagrar o altar da igreja de Sant’Ana às 18h30. Ele visita o Brasil de 5 a 16 de agosto.
Em todo o mundo são 25 as Igrejas de rito oriental. Na Igreja católica existem patriarcas de rito oriental e de rito latino. Cada uma delas tem à frente um Patriarca, que, diferentemente dos patriarcas ocidentais, é meramente honorífico, mas tem jurisdição sobre todos os bispos e fiéis do seu rito. Estes patriarcas estão ligados ao Papa. Estes Patriarcas são eleitos pelos respectivos Sínodos das Igrejas Orientais e depois confirmados pelo Papa.
Gregórios III Laham é o atual Patriarca Greco-Melquita de Antioquia e de todo o Oriente, Alexandria e Jerusalém. Nasceu em Daraya, perto de Damasco, Síria, em 1933, com o nome latino de Loutfi Laham. Daraya é conhecida tradicionalmente como o lugar da conversão de São Paulo no caminho de Damasco.
Aos 11 anos de idade, ingressou no Seminário de São Salvador dos Padres Basilianos Salvatorianos em Shoof, Líbano. Professou seus votos religiosos simples em 1949, e os votos solenes em 1954.
Recebeu sua educação religiosa e filosófica no Seminário de São Salvador, em Joun, Líbano. Ele continuou seus estudos teológicos em Roma, onde foi ordenado sacerdote em 1959, na igreja da Abadia de Grottaferrata.
Doutorou-se em Teologia Oriental pelo Pontifício Instituto Oriental em Roma. Foi superior do Seminário Maior Sagrado Salvador de 1961-1964. Neste período, em 1962, fundou a revista Al-Wahdah (Unidade na fé), a primeira revista ecumênica a ser publicada em árabe.
Ele fundou, no mesmo ano, o Centro para Jovens em várias aldeias libanesas. Em 1966, fundou, juntamente com o Revdmo George Kwaiter e o Revdmo Salim Ghazal, a casa Providência, um orfanato e uma escola profissionalizante para meninos. Posteriormente, fundou uma série de orfanatos e escolas técnicas.
Em 1974, foi nomeado Administrador do Vicariato Patriarcal de Jerusalém. Em 1976, em Jerusalém, fundou o Student, fundo para ajudar estudantes carentes e, em 1978, o Family Assistance Fund, para ajudar famílias carentes nas áreas mais problemáticas da sua Diocese.
Em 1967, fundou no Patriarcado uma Biblioteca Oriental para divulgar o conhecimento das tradições orientais. Empreendeu muitos projetos sociais, como por exemplo a construção de casas populares, incluindo uma casa de hóspedes para os peregrinos no Centro Patriarcal, em Jerusalém. Ele é conhecido em todo o Oriente Médio e na Europa como ecumenista.
Em 1981, foi sagrado Arcebispo e continuou seu trabalho como vigário patriarcal de Jerusalém, como sucessor do Arcebispo Hilarion Cappucci. Nomeado pelo Patriarca Maximos V Hakim, como presidente da Comissão Litúrgica Patriarcal, editou o Anthologion, o livro de orações da Igreja Católica Melquita Grega, em 4 volumes, e o Livro das Liturgias, um compêndio completo e atualizado da Divina Liturgia.
Como secretário da Comissão do Patriarcado Ecumênico Melquita, ele foi muito ativo no diálogo entre as Igrejas irmãs, a Greco-Católica Melquita e Igrejas Ortodoxas. Trabalha pela reunificação do Patriarcado de Antioquia.
Ele é membro da Liga das Universidades e Institutos de Ciências Religiosas no Oriente Médio. Gregório III é autor de vários livros.
O Sínodo Eleitoral do Patriarcado Greco-Católico Melquita, realizado em Rabweh, Líbano, no período de 27-29 de novembro de 2000, elegeu o Arcebispo Lutfy Laham o novo Patriarca de Antioquia e todo o Oriente.
Em 29 de novembro de 2000, foi eleito Patriarca, sucedendo Máximo V Hakim, que resignou com 92 anos de idade por causa da saúde prejudicada, e morreu sete meses depois.
Assumiu o nome de Gregório (Vigilante, em grego) depois do Patriarca Gregório II Youssef, o último de sua Ordem que tinha sido eleito Patriarca (1864-1897), grande defensor das tradições orientais e dos direitos dos Patriarcas no Concílio Vaticano I(1870).
O lema de Gregórios III é “Vigiai no Amor”.
Fonte: ZENIT.org

– Apresentamos artigo do bispo de São José do Rio Preto (São Paulo), Dom Paulo Mendes Peixoto, sobre o valor do voto, texto difundido pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) nessa segunda-feira. 
para “analisar nomes e tudo que está no limite da paciência”, afirma o arcebispo de Belo Horizonte, Dom Walmor Oliveira de Azevedo.
O arcebispo destaca que é preciso “estourar a habitual bolha de promessas eleitoreiras deste tempo de campanha”.