............ - Eucaristia, Devoção a Maria e Fidelidade ao Papa – ............
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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA
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sábado, 1 de maio de 2010
SÃO JOSÉ OPERARIO
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Programa da visita do Papa a Fátima

FÁTIMA,
O programa oficial com todas as atividades de Bento XVI em Portugal, e em Fátima, foi tornado público pelo Vaticano a 25 de Março.
No entanto, o Santuário anuncia agora no cartaz do mês de Maio, já disponível no site oficial do Santuário na Internet http://www.fatima.pt/portal/index.php?id=2712, todo o programa da Peregrinação, incluindo os momentos em que o Santo Padre estará presente.
Embora sem grandes alterações relativamente ao programa habitual proposto aos peregrinos para os dias da Peregrinação Aniversária de Maio, mas tendo em conta a presença do Papa, o Santuário procedeu a alguns pequenos ajustes nos horários das celebrações, em especial no dia 12.
Habitualmente, a 12 de Maio celebra-se, no Recinto, às 16:30, uma Missa, com a participação dos doentes, seguida de procissão Eucarística, e às 18:30 decorre, na Capelinha das Aparições, o início oficial da Peregrinação, com a saudação a Nossa Senhora e aos peregrinos.
No próximo mês de Maio, para a tarde do dia 12, está marcada, para as 16:00, uma procissão Eucarística, no Recinto, e, às 17:30, a chegada do Santo Padre à Capelinha das Aparições e o início oficial da Peregrinação Internacional Aniversária.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
SÃO LUIZ MARIA GRIGNION DE MONTFORT
terça-feira, 27 de abril de 2010
Programa de Direitos Humanos aborda temática que não lhe compete
Brasil: Programa de Direitos Humanos aborda temática que não lhe compete
Afirmação da Pastoral de Católicos na Política do Rio de Janeiro

RIO DE JANEIRO, terça-feira, 27 de abril de 2010
- A Pastoral de Católicos na Política da Arquidiocese do Rio de Janeiro afirma que o Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), lançado recentemente pelo governo brasileiro, “aborda uma temática que não lhe compete”.
Uma temática “que não foi submetida a um debate nacional, inclusive desrespeitando a autonomia do Congresso Nacional, agredindo a Constituição Federal e a legislação em vigor”.
A afirmação da Pastoral foi expressa em nota, divulgada esse sábado, após um encontro no Rio de Janeiro, que contou com a presença do arcebispo, Dom Orani João Tempesta.
Segundo o grupo, o PNDH-3 suscita “graves preocupações”. “Não apenas pela questão do aborto, do casamento de homossexuais, das adoções de crianças por casais do mesmo sexo, pela proibição de símbolos religiosos nos lugares públicos, pela transformação do ensino religioso em história das religiões, pelo controle da imprensa, a lei da anistia, etc, mas, sobretudo, por uma visão reduzida da pessoa humana”.
“A questão em jogo é principalmente antropológica: que tipo de pessoa e de sociedade são propostos para o nosso País.”No Programa de Direitos Humanos “se apresenta uma antropologia reduzida que sufoca o horizonte da vida humana, limitando-o ao puro campo social”.
“Dimensões essenciais são negadas ou ignoradas: como a dignidade transcendente da pessoa humana e a sua liberdade; o valor da vida, da família e o significado pleno da educação e da convivência. A pessoa e os grupos sociais são vistos como uma engrenagem do Estado e totalmente dependentes de sua ideologia.”A nota da Pastoral de católicos na política destaca que “nesta 3ª edição do PNDH, estamos diante de uma cartilha de estilo radical-socialista. Trata-se de um projeto reduzido de humanidade destinado a mudar profundamente a nossa sociedade”.“O programa do Governo é um claro ato de autoritarismo que enquadra os direitos humanos num projeto ideológico, intolerante, que fez retroceder o país aos tempos de ditadura”, afirma o texto.“Diante desse instrumento de radicalização, somos todos interpelados face às ameaças que dele derivam à eficácia de valores vitais, como os da vida, da família, da pessoa, do trabalho, da liberdade e da Justiça.”
Os membros da Pastoral de católicos na política “posicionam-se fortemente contra tal programa e desejam ver bem discutidas estas propostas de modo a transformá-las, de ameaça que são, em um esforço útil a todo o Povo Brasileiro”.
Fonte: ZENIT.org
segunda-feira, 26 de abril de 2010
ORAÇÕES PELAS VOCAÇÕES SACERDOTAIS E RELIGIOSAS
BENTO XVI PEDE ORAÇÕES PELAS VOCAÇÕES SACERDOTAIS E RELIGIOSAS
Cidade do Vaticano,
- Bento XVI assomou ao meio-dia de ontem, domingo à janela de seus aposentos – que dá para a Praça São Pedro – para rezar com milhares de fiéis e peregrinos a oração do Regina Caeli.
Na alocução que precedeu a oração dominical, o Santo Padre recomendou a oração para suscitar novas vocações, e exortou os sacerdotes a viverem constantemente momentos de recolhimento diante do Tabernáculo.
Nas saudações aos diversos grupos presentes dirigiu uma saudação especial à Associação "Meter", na linha de frente na luta contra a pedofilia on line, agradecendo e encorajando aqueles que se prodigalizam no campo da educação e da prevenção aos abusos contra menores.
No domingo do "Bom Pastor", Dia mundial de oração pelas vocações, o Pontífice recordou Santa Mônica, que suplicando a Deus com humildade e insistência, obteve a graça de ver seu filho Agostinho tornar-se cristão".
Um exemplo para explicar que "a oração é a primeira forma de testemunho que suscita vocações"."
Portanto, convido os pais a rezarem a fim de que o coração dos filhos se abra à escuta do Bom Pastor, e todo pequeno germe de vocação... se torne árvore frondosa, repleta de frutos para o bem da Igreja e de toda a humanidade."Mas "como podemos ouvir a voz do Senhor?".
Na pregação dos Apóstolos e de seus sucessores", recordou o Papa, porque "nela ressoa a voz de Cristo, que chama à comunhão com Deus e à plenitude da vida".
"Somente o Bom Pastor custodia com imensa ternura o seu rebanho e o defende do mal, e somente n'Ele os fiéis podem ter absoluta confiança.
"Em seguida, Bento XVI fez uma exortação aos ministros ordenados para que, "estimulados pelo Ano Sacerdotal, se sintam comprometidos a um mais forte e incisivo testemunho evangélico no mundo de hoje".
"Recordem que o sacerdote continua na terra a obra da Redenção; saibam viver habitualmente momentos de recolhimento diante do Tabernáculo; saibam aderir totalmente à própria vocação e missão mediante uma ascese austera; façam-se disponíveis à escuta e ao perdão; formem de modo cristão o povo a eles confiados; cultivem com zelo a fraternidade sacerdotal."
Em seguida, o Papa fez um agradecimento pessoal "àqueles que com a oração e o afeto" apóiam o ministério do Sucessor de Pedro.
Após o Regina Caeli, o Pontífice recordou as beatificações, celebradas esta manhã em Roma e em Barcelona, de dois sacerdotes: Angelo Paoli, carmelita, apóstolo da caridade na Cidade Eterna, que viveu entre os Sécs. XVII e XVIII, exemplo admirável, em particular, para aqueles que pertencem a Institutos de vida consagrada – observou o Papa; e José Tous y Soler, fundador no Séc. XIX das Capuchinhas da Mãe do Divino Pastor, e que se distinguiu por "sua capacidade de suportar e compreender as faltas dos outros", uma referência para todos, particularmente para os que se consagraram "a viver a fidelidade a Cristo".
De fato, após a oração mariana, o Papa dirigiu uma saudação à Associação "Meter", que há 14 anos promove o Dia nacional italiano em favor das crianças vítimas da violência, da exploração e da indiferença: "Nesta ocasião quero, sobretudo, agradecer e encorajar aqueles que se dedicam à prevenção e à educação, em particular aos pais, aos professores e aos muitos sacerdotes, irmãs, catequistas e animadores que trabalharam com os jovens e adolescentes nas paróquias, nas escolas e nas associações."
Ainda no âmbito das saudações em várias línguas aos diversos grupos de fiéis e peregrinos presentes, o Santo Padre dirigiu algumas palavras também aos de língua portuguesa. Eis o que disse: "Dirijo agora a minha saudação amiga aos professores e alunos do Colégio de São Tomás, de Lisboa, e demais peregrinos de língua portuguesa: De visita a Roma, não quisestes faltar a este encontro com o Papa, que a todos encoraja na nobre missão de dar razões de vida e de esperança às novas gerações para uma sociedade mais humana e solidária.
Sobre vós, vossas famílias e os sonhos de bem que abrigais no coração, desça a minha Bênção Apostólica."
domingo, 25 de abril de 2010
O BOM PASTOR - REFLEXÃO

Cidade do Vaticano, 25 abr (RV)
PREPARATIVOS PARA A VISITA DO PAPA À PORTUGAL
.....................Basílica da Estrela - Lisboa - Portugal
Lisboa,
- Cerca de 200 mil exemplares de um "santinho" contendo uma oração pela visita de Bento XVI a Portugal serão distribuídos neste fim de semana nas paróquias da Diocese de Lisboa. A oração visa preparar espiritualmente os fiéis católicos para este acontecimento que vai levar o Papa à cidade de Lisboa, Fátima e Porto.O pequeno prospecto com a imagem oficial da visita do Santo Padre e a oração serão distribuídos nas diversas missas das cerca de 300 paróquias da diocese de Lisboa.Também neste fim de semana começa a circular nas paróquias do Patriarcado um folheto com informações e conselhos úteis para a participação na missa que Bento XVI celebrará no dia 11 de maio, às 18h15, no Terreiro do Paço.Através da Rádio Vaticano, nossos ouvintes poderão acompanhar os principais momentos da visita papal a Portugal entre os dias 11 e 14 de maio. (RD)
E A PORNOGRAFIA QUE PROMOVE A PEDOFILIA ?
As declarações foram feitas em um artigo publicado no domingo passado na página na web da arquidiocese de Sydney, na qual afirmou ainda que "o abuso sexual de crianças é um crime hediondo", e que saber "que sacerdotes católicos e membros de ordens religiosas estejam entre os piores abusadores enche todos os católicos de horror e indignação".
De qualquer forma, o purpurado disse que "este não é um problema apenas da Igreja", envolvendo diversos setores da sociedade.
"Constituem parte do problema também a implacável difusão da pornografia em certos setores culturais, bem como a pressão por uma ‘liberação sexual', quem no seu extremo pretende impor a aceitação da pedofilia como mais uma preferência sexual".
"Nas últimas semanas, o Papa Bento XVI tem submetido a um rigoroso exame a questão dos abusos sexuais cometidos por sacerdotes", constatou o cardeal.
"Tamanha atenção dos meios de comunicação pode ser abrasiva" - continuou - "mas na Austrália, todavia, estes têm desempenhado um papel significativo, ajudando a igreja a enfrentar o problema dos abusos a fazer justiça às vítimas".
O purpurado advertiu ainda que "alguns dos boatos recentes são imprecisos e parciais".
Ação decisiva
A história, acrescentou o cardeal, "mostra que o Papa Bento tem agido decisivamente e com determinação para assistir às vítimas e erradicar da Igreja os abusos sexuais".
O Papa, lembrou, "encontrou-se com vítimas de abusos na Austrália e nos EUA, pedindo-lhes desculpas publicamente".
"Como alto cardeal sob o Papa João Paulo II, deu-se conta de que os processos eclesiais eram inadequados e que os bispos haviam cometido erros demais no tratamento das denúncias de pedofilia", continuou.
"Com João Paulo II, foram acelerados os procedimentos de investigação das denúncias a para afastar do sacerdócio presbíteros abusadores".
"Quando ateus proeminentes pedem que o Papa seja preso e conduzido ao Tribunal Penal Internacional, é preciso que nos perguntemos se estes estão mais preocupados com a publicidade ou com os abusos de fato", assinalou o purpurado.
"Como sublinhou um ateu de origem britânica, é irônico ver alguns ateus dispostos a aplicar a própria inquisição".
"Richard Dawkins, um dos que estão atrás das pressões pela prisão do Papa, afirmou que educar uma criança na fé católica é mais danoso que o abuso sexual. Isto não sugere que se leve o abuso a sério", lamentou.
O cardeal conclui seu artigo destacando que "o papel do Papa Bento XVI na luta contra este mal deve ser reconhecida", para que "membros da comunidade em geral possam seguir seu exemplo".
sábado, 24 de abril de 2010
RENÚNCIA DE BISPO DE BRUGES É ACEITA PELO PAPA
Dom Vangheluwe se retira da diocese belga de Bruges
..................................Bruges - canal
BRUXELAS,
- Bento XVI aceitou hoje a renúncia ao governo pastoral da diocese belga de Bruges apresentada por Dom Roger Joseph Vangheluwe (foto), quem, no passado, abusou sexualmente de um jovem.O porta-voz da diocese de Bruges, Peter Rossel, leu uma mensagem de desculpas do bispo Vangheluwe, na qual ele reconhece que "quando eu era ainda um simples sacerdote e durante certo tempo, no começo do meu episcopado, abusei sexualmente de um jovem do meu ambiente próximo".
"Nas últimas décadas, reconheci diversas vezes minha culpa, diante dele e de sua família, e pedi perdão - reconhece o prelado. Mas isso não o pacificou. Nem sequer eu estou em paz."
"A tempestade midiática das últimas semanas reforçou o trauma - continua. Não se pode continuar nesta situação."
"Lamento profundamente o que fiz e apresento minhas mais sinceras desculpas à vítima, à sua família, a toda a comunidade católica e à sociedade em geral", assegura o prelado, em sua mensagem.
"Apresentei ao Papa Bento XVI minha renúncia como bispo de Bruges e esta foi aceita hoje - explica. Por isso, estou me retirando."
Demissão indispensável
O arcebispo de Malinas-Bruxelas afirmou aos jornalistas que assistiam à coletiva de imprensa: "Estamos enfrentando uma situação particularmente grave".
"Pensamos antes de tudo na vítima e em sua família, da qual muitos membros conheceram hoje a tremenda notícia - declarou. Para a vítima, trata-se de um longo calvário, que certamente não acabou."
"Quanto ao bispo Roger Vangheluwe, ele tem direito, como pessoa, à conversão, confiando na misericórdia de Deus", acrescentou.
"No entanto, no que se refere à sua função, é indispensável que, por respeito à vítima e à sua família, e por respeito à verdade, ele seja demitido do seu cargo", afirmou.
"É isso que foi feito - explicou. O Papa aceitou imediatamente a renúncia do bispo de Bruges, que neste momento é divulgada em Roma."
Destacou que "a Igreja insiste em que nestes assuntos não deve haver distorções" e acrescentou: "Esperamos contribuir, dessa forma, para o restabelecimento da vítima".
"Somos conscientes da crise de confiança que este fato causará em muitas pessoas", declarou.
"No entanto - acrescentou - nós nos atrevemos a esperar que a sensatez prevaleça e que os bispos - e sobretudo os sacerdotes - deste país não sejam, em conjunto, indevidamente desacreditados."
"A grande maioria vive de forma coerente com sua vocação e com uma fidelidade pela qual lhes agradeço publicamente", recordou.
A situação não se acalmava
Também interveio na coletiva de imprensa o bispo representante da comissão para a gestão das queixas por abusos sexuais em uma relação pastoral, Dom Guy Harpigny.
Este prelado explicou que ficou sabendo da situação do bispo que renunciou apenas na terça-feira, 20 de abril, "por meio de uma mensagem de conhecidos da vítima, dirigida aos bispados".
Naquele momento, "nenhum dos membros da Conferência Episcopal da Bélgica estava a par desta situação", precisou.
"Eu só soube que, no começo do mês, o cardeal Danneels - já emérito - teve um encontro com a família, a pedido da família da vítima e na presença de Dom Vangheluwe", explicou.
E prosseguiu: "Ele ouviu e constatou que a situação não se acalmava e não poderia continuar assim".
Ao mesmo tempo, a vítima contatou a comissão representada por Dom Harpigny.
Antídoto
O presidente desta comissão, Peter Adriaenssens, também interveio no ato de hoje, tentando responder à pergunta "Como reparar um passado que se tornou pesado demais?".
Para o especialista, "a história da vítima de Dom Vangheluwe é um caso exemplar que demonstra que crescer com um passado muito pesado pode causar dano, em todos os sentidos".
"O abuso sexual é, em primeiro lugar, uma questão de abuso de poder", explicou, caracterizado pelo "segredo imposto à vítima e ao pequeno círculo fechado no qual se encontra".
Adriaenssens propôs um "antídoto": "Frente ao abuso de poder, é preciso restabelecer o equilíbrio das dignidades"; "frente ao peso do segredo, está o direito de reencontrar o livre uso da sua palavra"; e, "frente ao que chegou diante da vista, está a transparência de uma comunicação aberta".
Para ele, "estes são os 3 caminhos de cura que podem ser oferecidos hoje à vítima e à sua família".
E concluiu: "Esperamos que as medidas claras, que afetam hoje o autor destes atos, permitam que a vítima se sinta orgulhosa de pertencer à sociedade".
sexta-feira, 23 de abril de 2010
IGREJA É MEMORIAL DE REFERÊNCIA E MORALIDADE
Arcebispo sublinha presença indispensável da Igreja na vida da sociedade
BELO HORIZONTE,- O arcebispo de Belo Horizonte (Brasil), Dom Walmor Oliveira de Azevedo, afirma que a Igreja, mesmo ferida, “é um memorial de referências e moralidade, indispensável”.
Em artigo enviado a ZENIT nesta sexta-feira, Dom Walmor recorda o ensinamento do apóstolo Paulo de que a Igreja é um corpo. “Paulo acentua que cada membro é diferente e importante. Sua condição, se ferida, ecoa em toda a sua extensão, em razão da insubstituível articulação entre os membros desse mesmo corpo”.
“Quando o Papa Bento XVI fala de uma Igreja ferida, nessa primeira década do terceiro milênio, está reconhecendo que há membros feridos, com repercussão em todo o corpo que é a Igreja”, afirma o arcebispo.
Segundo Dom Walmor, “as chagas que atingem o corpo que é a Igreja se configuram de muitas maneiras. Toda quebra da unidade, injustiça, disputa, exploração, desrespeito e irreverências ferindo a nobreza da dignidade humana, compõem a lista que pode fazer da Igreja corpo ferido”.
“A pedofilia, crime hediondo, conduta abominável, é uma ferida que afeta todo o corpo. Agrava-se quando membros servidores consagrados desse corpo são os instrumentos desses acontecimentos nefastos.”
Para o arcebispo de Belo Horizonte, “esse primeiro decênio da vida da Igreja nesse terceiro milênio, preconizado como o da mística e da espiritualidade, desafia a Igreja Católica a voltar, ainda mais, a suas fontes”.
“A Igreja Católica tem fontes e elas estão retratadas em memórias ricas, consignadas em experiências, monumentos, serviços, tradição imaterial, cultura gerada nos braços dos valores evangélicos.”
“A Igreja - ainda quando ferida nesses, por esses ou naqueles membros, e também pelas injunções da história de cada tempo, com suas mudanças e descompassos - contabiliza experiências, serviços, pessoas, muitos sacerdotes, alimentando e garantindo sua presença indispensável na vida da sociedade, um tesouro inestimável”, afirma Dom Walmor.
Se o seu corpo é ferido – prossegue o arcebispo –, “tem em seu coração o amor de Deus revelado no seu Mestre e Senhor, Jesus Cristo, que lhe garante uma incontestável envergadura moral, credibilidade e força própria para renascer e continuar sua missão”.
“Mesmo ferida, a Igreja é um memorial de referências e moralidade, indispensável, como se comprova, para a vida de povos e culturas”, escreve o prelado.
(Alexandre Ribeiro)
Fonte: ZENIT.org
NOVO SITE DA IGREJA PARA OS JOVENS
Washington, 23 abr (RV) quinta-feira, 22 de abril de 2010
PAPA DIZ QUE PARTILHOU SOFRIMENTO COM VITÍMAS DE ABUSOS
Em sua audiência semanal no Palácio de São Pedro, o papa Bento XVI afirmou que a Igreja Católica "atua" em relação aos casos de pedofilia no clero e que se emocionou no encontro com vítimas de pedofilia em Malta. Papa prometeu, em público, uma ação da Igreja nos casos de padres que cometeram abusos sexuais contra crianças.
Bento XVI falou na audiência pública desta quarta-feira na Praça de São Pedro.
