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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

FUNDADOR DOS ARAUTOS DO EVANGELHO EM VISITA A S.S. PAPA BENTO XVI

Mons. João Clá, Fundador dos Arautos do Evangelho, em Audiência com o Papa

Mons. João Scognamiglio Clá Dias também defendeu, em Roma, sua tese de doutoramente em Direito Canônico pela Universidade Angelicum.

Roma (Segunda, 30-11-2009)

Por ocasião da defesa de tese de doutoramento em Direito Canônico, na Pontifícia Universidade São Tomás de Aquino (Angelicum), em Roma, o Fundador dos Arautos do Evangelho, Mons. João Scognamiglio Clá Dias, E.P., foi recebido em audiência pelo Papa Bento XVI, no dia 26, por cortesia de Dom Benedito Beni dos Santos, Bispo Diocesano de Lorena (SP) e Supervisor Geral de Formação dos Arautos do Evangelho.
Como penhor de seu devotamento à Igreja e à pessoa do Santo Padre, Mons. João Clá ofereceu-lhe um belíssimo terço feito de contas de rubi, confeccionado pelo setor artístico dos Arautos do Evangelho. Ao receber os cumprimentos de Mons. João Clá, o Papa fez menção, com sumo agrado, à característica cruz dos Arautos que Mons. ostentava ao peito, sobre a batina.
O Fundador dos Arautos do Evangelho fez a sua defesa de tese de doutoramente de Direito Canônico, no Angelicum.


A banca julgadora foi constituída pelo Rvdo. Pe. Bruno Esposito, O.P. (Decano da Faculdade de Direito Canônico e orientador da tese), pelo Rvdo. Pe. Jan Sliwa, O.P. (Vice-Decano da Faculdade de Direito Canônico), e pelo Rvdo. Pe. Marcelo Santos das Neves, O.P. (Professor da Faculdade de Direito Canônico e Censor da Tese).
A tese, intitulada "A gênese e o desenvolvimento do Movimento dos Arautos do Evangelho e seu reconhecimento canônico" tem como finalidade "avaliar qual a figura jurídica que mais convém ao movimento dos Arautos". Composta de três capítulos, no primeiro são analisadas as várias figuras associativas existentes na atual legislação canônica. No segundo capítulo, é descrito o percurso vocacional do fundador, assim como a evolução jurídica do movimento, desde a sua gênese até o presente.
O importante papel desempenhado pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira na formação religiosa, filosófica e cultural de Mons. João Clá, também é descrito com precisão e rigor, ficando assim patente como o pensamento e a personalidade dessa destacada figura do laicato católico do sec. XX influenciou o carisma dos Arautos do Evangelho. No terceiro capítulo são descritos os elementos essenciais do carisma e espiritualidade do Movimento, a qual se pode resumir numa ardorosa devoção à Sagrada Eucaristia, a Maria e ao Papa. Por fim, são expostas importantes e profícuas conclusões.
Após a exposição da tese, Fr. Bruno Esposito, OP e Fr. Marcelo das Neves, OP, apresentaram diversas questões a Mons. João Clá e deram seu parecer sobre o trabalho apresentado:
"O Papa Honório III - declarou o Rvdo. Pe. Marcelo das Neves, OP - ao aprovar e elogiar a obra de São Domingos, afirmou que a sua luta, 'unia os tempos antigos aos tempos novos'. Acredito que os Novos Movimentos Eclesiais e o que tem origem no Sr., em particular, preenchem, na maioria dos casos, mais que satisfatoriamente, estes requisitos. Explico: o seu movimento (os Arautos do Evangelho) traz para o hoje da história a beleza, o gosto pelo grande e majestoso, o discreto rigor disciplinar, e sobretudo o entusiasmo inocente dos primeiros tempos e anos da Fé Cristã. A sua profunda espiritualidade (sua e dos seus filhos), marcada pela presença Eucarística, pela devoção mariana e pela incondicional obediência ao Santo Padre, traduzem a vitalidade e força renovadora da Igreja de Jesus Cristo que no Credo professamos Una, Santa e Católica. Portanto, seja do ponto de vista do conteúdo, seja do ponto de vista formal, ou seja, pela elegância e pelo esmero em relação à língua de Camões traduzida para os filhos da Terra de Santa Cruz, a sua Tese merece 'todo louvor'."
A tese de Mons. João S. Clá Dias, E.P. será publicada em breve, no Brasil, e estará disponível em quatro línguas: português, espanhol, italiano e inglês.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

AUDIÊNCIA DO PAPA AOS PEREGRINOS


O SENTIDO DA VISITA À TERRA SANTA E O USO DA WEB, NA AUDIÊNCIA DO PAPA AOS PEREGRINOS

Cidade do Vaticano, 20 mai
- Em seu encontro semanal com os fiéis, na Praça São Pedro, Bento XVI falou hoje, sobre sua recente viagem apostólica à Terra Santa, uma peregrinação às origens da nossa fé, que contemplou a visita pastoral às comunidades cristãs que viram o nascimento, a morte e a ressurreição de Nosso Senhor. O pontífice agradeceu às autoridades civis, ao patriarca latino de Jerusalém, aos bispos da Igreja local, aos frades franciscanos da Custódia da Terra Santa e a todos aqueles que contribuíram para o bom êxito da viagem. Frisando ter ido como "peregrino da paz", Bento XVI disse que quis recordar a judeus, cristãos e muçulmanos o nosso compromisso como fiéis na fé ao único Deus, na promoção do respeito, da reconciliação e da cooperação a serviço da paz. "Apesar das vicissitudes que marcaram os Lugares Santos por tantos séculos, apesar das guerras e destruições e, infelizmente, dos conflitos entre cristãos, a Igreja continua sua missão, animada pelo Espírito do Senhor ressuscitado. Ela caminha rumo à plena unidade, para que o mundo acredite no amor de Deus e sinta o prazer de sua paz." Após ter ilustrado as etapas mais significativas de seu itinerário, o papa pediu a todos os peregrinos que se unissem a ele na oração pelas necessidades da Igreja no Oriente Médio e pelo dom da paz para toda a região. Como todas as quartas-feiras, o papa saudou os fiéis em várias línguas, e dirigiu um breve apelo, em inglês, em vista do Dia Mundial das Comunicações Sociais, que se celebra neste domingo, festa litúrgica da Ascensão do Senhor. O papa recordou que, em sua mensagem deste ano, convidou todos os que fazem uso das novas tecnologias da comunicação, especialmente os jovens, a utilizá-las de forma positiva, e reconhecer o grande potencial desses meios, em criar laços de amizade e solidariedade, o que pode contribuir para um mundo melhor.As novas tecnologias – disse Bento XVI – trouxeram mudanças fundamentais na forma de divulgação das notícias e informações, e no modo como as pessoas se comunicam e se relacionam. "Gostaria de exortar todos aqueles que acessam o ciberespaço a estarem atentos em manter e promover uma cultura de respeito, de diálogo e de autêntica amizade, na qual os valores da verdade, da harmonia e do entendimento possam florescer."De modo especial, o papa fez um apelo aos jovens, a fim de que testemunhem sua fé através do mundo digital e empreguem essas novas tecnologias para difundir o Evangelho. "Assim – completou o pontífice – a Boa Nova do amor infinito de Deus por todas as pessoas poderá ressoar em novas formas, neste nosso mundo sempre mais tecnológico!" Saudando os fiéis de língua portuguesa, o papa disse: "Com gratidão e amizade, saúdo os diversos grupos do Brasil, o grupo de Terroso no norte de Portugal, e demais peregrinos de língua portuguesa, que vieram encontrar o Sucessor de Pedro, poucos dias depois de ter terminado a sua peregrinação à Terra Santa. Lá, onde o Verbo divino se fez carne no seio da Virgem Maria, jorra uma fonte inesgotável de esperança e alegria que não cessa de animar o coração da Igreja, peregrina na história. Penhor de tal esperança e alegria, nos vossos corações de peregrinos, seja a bênção que vos dou, extensiva às vossas famílias e comunidades eclesiais." (CM)

Fonte: RV

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

BENTO XVI NA AUDIENCIA: "SOMOS CRISTÃOS SOMENTE SE ENCONTRAMOS CRISTO"

PAPA NA AUDIÊNCIA: "SOMOS CRISTÃOS SOMENTE SE ENCONTRAMOS CRISTO"
Cidade do Vaticano,
-Na catequese de ontem, o papa falou novamente sobre São Paulo, de um momento decisivo na vida deste Apóstolo: o seu encontro com Cristo, conhecido como “conversão”. Este encontro deu-se a caminho de Damasco e foi decisivo porque Paulo se transformou de perseguidor da Igreja em Apóstolo do Evangelho. “De modo inesperado, Paulo começou a considerar perda de tempo, lixo, tudo aquilo que antes constituía para ele o máximo ideal, quase a razão de ser da sua vida”, explicou o papa. Mas o que?Sobre o que a aconteceu neste episódio, São Lucas oferece três relatos do ocorrido, assim como o próprio Paulo em suas Cartas. Mais do que uma conversão, Paulo viveu o encontro com Cristo como o fundamento do seu apostolado, como o encargo da evangelização e da missão. Bento XVI recorda que se tratou de um evento que não pode ser interpretado com categorias meramente psicológicas. Naquele momento, o Apóstolo foi conquistado por Cristo e esta convicção remodelou todo seu patrimônio espiritual e orientou suas forças para um novo propósito. Paulo, afirma o papa, não se encontrou com um personagem histórico, mas com Jesus, Pessoa viva que se apresentou a ele como único Salvador e Senhor. Isso é válido igualmente para nós, que não seguimos um ideal filosófico ou um código moral, mas sim Jesus Cristo. O pontífice recordou:“Somos cristãos somente se encontramos Cristo. Não certamente como aconteceu com Paulo, de modo irresistível e luminoso. Mas também nós podemos encontrar Cristo na leitura das Sagradas Escrituras, na oração, na vida litúrgica. Tocar o coração de Cristo e sentir que Cristo toca o nosso coração.”Para o papa, o episódio nos ensina que não devemos reservar Cristo somente para nós, mas sentir a exigência de anunciá-Lo aos outros. Para isso, é necessário recorrer a Deus:“Peçamos ao Senhor para que nos ilumine para que nos doe, à nossa maneira, o encontro com a sua presença e, assim, uma fé vivaz, um coração aberto e uma grande caridade por todos, que renova o mundo.”Ao final da catequese, Bento XVI cumprimentou os fiéis em várias línguas. Ouça sua saudação em português: “Ao saudar cordialmente todos os peregrinos e visitantes de língua portuguesa, dou as boas-vindas, em particular:- ao grupo de Escoteiros das Paróquias de São Pedro e Santa Maria de Óbidos, e aos visitantes vindos de Portugal: faço votos por que a Mãe do Redentor vos ilumine e vos conforte com a sua intercessão na caminhada da fé;- por fim desejo muitas felicidades, com a certeza das minhas preces, ao grupo da Inspetoria salesiana de Manaus e a todos os visitantes que vieram do Brasil para ajoelhar-se junto ao túmulo de São Pedro.Possa também este Ano Paulino estimular todos a seguirem os vestígios do Apóstolo das Gentes, na procura constante e irrenunciável de Jesus Cristo, nosso Salvador. Com a minha Bênção Apostólica”.
Fonte: RV

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

"QUEM REZA NUNCA, PERDE A ESPERANÇA"

"O ódio não é uma força criativa; é o amor"."Quem reza nunca perde a esperança": Bento XVI na audiência geral, em Castelgandolfo, indicando o exemplo de Edith Stein e de Maximiliano Kolbe


“O primeiro serviço que posso prestar à Igreja e à humanidade é a oração”, porque “quem reza nunca perde a esperança”: palavras de Bento XVI, nesta quarta-feira de manhã, em Castelgandolfo, acolhendo um numeroso grupo de peregrinos de variados países, congregados em Audiência geral.
Foi a primeira vez desde os tempos do Papa Paulo VI, há trinta anos, que este encontro semanal do Papa com os fiéis teve lugar na residência estiva.

João Paulo II sempre se deslocava de propósito a Roma, durante o verão, nestas circunstâncias.

Bento XVI, que regressou segunda-feira passada de Bressanone, no norte de Itália, onde passou duas semanas de repouso,começou por agradecer uma vez mais a todos os que ali o acolheram e contribuíram para que aquelas férias de montanha fossem “dias de serena distensão” em que – disse – nunca deixou de recomendar ao Senhor quantos se confiam às suas orações.

E tantíssimos são – referiu o Papa – os que lhe escrevem expondo tantas diversas situações de vida, alegrias e projectos, mas também e sobretudo preocupações e problemas, familiares e de trabalho, com as próprias expectativas e esperanças, juntamente com as “angústias ligadas às incertezas que a humanidade está vivendo neste momento”.

Na sua catequese em italiano o Papa, ilustrando precisamente a força da oração, como reserva de esperança e de serenidade, apontou o exemplo de dois santos que a liturgia recorda nestes dias: a alemã Teresa Benedita da Cruz (Edith Stein) e o polaco Maximiliano Kolbe, ambos vítimas da violência nazi no campo de concentração de Auschwitz, que caminharam conscientemente para a morte, rezando e oferecendo a própria vida, num exemplo heróico de fé e de esperança.


“Aparentemente, as suas existências poderiam ser consideradas uma derrota, mas é precisamente no seu martírio que resplandece o brilho do Amor que vence as trevas do egoísmo e do ódio.

A S.Maximiliano Kolbe se atribuem as seguintes palavras que ele teria pronunciado no pleno furor da perseguição nazista: O ódio não é uma força criativa: é-o somente o amor”. Evocando as últimas palavras de são Maximiliano Maria Kolbe – “Ave Maria” – invocação pronunciada no momento em que estendia o braço a quem o matava com uma injecção letal , observou ainda Bento XVI:“É comovente constatar como o recurso humilde e confiante a Maria é sempre nascente de coragem e de serenidade.

Ao mesmo tempo que nos preparamos para celebrar a solenidade da Assunção – uma das ocorrências marianas mais caras à tradição cristã, renovemos a nossa entrega confiante àquela que do Céu vela sobre nós, em todo o momento, com amor materno.

É isso o que na verdade nós dizemos na familiar oração da Ave Maria, pedindo-lhe que rogue por nós agora e na hora da nossa morte”.

Nas saudações em diferentes línguas aos grupos presentes, não faltou uma em português, com uma referência expressa a peregrinos de Lisboa, da Universidade Católica...

"Desejo saudar, cordialmente o grupo da Universidade Católica Portuguesa de Lisboa, e a tripulação do Navio-Escola «Brasil» da Marinha brasileira, aos quais faço votos de que levem deste encontro a lembrança que a vossa vida tem como objetivo servir, com caridade cristã, os cidadãos da vossa Pátria, pelas rotas da paz, da solidariedade e da fraternidade! Com estes votos, de todo coração abençoo a vós e às vossas famílias, bem como a todos os peregrinos de língua portuguesa aqui presentes."
Fonte:RV

quarta-feira, 2 de julho de 2008

ÍNDIOS BRASILEIROS ENCONTRAM PAPA BENTO XVI

ÍNDIOS BRASILEIROS ENCONTRAM PAPA E PEDEM APOIO EM DEFESA DE SUAS TERRAS EM RORAIMA

Cidade do Vaticano, 02 jul (RV) - Dois representantes dos povos indígenas macuxi e uapixana da reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima, Pierangela e Jacir, compareceram hoje à Sala Paulo VI, se encontraram com o papa e lhe entregaram seu manifesto, no final da audiência. Eles estão na Europa pedindo ajuda contra os ataques a suas terras na Amazônia, e lançando um apelo para salvar o território, que segundo eles, é cobiçado por "poderosos latifundiários".
Em Londres, se reuniram com parlamentares britânicos e com funcionários da Chancelaria para pedir apoio para enfrentar as invasões realizadas por grupos de produtores de arroz.Jacir José de Souza, de 61 anos, e Pierlangela Nascimento da Cunha, de 32, foram nomeados pelo Conselho Indígena de Roraima como representantes de seus povos.
Os índios explicaram que a Raposa Serra do Sol - fronteira com a Guiana e a Venezuela - "tem sido submetida há anos a invasões de fazendeiros do sul do Brasil, que ocupam grandes extensões de terra para plantar arroz" e que saqueiam e até mesmo matam membros das suas tribos.
A viagem pela Europa, que os levou além de Londres, a Paris, Madri, Bruxelas e Milão, e que os levará ainda Lisboa, coincide com o lançamento da campanha internacional "Anna Pata, Anna Yan" (Nossa Terra, Nossa Mãe), que busca o apoio de governos, ONGs e da sociedade civil para suas exigências.
A reserva Raposa Terra do Sol, de 1,6 milhão de hectares, foi legalizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2005, após 30 anos de reivindicações dos quase 19.000 indígenas macuxi, uapixana, ingaricó, taurepangue e patamona, mas vários produtores de arroz continuam a ocupar grandes áreas do local.
A campanha também busca apoio às vésperas de uma decisão do Supremo Tribunal Federal do Brasil, que deve se pronunciar em agosto sobre um recurso contra o "decreto de Homologação" assinado por Lula.
As autoridades de Roraima consideram que as comunidades indígenas são muito pequenas para ocupar tanto terreno - 7% do Estado - e apresentaram um recurso judicial para recuperar parte da terra. A criação da reserva também é alvo de críticas de setores nacionalistas e militares, por se tratar de uma área de fronteira.
Em Paris, as lideranças indígenas obtiveram o suporte de um dos ícones da esquerda mundial, Danielle Mitterrand. A ex-primeira-dama da França defendeu veemente a causa dos indígenas no Brasil.Danielle Mitterrand mostrou conhecimento sobre a situação indígena na América Latina e pediu providências das autoridades e mobilização das ONGs. "É algo que infelizmente acontece no mundo todo.
O direito dos índios brasileiros existe e está assegurado na Constituição de 1988. Esses índios estão em suas terras, as quais habitam há muito tempo, e já tiveram seu direito reconhecido", destacou.
Fonte : RV