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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Papa Francisco, 2015: duas ‘fotos’ especiais para recordar


Papa Francisco abrindo a Porta Santa em Bangui - ANSA



2015 com Francisco

Em 2015 muitos foram os encontros, celebrações, viagens, mensagens, homilias, discursos e atitudes que marcaram o pontificado do Papa Francisco: as viagens apostólicas ao Sri Lanka e às Filipinas, à Bolívia, ao Paraguai, ao Equador, a Cuba e aos Estados Unidos da América; a Encíclica “Laudato Si”; o Sínodo dos Bispos sobre a Família e tantos outros momentos excecionais e alguns que se tornaram em absolutamente normais, tais como, as Missas em Santa Marta de cujas homilias a RV dá notícia em primeira mão.
Neste último dia do ano recordamos duas fotos especiais  do Papa Francisco em África: uma no Quénia, na sua visita a Kangemi, o bairro de lata de Nairobi; a outra foto na República Centro Africana na abertura da Porta Santa de Bangui no Jubileu da Misericórdia.

No bairro de lata no Quénia
Nairobi, 27 de Novembro – um início de manhã especial para o bairro de Kangemi, um dos 7 bairros de lata de Nairobi: grande entusiasmo entre os habitantes; presentes também muitas pessoas vindas de outros bairros da capital. O Papa Francisco foi à Igreja Paroquial de S. José Operário, animada por uma comunidade de jesuítas.
O Santo Padre ouviu os testemunhos de alguns dos habitantes do bairro e de uma religiosa que vive naquele lugar. Destaque para um filme que foi apresentado ao Papa onde se podem ver esgotos a céu aberto, barracas e estradas na lama, os pequenos negócios com que as pessoas vivem, e também as comunidades em oração e as crianças que jogam à bola.
Nas palavras que proferiu o Papa não poderia ter sido mais direto: “sinto-me em casa” – disse:
“Sinto-me em casa, partilhando este momento com irmãos e irmãs que têm um lugar preferencial na minha vida e nas minhas opções, não me envergonho de o dizer. Estou aqui porque quero que saibais que as vossas alegrias e esperanças, as vossas angústias e as vossas dores não me são indiferentes. Conheço as dificuldades que encontrais dia-a-dia! Como podemos não denunciar as injustiças?”
O Papa denunciou as injustiças e a marginalização promovida por “minorias que concentram o poder e a riqueza”, pediu trabalho para todos e declarou ainda “que todas as famílias tenham um teto digno, acesso à água potável, instalações sanitárias, energia segura para iluminar, cozinhar, que possam melhorar as suas casas, que todos os bairros tenham estradas, praças, escolas, hospitais”.
O Papa Francisco denunciou ainda a “apropriação de terras por parte de investidores privados sem rosto, que pretendem mesmo apoderar-se do pátio das escolas”. Ao mesmo tempo denunciou a criminalidade organizada que usa os mais jovens nas suas actividades ilícitas.
O Santo Padre recordou também que o mundo tem uma “grave dívida social” para com os pobres que não têm acesso à água potável, criticando quem acaba por lucrar com a exploração daquele que é um direito universal.
Mas o Papa quis colocar em realce um aspeto nem sempre reconhecido e que é a sabedoria dos bairros populares: uma sabedoria que provêm de uma “obstinada resistência daquilo que é autêntico”, e que uma frenética sociedade de consumo parece ter esquecido:
“Reconhecer estas manifestações de vida boa que crescem cada dia entre vós, não significa, de modo algum, ignorar a terrível injustiça da marginalização urbana. São as feridas provocadas pelas minorias que concentram o poder, a riqueza e perduram egoisticamente, enquanto a crescente maioria tem que refugiar-se em periferias abandonadas, poluídas e descartadas.”
O Papa Francisco fez um apelo especial a todos os cristãos, em particular aos pastores, a renovarem o  ímpeto missionário e a tomarem iniciativas contra as tantas injustiças e a envolverem-se nos problemas dos cidadãos e a acompanhá-los nas suas lutas, a apoiarem os frutos do seu trabalho colectivo e a celebrarem com eles cada pequena ou grande vitória.

Jubileu na Catedral – a Porta Santa de Bangui
Neste momento de viragem de 2015 para 2016, recordamos um momento essencial para os próximos tempos da Igreja: o Ano Santo da Misericórdia que começou em África em Bangui. Dulce Araújo e Bernardo Suate recordam-nos esse momento com o trabalho que realizaram na tarde desse domingo dia 29 de novembro de 2015.
Na Catedral de Bangui, o Papa Francisco procedeu à abertura da Porta Santa, dando assim início ao Jubileu Extraordinário do Ano da Misericórdia na República Centro-Africana, Jubileu proclamado pelo Papa a 11 de abril deste ano. Na homilia da Missa, participada por sacerdotes, religiosos, seminaristas e milhare de fiéis da RCA, o Papa disse ante de tudo que Deus guiou os seus passos até esta terra, precisamente quando a Igreja universal se prepara para inaugurar o Ano Jubilar da Misericórdia. E na pessoa dos presentes Francisco saudou o pvo da RCA:
“Através de vós, quero saudar todos os centro-africanos, os doentes, as pessoas idosas, os feridos pela vida. Talvez alguns deles estejam desesperados e já não tenham força sequer para reagir, esperando apenas uma esmola, a esmola do pão, a esmola da justiça, a esmola dum gesto de atenção e bondade».
Em seguida o Papa convidou a todos a confiar na força e no poder de Deus que curam o homem, convidando-os a «passar à outra margem», como diz o moto da visita do Papa à RCA, uma travessia, reiterou o Papa, que não faremos sozinhos mas juntamente com Jesus. E Francisco sublinhou :
« Devemos estar cientes de que esta passagem para a outra margem só se pode fazer com Ele, libertando-nos das concepções de família e de sangue que dividem, para construir uma Igreja-Família de Deus, aberta a todos, que cuida dos mais necessitados. Isto pressupõe a proximidade aos nossos irmãos e irmãs, isto implica um espírito de comunhão. Não se trata primariamente duma questão de recursos financeiros; realmente basta compartilhar a vida do Povo de Deus, dando a razão da esperança que está em nós e sendo testemunhas da misericórdia infinita de Deus”.
Na verdade, depois de nós mesmos termos feito a experiência do perdão, devemos perdoar, pois uma das exigências essenciais da vocação à perfeição é o amor aos inimigos, um amor que nos protege contra a tentação da vingança e contra a espiral das retaliações sem fim, disse Francisco que também acrescentou:
“Consequentemente os agentes de evangelização devem ser, antes de mais nada, artesãos do perdão, especialistas da reconciliação, peritos da misericórdia. É assim que podemos ajudar os nossos irmãos e irmãs a «passar à outra margem», revelando-lhes o segredo da nossa força, da nossa esperança, e da nossa alegria que têm a sua fonte em Deus, porque estão fundadas na certeza de que Ele está connosco no barco”.
“A todos aqueles que usam injustamente as armas deste mundo, lanço um apelo: deponde esses instrumentos de morte; armai-vos, antes, com a justiça, o amor e a misericórdia, autênticas garantias de paz».
2016 será profundamente marcado pelo impulso pastoral que o Ano Santo da Misericórdia propõe e que começou, como acabamos de recordar, no passado mês de novembro no centro da África.
A nossa redação de língua portuguesa da Rádio Vaticano aqui estará durante o ano de 2016, todos os dias e em permanência, para lhe dar o essencial da informação sobre o Papa, a Santa Sé, a Igreja e os principais assuntos que marcam a atualidade internacional.

Para todos um Feliz Ano Novo de 2016!

Fonte: R Vaticana

 

 

 

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Ultima audiência de 2015

Audiência: Deus se fez pequeno. Este é o grande mistério


Francisco no papamóvel durante a Audiência geral - OSS_ROM 

Cidade do Vaticano (RV) –

Milhares de peregrinos participaram da última Audiência Geral do ano, na Praça S. Pedro. Como de costume, antes de pronunciar a sua catequese, o Papa saudou os presentes a bordo do seu papamóvel, fazendo a alegria dos fiéis.
E brincou sobre o inverno romano: "Faz frio, heim?".



Ao se dirigir aos peregrinos, Francisco refletiu sobre a devoção ao Menino Jesus, o protagonista do presépio nesses dias natalinos. Muitos santos e santas cultivaram essa devoção, como por exemplo Santa Teresa de Lisieux, que como monja carmelita escolheu o nome de Teresa do Menino Jesus. Ela soube viver aquela “infância espiritual” que se assimila justamente meditando a humildade de Deus que se fez pequeno por nós.

“E este é um grande mistério, Deus é humilde! Nós que somos orgulhosos, repletos de vaidade e acreditamos ser grandes, e somos nada! Ele é grande, é humilde e se faz criança. Este é um verdadeiro mistério!”, disse o Pontífice, acrescentando que toda a vida terrena de Jesus é revelação e ensinamento, sendo a morte e ressurreição a expressão máxima do seu amor redentor.

Para crescer na fé, afirmou Francisco, seria necessário contemplar com mais frequência o Menino Jesus, não obstante se saiba pouco de sua infância: da apresentação ao Templo e a visita dos Reis Magos, há um salto de doze anos até a peregrinação de Jesus com Maria e José para a Páscoa. Todavia, prosseguiu, podemos aprender muito de sua vida se olharmos para o modo de ser das crianças.

Antes de tudo, elas querem a nossa atenção e precisam dela para se sentirem protegidas: “É necessário também para nós colocar Jesus no centro da nossa vida e, mesmo que possa parecer paradoxal, saber que temos a responsabilidade de protegê-lo. Ele quer estar entre nossos braços, deseja ser acudido e poder fixar o seu olhar no nosso.”
As crianças, por fim, amam brincar e, para isso, é preciso abandonar a nossa lógica para entrar na lógica infantil. Trata-se de um ensinamento.

“Diante de Jesus somos chamados a abandonar a nossa pretensão de autonomia - este é o nó da questão -, para acolher ao invés a verdadeira forma de liberdade, que consiste em conhecer quem temos diante de nós e servi-lo: é o Filho de Deus. Ele veio para nos mostrar a face do Pai rico de amor e de misericórdia. Coloquemo-nos a seu serviço”, exortou o Papa.
Ao final, Francisco pediu que, ao voltarem para casa, os fiéis se aproximem do presépio e beijem o Menino Jesus, pedindo a seguinte graça: “Jesus, quero ser humilde como você, humilde como Deus”.

Assista em VaticanBR
Fonte: R Vaticana

domingo, 28 de julho de 2013

JMJ - no final da Missa, Papa Francisco anuncia: Cracóvia, na Polónia, a próxima JMJ

Terá lugar em Cracóvia, na Polónia, a próxima JMJ: anunciou-o o Papa, no final da Missa em Copacabana



Terá lugar em Cracóvia, na Polónia, em 2016, a próxima Jornada Mundial da Juventude: anunciou o Papa Francisco, no final da Missa conclusiva do Encontro Mundial do Rio de Janeiro, neste domingo de manhã (era já a tarde na Europa e na África), com uma multidão calculada em três milhões de jovens, dispostos ao longo da baía de Copacabana.
Antes deste anúncio, o Papa agradeceu aos jovens a sua intensa participação neste Encontro Mundial. Antes ainda, o cardeal Rylko, presidente do Conselho Pontifício para os Leigos, que - muito aplaudido - evocou o Papa Bento XVI, que tinha convocado esta JMJ do Rio, e o Beato João Paulo II, idealizador destes Encontros Mundiais.

No momento da apresentação das ofertas, subiram ao altar (foto) os pais de um bebé que nasceu anencéfala (privada de cérebro). O Papa acolheu-os e tomou nos seus braços o bebé, beijando-o. Papa Francisco tinha encontrado esta família, sábado de manhã, ao sair da catedral. Os pais informaram-no que se recusaram a abortar, embora a lei o permitisse neste caso tão raro.

Na alocução inicial de saudação ao Papa, D. Orani Tempesta, arcebispo de Rio de Janeiro, anunciou uma decisão tomada pelo presidente da Câmara da cidade: a área rural de Guaratiba, 50 Km ao norte do Rio, que tinha sido preparadas pelas autoridades para que aí tivesse lugar a Vigília de sábado e esta Missa dominical e onde foi instalada uma grande cruz de ferro forjado, de 33 metros de altura, será agora destinada à construção de casas populares para alojar umas 20 mil pessoas.


O Santo Padre deverá chegar a Roma, nesta segunda-feira, 29, ao fim da manhã, após um voo de 11 horas e meia. A partida do Rio de Janeiro terá lugar às 19 horas (meia-noite, em Roma). Antes ainda, de tarde, o Papa teve dois encontros, na casa onde esteve alojado nesta visita: um com o Comité Central do Coordenação do CELAM (Conselho Episcopal Latino-Americano) e outro com os voluntários que colaboraram nestas JMJ.