NOSSA SENHORA DE FÁTIMA
Esteja ao lado de Nossa Senhora de Fátima como nunca pode imaginar.
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Participe das orações, do terço e das missas diárias.
Clique na imagem de Nossa Senhora e estará em frente à Capelinha do Santuário de Fátima.
CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA
Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia
das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com
PAPA FRANCISCO NA AFRICA
Papa com jovens em Bangui: resistir à guerra e à divisão
Jovens saudam o Papa Francisco - AP
Foi depois da Missa na Catedral de Bangui e da Solene Abertura da Porta Santa da Catedral, com a qual foi inaugurado o Jubileu da Misericórdia na República Centro-Africana que o Papa deu início à Vigília de Oração com os jovens na noite deste domingo dia 29 de novembro.
O Santo Padre, antes de confessar alguns jovens no átrio da Catedral discursou de improviso à multidão. Disse-lhes:
“A estrada que lhes é proposta neste momento difícil de guerra e divisão é a estrada da resistência. Fugir dos desafios da vida jamais é uma solução. É preciso resistir, ter a coragem para resistir e lutar pelo bem! Quem foge, não tem coragem de dar vida”.
Como podemos resistir? – perguntou o Papa.
“Antes de tudo: a oração. A oração é poderosa. A oração vence o mal. A oração nos aproxima de Deus que é Todo-Poderoso”.
“Em segundo lugar: trabalhar pela paz. A paz não é um documento que se assina e fica na gaveta. A paz faz-se todos os dias. A paz é um trabalho de artesãos, faz-se com as mãos. Faz-se com a própria vida”.
“Não odiar, jamais! Se alguém te faz mal, procure perdoar. Nada de ódio. Muito perdão. Digamos juntos, nada de ódio, muito perdão!”
“Se você não tiver ódio no coração, se perdoares, serás um vencedor! Porque serás vencedor da mais difícil batalha da vida: vencedor no amor! E pelo amor, vem a paz”.
“Somente se vence pela estrada do amor. É possível amar o inimigo? Sim! Podemos perdoar quem nos fez mal? Sim! Assim, com o amor e com o perdão, vocês serão vencedores”.
“Com o amor, vocês serão vencedores na vida e darão vida sempre. O amor jamais fará de vocês derrotados. Corajosos no amor, no perdão e na paz!”,
Ao dizer que estava muito contente de poder encontrar os jovens, Francisco finalizou:
“Hoje abrimos esta Porta, isto significa a Porta da Misericórdia de Deus. Confiem em Deus, porque ele é misericordioso. Ele é amor. Ele é capaz de dar a vocês a paz”.
Fonte: R. Vaticano
Não à guerra! Papa
Francisco lançou, no Angelus, um premente apelo à paz na Síria e no mundo e
anunciou uma jornada de jejum e oração pela paz no dia 7 de Stembro

Um forte apelo à paz,
retomando as célebres palavras do seu predecessor, Paulo VI, “Nunca mais a
guerra!”, marcou o discurso do Papa Francisco neste domingo por ocasião da
Oração Mariana do Angelus, em que sublinhou que “a paz é um dom muito preciso
que deve ser promovido e tutelado”
Os numerosos fiéis que, mais do
que nunca, enchiam a Praça de São Pedro, reagiam com aplausos de consentimento
às vibrantes palavras do Papa que disse estar profundamente preocupado com as
diversas situações de conflito que se vivem no mundo, de modo particular na
Síria.
“Vivo com particular sofrimento e preocupação as tantas
situações de conflito que há nesta terra, mas, nestes dias, o meu coração está
profundamente ferido por aquilo que está a acontecer na Síria, e angustiado
pelas dramáticas evoluções que se prospectam”.
O Papa dirigiu
por isso, do fundo do coração, um forte apelo à paz …
“Dirijo um
forte apelo à paz, um apelo que nasce do íntimo de mim mesmo! Quanto sofrimento,
quanta devastação, quanta dor trouxe e trará o uso das armas naquele martirizado
país, especialmente entre a população civil, inerme! Pensemos em quantas
crianças não poderão ver a luz no futuro!”
E o Pontífice
condenou firmemente o uso das armas químicas, recordando que há um julgamento de
Deus e também da História a que não se pode escapar:
“Com
particular firmeza, condeno o uso das armas químicas: digo-vos que tenho ainda
fixas na mente e no coração as terríveis imagens dos dias passados! Há um
julgamento de Deus e um julgamento da História sobre as nossas acções a que não
se pode fugir! Não é nunca o uso da violência que leva à paz. Guerra chama
guerra, violência chama violência!”
Às partes em conflito o Papa
pediu para não se fecharem nos seus interesses, e a empreenderem com coragem e
decisão a via do dialogo…
“Com toda a minha força, peço às partes
em conflito para ouvirem a voz da própria consciência, a não se fecharem nos
seus interesses, mas a olharem para o outro como irmão e a empreender, com
coragem e decisão, a via do encontro, da negociação, ultrapassando a cega
contraposição”.
Não faltou uma palavra em relação à comunidade
Internacional:
“Com igual energia exorto também a Comunidade
Internacional a envidar todos os esforços possíveis a fim de promover, sem
demoras, iniciativas claras para a paz naquela Nação, baseadas no dialogo e na
negociação, para o bem de toda a população síria” .
O Papa pediu
ainda que não se poupem esforços no sentido de garantir assistência humanitária
às pessoas afectadas por este terrível conflito, especialmente os deslocados
internos e os numerosos refugiados nos países vizinho.
Por fim o Santo
Padre anunciou algumas iniciativas que a Igreja vai empreender a favor da paz na
Síria e no mundo. Tudo para que o grito de paz se eleve bem alto em todos os
corações:
“Por isso, irmãos e irmãs, decidi proclamar para toda a
Igreja, no dia 7 de Setembro próximo, véspera da Natividade de Nossa Senhora,
Rainha da Paz, uma jornada de jejum e de oração para a paz na Síria, no Médio
Oriente, e no mundo inteiro”.
O Papa convidou a aderir a esta
iniciativa os “irmãos cristãos não católicos, aos membros doutras
Religiões e pessoas de boa vontade". E acrescentou:
“No dia 7 de Setembro na Praça de São Pedro, aqui das 19 às 24
horas, nos reuniremos em oração e em espírito de penitência para invocar de Deus
este grande dom para a amada Nação síria e para todas as situações de conflito e
de violência no mundo. A humanidade precisa de ver gestos de paz e de ouvir
palavras de esperança de paz!”.
E ao deixar a cada Igreja local
a possibilidade de organizar como melhor entenderem esta iniciativa de paz, o
Papa rezou, juntamente com os fieis, a Nossa Senhora, Rainha da Paz, para que
nos ajude a responder à violência, aos conflitos e às guerras, com a força do
diálogo, da reconciliação, do amor.
“Ela é mãe: que nos ajude a
encontrar a paz”.
Fonte: RV
