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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Papa Francisco: Oração mariana do Ângelus


- RV
 
 



Cidade do Vaticano –

Após presidir  a santa missa na Basílica de S. Pedro, por ocasião da Solenidade da Mãe de Deus, o Papa Francisco procedeu, a celebração da oração mariana do Angelus da janela do aposento Pontifício, com os milhares de fieis reunidos na Praça São Pedro. Neste primeiro dia de 2016, Francisco quis desejar a todos um “augúrio amparado por uma esperança real”.

O Papa observou que a troca de felicitações no fim do ano  é “um sinal da esperança que nos anima e nos convida a acreditar na vida”, de que aquilo que nos espera “seja um pouco melhor”. Recordou entretanto, que todos sabemos “que com o ano novo nem tudo mudará, e que tantos problemas de ontem permanecerão também amanhã”. Apesar desta constatação, a mensagem de Francisco é uma mensagem de esperança.

Inspirado nas palavras da liturgia do dia em que “o Senhor mesmo quis abençoar o seu povo”, Francisco quis dirigir aos presentes os mesmos votos para que, disse “ o Senhor coloque o seu olhar sobre vós e que possais alegrar-vos, sabendo que em cada dia o seu rosto misericordioso, mais radiante do que o sol, resplandece sobre vós e jamais declina”. E o Papa acrescentou:

“Descobrir o rosto de Deus renova a vida. Porque é um Pai enamorado do homem, que não se cansa nunca de recomeçar conosco do início, para nos renovar. Porém, não promete mudanças mágicas. Ele não usa a varinha mágica. Ama mudar a realidade a partir de dentro, com paciência e amor; pede para entrar na nossa vida com delicadeza, como a chuva na terra, para dar fruto. E sempre nos espera e nos olha com ternura. A cada manhã, ao despertar, podemos dizer: “Hoje o Senhor faz resplandecer a sua face sobre mim!””.

O Papa recordou que a Igreja celebra hoje o Dia Mundial da Paz com o tema “Vença a indiferença e conquista a paz”. “A paz que Deus deseja semear no mundo – disse – deve ser cultivada por nós. E não só, mas deve ser também “conquistada””:

“Isto comporta uma verdadeira luta, um combate espiritual, que tem lugar no nosso coração. Porque inimiga da paz não é somente a guerra, mas também a indiferença, que faz pensar só em si mesma e cria barreiras, suspeitas, medos, fechamentos. Temos, graças a Deus, tantas informações; mas às vezes somos tão bombardeados por notícias que ficamos distraídos da realidade, do irmão e da irmã que tem necessidade de nós. Comecemos a abrir o nosso coração, despertando a atenção pelo próximo. Este é o caminho para a conquista da paz”.

Ao concluir a sua reflexão, o Santo Padre dirigiu-se a Rainha da Paz, a Mãe de Deus, cuja Solenidade é celebrada neste 1º de janeiro, perguntando “de que se trata estas coisas que ela guardava, meditando-as em seu coração?”:

“Certamente da alegria pelo nascimento de Jesus, mas também das dificuldades que havia encontrado: teve que colocar o seu Filho numa manjedoura porque para eles não havia lugar no alojamento e o futuro era muito incerto. As esperanças e as preocupações, a gratidão e os problemas: tudo aquilo que acontecia na vida tornava-se, no coração de Maria, oração, diálogo com Deus. Eis o segredo da Mãe de Deus. E ela faz isto também por nós hoje: guarda as alegrias e desata os nós da nossa vida, entregando-os ao Senhor”.

Após recitar a oração do Angelus, o Papa dirigiu-se aos fieis manifestando o seu reconhecimento “pelas inúmeras iniciativas de oração e de ação pela paz organizadas em todas as partes do mundo por ocasião do Dia Mundial da Paz.
O Pontífice também saudou os “Cantores da Estrela” – “crianças e jovens que na Alemanha e na Áustria levam nas casas a bênção de Jesus e fazem uma coleta de ofertas para os pobres”.

Ao concluir, o Santo Padre desejou a todos um “ano de paz na graça do Senhor, rico de misericórdia, e com a proteção materna de Maria, a Santa Mãe de Deus”. (JE/FL)

Fonte: R Vaticana

domingo, 1 de setembro de 2013

Papa Francisco : não à guerra!

Não à guerra! Papa Francisco lançou, no Angelus, um premente apelo à paz na Síria e no mundo e anunciou uma jornada de jejum e oração pela paz no dia 7 de Stembro




 

Um forte apelo à paz, retomando as célebres palavras do seu predecessor, Paulo VI, “Nunca mais a guerra!”, marcou o discurso do Papa Francisco neste domingo por ocasião da Oração Mariana do Angelus, em que sublinhou que “a paz é um dom muito preciso que deve ser promovido e tutelado”

Os numerosos fiéis que, mais do que nunca, enchiam a Praça de São Pedro, reagiam com aplausos de consentimento às vibrantes palavras do Papa que disse estar profundamente preocupado com as diversas situações de conflito que se vivem no mundo, de modo particular na Síria.

“Vivo com particular sofrimento e preocupação as tantas situações de conflito que há nesta terra, mas, nestes dias, o meu coração está profundamente ferido por aquilo que está a acontecer na Síria, e angustiado pelas dramáticas evoluções que se prospectam”.

O Papa dirigiu por isso, do fundo do coração, um forte apelo à paz …

“Dirijo um forte apelo à paz, um apelo que nasce do íntimo de mim mesmo! Quanto sofrimento, quanta devastação, quanta dor trouxe e trará o uso das armas naquele martirizado país, especialmente entre a população civil, inerme! Pensemos em quantas crianças não poderão ver a luz no futuro!”

E o Pontífice condenou firmemente o uso das armas químicas, recordando que há um julgamento de Deus e também da História a que não se pode escapar:

“Com particular firmeza, condeno o uso das armas químicas: digo-vos que tenho ainda fixas na mente e no coração as terríveis imagens dos dias passados! Há um julgamento de Deus e um julgamento da História sobre as nossas acções a que não se pode fugir! Não é nunca o uso da violência que leva à paz. Guerra chama guerra, violência chama violência!”
Às partes em conflito o Papa pediu para não se fecharem nos seus interesses, e a empreenderem com coragem e decisão a via do dialogo…

“Com toda a minha força, peço às partes em conflito para ouvirem a voz da própria consciência, a não se fecharem nos seus interesses, mas a olharem para o outro como irmão e a empreender, com coragem e decisão, a via do encontro, da negociação, ultrapassando a cega contraposição”.

Não faltou uma palavra em relação à comunidade Internacional:

“Com igual energia exorto também a Comunidade Internacional a envidar todos os esforços possíveis a fim de promover, sem demoras, iniciativas claras para a paz naquela Nação, baseadas no dialogo e na negociação, para o bem de toda a população síria” .

O Papa pediu ainda que não se poupem esforços no sentido de garantir assistência humanitária às pessoas afectadas por este terrível conflito, especialmente os deslocados internos e os numerosos refugiados nos países vizinho.

Por fim o Santo Padre anunciou algumas iniciativas que a Igreja vai empreender a favor da paz na Síria e no mundo. Tudo para que o grito de paz se eleve bem alto em todos os corações:

“Por isso, irmãos e irmãs, decidi proclamar para toda a Igreja, no dia 7 de Setembro próximo, véspera da Natividade de Nossa Senhora, Rainha da Paz, uma jornada de jejum e de oração para a paz na Síria, no Médio Oriente, e no mundo inteiro”.

O Papa convidou a aderir a esta iniciativa os “irmãos cristãos não católicos, aos membros doutras Religiões e pessoas de boa vontade". E acrescentou:

“No dia 7 de Setembro na Praça de São Pedro, aqui das 19 às 24 horas, nos reuniremos em oração e em espírito de penitência para invocar de Deus este grande dom para a amada Nação síria e para todas as situações de conflito e de violência no mundo. A humanidade precisa de ver gestos de paz e de ouvir palavras de esperança de paz!”.

E ao deixar a cada Igreja local a possibilidade de organizar como melhor entenderem esta iniciativa de paz, o Papa rezou, juntamente com os fieis, a Nossa Senhora, Rainha da Paz, para que nos ajude a responder à violência, aos conflitos e às guerras, com a força do diálogo, da reconciliação, do amor.

“Ela é mãe: que nos ajude a encontrar a paz”.

Fonte: RV


segunda-feira, 25 de agosto de 2008

BENTO XVI : "REPUDIEMOS A VIOLÊNCIA!"


O PAPA NO ANGELUS PEDE: "REPUDIEMOS A VIOLÊNCIA!"


Castel Gandolfo,
- Ao encontrar-se com os fiéis, nesta manhã, em Castel Gandolfo, o papa expressou sua crescente preocupação com o aumento do clima de tensão no mundo.
Na primeira parte de seu encontro, o papa fez a habitual reflexão dominical, antes da oração do Ângelus.
Explicou que a liturgia deste domingo coloca a todos, homens e mulheres, duas perguntas que um dia, Jesus fez a seus discípulos.
À primeira, “Quem as pessoas dizem que é o Filho do homem?”, o povo respondeu que para alguns, era João Batista; para outros Elias, ou Jeremias, ou outro profeta.
O Senhor então fez a segunda pergunta, diretamente aos Doze: “Quem vocês pensam que Ele é?”. Pedro respondeu com firmeza: “Tu és Cristo, o Filho do Deus vivo”. E esta é a solene profissão de fé que a Igreja proclama, desde então. Bento XVI explicou que hoje, nós repetimos convictos e conscientes que é Cristo o verdadeiro tesouro pelo qual vale a pena sacrificar tudo.
“Ele é o amigo que não nos abandona, porque conhece os anseios mais íntimos de nosso coração. Jesus é o ‘Filho do Deus vivo’, o Messias prometido, que veio à terra para oferecer a salvação e a vida e o amor que habita em todo ser humano.
A humanidade ganharia muito se acolhesse este anúncio, que traz consigo a glória e a paz!”. Jesus então diz a Pedro “Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja e a ti darei as chaves do reino dos céus”.
Esta foi a primeira vez que Jesus falou da Igreja e de sua missão: reunir em Cristo, e numa única família, toda a humanidade. Por conseguinte – prosseguiu o papa em sua reflexão - a missão de Pedro e de seus sucessores é exatamente servir a unidade desta única Igreja de Deus.
Seu ministério indispensável é fazer com que ela não se identifique jamais com uma só nação, com uma só cultura, mas que seja a Igreja de todos os povos.
Deus quer que a sua paz e a força renovadora de amor estejam presentes em meio aos homens, tão marcados por divisões e contrastes:“Servir a unidade interior que provém da paz de Deus; a unidade daqueles que por meio de Jesus se tornaram irmãos e irmãs: esta é a missão peculiar do papa, Bispo de Roma e sucessor de Pedro”.
Bento XVI continuou afirmando que diante da enorme responsabilidade desta tarefa, percebem-se sempre mais o compromisso e a importância do serviço à Igreja e ao mundo, que o Senhor lhe confiou.
Ele pediu a todos os fiéis que o sustentem com a oração, para que possamos juntos anunciar e testemunhar a presença de Deus nos tempos atuais.
Após rezar a oração do Ângelus, com todos os presentes, Bento XVI falou de sua preocupação com o aumento da tensão em nível internacional: “Constatamos com amargura, o risco de uma progressiva deterioração do clima de confiança que deveria caracterizar as relações entre as nações. Como não lembrarmos hoje, de todo o esforço feito para construir a consciência comum de sermos uma ‘família de nações’, como pediu o papa João Paulo II, às Nações Unidas? Precisamos nos convencer de que somos unidos pelo mesmo destino, o destino transcendente...”.
Bento XVI alertou novamente para o retorno de teorias nacionalistas, que já provocaram conseqüências tão trágicas no passado. Mas, diante das crescentes dificuldades, em todo o mundo, o papa convidou a não ‘ceder ao pessimismo’.
“É preciso – disse ele – esforçar-se ativamente para rechaçar a tentação de enfrentar situações novas, com velhos sistemas.
O papa indicou o caminho a seguir, para a construção de relações fecundas e sinceras e para assegurar às gerações presentes e futuras, tempos de concórdia e de progresso moral e civil: “A violência deve ser repudiada!
Os caminhos são: a força moral do direito, negociações justas e transparentes, para mediar controvérsias como a relação entre a integridade territorial e a auto-determinação dos povos, a fidelidade à palavra dada, e a busca do bem-comum”.
Enfim, o pontífice pediu a intercessão de Maria, para todos nós, e concedeu a benção apostólica. Em seguida, saudou os fiéis, em várias línguas.
Em espanhol, Bento XVI disse que continua a rezar pelo eterno repouso das vítimas e pelos feridos no trágico acidente aéreo de 4ª feira passada, em Madri.(CM)
Fopnte: RV