Seguidores

NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Esteja ao lado de Nossa Senhora de Fátima como nunca pode imaginar.

Visite a Capela das Aparições, ON LINE.
Participe das orações, do terço e das missas diárias.

Clique na imagem de Nossa Senhora e estará em frente à Capelinha do Santuário de Fátima.

CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris
Clique sobre a foto para a visita guiada em 15 etapas
Mostrando postagens com marcador PROBLEMAS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador PROBLEMAS. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 2 de março de 2011

LAICIDADE E ISLAMISMO, PROBLEMAS NA FRANÇA

França enfrenta problemas com laicidade e islamismo
Partido de Sarkozy organiza debate nacional sobre estes temas

Por Paul De Maeyer
ROMA,

- Depois de ter abordado temas delicados, como a chamada "identidade nacional" e o uso o véu muçulmano integral em público, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, está novamente se preparando para entrar em território perigoso, o da "laicidade", em particular o da compatibilidade do islamismo com a república e os valores republicanos.
Seu partido, a UMP (União para o Movimento Popular), marcou para 5 de abril uma convention sobre "o exercício dos cultos religiosos na República leiga, em particular o exercício do culto da fé islâmica". Estas foram as palavras do secretário-geral da formação de direita, Jean-François Copé (la-Croix.com, 17 de fevereiro).
Recebendo, na quarta-feira, 16 de fevereiro, os deputados da UMP, o presidente denunciou "a brecha crescente entre a mídia e a preocupação francesa" sobre as questões do Islã e da laicidade. "Nós pagamos muito caro pela cegueira sobre a imigração dos anos 80. Era um debate tabu. Com a laicidade e o Islã ocorre a mesma coisa", disse Sarkozy, que pediu, para este ano, propostas concretas sobre elementos como o conteúdo das pregações dos imames e dos lugares de culto dos muçulmanos (Le Figaro, 17 de fevereiro).
Sarkozy quer parar, particularmente, o mal visto fenômeno das reuniões dos muçulmanos para rezar na rua. "Devemos ter um debate sobre a oração na rua. Em um país leigo, não devem existir convites à oração na rua", continuou Sarkozy. "É preciso chegar a um corpus ideológico em 2011", disse aos deputados da UMP.
A direita tampouco rejeita a alteração da lei de 1905 sobre a separação entre Igreja e Estado, que estipula que "a República não reconhece, nem paga, nem subvenciona qualquer culto". Foi o secretário de Estado da Habitação e Desenvolvimento Urbano, Benoît Apparu, quem confirmou a ideia de permitir um financiamento público para os locais de culto. "Em minha opinião, é necessário facilitar a construção de mesquitas em nosso país, mesmo que o Estado deva participar", disse à Radio Montecarlo e BFM-TV. De acordo com Apparu, se necessário, será feita uma reforma da legislação.
Nem todos os expoentes do governo do primeiro-ministro François Fillon parecem dispostos a tocar na "lei símbolo" da França secular. O ministro do Orçamento e porta-voz do governo Fillon, François Baroin, disse em Europe 1 que, "na agenda do governo, não há um texto leve a uma mudança na lei de 1905; e como líder político da UMP e encarregado do debate, não serei favorável à modificação da lei de 1905".
Sobre este tema também opinou, em entrevista ao Le Figaro, em 17 de fevereiro, outra figura-chave da maioria, o atual ministro da Defesa e fundador da UMP, Alain Juppé. "A lei republicana - disse - deve ser aplicada em condições de igualdade para todos. Certamente, existe diversidade. Mas o princípio republicano (...) é que a lei não pode aceitar as distinções com base em critérios religiosos ou étnicos."
"No que diz respeito aos direitos, é imperioso dizer que os muçulmanos, bem como os católicos, judeus, protestantes e outros, têm o direito de poder praticar sua religião. Entre os deveres, está o respeito pelos valores republicanos, em especial à igualdade entre homens e mulheres", acrescentou Juppé.
A oposição criticou a iniciativa de Sarkozy e da UMP, acusando-os de desejo de destaque, tendo em conta os eventos eleitorais de 2012 (presidenciais e legislativos) e de quer roubar espaço à extrema direita, que há meses está usando o tema em sua campanha contra a islamização da França. Para o deputado Henri Emmanuelli (PS), Sarkozy ficou para trás. "Ele ainda não compreendeu que, com este tipo de iniciativas, ele trabalha para Marine Le Pen", disse o ex-ministro socialista, convidado do programa Le Talk-Orange-Le Figaro.
Segundo Sarkozy, a esquerda está errada. "Marine Le Pen propôs os problemas, mas trabalha pouco pelas soluções": assim se defendeu das críticas o ocupante do Palácio do Eliseu (Le Figaro, 17 de fevereiro). No entanto, resta o fato de que a extrema direita cresce nas pesquisas, roubando intenções de voto da UMP. De acordo com uma recente pesquisa do IFOP (Institut français d'opinion publique) para o jornal France-Soir, a jovem Le Pen (nascida em 1968) aumentaria para 19-20% das preferências no primeiro turno presidencial de 2012, em comparação com os 22-23% para o presidente Sarkozy.
A própria Marine Le Pen pediu à UMP "mais um pequeno esforço". "Quero destacar que, quando a FN é de 15% nas pesquisas, a UMP fala sobre os problemas", disse Le Point.fr (17 de fevereiro). "Mas eu não sou boba - continuou; a convenção da UMP é apenas "bla-bla-blá", ou seja, conversa vazia. Para a política, "as orações na rua não são o resultado da falta de espaço nos locais de culto dos muçulmanos. Isso é mentira e manipulação."
A proposta mais drástica foi feita pelo Partido de Esquerda de Jean-Luc Mélenchon, que pediu para retornar ao texto original da lei de 1905, retirando a alteração feita em 1942 por Philippe Pétain, chefe do então governo colaboracionista de Vichy. Mélenchon também solicitou a revogação da Concordata napoleônica de 1801, que ainda estava em vigor na região da Alsácia-Moselle.
Uma coisa é clara: depois da chanceler alemã, Angela Merkel, em outubro de 2010, e o primeiro-ministro britânico, David Cameron, no seu discurso de 5 de fevereiro, durante a 47ª Conferência de Segurança em Munique, também o presidente Sarkozy rejeita, por conseguinte, o "multiculturalismo" ou o que dele se deriva.
"Não queremos uma sociedade na qual as comunidades coexistam próximas umas das outras. Quando se chega à França, deve-se aceitar a incorporação a uma única comunidade, a comunidade nacional", disse Sarkozy na quinta-feira, 10 de fevereiro, ao canal de televisão TF1. De acordo com uma pesquisa publicada no livro "Les Français face aux inégalités et la justice sociale" (que chegará às livrarias em 9 de março), apenas 20% dos franceses querem que os imigrantes "mantenham suas tradições particulares", enquanto 80% quer "que se adaptem e se misturem na sociedade" (La-Croix.com, 17 de fevereiro).
A sociedade multicultural e multiétnica foi defendida por três políticos ecologistas: Esther Benbassa, Noël Mamère e Eva Joly, de Europe Écologie. "A integração e a assimilação são movimentos vindos do alto, autoritários, que não levam em conta as realidades humanas", disseram em um fórum público divulgado em 27 de janeiro no jornal Libération. O trio lança um apelo a favor do que eles chamam de "uma laicidade racional que reconheça a parte da pertença étnica, cultural, religiosa e linguística".

Fonte: ZENIT.org

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

"SÓ A EVANGELIZAÇÂO" DARÁ RESPOSTA AOS PROBLEMAS NA AMÉRICA LATINA

Papa afirma que «só a evangelização» dará resposta aos problemas na América Latina
Aparecida «fez o correto» dando prioridade ao anúncio do Evangelho
Por Inma Álvarez

CIDADE DO VATICANO,

- É necessário neste momento «impulsionar a Missão Continental» posta em andamento a partir da Assembléia do CELAM em Aparecida (Brasil, maio de 2007), já que «só assim se poderá dar uma resposta adequada» à situação atual dos países latino-americanos.
Assim expressou hoje o Papa na audiência concedida aos membros da Pontifícia Comissão para a América Latina, que estão atualmente realizando sua Assembléia Plenária em Roma.
Bento XVI recordou que no ano passado teve a oportunidade de receber os bispos deste continente em visita ad limina, com o qual conhece «mais de perto as esperanças e dificuldades de seu ministério apostólico», e a quem confia a realização desta Missão.
O Papa recordou suas próprias palavras à Cúria Romana ao respeito: «quando apresentei um balanço da minha viagem apostólica ao Brasil, eu me perguntava: Aparecida fez bem, buscando a vida para o mundo, em dar prioridade ao discipulado de Jesus Cristo e à evangelização? Era uma retirada equivocada para a interioridade?».
«Não – prosseguiu. Aparecida decidiu o correto, precisamente porque mediante o novo encontro com Jesus Cristo e seu Evangelho, e só assim, surgem as forças que nos capacitam para dar a resposta adequada aos desafios do nosso tempo».
Para isso, o Papa insistiu em seu discurso na necessidade de apoiar a formação dos seminários, que é precisamente o tema escolhido pelos membros da Comissão para a assembléia plenária.
«Para todos nós, o seminário foi um tempo decisivo de discernimento e preparação. Lá, em diálogo profundo com Cristo, foi se fortalecendo nosso desejo de enraizamento profundo n’Ele – explicou –, sentindo-nos na Igreja como em nossa própria casa.»
Por isso, mostrou sua satisfação por que «esta Assembléia Plenária tenha dedicado sua atenção à situação atual dos Seminários na América Latina».
«Para conseguir presbíteros segundo o coração de Cristo, é preciso ter confiança na ação do Espírito Santo, mais que em estratégias e cálculos humanos», explicou o Papa, que afirmou que a «necessidade de vocações» não deve levar à falta de rigidez na hora de selecionar aos futuros sacerdotes.
O ponto mais importante é «o esmerado discernimento dos candidatos», assim como cuidar «das exigências necessárias, inclusive rigorosas, para que seu processo formativo ajude a fazer deles sacerdotes exemplares».
«Hoje mais que nunca, é preciso que os seminaristas, com reta intenção e à margem de qualquer outro interesse, aspirem ao sacerdócio movidos unicamente pela vontade de ser autênticos discípulos e missionários de Jesus Cristo que, em comunhão com seus Bispos, façam-no presente em seu ministério e seu testemunho de vida.»
Por último, o Papa fez um breve percurso pela história desta Comissão, fundada pelo Papa Pio XII em 1958, e que João Paulo II «corroborou e potenciou esta iniciativa, com o fim de ressaltar a especial solicitude pastoral do Sucessor de Pedro pelas Igrejas que peregrinam naquelas queridas terras».
Recordou ainda a «viva gratidão» ao já falecido vice-presidente, o bispo espanhol Cipriano Calderón Polo, «a quem qual o Senhor havia premiado por seu abnegado e fiel serviço à Igreja».

Fonte: ZENIT.org

domingo, 12 de outubro de 2008

SÍNODO: PADRES COMENTAM PROBLEMAS E LEALIDADES DE SUAS LOCALIDADES

PADRES SINODAIS ILUSTRAM REALIDADES LOCAIS

Rangun,
- “Mianmar não recebe a visita de um papa desde os tempos de São Pedro”: brincando, o arcebispo de Rangun, o salesiano dom Charles Maung Bo, abriu ontem seu pronunciamento no Sínodo convidando Bento XVI a ser o primeiro papa na história a visitar o seu país.
Em seguida, dom Charles passou da ironia ao drama e ilustrou a trágica situação que a ex-Birmânia teve que enfrentar recentemente, com a passagem do ciclone Nargis, que deixou dois milhões de sem-teto. “Perdemos tudo, mas não a esperança, que distribuímos em abundância” – disse o arcebispo.
“As igrejas se transformaram em acampamentos, onde celebrávamos uma única liturgia: o anúncio da Palavra, através de nosso acompanhamento e da compartilha do pão, em forma de assistência”.
Ainda no Sínodo, ontem, foi lançado um apelo para que se evitem temas da atualidade política nas homilias.
Durante o debate, um dos 253 padres sinodais convidou seus irmãos à prudência ao enfrentar argumentos que podem dividir os fiéis, e de modo especial, aconselhou a não abordarem questões políticas.
Entretanto, em outros pronunciamentos, foi dito que a humanidade hoje está muito estressada, ou é pobre ou rica demais para escutar.
“As pessoas andam tão preocupadas que não são capazes de ouvir; estão imersas em rumores contínuos e confusos, não têm mais ouvidos nem para seus semelhantes e nem para a Palavra de Deus” – observou um delegado africano.
“A distração causada pela pobreza e as preocupações com as coisas essenciais da vida, assim como a excessiva riqueza, dificultam até mesmo a escuta durante a missa” – denunciaram. Já um bispo sul-americano recordou que as pessoas vivem oprimidas e dispersas, e isso torna difícil desenvolver a capacidade de escuta.
“A prática da escuta, em meio aos homens e mulheres de nosso tempo – disse – é da maior importância: escutar a partir das necessidades e do sofrimento, assim como fazia Jesus Cristo”. (CM)

Fonte: RV