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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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domingo, 28 de julho de 2013

JMJ - Multidão incontável na Missa final

Multidão incontável na Missa final da Jornada Mundial da Juventude, em Copacabana




Papa Francisco presidiu a celebração eucarística dominical conclusiva da JMJ do Rio de Janeiro. Segundo as autoridades locais três milhões de jovens participam na celebração, que tem lugar na baía de Copacabana. Na sua homilia, o Papa sublinhou três palavras: 1. Ide. 2. sem medo. 3. para servir. A celebração pode ser seguida em directo, neste site, com comentários em diversas línguas, incluindo português.  

No momento da apresentação das ofertas, subiram ao altar os pais de um bebé que nasceu anencéfala (privada de cérebro). O Papa acolheu-os e tomou nos seus braços o bebé, beijando-o. Papa Francisco tinha encontrado esta família, sábado de manhã, ao sair da catedral. Os pais informaram-no que se recusaram a abortar, embora a lei o permitisse neste caso tão raro.

Na alocução inicial de saudação ao Papa, D. Orani Tempesta, arcebispo de Rio de Janeiro, anunciou uma decisão tomada pelo presidente da Câmara da cidade: a área rural de Guaratiba, 50 Km ao norte do Rio, que tinha sido preparadas pelas autoridades para que aí tivesse lugar a Vigília de sábado e esta Missa dominical e onde foi instalada uma grande cruz de ferro forjado, de 33 metros de altura, será agora destinada à construção de casas populares para alojar umas 20 mil pessoas.

Eis o texto da homlia, pronunciada em português e espanhol:

Queridos irmãos e irmãs! Queridos jovens! 

«Ide e fazei discípulos entre todas as nações». Com estas palavras, Jesus se dirige a cada um de vocês, dizendo: «Foi bom participar nesta Jornada Mundial da Juventude, vivenciar a fé junto com jovens vindos dos quatro cantos da terra, mas agora você deve ir e transmitir esta experiência aos demais». Jesus lhe chama a ser um discípulo em missão! Hoje, à luz da Palavra de Deus que acabamos de ouvir, o que nos diz o Senhor? Três palavras: Ide, sem medo, para servir.
1. Ide. Durante estes dias, aqui no Rio, vocês puderam fazer a bela experiência de encontrar Jesus e de encontrá-lo juntos, sentindo a alegria da fé. Mas a experiência deste encontro não pode ficar trancafiada na vida de vocês ou no pequeno grupo da paróquia, do movimento, da comunidade de vocês. Seria como cortar o oxigênio a uma chama que arde. A fé é uma chama que se faz tanto mais viva quanto mais é partilhada, transmitida, para que todos possam conhecer, amar e professar que Jesus Cristo é o Senhor da vida e da história (cf. Rm 10,9).
(O Papa prosseguiu em espanhol:)
Mas, atenção! Jesus não disse: se vocês quiserem, se tiverem tempo, mas: «Ide e fazei discípulos entre todas as nações». Partilhar a experiência da fé, testemunhar a fé, anunciar o Evangelho é o mandato que o Senhor confia a toda a Igreja, também a você. É uma ordem sim; mas não nasce da vontade de domínio ou de poder, nasce da força do amor, do fato que Jesus foi quem veio primeiro para junto de nós e nos deu não somente um pouco de Si, mas se deu por inteiro, deu a sua vida para nos salvar e mostrar o amor e a misericórdia de Deus. Jesus não nos trata como escravos, mas como homens livres, amigos, como irmãos; e não somente nos envia, mas nos acompanha, está sempre junto de nós nesta missão de amor.
Para onde Jesus nos manda? Não há fronteiras, não há limites: envia-nos para todas as pessoas. O Evangelho é para todos, e não apenas para alguns. Não é apenas para aqueles que parecem a nós mais próximos, mais abertos, mais acolhedores. É para todas as pessoas. Não tenham medo de ir e levar Cristo para todos os ambientes, até as periferias existenciais, incluindo quem parece mais distante, mais indiferente. O Senhor procura a todos, quer que todos sintam o calor da sua misericórdia e do seu amor.
De forma especial, queria que este mandato de Cristo -“Ide” - ressoasse em vocês, jovens da Igreja na América Latina, comprometidos com a Missão Continental promovida pelos Bispos. O Brasil, a América Latina, o mundo precisa de Cristo! Paulo exclama: «Ai de mim se eu não pregar o evangelho!» (1Co 9,16). Este Continente recebeu o anúncio do Evangelho, que marcou o seu caminho e produziu muito fruto. Agora este anúncio é confiado também a vocês, para que ressoe com uma força renovada. A Igreja precisa de vocês, do entusiasmo, da criatividade e da alegria que lhes caracterizam! Um grande apóstolo do Brasil, o Bem-aventurado José de Anchieta, partiu em missão quando tinha apenas dezenove anos! Sabem qual é o melhor instrumento para evangelizar os jovens? Outro jovem! Este é o caminho a ser percorrido!
2. Sem medo. Alguém poderia pensar: «Eu não tenho nenhuma preparação especial, como é que posso ir e anunciar o Evangelho»? Querido amigo, esse seu temor não é muito diferente do sentimento que teve Jeremias, um jovem como vocês, quando foi chamado por Deus para ser profeta. Acabamos de escutar as suas palavras: «Ah! Senhor Deus, eu não sei falar, sou muito novo». Deus responde a vocês com as mesmas palavras dirigidas a Jeremias: «Não tenhas medo... pois estou contigo para defender-te» (Jr 1,8). Deus está conosco!
«Não tenham medo!» Quando vamos anunciar Cristo, Ele mesmo vai à nossa frente e nos guia. Ao enviar os seus discípulos em missão, Jesus prometeu: «Eu estou com vocês todos os dias» (Mt 28,20). E isto é verdade também para nós! Jesus não nos deixa sozinhos, nunca lhes deixa sozinhos! Sempre acompanha a vocês!
Além disso, Jesus não disse: «Vai», mas «Ide»: somos enviados em grupo. Queridos jovens, sintam a companhia de toda a Igreja e também a comunhão dos Santos nesta missão. Quando enfrentamos juntos os desafios, então somos fortes, descobrimos recursos que não sabíamos que tínhamos. Jesus não chamou os Apóstolos para viver isolados, chamou-lhes para que formassem um grupo, uma comunidade. Queria dar uma palavra também a vocês, queridos sacerdotes, que concelebram comigo esta Eucaristia: vocês vieram acompanhando os seus jovens, e é uma coisa bela partilhar esta experiência de fé! Mas esta é uma etapa do caminho. Continuem acompanhando os jovens com generosidade e alegria, ajudem-lhes a se comprometer ativamente na Igreja; que eles nunca se sintam sozinhos!
3. A última palavra: para servir. 
No início do salmo proclamado, escutamos estas palavras: «Cantai ao Senhor Deus um canto novo» (Sl 95, 1). Qual é este canto novo? Não são palavras, nem uma melodia, mas é o canto da nossa vida, é deixar que a nossa vida se identifique com a vida de Jesus, é ter os seus sentimentos, os seus pensamentos, as suas ações. E a vida de Jesus é uma vida para os demais. É uma vida de serviço.
São Paulo, na leitura que ouvimos há pouco, dizia: «Eu me tornei escravo de todos, a fim de ganhar o maior número possível» (1 Cor 9, 19). Para anunciar Jesus, Paulo fez-se «escravo de todos». Evangelizar significa testemunhar pessoalmente o amor de Deus, significa superar os nossos egoísmos, significa servir, inclinando-nos para lavar os pés dos nossos irmãos, tal como fez Jesus.
(O Papa concluiu em espanhol:)
Ide, sem medo, para servir. Seguindo estas três palavras, vocês experimentarão que quem evangeliza é evangelizado, quem transmite a alegria da fé, recebe alegria. Queridos jovens, regressando às suas casas, não tenham medo de ser generosos com Cristo, de testemunhar o seu Evangelho. Na primeira leitura, quando Deus envia o profeta Jeremias, lhe dá o poder de «extirpar e destruir, devastar e derrubar, construir e plantar» (Jr 1,10). E assim é também para vocês. Levar o Evangelho é levar a força de Deus, para extirpar e destruir o mal e a violência; para devastar e derrubar as barreiras do egoísmo, da intolerância e do ódio; para construir um mundo novo. Jesus Cristo conta com vocês! A Igreja conta com vocês! O Papa conta com vocês! Que Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe, lhes acompanhe sempre com a sua ternura: «Ide e fazei discípulos entre todas as nações». Amém.


Fonte: RV



domingo, 20 de julho de 2008

JMJ - BENTO XVI NA MISSA DE ENCERRAMENTO DA JMJ 2008


Acolher e testemunhar o dom do Espírito Santo - responsabilidade de todos os cristãos, a começar pelos jovens: Bento XVI na Missa de encerrramento da JMJ 2008

(20/7/2008) Milhares de pessoas (cerca de 350 mil ) tinham-se juntado neste Domingo a Bento XVI para o ponto alto da Jornada Mundial da Juventude 2008, em Sidney: a celebração da Santa Missa que iniciou ao som do Gregoriano, após a chegada do papamóvel, por entre a multidão.

O Cardeal George Pell, Arcebispo da Austrália, saudou Bento XVI e falou da Igreja “jovem” e “viva”, apesar de aparecer tantas vezes desfigurada.

A seca que atinge várias partes do país foi ainda motivo para um pedido especial de oração, para que a chuva chegue a “esta terra Austral do Espírito Santo”.
Após as leituras em espanhol, francês, italiano e inglês, a aclamação ao Evangelho voltou a dar atenção às comunidades da Oceânia, desta vez das Ilhas Fiji, com cantos e danças tradicionais.

Na sua homilia, o Papa pediu uma “nova geração” de Apóstolos, prontos a levar “Cristo ao mundo” e a dar vida a uma "nova era".

Bento XVI situou esta celebração em continuidade com o Pentecostes, quando o Senhor ressuscitado enviou o Espírito aos seus discípulos reunidos no Cenáculo. Foi assim que, pela força deste Espírito, Pedro e os Apóstolos partiram a pregar o Evangelho até aos confins da terra. Também agora o sucessor de Pedro viajou até à Austrália… presidindo a esta assembleia que congrega jovens de todas as nações… como num novo Cenáculo, sobre o qual se invoca a descida do Espírito…

“Em cada Missa, o Espírito Santo desce novamente, invocado na solene oração da Igreja, não só para transformar os dons do pão e do vinho no Corpo e Sangue do Senhor, mas também para transformar as nossas vidas, para fazer de nós, com a sua força, um só corpo e uma só alma”em Cristo".

A força, a “potência”, do Espírito Santo, é a potência da vida de Deus: o poder que nos conduz, que conduz o nosso mundo, em direcção ao Reino de Deus que vem. O amor que nos liga ao Senhor e entre nós é a luz que abre os nossos olhos para ver as maravilhas da graça de Deus em todos nós.

Uma experiência que se renovou concretamente em Sidney, nesta Jornada Mundial da Juventude: “Também aqui, nesta grande assembleia de jovens cristãos provenientes de todo o mundo, fizemos uma experiência viva da presença e da força do Espírito na vida da Igreja. Vimos a Igreja como ela é na verdade: Corpo de Cristo, comunidade viva de amor, com gente de todas as raças, nações e línguas, de todos os tempos e lugares, na unidade que nasce da nossa fé no Senhor ressuscitado”.

Esta experiência, esta realidade – advertiu Bento XVI – “não é algo que possamos merecer ou conquistar; podemos apenas recebê-la como puro dom”. Para tal, algo nos toca fazer: “O amor de Deus só pode infundir a sua força quando lhe permitimos que nos transforme por dentro. Temos que deixar que penetre a dura crosta da nossa indiferença, do nosso cansaço espiritual, do nosso cego conformismo ao espírito deste nosso tempo”.

O que há-de corresponder a passos concretos, a começar pela oração, pessoal e comunitária; nos nosso corações; diante do Santíssimo Sacramento; e a oração litúrgica, bem no coração da Igreja. A propósito do “testemunho” (outro aspecto desenvolvido pelo Papa), Bento XVI deu graças a Deus pelo dom da fé, tesouro transmitido de geração em geração na comunhão da Igreja.

Dirigindo o olhar para o futuro, o Santo Padre interpelou os jovens congregados em Sidney, perguntando-lhes: o que vão transmitir à próxima geração; se estão a construir algo que possa durar no futuro; se estão dando lugar ao Espírito Santo nas suas vidas… A força do Espírito impulsiona para o futuro, em direcção do Reino de Deus…“A efusão do Espírito Santo sobre a humanidade é penhor de esperança e de libertação de tudo aquilo que nos empobrece”.

“Uma nova geração de cristãos está chamada a contribuir para a edificação de um mundo em que a vida seja acolhida, respeitada e tratada com amor, não rejeitada nem temida como uma ameaça e portanto destruída.Uma nova era em que o amor não seja ávido e egoísta, mas puro, fiel e sinceramente livre, aberto aos outros, respeitoso da sua dignidade…

Uma nova era em que a esperança nos liberte da superficialidade, da apatia e da miopia que mortificam a nossa alma e envenenam as relações humanas.”“O mundo tem necessidade desta renovação!” – sublinhou o Papa, que recordou o “deserto espiritual” que se vai alargando, com um “vazio interior”, medos, “sentimento de desespero”…

Em todo o caso, observou Bento XVI, dirigindo-se especialmente aos jovens de todo o mundo, também a Igreja carece de renovação:

“(A Igreja) tem necessidade da vossa fé, do vosso idealismo, da vossa generosidade… Cada cristão recebeu um dom que há-de ser usado para edificar o Corpo de Cristo. A Igreja tem especial necessidade do dom dos jovens, de todos os jovens…

As intenções da oração universal dos fiéis foram propostas em inglês, alemão, polaco, vietnamita, árabe e sudanês. Nesta língua rezou-se por todos os cristãos “que não podem servir abertamente o Senhor por causa de pressões políticas, instabilidade ou medo”.

Nesta celebração, conclusiva da jornada mundial da juventude , participou também o Presidente da Republica de Timor Leste José Ramos Horta que depois saudou o Papa, como confirmou o director da Sala de Imprensa da Santa Sé, Padre Frederico Lombardi que referiu ainda que o presidente timorense tinha participado nos dias passados nas outras actividades da jornada mundial da juventude ,em que esteve presente também um grupo proveniente de Timor Leste.

A versão integral dos discursos pronunciados pelo Santo Padre está disponível no site da Santa Sé www.vatican.va e nas várias edições do jornal L'Osservatore Romano.
Fonte: RV

segunda-feira, 14 de julho de 2008

JMJ - ABORÍGENES NA MISSA DE ENCERRAMENTO

DMJ: CONFIRMADA PRESENÇA DE ABORÍGENES NA MISSA DE ENCERRAMENTO

Sydney, 14 jul (RV) - Ontem, o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Padre Federico Lombardi, confirmou que a presença dos aborígenes na missa de encerramento do DMJ de 20 de julho será "um fato importante".O Pe. Lombardi confirmou ainda que, nesses dias de repouso de Bento XVI, o cardeal-secretário de Estado, Tarcisio Bertone, visitará um vilarejo de aborígenes acompanhado de outros membros da comitiva papal.Aos aborígenes, o primeiro-ministro Kevin Rudd apresentou em fevereiro passado as desculpas oficiais em nome do governo pelas injustiças cometidas no passado e denunciou a assimilação forçada ocorrida entre 1910 e 1970. O porta-voz vaticano confirmou também que o papa vai abordar o tema dos aborígenes em seus discursos. (BF)
Fonte: RV