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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Esteja ao lado de Nossa Senhora de Fátima como nunca pode imaginar.

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Papa - ver a surpresa do Natal no outro, na história, na Igreja


Crianças com os "Bambinelli" benzidos pelo Papa no Angelus - AFP



Na habitual reflexão dominical, antes da oração mariana do Angelus, da Janela do Palácio Apostólico, sobre a Praça de São Pedro, embelezada pelo Presépio e pela Árvore de Natal, o Papa Francisco deteve-se sobre o texto evangélico deste quarto domingo do Advento, que põe em evidência a figura de Maria.
Depois do anúncio do Anjo Gabriel de que seria a mãe de Jesus, Maria foi visitar sua prima Isabel que, não obstante a idade avançada, estava grávida. Um mistério, mas Maria levava em si um mistério ainda maior. E ao saudar Isabel, esta sentiu-se envolvida por uma grande surpresa que ressoou nas suas palavras: “A que se deve que a mãe do meu Senhor me venha visitar?”
Improvisando o Papa disse:
“E se abraçam, beijam-se, alegres, estas duas mulheres: a anciã e a jovem, ambas grávidas”.
E recomendou que a não nos esquecermos desta palavra “Surpesa”, indicando três “lugares” de surpresa em que nos devemos deter para celebrar de forma profícua o Natal:

“Em primeiro lugar o “outro”, no qual reconhecer o irmão, porque desde que aconteceu o Natal de Jesus, cada rosto assemelha-se ao Filho de Deus. Sobretudo quando é o rosto do pobre, porque Deus entrou no mundo como pobre e para os pobres, mas antes de mais deixou-se aproximar” .

O segundo lugar indicado pelo Papa onde parar neste Natal é a História, para a qual, muitas vezes – disse - pensamos estar a olhar de modo correcto, mas que, na realidade,  corremos o risco de ver às avessas. E isto acontece, por exemplo, quando nos parece determinada pela economia de mercado, regulada pelas finanças e pelos negócios, dominada pelos pontentes de turno. Mas “o Deus do Natal “baralha as cartas”: Ele gosta de fazer isto, eh! Como canta Maria no Magnificat, é o Senhor que depõe os potentes do trono e eleva os humildes, enche de bens os esfomeados e manda embora os ricos de mãos vazias” .

O terceiro lugar de surpresa em que devemos parar neste Natal, é a Igreja. Olhar para a Igreja com supresa significa  - disse o Papa  - “não limitar-se a considerá-la apenas como uma instituição religiosa, mas senti-la como Mãe que, embora com manchas e rugas – temos tantas! - deixa transparecer os traços da Esposa amada e purificada por Cristo Senhor. Uma Igreja capaz de reconhecer os vários sinais de amor e de fé que continuamente Deus lhe envia. Uma Igreja para a qual o Senhor Jesus não será nunca uma posse a defender com ciúmes. Aqueles que  fazem isto, erram; mas (…) uma Igreja que sabe esperar com confiança e alegria, dando voz à esperança do mundo. A Igreja que chama o Senhor: “Vem Senhor Jesus!”. A Igreja mãe que sempre tem as portas abertas de par e os braços abertos para acolher a todos. Aliás, uma Igreja mãe que sai das próprias portas para procurar com sorriso de mãe todos os longínquos e levá-los à misericordia de Deus. É este o estupor do Natal!”.
Sublinhando, a concluir, que no Natal, Deus nos dá tudo de si, dando-nos o seu Filho, o Único, o Papa disse que só com Maria, Mãe do Filho do Altíssimo é possivel exultar e alegrar-se pelo grande dom de Deus, e pediu a Nossa Senhora que nos ajude a ter a percepção destes três lugares de surpresa: o outro, a história e a Igreja.

A seguir à sua reflexão teológica por ocasião da oração mariana do Angelus, o Papa elevou o seu pensamento “à amada Síria, exprimindo vivo apreço pelo acordo atingido pela Comunidade internacional. E encorajou todos “a continuarem com generosa abertura pelo caminho da cessação das violências e de uma solução negociada que leve à paz”.

O Papa recordou-se também da Líbia, onde – disse – “os recentes empenhos assumidos entre as Partes para a criação de um Governo de unidade nacional convidam à esperança no futuro.
Francisco disse também apoiar o empenho de colaboração a que são chamadas a Costa Rica e a Nicarágua. E exprimiu o desejo de que “um renovado espirito de fraternidade reforce ulteriormente o diálogo e a cooperação recíproca, assim como também entre todos os países da Região.”
O Papa elevou o seu pensamento também “às caras populações da Índia, atingidas recentemente por uma grave inundação”.

E pediu orações para esses irmãos e irmãs que sofrem devido a essa calamidade, confiando as almas dos defuntos à misericórdia de Deus. E rezou uma avé-Maria para eles.

Depois, o Papa saudou os peregrinos de vários países que participaram neste encontro de oração dominical com ele, na Praça de São Pedro, e de modo particular as crianças dos oratórios das paróquias de Roma, que como todos os anos, trouxeram os meninos Jesus para serem benzidos antes de os colocar nos presépios.

“Queridas Crianças, escutai bem! Quando rezardes perante o vosso presépio, recordai-vos de mim, assim como eu me recordo de vós. Agradeço-vos, e  Bom Natal!”

O papa saudou também as famílias da comunidade “Filhos no Céu”  e aquelas ligadas, na esperança e na dor, ao Hospital “Menino Jesus” (Hospital Pediatrico de Roma), assegurando-lhes a sua oração:
“Caros pais, asseguro-vos a minha aproximação espiritual e encorajo-vos a continuar o vosso caminho de fé e de fraternidade”

Por fim o Papa saudou outros fiéis da Itália e o grupo de oração “I ragazzi del Papa”, agradecendo-lhes pelo seu apoio.

E a todos os Papa desejou Bom domingo e um Natal de esperança e de estupor, aquele estupor que nos dá Jesus, cheio de amor e de paz…

Fonte: R Vaticana

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

A APAIXONANTE HISTÓRIA DE NOSSA SENHORA DE GUADALUPE

História de Nossa Senhora de Guadalupe é «apaixonante»
Entrevista com o padre Alexandre Paciolli, L.C.


BRASÍLIA,
.- «Sem dúvida a história de Nossa Senhora de Guadalupe é apaixonante, assim como todos os estudos realizados na imagem dela», afirma o sacerdote responsável pelo apostolado da Virgem Peregrina da Família.
Às vésperas do dia da padroeira da América, 12 de dezembro, Zenit entrevistou o Pe. Alexandre Paciolli, L.C., pároco da paróquia Nossa Senhora de Guadalupe, em Brasília.
O sacerdote Legionário de Cristo falará sobre o milagre de Guadalupe durante o Encontro Juventude e Família, que se celebra de 12 a 14 de dezembro na capital brasileira.
–Como surgiu o apostolado da Virgem Peregrina de Guadalupe?
–Pe. Alexandre Paciolli: Quando eu era diácono, no ano 2000, tive a graça de exercer meu ministério no Rio de Janeiro. Lá, depois de palpar o fervor das famílias, mas ao mesmo tempo, de ver também tantas situações delicadas, senti a necessidade de levar uma capela de Nossa Senhora de Guadalupe aos lares católicos para que a Padroeira da América abençoasse aquelas situações. Comecei, portanto, com a ajuda da Canção Nova, a divulgar a devoção a Virgem de Guadalupe e a propagar os últimos estudos científicos na tilma de S. Juan Diego. Foi uma benção. No primeiro evento na Canção Nova saíram 1500 capelinhas peregrinas. Depois fui ao Hallel de Franca para pregar, e lá também Nossa Senhora de Guadalupe entrou em muitos lares. Hoje está em mais de 20 países!
–Fale-nos dos objetivos e dos frutos do apostolado.
–Pe. Alexandre Paciolli: Os objetivos desse apostolado são, por meio da Padroeira da América, a Virgem de Guadalupe: rezar o terço em família, convidar mais famílias a que rezem o terço, acolher a vida humana, promover as vocações à vida consagrada e sacerdotal e de dar testemunho do amor cristão. Os frutos são: muitas conversões, curas materiais e espirituais, famílias renovadas... Sugiro que possam ver o site:http://www.virgemperegrina.com.br/ para que leiam mais testemunhos.
–A história da Virgem de Guadalupe continua a seduzir corações e a despertar interesse ainda hoje, não?
–Pe. Alexandre Paciolli: Sem dúvida a história de Nossa Senhora de Guadalupe é apaixonante, assim como todos os estudos realizados na imagem dela. Este fato, para o qual a ciência, depois de 500 anos, ainda não pode encontrar explicação certa, é um dos mistérios mais surpreendentes de todos os tempos. Um mistério que representa desde então, um dos maiores pontos de união entre todos nós católicos. Dizia o Dr. Homero Hernández Illescas, Investigador e científico guadalupano: “É um fato que não se pode explicar simplesmente por argumentos meramente humanos”. E sem dúvida é assim! A Santíssima Virgem de Guadalupe está ligada de modo especial ao nascimento da Igreja na História dos povos da América que através dela chegaram a encontrar a Cristo. A aparição da Santíssima Virgem ao índio Juan Diego na colina do Tepeyac teve uma repercussão decisiva na evangelização. Tal influxo supera amplamente os limites da nação mexicana, alcançando o continente inteiro. A América reconheceu no rosto mestiço da Virgem de Guadalupe o grande exemplo de evangelização perfeitamente inculturada. Não somente no Centro e no Sul, mas também no norte do continente a Virgem de Guadalupe é venerada como Rainha de toda a América. De fato, Pio X proclamou Nossa Senhora de Guadalupe "Padroeira de toda a América Latina"; Pio XI de "Padroeira de todas as Américas"; em 1945 o Papa Pio XII a proclama "Imperatriz de toda a América", João XIII "Missionária Celeste do novo mundo" e "Mães das Américas"; finalmente João Paulo II pediu que seja celebrado o dia 12 de dezembro, em todo continente Americano, a Virgem de Guadalupe, "Mãe e Evangelizadora da América"! Não são várias Américas, mas uma só América sob o manto de Nossa Senhora de Guadalupe.
–Qual o significado dos apostolados marianos na América, continente de grande devoção à Virgem?
–Pe. Alexandre Paciolli: Para mim esses apostolados têm a função de unir nosso continente americano sob o manto de Nossa Senhora; um continente marcado por tantas diferenças sociais, situações de conflito, em certos lugares de opressão, invasão das seitas... Nossa Senhora vem nos dizer que deseja que a nossa fé católica siga sempre forte, que não desistamos ou diminuamos o ritmo da evangelização, pois Ela está passando adiante de todas nossas necessidades. De fato gosto muito dessa oração a Nossa Senhora de Guadalupe escrita por João Paulo II que reflete o que falei acima: "Concedei que sejamos fiéis testemunhas da vossa Ressurreição aos olhos das novas gerações da América, para que, conhecendo-Vos, Vos sigam e encontrem em Vós a sua paz e a sua alegria... Dai-nos força para anunciar corajosamente a vossa Palavra ao serviço da nova evangelização, para consolidar no mundo a esperança... Nossa Senhora de Guadalupe, Mãe da América, rogai por nós!" (Ecclesia in America, 76)
–Qual a importância de cultivar o amor por Maria, de forma especial sob o título da Virgem de Guadalupe?
–Pe. Alexandre Paciolli: De entregar a Nossa Senhora de Guadalupe o nosso continente, para que nele reine sempre o fervor evangelizador, na fidelidade a Cristo e à Igreja. Vemos em Maria de Guadalupe a “Estrela da primeira e da nova evangelização”. Ela deu forças para que nossos predecessores fossem fiéis a Cristo. Nós também seremos fiéis, sob o manto Dela! Porém não podemos esquecer-nos que toda devoção mariana essencialmente é imitação de Maria! Portanto a Santíssima Virgem Maria deve ser para cada um de nós o modelo mais acabado da nova criatura surgida do poder redentor de Cristo, e o testemunho mais eloqüente da novidade de vida trazida ao mundo pela ressurreição do Senhor. Devemos sempre cultivar a verdadeira devoção à Santíssima Virgem, Mãe amantíssima da Igreja, que consiste muito especialmente na imitação de suas virtudes, sobretudo de sua fé, esperança e caridade, de sua obediência, de sua humildade e de sua colaboração no plano redentor de Cristo.
(José Caetano / Alexandre Ribeiro)

Fonte: ZENIT.org

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

NOSSA SENHORA APARECIDA - 3ª PARTE

NOSSA SENHORA APARECIDA
PADROEIRA DO BRASIL


• HISTÓRIA•

Seis décadas depois de criada a Vila de Guaratinguetá, um certo capitão José Correia Leite, adquiriu terras em Tetequeras, nas margens do Rio Paraíba do Sul, cerca,de três léguas abaixo de Pindamonhangaba. O Porto existente em sua fazenda, ficou então conhecido pelo nome de Porto José Correia Leite (atual Porto Itaguaçú). Em dezembro de 1716, o rei D. João V, nomeou D. Pedro Miguel de Almeida Portugal e Vasconcelos, conhecido como Conde de Assumar, para governar como Capitão General a Capitania de São Paulo e Minas Gerais, que pouco depois seria desmembrada em duas, por sugestão dele mesmo. Foi homem importante, viria a ser mais tarde vice-rei da Índia. Embarcou no Rio de Janeiro para Angra dos Reis, Parati e Santos, daí galgou a Serra do Mar e foi a São Paulo, onde tomou posse em 04 de setembro de 1717. Pouco depois seguiu para Minas Gerais, pela chamada estrada real, hospedando-se com toda sua comitiva em Guaratinguetá de 17 a 30 de outubro, à espera de suas bagagens que deixara no porto de Parati. A Câmara Municipal da Vila de Santo Antonio de Guaratinguetá viu-se em apuros para abastecer a mesa de tão ilustre visitante, por isso convocou os pescadores Domingos Garcia, Felipe Pedroso e João Alves, e os mesmos saíram em pescaria pelo Rio Paraíba. Desceram e subiram o rio várias vezes e nada conseguiram, chegando ao Porto "José Correia" o pescador João Alves arremessando sua rede às águas do Rio Paraíba sentiu que algo ali se prendera, puxou-a de volta ao barco e viu que se tratava de uma imagem de Nossa Senhora da Conceição, sem a cabeça. Arremessou novamente a rede e apanhou a cabeça da imagem. Os três pescadores sem nada entender continuaram a pescaria, quando para surpresa de todos os peixes surgiram em abundância para aqueles homens. Segundo o relato daquelas humildes pessoas, foram tantos peixes logo conseguido, depois de "aparecida" a imagem, que a canoa ficou cheia. Até ameaçava afundar. Alegraram-se muito com o ocorrido e foram levar o pescado à Câmara Municipal de Santo Antonio de Guaratinguetá, mas primeiro passaram pela casa de Felipe Pedroso e deixaram a preciosa encomenda confiada aos ciudados de Silvana da Rocha, mãe de João, esposa de Domingos e irmã de Felipe. Puseram-na dentro de um baú, enrolada em panos, separada uma parte da outra. A casa de Silvana foi o primeiro oratório que teve aquela imagem, e ficou com ela cerca de nove anos, até 1726, data provável de seu falecimento. O marido e o filho, Deus já os chamara antes. Assim tornou-se herdeiro da imagem seu irmão, Felipe Pedroso, o único sobrevivente da milagrosa pescaria. Sua casa foi o segundo oratório, por seis anos, perto da Ponte Sá (proximidade da atual Estação Ferroviária) e também o terceiro, por mais sete anos, na Ponte Alta, para onde se mudara. Em 1739, Felipe Pedroso mudou-se mais uma vez, já velho, para o Itaguaçú, e fez a entrega da imagem a seu filho Atanásio. Até então a imagem ficava dentro do baú, guardada, e só era tirada de lá nas horas da preces, quando era posta sobre uma mesa. Na casa de Atanásio Pedroso, que ficou sendo seu quarto oratório, ela passou a ter altar e oratório de madeira, feitos por ele. Chamava sempre parentes e amigos e com eles rezava o terço e entoava cânticos. O número de devotos começou a aumentar, alguns sentiram-se favorecidos por graças e até por milagres, que apregoavam. A fama da Santa Aparecida foi crescendo e a notícia dos prodígios chegou aos ouvidos do vigário da Paróquia, Padre José Alves, que mandou seu sacristão, João Potiguara, assistir as rezas e observar. Baseado nas informações desse, e tendo ouvido outras pessoas, resolveu o vigário construir uma capelinha ao lado da casa de Atanásio, que, nessas alturas, estava morando no Porto Itaguaçú, onde a imagem fora encontrada. Consta que o vigário quis levar a imagem para Guaratinguetá, levou-a por duas ou três vezes, mas o povo ia às escondidas e a trazia de volta. Depois corria a notícia de que a imagem fugira de volta para o bairro Itaguaçú. Resolveu o padre José Alves Vilela, no ano de 1743, construir uma Capela no alto do Morro dos Coqueiros, a qual terminou sua construção dois anos depois, abrindo a visitação pública em 26 de julho de 1745 (dia consagrado a Santa Ana), dia em que foi celebrada a primeira missa. Assim, 28 anos depois de "aparecida" a imagem nas águas do Rio Paraíba do Sul, ela teve sua capela, que iria durar 138 anos, até 1883. Em 1894, chegou em Aparecida um grupo de padres e irmãos da Congregação dos Missionários Redentoristas, para trabalhar no atendimento aos romeiros que acorriam aos pés da Virgem Maria para rezar com a Senhora "Aparecida" das águas. No dia 8 de setembro de 1904, D. José Camargo de Barros coroou solenemente a Imagem de Nossa Senhora Aparecida. Em 29 de abril de 1908, a igreja recebeu o título de Basílica Menor, passados vinte anos, no dia 17 de dezembro de 1928, a vila que se formou ao redor da Igreja no alto do Morro dos Coqueiros tornou-se Município, e em 1929, Nossa senhora foi proclamada Rainha do Brasil e sua Padroeira oficial, por determinação do Papa Pio XI. Com o passar do tempo o aumento do número de romeiros foi aumentando e a Basílica tornou-se pequena. Foi então que os Missionários Redentoristas e os senhores Bispos iniciaram no dia 11 de novembro de 1955 a construção da atual Basílica Nova, o maior Santuário Mariano do Mundo. Em 1980, ainda em construção, recebeu o título de Basílica Menor pelo Papa João Paulo II. Em 1984, foi declarada oficialmente Basílica de Aparecida Santuário Nacional, pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).


sexta-feira, 19 de setembro de 2008

HOJE - NOSSA SENHORA DA SALETTE


História da Aparição de Nossa Senhora da Salette

Um dia de outono
Em meados de setembro de 1846, um camponês de Ablandins, Pedro Selme, está com o pastor adoentado. Desce a Corbs, até a casa de seu amigo, o carroceiro Giraud:-"Empresta-me teu Maximino por alguns dias..."-"Maximino pastor? Ele é irresponsável demais para tanto !..." Conversa vai, conversa vem..., a 14 de setembro o garoto Maximino vai a Ablandins. No dia 17 percebe a presença de Melânia na aldeia. No dia 18 vão pastorear seus rebanhos nos terrenos de Comuna, no monte Planeau. À tarde, Maximino procurava entabular uma conversa. Melânia não se mostra interessada. Descobrem, no entanto, um ponto comum: os dois são de Corps. Conversam então, e decidem voltar a pastorear juntos no dia seguinte e no mesmo lugar.

Nas Pastagens da Montanha
No sábado, 19 de setembro de 1846, bem cedo, as duas crianças sobem as ladeiras do monte Planeau, cada uma tocando seu rebanho de quatro vacas, sendo que Maximino tinha também uma cabra e o cachorrinho Lulu. O sol respandecia sobre as pastagens... Ao meio dia, no fundo do vale, o sino da Igreja da aldeia toca a hora do Angelus. Os pastores então conduzem as vacas até a "fonte dos animais", uma poça d'água formada pelo regato que desce pelo vale do Sézia. A seguir, conduzem os rebanhos à pradaria chamada "Le Chomoir", nas encostas do Monte Gargas. Faz calor e os animais se põem a ruminar.Maximino e Melânia tornam a subir pelo vale até a "fonte dos homens". Junto à fonte, tomam uma frugal refeição: pão e um pedaço de queijo. Outros meninos pastores, que pastoreiam mais abaixo, juntam-se aos dois e passam a conversar. Depois que eles partiram, Maximino e Melânia atravessam o regato e descem alguns passos até os dois assentos de pedras empilhadas, junto a poça seca de uma fonte sem água: e a "pequena fonte". Melânia deposita a mochila no chão, e Maximino põe a jaqueta e a merenda sobre a pedra.

Uma estranha claridade
Contrariamente a seu costume, as duas crianças se estendem sobre a relva...e adormecem. O clima sob o sol de final de verão, é agradável. Nem uma nuvem no céu. O murmúrio do regato acrescenta-se à calma e ao silêncio da montanha. O tempo passa!...Bruscamente Melânia acorda e sacode Maximino!-"Maximino, Maximino, vem depressa, vamos ver nossa vacas...Não sei onde andam!". Rapidamente sobem a ladeira oposta ao Gargas. Voltando-se, têm diante de si toda a pradaria: as vacas lá estão ruminando calmamente. Os dois pastores se tranquilizam. Melânia começa a descer. A meio caminho se detêm imóvel e, de susto, deixa cair o cajado.- "Maximino, olha lá, aquele clarão!"Junto à pequena fonte, sobre um dos assentos de pedra...um globo de fogo. "É como se o sol tivesse caído lá". No entanto, o sol continua brilhando num céu sem nuvens. Maximino corre gritando:- "Onde está? Onde está?" Melânia estende o dedo para o fundo do vale onde haviam dormido. Maximo para perto dela, cheio de medo e lhe diz:- "Segura o teu cajado, vai! Eu seguro o meu e lhe darei uma paulada se "aquilo" nos fizer qualquer coisa". O clarão se mexe, se agita, gira sobre si mesmo. As duas crianças faltam palavras para externar a impressão de vida que irradia desse globo de fogo. Uma mulher ali aparece, assentada, a cabeça entre as mãos, os cotovelos sobre os joelhos, numa atitude de profunda beleza.

A Bela Senhora
A Bela Senhora põe-se de pé. Os dois não se mexiam. Ela lhe diz, em francês:- Vinde, meus filhos, não tenhais medo, aqui estou para vos contar uma grande novidade!Então, as crianças descem até a Bela Senhora.Olham-na. Ela não para de chorar:- "Achavamos que era uma mamãe cujos filhos a tivessem espancado e que se teria refugiado na montanha para chorar". A Bela Senhora é alta e toda de luz. Veste-se como as mulheres da região: vestido longo, um grande avental, lenço cruzado e amarrado as costas, touca de componesa. Rosas coroam sua cabeça, ladeiam o lenço e ornam seu calçado. Em sua fronte a luz brilha como um diadema. Sobre os ombros carrega uma pesada corrente. Uma corrente mais leve prende sobre o peito um crucifixo resplandecente, com um martelo de um lado, e de outro uma torques.

O que Ela disse na montanha
A Bela Senhora fala aos dois pastores:- " Ela chorou durante todo o tempo em que nos falou". Junto ou separadamente, as duas crianças repetem as mesmas palavras, com ligeiras variantes que não afetam o sentido. Não importa quais sejam seus interlocutores: peregrinos ou simples curiosos, notáveis ou eclesiásticos, pesquisadores ou jornalistas. Quer sejam favoráveis, sem prevenção ou malévolos, eis o que lhes é transmitido:
Vinde, meus filhos, não tenhais medo, aqui estou para vos contar uma grande novidade!

"Nós a ouvimos, não pensávamos em mais nada". Como Maximino e Melânia, deixemos que ressoe em nós também o que ela falou no alto da montanha.
Com eles, ouçamos a Bela Senhora, contemplando o Crucifixo resplandente de glória sobre seu peito.

Se meu povo não quer submeter-se, sou forçada a deixar cair o braço de meu Filho. E tão forte e tão pesado que não o posso mais suster.
Há quanto tempo sofro por vós!
Dei-vos seis dias para trabalhar, reservei-me o sétimo, e não mo querem conceder! É isso que torna tão pesado o braço de meu Filho
E também os carroceiros não sabem jurar sem usar o nome de meu Filho. São essas as duas coisas que tornam tão pesado o braço de meu Filho.
Se a colheita se estraga, e só por vossa causa, Eu vo-lo mostrei no ano passado com as batatinhas: e vós nem fizestes caso! Ao contrário, quando encontráveis batatinhas estragadas, juráveis usando o nome de meu Filho. Elas continuarão asssim, e neste ano, para o Natal, não haverá mais.

A palavra "batatinhas" (em francês: 'pommes de terre'), deixa Melania intrigada. No dialeto da região, se diz "la truffa". E a palavra 'pommes' lembra-lhe o fruto da macieira. Ela se volta então para Maximino, para lhe pedir uma explicação. A Senhora porém, adianta-se dizendo:

Não compreendeis, meus filhos? Vou dize-lo de outro modo>>.

Retomando pois, as últimas frases no dialeto de Corps, língua falada correntemente por Maximino e Melânia, a Bela Senhora prossegue sempre no dialeto:

Se tiverdes trigo, não se deve semea-lo. Todo o que semeardes será devorado pelos insetos, e o que produzir se transformará em pó ao ser malhado
Virá grande fome. Antes que a fome chegue, as crianças menores de sete anos serão acometidas de trevor e morrerão entre as mãos das pessoas que as carregarem, Os outros farão penitência pela fome. As nozes caruncharão, as uvas apodrecerão.

De repente, a Bela Senhora continua a falar, mas somente Maximino a entende. Melânia percebe seus lábios se moverem, mas nada entende. Alguns instantes depois, Melânia por sua vez, pode ouvir, enquanto Maximino, que nada mais entende, faz girar o chapéu na ponta do cajado ou, com a outra, brinca com pedrinhas no chão. - "Mas nenhuma sequer tocou os pés da Bela Senhora!", excusar-se-ia alguns dias mais tarde.- "Ela me disse alguma coisa ao me dizer: Tu não dirás nem isso. Depois, não compreendia mais nada, e durante esse tempo, eu brincava".Assim a Bela Senhora falou em segredo a Maximino e depois a Melânia. E novamente, os dois em conjunto ouvem as seguintes palavras:

Se se converterem, as pedras e rochedos se transformarão em montões de trigo, e as batatinhas serão semeadas nos roçados.

Fazeis bem vossa oração, meus filhos?

"Não muito Senhora", respondem as crianças.

Ah! Meus filhos, é preciso faze-la bem, à noite e de manhã, dizendo ao menos um Pai Nosso e uma Ave Maria quando não puderdes rezar mais. Quando puderdes rezar mais, dizei mais.
Durante o verão, só algumas mulheres mais idosas vão à Missa.

Os outros trabalham no domingo, durante todo o verão. Durante o inverno, quanto não sabem o que fazer, vão a Missa zombar da religião. Durante a Quaresma vão ao açougue como cães.
Nunca viste trigo estragado, meus filhos?

"Não Senhora" , responderam eles.

Então Ela se dirige a Maximo:

Mas tu, meu filho, tu deves te-lo visto uma vez, perto do Coin, com teu pai. O dono da roça disse a teu pai que fosse ver seu trigo estragado. Ambos fostes até lá. Ele tomou duas ou três espigas entre as mãos, esfregou-as e tudo caiu em pó. Ao voltardes, quando estaveis a meia hora de Corps, teu pai te deu um pedaço de pão dizendo-te: "Toma, meu filho, come pão neste ano ainda, pois não sei quem dele comerá no ano próximo, se o trigo continuar assim".

Maximino responde:-
"É verdade, Senhora, agora lembro. Há pouco não lembrava mais".
E a Bela Senhora conclui, não mais em dialeto, e sim em francês:

Pois bem, meus filhos, transmitireis isso a todo o meu povo.

O julgamento
A 19 de setembro de 1851, Dom Felisberto de Bruillard, Bispo de Grenoble, finalmente publica seu "Mandamento Doutrinal".Eis a passagem principal: "Nós julgamos que a aparição da Santa Virgem a dois pastores, a 19 de setembro de 1846, sobre uma montanha da cadeia dos Alpes, situada na Paróquia de La Salette, no arciprestado de Corps, traz em si mesma todos os caracteres da verdade, e que os fieis tem fundamento para crer nela como indubitável e certa"A repercussão desse mandamento é enorme. Numerosos Bispos determinaram que seja lido nas paróquias das respectivas dioceses, A imprensa o divulga para o bem ou para o mal. Traduzido para diferentes línguas, e publicado sobretudo no Osservatore Romano de 4 de junho de 1852. Cartas de felicitações se acumulam no Bispado de Grenoble.A experiência e o senso pastoral de Dom Felisberto de Bruillard não se detem aqui. A 1 de maio de 1852 publica novo mandamento, anunciando a construção de um santuário sobre a montanha de La Salette, e a criação de um grupo de missionários diocesanos a quem dá o nome de "Missionários de Nossa Senhora da Salette". E acrescenta:- "A Santa Virgem apareceu em La Salette para o mundo inteiro, quem disso pode duvidar?". O futuro irá confirmar e ultrapassar estas expectativas, assegurado o elo de ligação.

Pode-se pois dizer que Maximino e Melânia cumpriram sua missão.

O Santuário
Se encontra no coração da montanha, a 1800 metros de altitude, nos Alpes franceses. O santuário e a Hospedaria foram confiados pela Diocese de Grenable a Associação dos Peregrinos de La Salette. Os Missionários e as irmãs de Nossa Senhora da Salette asseguram sua animação e funcionamento, com a ajuda de Capelões, Padres diocesanos, Religiosos, Religiosas e Leigos. Estes ocupam um grande espaço: associados a pastoral, assalariados para diferentes trabalhos, e numerosos benevolos de todas as nacionalidades. Diversas são as atividades oferecidas a escolha dos peregrinos. Leituras comentadas do Evangelho, encontros sobre temas escolhidos, reuniões informais, encontros com os capelões, exposições com abertura para a dimensão missionária, para o serviço das vocações, ajuda a projetos de grupos, acolhida de crianças, etc...O dia-a-dia é tomado pela Eucaristia e os Ofícios da Manhã e da Tarde, vigílias e procissões, terço e via-sacra... sem esquecer a oração silenciosa sempre possível na montanha ou nos oratórios.
As Primeiras Testemunhas
Maximino Giraud
Maximino Giraud nasceu em Corps, aos 26 de agosto de 1835. Sua mãe, Ana Maria Templier, é originária da região. Seu pai Germano Giraud é proveniente de uma região próxima. Maximino tinha dezessete meses quando sua mãe morreu, deixando também uma menina de oito anos, Angélica. Pouco depois o Sr. Giraud casa novamente. Maximino foi crescendo sem rumo. O pai, armador de carroças, vive na oficina ou no botequim. Sua esposa não tem atração nenhuma pelo garoto, vivo, descuidade, que não consegue ficar em casa, mas vive de cá para lá, nas ruas de Corps, atrás das diligências e carroças, ou andando pelas estradas com uma cabra e um cão. O garoto é facilmente arteiro, com um olhar vivo sob uma negra cabeleira desgrenhada, e uma língua solta... Durante a Aparição, enquanto a Bela Senhora se dirige a Melânia, faz girar o chapéu no alto do cajado, ou com outra ponta, brinca com as pedrinhas em torno dos pés da Bela Senhora. - "Nenhuma a tocou!", responderá ele, espontaneamente, a seus inquiridores. É cordial, desde que se sinta amado. Malicioso quando se quer implicar com ele. Sua adolescência foi difícil. Nos três anos seguintes à Aparição, perde seu meio-irmão João Francisco, a madrasta Maria Court, e seu pai o carpinteiro Geraud. É posto sob a tutela do irmão de sua mãe, o Tio Templier, homem rude e interesseiro. Na escola, sua evolução nos estudos é modesta. A Irmã Santa Tecla que o acompanha de perto, chama-o de "o eterno movimento". Acrescentem-se a isso, as pressões exercidas pelos peregrinos e curiosos. Nessas circunstâncias, alguns iluminados legitimistas, partidários de um pretenso filho de Luís XVI, querem manipulá-lo para fins políticos. Maximino procura ludibriá-los. Contra os conselhos do Pároco de Corps e desrespeitando a interdição do Bispo de Grenoble, eles conduzem o adolescente a Ars. Maximino não gosta da companhia deles, mas aproveita a ocasião para conhecer este local. São recebidos pelo imprevisível Pe. Raimundo que, logo de início, trata o fato de La Salette como trapaça, e os videntes como mentirosos. Durante a manhã de 25 de setembro de 1850, o Cura d'Ars encontra-se por duas vezes com Maximono, uma na sacristia, e outra no confessionário, mas sem confissão. Que poderá ter-lhe contato esse adolescente exasperado? O resultado é que, durante anos, o santo Cura d'Ars duvidou e sofreu. Depois do mandamento de 1851 ele remeterá seus interlocutores ao julgamento emitido pelo Bispo responsável. Demorou alguns anos ele mesmo aceitar o fato e reencontrar a paz. Quanto a Maximino, mesmo afirmando que jamais se desmentiu, terá muitas dificuldades em justificar ser comportamento. Basta enumerar os locais por onde passou para se avaliar a que ponto o jovem Maximino viveu de cá para lá: do seminário menor de Grenoble (Le Rondeau) à Grance Chartreuse, do tratamento médico em Seyssin a Roma, de Dax a Aire-sur-Adour a Vésinet, depois do colégio de Tonnerre a Petit Jouy em Josas perto de Versailles e a Paris. Seminarista, empregado num asilo, estudante de medicina falhando ao bacharelado, trabalha numa farmácia, engaja-se como guarda-pontíficio, rescindindo o contrato após seis meses e voltando a Paris. O jornal "La Vie Parisiense" atacou La Salette e os dois videntes. Maximino apresenta queixa e obteve uma retificação. Em 1866 publica um opúsculo: -"Minha profissão de fé a respeito da Aparição de Nossa Senhora de La Salette". Nesse período, o Sr. e a Sra. Jourdain, um casal devotado ao serviço de Maximino, assegura-lhe certa estabilidade e paga suas dívidas a ponto de se arruinar. Maximino aceita então associar-se a um comerciante de licores que faz uso de usa notoriedade para aumentar a venda de seus produtos. O imprevidente Maximino não encontra ali satisfação. Em 1870 foi mobilizado a servir no Forte Barrau, em Grenoble. Por fim, volta a Corps onde o casal Jourdain vem a seu encontro. Os três vivem pobremente, ajudados pelos padres do Santuário, com a aprovação do Bispado. Em novembro de 1874, Maximino sobe ao local de peregrinação de La Salette. Diante de um auditório particularmente atento e comovido, apresenta a narrativa da Aparição como o fizera desde o primeiro dia. Será a última vez. A 2 de fevereiro de 1875, vai igualmente pela última vez, à Igreja Paroquial. Na tarde de 1o. de março, Maximino se confessa, recebe a Eucaristia bebendo um pouco de água de La Salette para engolir a hóstia. Cinco minitos mais tarde entrega sua alma a Deus. Não completara quarenta anos ainda. Seus restos mortais repousam no cemitério de Corps, mas seu coração se encontra na Basílica de La Salette, perto do teclado do órgão. Era sua última vontade, para assim marcar seu apego à Aparição:

- "Creio firmemente, mesmo a preço de meu sangue, na célebre aparição da Santíssima Virgem sobre a Montanha de La Salette, a 19 de setembro de 1846. Aparição que defendi por palavras, por escritos e por sofrimentos... Com este sentimento dou emu coração a Nossa Senhora de La Salette".

A 19 de setembro de 1855, Dom Ginoulhiac, novo Bispo de Grenoble, assim resumia a situação:- "A missão dos pastores chegou ao fim, a da Igreja começa". Inumeros são hoje os homens e mulheres de todas as raças e países, que encontraram na mensagem da Salette o caminho da conversão, o aprofundamento da própria fé, o dinamismo para a vida cotidiana, as razões do próprio engajamento com e no Cristo a serviço dos outros.

Melânia Calvat
Melânia nasceu em Corps, aos 7 de novembro de 1831, no seio de uma família numerosa. O pai, Pedro Calvat, conhecido como serrador, na verdade aceita qualquer tipo de trabalho. A mão, Julia Barnaud, lhe dará dez filhos. Melânia é a quarta. A família é tão pobre que às vezes, as crianças eram mandadas mendigar. Criança ainda, Melânia é "empregada" para tomar conta de vacas junto a componeses da região. Desde a primavera de 1846 até o fim do outono, ei-la na casa de João Batista Pra, em Ablandins, um dos pequenos povoados da aldeia de La Salette. O vizinho de Pra se chama Pedro Selme. É ele que contratou por uma semana somente, o irrequieto Maximino para substituir um pastor adoentado. Diante desse extrovertido, Melânia, tímida e taciturna, se mantém reservada. No entanto, as duas crianças têm algo em comum..., sem assim se pode falar! Nascidas em Corps, onde residem as respectivas famílias, não se conhecem pórem, dadas as prolongadas ausências da pastora. Ambos falam o dialeto local, e só conhecem algumas palavras do francês. Nem escola, nem catecismo. Não sabem ler nem escrever. O pai de Melânia vive à procura de serviço. A mãe anda sobrecarregada de trabalho por causa da família numerosa. Não há lugar para o afeto, e se há, é muito pouco. No dia da Aparição, o que caracteriza Melânia e Maximino é a pobreza: pobres de bens, pobres de saber, pobres de afeição. O fato é que são inteiramente dependentes. São como "cera virgem" que o evento marcará definitivamente com seus sinais, respeitando porém suas personalidades. Melânia, na verdade, é muito diferente de seu companheiro Maximino. Vive na casa de estranhos e só convive com a própria família durante os difíceis meses de inverno, quando a fome e o frio sobrevêm. Não é de estranhar pois que seja tímida e introvertida. - "Suas respostas eram simplesmente Sim ou Não", afirmava seu patrão, João Batista Pra. Depois do fato, ela responderá com clareza e simplicidade às perguntas relativas ao evento de La Salette. Permanece durante quatro anos junto às Irmãs da Providência. Tem pouca memória e ainda menos aptidões que Maximino, para os estudos. A partir de novembro de 1847, sua diretora já temia que Melânia "não tirava proveito da posição que o evento lhe havia dado". Tornando-se postulante e, a seguir, noviça nessa mesma Congregação, objeto de atenção e condescendência da parte de numerosos visitantes, ela se otém às próprias opiniões. Por isso, o novo Bispo de Grenoble, reconhecendo, embora, sua piedade e devotamento, recusa-se a admiti-la aos votos "para formá-la... na prática da humildade e da simplicidade cristãs". Infelizmente, Melânia dá ouvidos a pessoas "inquietas e doentias", imbuidas de profecias populares, de teorias pseudo-apocalípticas e pseudo-místicas. Isso a marcará pelo resto da vida. Para dar crédito a tais afirmações, ele as relê à luz do segredo que recebeu da Bela Senhora. O mais simples exame do que afirma e escreve, mostra já as diferenças irredutíveis aos sinais e palavras de Maria em La Salette. Melânia, seus problemas e fantasias, tornaram-se o centro de seu discurso. Através de suas profecias, acerta as contas com aqueles que opõem alguma resistência a seus projetos. Assim manisfesta sua recusa à sociedade ou meio ambiente em que encontra problemas. Recria um passado imaginário onde são exorcisadas as frustações de que foi vítima na infância. Já em 1854, Dom Ginoulhiac escrevia:- "As predições atribuídas a Melânia... não têm fundamento, não têm importância em relação ao Fato de La Salette... são posteriores a esse mesmo Fato e nenhuma ligação têm com ele". E observa: - "Deixou-se a maior liberdade às duas crianças para se desmentirem, e elas não mudaram seu falar a respeito da verdade do fato de La Salette". Nessa ótica, Dom Ginoulhiac proclamará a 19 de setembro de 1855, sobre a Santa Montanha:

"A missão dos pastores findou, e da Igreja começa".

Infelizmente, Melânia prosseguirá em suas divagações proféticas, orquestradas mais tarde pelo talento fulgurante de Leon Bloy ao criar uma corrente "melanista" que pretende se ligar a La Salette, mas que não tem outra base senão as incontroláveis afirmações de Melânia. Está muito longe dos fundamentos históricos da Aparição. Quanto ao conteúdo, apesar do verniz religioso, nada tem praticamente a ver com as verdades da fé da Igreja, relembradas por Maria em La Salette. Deixa-se o campo da fé para ir-se ao campo instável, constestável e estéril das crendices. Esse tipo de literatura distancia da fé em vez de favorecê-la. Em 1854, um sacerdote inglês leva Melânia à Inglaterra. No ano seguinte, ela entre no Carmelo de Darlington, onde faz profissão temporária em 1856, deixando-o porém em 1860. Faz outra tentativa junto às Irmãs da Compaixão, de Marselha. Depois de uma estadia na casa delas em Cefalônia, na Grécia, e de uma passagem pelo Carmelo de Marselha, retorna às Irmãs da Compaixão por pouco tempos. Depois de alguns dias em Corps e em La Salette, estabelece-se na Itália, em Castellamare di Stabia, perto de Nápoles. Ali permanece durante dezessete anos, escrevendo seus "segredos" e a regra para uma eventual fundação. O Vaticano solicita ao Bispo da Diocese que a proíba de publicar este tipo de escritos, mas ela procura obstinadamente outros apoios e o imprimatur, até mesmo junto ao chefe do Sacro Palácio, Dom Lepidi. Isso não significa uma aprovação, nem mesmo velada. Além disso, a autoridade a que Melânia se refere não é competente. Depois de uma estadia no sul, em Cannes, reencontramos Melânia em Chalon-sur-Saône onde, sempre em busca de uma fundação, sustentada pelo Cônego de Brandt d'Amiens, suscita uma querela com Dom Perraud, Bispo de Autum. A Santa Sé entra na questão e dá razão ao Bispo. Em 1892, retorna à Itália, perto de Lecce, depois em Messina, na Sicília, mediante convite do Cônego Anibal di Francia. Depois de alguns meses no Piemonte, estabelece-se na casa do Pe. Combe, Pároco de Diou, no Allier, um sacerdote apaixonado por profecias político-religiosos. Ali concluí uma autobiografia, no mínimo romanceada, onde reinventa para si mesma, uma infância extraordinária, mesclada de considerações pseudo-místicas, reflexo de suas próprias fantasias e das químeras de seus correspondentes. As mensagens que estão Melânia emite e que ligar a La Salette, nada em verdade, têm a ver com seu testemunho primitivo a respeito da Aparição. Aliás, quando se toca no fato de 19 de setembro de 1846, ela reencontra a simplicidade e a clareza de sua primeira narrativa, em plena concordância com a de Maximino. E isso, de maneira constante. Assim foi quando de sua passagem sobre a Santa Montanha, a 18 e 19 de setembro de 1902. Retorna ao sul da Itália, em Altamura, perto de Bari. Alí morre aos 14 de dezembro de 1904. Repousa sob uma lápide de mármore na qual um baixo relevo mostra a Virgem acolhendo a pastora de La Salette, no céu. Uma coisa é certa: ao final de todas as suas andanças, há um ponto sobre o qual Melânia jamais mudou: o testemunmho que, com Maximino, ela deu na tarde de 19 de setembro de 1846, na cozinha de João Batista Pra, em Ablandins, e durante toda a investigação conduziada por Dom Felisberto de Brillard, retomada e confirmada pela de Dom Ginoulhiac. Numa vida difícil, Melânia permaneceu pobre e piedosa, fiel sempre a seu primeiro testemunho.
Fonte: Associação Nossa Senhora da Salette ( Narrativa e fotos)

terça-feira, 9 de setembro de 2008

MÊS DA BÍBLIA - 9º CAPÍTULO - "SÍNTESE DA HISTÓRIA DO POVO DE ISRAEL"


Síntese da História do Povo de Israel


Do início até a entrada na Terra de Canaã (ano 1.200 antes de Cristo), as datas abaixo são apenas "aproximativas" e não históricas, pois, na verdade, não se sabe ao certo. São mais "pontos de referência" do que propriamente datas. A partir dos Juízes (1.200 antes de Cristo), as datas são reais.
1850 - Por volta do ano 1850 antes de Cristo, Abraão mudou-se de Ur, na Caldéia, para Haran, que fica entre os rios Tigre e Eufrates.
1800 -Aí pelo ano de 1800, atendendo ao chamado de Deus, Abraão foi morar na Palestina, ou Terra de Canaã, a terra que o Senhor lhe havia prometido.
1700 - Mais ou menos pelo ano 1700, Jacó e seus filhos foram para o Egito, onde já estava José, que tinha sido vendido pelos irmãos. No começo, enquanto José era Vice-Rei do Egito, os israelitas gozavam de liberdade. Mas, depois de 400 anos, o Povo de Deus estava submetido à dura escravidão na terra dos Faraós. Os hebreus amassavam o barro nas olarias do Egito, sem gozar de direito algum no país.
1300 - Aí pelo ano de 1300, por ordem de Deus (Javé), Moisés tira o Povo de Israel da escravidão do Egito. E vai à frente Prometida, que tinha sido o berço do Povo de Israel. Os hebreus peregrinaram pelo deserto durante 40 anos.
1240 - Nessa época. Deus renovou a sua Aliança com os descendentes de Abraão. O Decálogo, que continha a Lei da Aliança, foi entregue a Moisés no Monte Sinai.
1200 - Moisés não chegou a entrar na Terra de Canaã. Morreuquando estava avistando as Montanhas da Terra Prometida. Então, Josué foi quem se pôs à frente do Povo de Israel e, depois de muitas batalhas com povos vizinhos, conseguiu tomar posse da Terra de Canaã, aí pelo ano 1200 antes de Cristo. Esse foi o período em que o Povo de Deus foi governado pelos Juízes. Um período de 75 anos. Samuel foi o último Juiz de Israel. Os Juízes eram líderes que assumiam a defesa de uma ou mais tribos de Israel, quando atacadas por povos vizinhos. Então o Juiz se constituía um governador, com forte autoridade.
1025 - Termina aqui o período dos Juízes. Samuel foi o últimoJuiz de Israel. Embora muito contra a sua vontade, começa o período dos Reis.
1030 - Tem início o período do Reino. O primeiro Rei de Israelfoi Saul, ungido por Samuel. Mas Saul não mereceu a confiança do Povo nem as bênçãos de Deus.
1000 - Para substituir Saul, foi ungido o famoso Rei e profeta Davi. Homem que marcou a história do Reino de Israel com sua grandeza de alma. Foi quem escreveu a maioria dos Salmos da Bíblia. Teve grandes pecados, mas soube pedir perdão publicamente. Por esse tempo deu-se a tomada de Jerusalém.
971 - Nesse tempo Salomão é Sagrado Rei de Israel. Tornou-secélebre pela sua grande sabedoria. Foi ele quem começou a construção do famoso Templo de Jerusalém. Aí o Reino ou Monarquia chegou ao seu ponto máximo.
930 - Deu-se nesse ano a divisão do Reino. Constituiu-se o Reino do Norte (Samaria) e o Reino do Sul (Judá). A capital do Reino do Norte era a cidade de Samaria, e a capital do Reino do Sul era Jerusalém. Essa cisão vai até o ano 722.
746 - Começa o longo período dos profetas. Isaías, o maior deles, começa a profetizar, a denunciar as injustiças e a predizer a vinda do Messias. Isaías e Miquéias profetizam no Reino do Sul. No Reino do Norte profetizam: Elias, Eliseu, Amós e Oséias.
722 - Nesse tempo dá-se a queda da Samaria. Com isso vem fim do Reino do Norte, e começa a haver um só Reino em Israel.
727 - De 727 a 699 reina Ezequias, o rei piedoso. Por esse tem-po acaba de ser fundada a cidade de Roma.
641 - De 641 a 611 reina Josias, o rei zeloso da Lei de Deus.Seu nome significa: "Aquele que Deus fortifica". É filhode Acaz.
626 - Nessa época profetizam: Sofonias, Naum, Habacuc, Jere-mias e Baruc. Jeremias profetiza a queda de Jerusalém.
587 - Nesse ano dá-se a queda de Jerusalém, predita pelo profeta Jeremias. Milhares de israelitas são deportados para Babilônia. No Exílio profetizam: Ezequiel e Daniel.
538 - Ciro, rei da Pérsia, derrota os babilônios e decreta a voltados exilados de Israel. O povo hebreu chora ao ver a cidade e o templo destruídos.
520 - Ageu e Zacarias profetizam. Unem o povo, e o templo éreconstruído. Por essa época começa a profetizar tambémMalaquias.
445 - Neemias reergue os muros de Jerusalém. Houve uma oposição da Samaria para a reconstrução das muralhas de Jerusalém.
398 - O sacerdote Esdras dedica-se à restauração da comunidade dos judeus em Jerusalém. Era também escriba e conseguiu realizar a nova promulgação da Lei.
331 -Começa um breve período de dominação grega. Mas no ano 323, Israel fica sob o domínio dos Egípcios. (Dinastia dos Ptolomeus)
200 - Começa a famosa tradução do Antigo Testamento para ogrego, feita pelos 70 sábios de Alexandria.
198 - Os judeus ficam sob o domínio dos sírios (Dinastia dosSelêucidas).
175 - Antíoco IV promove forte perseguição religiosa contra osjudeus.
167 - Os irmãos Macabeus oferecem grande resistência.
63 - Esse ano marca a tomada de Jerusalém por Pompeu.
40 - Herodes, o Grande, é feito rei dos judeus, por favor dosromanos. Reina até o ano 4 antes de Cristo.
20 - Nova reconstrução do templo.- Nascimento de Jesus, o Messias anunciado pêlos profetase esperado pelos judeus
Fonte: Franciscanos

Amanhã, 10º e último capítulo: "Francisco e o estudo acadêmico"

A FAMÍLIA CATÓLICA

sexta-feira, 6 de junho de 2008

1ª SEXTA-FEIRA DO MÊS - SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS


Sagrado Coração de Jesus

A devoção ao Coração de Jesus existe desde os primeiros tempos da Igreja, desde que se meditava no lado e no Coração aberto de Jesus, de onde saiu sangue e água. Desse Coração nasceu a Igreja e por esse Coração foram abertas as portas do Céu.

História da devoção
Os Santos Padres muitas vezes falaram do Coração de Cristo como símbolo de seu amor, tomando-o da Escritura: "Beberemos da água que brotaria de seu Coração....quando saiu sangue e água" (Jo 7,37; 19,35).
Na Idade Média começaram a considera-lo como modelo de nosso amor, paciente por nossos pecados, a quem devemos reparar entregando-lhe nosso coração (santas Lutgarda, Matilde, Gertrudes a Grande,Margarita de Cortona, Angela de Foligno, São Boaventura, etc.).
No século XVII estava muito expandida esta devoção. São João Eudes, já em 1670, introduziu a primeira festa pública do Sagrado Coração.
Em 1673, Santa Margarida Maria de Alocoque começou a ter uma série de revelações que a levaram à santidade e ao impulso de formar uma equipe de apóstolos desta devoção. Com seu zelo conseguiram um enorme impacto na Igreja.
Foram divulgados inúmeros livros e imagens. As associações do Sagrado Coração subiram em um século, desde meados do XVIII, de 1000 a 100.000. umas vinte congregações religiosas e vários institutos seculares foram fundados para estender seu culto de mil formas.
O apostolado da Oração, que pretende conseguir nossa santificação pessoal e a salvação do mundo mediante esta devoção, contava já em 1917 com 20 milhões de associados. E em 1960 chegava ao dobro em todo o mundo, passando de um milhão na Espanha; suas 200 revistas tinham 15 milhões de inscrições. A maior instituição de todo o mundo.
A Oposição a este culto sempre foi grande, sobretudo no século XVIII por parte dos jansenistas, e recebeu um forte golpe com a supressão da Companhia de Jesus (1773).Na Espanha foram proibidos os livros sobre o Sagrado Coração. O imperador da Áustria deu ordem que desaparecessem suas imagens de todas as Igrejas e capelas. Nos seminários era ensinado: "a festa do Sagrado Coração provocou um grave mancha sobre a religião".
A Europa oficial rejeitou o Coração de Cristo e em seguida foi assolada pelos horrores da Revolução francesa e das guerras napoleônicas. Mas depois da purificação, ressurgiu de novo com mais força que nunca.
Em 1856 Pio IX estendeu sua festa a toda a Igreja. Em 1899 Leão XIII consagrou o mundo ao Sagrado Coração de Jesus (o Equador tinha se consagrado em 1874).
E a Espanha em 1919, em 30 de maio, também se consagrou publicamente ao Sagrado Coração no Monte dos Anjos. Onde foi gravado, sob a estátua de Cristo, aquela promessa que fez ao pai Bernardo de Hoyos, S. J., em 14 de maio de 1733, mostrando-lhe seu Coração, em Valladolid (Santuário da Grande Promessa), e dizendo-lhe: "Reinarei na Espanha com mais Veneração que em muitas outras partes" (Até então a América também era Espanha).
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1ª Sexta-feira de cada mês

A GRANDE PROMESSA: Prometo-te, pela excessiva misericórdia e pelo amor Todo-Poderoso do meu Coração, conceder a todos que comungarem nas primeiras sextas-feiras de nove meses consecutivos, a graça da penitência final, que não morrerão em minha inimizade, nem sem receberem os seus sacramentos, e que o meu divino Coração lhes será seguro asilo nesta última hora.
Fontes: Acidigital e outros sites da Internet

sábado, 24 de maio de 2008

À VENDA NA INTERNET DVDs DOVATICANO

DVDs PRODUZIDOS PELO CENTRO TELEVISIVO VATICANO À VENDA NA INTERNET

Cidade do Vaticano, 23 mai (RV) - A partir de agora, é possível comprar as produções do Centro Televisivo Vaticano pela Internet. À disposição, uma ampla seleção de retratos inéditos dos papas João Paulo II e Bento XVI, documentários sobre a Cidade do Vaticano, as cidades santas (Roma, Jerusalém, Assis), e o Concílio Vaticano II.Todos os DVDs do catálogo são multilíngües e podem ser distribuídos em mais de 130 países.A distribuição está por conta da HDH Communications (http://www.hdhcommunications.com). O site, em inglês, espanhol e italiano, oferece critérios de busca fáceis e intuitivos, como a procura por temas, palavras-chave, título e/ou casa de produção.Cada um dos DVDs à venda é apresentado por uma sinopse e um trailer de um minuto nos três idiomas. Por ocasião do lançamento do novo site, as compras em www.hdhcommunications.com durante o mês de junho terão um desconto promocional de 15% por produto. (CM)

Fonte: Rádio Vaticano