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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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Mostrando postagens com marcador Cardeal Hummes. Mostrar todas as postagens
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terça-feira, 30 de junho de 2009

"NÃO HÁ LUGAR PARA PEDÓFILOS NO MINISTÉRIO SACERDOTAL"

CARDEAL HUMMES: "NÃO HÁ LUGAR PARA PEDÓFILOS NO MINISTÉRIO SACERDOTAL"

Cidade do Vaticano,

- O prefeito da Congregação para o Clero, Cardeal Cláudio Hummes, qualificou a pedofilia como "um crime terrível". Reconhecendo que a questão afeta 4% do clero, o purpurado precisou, todavia, que "não há lugar no ministério sacerdotal, para as pessoas que cometem tais crimes".Em entrevista à revista "Vida Nova", o cardeal assinala que a Igreja "não pode fechar os olhos" diante desse problema. "Os culpados devem ser castigados, tanto pelas leis da sociedade civil quanto pelas normas canônicas" – sublinhou, ressaltando, porém, que a maioria do clero é "estranha a esse problema". O Cardeal Hummes disse que a Igreja "deve reagir e não aceitar" essa imagem do sacerdote católico; uma imagem formada a partir de um "preconceito negativo muito forte, que humilha e fere a imensa maioria dos sacerdotes". Falando acerca do celibato − condição que alguns sacerdotes não respeitam − o purpurado fez questão de precisar que a grande maioria dos presbíteros é formada por "homens dignos e honrados", que "defendem a dignidade humana, os direitos humanos, a justiça social e a solidariedade para com os pobres". (AF)

Fonte: RV

sábado, 16 de agosto de 2008

A CARTA DE BENTO XVI PARA O CARDEAL HUMMES

CARTA DO PAPA AO CARDEAL HUMMES POR SEU JUBILEU SACERDOTAL

Ao Nosso Venerável Irmão Cláudio Cardeal Hurnmes, O.F.M.
Prefeito da Congregação para o Clero.

É justo e agradável trazer a memória aquele distante dia 3 de agosto,quando estavas rodeado por teus familiares e por tua família franciscana, na cidade de Divinópolis, onde foste ordenado Presbítero e te tornastedispensador dos dons celestes. Este diuturno ministério, venerável irmãonosso, tanto para nós, como para toda a Igreja, é uma grande ocasião paracumprimentar-te efusivamente por toda• a tua vida apostólica, dedicadanesses 50 anos salutarmente para o bem da Igreja e executada com grandeeficiência.
A Comunidade Religiosa naquela ocasião te apoiou e te formou comuma doutrina adequada, e depois a Cidade Eterna te proporcionou oaprofundamento nas disciplinas filosóficas. Dessa forma, abriu-se umcaminho mais amplo para a realizá9áo da tua atividade pastoral, queempregaste a seguir no pastoreio dos fiéis, na formação dos jovens naUniversidade, na dedicação aos religiosos de tua Ordem, donde resultaram abundantes frutos e grandes benefícios espirituais. Por isso, não é de se admirar que o Papa Paulo VII de feliz memória,encontrasse em ti urna pessoa formada e ativa, concedendo-te o título daIgreja de Carcábia e nomeando-te Bispo Coadjutor da Diocese de SantoAndré no Brasil, que encontrou em ti por vinte e um anos um Pastor muitobem preparado. E depois, com o mesmo propósito, por vontade de nossoPredecessor, o Papa João Paulo 11, foste para a grande Igreja de São Paulono Brasil, para realizar um trabalho apostólico em meio aquela imensamultidão, exposta a não poucas dificuldades, trabalho que posteriormentepudeste realizar com maior profundidade, a partir do momento em que foste incorporado ao número dos Padres Cardeais. Naqueles lugares, encontram-se numerosos testemunhos da atividadede teu espírito sacerdotal, que te fizeram conquistar a estima de todos. Sacerdotes, leigos e até mesmo crianças descobriram teu espíritofranciscano, ao mesmo tempo amável e jovial, para levar fielmente oEvangelho a todos, servindo-se dos instrumentos modernos. Não queremosdeixar de mencionar aquilo que vens realizando como Prefeito da Congregação para o Clero e nos demais Dicastérios da Cúria Romanadonde, sabemos, que resulta um grande bem salutar para toda a famíliacatólica. Cremos que não são necessárias muitas palavras para manifestarNosso reconhecimento e gratidão, que desejamos confirmar de maneiramuito especial por ocasião da comemoração jubilar de teu sacerdócio. A ti,portanto, Venerável Irmão Nosso, fazemos chegar, nominalmente, comsingular afeto, Nossa Bênção Apostólica, que a estendemos amplamente atodos os que, com vínculos de intimidade, contigo estão unidos.Vaticano, 3 de julho de 2008, quarto ano do Nosso Pontificado.
Fonte: RV

quarta-feira, 30 de julho de 2008

A IGREJA NÃO PODE LIMITAR-SE A ACOLHER E EVANGELIZAR AOS QUE A PROCURAM

CARDEAL HUMMES: A IGREJA NÃO PODE LIMITAR-SE A ACOLHER E EVANGELIZAR SÓ OS QUE A PROCURAM
Cidade do Vaticano,

- Os sacerdotes são "a grande riqueza, o dinamismo, a inspiração pastoral e missionária" no meio do povo. É o que escreve o prefeito da Congregação para o Clero, o cardeal brasileiro Claudio Hummes, na mensagem pela festa, na próxima segunda-feira, dia 4 de agosto, do Cura d'Ars (São João Maria Vianney), patrono dos sacerdotes. Sem a determinante decisão de vocês de "tomar o largo" _ escreve o cardeal dirigindo-se aos presbíteros _ pouco ou nada acontecerá no âmbito da missão urgente, quer além-fronteira, quer nos territórios de antiga evangelização.O Cardeal Hummes ressalta na mensagem que quando os presbíteros se movem, a Igreja se move: A Igreja sabe que não pode ficar inerte e limitar-se a acolher e evangelizar aqueles que a buscam, em suas igrejas e comunidades. É necessário _ precisa o purpurado _ levantar-se e ir lá aonde as pessoas e as famílias residem, vivem e trabalham: as empresas, organizações, instituições e os diversos âmbitos da sociedade humana são também campos de ação missionária.Também onde a fé cristã foi pregada e implantada se deve dar maior impulso à evangelização missionária: a cultura pós-moderna da sociedade contemporânea exerce uma forte ação erosiva da fé religiosa de muitas pessoas _ observa o prefeito da Congregação para o Clero.Para dar vigor a essa missão, a Igreja _ lê-se na mensagem _ sabe poder contar com os sacerdotes que em sua grande maioria, "apesar das fraquezas e das limitações humanas", "dão a cada dia a sua vida pelo Reino de Deus".Há também uma pequena parte de sacerdotes _ ressalta o purpurado brasileiro _ que se desviou gravemente. A Igreja _ acrescenta _ busca reparar o mal praticado por esses sacerdotes. Mas se alegra e tem orgulho _ conclui o Cardeal Hummes _ "da imensa maioria dos presbíteros, que são bons e sumamente louváveis". (RL)
Fonte: RV

sexta-feira, 30 de maio de 2008

CARDEAL HUMMES ESCREVE CARTA AO CLERO

REPORTAGEM SOBRE CARTA ENVIADA AO CLERO NO DIA MUDIAL DE ORAÇÃO PELA SANTIFICAÇÃO DOS SACERDOTES



Cidade do Vaticano, 30 mai (RV) -
Hoje, 30 de maio, é o Dia Mundial de Oração pela Santificação dos Sacerdotes, e para a ocasião, o Cardeal Cláudio Hummes, Prefeito da Congregação para o Clero, escreveu uma Carta para o Clero evidenciando a importância da oração como fonte do trabalho sacerdotal.

O Cardeal Hummes ressalta a importância de se dar prioridade à oração em relação à ação, porque dela “depende a incisividade da ação”. O Cardeal recorda que a missão da Igreja depende em grande medida da relação pessoal de cada um com Deus.

O Prefeito da Congregação para o Clero pede aos sacerdotes que não cedam à tentação de ver a sua missão como “um inevitável e indelegável peso, já assumido, que se deve cumprir mecanicamente, com um programa pastoral organizado e coerente”. O Cardeal lembra que o sacerdócio é “a vocação e o caminho”, apontando que a “única medida adequada, face à nossa Santa Vocação, é a radicalidade”.

“A celebração quotidiana da eucaristia - escreve - não se pode limitar ao cumprimento de uma “tarefa pastoral ou uma exigência da comunidade”, mas “pela necessidade pessoal absoluta que dela sentimos, como a única razão adequada para uma existência presbiteral completa”.

O Prefeito da Congregação do Clero termina a Carta apontando Maria como presença “imprescindível de toda a vida sacerdotal”, e recorda o apelo de João Paulo II por “um movimento de oração que ponha no centro a Adoração Eucarística contínua”.