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Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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Mostrando postagens com marcador CARDEAIS. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 11 de março de 2013

CONCLAVE. expectativa para seu início

Cardeais concluem congregações gerais: grande expectativa para início do Conclave nesta terça-feira




Cidade do Vaticano
- Realizou-se na manhã desta segunda-feira, na Sala nova do Sínodo, a décima e última Congregação Geral dos cardeais em vista do Conclave que terá início nesta terça-feira. O diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, concedeu coletiva aos jornalistas no início desta tarde.

Em primeiro lugar, Pe. Lombardi disse que este último encontro era ocasião para dar aos jornalistas uma série de informações e de detalhes sobre o que haverá nos próximos dias.

A Congregação desta manhã foi a décima: estavam presentes 152 cardeais. No início deste encontro foram sorteados os novos membros da Congregação particular, que devem alternar-se a cada três dias, e os sorteados hoje permanecem na função também durante o Conclave e por isto é constituída por cardeais eleitores.

Os três sorteados que acompanham o Camerlengo foram o Cardeal Antonios Naguib, pela Ordem dos Bispos; Cardeal Marc Ouellet, pela Ordem dos Presbíteros, e o Cardeal Francesco Monterisi, pela Ordem dos Diáconos. Os três purpurados foram escolhidos por sorteio, não por eleição, e permanecendo na função por três dias, se fará o sorteio de outros três, se o Conclave durar mais dias.

Foi uma manhã rica de pronunciamentos, porque, sendo a última Congregação Geral, ainda havia muitas pessoas inscritas para falar. Ao todo, foram 28 pronunciamentos, num total de 161 durante as congregações gerais destes dias.

Portanto, teve-se uma ampla participação, embora talvez alguns desejassem uma duração mais longa. Porém, a Congregação votou não fazer uma congregação na parte da tarde, porque os cardeais têm que se preparar para a transferência para a Casa Santa Marta, onde estarão alojados, e para o Conclave.

Portanto, o Colégio cardinalício preferiu concluir as consultas, inclusive reduzindo um pouco a duração dos pronunciamentos.

Dentre os temas abordados durante estes pronunciamentos, destacam-se a situação do Ior (Instituto para as Obras de Religião), com uma breve exposição feita pelo Cardeal Tarcisio Bertone, que na qualidade de presidente do Conselho cardinalício de superintendência, completou a série de pronunciamentos sobre situações econômicas, das quais já se tratou na semana passada. Em seguida, falou-se sobre a natureza do Instituto, do procedimento de inserção no sistema internacional de fiscalização de Moneyval, dentre outros.

Em seguida foram abordados outros temas, mas, em particular, sendo o último encontro, falou-se sobre as expectativas em relação ao Santo Padre, portanto, o perfil e a expectativa em relação ao Pontífice.

Esta tarde tem lugar o juramento daqueles que trabalharão no Conclave, previsto pela Constituição apostólica Universi Dominici gregis, n. 48 e seguintes. O juramento terá lugar na Capela Paulina, às 17h30 locais, e será presidido pelo Cardeal camerlengo.

O juramento será feito por cerca de 90 pessoas, que é o número das pessoas que auxiliam os cardeais durante o Conclave. Uma das figuras fundamentais é o secretário do Colégio cardinalício, que não é um purpurado e assiste os cardeais durante o Conclave (função esta que será desempenhada pelo Arcebispo Lorenzo Baldisseri, ndr); outra função de relevo diz respeito ao Mestre das Cerimônias e aos cerimoniários; além destes, os religiosos e religiosas encarregados da sacristia do Conclave, a sacristia papal.

Ademais, encontram-se também os religiosos para as confissões, médicos e enfermeiros, pessoal do serviço de refeitório e de limpeza na Casa Santa Marta, serviços técnicos, motoristas do microônibus com o qual os cardeais se deslocam da Casa Santa Marta à residência apostólica, pessoal da Guarda Suíça e da Gendarmaria preposto à segurança.

Em suma, trata-se de toda uma série de pessoas que ajudam, colaboram no âmbito da Capela Sistina e Casa Santa Marta e, portanto, devem fazer o juramento de reserva, como previsto pela Constituição apostólica.

Nesta terça-feira pela manhã, às 10h locais, será celebrada na Basílica de São Pedro a missa "pro eligendo Romano Pontifice". O presidente da celebração é o cardeal decano, Angelo Sodano; concelebram todos os cardeais, não somente os eleitores. A homilia será feita em italiano.

No conclave passado a missa "pro eligendo Pontifice" durou 1 hora e 40 minutos, portanto, é presumível que a missa desta terça-feira não passe de duas horas. Não haverá bilhetes para a participação dos fiéis; a entrada será livre para todos que conseguirem entrar na Basílica Vaticana. A entrada para o Conclave é detalhadamente descrita no Ordo rituum conclavis.

No que concerne a esta eleição, amanhã, às 16h30, se terá a procissão dos cardeais da Capela Paulina até a Capela Sistina. Precedentemente os cardeais eleitores terão se transferido da Casa Santa Marta à Capela Paulina. Antes da procissão haverá uma oração comum. (RL)
Fonte: RV

sexta-feira, 8 de março de 2013

“Para o bem da Igreja”

“Para o bem da Igreja”
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Sem dúvida, o governo de Bento XVI se caracterizou, do ponto de vista humano, por uma atitude discreta e despretensiosa muito bem expressa nas palavras iniciais do seu Pontificado: "Os Senhores Cardeais elegeram-me, simples e humilde trabalhador na vinha do Senhor. Consola-me saber que o Senhor sabe trabalhar e agir também com instrumentos insuficientes. E, sobretudo, recomendo-me às vossas orações".
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Esses quase oito anos de Papado foram marcados também pelo temperamento reflexivo, lógico e coerente de Joseph Ratzinger, sempre propício a uma análise serena e profunda dos acontecimentos, sem fugir dos problemas mais complexos da realidade contemporânea. Esse modo de ser aliou-se, desde o seu tempo de professor na Universidade de Tubinga, com uma admirável ciência teológica e uma cultura humanística que o levaram a ser considerado como um dos principais intelectuais de nossa época.
Sobre estas inegáveis qualidades humanas, unidas a um espírito sempre voltado para o sobrenatural, paira, porém, algo mais elevado e decisivo: a assistência do Espírito Santo, que se derrama em abundância sobre o sucessor de Pedro.
Todas estas circunstâncias são fundamentais para se interpretar a renúncia de Bento XVI ao Papado e não podem, de modo algum, ser postas de lado ao analisá-la, sob pena de se incorrer em comentários frívolos, injustos ou fantasiosos.
Além do mais, as razões desse ato não são segredo. Elas foram claramente expressas no Consistório Público do dia 11 de fevereiro e repetidas em ocasiões sucessivas. Bento XVI renuncia, explicou no início da Audiência Geral de 13 de fevereiro, "para o bem da Igreja".
Haverá outros motivos que Bento XVI tenha considerado prudente não revelar? Terá influído nessa decisão alguma preocupação concreta sobre o rumo que poderia tomar doravante o seu pontificado? Querer dar uma resposta a tais perguntas é, a nosso juízo, uma temeridade, pois nossas cogitações podem não corresponder hoje à realidade dos fatos.
Enquanto isso, cabe-nos manifestar com ênfase um entranhado amor pelo Sucessor de Pedro e pensar, como ele, unicamente no bem da Igreja. Eram esses, sem dúvida, os sentimentos dos fiéis que acolheram com longas e calorosas ovações suas palavras na mencionada Audiência Geral, e durante a Santa Missa desse mesmo dia. Igual reação tiveram os sacerdotes da diocese de Roma ao serem recebidos pelo Papa no dia seguinte, na Sala Paulo VI.
"Tanto quanto o Céu domina a Terra, tanto a minha conduta é superior à vossa e meus pensamentos ultrapassam os vossos" (Is 55, 9), diz o Senhor pela voz do Profeta. Bem poderia fazer suas essas palavras o Vigário de Cristo, na presente conjuntura.
O fato é que, para além do operar dos homens, devemos considerar com toda a confiança o futuro da Igreja. Ela é "a árvore de Deus que vive para sempre, a portadora da eternidade e da verdadeira herança: a vida eterna" (Lectio Divina no Pontifício Seminário Romano Maior, 8/2/2013)
Revista Arautos do Evangelho, Março/2013, n. 135, p. 5

Fonte: gaudiumpress.org

sábado, 20 de novembro de 2010

A VERDADEIRA AUTORIDADE NÃO É DOMÍNIO, MAS SERVIÇO

A VERDADEIRA AUTORIDADE NÃO É DOMÍNIO, MAS SERVIÇO: DISSE O PAPA NO CONSISTÓRIO QUE CRIOU 24 CARDEAIS
Cidade do Vaticano, 20 nov (RV)

- Bento XVI presidiu na manhã deste sábado, na Basílica de São Pedro lotada de fiéis, o Consistório ordinário público durante o qual criou 24 cardeais, elevando o Colégio a 203 membros, 121 dos quais eleitores.O Papa recordou aos novos purpurados que o ser "singulares e preciosos colaboradores" do Sucessor de Pedro não é a coroação de "uma ambição pessoal", mas um ato de humildade e de serviço a Cristo e à Igreja.Na Igreja não vale o modelo humano do domínio, mas a "lógica do inclinar-se para lavar os pés", a "lógica do serviço". Com uma homilia totalmente voltada para o sentido do novo ministério que a partir de hoje são chamados a assumir, o Santo Padre acolheu no Colégio cardinalício os 24 novos purpurados criados e publicados no terceiro Consistório de seu Pontificado, presidido solenemente na Basílica Vaticana.O som das "trombas de prata" – instrumento de antigo uso litúrgico por ocasião de cerimônias pontifícias solenes e assim chamadas por emitir som cristalino – marcaram, junto às notas do "Tu es Petrus", a entrada do Pontífice na Basílica de São Pedro, por volta das 10h30 locais.No semicírculo, dos lados do Altar da Cátedra, encontravam-se os neocardeais eleitores: oito italianos (Angelo Amato, Fortunato Baldelli, Velasio De Paolis, Francesco Monterisi, Mauro Piacenza, Gianfranco Ravasi, Paolo Romeo e Paolo Sardi), mais três outros europeus (o suíço Kurt Koch, o alemão Reinhard Marx e o polonês Kazimierz Nykz), dois estadunidenses (Raymond Leo Burke e Donald William Wurl), dois latinos-americanos (o Arcebispo de Aparecida, SP, Dom Raymundo Damasceno Assis – filho de Minas Gerais, e o equatoriano Raúl Eduardo Vela Chiriboga), quatro africanos (o zambiano Medardo Joseph Mazombwe, o congolês Laurent Monsengwo Pasinya, o egípcio Antonios Naguib, e o guineano Robert Sarah), e um asiático (o cingalês Albert Malcolm Ranjith Patabendige).Entre os novos purpurados, quatro não-eleitores: os italianos Domenico Bartolucci e Elio Sgreccia, o alemão Walter Brandmuller e o espanhol José Manuel Estepa Llaurens.Bento XVI recordou-lhes a raiz daquele vínculo de "especial comunhão e afeto" que une os novos purpurados ao Papa. A dignidade cardinalícia é o sinal tanto da "solicitude" do Cristo pastor, quanto do Deus sacrificado na Cruz, que o vermelho do barrete colocado pelo Pontífice na cabeça dos cardeais recorda de modo veemente.Inspirando-se no Evangelho proclamado na Basílica Vaticana – onde Jesus explica aos discípulos o sentido do primado segundo Deus – Bento XVI afirmou:"Todo ministério eclesial é sempre resposta a um chamado de Deus, jamais é fruto de um projeto pessoal ou de uma ambição própria, mas é conformar a própria vontade à do Pai que está nos Céus, como Cristo no Getsêmani. Na Igreja ninguém é dono, mas todos são chamados, todos enviados, todos são alcançados e conduzidos pela graça divina."A disputa entre Tiago e João pelo primado e a indignação dos outros Apóstolos – observou ainda o Papa – "levantam uma questão central à qual Jesus quer responder: quem é o maior, quem é o "primeiro" para Deus?" Aquele que segue não a ideia de predomínio típica de quem governa um Estado, mas a "outra lógica" testemunhada por Cristo:"O critério da grandeza e do primado segundo Deus não é o domínio, mas o serviço; a diaconia é a lei fundamental do discípulo e da comunidade cristã, e nos deixa entrever algo da "Senhoria de Deus" (...) É uma mensagem que vale para os Apóstolos, vale para toda a Igreja, vale, sobretudo, para aqueles que no Povo de Deus têm tarefa de guia. Não é a lógica do domínio, do poder segundo os critérios humanos, mas a lógica do inclinar-se para lavar os pés, a lógica do serviço, a lógica da Cruz que está na base de todo exercício da autoridade.""A missão à qual Deus os chama" e que os "habilita a um serviço eclesial ainda mais repleto de responsabilidade" – concluiu a homilia – "requer uma vontade sempre maior de assumir o estilo do Filho de Deus", vindo ao nosso meio "como aquele que serve":"Trata-se de segui-lo em sua doação de amor humilde e total à Igreja sua esposa, na Cruz: é naquele lenho que o grão de trigo, deixado cair pelo Pai no campo do mundo, morre para tornar-se fruto maduro. Por isso, é necessário um radicar-se ainda mais profundo e firme em Cristo."Seguidas as palavras do Papa, por 24 vezes se repetiu o rito da imposição do barrete vermelho, com o neocardeal ajoelhado diante do Pontífice recebendo – junto com o chapéu cardinalício – a bula contendo o Título e a Diaconia atribuída ao novo purpurado.Por fim, na conclusão da cerimônia, o abraço da paz entre o Papa e o novo cardeal, um abraço repetido logo em seguida com os outros coirmãos do Colégio do qual a partir de agora passam a fazer parte.E neste domingo, Solenidade de Cristo-Rei do Universo, o Santo Padre celebrará, às 9h30 locais, na Basílica de São Pedro, a santa missa com os novos cardeais. A Rádio Vaticano transmitirá a missa ao vivo, via satélite, para todo o Brasil e demais países de língua portuguesa cujas emissoras nos retransmitem, a partir das 6h20 (do horário brasileiro de verão).Durante a celebração o Pontífice entregará o anel cardinalício aos novos purpurados como "sinal de dignidade, solicitude pastoral e de mais robusta comunhão com a Sé de Pedro", para que se reforce "o amor à Igreja"."Pregai o Evangelho, testemunhai Cristo, edificai a Igreja santa de Deus, abençoai todos e a todos levai a paz de Cristo", pede a oração que o Papa vai pronunciar, depois da entrega do anel cardinalício.Os presentes irão rezar para que "o Senhor conceda à Igreja, família de Deus, a graça de manifestar a sua universalidade e catolicidade abraçando todos os povos e as culturas".Na Segunda-feira, no Vaticano, Bento XVI proferirá um discurso aos novos cardeais, com os familiares e os peregrinos vindos para o Consistório. (RL/AF)

Fonte: RV

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

NOVAS NOMEAÇÕES PARA O BRASIL

PAPA FAZ NOMEAÇÕES PARA O BRASIL


Cidade do Vaticano, 20 out (RV)

- O Santo Padre nomeou, nesta quarta-feira, novo Arcebispo de Palmas, TO, Dom Pedro Brito Guimarães, até então Bispo de São Raimundo Nonato, PI.
Dom Pedro nasceu em 22 de fevereiro de 1954, na cidade de Eliseu Martins, Diocese de Oeiras, PI. Após os estudos preparatórios no Seminário Menor de sua diocese de origem, fez os estudos de Filosofia no Seminário Maior de Fortaleza, e os de Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma, onde fez, inclusive, o doutorado em Teologia Dogmática.
Foi ordenado sacerdote em 26 de fevereiro de 1986 e incardinado na Diocese de Oeiras, onde exerceu o ministério até 17 de julho de 2002, data em que foi nomeado Bispo de São Raimundo Nonato, recebendo a ordenação episcopal em 14 de setembro daquele ano.
Bento XVI aceitou, nesta quarta-feira, a renúncia ao governo pastoral da Diocese de Foz do Iguaçu, PR, apresentada por Dom Laurindo Guizzardi, por limite de idade.
Como novo Bispo de Foz do Iguaçu, o Pontífice nomeou Dom Dirceu Vegini, até então Bispo Auxiliar de Curitiba. Dom Dirceu nasceu em Massaranduba, na Diocese de Joinvile, SC, em 14 de abril de 1952.
Fez os estudos de Filosofia na FAI (Faculdades Associadas do Ipiranga), em São Paulo, e os estudos de Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma, como aluno do Pontifício Colégio Pio Brasileiro.
Em 21 de janeiro de 1984 foi ordenado sacerdote e incardinado na Diocese de Apucarana, PR, onde desempenhou seu ministério até 15 de março de 2006, data em que foi nomeado Bispo Auxiliar de Curitiba, recebendo a ordenação episcopal em 2 de junho daquele ano. (MJ/RL)
Fonte: RV