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NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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CAPELA DE NOSSA SENHORA DA MEDALHA MILAGROSA

Uma Capela cheia de segredos !Você quer descobri-la conosco? Saiba, antes de tudo, que a Casa Mãe da Companhia das Filhas da Caridade era o antigo "Hotel de Châtillon". Este, foi concedido à Companhia, em 1813, por Napoleão Bonaparte, depois da tormenta da Revolução Francesa. Imediatamente, começa a construção da Capela.A 8 de agosto de 1813, realizou-se a bênção solene da Capela dedicada ao Sagrado Coração de Jesus. Em 1830, aconteceram então as aparições. Aumentou o numero de vocações.Foi necessário transformar a Capela, que passa então por várias modificações. Em 1930, por ocasião do centenário das apariçes, uma nova reforma nos mostra a Capela tal como a vemos hoje.Agora, a você a oportunidade de visitá-la!
http://www.chapellenotredamedelamedaillemiraculeuse.com

Visita a Capela da Medalha Milagrosa, localizada na Rue du Bac, 140 - Paris

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quinta-feira, 25 de julho de 2013

JMJ - Papa está impressionado com entusiasmo dos brasileiros

Pe. Lombardi: "Papa está impressionado com entusiasmo dos brasileiros"



Cidade do Vaticano (RV) - Pe. Federico Lombardi, Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, recebeu na noite de quarta-feira, 24, os jornalistas para a cotidiana coletiva no Mídia Center, no Forte de Copacabana. O padre começou fazendo um resumo das atividades do Papa Francisco no dia, antecipou o programa de quinta, 25, e respondeu às perguntas.

Segundo ele, o Papa está muito bem impressionado com o entusiasmo que o povo demonstrou tanto em Aparecida como na visita ao Hospital de São Francisco de Assis.

“Apesar da chuva, milhares de pessoas participaram dos encontros”, disse Pe. Lombardi, que estimou em 200 mil o número de fiéis que participaram da missa no Santuário ou que aguardaram a passagem de Francisco pelas ruas de Aparecida. Em tom de brincadeira, o sacerdote disse que o Cardeal Raymundo Damasceno Assis deve ter aproveitado o clima de entusiasmo para lembrar que em 2017 fará 300 anos que a imagem de Nossa Senhora apareceu nas águas do Rio Paraíba.

Pe. Lombardi acrescentou que desconhecia algum compromisso envolvendo o retorno de Francisco ao Rio em 2017. Segundo ele, o Pontífice tomou a decisão após se comover com as cerca de 150 mil pessoas que foram vê-lo em Aparecida: “A promessa de voltar demonstra o apreço especial do Papa por esta cidade, onde passou 20 dias em 2007, durante a reunião da Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe”.

Citando como exemplos do entusiasmo brasileiro, Padre Lombardi contou dois episódios na saída do Seminário Bom Jesus, em Aparecida: "Um grupo de 30 a 40 monjas que vivem em clausura estavam eufóricas e, uma por uma, pediram autógrafos e tiraram fotos com Francisco. Depois, o Pontífice saudou todo o pelotão de policiais presentes, o que não é usual”.

A Organização confirmou que o Papa receberá os jovens argentinos no início da tarde desta quinta-feira, 25, na Catedral Metropolitana. O templo tem capacidade para 5 mil pessoas e só elas serão admitidas, com apresentação do crachá, embora haja mais de 23 mil argentinos no Rio. Os lugares serão preenchidos por ordem de chegada O acerto foi feito com a Conferência dos Bispos da Argentina.

Padre Lombardi acrescentou que não há discurso preparado para o encontro, que foi combinado na última hora, mas é possível que Francisco fale algumas palavras.

Em resposta à informação de que o teólogo Leonardo Boff teria dito que irá à Guaratiba e que gostaria de se encontrar com Francisco, o Diretor da Sala de Imprensa adiantou que ele será muito bem-vindo ao Campus Fidei e que a manifestação do desejo de conversar com o Papa será levada em consideração e examinada no tempo oportuno.

A coletiva de se iniciou com um minuto de silêncio, proposto por Lombardi, em memória das vítimas do acidente ferroviário, que matou mais de 70 pessoas, nas proximidades de Santiago de Compostela, na Espanha.
(CM)



Fonte: Rádio Vaticano

sábado, 26 de setembro de 2009

54 MIL BRASILEIROS DEIXAM O JAPÃO - CRISE

CRISE: MISSIONÁRIO REFERE QUE MAIS DE 54 MIL BRASILEIROS DEIXARAM O JAPÃO

Tóquio,

- Como todos os anos, os missionários e missionárias que trabalham em comunidades com migrantes brasileiros no Japão se reuniram em assembléia de 8 a 10 de setembro na localidade de Takarazuka, nas proximidades de Osaka. De acordo com o Padre Olmes Milani, que colabora quinzenalmente com o Programa Brasileiro, durante a assembleia foram debatidos alguns tópicos significativos da Instrução Pastoral "Erga Migrantes Caritas Christi", relacionados com a situação dos migrantes no Japão. "Como não podia deixar de ser, nossa atenção voltou-se também para a crise econômica mundial e seus efeitos sobre as comunidades. Ao mesmo tempo em que constatamos sofrimentos nas famílias e comunidades, notamos maravilhosos testemunhos de solidariedade, fraternidade, doação e desprendimento de muitos migrantes ao encontro dos desempregados" – referiu Pe. Olmes.Calcula-se que aproximadamente 54.400 brasileiros tenham retornado ao Brasil por causa da crise econômica. Aos desempregados, o governo incentiva o retorno, financiando parte da passagem. Durante o evento, foram dadas as boas-vindas aos missionários recém-chegados – todavia, insuficientes, segundo Pe. Olmes: "O quadro precisa de reforço e renovação. Que venham os valentes. A messe é grande". (BF)

Fonte: RV

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

SÍNODO: BRASILEIROS TOMAM A PALAVRA NA CONGREGAÇÃO GERAL

SÍNODO: BRASILEIROS TOMAM A PALAVRA NA CONGREGAÇÃO GERAL DESTA SEGUNDA-FEIRA
Cidade do Vaticano,

- Os padres sinodais deram continuidade aos trabalhos realizando na manhã de hoje, segunda-feira, a 12ª congregação geral do Sínodo dos Bispos.
Dentre os padres que tomaram a palavra hoje, estava o arcebispo de São Paulo, Card. Odilo Pedro Scherer.
Dom Odilo falou de um tema em voga na Europa, ou seja, a imigração. Para o cardeal, o fenômeno migratório representa para a Igreja uma grande ocasião missionária. Os imigrantes, portanto, não devem ser vistos simplesmente como objeto de preocupação pastoral: eles são, ou podem se tornar, verdadeiros missionários.
Dom Odilo recordou que, no passado, muitos europeus emigraram para a América, África e Oceania.
Em muitos casos, as famílias católicas precederam os sacerdotes e os religiosos. "Eles foram missionários e levaram consigo sua fé, dando-lhe nova expressão em um novo contexto social e cultural", afirmou.
Para o cardeal, a Igreja deve encorajar as pessoas que se encontram em situação de migração a levar consigo a Palavra de Deus, conscientes de que carregam uma riqueza que não tem preço e não é limitada por razões geográficas ou culturais, mas é um dom a ser vivido na nova pátria e a ser compartilhado com o povo que os acolhe.
Já para aqueles que recebem os imigrantes, é necessária uma atitude de positivo acolhimento desses irmãos que vêm de outras nações, que trazem em sua bagagem a "Boa Nova", favorecendo sua inserção nas comunidades locais e a compartilha das experiências de fé e de vida cristã que trazem com eles.
Outro brasileiro que interveio esta manhã foi o arcebispo de Belo Horizonte, Dom Walmor Oliveira de Azevedo.
Entrevistado pelo responsável pelo Programa Brasileiro, Pe. Cesar Augusto dos Santos, Dom Walmor faz uma síntese de sua intervenção: Esta tarde não houve congregação geral.
Por ocasião do Ano Paulino, os padres sinodais visitaram a Basílica de S. Paulo Fora dos Muros, em peregrinação ao túmulo do Apóstolo dos Gentios. (BF)

Fonte: RV

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

BRASILEIROS FISCALIZAM CADA VEZ MELHOR AS ELEIÇÕES

Brasil: cidadãos fazem melhor leitura de seu papel nas eleições, diz bispo
Dom Genival França, bispo de Palmares, destaca vigilância da sociedade


BRASÍLIA,

-Após as eleições municipais de 5 de outubro no Brasil, um bispo considera que, «paulatinamente, população, eleitores e candidatos fazem uma melhor leitura sobre seu papel nas eleições».
Dom Genival Saraiva de França, bispo de Palmares (Pernambuco), afirma que «por diversas vias, extraem-se lições das eleições municipais de 2008».
«De antemão, merece um olhar atento o fenômeno da corrupção que ainda se constatou nestas eleições, porque persiste como mentalidade, como algo cultural», escreve, em mensagem difundida hoje pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).
Todavia --prossegue o bispo--, aos poucos, esse fenômeno «está sendo temido pelos candidatos e “cabos eleitorais”, em razão das penas estabelecidas na legislação vigente, sobretudo, com possibilidade de prisão, cassação do registro de candidatura ou do diploma eleitoral».
«Um elemento muito positivo foi a participação do eleitorado, certamente, em razão da obrigatoriedade do voto, mas também graças a uma consciência política que, aos poucos, se vai revelando no comportamento coletivo.»
Nesse sentido, o bispo destaca a crescente participação de jovens eleitores, já que o voto é facultativo para quem tem entre 16 e 18 anos, «indicação de uma vontade de contribuir para uma mudança nos rumos da política».
O prelado recordou também o papel de vigilância da sociedade, de formação da Igreja, da OAB e de outras entidades, a fiscalização dos partidos concorrentes, as ações do Ministério Público Eleitoral e as medidas dos Tribunais Eleitorais.
Essas ações «transformam-se em fatores determinantes da condução do processo eleitoral e da realização do pleito num clima de normalidade».
Dom Genival França afirma ainda que os debates no Rádio e na Televisão «ajudam o eleitor a formar uma opinião ajuizada», e que a votação eletrônica, «cuja eficiência ficou comprovada, mais uma vez, impede a manipulação das eleições».
«A participação democrática nestas eleições ainda não chegou ao nível desejado porque, concretamente, registram-se acirramentos e confrontações entre candidatos e eleitores dos diversos Partidos e Coligações, durante a campanha eleitoral e após a proclamação do resultado da votação, num atestado de que, nesse assunto, a paixão supera a razão e o sentimento fala mais do que a lógica.»
Mas, efetivamente, considera o bispo, «os eleitores começam a se posicionar, criteriosamente, escolhendo candidatos em condições de exercer, com qualidade, o mandato eletivo e rejeitando aqueles que não têm a necessária credibilidade política».

Fonte: ZENIT.org